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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Crescimento e produtividade de cultivares de morangueiro de "dia neutro" em diferentes densidades de plantio em sistema de cultivo orgânico]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this work was to evaluate the effect of plant density on growth and yield of two "day-neutral" strawberry cultivars in organic crop system. The experiment was carried out in Pelotas, Rio Grande do Sul State. The treatments were composed by the combination of two experimental factors: plant density (3.51; 5.26 and 7.02 plants m-2, corresponding to double, triple and quadruple rows, respectively) and cultivars (Diamante and Aromas). The experimental design was in randomized blocks with four replications. At the end of the experiment, dry mass production and partitioning, yield and the main growth index were evaluated. The strawberry crop at 5.26 plants m-2 (triple row) provide an appropriate plant biomass production and partitioning and a yield of 30.4 Mg ha-1. This yield was higher than the yield obtained at 3.51 plants m-2 (double row) and similar to the values found in the treatment with 7.02 plants m-2 (quadruple row). Therefore, triple row arrangement for strawberry crop can be used in order to benefit plant growth and yield in organic crop system. The Diamante and Aromas cultivars showed similar growth and yield pattern.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Fragaria x ananassa Duch]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[fisiologia da produção]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>FITOTECNIA</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Crescimento    e produtividade de cultivares de morangueiro de "dia neutro" em diferentes densidades    de plantio em sistema de cultivo org&acirc;nico</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Growth and yield    of "day-neutral" strawberry cultivars in different plant densities in organic    crop system</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Andr&eacute;    Samuel Strassburger<sup>I, II, <a href="#back">*</a></sup>; Roberta Marins Nogueira    Peil<sup>I</sup>; Jos&eacute; Ernani Schwengber<sup>II</sup>; Carlos Alberto    Barbosa Medeiros<sup>II</sup>; Denise de Souza Martins<sup>I, II</sup>; Jurandir    Buchweitz e Silva<sup>I, II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Universidade    Federal de Pelotas, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, Departamento de Fitotecnia.    Campus Universit&aacute;rio s/n, Caixa-Postal 354, 96010-900 Pelotas (RS). E-mail:    <a href="mailto:strassburger.as@gmail.com">strassburger.as@gmail.com    <br>   </a><sup>II</sup>Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&aacute;ria, Centro    de Pesquisa Agropecu&aacute;ria de Clima Temperado, Esta&ccedil;&atilde;o Experimental    Cascata, Caixa-Postal 403, 96001-970 Pelotas (RS)</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Realizou-se um    experimento com o objetivo de avaliar o efeito da densidade de plantio sobre    o crescimento e a produtividade de duas cultivares de morangueiro de "dia neutro"    em sistema de cultivo org&acirc;nico. O experimento foi realizado em Pelotas    (RS). Os tratamentos constaram da combina&ccedil;&atilde;o de dois fatores experimentais:    densidade de plantio (3,51; 5,26 e 7,02 plantas m<sup>-2</sup> correspondentes    a linhas duplas, triplas e qu&aacute;druplas, respectivamente) e cultivar (Diamante    e Aromas). O delineamento experimental adotado foi o de blocos completos casualizados    com quatro repeti&ccedil;&otilde;es. No fim do per&iacute;odo experimental,    foram determinadas a produ&ccedil;&atilde;o e a parti&ccedil;&atilde;o de biomassa    dos &oacute;rg&atilde;os a&eacute;reos das plantas, a produtividade e os principais    &iacute;ndices de crescimento. O cultivo do morangueiro na densidade de 5,26    plantas m<sup>-2</sup> (em linhas triplas) proporciona adequada produ&ccedil;&atilde;o    e parti&ccedil;&atilde;o de biomassa das plantas e produtividade de frutos de    30,4 Mg ha<sup>-1</sup>, valor superior a densidade de 3,51 plantas m<sup>-2</sup>    (linhas duplas) e semelhante ao da densidade de 7,02 plantas m<sup>-2</sup>    (linhas qu&aacute;druplas). Assim, a ado&ccedil;&atilde;o de linhas triplas    de cultivo pode ser empregada para favorecer o crescimento das plantas e a produtividade    da cultura em sistema org&acirc;nico de produ&ccedil;&atilde;o. As cultivares    Diamante e Aromas proporcionaram padr&otilde;es semelhantes de crescimento e    de produtividade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>    <i>Fragaria x ananassa</i> Duch., fisiologia da produ&ccedil;&atilde;o, produ&ccedil;&atilde;o    e parti&ccedil;&atilde;o de massa seca, produ&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel,    manejo ecol&oacute;gico.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">The aim of this    work was to evaluate the effect of plant density on growth and yield of two    "day-neutral" strawberry cultivars in organic crop system. The experiment was    carried out in Pelotas, Rio Grande do Sul State. The treatments were composed    by the combination of two experimental factors: plant density (3.51; 5.26 and    7.02 plants m<sup>-2</sup>, corresponding to double, triple and quadruple rows,    respectively) and cultivars (Diamante and Aromas). The experimental design was    in randomized blocks with four replications. At the end of the experiment, dry    mass production and partitioning, yield and the main growth index were evaluated.    The strawberry crop at 5.26 plants m<sup>-2</sup> (triple row) provide an appropriate    plant biomass production and partitioning and a yield of 30.4 Mg ha<sup>-1</sup>.    