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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efetividade da terapia anti-retroviral dupla e tríplice em crianças infectadas pelo HIV]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: The use of antiretroviral therapy in HIV-infected children has been a widely discussed issue. The aim of this study was to compare the effectiveness of dual nucleoside analogue reverse transcriptase inhibitor (NRTI) regimens and three-drug regimens [2NRTI+ non-nucleoside reverse transcriptase inhibitor (NNRTI) or protease inhibitor (PI)] in a cohort of HIV-infected children. METHODS: The study was carried out in a referral center for the management of infected children, which is affiliated with the School of Medicine of Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Those children whose antiretroviral therapy was implemented between January 1998 and December 2000 and who were followed up until December 2001 were included in the study. Therapeutic failure or death was regarded as the endpoint in our analysis. RESULTS: A total of 101 patients were assessed, 58 (57.4%) on dual therapy and 43 (42.6%) on triple therapy. No statistically significant difference was observed between the groups in terms of gender, age, CD4+ count and baseline viral load. The average duration of dual therapy was 26.3 months (95%CI 21.3-31.3) and that of triple therapy was 34.3 months (95%CI 29.2-39.5%). There was therapeutic failure in 33 (56.9%) patients on dual therapy and in 11 (25.6%) patients on triple therapy (log rank = 5.03; p = 0.025). The relative risk of therapeutic failure of the dual therapy was 2.2 times higher (95%CI = 1.3-3.9). The percentage of initial CD4+ T cells was a predictor of risk for therapeutic failure (p = 0.001). Patients on triple therapy showed a more remarkable reduction in their viral load (p = 0.001). CONCLUSION: Triple therapy was efficient for a longer time period and showed better virologic response than dual therapy in this cohort of HIV-infected children. Therefore, triple therapy should be the treatment of choice.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Síndrome da imunodeficiência adquirida]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana" size="2"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="4"><a name="topo"></a><b>Efetividade da terapia    anti-retroviral dupla e tríplice em crianças infectadas pelo HIV</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Roberta M. C. Romanelli<sup>I</sup>; Jorge    A. Pinto<sup>II</sup>; Laura J. Melo<sup>III</sup>; Mariana A. Vasconcelos<sup>IV</sup>;    Rafael de Matos Pereira<sup>V</sup></b></font></p>      <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Especialista em Pediatria, com &Aacute;rea    de Atua&ccedil;&atilde;o em Infectologia Pedi&aacute;trica. Doutoranda em Pediatria,    Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte,    MG    <br>   <sup>II</sup>Professor adjunto, Doutor, Coordenador, Grupo de AIDS Materno-Infantil,    Departamento de Pediatria, Faculdade de Medicina, UFMG, Belo Horizonte, MG    <br>   <sup>III</sup>Residente de Pediatria, Hospital das Cl&iacute;nicas, UFMG, Belo    Horizonte, MG    <br>   <sup>IV</sup>Residente de Pediatria, Hospital das Cl&iacute;nicas, UFMG, Belo    Horizonte, MG    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>V</sup>Residente, Cl&iacute;nica M&eacute;dica, Funda&ccedil;&atilde;o    Hospitalar do Estado de Minas Gerais (FHEMIG), Belo Horizonte, MG</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p>  <hr size="1" noshade>     <p> <font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>      <p><font size="2" face="Verdana"><b>OBJETIVOS:</B> Como iniciar a terapia anti-retroviral  &eacute; uma quest&atilde;o amplamente discutida no manejo de crian&ccedil;as  infectadas pelo HIV. O objetivo deste estudo foi comparar a efetividade da terapia  dupla e tr&iacute;plice em uma coorte de crian&ccedil;as infectadas pelo HIV.    <br> <B>M&Eacute;TODO:</B> Este estudo foi realizado em um servi&ccedil;o de refer&ecirc;ncia  para assist&ecirc;ncia &agrave; crian&ccedil;a infectada da Faculdade de Medicina  da UFMG. Foram inclu&iacute;das crian&ccedil;as que iniciaram o primeiro regime  anti-retroviral entre janeiro de 1998 e dezembro de 2000, com seguimento at&eacute;  dezembro de 2001. O evento final para an&aacute;lise foi a primeira falha terap&ecirc;utica  ou &oacute;bito.    <br> <b>RESULTADOS: </b>Foram analisados 101 pacientes, sendo 58 (57,4%) e 43 (42,6%)  com terapia dupla e tr&iacute;plice, respectivamente. N&atilde;o houve diferen&ccedil;a  entre os grupos quanto ao sexo, idade, contagem de linf&oacute;citos CD4+ e carga  viral basal. A m&eacute;dia de dura&ccedil;&atilde;o da terapia dupla foi de 26,3  meses (IC95% 21,3-31,3) e da terapia tr&iacute;plice, de 34,3 meses (IC95% 29,2-39,5%).  