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Floresta e Ambiente

On-line version ISSN 2179-8087

Floresta Ambient. vol.20 no.3 Seropédica July/Sept. 2013  Epub Aug 06, 2013

http://dx.doi.org/10.4322/floram.2013.020 

Fungos micorrízicos arbusculares em diferentes coberturas florestais em Vitória da Conquista, Bahia

 

Arbuscular mycorrhizal fungi in different forest covers in Vitória da Conquista, Bahia state, Brazil

 

 

Renata Soares dos SantosI; Rafael Nogueira ScorizaII; Joilson Silva FerreiraIII

ICurso de Engenharia Florestal, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB, Vitória da Conquista/BA, Brasil
IIPrograma de Pós-graduação em Agronomia - Ciência do Solo, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - UFRRJ, Seropédica/RJ, Brasil
IIIDepartamento de Fitotecnia e Zootecnia, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB, Vitória da Conquista/BA, Brasil

Autor(es) para correspondência

 

 


RESUMO

Os fungos micorrízicos arbusculares (FMAs) são organismos mutualistas obrigatórios, que facilitam a sobrevivência e o desenvolvimento de plantas. São influenciados pela cobertura florestal e por outros fatores bióticos e abióticos. O objetivo deste trabalho foi avaliar a composição e a diversidade dos FMAs em solo sob três diferentes coberturas florestais, em Vitória da Conquista-BA. O plantio de Madeira-nova apresentou maior abundância de esporos que o plantio de Eucalipto. O fragmento de Mata nativa apresentou um grande número de espécies quando comparado com os plantios, sendo seis exclusivas deste local e com potencial de apresentar uma maior diversidade. Os FMAs apresentaram diferenças marcantes de composição e diversidade nas coberturas florestais avaliadas. A grande abundância de esporos e a homogeneidade amostral das espécies no plantio de Madeira-nova são fatores facilitadores para um futuro isolamento de FMAs.

Palavras-chave: FMA, madeira-nova, eucalipto.


ABSTRACT

Arbuscular mycorrhizal fungi (AMF) are obligate mutualistic organisms that facilitate the survival and development of plants. They are influenced by forest cover and other biotic and abiotic factors. In this study, we aimed to evaluate the composition and diversity of AMF in the soil under three different forest covers in the municipality of Vitória da Conquista, Bahia state. The planting of Madeira nova showed greater abundance of spores then the planting of Eucalyptus. The Native Forest fragment showed a larger number of species when compared with plantations, with six unique species of the area studied, with potential to develop even greater diversity. AMF presented significant differences in composition and diversity in the forest covers assessed. The great abundance of spores and the homogeneity of sample species in the planting of Madeira nova are facilitating factors for further isolation of AMF.

Keywords: AMF, madeira-nova, eucalyptus.


 

 

1. INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

Os fungos micorrízicos arbusculares (FMAs) são organismos biotróficos obrigatórios de ampla distribuição nos mais diversos ambientes terrestres e na grande maioria das espécies vegetais conhecidas, como em raízes de plantas vasculares terrestres, epífitas, rizoides, talos de briófitas e outros vegetais basais, formando uma relação simbiótica mutualista denominada micorriza arbuscular (Linderman, 1994; Trappe & Schenk, 1982; Moreira & Siqueira, 2006). São influenciados por diversos fatores de origem biótica e/ou abiótica, que interferem na sobrevivência e na germinação dos propágulos infectivos, condicionando o processo da colonização radicular nas plantas. Nos agroecossistemas, somam-se a esses fatores os efeitos das práticas agrícolas, que promovem alterações significativas nos componentes físicos, químicos e biológicos do solo, tais como o preparo mecânico do solo, o manejo das culturas e os tratos culturais (Carrenho et al., 2010).

Uma das estratégias para alcançar a sustentabilidade de qualquer ecossistema é maximizar o uso de microrganismos e processos biológicos benéficos do solo, dentre os quais se destacam os FMAs; estes, para Fitter et al. (2011), são uns dos organismos mais importantes, ecologicamente, do mundo. Os benefícios das micorrizas arbusculares (MAs) para o crescimento e a sobrevivência das plantas resultam de vários efeitos nutricionais e não nutricionais, como os que ocorrem nos solos intemperizados nas regiões tropicais, os quais apresentam deficiência de fósforo e elevada capacidade de fixação deste elemento, constituindo-se este o principal fator nutricional que restringe o crescimento vegetal (Lambais, 1996). Assim, a associação micorrízica facilita a absorção e a utilização de nutrientes, e promove a fixação biológica de nitrogênio e a nutrição balanceada das plantas (Souza et al., 2006). Entretanto, para sua plena exploração é necessário melhorar a micorrização das plantas, o que pode ser conseguido através do uso de inoculantes ou da manipulação da população indígena (Moreira & Siqueira, 2006).

