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Floresta e Ambiente

versão impressa ISSN 1415-0980versão On-line ISSN 2179-8087

Floresta Ambient. vol.24  Seropédica  2017  Epub 27-Abr-2017

http://dx.doi.org/10.1590/2179-8087.028815 

Artigo Original

Estabelecimento de Espécies Florestais Nativas Via Semeadura Direta no Rio Piauitinga - Sergipe

Establishment of Native Species Through Direct Seeding in Piauitinga River - Sergipe

Janisson Batista de Jesus1 

Robério Anastácio Ferreira2 

Dráuzio Correia Gama3 

João Horácio Almeida de Goes1 

1Programa de Pós-graduação em Agricultura e Biodiversidade, Universidade Federal de Sergipe – UFS, São Cristóvão/SE, Brasil

2Programa de Pós-graduação em Agricultura e Biodiversidade, Departamento de Ciências Florestais, Universidade Federal de Sergipe - UFS, São Cristóvão/SE, Brasil

3Departamento de Ciências Florestais, Universidade Federal de Sergipe – UFS, São Cristóvão/SE, Brasil

RESUMO

A técnica de semeadura direta vem se destacando nos projetos de recuperação florestal pela redução de custos na implantação e tem sido cada vez mais utilizada. Este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar a emergência, sobrevivência e estabelecimento de espécies florestais nativas, por meio de sementes em áreas de mata ciliar no Rio Piauitinga, município de Lagarto, SE. As espécies utilizadas foram Libidibia ferrea var. leiostachya (Benth.) L. P. Queiroz, Cassia grandis L. f., Cecropia pachystachya Trec., Enterolobium contortisiliquum (Vell.) Morong e Guazuma ulmifolia Lam. O experimento em campo foi implantado em Delineamento em Blocos Casualizados (DBC) com quatro repetições, em esquema fatorial, testando-se as cinco espécies com e sem tratamento para superação de dormência. A semeadura direta mostrou-se uma técnica viável para a área de estudo apenas para as espécies L. ferrea var. leiostachya, E. contortisiliquum e Cassia grandis, utilizando-se sementes com e sem dormência.

Palavras-chave:  degradação ambiental; dormência; sementes florestais

ABSTRACT

The direct seeding technique stands out for forest restoration projects due to savings in deployment costs and has been increasingly used. This work was carried out with the objective of assessing emergence, survival and establishment of native forest species, by means of seeds, in riparian areas of Piauitinga River, in the municipality of Lagarto-SE. The species used were Libidibia ferrea var. leiostachya (Benth.) L.P.Queiroz., Cassia grandis L.F., Cecropia pachystachya Trec., Enterolobium contortisiliquum (Vell.) Morong and Guazuma ulmifolia Lam. The field work was performed in a randomized block design (RBD) with four replications in factorial scheme, testing five species with and without treatment for overcoming of dormancy. It was observed that direct sowing is a viable technique for the area of study only for the species L. ferrea var. leiostachya, E. contortisiliquum and Cassia grandis, using seeds with and without dormancy.

Keywords:  environmental degradation; dormancy; forest seeds

1 INTRODUÇÃO

A exploração contínua dos recursos naturais decorre, principalmente, do modelo de desenvolvimento adotado, o qual é implementado sem um planejamento adequado e sem a preocupação com os impactos das ações realizadas, ocasionando uma redução significativa das áreas florestais (Ferreira & Santos, 2012) e o surgimento de áreas degradadas e, ao mesmo tempo, de uma nova visão de se recuperar esses ambientes.

A recuperação dessas áreas apresenta vários desafios que precisam ser enfrentados, sendo um dos mais importantes a adoção de técnicas de revegetação eficazes e adequadas às peculiaridades da área a ser recuperada (Ferreira et al., 2007), principalmente ao longo das margens de rios, uma vez que as matas ciliares são essenciais para o equilíbrio desses ambientes.

Ferreira & Santos (2012) indicam a adoção da semeadura direta como um método mais simples, mais barato e eficiente para recuperação e/ou restauração ambiental. Nesse sentido, essa é uma das técnicas mais promissoras no processo de recuperação de áreas degradadas e de matas ciliares (Santos et al., 2012).