This yield was higher than the yield obtained at 3.51 plants m<sup>-2</sup>    (double row) and similar to the values found in the treatment with 7.02 plants    m<sup>-2</sup> (quadruple row). Therefore, triple row arrangement for strawberry    crop can be used in order to benefit plant growth and yield in organic crop    system. The Diamante and Aromas cultivars showed similar growth and yield pattern.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Key words:</b>    <i>Fragaria x ananassa</i> Duch., crop production physiology, dry mass production    and partitioning, sustainable production, ecological management.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>1. INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No Brasil, atualmente,    a produ&ccedil;&atilde;o de morangos &eacute; em grande parte dominada pelo    uso de cultivares de morangueiro de "dia curto". Estas cultivares, em condi&ccedil;&otilde;es    de temperaturas elevadas e de dias longos, t&ecirc;m maior crescimento vegetativo    em detrimento do reprodutivo. Dessa forma, a partir de novembro at&eacute; o    in&iacute;cio do inverno, observa-se menor oferta da fruta no mercado. Em contrapartida,    nesse per&iacute;odo de escassez de morangos, &eacute; que h&aacute; maior valor    de mercado. Este fato justifica a crescente busca por cultivares de "dia neutro"    que proporcionem maior produ&ccedil;&atilde;o durante os per&iacute;odos mais    quentes do ano, uma vez que possuem menor sensibilidade aos est&iacute;mulos    que o fotoper&iacute;odo e a temperatura exercem sobre a emiss&atilde;o de estol&otilde;es    e, consequentemente, prorrogam o per&iacute;odo de frutifica&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De forma geral,    os programas de melhoramento gen&eacute;tico do morangueiro caracterizam-se    pela avalia&ccedil;&atilde;o e sele&ccedil;&atilde;o de clones em sistema de    cultivo convencional. Assim, as cultivares provenientes desses programas podem    proporcionar menor produtividade e qualidade de produ&ccedil;&atilde;o em sistemas    de cultivo org&acirc;nico (CASTRO et al., 2003), uma vez que as caracter&iacute;sticas    produtivas das cultivares resultam do manejo adotado e das condi&ccedil;&otilde;es    ambientais a que s&atilde;o submetidas, sendo necess&aacute;ria a adequa&ccedil;&atilde;o    do manejo e da cultivar a ser utilizada com o ambiente de cultivo (DUARTE FILHO    et al., 2007).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m das    pr&oacute;prias caracter&iacute;sticas gen&eacute;ticas das cultivares, algumas    pr&aacute;ticas de manejo, como a varia&ccedil;&atilde;o da densidade de plantio,    podem interferir no crescimento das plantas (MARCELIS et al., 1998; PEIL e G&Aacute;LVEZ,    2002; 2005; DUARTE et al., 2008), que pode ser definido como a produ&ccedil;&atilde;o    e a parti&ccedil;&atilde;o de biomassa (massa fresca e seca) entre os diferentes    &oacute;rg&atilde;os das plantas (MARCELIS et al., 1998).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A densidade de    plantio afeta a penetra&ccedil;&atilde;o da radia&ccedil;&atilde;o solar no    dossel vegetal, a taxa fotossint&eacute;tica e o equil&iacute;brio entre o crescimento    da fra&ccedil;&atilde;o vegetativa e dos frutos. O emprego de uma densidade    de plantio adequada proporciona maior efici&ecirc;ncia da utiliza&ccedil;&atilde;o    da radia&ccedil;&atilde;o solar incidente sobre o dossel e a maior produ&ccedil;&atilde;o    por &aacute;rea. Um comportamento t&iacute;pico de qualquer esp&eacute;cie cultivada    &eacute; o aumento da produtividade at&eacute; certa densidade. Posteriormente,    atinge-se um limite, a partir do qual, as plantas competem fortemente por fatores    essenciais de crescimento, como nutrientes, luz e &aacute;gua. Assim, o crescimento    individual das plantas &eacute; negativamente afetado, a ponto de haver preju&iacute;zos    &agrave; produtividade da cultura.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">V&aacute;rios trabalhos    j&aacute; foram realizados buscando avaliar o crescimento de algumas hortali&ccedil;as    de fruto em fun&ccedil;&atilde;o da densidade de plantio (PAPADOPOULOS e ORMROD,    1991; PEIL e G&Aacute;LVEZ, 2002 e 2005; DUARTE et al., 2008). Para a cultura    do morangueiro, existem trabalhos relacionados a esse tema, todavia, abordam    aspectos relacionados &agrave; produtividade (ALBREGTS, 1971; ALBREGTS e HOWARD,    1973; FREEMAN, 1981, DIJKSTRA et al., 1993; LINSLEY-NOAKES et al., 2006) e &agrave;    incid&ecirc;ncia de doen&ccedil;as (MADDEN e BOUDREAU, 1997; LEGARD et al.,    2000. Informa&ccedil;&otilde;es mais aprofundadas sobre o crescimento do morangueiro    s&atilde;o escassas e, em se tratando de cultivares de "dia neutro" e de densidade    de plantio em sistema de cultivo org&acirc;nico, s&atilde;o inexistentes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dessa forma, o    objetivo deste trabalho foi avaliar o crescimento de cultivares de morangueiro    de "dia neutro" em sistema de cultivo org&acirc;nico, observando a influ&ecirc;ncia    de diferentes densidades de plantio sobre a produ&ccedil;&atilde;o acumulada    de biomassa e a parti&ccedil;&atilde;o de massa seca entre os &oacute;rg&atilde;os    a&eacute;reos das plantas, bem como sobre os principais &iacute;ndices de crescimento    e a produtividade da cultura, a fim de definir o n&uacute;mero de linhas simples    a ser adotado na lavoura.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>2. MATERIAL    E M&Eacute;TODOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O experimento foi    realizado no munic&iacute;pio de Pelotas (RS). A localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica    aproximada &eacute; de: 31º 37' S, 52º 31' W e altitude de 181 m. A classifica&ccedil;&atilde;o    do clima da regi&atilde;o, conforme W. K&ouml;ppen &eacute; do tipo "cfa" -    clima temperado, com chuvas bem distribu&iacute;das ao longo do ano e ver&otilde;es    quentes (MOTA et al., 1986).