Falha terap&ecirc;utica ocorreu em 33 (56,9%) pacientes em terapia dupla e 11  (25,6%) em terapia tr&iacute;plice (log rank 5,03; p = 0,025). O risco relativo  de falha para terapia dupla foi 2,2 vezes maior (IC = 1,3-3,9). O percentual de  linf&oacute;citos T CD4+ inicial foi preditor de risco para falha terap&ecirc;utica  (p = 0,001). Pacientes em terapia tr&iacute;plice apresentaram maior redu&ccedil;&atilde;o  da carga viral (p = 0,001).    <br> <B>CONCLUS&Atilde;O:</B> A terapia tr&iacute;plice permaneceu eficaz por mais  tempo e apresentou melhor resposta virol&oacute;gica do que a terapia dupla nesta  coorte de crian&ccedil;as infectadas pelo HIV, justificando a sua escolha como  regime preferencial de tratamento.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana"><B>Palavras-chave:</b> S&iacute;ndrome da imunodefici&ecirc;ncia adquirida, agentes  anti-HIV, terap&ecirc;utica.</font></p>  <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">A terapia anti-retroviral (ARV) sofreu importantes    modifica&ccedil;&otilde;es desde o in&iacute;cio da epidemia do HIV. Desde a    aprova&ccedil;&atilde;o da zidovudina (AZT) pelo Food and Drug Administration    (FDA), as recomenda&ccedil;&otilde;es para o uso das drogas em crian&ccedil;as    v&ecirc;m ap&oacute;s as recomenda&ccedil;&otilde;es feitas para adultos, devido    a quest&otilde;es &eacute;ticas, dificuldades de definir doses e de conduzir    ensaios cl&iacute;nicos nessa faixa et&aacute;ria<sup>1</sup>.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Apesar dos benef&iacute;cios cl&iacute;nicos    inicialmente observados com o AZT, verificou-se que a monoterapia mantinha efic&aacute;cia    por curto prazo, e a associa&ccedil;&atilde;o de drogas foi necess&aacute;ria    para uma resposta terap&ecirc;utica mais eficiente. No in&iacute;cio da d&eacute;cada    de 1990, novos inibidores da transcriptase reversa an&aacute;logos de nucleot&iacute;deos    (ITRN) foram liberados, e a terapia dupla, constitu&iacute;da pela associa&ccedil;&atilde;o    de dois ITRN, foi recomendada com o objetivo de alcan&ccedil;ar melhor resposta    terap&ecirc;utica<sup>2-4</sup>.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Em 1995, os inibidores da protease (IP) deram    novas perspectivas para o tratamento da AIDS, uma vez que seu uso no esquema    terap&ecirc;utico demonstrou maior dura&ccedil;&atilde;o da resposta terap&ecirc;utica,    com maior recupera&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de linf&oacute;citos T    CD4+ e maior redu&ccedil;&atilde;o da carga viral, sendo disponibilizados para    crian&ccedil;as apenas em 1997<sup>2,5,6</sup>. Em seguida, os inibidores da    transcriptase reversa n&atilde;o an&aacute;logos de nucleot&iacute;deos (ITRNN)    tamb&eacute;m foram acrescentados ao arsenal terap&ecirc;utico, sendo liberados    para crian&ccedil;as ap&oacute;s 1998<sup>2</sup>. Assim, com os novos anti-retrovirais,    surgiu a terapia tr&iacute;plice, formada por dois ITRN e um IP<sup>6-8</sup>    ou dois ITRN e um ITRNN<sup>9</sup>. A erradica&ccedil;&atilde;o da replica&ccedil;&atilde;o    viral passou a ser visada, e recomendava-se a terapia precoce e agressiva como    base do tratamento ARV<sup>10-12</sup>.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">A terapia combinada modificou a evolu&ccedil;&atilde;o    da AIDS, aumentando a expectativa de vida de adultos e crian&ccedil;as<sup>13-15</sup>.    Entretanto, no come&ccedil;o da terceira d&eacute;cada da pandemia de HIV/AIDS,    um grande n&uacute;mero de reflex&otilde;es e questionamentos modificaram as    diretrizes do tratamento ARV. A combina&ccedil;&atilde;o de ARV dispon&iacute;veis    para terapia altamente ativa (HAART) n&atilde;o foi capaz de erradicar o HIV,    sendo que a supress&atilde;o da replica&ccedil;&atilde;o viral nem sempre &eacute;    alcan&ccedil;ada<sup>16,17</sup>. At&eacute; adultos com boa resposta imunol&oacute;gica    e virol&oacute;gica em uso de HAART apresentam dura&ccedil;&atilde;o aproximada    da supress&atilde;o viral em torno de 2 anos<sup>18</sup>. Al&eacute;m disso,    ades&atilde;o, efeitos colaterais e a toxicidade das drogas, como lipodistrofia    e hiperglicemia, interferem na qualidade de vida, principalmente em pacientes    assintom&aacute;ticos<sup>19</sup>.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Uma das quest&otilde;es sobre o tratamento refere-se    aos benef&iacute;cios da introdu&ccedil;&atilde;o de ARV a pacientes assintom&aacute;ticos    ou postergar o tratamento. At&eacute; agora, os benef&iacute;cios potenciais    da terapia precoce n&atilde;o demonstraram sobrepor os riscos de um tratamento    prolongado. Por essa raz&atilde;o, as recomenda&ccedil;&otilde;es atuais sugerem    postergar tratamento at&eacute; em adultos<sup>20-22</sup>.