Contudo, deve-se levar em conta a característica de dormência das sementes que muitas espécies apresentam, a qual pode comprometer o sucesso da regeneração, sendo necessário o uso de tratamentos para sua superação, a fim de auxiliar no processo germinativo, contribuindo para uma germinação rápida e uniforme (Brancalion et al., 2011).

É necessário compreender que boa parte das sementes de espécies florestais nativas não apresenta um método específico para a superação de sua dormência, o que limita a análise das sementes e seu uso, necessitando-se, portanto, de estudos que indiquem as melhores formas de superar cada tipo de dormência em questão (Brancalion et al., 2011).

Além disso, em campo, vários outros fatores podem influenciar no processo de germinação das sementes e no sucesso da semeadura direta, os quais podem ser classificados como internos (longevidade e viabilidade) e externos, esses relacionados a condições ambientais como: umidade, temperatura, luz e oxigênio (Oliveira & Barbosa, 2014), características essas que podem interferir negativamente, reduzindo a porcentagem e a velocidade de emergência das plântulas (Silva et al., 2011).

Portanto, este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar a técnica de semeadura direta utilizando-se espécies florestais nativas, com sementes com e sem tratamento, para a superação de dormência, visando a recuperação florestal em áreas de mata ciliar do Rio Piauitinga, município de Lagarto, Sergipe.

2 MATERIAL E MÉTODOS

2.1 Caracterização da área de estudo

O estudo foi realizado em áreas de matas ciliares da sub-bacia hidrográfica do Rio Piauitinga, pertencente à Bacia Hidrográfica do Rio Piauí, no município de Lagarto, na região centro-sul do Estado de Sergipe, entre as coordenadas 10º34’10” e 10º45’12” S e 37º22’20” e 37º34’22” W.

O clima é do tipo As, de acordo com a classificação de Köppen (tropical chuvoso com verão seco). A precipitação média no período de 1985 a 2005 foi de 1.182,8 mm/ano e a temperatura média anual, de 28 °C, variando de 22,3 °C para os meses mais chuvosos e frios (julho e agosto) a 26 °C para o período mais seco e quente (dezembro e março). Os solos da região são classificados como Argissolos Vermelho Amarelos, Latossolos Vermelho Amarelo Distróficos e Neossolo Flúvico (Sergipe, 2011).

2.2 Espécies utilizadas

A escolha das espécies (Tabela 1) foi feita a partir de resultados obtidos em levantamentos florísticos realizados em áreas de mata ciliar localizadas nos quatro municípios que compõem a Bacia Hidrográfica do Rio Piauitinga, considerando ainda a disponibilidade das sementes na câmara fria do Departamento de Ciências Florestais da UFS e as suas potencialidades em relação às características ecológicas e silviculturais observadas em trabalhos de recuperação de áreas degradadas.

Tabela 1 Espécies selecionadas para o estudo de recuperação de áreas de mata ciliar por meio de semeadura direta, no Rio Piauitinga, município de Lagarto, Estado de Sergipe. Classificação sucessional (CS): P – pioneira; Si – secundária inicial. 

Table 1 Selected species for the study of recovery of riparian areas, through direct sowing, in the Piauitinga river, city of Lagarto, state of Sergipe. Successional classification (CS): P – pioneer; Si – initial secondary. 

Nome científico Nome vulgar Família CS
Cassia grandis L. f. Canafístula Fabaceae-Caesalpinoidae Si2
Cecropia pachystachya Trécul Embaúba Urticaceae P1
Enterolobium contortisiliquum (Vell.) Morong Tamboril Fabaceae-Mimosoidae Si1
Guazuma ulmifolia Lam. Mutamba Malvaceae P3
Libidibia ferrea var. leiostachya (Benth.) L. P. Queiroz Pau-ferro Fabaceae-Caesalpinoidae Si1

1 Moreira & Silva (2004);

2 Carvalho (2006);

3 Santana et al. (2009).

2.3 Tratamentos para a superação da dormência

Para a superação da dormência das espécies foram utilizados tratamentos pré-germinativos de acordo com estudos realizados e indicados na literatura. Todas as espécies foram submetidas à escarificação química por meio do ácido sulfúrico concentrado, com exceção da embaúba, que foi embebida em água destilada, sendo cada uma com tempo específico de imersão. Após a imersão, as sementes foram lavadas com água destilada por aproximadamente 10 minutos para a remoção do ácido. Todo o processo foi realizado no Laboratório de Sementes do Departamento de Ciências Florestais da UFS.