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O experimento foi    realizado em canteiros, abrigados por t&uacute;neis baixos cobertos com filme    de polietileno de baixa densidade (PEBD) transparente com 100 </font><font size="2">&#956;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">m    de espessura, dispostos no sentido Leste-Oeste. O controle do aumento excessivo    da temperatura, bem como a renova&ccedil;&atilde;o do ar no interior dos t&uacute;neis,    foi realizado por meio do soerguimento lateral do pl&aacute;stico de revestimento    nas primeiras horas da manh&atilde; e seu fechamento ao entardecer. Em dias    de chuvas e ventos fortes, foram mantidos parcial ou totalmente fechados, dependendo    das condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas predominantes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os canteiros foram    preparados com enxada rotativa encanteiradora, construindo-se canteiros com    aproximadamente 0,3 m de altura. Foram utilizados quatro canteiros, com dimens&otilde;es    de 1,1 x 10,0 m com passeios de 0,5 m. A corre&ccedil;&atilde;o do solo foi    realizada conforme o resultado da an&aacute;lise qu&iacute;mica do solo, levando-se    em considera&ccedil;&atilde;o as recomenda&ccedil;&otilde;es segundo a COMISS&Atilde;O    DE QU&Iacute;MICA E FERTILIDADE DO SOLO (2004) para a cultura do morangueiro,    com base na concentra&ccedil;&atilde;o de pot&aacute;ssio no solo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para a corre&ccedil;&atilde;o    do pH foram aplicados 2,7 Mg ha<sup>-1</sup> de calc&aacute;rio dolom&iacute;tico,    com PRNT de 98%. Para a corre&ccedil;&atilde;o da fertilidade do solo, foram    utilizados 18,6 Mg ha<sup>-1</sup> de vermicomposto bovino e 24,0 Mg ha<sup>-1</sup>    de torta de mamona. Posteriormente, a enxada rotativa encanteiradora foi novamente    utilizada para a incorpora&ccedil;&atilde;o do calc&aacute;rio e dos fertilizantes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O transplante das    mudas foi realizado em 4/7/2008. A irriga&ccedil;&atilde;o das plantas foi realizada    por gotejamento, sendo sua necessidade monitorada pelo m&eacute;todo da tens&atilde;o    da &aacute;gua no solo com o aux&iacute;lio de tensi&ocirc;metro de vacu&ocirc;metro    instalados a 0,15 m de profundidade, mantendo-se o solo pr&oacute;ximo &agrave;    capacidade de campo (0,01 a 0,03 MPa), segundo recomenda&ccedil;&otilde;es de    PIRES et al. (2006). A fertirriga&ccedil;&atilde;o foi realizada utilizando-se    h&uacute;mus l&iacute;quido a 10%, preparado de acordo com a recomenda&ccedil;&atilde;o    de SCHIEDECK et al. (2006).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para cobertura    dos canteiros foi utilizado pl&aacute;stico preto (PEBD) com 50 </font><font size="2">&#956;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">m    de espessura e 2,0 m de largura, colocado sobre os canteiros 30 dias ap&oacute;s    o transplante das mudas. O controle de pragas e de doen&ccedil;as foi realizado    utilizando-se calda bordalesa, calda sulfoc&aacute;lcica, extrato de "Neem"    e alhol (mistura de alho triturado, &oacute;leo vegetal, sab&atilde;o neutro    e &aacute;gua). Ainda, como forma de preven&ccedil;&atilde;o e redu&ccedil;&atilde;o    da fonte de in&oacute;culo, foram realizadas limpezas frequentes nas plantas,    retirando-se folhas, frutos ou at&eacute; mesmo plantas severamente atacadas    por pragas ou doen&ccedil;as.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os tratamentos    experimentais constaram da combina&ccedil;&atilde;o de dois fatores experimentais:    densidade de plantio e cultivar. O primeiro fator foi estudado em tr&ecirc;s    diferentes n&iacute;veis: 3,51; 5,26 e 7,02 plantas m<sup>-2</sup>, levando-se    em considera&ccedil;&atilde;o a &aacute;rea total utilizada (incluindo os passeios),    determinada pelo n&uacute;mero de linhas simples utilizadas por canteiros, respectivamente    2; 3 e 4 (cultivo em linhas duplas, triplas ou qu&aacute;druplas), uma vez que    o espa&ccedil;amento adotado foi de 0,30 x 0,30 m. O fator cultivar foi estudado    em dois n&iacute;veis: Diamante e Aromas, ambas classificadas como indiferentes    ao fotoper&iacute;odo ou de "dia neutro" e provenientes de viveiros chilenos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O delineamento    experimental adotado foi o de blocos completos casualizados, com quatro repeti&ccedil;&otilde;es,    sendo a unidade experimental composta por 10, 15 e 20 plantas nas densidades    de 3,51; 5,26 e 7,02 plantas m<sup>-2</sup>. Posteriormente ao transplante,    foi selecionada uma planta por repeti&ccedil;&atilde;o, sobre a qual se manteve    total controle da colheita, da remo&ccedil;&atilde;o de folhas e de estol&otilde;es    durante o per&iacute;odo de cultivo. A necessidade deste rigoroso controle di&aacute;rio    durante um longo per&iacute;odo determinou a utiliza&ccedil;&atilde;o de apenas    uma planta controle por repeti&ccedil;&atilde;o. Nos tratamentos com densidade    de 5,26 e 7,02 plantas m<sup>-2</sup>, as plantas-controle foram selecionadas    nas linhas centrais do canteiro. O crescimento da cultura foi quantificado por    meio da determina&ccedil;&atilde;o da biomassa a&eacute;rea acumulada das plantas-controle    aos 186 dias ap&oacute;s o transplante (7/1/2009), sendo inclu&iacute;dos os    frutos colhidos durante o processo produtivo, bem como as folhas provenientes    de desfolhas antecipadas e os estol&otilde;es removidos. As plantas foram separadas    em tr&ecirc;s fra&ccedil;&otilde;es: folha (incluindo pec&iacute;olos), coroa    (incluindo os estol&otilde;es) e frutos. A massa seca total da parte a&eacute;rea    da planta correspondeu &agrave; soma das folhas, coroa e frutos e a massa seca    vegetativa &agrave; soma das folhas e coroa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Cada fra&ccedil;&atilde;o    foi pesada, para a obten&ccedil;&atilde;o da massa fresca, e seca, em estufa    de ventila&ccedil;&atilde;o for&ccedil;ada a 65 ºC at&eacute; massa constante,    para a obten&ccedil;&atilde;o da massa seca. Determinou-se, tamb&eacute;m, a    &aacute;rea foliar acumulada no fim do experimento com um integrador de &aacute;rea    foliar (LI-COR, modelo 3100). A partir dos dados de massa fresca e seca dos    &oacute;rg&atilde;os a&eacute;reos das plantas e da &aacute;rea foliar, calculou-se    a produtividade, a parti&ccedil;&atilde;o de massa seca entre os &oacute;rg&atilde;os    a&eacute;reos das plantas e os &iacute;ndices de crescimento de interesse. Os    resultados foram submetidos &agrave; an&aacute;lise de vari&acirc;ncia e as    m&eacute;dias comparadas pelo teste DMS de Fisher a 5% de probabilidade de erro.