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Outra importante discuss&atilde;o refere-se a    qual seria o melhor esquema para iniciar terapia. O Consenso Brasileiro de Terapia    de Crian&ccedil;as Infectadas pelo HIV de 2004<sup>23</sup> ainda recomenda    terapia dupla para pacientes com manifesta&ccedil;&otilde;es leves ou moderadas    da doen&ccedil;a.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Este estudo teve por objetivo a avalia&ccedil;&atilde;o    da efetividade de diferentes regimes ARV em crian&ccedil;as atendidas em um    centro de treinamento e refer&ecirc;ncia para HIV/AIDS em Belo Horizonte, verificando    a resposta e a dura&ccedil;&atilde;o da terapia dupla e tr&iacute;plice. Avaliou-se    tamb&eacute;m a idade, contagem de linf&oacute;citos T CD4+ e carga viral ao    in&iacute;cio do tratamento como fatores preditores da dura&ccedil;&atilde;o    do primeiro tratamento e a resposta imunol&oacute;gica e virol&oacute;gica ap&oacute;s    8 a 12 semanas de ARV.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b>M&eacute;todos</b></font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Estudo de coorte retrospectiva, observacional,    conduzido no Centro de Treinamento e Refer&ecirc;ncia em Doen&ccedil;as Infecto-Parasit&aacute;rias    (CTR/DIP) da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).    Os pacientes tiveram o diagn&oacute;stico da infec&ccedil;&atilde;o pelo HIV    definido pelos m&eacute;todos padr&atilde;o e foram acompanhados com avalia&ccedil;&atilde;o    cl&iacute;nica, imunol&oacute;gica e virol&oacute;gica a intervalos aproximados    de 3 meses<sup>23,24</sup>.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">A contagem de linf&oacute;citos <i>T-helper</i>    CD4+ T-auxiliares foi realizada pela citometria de fluxo, usando o Coulter EPICS-XL<sup>&reg;</sup>    ou o Becton Dickson Facs Count<sup>&reg;</sup>. A carga viral plasm&aacute;tica    foi realizada pelo seq&uuml;enciamento de nucleos&iacute;deo baseado em amplifica&ccedil;&atilde;o    (NASBA - Organon-Teknica<sup>&reg;</sup>).</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Foram crit&eacute;rios de inclus&atilde;o: a)    pacientes abaixo de 13 anos com o diagn&oacute;stico de HIV/AIDS com a primeira    terapia ARV; b) ARV iniciada de janeiro de 1998 a dezembro de 2000. Pacientes    em que a &uacute;ltima visita cl&iacute;nica tenha ocorrido em per&iacute;odo    superior a 6 meses foram considerados perda de seguimento e n&atilde;o foram    inclu&iacute;dos na an&aacute;lise.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Os grupos de terapia foram: a) dupla (dois NRTI)    e b) tr&iacute;plice (dois NRTI + um IP ou um ITRNN). Os pacientes foram divididos    entre doen&ccedil;a leve/moderada ou avan&ccedil;ada, considerando a classifica&ccedil;&atilde;o    do Centers for Disease Control and Prevention (CDC)<sup>25</sup>: leve/moderado    para as categorias N1, N2, A1, A2, B1, B2, e avan&ccedil;ada para as categorias    N3, A3, B3, C1, C2, C3.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Apesar de o Consenso Brasileiro de Terapia Anti-retroviral    em Crian&ccedil;as Infectadas pelo HIV<sup>23</sup> recomendar a terapia dupla    em crian&ccedil;as com doen&ccedil;a leve ou moderada, outros grupos j&aacute;    recomendavam a terapia tr&iacute;plice ou HAART<sup>24,26</sup>. Na popula&ccedil;&atilde;o    estudada, a escolha do regime anti-retroviral ficou a cargo do m&eacute;dico    assistente, n&atilde;o havendo interfer&ecirc;ncia da equipe de pesquisadores.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Os crit&eacute;rios de resposta terap&ecirc;utica,    falha terap&ecirc;utica e intoler&acirc;ncia seguiram as defini&ccedil;&otilde;es    do Consenso Brasileiro de Terapia Anti-retroviral em Crian&ccedil;as infectadas    pelo HIV<sup>23</sup> e do Consenso Americano para o uso de Terapia Anti-retroviral    em Infec&ccedil;&atilde;o pelo HIV em Pediatria<sup>24</sup>.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Caracter&iacute;sticas dos grupos de terapia    no in&iacute;cio do tratamento foram avaliadas usando qui-quadrado (<font face="Symbol">c</font><sup>2</sup>)    e teste <i>t</i>. A propor&ccedil;&atilde;o de falha entre os grupos foi analisada    pela curva de sobrevida usando Kaplan-Meyer e o teste de <i>log rank</i>. O    risco relativo (RR) para a ocorr&ecirc;ncia do evento nos grupos de terapia    tamb&eacute;m foi calculado com intervalo de confian&ccedil;a (IC) a 95%. Ao    in&iacute;cio da terapia, a idade, o CD4+ e a carga viral foram avaliados como    fatores preditores para o t&eacute;rmino da primeira terapia atrav&eacute;s    de teste <i>t</i>.