2.4 Implantação e condução do experimento

O experimento foi implantado em campo no dia 2 de julho de 2014, em um trecho nas margens direita e esquerda do curso d’água do Rio Piauitinga, no povoado Brasília, município de Lagarto, no qual as formas predominantes de uso e ocupação do solo anteriores ao estudo foram pastagem e agricultura. Na área foi realizada “limpeza” por meio de capina manual, eliminando-se as plantas invasoras, sem preparo inicial do solo. Para evitar a entrada dos animais, presentes no entorno da área do experimento, foi realizado isolamento das áreas selecionadas para plantio por meio de cercas de arame farpado.

Foi utilizado o Delineamento em Blocos Casualizados (DBC), em esquema fatorial 2 × 5 (2 tratamentos de dormência das sementes e 5 espécies utilizadas), com quatro repetições, sendo que a semeadura ocorreu selecionando-se dois trechos diferentes da área da mata ciliar, a uma distância aproximada de 300 m, cada um disposto em uma margem do rio, contendo duas repetições a uma distância de 3 m.

Em cada bloco experimental foram distribuídas 10 linhas, cada uma com 10 covas (30 × 30 × 30 cm), em espaçamento 2,0 × 1,0 m, com a distribuição do esquema fatorial feita por sorteio aleatório para cada linha. Dessa forma, cada bloco tinha 100 covas, total de 400 covas na área de estudo.

A adubação inicial foi realizada com 200 g de superfosfato simples aos 30 dias, quando reduziram-se as precipitações. A adubação de cobertura foi feita após 60 dias da semeadura, utilizando 150 g de NPK 20:10:20, sendo a adubação incorporada ao solo pela abertura de duas pequenas covas a uma distância de 15 cm do centro da cova.

Foram utilizadas duas densidades de semeadura, correspondendo a 20 sementes por cova para a Libidibia ferrea var. leiostachya e 10 para as demais espécies, com base no teste realizado em laboratório, observando-se a qualidade inicial dos lotes quanto à germinação. Além disso, as sementes foram semeadas em duas profundidade diferentes, de 1,5 cm para as sementes de Cassia grandis, Enterolobium contortisiliquum e Libidibia ferrea var. leiostachya e 1,0 cm para Cecropia pachystachya e Guazuma ulmifolia, em função do seu tamanho.

Visando favorecer o desenvolvimento inicial das espécies e reduzir a competição por luz, água e nutrientes, foi realizado o coroamento de cada muda, com raio mínimo de 50 cm na área plantada. O controle de formigas cortadeiras foi realizado utilizando-se formicida de iscas granuladas quando necessário.

2.5 Avaliações em campo

Durante os três primeiros meses foram realizadas as avaliações: de emergência das plântulas, considerando-se emergidas as plântulas que apresentaram protófilos visíveis, sendo os resultados expressos em porcentagem e calculados de acordo com o número total de sementes semeadas por espécie; assim como de sobrevivência inicial, considerando-se o percentual em função da quantidade de sementes emergidas para cada espécie, ambas em intervalos semanais.

Da mesma forma, foram coletados dados de umidade do solo, realizadas medições em três pontos (base, médio e topo) ao longo do perfil longitudinal de cada bloco, na profundidade de 5 cm, com o auxílio de um geotermômetro (Gulterm 180), e colhidas amostras de solo, na camada 0-10 cm durante os 90 primeiros dias após a semeadura, para a determinação do grau de umidade (EMBRAPA, 1997).

