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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Medicina de Viagem: uma nova área de atuação para o especialista em Doenças Infecciosas e Parasitárias]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade do Rio de Janeiro Escola de Medicina e Cirurgia ]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">CARTA    AO EDITOR</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="4"><a name="top"></a>Medicina    de Viagem: uma nova &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o para o especialista    em Doen&ccedil;as Infecciosas e Parasit&aacute;rias</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="3">Travel    Medicine: a new field of work for the specialist in Infectious and Parasitic    Diseases</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Faculdade    de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Escola de Medicina e    Cirurgia da Universidade do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back10">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Senhor Editor:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Nos &uacute;ltimos    anos, a &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o do especialista em Doen&ccedil;as    Infecciosas e Parasit&aacute;rias expandiu consideravelmente al&eacute;m das    nossas tradicionais doen&ccedil;as tropicais. As infec&ccedil;&otilde;es dos    pacientes imunodeficientes, assim como as infec&ccedil;&otilde;es nosocomiais,    por exemplo, t&ecirc;m se constitu&iacute;do numa &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o    importante dentro da nossa especialidade. A <i>Medicina de Viagem</i> existe    na Europa, na Am&eacute;rica do Norte e na Austr&aacute;lia h&aacute; algumas    d&eacute;cadas, sendo tratada inicialmente de uma maneira informal dentro dos    servi&ccedil;os de Medicina Tropical, evoluiu ao longo dos anos para os servi&ccedil;os    especializados existentes hoje em dia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Em 1990,    foi criada a Sociedade Internacional de <i>Medicina de Viagem</i> (ISTM), que    realiza congressos regulares a cada dois anos (em maio de 2003 dever&aacute;    ser realizada a oitava confer&ecirc;ncia) e edita uma revista bimestral (<i>Journal    of Travel Medicine</i>). Tr&ecirc;s anos depois, em 1993, criou-se a Sociedade    Francesa de <i>Medicina de Viagem</i>, que tamb&eacute;m realiza congressos    regularmente e edita um Manual. No Reino Unido, a <i>Medicina de Viagem</i>    foi adotada pelo Department of Health na sua nova estrat&eacute;gia de combate    &agrave;s doen&ccedil;as infecciosas<sup>13</sup>. No Brasil, o primeiro servi&ccedil;o    de <i>Medicina de Viagem</i>, o <i>Cives</i>, foi criado em mar&ccedil;o de    1997 por iniciativa de alguns professores de DIP da Faculdade de Medicina da    UFRJ<sup>8</sup>. Posteriormente, em S&atilde;o Paulo, foram criados dois novos    servi&ccedil;os, o primeiro no Instituto de Infectologia Em&iacute;lio Ribas    e, o seguinte, no Hospital das Cl&iacute;nicas da USP. Em dezembro de 2001,    durante o Congresso Brasileiro de Infectologia, no Rio de Janeiro, realizou-se    a primeira mesa redonda sobre o tema no Brasil num congresso da especialidade.    Em fevereiro de 2002, houve uma nova mesa redonda no Congresso da Sociedade    Brasileira de Medicina Tropical, em Foz do Igua&ccedil;u. Finalmente, em junho    de 2002, aconteceu a primeira Jornada de <i>Medicina de Viagem</i>, no Instituto    de Infectologia Em&iacute;lio Ribas, em S&atilde;o Paulo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">O homem    sempre viajou. Antigamente ele viajava a p&eacute;, a cavalo ou de barco &agrave;    vela. Hoje &eacute; o avi&atilde;o que o transporta, cada vez mais r&aacute;pido    e cada vez mais longe<sup>10</sup>. As viagens internacionais tornaram-se uma    atividade comum entre diversos segmentos da popula&ccedil;&atilde;o. Os motivos    para a viagem variam desde turismo, educa&ccedil;&atilde;o, esporte, pol&iacute;tica,    neg&oacute;cios at&eacute; trabalhos mission&aacute;rios ou volunt&aacute;rios<sup>6</sup>.    Segundo Zuckerman<sup>13</sup>, no ano 2000, foram realizadas 664 milh&otilde;es    de viagens internacionais, a&iacute; inclu&iacute;dos todos os meios de transporte.