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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fatores de mortalidade na fase de ovo de Tuta absoluta em sistemas de produção orgânica e convencional de tomate]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The population dynamics of South American tomato pinworm Tuta absoluta (Meyrick) (Lep.: Gelechiidae) affected by several mortality biotic factors such as predators, parasitoids and water (irrigation and raining). The objective of the present work was to quantify the role of each factor in the survivorship of tomato pinworm eggs. The experiments were conducted at Embrapa Hortaliças from 01/08/2004 to 07/11/2005 in tomato and tomato-coriander organic system and traditional tomato crop system. The following methodology were conducted: 1) tomato pinworm eggs were collected in the field at different stages of the crop cycle and incubated in laboratory until the caterpillar/parasitoid emergency; 2) tomato pinworm eggs were marked and recollected after 72 hours, as sentinel prey; 3) cohorts of tomato pinworm eggs were marked and monitored each 24h until caterpillar eclosion. The eggs collected in the field and kept in the lab showed greater mortality by Trichogramma sp. (32%) than those kept in the field (methodology 2 and 3). However, under field conditions (method 2 and 3) by Trichogramma sp. was as lower as 12%, and mortality caused by predator and water effects reach 36%. This difference suggests that egg permanence in the field expose it to competition with predators and mortality caused by water effect, decreasing the recruitment of Trichogramma sp. Egg parasitoids, generalist predators associated with the water impact resulted in more mortality rates on eggs of T. absoluta in organic tomato cropping system.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Agroecologia]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>FITOSSANIDADE</b>    <br>   <b>ARTIGO</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="titulo"></a><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Fatores de mortalidade na fase de ovo de <i>Tuta absoluta</i> em sistemas de produ&ccedil;&atilde;o org&acirc;nica e convencional de tomate</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Mortality factors at egg stage of <i>Tuta absoluta</i> (Meyrick) (Lepidoptera: Gelechiidae) on organic tomato system and on conventional tomato system</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Maria Alice de Medeiros<sup>I,</sup><a href="#not"><sup>*</sup></a>; Edison Ryoiti Sujii<sup>II</sup>; Helena Castanheira de Morais<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Embrapa Hortali&ccedil;as, Caixa Postal 218, 70359-970 Bras&iacute;lia (DF). E-mail: <a href="mailto:maria.alice@embrapa.br">maria.alice@embrapa.br</a>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>II</sup>Embrapa Recursos Gen&eacute;ticos e Biotecnologia, Caixa Postal 2372, 70770-900 Bras&iacute;lia (DF). E-mail: <a href="mailto:sujii@cenargen.embrapa.br">sujii@cenargen.embrapa.br</a>    <br>   <sup>III</sup>Departamento de Ecologia, Universidade de Bras&iacute;lia, Bras&iacute;lia (DF). E-mail: <a href="mailto:morais@unb.br">morais@unb.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A tra&ccedil;a-do-tomateiro <i>Tuta absoluta</i> (Meyrick) (Lep.: Gelechiidae) est&aacute; sujeita a fatores de mortalidade bi&oacute;ticos como predadores e parasitoides e fatores abi&oacute;ticos como &aacute;gua da irriga&ccedil;&atilde;o e da chuva que influenciam sua din&acirc;mica populacional. O objetivo deste trabalho foi quantificar a import&acirc;ncia desses fatores na sobreviv&ecirc;ncia de ovos da tra&ccedil;a-do-tomateiro. Os experimentos foram desenvolvidos na Embrapa Hortali&ccedil;as, de 1/8/2004 a 7/11/2005, em plantio de tomate e tomate consorciado em sistema org&acirc;nico e tomate em sistema convencional. As avalia&ccedil;&otilde;es consistiram em: 1) coleta de ovos no campo em diferentes &eacute;pocas do ciclo da cultura e sua incuba&ccedil;&atilde;o em laborat&oacute;rio at&eacute; a emerg&ecirc;ncia do parasitoide ou eclos&atilde;o da lagarta; 2) exposi&ccedil;&atilde;o de ovos sentinelas no campo por 72 horas; 3) ovos marcados e acompanhados a cada 24 horas at&eacute; eclos&atilde;o das lagartas em campo. Ovos coletados no campo e incubados em laborat&oacute;rio mostraram que a mortalidade por <i>Trichogramma</i> sp. foi de 32%. A mortalidade dos ovos que permaneceram no campo (metodologia 2 e 3), evidenciaram que o parasitismo por <i>Trichogramma</i> sp. foi de 12% e que os predadores e o efeito mec&acirc;nico da &aacute;gua produziram 36% de mortalidade dos ovos. Essa diferen&ccedil;a revela que a perman&ecirc;ncia dos ovos no campo os exp&otilde;e &agrave; competi&ccedil;&atilde;o com predadores e a mortalidade causada pelo efeito mec&acirc;nico da &aacute;gua reduzindo o recrutamento de <i>Trichogramma</i> sp. Parasitoides de ovos, predadores generalistas associados &agrave; a&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua acarretaram maior mortalidade de <i>T. absoluta</i> em sistemas de produ&ccedil;&atilde;o org&acirc;nica de tomate.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-chave:</b> Agroecologia, controle biol&oacute;gico conservativo, controle cultural, irriga&ccedil;&atilde;o, inimigo natural.