2.6 Análises estatísticas

Os resultados referentes à emergência de plântulas, sobrevivência e crescimento das mudas foram analisados quanto à normalidade dos erros e homogeneidade das variâncias. As médias dos tratamentos foram transformadas em arco.seno raiz quadrada de x/100. Os resultados foram submetidos à análise de variância por meio do teste de F e as médias comparadas por Scott-Knott a 5% SISVAR® (Ferreira, 2006).

3 RESULTADOS

3.1 Emergência e sobrevivência das plântulas

A espécie Enterolobium contortisiluquum foi a única cujas sementes que não passaram por tratamento para a superação da dormência apresentaram maior média em relação às sementes submetidas aos tratamentos para a superação da dormência (Tabela 2). Além disso, destacou-se também com as maiores taxas de emergência, chegando a atingir 74%, valor esse muito diferente do verificado no tratamento sem dormência, que obtiveram apenas 20% de emergência, tendo as médias diferido estatisticamente entre si, característica essa vista apenas em Guazuma ulmifolia.

Tabela 2 Valores médios (%) de emergência de plântulas das sementes com dormência (CD) e sem dormência (SD) e de sobrevivência das espécies estudadas (%) provenientes de sementes sem tratamento (PPSST) e com tratamento para a superação de dormência (PPSCT) aos 90 dias após a semeadura, em área de mata ciliar no Rio Piauitinga, no município de Lagarto, SE. 

Table 2 Mean values (%) of seedling emergence with dormancy (CD) and without dormancy (SD), and of survival of the species studied (%) from untreated seeds (PPSST) and with treatment (PPSCT) to overcome dormancy at 90 days after sowing in riparian area in Piauitinga river in the town of Lagarto-SE. 

Espécies Emergência (%) Sobrevivência (%)
CD SD PPSST PPSCT
Cassia grandis 57,75aC 69,25aD 61,58aB 61,06aB
Cecropia pachystachya 0aA 0aA 0aA 0aA
Enterolobium contortisiliquum 74bC 20,00aB 73,43aB 45,97aB
Guazuma ulmifolia 2,25aA 26,50bB 12,5aA 18,14aA
Libidibia ferrea var. leiostachya 25,37aB 44,75aC 74,14aB 57,60aB
Média dos tratamentos 31,87a 32,10a 44,33a 33,55a
Média geral 31,98a 38,94a

Médias seguidas pela mesma letra nas colunas não diferem entre si pelo teste de agrupamento de Scott-Knott a 5% de probabilidade; Letras minúsculas na horizontal comparam os tratamentos; Letras maiúsculas na vertical comparam as espécies.

Libidibia ferrea var. Leiostachya, mesmo com um valor de sementes emergidas bem superior das sementes sem dormência, em relação às sementes dormentes, não apresentou diferença estatística entre as médias. Já Cecropia pachystachya não obteve valores de emergência em nenhum dos tratamentos.

Em relação às espécies dentro de cada tratamento, nota-se que as sementes dormentes de Enterolobium contortisiliquum tiveram a maior média, porém não diferiram estatisticamente da Cassia grandis. Libidibia ferrea var. leiostachya teve a terceira maior média, mesmo assim não atingiu valores iguais aos das espécies anteriores, diferindo também da Guazuma ulmifolia e de Cecropia pachystachya, porém, não houve diferença estatística entre essas duas espécies.

Para as sementes sem dormência, Cassia grandis se destacou com uma média de 69,25% de emergência, sendo a mais representativa e diferindo estatisticamente das demais espécies, seguida da Libidibia ferrea var. leiostachya (44,75%). Houve igualdade estatística apenas entre Enterolobium contortisiliquum e Guazuma ulmifolia.

Comparando-se as médias de sobrevivência das plântulas das espécies com e sem tratamento para a superação da dormência, observa-se que não houve diferença estatística para as espécies analisadas, mesmo para Libidibia ferrea var. leiostachya e Enterolobium contortisiliquum, cujas as plântulas provenientes de sementes sem tratamento obtiveram valores mais expressivos (74,14% e 73,43%, respectivamente) do que com tratamento (57,60% e 45,97%, respectivamente).