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">O objetivo    da <i>Medicina de Viagem</i> &eacute; reduzir os riscos de morbidade e mortalidade    associados &agrave; viagem, criando uma conscientiza&ccedil;&atilde;o dos viajantes    e promovendo o uso de medidas preventivas<sup>2</sup>. A <i>Medicina de Viagem</i>    n&atilde;o &eacute;, propriamente dita, uma disciplina m&eacute;dica, mas uma    &aacute;rea multidisciplinar e inclui muitas outras especialidades al&eacute;m    da Medicina Tropical ou das Doen&ccedil;as Infecciosas, tais como preven&ccedil;&atilde;o    de acidentes, psiquiatria e ci&ecirc;ncias comportamentais. Se as doen&ccedil;as    infecciosas e tropicais s&atilde;o importantes na <i>Medicina de Viagem</i>,    &eacute; porque elas possuem, bem mais do que as outras medidas preventivas    e curativas eficazes. Mas n&atilde;o devemos esquecer que a primeira causa de    repatriamento e de &oacute;bito do viajante europeu &eacute; o traumatismo (principalmente    o acidente automobil&iacute;stico) enquanto que do norte-americano s&atilde;o    as doen&ccedil;as c&aacute;rdio-vasculares<sup>10</sup>. Afogamento tamb&eacute;m    &eacute; uma causa importante de &oacute;bito, e &eacute; respons&aacute;vel    por 16% de todos os &oacute;bitos por inj&uacute;ria entre os viajantes oriundos    dos EUA; ocorre freq&uuml;entemente sob influ&ecirc;ncia do &aacute;lcool ou    devido a correntes marinhas. Assaltos ou terrorismo s&atilde;o causas infreq&uuml;entes    de mortes<sup>12</sup>. Embora as doen&ccedil;as infecciosas n&atilde;o sejam    uma importante causa de mortalidade, elas constituem as principais causas de    morbidade nos viajantes. As diarr&eacute;ias representam 50 a 68% dos problemas    de sa&uacute;de; as afec&ccedil;&otilde;es das vias a&eacute;reas superiores    est&atilde;o na segunda posi&ccedil;&atilde;o (14 a 31%) e a febre na terceira    (12 a 15%). As dermatoses e as doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis    s&atilde;o, respectivamente, a quinta e sexta causas de morbidade<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">A &aacute;rea    de atua&ccedil;&atilde;o da <i>Medicina de Viagem</i> envolve atribui&ccedil;&otilde;es    numerosas e variadas, tais como o aconselhamento das precau&ccedil;&otilde;es    alimentares, a prote&ccedil;&atilde;o contra as picadas de artr&oacute;podes    vetores e outros animais perigosos, os problemas ligados &agrave; &aacute;gua,    ao mergulho, &agrave; altitude, &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o solar, ao calor,    ao frio, aos efeitos da diferen&ccedil;a de fusos hor&aacute;rios, etc<sup>10</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">A <i>Medicina    de Viagem</i> &eacute; antes de tudo, e sobretudo, preventiva: trata-se de,    antes da partida, estabelecer um programa de vacina&ccedil;&atilde;o, de prescrever    eventualmente quimioprofilaxia anti-mal&aacute;rica e informar os viajantes    das m&uacute;ltiplas precau&ccedil;&otilde;es a serem tomadas. Nesta consulta    inicial devemos levar em considera&ccedil;&atilde;o todas as vari&aacute;veis:    os lugares a visitar, o tipo de viagem, sua dura&ccedil;&atilde;o e todas as    caracter&iacute;sticas do viajante (idade, doen&ccedil;as pr&eacute;-existentes,    etc). O outro lado da <i>Medicina de Viagem</i> &eacute; o diagn&oacute;stico    e o tratamento da patologia do retorno, que implica freq&uuml;entemente uma    compet&ecirc;ncia em Medicina Tropical. Esta dupla atividade levou &agrave;    instala&ccedil;&atilde;o de centros especializados e que em geral est&atilde;o    ligados aos servi&ccedil;os de Doen&ccedil;as Infecciosas e Tropicais<sup>10</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Na experi&ecirc;ncia    do <i>Cives</i>, a maior parte do nosso p&uacute;blico viaja a trabalho, dentro    do Brasil, diferentemente de outros servi&ccedil;os nacionais e internacionais<sup>4</sup>.    Durante a consulta procuramos conscientizar o viajante da sua import&acirc;ncia    epidemiol&oacute;gica na (re)-introdu&ccedil;&atilde;o de novas/velhas doen&ccedil;as.    &Eacute; a <i>sentinela informada</i>, express&atilde;o cunhada pelo Professor    Fernando Martins. Para isso, devemos estar preparados para a realiza&ccedil;&atilde;o    de diagn&oacute;sticos das doen&ccedil;as consideradas <i>ex&oacute;ticas</i>.    Podemos citar, como exemplo, um caso de tripanossom&iacute;ase africana num    paciente proveniente de Angola<sup>5</sup>. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;    (re)introdu&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as podemos citar o primeiro caso    aut&oacute;ctone de hantavirose no Rio de Janeiro, adquirido numa ilha na Ba&iacute;a    de Guanabara que servia de ponto de espera para os navios que deveriam atracar    no porto<sup>3</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">A relev&acirc;ncia    do tema v&ecirc;m sendo discutido em artigos regulares nas revistas m&eacute;dicas    internacionais, n&atilde;o especializadas em DIP ou Medicina Tropical<sup>11    13</sup>. Lockie, em 1996, discute a import&acirc;ncia do tema para a forma&ccedil;&atilde;o    m&eacute;dica nas aulas de gradua&ccedil;&atilde;o e p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o<sup>7</sup>.    Durante o curso de DIP, na Faculdade de Medicina da UFRJ, os alunos s&atilde;o    apresentados ao <i>Cives</i>, iniciando-se assim, nesta fase, as discuss&otilde;es    sobre <i>Medicina de Viagem</i>. No curso de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o    j&aacute; foi apresentada uma disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado sobre hepatite    A em pilotos de avi&atilde;o de duas companhias a&eacute;reas<sup>9</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Apesar da    multidisciplinaridade do tema, o especialista em DIP parece estar apto a preencher    esta nova &aacute;rea do conhecimento m&eacute;dico.