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>3. RESULTADOS    E DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O crescimento,    representado pela produ&ccedil;&atilde;o de massa fresca e seca (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t01.jpg">Tabelas    1</a> e <a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t02.jpg">2</a>) e pela parti&ccedil;&atilde;o    de massa seca entre os diferentes &oacute;rg&atilde;os das plantas (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t03.jpg">Tabela    3</a>), assim como o &iacute;ndice de &aacute;rea foliar e a raz&atilde;o de    &aacute;rea foliar, foram influenciados pela densidade de plantio.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As plantas cultivadas    na maior densidade (7,02 plantas m<sup>-2</sup>) proporcionaram maior produ&ccedil;&atilde;o    de massa fresca das folhas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; densidade intermedi&aacute;ria    (5,26 plantas m<sup>-2</sup>; <a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t01.jpg">Tabela    1</a>), n&atilde;o diferindo da densidade mais baixa (3,51 plantas m<sup>-2</sup>).    Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; massa seca das folhas (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t02.jpg">Tabela    2</a>), com maior densidade houve superioridade em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s    demais, e na densidade intermedi&aacute;ria notou-se o menor valor. As massas    fresca e seca da coroa n&atilde;o foram influenciadas pela densidade de plantio    (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t01.jpg">Tabelas 1</a> e <a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t02.jpg">2</a>).    Dessa forma, a massa fresca da fra&ccedil;&atilde;o vegetativa das plantas na    densidade intermedi&aacute;ria foi inferior a da maior densidade e, em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; massa seca, inferior &agrave;s outras duas densidades de plantio. Entretanto,    quando se observa a produ&ccedil;&atilde;o de massa fresca de frutos por planta    (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t01.jpg">Tabela 1</a>), verifica-se que    a maior densidade de plantio causou redu&ccedil;&atilde;o no valor desta vari&aacute;vel,    o que levou &agrave; menor produ&ccedil;&atilde;o de massa fresca do total da    parte a&eacute;rea e menor &iacute;ndice de colheita, n&atilde;o sendo observadas    diferen&ccedil;as entre as densidades de 3,51 e 5,26 plantas m<sup>-2</sup>    em rela&ccedil;&atilde;o a estas tr&ecirc;s vari&aacute;veis. Quanto &agrave;    produ&ccedil;&atilde;o de massa seca de frutos (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t02.jpg">Tabela    2</a>) a resposta foi semelhante, posto que houve decr&eacute;scimo significativo    de valores j&aacute; quando se aumentou a densidade de 3,51 para 5,26 plantas    m<sup>-2</sup>, o que levou &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da massa seca do    total da parte a&eacute;rea das plantas nas duas maiores densidades de plantio    (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t02.jpg">Tabela 2</a>).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A maior densidade    de plantio reduziu a contribui&ccedil;&atilde;o proporcional da massa seca de    frutos para a composi&ccedil;&atilde;o do total da planta, beneficiando a aloca&ccedil;&atilde;o    de massa seca para a fra&ccedil;&atilde;o vegetativa (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t03.jpg">Tabela    3</a>). As folhas representaram a maior fra&ccedil;&atilde;o dos &oacute;rg&atilde;os    vegetativos a&eacute;reos, e, na maior densidade de plantio, houve uma redu&ccedil;&atilde;o    da contribui&ccedil;&atilde;o proporcional da coroa para a composi&ccedil;&atilde;o    total da fra&ccedil;&atilde;o vegetativa em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s    densidades mais baixas. O &iacute;ndice de &aacute;rea foliar e a raz&atilde;o    de &aacute;rea foliar foram superiores na maior densidade e a &aacute;rea foliar    espec&iacute;fica n&atilde;o foi influenciada pela densidade de plantio (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t03.jpg">Tabela    3</a>).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o    ao efeito do fator cultivar, Diamante e Aromas demonstraram padr&otilde;es de    produ&ccedil;&atilde;o e de parti&ccedil;&atilde;o de massa fresca e seca e    produtividade semelhantes: observou-se maior produ&ccedil;&atilde;o de massa    fresca da coroa e do total das plantas em 'Diamante' e a &aacute;rea foliar    espec&iacute;fica e a raz&atilde;o de &aacute;rea foliar foram superiores em    'Aromas' (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t03.jpg">Tabela 3</a>).