Apenas Guazuma ulmifolia obteve uma média superior de sobrevivência nas plântulas provenientes de sementes sem dormência (18,14%) em relação às com dormência (12,5%). Já Cecropia pachystachya não apresentou valores de emergência de plântulas nem, portanto, percentuais de sobrevivência (0%). Em termos gerais, não houve diferença entre as médias com (44,33%) e sem dormência (33,55%), porém, destaca-se a variação dentro da mesma espécie conforme os tratamentos.

Nas sementes com dormência, verificou-se que Cecropia pachystachya e Guazuma ulmifolia diferiram significativamente das demais, que se mostraram semelhantes estatisticamente, sendo que Libidibia ferrea var. leiostachya obteve 74,14% de sobrevivência, seguida de Enterolobium contortisiliquum (73,43%) e de Cassia grandis (61,58%).

Para as plântulas provenientes de sementes sem dormência observou-se que a Cassia grandis e a Libidibia ferrea var. leiostachya destacaram-se, com médias superiores a 50%, porém não diferindo de Enterolobium contortisiliquum, com 45,97% de sobrevivência, e diferindo de Guazuma ulmifolia, com 18,14%, e de Guazuma ulmifolia, essas iguais estatisticamente.

3.2 Desenvolvimento inicial das plantas

3.2.1 Diâmetro das plantas jovens

Aos 120 dias, só não houve diferença estatística entre os tratamentos para Cassia grandis, a qual apresentou a segunda maior média entre as espécies (Tabela 3). Em relação às espécies de plantas jovens provenientes de sementes sem tratamento, houve diferença em todas, com exceção de Cecropia pachystachya, com valor zero. Para as plantas jovens oriundas de sementes com tratamento, as espécies Libidibia ferrea var. leiostachya (0,24 cm), Cassia grandis (0,27 cm) e Enterolobium contortisiliquum (0,31 cm) não diferiram entre si, enquanto que Guazuma ulmifolia, com 0,052 cm, teve sua média diferente da de Cecropia pachystachya.

Tabela 3 Valores médios de diâmetro do colo (cm) de plantas jovens provenientes de sementes sem tratamento (PPSST) e com tratamento de superação de dormência (PPSCT) das espécies estudadas aos 120 dias, 150 dias e 180 dias após a implantação do experimento, em área de mata ciliar no Rio Piauitinga, município de Lagarto, SE. 

Table 3 Mean diameter values (cm) of young plants from seeds untreated (PPSST) and treatment (PPSCT) of scarification of the species studied, at 120, 150 and 180 days after implantation of the experiment, in riparian area in the river Piauitinga, city of Lagarto-SE. 

Diâmetro do colo (cm)
120 dias 150 dias 180 dias
Espécies PPSST PPSCT PPSST PPSCT PPSST PPSCT
Cassia grandis 0,30aD 0,27aC 0,31aC 0,27aD 0,25aD 0,23aD
Cecropia pachystachya 0aA 0aA 0aA 0aA 0aA 0aA
Enterolobium contortisiliquum 0,37bE 0,31aC 0,38bD 0,30aD 0,31bE 0,24aD
Guazuma ulmifolia 0,03aB 0,052bB 0,03aB 0,052bB 0,05aB 0,056aB
Libidibia ferrea var. leiostachya 0,18aC 0,24bC 0,17aB 0,23bC 0,15aC 0,20bC
Média dos tratamentos 0,176a 0,174a 0,178a 0,17a 0,152a 0,145a
Média geral 0,175a 0,174a 0,149a

Médias seguidas pela mesma letra nas colunas não diferem entre si pelo teste de agrupamento de Scott-Knott a 5% de probabilidade; Letras minúsculas na horizontal comparam os tratamentos; Letras maiúsculas na vertical comparam as espécies.

Aos 150 dias após a semeadura, comparando-se os tratamentos, observou-se que as médias se comportaram da mesma forma que aos 120 dias, bem como em relação às médias de diâmetro das espécies emergidas com dormência. Já em função das plantas jovens emergidas com tratamento para a superação de dormência das sementes, as espécies Enterolobium contortisiliquum, com 0,30 cm, e Cassia grandis, com 0,27 cm, se destacaram, diferindo estatisticamente das demais, porém não apresentando diferença entre elas. Libidibia ferrea var. leiostachya, mesmo com 0,23 cm, não se igualou a essas duas espécies nesse período, fato ocasionado pela redução do diâmetro dos seus indivíduos. Mesmo assim conseguiu se diferenciar da média de Guazuma ulmifolia, que manteve sua média constante durante esse período de análise.