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">The population dynamics of South American tomato pinworm <i>Tuta absoluta</i> (Meyrick) (Lep.: Gelechiidae) affected by several mortality biotic factors such as predators, parasitoids and water (irrigation and raining). The objective of the present work was to quantify the role of each factor in the survivorship of tomato pinworm eggs. The experiments were conducted at Embrapa Hortali&ccedil;as from 01/08/2004 to 07/11/2005 in tomato and tomato-coriander organic system and traditional tomato crop system. The following methodology were conducted: 1) tomato pinworm eggs were collected in the field at different stages of the crop cycle and incubated in laboratory until the caterpillar/parasitoid emergency; 2) tomato pinworm eggs were marked and recollected after 72 hours, as sentinel prey; 3) cohorts of tomato pinworm eggs were marked and monitored each 24h until caterpillar eclosion. The eggs collected in the field and kept in the lab showed greater mortality by <i>Trichogramma</i> sp. (32%) than those kept in the field (methodology 2 and 3). However, under field conditions (method 2 and 3) by <i>Trichogramma</i> sp. was as lower as 12%, and mortality caused by predator and water effects reach 36%. This difference suggests that egg permanence in the field expose it to competition with predators and mortality caused by water effect, decreasing the recruitment of <i>Trichogramma</i> sp. Egg parasitoids, generalist predators associated with the water impact resulted in more mortality rates on eggs of <i>T. absoluta</i> in organic tomato cropping system.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Key words:</b> Agroecology, conservation biological control, cultural control, irrigation, natural enemies.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>1. INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A tra&ccedil;a-do-tomateiro <i>Tuta absoluta</i> (Meyrick) (Lep.: Gelechiidae) ataca v&aacute;rios g&ecirc;neros de solan&aacute;ceas, preferencialmente o tomateiro <i>Lycopersicon esculentum</i> Mill., sendo uma das principais pragas da cultura, devido aos danos diretos causados durante todo o ciclo da cultura (Fran&ccedil;a et al., 2000; Michereff Filho e Vilela, 2000). O pico populacional da praga coincide com os meses mais secos do ano, embora ocorra no tomateiro o ano todo. Em geral, a precipita&ccedil;&atilde;o pluvial reduz as popula&ccedil;&otilde;es da praga, no per&iacute;odo chuvoso que compreende os meses de novembro a abril, na regi&atilde;o Centro-Oeste. A import&acirc;ncia dos fatores clim&aacute;ticos sobre as popula&ccedil;&otilde;es da tra&ccedil;a-do-tomateiro pode ser constatada durante os veranicos de janeiro ou fevereiro, quando as popula&ccedil;&otilde;es aumentam consideravelmente (Castelo Branco, 1992).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O ciclo de vida de <i>T. absoluta</i>, do ovo at&eacute; a morte do adulto, &eacute; de aproximadamente 38 dias (Haji et al., 1988). A fase de ovo da tra&ccedil;a-do-tomateiro dura entre tr&ecirc;s e seis dias (Coelho e Fran&ccedil;a, 1987). Os ovos s&atilde;o colocados individualmente nas folhas, principalmente nas folhas do ter&ccedil;o superior da planta, mas tamb&eacute;m podem ser encontrados nas hastes, flores e frutos (Haji et al., 1988; Torres et al., 2001). As lagartas minam as folhas, broqueiam a haste, perfuram o broto terminal e atacam os frutos, principalmente, na regi&atilde;o de inser&ccedil;&atilde;o do c&aacute;lice, encontram apoio para penetrar; esta fase dura cerca de 14 dias (Fran&ccedil;a et al., 2000). Cada f&ecirc;mea pode ovipositar de 55 a 130 ovos durante tr&ecirc;s a sete dias (Coelho e FRAN&Ccedil;A, 1987; Haji et al., 1988). Existe uma maior concentra&ccedil;&atilde;o de posturas no ter&ccedil;o superior das plantas, sendo a maioria dos ovos depositados nas folhas (Haji et al., 1988, Torres et al., 2001). Haji et al. (1988) observaram uma ocorr&ecirc;ncia maior de lagartas nos fol&iacute;olos medianos, isto porque as folhas superiores est&atilde;o mais sujeitas &agrave; a&ccedil;&atilde;o direta de fatores clim&aacute;ticos, predadores e parasitoides, enquanto que as lagartas presentes nas folhas medianas s&atilde;o menos afetadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Embora o controle biol&oacute;gico aplicado &agrave; tra&ccedil;a-do-tomateiro, especialmente com <i>Trichogramma pretiosum</i> Riley (Hym.: Trichogrammatidae), tenha sido estudado sob diversos aspectos (Faria et al., 2000; Gon&ccedil;alves-Gerv&aacute;sio et al., 2000; Pratissoli e Parra, 2001; Haji et al., 2002; Pratissoli et al., 2005a, b; Medeiros et al., 2006), poucos trabalhos consideraram o controle biol&oacute;gico natural pela conserva&ccedil;&atilde;o de inimigos naturais (Miranda et al., 1998). A tra&ccedil;a-do-tomateiro pode estar sujeita a diferentes fatores de mortalidade durante seus diferentes est&aacute;gios de desenvolvimento, como predadores, parasitoides e mec&acirc;nicos como a &aacute;gua da irriga&ccedil;&atilde;o e chuva que influenciam sua din&acirc;mica populacional. A quantifica&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia relativa de cada fator &eacute; importante para a proposi&ccedil;&atilde;o de novas estrat&eacute;gias baseadas na combina&ccedil;&atilde;o de diferentes m&eacute;todos de controle para o manejo da praga em diferentes sistemas de produ&ccedil;&atilde;o. O controle biol&oacute;gico natural durante a fase de ovo tem maior impacto porque evita-se o risco de perdas significativas &agrave; cultura. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a varia&ccedil;&atilde;o na mortalidade na fase de ovo causada pelo controle biol&oacute;gico natural na popula&ccedil;&atilde;o de <i>T. absoluta</i> em diferentes condi&ccedil;&otilde;es de manejo do tomateiro.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>2. MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>&Aacute;rea Experimental</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Todos os experimentos foram desenvolvidos em Bras&iacute;lia-DF (15º56'S, 48º08'W e altitude 997,6 m), em &aacute;rea de Latossolo Vermelho-Escuro, em 2004 e 2005.