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">'Diamante' proporcionou    menor &aacute;rea foliar espec&iacute;fica e menor raz&atilde;o de &aacute;rea    foliar, demonstrando maior espessura de limbo e maior efici&ecirc;ncia fotossint&eacute;tica    (dada pela menor raz&atilde;o de &aacute;rea foliar, uma vez que houve maior    produ&ccedil;&atilde;o de massa seca a&eacute;rea por unidade de &aacute;rea    foliar), o que, no entanto, n&atilde;o foi suficiente para interferir no crescimento    e na produtividade das plantas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar da maior    densidade de plantio ter reduzido a produ&ccedil;&atilde;o de massa fresca de    frutos por planta, o aumento do n&uacute;mero de plantas por unidade de &aacute;rea    levou a que a produtividade da densidade de 7,02 plantas m<sup>-2</sup> fosse    semelhante &agrave; da densidade intermedi&aacute;ria e superasse a da densidade    de 3,51 plantas m<sup>-2</sup> (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t01.jpg">Tabela    1</a>). O aumento da densidade de plantio geralmente reduz a produ&ccedil;&atilde;o    individual das plantas, no entanto, o incremento do n&uacute;mero de plantas    por unidade de &aacute;rea compensa a redu&ccedil;&atilde;o individual da produ&ccedil;&atilde;o    at&eacute; uma determinada popula&ccedil;&atilde;o de plantas (PEREIRA, 1989).    O aumento da densidade de 5,26 para 7,02 plantas m<sup>-2</sup> provocou uma    redu&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o por planta de tal ordem, a ponto    de que o aumento do n&uacute;mero de plantas n&atilde;o resultasse em eleva&ccedil;&atilde;o    da produ&ccedil;&atilde;o por &aacute;rea.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados observados    em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; produtividade est&atilde;o de acordo com os    relatados na bibliografia (ANDRIOLO et al., 2002; FERNANDES J&Uacute;NIOR et    al., 2002; CASTRO et al., 2003; ANDRIOLO et al., 2009; LOSS et al., 2009), revelando    que o sistema de cultivo org&acirc;nico proporciona produtividade semelhante    a outros sistemas de produ&ccedil;&atilde;o j&aacute; consagrados para a cultura    do morangueiro. Ainda, &eacute; importante salientar que a massa m&eacute;dia    dos frutos n&atilde;o foi influenciada pelos fatores experimentais avaliados.    No presente estudo, obteve-se m&eacute;dia geral de 15,5 g fruto<sup>-1</sup>.    As principais dificuldades verificadas pelos agricultores para a produ&ccedil;&atilde;o    de morangos fora da &eacute;poca tradicional de cultivo s&atilde;o a obten&ccedil;&atilde;o    de produtividade adequada e a colheita de frutos com tamanho satisfat&oacute;rio.    Nesse contexto, o valor obtido para a massa m&eacute;dia dos frutos no presente    trabalho, assemelha-se aos observados por outros autores em per&iacute;odos    de cultivo tradicionais com cultivares de dia curto (CONTI et al., 2002; CASTO    et al., 2003; VILLELA J&Uacute;NIOR et al., 2004; VIRMOND e RESENDE, 2006).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O &iacute;ndice    de colheita foi inferior na densidade de 7,02 plantas m<sup>-2</sup> (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t01.jpg">Tabela    1</a>). Esse &iacute;ndice representa a efici&ecirc;ncia de convers&atilde;o    de produtos sintetizados em material de import&acirc;ncia econ&ocirc;mica, sendo    influenciado pelo gen&oacute;tipo e pelo ambiente (PEREIRA e MACHADO, 1987;    BENINCASA, 2003). Assim, com a densidade de plantio de 7,02 plantas m<sup>-2</sup>    houve redu&ccedil;&atilde;o da capacidade de aloca&ccedil;&atilde;o de massa    seca (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t02.jpg">Tabela 2</a>) e fresca (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t01.jpg">Tabela    1</a>) para os &oacute;rg&atilde;os de interesse econ&ocirc;mico, embora a produtividade    das plantas nesta densidade de plantio tenha sido semelhante &agrave; da densidade    intermedi&aacute;ria.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tem sido demonstrado    na literatura que o manejo da densidade de plantio interfere na produ&ccedil;&atilde;o    e parti&ccedil;&atilde;o da massa seca das plantas (PEIL e G&Aacute;LVEZ, 2002,    DUARTE et al., 2008). Este fato normalmente se deve ao sombreamento m&uacute;tuo    e &agrave; interfer&ecirc;ncia negativa que elevadas densidades de plantio exercem    sobre a penetra&ccedil;&atilde;o da radia&ccedil;&atilde;o solar no interior    do dossel, reduzindo a quantidade dessa radia&ccedil;&atilde;o interceptada    individualmente pela planta e a taxa fotossint&eacute;tica e, consequentemente,    a produ&ccedil;&atilde;o de massa seca das plantas. Portanto, n&atilde;o era    esperado que a massa seca das folhas tivesse uma superioridade t&atilde;o expressiva    na maior densidade de plantio em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s demais. Deve-se    primeiramente considerar que, devido &agrave; arquitetura da planta de morangueiro,    de porte baixo e com a disposi&ccedil;&atilde;o das folhas concentradas ao redor    da coroa, a ocorr&ecirc;ncia de sombreamento m&uacute;tuo somente vai ocorrer    para valores muito elevados de densidade. Outro fator importante &eacute; que    nesta pesquisa, para as tr&ecirc;s densidades estudadas, adotou-se o mesmo espa&ccedil;amento    entre as linhas simples e entre as plantas, variando apenas o n&uacute;mero    de linhas no canteiro (2, 3 e 4), o que ocasionou que o efeito da densidade    de plantio, se devesse, tamb&eacute;m, a fatores de outra ordem - como a poliniza&ccedil;&atilde;o,    e n&atilde;o somente &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o de radia&ccedil;&atilde;o    solar no interior do dossel.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Durante o per&iacute;odo    de cultivo, observou-se que, nas plantas cultivadas na densidade mais elevada,    as flores ficavam menos expostas devido &agrave; elevada densidade de folhas    (evidenciada pelo maior &iacute;ndice de &aacute;rea foliar - <a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t03.jpg">Tabela    3</a>), dificultando a visita&ccedil;&atilde;o das abelhas. Adicionalmente,    a ventila&ccedil;&atilde;o das plantas nessa densidade era reduzida, outro fator    importante para a poliniza&ccedil;&atilde;o na cultura. Como consequ&ecirc;ncia,    observou-se maior abortamento das flores e menor n&uacute;mero de frutos colhidos    por planta, o que possivelmente levou &agrave; menor produ&ccedil;&atilde;o    de massa fresca e seca de frutos (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t01.jpg">Tabela    1</a> e <a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t02.jpg">2</a>). Na maior densidade    de plantio, o n&uacute;mero de frutos por planta foi inferior &agrave;s demais,    totalizando 27,5 frutos, valor significativamente inferior aos obtidos na densidade    de 3,51 e 5,26 plantas m<sup>-2</sup> (35,4 e 35,1 frutos planta<sup>-1</sup>    respectivamente).