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Os dados foram analisados utilizando o pacote    estat&iacute;stico SPSS para Windows vers&atilde;o 8.0. Diferen&ccedil;a estat&iacute;stica    foi considerada quando p &lt; 0,05.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os dados foram confidenciais, e o consentimento    para utiliza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es foi obtido dos pais    ou respons&aacute;veis legais das crian&ccedil;as. O estudo foi aprovado pelo    comit&ecirc; de &eacute;tica em pesquisa (COEP) da UFMG.</font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b>Resultados</b> </font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Cento e quinze crian&ccedil;as preencheram os    crit&eacute;rios de inclus&atilde;o. Quatro delas foram consideradas perda de    seguimento e n&atilde;o se diferiram significantemente do grupo analisado no    que se refere ao sexo, idades, esquema terap&ecirc;utico, classifica&ccedil;&atilde;o,    contagem de CD4+ e carga viral.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Sessenta e cinco pacientes estavam em terapia    dupla (86,1% usando AZT+ddI) e 46 estavam em terapia tr&iacute;plice (71,7%    usando AZT+ddI+NFV). Outros esquemas terap&ecirc;uticos utilizados foram: AZT+3TC;    d4T+ddI; AZT+3TC+NFV; d4T+ddI+NFV; AZT+ddI+EFF; AZT+ddI+RTV; e AZT+3TC+RTV.    Dez pacientes tiveram a terapia inicial modificada em fun&ccedil;&atilde;o da    intoler&acirc;ncia ou toxicidade e foram exclu&iacute;dos da an&aacute;lise.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Assim, a efetividade da primeira terapia ARV    foi avaliada em 101 pacientes, sendo 58 e 43 em terapia dupla e tr&iacute;plice,    respectivamente. A distribui&ccedil;&atilde;o de idade, classifica&ccedil;&atilde;o,    sexo, contagem de linf&oacute;citos T CD4+ e carga viral no in&iacute;cio da    terapia foram semelhantes em ambos os grupos (<a href="/img/revistas/jped/v82n4/a06tab01.gif">Tabela    1</a>).</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Quatro pacientes morreram, todos no grupo de    terapia dupla inicial. A falha terap&ecirc;utica foi observada em 33 (56,9%)    pacientes em terapia dupla e em 11 (25,6%) do grupo em terapia tr&iacute;plice.    Quando comparados com o grupo em terapia tr&iacute;plice, os pacientes em terapia    dupla apresentaram RR de falha terap&ecirc;utica de 2,2 (IC95% 1,3-3,9). A falha    terap&ecirc;utica ocorreu por falha virol&oacute;gica em 19 (43,2%), falha virol&oacute;gica    e cl&iacute;nica em cinco (11,4%), falha virol&oacute;gica e imunol&oacute;gica    em tr&ecirc;s (6,8%), falha virol&oacute;gica, imunol&oacute;gica e cl&iacute;nica    em um (2,3%), falha cl&iacute;nica em quatro (9,1%), falha imunol&oacute;gica    em dois (4,5%), falha cl&iacute;nica e imunol&oacute;gica em dois (4,5%), dois    &oacute;bitos (4,5%) e n&atilde;o definida em seis (13,7%).</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">A dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia da terapia    dupla inicial foi de 26,3 meses (IC95% 29,2-39,5) e, para terapia tr&iacute;plice,    foi de 34,3 meses (IC95% 29,2-39,5), com <i>log rank</i> = 5.03 e p = 0,025.    A m&eacute;dia de diferen&ccedil;a da dura&ccedil;&atilde;o entre os grupos    de terapia foi de 8 meses (<a href="#fig1">Figura 1</a>)</font></p>      <p><a name="fig1"></a></p>      <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/jped/v82n4/a06fig01.gif"></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font size="2" face="Verdana">Quando os pacientes foram estratificados de acordo    com a gravidade da doen&ccedil;a, n&atilde;o houve diferen&ccedil;a estat&iacute;stica    entre os grupos de terapia considerando doen&ccedil;a leve/moderada (<i>log    rank</i> = 0,14 e p = 0,71). Entretanto, para pacientes com doen&ccedil;a avan&ccedil;ada,    a diferen&ccedil;a estat&iacute;stica do benef&iacute;cio da dura&ccedil;&atilde;o    da terapia tr&iacute;plice foi ainda maior (<i>log rank</i> = 16,33 e p &lt;    0,001).</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Considerando que os grupos foram compar&aacute;veis    ao in&iacute;cio do tratamento (<a href="/img/revistas/jped/v82n4/a06tab01.gif">Tabela 1</a>),    apenas o percentual de linf&oacute;citos T CD4+ demonstrou diferen&ccedil;a    estat&iacute;stica nos grupos de sucesso ou falha da primeira terapia ARV (<a href="/img/revistas/jped/v82n4/a06tab02.gif">Tabela    2</a>).