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os tratamentos org&acirc;nicos foram estabelecidos em &aacute;rea destinada ao sistema de produ&ccedil;&atilde;o org&acirc;nica da Embrapa Hortali&ccedil;as, sob este manejo desde 2001. A &aacute;rea org&acirc;nica situa-se a cerca de 250 m de uma mata ciliar, onde foi feito policultivos com as seguintes culturas: cebola <i>Allium cepa</i> L. (Alliaceae), cenoura <i>Daucus carota</i> L. (Apiaceae), br&oacute;colis <i>Brassica oleracea</i> (Brassicaceae), pepino <i>Cucumis sativus</i> L. (Cucurbitaceae) e alho <i>Allium sativum</i> L. (Alliaceae), rota&ccedil;&atilde;o com milho Zea mays L. (Poaceae) e utiliza como adubo verde milho e sorgo <i>Sorghum bicolor</i> L. Moench (Poaceae), &eacute; cercada por faixas com o girassol mexicano <i>Tithonia diversifolia</i> (Hemsl.) (Asteraceae) e as &aacute;reas n&atilde;o cultivadas s&atilde;o mantidas com vegeta&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea, onde predomina o capim napier <i>Pennisetum purpureum</i> Stapt. (Poaceae) e capim braqui&aacute;ria <i>Brachiaria decumbens</i> Schum (Poaceae). A &aacute;rea org&acirc;nica est&aacute; separada da &aacute;rea onde se empregam pr&aacute;ticas convencionais como aduba&ccedil;&otilde;es e inseticidas a uma dist&acirc;ncia de 100 m. A &aacute;rea convencional situa-se a cerca de 1250 m da mata ciliar citada acima. A &aacute;rea convencional &eacute; destinada principalmente ao cultivo de tomate e milho. No entorno dos experimentos foram estabelecidas bordas de milho e crotal&aacute;ria <i>Crotalaria juncea</i> L. (Leguminosae) como barreira e para aumentar a diversidade vegetal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Incid&ecirc;ncia natural de parasitismo em ovos de <i>T. absoluta</i></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Parasitismo em ovos durante o pico populacional da tra&ccedil;a-do-tomateiro -</b> Para determinar as taxas de parasitismo e a viabilidade dos ovos de <i>T. absoluta</i>, foram coletados aos 101 dias ap&oacute;s o transplante (quando a densidade populacional de tra&ccedil;a-do-tomateiro nos dois sistemas de produ&ccedil;&atilde;o estava equivalente a 3 ovos/planta) e no fim do ciclo do tomateiro, um n&uacute;mero vari&aacute;vel de ovos com idade desconhecida em cada parcela, com os seguintes tratamentos: 1) tomate, 2) tomate+coentro <i>Coriandrum sativum</i> L. (Apiaceae); 3) tomate+coentro+bot&atilde;o-de-ouro <i>Galinsoga parviflora</i> Cav. (Asteraceae), com tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es em sistema org&acirc;nico; 4) tomate, 5) tomate+coentro; 6) tomate+coentro+bot&atilde;o-de-ouro, com tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es em sistema convencional. Cada repeti&ccedil;&atilde;o corresponde a uma parcela constitu&iacute;da por 80 plantas do h&iacute;brido F1 Duradoro com espa&ccedil;amento de 0,50 m entre plantas e 0,80 m entre linhas no sistema tutorado com fileira dupla, sendo uma planta/vara, o que totalizou 25 m<sup>2</sup> por parcela espa&ccedil;adas de 2 m entre si (em linhas de 5 m x 5 m, separadas por uma dist&acirc;ncia de 2 m). Os tratamentos foram casualizados por blocos a fim de permitir que cada tratamento ocupasse uma vez cada posi&ccedil;&atilde;o. O solo das parcelas no sistema org&acirc;nico foi arado, encanteirado e adubado com composto por ocasi&atilde;o do plantio e por cobertura aos 50 dias. O solo das parcelas no sistema convencional foi preparado da mesma forma, mas adubado com N-P-K e de cobertura, conforme recomenda&ccedil;&atilde;o de Makishima e Miranda (1992). No sistema convencional, foram utilizados cinco aplica&ccedil;&otilde;es de inseticidas para o controle da tra&ccedil;a-do-tomateiro (abamectina, espinosade, cloridato de cartape e abamectina). Os ovos coletados foram individualizados em c&aacute;psulas de gelatina e mantidos em c&acirc;maras climatizadas tipo Percival, a 25 ± 2 ºC, 60&±10% UR, para observar a emerg&ecirc;ncia da lagarta de <i>T. absoluta</i> ou de parasitoides.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Parasitismo em ovos durante a coloniza&ccedil;&atilde;o da tra&ccedil;a-do-tomateiro -</b> os ovos de <i>T. absoluta</i> foram coletados em plantio: 1) tomate e 2) tomate+coentro estabelecidos em sistema org&acirc;nico visando comparar as taxas de parasitismo dos ovos ao longo da fenologia das plantas, al&eacute;m do efeito do coentro como cultura consorciada. As coletas foram realizadas aos 59, 66 e 80 dias ap&oacute;s o transplante, quando nos tomateiros havia frutos pequenos, m&eacute;dios e grandes respectivamente. O coentro estava florindo aos 59 dias e senescendo aos 80 dias. Os ovos coletados foram mantidos em laborat&oacute;rio at&eacute; a emerg&ecirc;ncia da lagarta (3-4 dias) ou do parasitoide (8-10 dias), conforme descri&ccedil;&atilde;o anterior. Cada tratamento foi repetido tr&ecirc;s vezes, adotando as mesmas pr&aacute;ticas descritas acima.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Fatores de mortalidade em ovos de tra&ccedil;a-do-tomateiro monitorados no campo</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Marca&ccedil;&atilde;o e recupera&ccedil;&atilde;o dos ovos da tra&ccedil;a-do-tomateiro - ovos depositados naturalmente pela <i>T. absoluta</i> em plantas de tomateiro foram marcados e recuperados ap&oacute;s o per&iacute;odo de 72 horas visando estabelecer a influ&ecirc;ncia de diferentes fatores de mortalidade. Os ovos localizados na planta eram demarcados com c&iacute;rculo em volta do ovo no fol&iacute;olo feito com caneta hidrogr&aacute;fica cor preta em cada tratamento: 1) tomate; 2) tomate+coentro; 3) tomate no sistema convencional. Ap&oacute;s o per&iacute;odo de 72 horas, os ovos foram recuperados e individualizados em c&aacute;psulas de gelatina, levados ao laborat&oacute;rio para determinar seu estado com aux&iacute;lio de microsc&oacute;pio estereosc&oacute;pico, segundo o crit&eacute;rio: 1) presen&ccedil;a da lagarta rec&eacute;m-eclodida no local marcado ou pr&oacute;ximo; 2) parasitados (ovos escuros ou com a presen&ccedil;a do parasitoide); 3) ovos invi&aacute;veis (aqueles que permaneceram amarelos por mais de 15 dias); 4) ovos predados ou derrubados pela &aacute;gua (aqueles que n&atilde;o estavam no local marcado) (Nordlund et al., 1984; Costa et al., 1998). A irriga&ccedil;&atilde;o foi provida por sistema de aspers&atilde;o nos dois sistemas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Acompanhamento de coortes horizontais de ovos da tra&ccedil;a-do-tomateiro -</b> ovos naturalmente depositados por <i>T. absoluta</i> em plantas de tomateiro foram marcados e monitorados a cada 24 horas at&eacute; ocorrer eclos&atilde;o das lagartas (96 horas), para determinar a sobreviv&ecirc;ncia dos ovos. Estes foram localizados na planta e demarcados com c&iacute;rculo em volta do ovo no fol&iacute;olo feito com caneta hidrogr&aacute;fica cor preta em cada tratamento: 1) tomate; 2) tomate+coentro; 3) tomate no sistema convencional. Ap&oacute;s a eclos&atilde;o das lagartas, os demais ovos foram recuperados e individualizados em c&aacute;psulas de gelatina. O estado de cada ovo da tra&ccedil;a-do-tomateiro foi determinado, segundo o crit&eacute;rio: 1) presen&ccedil;a da lagarta; 2) parasitados (ovos escuros ou com a presen&ccedil;a do parasitoide), 3) ovos invi&aacute;veis (aqueles que permaneceram amarelos por mais de 15 dias e 4) ovos predados ou derrubados pela &aacute;gua (aqueles que n&atilde;o estavam no local marcado). No decorrer dos experimentos, foram coletadas lagartas no campo. Lagartas sadias foram mantidas em laborat&oacute;rio para empupar e determinar a presen&ccedil;a de parasitismo. Lagartas com sintomas de doen&ccedil;a ou mortas foram encaminhadas para os Laborat&oacute;rios de Bacteriologia, Micologia e Virologia da Embrapa Recursos Gen&eacute;ticos e Biotecnologia para a identifica&ccedil;&atilde;o dos agentes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>An&aacute;lise estat&iacute;stica</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As taxas de mortalidade foram comparadas por an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA) ou quando n&atilde;o atendendo os pr&eacute;-requisitos de ANOVA, empregou-se teste n&atilde;o-param&eacute;trico de Kruskall-Wallis, seguido do teste de compara&ccedil;&atilde;o de m&eacute;dias (Student-Newmann-Keuls, p=0,05), ou alternativamente pelo teste qui-quadrado. A sobreviv&ecirc;ncia dos ovos ao longo das coletas do experimento acompanhamento de coortes horizontais de ovos da tra&ccedil;a-do-tomateiro foi submetido &agrave; an&aacute;lise de regress&atilde;o sendo selecionado o modelo de melhor ajuste a partir da signific&acirc;ncia, coeficiente de determina&ccedil;&atilde;o e da explica&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica do fen&ocirc;meno. Todas as an&aacute;lises foram realizadas com o programa SigmaStat 3.1. (Systat Software Inc., 2004).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>3. RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Incid&ecirc;ncia natural de parasitismo em ovos de <i>T. absoluta</i></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Parasitismo em ovos durante o pico populacional da tra&ccedil;a-do-tomateiro -</b> no fim do ciclo do tomateiro, o parasitismo natural de ovos da tra&ccedil;a por <i>Trichogramma</i> sp. chegou a 37±3,2%, mostrando que o parasitoide &eacute; um importante fator de mortalidade no sistema org&acirc;nico de produ&ccedil;&atilde;o (<a href="#fig01">Figura 1</a>) (ANOVA - parasitados F=13,742, P&lt;0,001) (tratamentos 1,2,3 <img src="/img/revistas/brag/v70n1/a12fig06.jpg"> 4,5,6, Student-Newman-Keuls, P&lt;0,05). No sistema convencional durante o mesmo per&iacute;odo, o parasitismo de, apenas, 4±0,8%, revela um prov&aacute;vel efeito do impacto dos inseticidas utilizados neste sistema de produ&ccedil;&atilde;o. Nos tratamentos org&acirc;nicos as taxas de mortalidade dos ovos da tra&ccedil;a-do-tomateiro foram significativamente mais altas que no sistema convencional. Dentre os inseticidas usados, o cloridato de cartape, que foi empregado tr&ecirc;s semanas antes da coleta de ovos, est&aacute; entre aqueles com menor seletividade a <i>Trichogramma</i> spp.. C&ocirc;nsoli et al. (1998) avaliaram os efeitos de inseticidas em <i>T. pretiosum</i> em tr&ecirc;s est&aacute;gios de desenvolvimento (ovo-larva, pr&eacute;-pupa e pupa), verificando que o cloridato de cartape foi extremamente t&oacute;xico, provocando a morte total de <i>T. pretiosum</i> nos tr&ecirc;s est&aacute;gios de desenvolvimento estudados. O inseticida abamectina, por sua vez, proporcionou efeitos intermedi&aacute;rios, afetando o desenvolvimento, por&eacute;m sendo menos prejudicial ao parasitoide <i>T. pretiosum</i>.</font></p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/brag/v70n1/a12fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Estudo realizado em laborat&oacute;rio, sobre sele&ccedil;&atilde;o de linhagens de <i>T. pretiosum</i> mostrou que a taxa de parasitismo pode variar entre 43% e 69% (Pratissoli e Parra, 2001). Libera&ccedil;&otilde;es massais a campo de <i>T. pretiosum</i> para o controle da tra&ccedil;a-do-tomateiro alcan&ccedil;aram taxas de parasitismo vari&aacute;veis de 19% a 48% em Petrolina-PE (Haji et al., 1995). Em ambiente protegido, o parasitismo foi de 49% em Luzi&acirc;nia-GO (Medeiros et al., 2006) e no Distrito Federal variou de 33% a 40% (Medeiros et al., 2009). A taxa de parasitismo pode ser influenciada por diversos fatores, tais como: comportamento de procura, prefer&ecirc;ncia de hospedeiro, condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas (Wajnberg e Hassan, 1994). A taxa de parasitismo natural de 37%, no sistema org&acirc;nico, constatada neste trabalho, demonstra que a manipula&ccedil;&atilde;o do ambiente buscando favorecer a atividade de inimigos naturais pode alcan&ccedil;ar taxas semelhantes &agrave; libera&ccedil;&atilde;o massal, por&eacute;m sem a necessidade de produ&ccedil;&atilde;o e libera&ccedil;&atilde;o. No entanto, deve-se ressaltar que isto foi obtido em apenas uma &eacute;poca e deve ser buscada sua obten&ccedil;&atilde;o durante todo o ciclo, caso contr&aacute;rio, as perdas de folhas e demais estruturas da planta pelo ataque da tra&ccedil;a-do-tomateiro ser&atilde;o irrecuper&aacute;veis.