Para Stürmer & Siqueira (2006), a produção de inoculante deve ser baseada, primeiramente, na ocorrência dos fungos micorrízicos arbusculares mais comuns dentro de um determinado ecossistema ou de uma região geográfica. Para tanto, se tornam necessárias a caracterização e a seleção das espécies encontradas no solo (Miranda, 2008), sendo que o estudo sobre a diversidade e a especificidade de fungos micorrízicos em florestas plantadas mostra-se de extrema importância para o conhecimento e o aproveitamento do potencial das associações micorrízicas, tanto em viveiros como em plantações comerciais de cada região (Allen et al., 2003).

Segundo o Serviço Florestal Brasileiro (2010), a área de floresta plantada no Brasil é de 6,8 milhões de hectares, principalmente representada pelo gênero Eucalyptus, sendo que o Estado da Bahia é o terceiro colocado nacional, com mais de 628 mil ha, distribuídos entre seus municípios. Em Vitória da Conquista-BA, destaca-se também a grande ocorrência natural da leguminosa madeira-nova (Pterogyne nitens Tull) (Bonfim et al., 2009), que é uma secundária inicial muito utilizada em recuperação de áreas degradadas e em arborização urbana, além do alto valor econômico pela utilização na construção civil e na fabricação de móveis finos (Lorenzi, 2002; Carvalho, 2006).

Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a composição e a diversidade dos fungos micorrízicos arbusculares em solo sob três diferentes coberturas florestais no planalto de Vitória da Conquista, no Estado da Bahia, podendo, no futuro, selecionar áreas mais propícias para isolamento de FMA para produção de inoculantes.

 

2. MATERIAL E MÉTODOS

A região de Vitória da Conquista tem relevo plano, clima semiárido - considerado ameno em função da altitude média de 840 metros -, temperatura e precipitação média anual de 25 ºC e 850 mm, respectivamente. A vegetação natural é classificada como Floresta Estacional Semidecidual Montana, também denominada de 'Mata de Cipó'. Os solos das áreas estudadas pertencem aos Latossolos Amarelos Distróficos, sendo caracterizados química e granulometricamente, conforme os métodos descritos por Embrapa (1979) (Tabela 1).

Foram coletados solos em três diferentes coberturas florestais: fragmento florestal de mata nativa (Floresta Estacional Semidecidual Montana), plantio de madeira-nova (Pterogyne nitens Tull.) e plantio de eucalipto (Eucalyptus urophylla S. T. Blake), com sete e cinco anos de idade, respectivamente. Em cada local, foram delimitadas quatro parcelas de 21 × 21 m (441 m2), das quais foram coletadas, com o auxílio de um trado, quatro amostras aleatórias de solo na profundidade de 0-5 cm que foram misturadas, formando uma amostra composta por parcela. As amostras foram armazenadas e transportadas para o Laboratório de Micorrizas, na Embrapa Agrobiologia, Seropédica-RJ.

Para a extração dos esporos dos FMAs, foram retirados 50 cm3 de terra de cada amostra, seguindo a técnica adaptada de peneiramento úmido (Gerdemann & Nicolson, 1963) e centrifugação em água e sacarose 45% (Jenkins, 1964). Após a contagem, os esporos foram colocados em lâminas com álcool polivinil em lactoglicerol (PVLG) sob uma lamínula e uma mistura de PVLG+Reagente de Melzer (1:1). A identificação das espécies de FMAs foi feita segundo Schenck & Perez (1988) e trabalhos de descrição das espécies identificadas após esta data, além de consulta ao site da coleção internacional de FMAs (http://invan.caf.wvu.edu/).

O número de esporos de FMAs contados em 50 cm3 de terra foi transformado para abundância de esporos.g-1 de solo. A frequência de ocorrência de cada espécie foi calculada a partir do número de ocorrências entre as repetições em cada área. A diversidade alfa (α) foi calculada através do índice Margalef, utilizando-se a Equação 1:

em que: S = número de espécies amostradas; N = número total de indivíduos (esporos) em todas as espécies (Odum & Barrett, 2011).