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&Eacute; amplamente    entendido que em hortali&ccedil;as de fruto a parti&ccedil;&atilde;o de assimilados    entre os &oacute;rg&atilde;os da planta &eacute;, primeiramente, regulada pelos    seus pr&oacute;prios drenos (frutos), visto que a for&ccedil;a de fonte (fotoss&iacute;ntese)    &eacute; de menor import&acirc;ncia (MARCELIS et al., 1998; PEIL e GALVEZ, 2002;    2005). Assim, menor n&uacute;mero de frutos induz, tamb&eacute;m, &agrave; menor    ac&uacute;mulo de massa seca no compartimento reprodutivo, devido a uma limita&ccedil;&atilde;o    em n&iacute;vel de drenos da planta, podendo proporcionar um maior ac&uacute;mulo    de fotoassimilados na fra&ccedil;&atilde;o vegetativa. Dessa forma, a maior    densidade de plantio influenciou indiretamente o crescimento das plantas, reduzindo    a for&ccedil;a de drenos (menor n&uacute;mero e massa de frutos por planta),    o que, consequentemente, beneficiou o ac&uacute;mulo de fotoassimilados nas    folhas (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t02.jpg">Tabelas 2</a> e <a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t03.jpg">3</a>).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A maior densidade    de plantio reduziu a contribui&ccedil;&atilde;o proporcional dos frutos, o que    &eacute; uma caracter&iacute;stica indesejada. Nas densidades, cuja contribui&ccedil;&atilde;o    proporcional de massa seca dos frutos foi superior (densidades de 3,51 e 5,26    plantas m<sup>-2</sup>), observa-se que os valores dos &iacute;ndices de colheita    tamb&eacute;m foram superiores.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para hortali&ccedil;as    de fruto, estes s&atilde;o os maiores drenos de fotoassimilados das plantas    (AWANG e ATHERTON, 1995; MARCELIS et al., 1998; PEIL e GALV&Eacute;Z, 2002;    REEKIE et al., 2007; DUARTE et al., 2008; PAULA et al., 2008). No presente trabalho,    nas densidades de 3,51 e 5,26 plantas m<sup>-2</sup>, os frutos representaram    a maior propor&ccedil;&atilde;o de massa seca dentre os &oacute;rg&atilde;os    a&eacute;reos (frutos, folhas e coroa), caracterizando-se como maiores drenos    de fotoassimilados. Todavia, na maior densidade, as folhas representaram, aproximadamente,    53% da massa seca total da parte a&eacute;rea das plantas. Dessa forma, nessa    densidade de plantio, as folhas caracterizaram-se como fonte e, ao mesmo tempo,    como os maiores drenos de fotoassimilados das plantas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dentre os par&acirc;metros    fisiol&oacute;gicos mais utilizados na an&aacute;lise de crescimento das plantas,    destaca-se o &iacute;ndice de &aacute;rea foliar, uma vez que a fotoss&iacute;ntese,    processo respons&aacute;vel pelo fornecimento da energia necess&aacute;ria ao    crescimento da planta, depende diretamente dele. Quanto mais r&aacute;pido a    cultura atingir o &iacute;ndice de &aacute;rea foliar cr&iacute;tico (a partir    do qual n&atilde;o se observam aumentos significativos na quantidade de radia&ccedil;&atilde;o    solar absorvida pelo dossel) e, quanto mais tempo a &aacute;rea foliar permanecer    ativa, maior ser&aacute; sua produtividade biol&oacute;gica. A densidade de    plantas afeta tanto o valor m&aacute;ximo do &iacute;ndice de &aacute;rea foliar    atingido pela cultura, quanto o per&iacute;odo de tempo decorrido desde a emerg&ecirc;ncia    at&eacute; a estabiliza&ccedil;&atilde;o do crescimento do &iacute;ndice de    &aacute;rea foliar e, consequentemente, da absor&ccedil;&atilde;o da radia&ccedil;&atilde;o    solar incidente. A densidade de plantio ideal a ser empregada &eacute; aquela    suficiente para atingir o &iacute;ndice de &aacute;rea foliar &oacute;timo,    a fim de interceptar o m&aacute;ximo de radia&ccedil;&atilde;o solar &uacute;til    &agrave; fotoss&iacute;ntese e, ao mesmo tempo, maximizar a fra&ccedil;&atilde;o    da massa seca alocada para os frutos (MARCELIS et. al., 1998). Nesse contexto,    com maior densidade de plantio houve maior &iacute;ndice de &aacute;rea foliar,    todavia reduziu a produ&ccedil;&atilde;o de massa seca de frutos (<a href="/img/revistas/brag/v69n3/14t02.jpg">Tabela    2</a>). Densidades de plantio muito elevadas promovem o sombreamento m&uacute;tuo    das plantas causado pelo excesso de folhas por unidade de &aacute;rea, reduzindo    a absor&ccedil;&atilde;o de radia&ccedil;&atilde;o solar e o crescimento individual    de cada planta. No presente trabalho, o alto &iacute;ndice de &aacute;rea foliar    interferiu negativamente, at&eacute; mesmo, na poliniza&ccedil;&atilde;o das    plantas, reduzindo o n&uacute;mero de frutos por planta, acarretando menor produ&ccedil;&atilde;o    de massa seca deste &oacute;rg&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O maior ac&uacute;mulo    de massa seca nas folhas das plantas da maior densidade de plantio ocasionou    maior expans&atilde;o foliar, n&atilde;o interferindo na espessura do limbo    foliar, evidenciado pela semelhan&ccedil;a dos tratamentos em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; &aacute;rea foliar espec&iacute;fica, que proporciona uma estimativa    desse par&acirc;metro. A raz&atilde;o de &aacute;rea foliar expressa a &aacute;rea    foliar que est&aacute; sendo utilizada para produzir um grama de massa seca    (BENINCASA, 2003). Observou-se que a efici&ecirc;ncia fotossint&eacute;tica    das folhas foi reduzida nas plantas cultivadas na densidade de 7,02 plantas    m<sup>-2</sup>, uma vez que houve menor produ&ccedil;&atilde;o de massa seca    a&eacute;rea por unidade de &aacute;rea foliar. Pode-se supor que o aumento    do sombreamento m&uacute;tuo das plantas nessa densidade de plantio pode ter    sido fundamental para a obten&ccedil;&atilde;o desse resultado.