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Parasitismo em ovos durante a coloniza&ccedil;&atilde;o da tra&ccedil;a-do-tomateiro</b> - observou-se que o parasitismo em tomate sistema org&acirc;nico aos 59, 66 e 80 dias ap&oacute;s o transplante do tomateiro foi de 26%, 40% e 43% respectivamente (quando o tomateiro estava com frutos pequenos e m&eacute;dios e alguns grandes aos 80 dias). No tratamento tomate+coentro sistema org&acirc;nico aos 59, 66 e 80 dias ap&oacute;s o transplante do tomateiro foi de 29%, 37% e 33% (<a href="#fig02">Figura 2</a>). N&atilde;o houve diferen&ccedil;as nas mortalidades para coletas de ovos realizadas aos a) 59 dias (c<sup>2</sup>=0,00751, P=0,931); b) 66 dias (c<sup>2</sup>=0,0809, P=0,776) e c) 80 dias ap&oacute;s o transplante (c<sup>2</sup>=0,000747, P=0,978). Demonstrando que a presen&ccedil;a do coentro n&atilde;o influenciou a taxa de parasitismo por <i>Trichogramma</i> sp. Esta observa&ccedil;&atilde;o &eacute; importante porque indica que as subst&acirc;ncias qu&iacute;micas exalados pelo coentro, embora n&atilde;o tenham atra&iacute;do mais parasitoides, tamb&eacute;m n&atilde;o inibiram a atividade <i>Trichogramma</i> sp. no sistema tomate+coentro. Uma vez que a literatura mostra que a intera&ccedil;&atilde;o entre inseto-planta &eacute; mediada por diversas vari&aacute;veis do ambiente. Altieri et al. (1981) estudaram o parasitismo de ovos de <i>Helicoverpa zea</i> (Boddie) (Lep.: Noctuidae) por <i>Trichogramma</i> sp. em cultivos de soja consorciada com milho e com plantas espont&acirc;neas. Estes autores sugeriram que componentes qu&iacute;micos do milho e das plantas espont&acirc;neas aumentaram a taxa de parasitismo. Nordlund et al. (1984) mostraram que <i>Trichogramma</i> sp. foi mais ativo em tomate do que em milho e que o parasitismo de ovos de <i>H. zea</i> foi maior em policultivo de milho+feij&atilde;o+tomate do que em milho, por&eacute;m foi menor do que no tomate, mostrando que os insetos apresentam prefer&ecirc;ncias mesmo em situa&ccedil;&atilde;o de policultivos. Andow e Risch (1987) observaram que a fenologia estacional do parasitismo foi semelhante no monocultivo e no policultivo e que o parasitismo de ovos de <i>Ostrinia nubilalis</i> (H&uuml;bner) (Lep.: Pyralidae) por <i>Trichogramma</i> sp. foi maior em monoculturas do que nas policulturas. A presen&ccedil;a ativa do <i>Trichogramma</i> sp. em fase intermedi&aacute;ria da cultura (59 a 80 dias ap&oacute;s transplante) &eacute; importante,pois mostra que um dos fatores atuantes no controle da popula&ccedil;&atilde;o da tra&ccedil;a-do-tomateiro, isto &eacute;, os parasitoides de ovos est&atilde;o presentes no ambiente antes do pico populacional da tra&ccedil;a-do-tomateiro, que ocorre por volta aos 80 dias ap&oacute;s transplante.</font></p>     <p><a name="fig02"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/brag/v70n1/a12fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Fatores de mortalidade em ovos da tra&ccedil;a-do-tomateiro monitorados no campo</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Marca&ccedil;&atilde;o e recupera&ccedil;&atilde;o dos ovos da tra&ccedil;a-do-tomateiro -</b> ap&oacute;s a marca&ccedil;&atilde;o dos ovos verificou-se que cerca de 30% a 51% dos ovos (42% no tomate org&acirc;nico; 51% no tomate+coentro org&acirc;nico e 30% no tomate convencional) n&atilde;o foram observados no local demarcado em todos os tratamentos estudados. A raz&atilde;o para este fato pode ser que o ovo foi derrubado pela &aacute;gua da irriga&ccedil;&atilde;o ou chuva, como tamb&eacute;m ter sido alvo de predador. A categoria efeito &aacute;gua/predadores foi semelhante em todos os tratamentos, o que pode significar que o efeito mec&acirc;nico da &aacute;gua atrav&eacute;s da irriga&ccedil;&atilde;o por aspers&atilde;o esteja sendo mais atuante do que os predadores, uma vez que o sistema de irriga&ccedil;&atilde;o foi o mesmo para todos os tratamentos (<a href="#fig03">Figura 3</a>).</font></p>     <p><a name="fig03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/brag/v70n1/a12fig03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o da mortalidade de ovos no campo com ovos sentinela foi maior do que a mortalidade avaliada nos experimentos anteriores (item 3.1), quando os ovos eram recolhidos ao laborat&oacute;rio e o parasitismo alcan&ccedil;ou taxas em torno de 30% (<a href="#fig01">Figuras 1</a> e <a href="#fig02">2</a>). A mortalidade dos ovos foi semelhante nos tratamentos em sistema org&acirc;nico (tomate org&acirc;nico 92±16,5% e tomate-coentro org&acirc;nico 90±17,3%) e diferente no tratamento tomate convencional (62±11,7,0%) (ANOVA - parasitados F=5,236, P=0,023) (tratamentos 1<img src="/img/revistas/brag/v70n1/a12fig06.jpg">3, Student-Newman-Keuls, P&lt;0,05). Esse problema ocorreu provavelmente devido ao m&eacute;todo de avalia&ccedil;&atilde;o, pois ao empregar a marca&ccedil;&atilde;o de ovos no campo foi observado que o efeito &aacute;gua/predadores assumiu uma import&acirc;ncia pelo menos 50% maior que o parasitismo dos ovos por <i>Trichogramma</i> sp. descrito no item 3.1, em que os ovos eram incubados em laborat&oacute;rio. Quando os ovos s&atilde;o coletados no campo e em seguida levados para o laborat&oacute;rio para determinar a taxa de parasitismo, na realidade os ovos s&atilde;o protegidos da a&ccedil;&atilde;o dos predadores e da &aacute;gua (irriga&ccedil;&atilde;o ou chuva). A menor mortalidade causada por <i>Trichogramma</i> sp., estimada entre 16% e 26% nos tratamentos tomate-coentro e tomate org&acirc;nicos, respectivamente, ou seja, foi menor em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; estimada nas metodologias anteriores (item 3.1); esse fato sugere que ovos parasitados no campo ficam mais expostos aos efeitos mec&acirc;nicos produzidos pela irriga&ccedil;&atilde;o por aspers&atilde;o, chuva e pelos predadores, tendo como consequ&ecirc;ncia a redu&ccedil;&atilde;o do recrutamento de <i>Trichogramma</i> sp.