As plantas jovens emergidas com diferentes tratamentos se comportaram aos 180 dias da mesma forma que no período anterior, com exceção de Guazuma ulmifolia, cujas médias não diferiram entre os tratamentos, sendo notado ainda o aumento das médias em ambos os tratamentos, com destaque para os valores das plantas provenientes de sementes sem tratamento, que tivera um acréscimo de 0,02 cm.

Nas plantas provenientes de sementes com tratamento observou-se que houve o mesmo comportamento das médias no período anterior, mesmo com a redução do diâmetro de Enterolobium contortisiliquum para 0,24 cm, a qual não se diferenciou de Cassia grandis (0,23 cm). Porém ambas diferiram estatisticamente de Libidibia ferrea var. Leiostachya, que apresentou 0,20 cm de média, e todas diferiram de Guazuma ulmifolia, com 0,056 cm.

Para as plantas jovens emergidas sem tratamento houve diferença entre todas as médias, com exceção de Cecropia pachystachya. Destacou-se Enterolobium contortisiliquum, que obteve a maior média (0,31 cm), seguida de Cassia grandis (0,25 cm) e de Libidibia ferrea var. Leiostachya, com 0,15 cm de diâmetro de colo.

3.2.2 Altura das plantas jovens

Constatou-se que aos 120 dias houve diferença apenas para Enterolobium contortisiliquum entre as plantas de sementes com e sem dormência, apresentando essa espécie os maiores valores com tratamento (18,16 cm), sendo a única a se diferenciar das demais (Tabela 4). Guazuma ulmifolia apresentou a maior média para o tratamento sem dormência (1,51 cm), porém em relação às demais espécies diferiu das maiores médias verificadas, sendo que para Cassia grandis, Enterolobium contortisiliquum e Libidibia ferrea var. leiosctachya não houve diferença estatística.

Tabela 4 Valores médios de altura (cm) de plantas jovens provenientes de sementes sem tratamento (PPSST) e com tratamento de superação de dormência (PPSCT) das espécies estudadas aos 120 dias, 150 dias e 180 dias após a implantação do experimento, em área de mata ciliar no Rio Piauitinga, município de Lagarto, SE. 

Table 4 Mean height values (cm) of young plants from seeds untreated (PPSST) and treatment (PPSCT) of scarification of the species studied, at 120, 150 and 180 days after implantation of the experiment, in riparian area in the river Piauitinga, city of Lagarto-SE. 

Altura (cm)
120 dias 150 dias 180 dias
Espécies PPSST PPSCT PPSST PPSCT PPSST PPSCT
Cassia grandis 12,76aB 12,24aB 13,07aC 12,61aB 12,84aC 10,90aB
Cecropia pachystachya 0aA 0aA 0aA 0aA 0aA 0aA
Enterolobium contortisiliquum 18,16bC 12,25aB 18,64bD 12,38aB 19,44bD 12,06aB
Guazuma ulmifolia 1,25aA 1,51aA 1,25aA 1,51aA 1,35aA 1,37aA
Libidibia ferrea var. leiostachya 10,22aB 12,74aB 10,57aB 13,12bB 10,08aB 12,00aB
Média dos tratamentos 8,48a 7,74a 8,7a 7,92a 8,74a 7,28a
Média geral 8,11a 8,31a 8,01a

Médias seguidas pela mesma letra nas colunas não diferem entre si pelo teste de agrupamento de Scott-Knott a 5% de probabilidade; Letras minúsculas na horizontal comparam os tratamentos; Letras maiúsculas na vertical comparam as espécies

Aos 150 dias já não houve mais diferenças entre os tratamentos para Guazuma ulmifolia, principalmente pela perda de tamanho dos indivíduos sem dormência. Havendo diferença estatística apenas entre as médias de Enterolobium contortisiliquum, devido ao incremento nas plantas jovens provenientes de sementes sem tratamento, e Libidibia ferrea var. leiosyachya, essa ocasionado pelo aumento de altura dos indivíduos provenientes da semeadura sem dormência.