</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">A resposta imunol&oacute;gica e virol&oacute;gica    comparada entre terapia dupla e tr&iacute;plice ap&oacute;s 8 a 12 semanas de    terapia ARV demonstrou maior redu&ccedil;&atilde;o da carga viral nos pacientes    com terapia tr&iacute;plice (<a href="/img/revistas/jped/v82n4/a06tab03.gif">Tabela    3</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b> Discuss&atilde;o</b></font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados demonstraram que as crian&ccedil;as    infectadas pelo HIV alcan&ccedil;aram melhores resultados no tratamento com    a terapia ARV tr&iacute;plice, que apresentou maior redu&ccedil;&atilde;o da    carga viral (p = 0,001), maior dura&ccedil;&atilde;o (p = 0,025) e menor n&uacute;mero    de casos com falha terap&ecirc;utica (RR = 2,2 para terapia dupla). O per&iacute;odo    de inclus&atilde;o foi estabelecido para evitar vi&eacute;s de sele&ccedil;&atilde;o,    considerando a hist&oacute;ria do tratamento ARV dispon&iacute;vel e evitando    diferen&ccedil;as atribu&iacute;das &agrave; maior dura&ccedil;&atilde;o da    terapia dupla.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Embora a resposta virol&oacute;gica ap&oacute;s    8 a 12 semanas de terapia ARV tenha demonstrado maior redu&ccedil;&atilde;o    da carga viral em pacientes usando terapia tr&iacute;plice (p = 0,001), nenhuma    diferen&ccedil;a estat&iacute;stica foi encontrada na resposta imunol&oacute;gica.    Entretanto, menor CD4+ percentual no in&iacute;cio do tratamento demonstrou    ser o melhor preditor de falha terap&ecirc;utica (p = 0,001). Essa &eacute;    uma importante informa&ccedil;&atilde;o, considerando o melhor momento para    iniciar tratamento, antes do acometimento do sistema imunol&oacute;gico<sup>27,28</sup>.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">A ades&atilde;o &eacute; essencial para uma boa    resposta terap&ecirc;utica, e dificuldades de compreens&atilde;o, administra&ccedil;&atilde;o    e conserva&ccedil;&atilde;o das drogas s&atilde;o determinantes nesses casos.    Considerando os efeitos adversos da ARV e os regimes que requerem grandes volumes    de drogas, sup&otilde;e-se que a ades&atilde;o &agrave; terapia tr&iacute;plice    seja pior que &agrave; terapia dupla. Entretanto, mesmo com essa suposta pior    ades&atilde;o, a an&aacute;lise da curva de sobrevida para a primeira terapia    dupla e tr&iacute;plice demonstrou beneficio desta &uacute;ltima (<a href="#fig1">Figura    1</a>).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Estudos internacionais demonstraram vantagens    da terapia tr&iacute;plice na popula&ccedil;&atilde;o pedi&aacute;trica. O estudo    PENTA 5<sup>6</sup> demonstrou superioridade de regime contendo IP em crian&ccedil;as    virgens de tratamento. Embora o presente estudo n&atilde;o tenha sido randomizado,    o grupo em terapia tr&iacute;plice apresentou benef&iacute;cios virol&oacute;gicos    semelhantes, com redu&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 2,5 <i>log</i> na carga    viral plasm&aacute;tica ap&oacute;s 8 a 12 semanas de tratamento (<a href="/img/revistas/jped/v82n4/a06tab03.gif">Tabela    3</a>).</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Nachman et al.<sup>7</sup> (PACTG 338) publicaram    os resultados de um ensaio cl&iacute;nico com pacientes j&aacute; em uso de    NRTI, que poderia ter prejudicado a resposta virol&oacute;gica. A terapia tr&iacute;plice    (AZT+3TC+RTV) apresentou maior n&uacute;mero de pacientes com carga viral indetect&aacute;vel    por maior per&iacute;odo de tempo. Para evitar interfer&ecirc;ncia de qualquer    terapia pr&eacute;via, o presente estudo avaliou apenas pacientes em seu primeiro    regime ARV.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Gortmaker et al.<sup>14</sup> (PACTG 219) enfatizaram    os benef&iacute;cios adquiridos ap&oacute;s introdu&ccedil;&atilde;o dos IP    em pediatria, principalmente a redu&ccedil;&atilde;o da mortalidade em crian&ccedil;as    com HIV/AIDS. Ressalta-se tamb&eacute;m a import&acirc;ncia da metodologia empregada    no presente estudo. A an&aacute;lise retrospectiva de condutas estabelecidas    &eacute; importante para definir novas diretrizes. A gravidade da doen&ccedil;a    &eacute; uma importante vari&aacute;vel a ser controlada<sup>7,8,14</sup> e    essa recomenda&ccedil;&atilde;o foi seguida nesta avalia&ccedil;&atilde;o. A    diferen&ccedil;a entre terapias foi inclusive maior quando se considerou pacientes    mais graves.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Considerando a avalia&ccedil;&atilde;o de valores    preditores para resposta terap&ecirc;utica em crian&ccedil;as descrita na literatura<sup>29</sup>,    o presente estudo identificou o percentual de CD4+ inicial como preditor da    primeira falha terap&ecirc;utica (<a href="/img/revistas/jped/v82n4/a06tab02.gif">Tabela 2</a>).    Esses valores correspondem &agrave; categoria imunol&oacute;gica 2, que define    indica&ccedil;&atilde;o de tratamento. A avalia&ccedil;&atilde;o do CD4+ deve    considerar a faixa et&aacute;ria pedi&aacute;trica, que pode ter sido prejudicada    pelo n&uacute;mero reduzido de pacientes em cada grupo estratificado.