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A inviabilidade natural dos ovos foi outro fator importante de mortalidade observado, variando de 20% a 30% nos tr&ecirc;s tratamentos estudados. A causa da inviabilidade de ovos pode ser caracter&iacute;stica intr&iacute;nseca da esp&eacute;cie ou devido &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es ambientais, tais como temperatura, umidade e interfer&ecirc;ncia de inseticidas. No trabalho de Miranda et al. (1998), foi determinado em ovos da tra&ccedil;a-do-tomateiro que a inviabilidade foi o fator principal de mortalidade com 77%, seguido por 15% causada por parasitoides e 8,5% por predadores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Acompanhamento de coortes horizontais de ovos da tra&ccedil;a-do-tomateiro -</b> quando ovos da tra&ccedil;a-do-tomateiro foram avaliados a cada 24 horas at&eacute; completar 96 horas no campo, em diferentes sistemas de cultivo do tomateiro (org&acirc;nico, org&acirc;nico consorciado com coentro e convencional) (<a href="#fig04">Figura 4</a>), notou-se redu&ccedil;&atilde;o linear da sobreviv&ecirc;ncia de ovos caracterizando uma curva do tipo 2 (Southwood, 1978; Begon et al., 1996). Esta observa&ccedil;&atilde;o corrobora a metodologia de marca&ccedil;&atilde;o e recupera&ccedil;&atilde;o dos ovos, em que parte dos ovos desaparece. Fato que, possivelmente, envolve a combina&ccedil;&atilde;o de efeito mec&acirc;nicos da &aacute;gua ou preda&ccedil;&atilde;o. A mortalidade causada por <i>Trichogramma</i> sp. foi reduzida em rela&ccedil;&atilde;o a experimento anterior em que os ovos permaneceram no campo por 72 horas (<a href="#fig05">Figura 5</a>). As taxas de mortalidade m&eacute;dia n&atilde;o tiveram diferen&ccedil;as significativas para os seguintes fatores: inviabilidade natural (H=4,290, g.l.=2, p=0,117), parasitismo (H=3,754, g.l=2, p=0,153), preda&ccedil;&atilde;o/remo&ccedil;&atilde;o pela &aacute;gua (F=0,307, g.l.=43, p=0,738). Ressalta-se que o recrutamento de lagartas foi maior no tratamento convencional, embora n&atilde;o tenha sido poss&iacute;vel determinar qual fator de mortalidade gerou essa diferen&ccedil;a. Em outras palavras, quanto mais tempo os ovos permanecem no campo, menores ser&atilde;o as possibilidades de eclos&atilde;o. Esta diferen&ccedil;a pode ser devido &agrave; presen&ccedil;a de predadores generalistas no experimento org&acirc;nico, embora seja prov&aacute;vel que a maior parte do percentual dos ovos desaparecidos seja devido &agrave; &aacute;gua de irriga&ccedil;&atilde;o. No entanto, para determinar a percentagem de cada fator, &eacute; necess&aacute;rio isolar os dois fatores experimentalmente. De acordo com Costa et al. (1998), a irriga&ccedil;&atilde;o por aspers&atilde;o pode derrubar os ovos da tra&ccedil;a-do-tomateiro. Neste trabalho foi observado em tomateiros com idade de 60 dias, antes e imediatamente ap&oacute;s a irriga&ccedil;&atilde;o por aspers&atilde;o, uma m&eacute;dia de 42% de remo&ccedil;&atilde;o de ovos da tra&ccedil;a-do-tomateiro no ter&ccedil;o superior da planta. A irriga&ccedil;&atilde;o por aspers&atilde;o &eacute;, portanto, uma estrat&eacute;gia importante do manejo cultural e deve ser considerada especialmente em sistemas org&acirc;nicos, que disp&otilde;e de poucas ferramentas para o controle de insetos. De acordo com Costa et al. (1998), a &aacute;gua tamb&eacute;m apresenta impacto negativo sobre lagartas e a forma&ccedil;&atilde;o de minas.</font></p>     <p><a name="fig04"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/brag/v70n1/a12fig04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig05"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/brag/v70n1/a12fig05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O papel dos predadores no controle da tra&ccedil;a-do-tomateiro tem sido objeto de poucos estudos. No entanto, em condi&ccedil;&otilde;es controladas, o percevejo predador <i>Podisus nigrispinus</i> (Dallas) (Hem.: Pentatomidae) proporcionou alta taxa de preda&ccedil;&atilde;o, plasticidade de alimenta&ccedil;&atilde;o e bom potencial de dispers&atilde;o (Torres et al., 2002; Vivan et al., 2002; 2003). Devido &agrave; sua import&acirc;ncia para o sistema org&acirc;nico, a atividade dos predadores generalistas deve ser mais bem avaliada. Aranhas, formigas, percevejos e principalmente vespas foram observados predando lagartas e adultos da tra&ccedil;a-do-tomateiro. As vespas parecem ser o grupo mais expressivo na mortalidade de lagartas da tra&ccedil;a-do-tomateiro, uma vez que possuem a habilidade de abrir as minas para comer as lagartas. Os predadores s&atilde;o particularmente importantes porque s&atilde;o capazes de predar ovos, lagartas e adultos da tra&ccedil;a-do-tomateiro e est&atilde;o presentes e ativos desde a fase inicial da cultura. De acordo com Miranda et al. (1998), considerando o ciclo de vida total da tra&ccedil;a, de 1200 ovos obtiveram-se apenas 93 adultos, ou seja, um total de 92% de mortalidade, sendo os predadores respons&aacute;veis por 79% de mortalidade larval em <i>T. absoluta</i>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em 2004 foi observado que 7% das lagartas presentes no sistema org&acirc;nico estavam doentes ou mortas, e o agente identificado foi o entomopat&oacute;geno <i>Bacillus thuringiensis</i> Berliner. Em 2005, observou-se tamb&eacute;m este fato, por&eacute;m com cerca de 20% de mortalidade devido &agrave; entomopat&oacute;genos. No entanto, a identifica&ccedil;&atilde;o do agente n&atilde;o foi poss&iacute;vel. No fim da cultura, em 2005, foram coletadas 731 pupas de tra&ccedil;a-do-tomateiro, sendo 50% transformadas em adultos, o parasitismo em larvas/pupas foi de 0,5%, com a ocorr&ecirc;ncia das esp&eacute;cies: <i>Apanteles</i> sp., <i>Bracon</i> sp. (Hym.: Braconidae), <i>Conura</i> sp.1, <i>Conura</i> sp.2 (Hym.: Chalcididae) e <i>Diadegma</i> sp. (Hym.: Ichneumonidae) mas 49% das pupas n&atilde;o originaram adultos. Miranda et al. (1998) reportou que o parasitismo larval tamb&eacute;m foi baixo (0,1%). &Eacute; poss&iacute;vel que parte das pupas n&atilde;o emergidas tenham sido parasitadas, mas cuja prog&ecirc;nie devido &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es ambientais n&atilde;o logrou &ecirc;xito. As vespas <i>Brachysgastra lecheguana</i> Latreille, <i>Polybia</i> sp.1 e <i>Polybia</i> sp.2 (Hym.: Vespidae), um exemplar da Fam&iacute;lia Sphecidae, aranha <i>Misumenops pallidus</i> (Keys) (Ara.: Araneidae) e o percevejo <i>Podisus nigrispinus</i> (Dallas) (Hem.: Pentatomidae) foram observados predando lagartas de tra&ccedil;a-do-tomateiro.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De modo geral, ao comparar os fatores de mortalidade atuantes sobre a tra&ccedil;a-do-tomateiro na fase de ovo no sistema convencional e no sistema org&acirc;nico, conclui-se que existem tr&ecirc;s fatores importantes, o parasitoide de ovos <i>Trichogramma</i> sp., os predadores e a a&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica da &aacute;gua de irriga&ccedil;&atilde;o ou chuvas. A import&acirc;ncia relativa desses dois &uacute;ltimos fatores &eacute; dif&iacute;cil de se separar e n&atilde;o pode ser determinada com o desenho experimental utilizado no presente estudo. A sobreviv&ecirc;ncia dos ovos da tra&ccedil;a-do-tomateiro &eacute; maior no sistema convencional do que no sistema org&acirc;nico. Este trabalho revelou que, embora o sistema org&acirc;nico seja de baixa inser&ccedil;&atilde;o de insumos, o controle biol&oacute;gico natural, al&eacute;m da manipula&ccedil;&atilde;o de alguns fatores f&iacute;sicos do ambiente pode limitar o crescimento populacional da tra&ccedil;a-do-tomateiro. Pr&aacute;ticas agr&iacute;colas como a irriga&ccedil;&atilde;o por aspers&atilde;o t&ecirc;m papel importante na regula&ccedil;&atilde;o de popula&ccedil;&otilde;es de insetos. O entendimento de sistemas agr&iacute;colas sustent&aacute;veis poder&aacute; ser alcan&ccedil;ado a partir de estudos interdisciplinares sobre as intera&ccedil;&otilde;es entre plantas e organismos, e assim ser&aacute; poss&iacute;vel a proposi&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas menos perturbadoras e ao mesmo tempo eficientes.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>4. CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Fatores bi&oacute;ticos de mortalidade na fase ovo da tra&ccedil;a-do-tomateiro, tais como: parasitoides e predadores associados &agrave; a&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica da &aacute;gua s&atilde;o mais importantes nos sistemas org&acirc;nicos de produ&ccedil;&atilde;o de tomate em rela&ccedil;&atilde;o ao sistema convencional.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao Prof. Dr. Arno Lise da PUC-RS (Araneae), Prof.ª Dr.ª Ivone Rezende Diniz (UnB-Zoologia) (Vespidae) e Prof.ª Dr.ª Joc&eacute;lia Grazia (UFRGS) (Hemiptera) pelas identifica&ccedil;&otilde;es de insetos e ao Dr. Miguel Michereff (Embrapa - Hortali&ccedil;as), pela revis&atilde;o cr&iacute;tica do manuscrito e aos dois revisores an&ocirc;nimos. Este trabalho faz parte da tese de Doutorado realizada no Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Ecologia, da Universidade de Bras&iacute;lia por Maria Alice de Medeiros.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">ALTIERI, M.A.; LEWIS, W.J.; NORDLUND, D.A.; GUELDNER, R.C.; TODD, J.W. Chemical interactions between plants and <i>Trichogramma</i> wasps in Georgia soybean fields. Protection Ecology, v.3, p.259-263, 1981.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0006-8705201100010001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">ANDOW D.; RISCH, S.J. Parasitism in diversified agroecosystems: phenology of <i>Trichogramma minutum</i> (Hymenoptera: Trichogrammatidae). Entomophaga, v.32, p.255-260, 1987.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0006-8705201100010001200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">BEGON, M.; HARPER J.L; TOWNSEND, C.R. Ecology: individuals, populations and communities. 3.ed. London: Blackwell Sciences, 1996. 1068p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0006-8705201100010001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">CASTELO BRANCO, M. Flutua&ccedil;&atilde;o populacional da tra&ccedil;a-do-tomateiro no Distrito Federal. Horticultura Brasileira, v.10, p.33-34, 1992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0006-8705201100010001200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">COELHO, M.C.F.; FRAN&Ccedil;A, F.H. Biologia, quetotaxia da larva e descri&ccedil;&atilde;o da pupa e adulto da tra&ccedil;a-do-tomateiro. Pesquisa Agropecu&aacute;ria Brasileira, v.22, p.129-135, 1987.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0006-8705201100010001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">C&Ocirc;NSOLI, F.L.; PARRA, J.R.P.; HASSAN, S.A. Side-effects of insecticides used in tomato fields on the egg parasitoid <i>Trichogramma pretiosum</i> Ridley (Hym., Trichogrammatidae), a natural enemy of <i>Tuta absoluta</i> (Meyrick) (Lep., Gelechiidae). 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Anais da Sociedade Entomol&oacute;gica do Brasil, v.24, p.587-591, 1995.