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>4. CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. As cultivares    de morangueiro Diamante e Aromas possuem padr&otilde;es semelhantes de crescimento    e de produtividade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. A densidade    de 5,26 plantas m<sup>-2</sup>, com linhas triplas de cultivo favorece a produ&ccedil;&atilde;o    e a parti&ccedil;&atilde;o de biomassa, bem como a produtividade de plantas    de morangueiro das cultivares Diamante e Aromas em sistema de cultivo org&acirc;nico.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ALBREGTS, E.E.    Influence of plant density on strawberry fruit production. <b>Proceedings of    the Florida State Horticultural Society</b>, v.84, p.156-159, 1971.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S0006-8705201000030001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ALBREGTS, E.E.;    HOWARD, C.M. Plant density effects on strawberry fruit production. <b>Proceedings    of the Florida State Horticultural Society</b>, v.86, p.116-118, 1973.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S0006-8705201000030001400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ANDRIOLO, J.L.;    BONINI, J.V.; BOEMO, M.P. Acumula&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria seca e    rendimento de frutos de morangueiro cultivado em substrato com diferentes solu&ccedil;&otilde;es    nutritivas. <b>Horticultura Brasileira</b>, v.20, p.24-27, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S0006-8705201000030001400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ANDRIOLO, J.L.;    JANISCH, D.I.; SCHMITT, O.J.; VAZ, M.A.B.; CARDOSO, F.L.; ERPEN, L. Concentra&ccedil;&atilde;o    da solu&ccedil;&atilde;o nutritiva no crescimento, na produtividade e na qualidade    de frutas do morangueiro. <b>Ci&ecirc;ncia Rural</b>, v.39, p.684-690, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S0006-8705201000030001400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">AWANG, Y.B.; ATHERTON,    J.G. Growth and fruit responses of strawberry plants grown in rockwool to shading    and salinity. <b>Scientia Horticulturae</b>, v.62, p.25-31, 1995.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0006-8705201000030001400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BENINCASA, M.M.P.    <b>An&aacute;lise de crescimento de plantas:</b> No&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas.    Jaboticabal: FCAV. 2003. 41p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0006-8705201000030001400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CASTRO, R.L.; CASALI,    V.W.D.; BARRELLA, T.P.; SANTOS, R.H.S.; CRUZ, C.D. Produtividade de cultivares    de morangueiro em sistema de cultivo org&acirc;nico. <b>Horticultura Brasileira</b>,    v.21, p.227-230, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0006-8705201000030001400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">COMISS&Atilde;O    DE QU&Iacute;MICA E FERTILIDADE DO SOLO - RS/SC. <b>Manual de aduba&ccedil;&atilde;o    e calagem para os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina</b>. 10ª    ed. Porto Alegre: SBCS - N&uacute;cleo Regional Sul UFRGS, 2004. p.258-259.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0006-8705201000030001400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CONTI, J.H.; MINAMI,    K.; TAVARES, F.C.A. Produ&ccedil;&atilde;o e qualidade de frutos de morango    em ensaios conduzidos em Atibaia e Piracicaba. <b>Horticultura Brasileira</b>,    v. 20, p.10-17, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0006-8705201000030001400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">DIJKSTRA, J.; DE    BRUIJN, J.; SCHOLTENS, A.; WIJSMULLER, J.M. Effects of planting distance and    peat volume on strawberry production in bag and bucket culture. <b>Acta Horticulturae</b>,    n.348, p.180-187, 1993.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0006-8705201000030001400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">DUARTE FILHO, J.;    ANTUNES, L.E.C.; P&Aacute;DUA, J.G. de. Cultivares. <b>Informe Agropecu&aacute;rio</b>,    v.28, p.20-23, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0006-8705201000030001400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">DUARTE, T.S.; PEIL,    R.M.N.; MONTEZANO, E.M. Crescimento de frutos do meloeiro sob diferentes rela&ccedil;&otilde;es    fonte:dreno. <b>Horticultura Brasileira</b>, v.26, p.342-347, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0006-8705201000030001400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">FERNANDES J&Uacute;NIOR,    F.; FURLANI, P.R.; RIBEIRO, I.J.A.; CARVALHO, C.R.L. Produ&ccedil;&atilde;o    de frutos e estolhos de morangueiro em diferentes sistemas de cultivo em ambiente    protegido. <b>Bragantia</b>, v.61, p.25-34, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0006-8705201000030001400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">FREEMAN, B. Response    of strawberry fruit yield to plant population density. <b>Australian Journal    of Experimental Agriculture and Animal Husbandry</b>, v.21, p. 349-353, 1981.