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">A carga viral inicial n&atilde;o demonstrou ter    valor preditivo na ocorr&ecirc;ncia do evento. Esta avalia&ccedil;&atilde;o    pode ter sido prejudicada pela dificuldade em definir quais valores poderiam    ser considerados altos para indicar tratamento<sup>10,13,23,29</sup>.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo da terapia &eacute; obter maior redu&ccedil;&atilde;o    da carga viral pelo maior per&iacute;odo de tempo poss&iacute;vel. Al&eacute;m    disso, a detec&ccedil;&atilde;o da replica&ccedil;&atilde;o &eacute; relacionada    &agrave; maior possibilidade de emerg&ecirc;ncia de resist&ecirc;ncia e de falha    virol&oacute;gica<sup>11,22,24</sup>. Com a HAART, adultos mant&ecirc;m supress&atilde;o    de carga viral por pelo menos 2 anos, evento considerado mais raro em crian&ccedil;as.    Conseq&uuml;entemente, a redu&ccedil;&atilde;o da carga viral esperada segue    os crit&eacute;rios de consenso para defini&ccedil;&atilde;o de boa resposta    terap&ecirc;utica<sup>23,24</sup>. Neste estudo, a resposta eficaz apresentou    uma dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 2 anos e 10 meses para os pacientes    em terapia tr&iacute;plice, dado compat&iacute;vel com adultos.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Considerando os ARV atualmente dispon&iacute;veis,    o uso do esquema tr&iacute;plice &eacute; recomendado para crian&ccedil;as infectadas    pelo HIV quando o tratamento &eacute; indicado, devido a uma melhor resposta    virol&oacute;gica e maior dura&ccedil;&atilde;o desse esquema terap&ecirc;utico    descrito na literatura e nos resultados apresentados neste estudo. Quando indicado,    &eacute; essencial que se inicie com o esquema ARV mais eficaz dispon&iacute;vel,    pois pacientes sem exposi&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via aos medicamentos apresentam    melhor resposta terap&ecirc;utica<sup>22,24,29</sup>.</font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana"><b>Refer&ecirc;ncias</b> </font></p>      <!-- ref --><p> <font size="2" face="Verdana">1. US Food and Drug Administration. Antiretroviral    HIV drug approvals and pediatric labeling information &#91;atualizado out 2005&#93;.    <a href="http://www.fda.gov/oashi/aids/status.html" target="_blank">http://www.fda.gov/oashi/aids/status.html</a>.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0021-7557200600050000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2. Englund JA, Baker CJ, Raskino C, McKinney    RE, Petrie B, Fowler MG, et al.; For the AIDS Clinical Trials Group 152 Study    Team. Zidovudine, didanosine or both as the initial treatment for symptomatic    HIV-infected children. N Engl J Med. 1997;336:1704-12.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0021-7557200600050000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3. McKinney RE Jr, Johnson GM, Stanley K, Yong    FH, Keller A, O'Donnell KJ, et al. A randomized study of combined zidovudine-lamivudine    versus didanosine monotherapy in children with symptomatic therapy-na&iuml;ve    HIV-1 infection. The Pediatric AIDS Clinical Trials Group 300 Study Team. J    Pediatr. 1998;133:500-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0021-7557200600050000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4. A randomized double-blind trial of the addition    of lamivudine or matching placebo to current nucleoside analogue reverse transcriptase    inhibitor therapy in HIV-infected children: the PENTA-4 trial. Paediatric European    Network for Treatment of AIDS. AIDS. 1998;12:F151-60.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0021-7557200600050000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">5. Essajee SM, Kim M, Gonzales C, Rigaud M, Kaul    A, Chandwani S, et al. Immunologic and virologic responses to HAART in severely    immunocompromised HIV-1 infected children. AIDS. 1999;13:2523-32.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0021-7557200600050000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">6. Gibb DM. A randomized trial evaluating three    NRTI regimens with and without nelfinavir in HIV-infected children: 48 week    follow-up from the Penta 5 trial. AIDS. 2000;14 Suppl 4:58.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0021-7557200600050000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">7. Nachman SA, Stanley K, Yogev R, Pelton S,    Wiznia A, Lee S, et al. Nucleoside analogs plus ritonavir in stable antiretroviral    therapy-experienced HIV-infected children - a Randomized Controlled Trial. JAMA.    2000;283:492-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0021-7557200600050000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">8. Gibb DM, Newberry A, Klein N, Rossi A, Grosch-Woener    I, Babiker A. Immune repopulation after HAART in previously untreated HIV-1    infected children. Paediatric European Network for Treatment of AIDS (PENTA)    Steering Committee. Lancet. 