Entre as espécies, para as plantas jovens oriundas de sementes com dormência, houve diferença entre todas elas, com exceção de Guazuma ulmifolia, que teve sua média igualada à de Cecropia pachystachya. Para as provenientes de sementes sem dormência, observou-se que houve igualdade entre as espécies citadas anteriormente, diferindo das demais.

Aos 180 dias, houve diferença significativa entre os tratamentos apenas para Enterolobium contortisiliquum, com um aumento de tamanho para as plantas jovens provenientes de sementes com dormência (19,44 cm) e redução para as sem (12,06 cm).

Entre as espécies, houve diferença entre todas, com exceção de Guazuma ulmifolia, que teve novamente sua média igualada à de Cecropia pachystachya, entre as plantas provenientes de sementes dormentes. Já para as plantas oriundas de sementes sem dormência, as médias de Cecropia pachystachya e Guazuma ulmifolia também foram iguais, estatisticamente, sendo que as espécies Cassia grandis (10,9 cm), Libidibia ferrea var. leiosyachya (12 cm) e Enterolobium contortisiliquum (12,06 cm) apresentaram médias iguais entre si.

4 DISCUSSÃO

Em relação aos percentuais de emergência, observou-se que 74% das sementes de Enterolobium contortisiluquum sem tratamento para a superação de dormência conseguiram emergir em campo, valor este muito superior ao encontrado por Lacerda & Figueiredo (2009), 35%. Tal condição de destaque pode estar relacionada à sensibilidade das sementes não dormentes ao alto teor de umidade do solo, que atingiu 17,11%, decorrente de fortes precipitações, que chegaram ao acumulado de 266,75 mm após o primeiro mês de experimento, o que pode ter afetado o embrião, condição que nas sementes dormentes pode ter servido para amolecer o tegumento, não chegando a afetar o eixo embrionário.

Grandes volumes de água podem ser prejudiciais ao processo germinativo das sementes. Isso foi evidenciado em campo para as espécies utilizadas, notado após grandes acúmulos de precipitação, principalmente após uma elevada taxa pluviométrica (135,5 mm) ocorrida no 14o dia da implantação do experimento, o que resultou no alagamento das covas e na redução da quantidade de emergência nas sementes com e sem tratamento pré-germinativo, uma vez que existia uma tendência crescente nos valores e essa condição pluviométrica promoveu elevados valores de umidade do solo, bem como o seu encharcamento, causando a deterioração das sementes.

Apesar disto, as espécies Cassia grandis, Libidibia ferrea var. leiostachya também apresentaram significativos valores de emergência, porém entre as sementes sem dormência, ambas as espécies com os valores bem superiores aos encontrados por Aragão (2009), também em área de mata ciliar, 46% e 17% para as espécies, respectivamente. Em contrapartida, para Enterolobium contortisiluquum foi observado um valor muito superior (80%) aos 20% de média do presente trabalho.

Para ambos os tratamentos, Cecropia pachystachya não obteve germinação, podendo isso estar relacionado com a sensibilidade às condições de elevada umidade de solo, provocando a deterioração das sementes como também, devido ao seu tamanho, por ter sido a profundidade da semente em relação à superfície do solo alterada, não conseguindo a planta superar a camada de solo sobreposta. De acordo com Batista et al. (2008), a espécie suporta apenas períodos curtos de alagamento, o que não foi visto na área em estudo.

Apesar disso, Figueiredo et al. (2011) observaram, nessa espécie considerada a mais representativa no banco de sementes de um fragmento florestal de Mata Atlântica no Rio de Janeiro, um total de 57% de germinação em área em restauração natural.