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0006-8705201100010001200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">MAKISHIMA, N.; MIRANDA, J.E.C. Cultivo do tomate (Lycopersicum esculentum Mill.). Bras&iacute;lia, DF: EMBRAPA-CNPH, 1992. 22p. (EMBRAPA-CNPH. Instru&ccedil;&otilde;es T&eacute;cnicas, 11)</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0006-8705201100010001200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">MEDEIROS, M.A.; VILELA, N.J.; FRAN&Ccedil;A, F.H. Efici&ecirc;ncia t&eacute;cnica e econ&ocirc;mica do controle biol&oacute;gico da tra&ccedil;a-do-tomateiro em ambiente protegido. Horticultura Brasileira, v.24, p.180-184, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0006-8705201100010001200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">MEDEIROS, M.A.; VILLAS B&Ocirc;AS, G.L.; VILELA, N.J.; CARRIJO, O.A. Estudo preliminar do controle biol&oacute;gico da tra&ccedil;a-do-tomateiro com o parasitoide <i>Trichogramma pretiosum</i> em ambiente protegido. Horticultura Brasileira, v.27, p. 80-85,    2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0006-8705201100010001200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">MICHEREFF FILHO, M.; VILELA, E.F. Tra&ccedil;a-do-tomateiro, <i>Tuta absoluta</i> (Lepidoptera: Gelechiidae). In: VILELA, E.F.; ZUCHHI, R.A.; CANTOR, F. (Ed.). Hist&oacute;rico e impacto das pragas introduzidas no Brasil. Ribeir&atilde;o Preto: Holos, 2000. p. 81-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0006-8705201100010001200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">MIRANDA, M.M.M.; PICAN&Ccedil;O, M.; ZAN&Uacute;NCIO, J.C.; GUEDES, R.N.C. Ecological life table of <i>Tuta absoluta</i> (Meyrick) (Lepidoptera: Gelechiidae). Biocontrol Science Technology, v.8, p.597-606, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0006-8705201100010001200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">NORDLUND, D.A.; CHALFAND, R.B.; LEWIS, W.J. Arthropod populations, yield and damage in monocultures and polycultures of corns, beans and tomatoes. Agriculture, Ecosystems and Environmental, v.11, p.353-367, 1984.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0006-8705201100010001200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">PRATISSOLI, D.; PARRA, J.R.P. Sele&ccedil;&atilde;o de linhagens de <i>Trichogramma pretiosum</i> Riley (Hymenoptera: Trichogrammatidae) para o controle das tra&ccedil;as <i>Tuta absoluta</i> (Meyrick) e <i>Phthorimaea operculella</i> (Zeller) (Lepidoptera: Gelechiidae). Neotropical Entomology, v.30, p.277-282, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0006-8705201100010001200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">PRATISSOLI, D.; THULER, R.T.; ANDRADE, G.S; ZANOTTI. L.C.M.; SILVA, A.F. Estimativa de <i>Trichogramma pretiosum</i> para o controle de <i>Tuta absoluta</i> em tomateiro estaqueado. Pesquisa Agropecu&aacute;ria Brasileira, v.40, p.715-718, 2005a.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0006-8705201100010001200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">PRATISSOLI, D.; VIANNA, U.R.; ZAGO, H.B.; PASTORI, P.L. Capacidade de dispers&atilde;o de <i>Trichogramma</i> em tomateiro estaqueado. Pesquisa Agropecu&aacute;ria Brasileira, v.40, p.613-616,    2005b.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0006-8705201100010001200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">SOUTHWOOD, T.R.E. Ecological methods with particular references to the study of insect populations. 2.ed. London: Chapman &amp; Hall, 1978. 524p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0006-8705201100010001200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">SYSTAT SOFTWARE INC. SigmaStat 3.1. for windows. Richmond: INSO Corporation, 2004. 848p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0006-8705201100010001200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">TORRES, J.B.; FARIA, C.A.; EVANGELISTA JUNIOR, W.S.; PRATISSOLI, D. Within-plant distribution of the leaf miner <i>Tuta absoluta</i> (Meyrick) immatures in processing tomatoes, with notes on plant phenology. International Journal of Pest Management, v.47, p.173-178, 2001</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0006-8705201100010001200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">TORRES, J.B.; EVANGELISTA JUNIOR, W.S.; BARROS, R.; GUEDES, R.N.C.. Dispersal <i>of Podisus nigrispinus</i> (Het., Pentatomidae) nymphs preying on tomato leafminer: effect of predator release time, density and starvation level. Journal of Applied Entomology, v.126, p.326-332, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0006-8705201100010001200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">VIVAN, L.M.; TORRES, J.B.; VEIGA, A.F.S.L. Development and reproduction of a predatory stinkbug, <i>Podisus nigrispinus</i>, in relation to two different prey types and environmental conditions. Biocontrol, v.48, p.155-168, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0006-8705201100010001200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">VIVAN, L.M.; TORRES, J.B.; VEIGA, A.F.S.L.; ZAN&Uacute;NCIO, J.C. Comportamento de preda&ccedil;&atilde;o e convers&atilde;o alimentar de <i>Podisus nigrispinus</i> sobre a tra&ccedil;a-do-tomateiro. Pesquisa Agropecu&aacute;ria Brasileira, v.37, p.581-587, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0006-8705201100010001200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">WAJNBERG, E.; HASSAN, S.A. Biological control with eggs parasitoids. Wallingford: Cab International, 1994. 286p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0006-8705201100010001200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Recebido: 11/dez./2007; Aceito: 27/mai./2010</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="not"></a><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#titulo">*</a> Autora correspondente.</font></p>      ]]></body><back>
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