2000;355:1331-2.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0021-7557200600050000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">9. Burchett SK, Carey V, Yong F, Sullivan J,    Sulzbacher S, Civitello L, et al. Virologic activity of didanosine (ddI), zidovudine    (AZT) and nevirapine (NVP) combinations in pediatric subjects with advanced    HIV disease (ACTG 245). In: 5th Conference on Retroviruses and Opportunistic    Infections; 1998 Feb 1-5; Chicago. (Abstract 271.)</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0021-7557200600050000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">10. Luzuriaga K, McManus M, Catalina M, Mayack    S, Sharkey M, Stevenon M, et al. Early therapy of vertical human immunodeficiency    virus type 1 (HIV-1) infection: control of viral replication and absence of    persistent HIV-1 specific immune responses. J Virol. 2000;74:6984-91.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0021-7557200600050000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">11. Palumbo PE. Antiretroviral therapy of HIV    infection in children. Pediatr Clin N Am. 2000;47:155-69.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0021-7557200600050000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">12. Ho DD. Time to hit HIV, early and hard. N    Engl J Med. 1995;333:450-1.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0021-7557200600050000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">13. Sharland M, Gibb D, Giaquinto C. Current    evidence for the use of paediatric antiretroviral therapy - a PENTA analysis.    Eur J Pediatr. 2000;159:649-56.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0021-7557200600050000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">14. Gortmaker SL, Hughes M, Cervia J, Brady M,    Johnson GM, Seage GR, et al. Effect of combination therapy including protease    inhibitors on mortality among children and adolescents infected with HIV-1.    N Engl J Med. 2001;345:1522-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0021-7557200600050000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">15. de Martino M, Tovo PA, Balducci M, Galli    L, Gabiano C, Rezza G, et al. Reduction in mortality with availability of antiretroviral    therapy for children with perinatal HIV-1 infection. Italian Register for HIV    Infection in Children and the Italian National AIDS Registry. JAMA. 2000;284:190-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0021-7557200600050000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">16. Dornadula G, Zhang H, VanUitert B, Stern    J, Livornese L Jr, Ingerman MJ, et al. Residual HIV-1 RNA in blood plasma of    patients taking suppressive highly active antiretroviral therapy. JAMA.1999;282:1627-32.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0021-7557200600050000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">17. Furtado MR, Callaway DS, Phair JP, Kunstman    KJ, Stanton JL, Macken CA, et al. Persistence of HIV-1 transcription in peripheral-blood    mononuclear cells in patients receiving potent antiretroviral therapy. N Engl    J Med. 1999;340:1614-22.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0021-7557200600050000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">18. Condra JH. Resisting resistance: maximizing    the durability of antiretroviral therapy. Ann Intern Med. 1998;128:951-4.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0021-7557200600050000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">19. Hirschel B, Francioli P. Progress and problems    in the fight against AIDS. N Engl J Med. 1998;338:906-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0021-7557200600050000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">20. Tebas P. When should antiretroviral therapy    be initiated? Medscape HIV/AIDS. 2002;8. <a href="http://www.medscape.com/Medscape/HIV/journal/2002/v08.n01/mha0117.02.teba/mha0117.02.teba-01.html" target="_blank">    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0021-7557200600050000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->http://www.medscape.com/Medscape/HIV/journal/2002/v08.n01/mha0117.02.teba/    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   mha0117.02.teba-01.html</a>. Acesso: 01/02/2001.</font></p>      <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">21. Eron IE. Initial therapy: when to start,    what to start with? In: 8th Conference on Retroviruses and Opportunistic Infections;    2001 Feb 4-8; Chicago. <a href="http://www.medscape.com/viewarticle/416522" target="_blank">http://www.medscape.com/viewarticle/416522</a>.    