O cálculo da suficiência amostral considerou o número de espécies de cada repetição e o seu acúmulo com o número de amostras utilizadas.

Para a análise dos resultados, foi realizada avaliação da homogeneidade das variâncias dos erros pelo Teste de Cochran & Barttlet, e da normalidade pelo Teste de Lilliefors, no software SAEG 9.1 (2007). Posteriormente, os dados paramétricos foram submetidos à análise de variância com aplicação do Teste Tukey a 5% de probabilidade no software SISVAR 5.3 (1999 - 2007). Análises de correlação de Pearson foram realizadas no software SAEG 9.1 (2007).

 

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

A abundância de esporos de FMAs diferiu significativamente entre as coberturas florestais analisadas. No plantio de madeira-nova foi constatada a maior abundância média de esporos (26,6 ± 8,3 esporos.g-1solo), diferindo estatisticamente do plantio de eucalipto (5,0 ± 0,7 esporos.g-1solo), sendo que o fragmento de mata nativa assumiu semelhança estatística entre as demais áreas avaliadas (10,6 ± 2,1 esporos.g-1solo) (Figura 1).

 

 

Diversos fatores de natureza biótica e abiótica regulam a ocorrência desses fungos, interferindo na sobrevivência e na germinação dos propágulos infectivos, e alterando o processo e os efeitos da colonização radicular nas plantas (Cardoso et al., 2010). Dentre estes fatores, estão a quantidade e a composição de fungos micorrízicos, a presença de outros microrganismos do solo, a fisiologia do hospedeiro e as condições climáticas (Zangaro et al., 2000). Além disso, diferentes espécies de plantas exibem diferentes susceptibilidades à colonização, apresentando variações inter e intraespecíficas, e influenciando a diversidade e a abundância de FMAs (Moreira & Siqueira, 2006; Miller & Kling, 2000).

Uma baixa abundância de esporos em plantios de eucalipto, submetidos a diferentes sistemas de manejo nos municípios do litoral norte da Bahia, também foi encontrada por Araújo et al. (2004), sendo que os valores variaram de 0,06 a 2,2 esporos.g-1 solo. Silva et al. (2012), avaliando a comunidade de FMAs em áreas revegetadas após extração de argila, encontraram uma maior abundância de esporos em uma área degradada com vegetação espontânea (24,5 esporos.g-1 solo), quando comparada a locais com plantios de eucalipto (Eucalyptus camaldulensis), com 3,3 esporos.g-1 solo, e de leguminosa (Acacia mangium), com 7,7 esporos.g-1 solo. A abundância de esporos apresentou alta correlação com o pH do solo (r=0,80; p<0,10) e com os macronutrientes do solo, como fósforo (r = -0,97; p <0,10), potássio (r = 0,99; p<0,01) e magnésio (r = 0,97; p<0,10), conforme apresentado por Santos & Carrenho (2011), para correlações da abundância de esporos com o fósforo e com o potássio, e por Ferreira et al. (2012), apenas com o fósforo.

No total, foram encontradas 19 espécies de FMAs (Tabela 2). Os gêneros Glomus e Acaulospora apresentaram o maior número de espécies (7), seguidos dos gêneros Scutellospora (2), Entrophospora (1), Gigaspora (1) e Archaeospora (1).

De uma forma geral, o gênero Glomus apresentou ocorrência predominante nas diferentes coberturas florestais. Diferenças na esporogênese e na morfologia dos esporos (cor, tamanho, estrutura e espessura das paredes) podem ter contribuído para a predominância deste gênero (Santos & Carrenho, 2011). A dominância de um ou mais gêneros de FMAs em determinado ambiente pode ser o resultado da interação de alguns fatores do ambiente, como: as características físicas e químicas do solo, as características morfológicas e fisiológicas das plantas, a compatibilidade genética das espécies de fungos e plantas que ocorrem no local, a dispersão dos fungos e a extinção de algumas espécies do local (Zangaro & Moreira, 2010; Silva et al., 2008).

No fragmento de mata nativa, foram encontradas 15 espécies, sendo que seis destas foram exclusivamente encontradas neste local. No plantio de madeira-nova, foram encontradas 11 espécies, sendo que as espécies Acaulospora tuberculata e Acaulospora sp. ocorreram apenas nesta cobertura florestal. Já no plantio de eucalipto, foram constatadas nove espécies; note-se que as espécies Acaulospora mellea e Acaulospora spinosa ocorreram apenas neste local.

