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CoDAS

versão On-line ISSN 2317-1782

CoDAS vol.28 no.1 São Paulo jan./fev. 2016

http://dx.doi.org/10.1590/2317-1782/20161281 

Editorial

Editorial

Ana Luiza Navas1 

Roberta Gonçalves da Silva2 

1Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo - São Paulo (SP), Brasil.

2Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho - UNESP - Marília (SP), Brasil.

Desejamos a todos que este seja um ano de conquistas e de grande produtividade em pesquisa. Neste primeiro fascículo do ano da revista CoDAS gostaríamos de esclarecer as promissoras mudanças realizadas no periódico, que visam garantir sua sustentabilidade e indexação almejada.

Para assegurar a sustentabilidade da revista, a partir de 2016, a CoDAS contará com o apoio administrativo e editorial de uma nova empresa. Além disso, a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa) firmou um convênio com o Conselho Federal de Fonoaudiologia para integrar o grupo de Sponsors , além de ter recebido patrocínio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Assim como em todas as melhores revistas indexadas, a tradução dos artigos deverá ser custeada, como rege a norma da CoDAS, pelos autores e não mais será uma cortesia da SBFa. Sugerimos que sejam lidas atentamente as instruções aos autores, sobretudo no que concerne à tradução e às referências bibliográficas. Com essas mudanças e visando a novas indexações, será possível iniciar a modalidade de publicação avançada de artigos (PAA) ou ahead of print (AOP)Para mais informações, acesse a página da SciELO: http://www.scielo.org/php/level.php?lang=pt&component=56&item=60.

Neste fascículo 28(1) temos 14 artigos, sendo quatro na área de Audiologia, um em Linguagem, três em Motricidade Orofacial, dois em Disfagia e três em Voz. Desses, 13 são artigos originais e um é estudo de revisão. Wenceslau, Sassi, Magnani e Andrade no artigo "Paralisia facial periférica: atividade muscular em diferentes momentos da doença" estudaram a atividade eletromiográfica dos músculos risório e zigomático em indivíduos normais e com paralisia facial em tempos distintos da doença. Concluíram que os resultados não evidenciaram diferenças entre os grupos de acordo com o tempo de início da doença. Costa, Souza, Carneiro, Neto, Pegoraro-Krook e Dutka em seu artigo "Material multimídia para orientação dos cuidadores de bebês com fissura labiopalatina sobre velofaringe e palatoplastia primária" apresentaram e discutiram a elaboração e a avaliação de material multimídia destinado à orientação dos cuidadores de bebês com fissura labiopalatina. Os autores verificaram que o material multimídia se mostrou efetivo para a otimização dos conhecimentos dos cuidadores. Ferreira, Silva e Felício averiguaram a proporção de homens e mulheres, bem como a associação entre o gênero e as variáveis idade, duração do problema e sintomas de disfunções temporomandibulares (DTM) no artigo intitulado "Sinais e sintomas de desordem temporomandibular em mulheres e homens". Fernandes, Yamaguti, Morettin e Costa em seu artigo "Percepção de fala em deficientes auditivos pré-linguais com desordem do espectro da neuropatia auditiva usuários de aparelho auditivo de amplificação sonora" analisaram a percepção de fala em crianças portadoras de deficiência auditiva pré-lingual com desordem do espectro da neuropatia auditiva (DENA) usuárias de aparelho de amplificação sonora individual (AASI) bilateral. Concluíram que o processo terapêutico aplicado, que incluiu o uso do AASI bilateral, foi satisfatório. Tugumia, Samelli, Matas, Magliari e Rabelo no artigo "Programa de treinamento auditivo em portadores de zumbido" investigaram o efeito de um programa de treinamento auditivo em portadores de zumbido em relação à percepção desse sintoma e não encontraram diferenças entre os grupos estudados. Silva, Resende e Santos em "Potencial evocado miogênico vestibular ocular e cervical simultâneo em indivíduos normais" preocuparam-se com o registro do potencial evocado miogênico vestibular cervical e ocular combinado em indivíduos sem queixas auditivas nem vestibulares. Chegaram à conclusão de que os resultados do potencial evocado miogênico vestibular cervical e ocular combinado foram consistentes, permitindo a avaliação da via vestibular ipsilateral descendente e da via vestibular contralateral ascendente. Costa, Martins-Reis e Celeste estudaram no artigo "Metodologias de análise da velocidade de fala: um estudo piloto" o desempenho de adultos fluentes em diferentes medidas de velocidade de fala. Concluíram que a inclusão de medidas temporais acústicas pode ser uma metodologia complementar na avaliação da velocidade de fala. Costa, Diaféria e Behlau no artigo "Aspectos comunicativos e enfrentamento da disfonia em pacientes com doença de Parkinson" verificaram que pacientes com essa doença usam todos os tipos de estratégias de enfrentamento, sendo o autocontrole a estratégia mais frequente. No artigo "Questionário Condição de Produção Vocal - Professor: comparação entre respostas em escala Likert e em escala visual analógica" Giannini, Latorre e Ferreira compararam a aferição dos sintomas vocais por meio das escalas Likert e analógica. Os autores recomendaram o uso da escala Likert. Já Reimann, Siqueira, Rondon, Brasolotto e Silvério no artigo "Efeito imediato da terapia manual laríngea em indivíduos disfônicos" examinaram o efeito imediato da terapia manual laríngea na dor musculoesquelética em indivíduos com e sem disfonia e verificaram que houve diminuição da dor somente nos disfônicos. No artigo "Frequência e fatores associados à disfagia após acidente vascular cerebral" os autores Mourão, Lemos, Almeida, Vicente e Teixeira realizaram um estudo epidemiológico sobre disfagia no acidente vascular cerebral (AVC) no estado de Minas Gerais e constataram que a frequência de disfagia após o AVC é elevada, sendo o histórico de AVC importante fator de risco. Pinto, Silva e Pinato no artigo "Deglutição orofaríngea na insuficiência renal crônica" caracterizaram de forma objetiva a deglutição orofaríngea no doente renal crônico e concluíram que há alterações de fase oral e faríngea. Rocha-Muniz, Filippini, Neves-Lobo, Rabelo, Morais, Murphy, Calarga, Leite, Pires, Sena-Yoshinaga e Schochat no artigo "O PEATE com estímulo de fala pode ser uma ferramenta útil na prática clínica?" analisaram a aplicabilidade clínica do potencial evocado auditivo com estímulo de fala (PEATE) no auxílio à identificação dos transtornos do processamento auditivo. Concluíram que pode ser utilizado na prática clínica como uma ferramenta relevante no diagnóstico do processamento auditivo. No artigo de revisão "Métodos de avaliação do olfato em pacientes vítimas de hemorragia subaracnoidea: revisão sistemática" os autores Lima, Azevedo Filho e Silva discutiram sobre vários métodos abordados na literatura e concluíram que tanto há diferenças nas metodologias quanto no momento selecionado para essa investigação.

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