Acesso: 28/12/2001.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0021-7557200600050000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">22. Gallant JE. Antiretroviral therapy: starting,    continuing and fixing. Medscape HIV/AIDS Annual Update 2001. <a href="http://www.medscape.com/viewarticle/416522" target="_blank">    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0021-7557200600050000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->http://hiv.medscape.com/Medscape/HIV/AnnualUpdate/2001/mha.update06.03.gall/    <br>   mha04.gall-01.html</a>. Acesso: 22/11/2001.</font></p>      <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">23. Brasil, Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de,    Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional DST/AIDS. Guia de tratamento cl&iacute;nico    da infec&ccedil;&atilde;o pelo HIV em crian&ccedil;as. Consenso sobre terapia    anti-retroviral para crian&ccedil;as infectadas pelo HIV. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de; 2004. <a href="http://www.aids.gov.br/data/documents/storedDocuments/%7BB8EF5DAF-23AE-4891-AD36-1903553A3174%7D/%7B88FCFB9A-6418-47C5-9D9F-70440233DE94%7D/consensocriancas2004.pdf" target="_blank">    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0021-7557200600050000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->http://www.aids.gov.br/data/documents/storedDocuments/%7BB8EF5DAF-23AE-4891-    <br>   AD36-1903553A3174%7D/%7B88FCFB9A-6418-47C5-9D9F-70440233DE94%7D/    <br>   consensocriancas2004.pdf</a>. Acesso: 13/03/2005.</font></p>      <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">24. US Department of Health and Human Services,    HIV/AIDS Treatment Information Service. Guidelines for the use of antiretroviral    agents in pediatric HIV infection &#91;atualizado 3 nov 2005&#93;. <a href="http://aidsinfo.nih.gov/ContentFiles/PediatricGuidelines.pdf" target="_blank">http://aidsinfo.nih.gov/ContentFiles/PediatricGuidelines.pdf</a>.    Acesso: 20/11/2005.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S0021-7557200600050000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">25. Centers for Disease Control and Prevention.    Revised classification system of human immunodeficiency virus infection in children    less than 13 years of age. MMWR. 1994;43:1-10.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0021-7557200600050000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">26. Sharland M, di Zub GC, Ramos JT, Blanche    S, Gibb DM, PENTA Steering Committee. PENTA guidelines for the use of antiretroviral    therapy in paediatric HIV infection. Pediatric European Network for Treatment    of AIDS. HIV Med. 2002;3:215-26.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0021-7557200600050000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">27. Sterling TR, Chaisson RE, Moore RD. HIV-1    RNA, CD4 T-lymphocytes and clinical response to highly active antiretroviral    therapy. AIDS. 2001;15:2251-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0021-7557200600050000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">28. Mitsuyasu RT. How long can you go? Predictive    value of pretreatment CD4+ cell count and viral load. In: 8th Conference on    Retroviruses and Opportunistic Infections; 2001 Feb; Chicago. <a href="http://www.medscape.com/viewarticle/416528" target="_blank">http://www.medscape.com/viewarticle/416528</a>.    Acesso: 28/12/2001.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0021-7557200600050000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">29. Palumbo PE, Raskino C, Fiscus S, Pahwa S,    Fowler MG, Spector SA, et al. Predictive value of quantitative plasma HIV RNA    and CD4+ lymphocyte count in HIV-infected children. JAMA. 1998;279:756-61.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0021-7557200600050000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p>      <p> <font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><a href="#topo"><img src="/img/revistas/jped/v82n4/seta.gif" border="0"></a>    <b>Correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Jorge A. Pinto    <br>   Faculdade de Medicina - UFMG    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Av. Alfredo Balena, 190, 3&ordm; andar (DIP - Sala 3054), Santa Efig&ecirc;nia    <br>   CEP 30130-100 - Belo Horizonte, MG    <br>   E-mail: <a href="mailto:jpinto@medicina.ufmg.br">jpinto@medicina.ufmg.br</a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Artigo submetido em 23.11.05, aceito em 26.04.06.</font></p>       ]]></body><back>
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