A maior riqueza de espécies, encontrada na mata nativa, pode ser consequência da sua maior estabilidade e da menor competição por nichos (guildas), dando garantia da sobrevivência das espécies com baixa esporulação. Pode-se considerar também a presença de uma biota micófaga mais ativa ou a predominância de espécies não pioneiras (espécies K), que não induzem grandes esporulações (Sieverding, 1991; Caproni et al., 2003). Mello et al. (2006), avaliando a comunidade de FMAs em plantios de eucalipto com diferentes idades, constataram que as espécies mais comuns são Gigaspora margarita, Glomus clarum, Scutellospora heterogama, Glomus etunicatum e Acaulospora scrobiculata, sendo que esta última também ocorre no plantio de eucalipto analisado neste trabalho. Os autores ainda enfatizam que a caracterização de fungos micorrízicos arbusculares e ectomicorrízicos em áreas de plantio de eucalipto é importante para o estudo da incidência das espécies fúngicas que poderão ser úteis em futuros programas de inoculação, bem como no estudo das relações ecológicas entre o fungo simbionte e a planta hospedeira.

Verificou-se a ocorrência de sete espécies de FMAs nas três diferentes coberturas florestais, sendo alta a frequência de ocorrência de Acaulospora scrobiculata, Glomus lamellosum, Glomus macrocarpum e Glomus microcarpum. É importante destacar que espécies que ocorreram somente em um tipo de cobertura florestal nem sempre apresentaram alta frequência na mesma, como é o caso das espécies Glomus tortuosum, Glomus verruculosum, Acaulospora tuberculata, Acaulospora sp., Acaulospora spinosa e Acaulospora mellea. Espécies consideradas raras ou de baixa frequência podem estar no ambiente em outras formas, como hifas, raízes colonizadas e células auxiliares. Além disso, a ausência de esporos não indica, necessariamente, ausência de colonização radicular e, consequentemente, não participação na associação simbiótica (Santos & Carrenho, 2011).

O índice de diversidade 'α' nas áreas de estudo mostrou maior valor no fragmento de mata nativa (5,1), seguido do plantio de eucalipto (3,3) e do plantio de madeira-nova (3,2), o que corrobora com o maior número de espécies encontradas no primeiro local citado. Segundo Brower & Zar (1984), uma comunidade com alta diversidade terá baixa dominância. O número de espécies em uma única comunidade é normalmente descrito como diversidade 'alfa'. Este índice chega perto do conceito popular de riqueza das espécies e pode ser usado para comparar o número de espécies em tipos diferentes de ecossistemas (Primack & Rodrigues, 2001). Melloni et al. (2006) destacam ainda que uma medida de diversidade tem o objetivo de expressar a complexidade estrutural das interações bióticas e abióticas. Carneiro et al. (2012), aplicando diversos índices de diversidade (Shannon-Wiener, Equitabilidade de Pielou, Dominância de Simpson, Diversidade de Simpson, Margalef) para comparar comunidades de FMAs em áreas com diferentes graus de degradação em Gilbués (PI), constataram que estes índices apresentaram tendências semelhantes e que são sensíveis às mudanças que ocorrem no ambiente.

Na suficiência amostral de espécies (Figura 2), é possível visualizar que o fragmento de mata nativa apresenta maior quantidade de espécies e que se mostra com potencial de apresentar uma diversidade maior do que aquele constatado, sendo este fato verificado pelo crescente número acumulado de espécies com a maior quantidade de amostras analisadas. O plantio de eucalipto apresenta a mesma tendência. Por outro lado, o plantio de madeira-nova estabilizou o número máximo de espécies da área a partir da segunda amostra.

 

 

4. CONCLUSÕES

Os FMAs apresentaram diferenças marcantes de composição e diversidade nas coberturas florestais avaliadas, sendo que o maior número de espécies e endemismos, além da perspectiva de novas espécies, conferiu um destaque ao fragmento de mata nativa. Contudo, a grande abundância de esporos e a homogeneidade amostral das espécies no plantio de madeira-nova, demonstradas pela estabilização da suficiência amostral, são fatores facilitadores para um futuro isolamento de FMAs.

 

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Autor(es) para correspondência:
Rafael Nogueira Scoriza
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - UFRRJ
Rua Meteorologia, 3, Ecologia
CEP 23891-355, Seropédica, RJ, Brasil
e-mail: rafaelscoriza@gmail.com

Recebido: 02/10/2012
Aceito: 08/07/2013

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