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0006-8705201000030001400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">LEGARD, D.E.; XIAO,    C.L.; MERTELY, J.C.; CHANDLER; C.K. Effects of plant spacing and cultivar on    incidence of Botrytis fruit rot in annual strawberry. <b>Plant Disease</b>,    v.84, p.531-538, 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0006-8705201000030001400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">LINSLEY-NOAKES,    G.; WILKEN, L.; VILLIERS, de S. High density, vertical hydroponics growing system    for strawberries. <b>Acta Horticulturae</b>, n.708, p.365-370, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0006-8705201000030001400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">LOSS, J.T.; CALVETE,    E.O.; NITSCHE, R.; RAMBO, A.; NIENOW, A.A.; CECCHETTI, D. Desempenho de cultivares    de morangueiro em dois sistemas de produ&ccedil;&atilde;o. In: CONGRESSO BRASILEIRO    DE OLERICULTURA, 49., 2009, &Aacute;guas de Lind&oacute;ia. <b>Anais</b>...    Bras&iacute;lia: ABH, 2009. p.1900-1906. (CD -ROM)</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0006-8705201000030001400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">MADDEN, L.V.; BOUDREAU,    M.A. Effect of strawberry density on the spread of anthracnose caused by <i>Colletotrichum    acutatum</i>. <b>Phytopathology</b>, v.87, p.828-838, 1997.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0006-8705201000030001400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">MARCELIS, L.F.M.;    HEUVELINK, E.; GOUDRIAAN, J. Modelling biomass production and yield of horticultural    crops: a review. <b>Scientia Horticulturae</b>, v.74, p. 83-111, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0006-8705201000030001400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">MOTA, F.S.; BEIRSDORF,    M.I.C.; ACOSTA, M.J. <b>Esta&ccedil;&atilde;o Agroclimatol&oacute;gica de Pelotas:</b>    realiza&ccedil;&otilde;es e programa de trabalho. Pelotas: UFPEL, 1986.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0006-8705201000030001400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PAPADOPOULOS, A.P.;    ORMROD, D.P. Plant spacing effects on growth and development of greenhouse tomato.    <b>Canadian Journal of Plant Science</b>. v.71, p.297-304, 1991.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0006-8705201000030001400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PAULA, V.A.; MENDEZ,    M.E.G.; SCHOFFEL, E.R.; PEIL, R.M.N.; RIBEIRO, D.S.; FRAGA, D.S.; ANDRADE, F.F.    Produ&ccedil;&atilde;o e parti&ccedil;&atilde;o de massa seca da parte a&eacute;rea    do morangueiro cultivado em ambiente protegido sob aduba&ccedil;&atilde;o org&acirc;nica.    In: CONGRESSO BRASILEIRO DE OLERICULTURA, 48.,2008, Maring&aacute;. <b>Anais</b>...    Maring&aacute;: ABH, 2008. p.5931-5936 (CD - ROM)</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0006-8705201000030001400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PEIL, R.M.N.; GALV&Eacute;Z,    J.L. Growth and biomass allocation to the fruits in cucumber: effect of plant    density and arrangement. <b>Acta Horticulturae</b>, n.588, p.75-80, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0006-8705201000030001400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PEIL, R.M.N.; GALV&Eacute;Z,    J.L. Reparto de materia seca como factor determinante de la producci&oacute;n    de las hortalizas de fruto cultivadas em invernadero. <b>Revista Brasileira    de Agroci&ecirc;ncias</b>, v.11, p.5-11, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0006-8705201000030001400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PEREIRA, A.R. Competi&ccedil;&atilde;o    intra-espec&iacute;fica entre plantas cultivadas. <b>O Agron&ocirc;mico</b>,    v. 41, p.5-11, 1989.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0006-8705201000030001400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PEREIRA, A.R.;    MACHADO, E.C. <b>An&aacute;lise quantitativa do crescimento de comunidade de    vegetais</b>. Campinas: Instituto Agron&ocirc;mico, 1987. 33p. (Boletim t&eacute;cnico)</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0006-8705201000030001400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PIRES, R.C.M.;    FOLEGATTI, M.V.; PASSOS, F.A.; ARRUDA, F.B.; SAKAI, E. Vegetative growth and    yield of strawberry under irrigation and soil mulches for different cultivation    environments. <b>Scientia Agricola</b>, v.63, p.471-425, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0006-8705201000030001400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">REEKIE, J.Y.; STRUIK,    P.C.; HICKLENTON, P.R.; DUVAL, J.R. Dry matter partitioning in a nursery and    a plasticulture fruit field of strawberry cultivars 'Sweet Charlie' and 'Camarosa'    as affected by prohexadione-calcium and partial leaf removal. <b>European Journal    of Horticultural Science</b>, v.72, p.122-129, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0006-8705201000030001400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SCHIEDECK, G.;    GON&Ccedil;ALVES, M. de M.; SCHWENGBER, J.E. <b>Minhocultura e produ&ccedil;&atilde;o    de h&uacute;mus para a agricultura familiar</b>. Pelotas: Embrapa Clima Temperado,    2006. (Circular T&eacute;cnica 57)</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0006-8705201000030001400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">VILLELA J&Uacute;NIOR,    L.V.E.; ARA&Uacute;JO, J.A.C.; FACTOR, T.L. An&aacute;lise do resfriamento da    solu&ccedil;&atilde;o nutritiva para cultivo hidrop&ocirc;nico do morangueiro.    <b>Engenharia Agr&iacute;cola</b>, v.24, p.338-346, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0006-8705201000030001400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">VIRMOND, M.F.R.;    RESENDE, J.T.V. de. Produtividade e teor de s&oacute;lidos sol&uacute;veis totais    em frutos de morango sob diferentes ambientes de cultivo. <b>Revista Eletr&ocirc;nica    Lato Sensu</b>, v.1, p.62-69, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0006-8705201000030001400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido para publica&ccedil;&atilde;o    em 5 de novembro de 2009 e aceito em 18 de fevereiro de 2010.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top">*</a>    Autor Correspondente.</font></p>      ]]></body><back>
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