Guazuma ulmifolia teve a sua emergência ligada à ajuda da superação da dormência, atingindo 26,50%, valor esse inferior aos verificados por Malavasi et al. (2010), que observaram uma porcentagem variando de 31,11% a 65,44% dependendo da estação do clima. Enquanto que Meneghello & Mattei (2004), estudando a mesma espécie, observaram uma média de 37% de emergência. Porém, Lacerda & Figueiredo (2009) verificaram um valor muito superior aos 33%, chegando a 71,3% de emergência da Guazuma ulmifolia, também em atividades de recuperação florestal em mata ciliar.

Da mesma forma que a emergência, mesmo não apresentando altas médias de sobrevivência em campo, Guazuma ulmifolia apresentou os maiores percentuais nas plântulas provenientes do tratamento para superação de dormência (18,14%), valor esse superior ao encontrado por Santos et al. (2012), 11,90%, em condições equivalentes. Assim, foi observado um expressivo declínio quanto ao percentual de sobrevivência em relação à emergência, situação essa também constatada por Lacerda & Figueiredo (2009), porém sem nenhuma plântula sobrevivente aos 6 meses de estudo.

Ferreira et al. (2009) obtiveram valores de sobrevivência superiores aos demonstrados neste estudo para as sementes sem dormência de Libidibia ferrea var. leiostachya (75%), Cassia grandis (93%) e Enterolobium contortisiliquum (100%), podendo tal condição estar relacionada às condições climáticas da área de estudo no Baixo São Francisco, SE, principalmente ao grau de umidade do solo, que pode ter proporcionado melhores valores quanto ao parâmetro analisado.

Quanto ao declínio nos percentuais de sobrevivência encontrados no presente estudo, tal condição pode ser explicada pela indução da germinação, principalmente pelo uso da superação da dormência, que possibilitou o aumento da emergência de plântulas, porém em um ambiente onde as condições ambientais, ao longo do tempo, não favoreceram a sobrevivência das plantas jovens, resultando em menor número de plantas jovens ao final do estudo (Pereira et al., 2013). Tal condição pode ser explicada no corrente trabalho pelos fortes eventos pluviométricos que afetaram a sobrevivência das plântulas emergidas, ocasionando aumento da mortalidade dos indivíduos.

Em relação à redução da altura e do diâmetro das plantas jovens, esse comportamento pode estar associado à redução do regime pluviométrico, que no último mês de estudo teve um acumulado de apenas 6,5 mm, bem como ao aumento dos valores de temperatura do solo e do ar, ocasionados pela estação mais quente e seca do ano, afetando os tecidos das plantas pela escassez de água disponível e aumento da evapotranspiração, uma vez que para Guedes et al. (2013) a escassez de água é um dos fatores mais adversos que limitam o desenvolvimento de muitas espécies.

5 CONCLUSÃO

As condições ambientais influenciaram no percentual de emergência das espécies bem como no estabelecimento inicial das plântulas.

A espécie Cecropia pachystachya foi a única que não conseguiu emergir em campo, enquanto que Enterolobium contortisiliquum apresentou o maior índice de emergência entre os tratamentos, mesmo com as sementes dormentes. Mesmo assim, as sementes sem dormência apresentaram melhores percentuais de emergência, com destaque em Guazuma ulmifolia e Libidibia ferrea var. leiostachya.

As espécies Libidibia ferrea var. leiostachya e Cassia grandis apresentaram elevadas taxas de sobrevivência para ambos os tratamentos, enquanto que Enterolobium contortisiliquum, apenas para as plantas emergidas de sementes com dormência e Guazuma ulmifolia com baixo percentual para as sementes em ambos os tratamentos.

As espécies Libidibia ferrea var. leiostachya provenientes de sementes sem dormência, Cassia grandis e Enterolobium contortisiliquum, ambas com e sem tratamento para superação de dormência, são viáveis para utilização na semeadura direta em projetos de recuperação de áreas degradadas de mata ciliar na área de estudo.

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Recebido: 16 de Dezembro de 2015; Aceito: 17 de Agosto de 2016

*Janisson Batista de Jesus Programa de Pós-graduação em Agricultura e Biodiversidade, Universidade Federal de Sergipe – UFS, Rua 19 A, Conj. Joao Alves Filho, CEP 49160000, Nossa Senhora do Socorro, SE, Brazil e-mail: janisson-batista-de-jesus@hotmail.com

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