</font></p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2"><i>Ricardo    Pereira Igreja</i></font></b></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2"><i>"Any    public action done for the first time is either wrong or a dangerous precedent.    It follows that nothing should be done for the first time"</i>. Microcosmographica    Academica. FM Cornford, Bose &amp; Bose, Cambridge 1908.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3">REFER&Ecirc;NCIAS    BIBLIOGR&Aacute;FICAS</font></b></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">1. Caumes    E. Conseils m&eacute;dicaux aux voyageurs. Encyclopedie M&eacute;dica Chirurgique,    Maladies infectieuses 8: 6-10, 1998.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">2. Igreja    RP. Medicina de Viagem. <i>In</i>: Siqueira-Batista R, Gomes AP, Igreja RP,    Huggins DW (eds) Medicina Tropical. Abordagem atual das Doen&ccedil;as Infecciosas    e Parasit&aacute;rias. Editora Cultura M&eacute;dica, Rio de Janeiro p. 69-73,    2001.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">3. Igreja    RP, C&acirc;mara FP, Moreno M, Ramos J&uacute;nior AN, Mello MOLB, Siqueira-Batista    R, Lima LAA. Hantavirose em um contexto epid&ecirc;mico para leptospirose. Brazilian    Journal of Infectious Diseases 1(suppl 1): S93, 1997.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">4. Igreja    RP, Casti&ntilde;eiras TMMP, Moreira RB, Martins FSV. Health Information Center    for Travelers - Cives. A counseling experience in Rio de Janeiro, Brazil. <i>In</i>:    Program and Book of Abstracts, 6<sup>th</sup> Conference of the International    Society of Travel Medicine, Montr&eacute;al, Canad&aacute; p. 112, 1999.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">5. Igreja    RP, Fonseca MS, Casti&ntilde;eiras TMMP, Nogueira SA, Pinto GA, Siqueira-Batista    R, Ramos J&uacute;nior AN. Tripanossom&iacute;ase humana africana. Relato de    caso. <i>In</i>: Resumos do XXXIV Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina    Tropical, Manaus, p. 106, 1998.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">6. Jong    EC. Advice for travelers. <i>In</i>: Strickland GT (ed) Hunter's Tropical Medicine,    7<sup>th</sup> edition, WB Saunders Co, Philadelphia, p. 1017-1023, 1991.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">7. Lockie    C. Travel Medicine - An integral part of the undergraduate curriculum. Scottish    Medical Journal 41:139-140, 1996.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">8. Martins    FSV. Cives Medicina de viagem. Centro de Informa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de    para Viajantes Cives, (dispon&iacute;vel em <a href="http://www.cives.ufrj.br/cives.html">http://www.cives.ufrj.br/cives.html</a>),    1997.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">9. Pinto    GA. Estudo da preval&ecirc;ncia da infec&ccedil;&atilde;o pelo v&iacute;rus    da hepatite A em tripulantes t&eacute;cnicos de duas companhias a&eacute;reas    brasileiras. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal do    Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, 2001.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">10. Rey    M. Les voyages, la m&eacute;d&eacute;cine des voyages et la pathologie exotique.    Bulletin de la Soci&eacute;t&eacute; de Pathologie Exotique 90: 132-137, 1997.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">11. Ryan    ET, Wilson ME, Kain KC. Illness after international travel. New England Journal    of Medicine 347: 505-516, 2002.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">12. Steffen    R, Lobel HO. Travel Medicine. <i>In</i>: Cook GC (ed) Manson's Tropical Diseases,    20<sup>th</sup> edition, WB Saunders Co, London, p. 407-420, 1996.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">13. Zuckerman    JN. Travel Medicine. British Medical Journal 325: 260-264, 2002.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="back10"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rsbmt/v36n4/seta.gif" border="0"></a><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia    <br>   </font></b><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Dr.    Ricardo Pereira Igreja    <br>   Rua Von Martius 325/608    <br>   22460-040 Rio de Janeiro, RJ    <br>   </font><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Tel:    21 2512-7812    <br>   </font><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">e-mail:    <a href="mailto:rpigreja@cives.ufrj.br">rpigreja@cives.ufrj.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Recebido    para publica&ccedil;&atilde;o em 9/5/2003    <br>   </font><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Aceito    em 10/6/2003</font></p>      ]]></body>
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