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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Doses de basalto moído nas propriedades químicas de um Latossolo Amarelo distrófico da savana de Roraima]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Levels of finely ground basalt rock in the chemical properties of a yellow latosol of the savannah of Roraima]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Basaltic rocks have chemical and mineralogical composition that allows its agricultural application due to its capability of improving soil fertility. The aim in this work was to evaluate the effect of levels of finely crushed basalt rock in soil chemical conditioning. A dystrophic Yellow Latosol from pre-weathered Boa Vista Formation was used. The rock of the Apoteri formation was collected in the mine of Nova Olinda near Boa Vista. The treatments consisted of the incorporation and incubation of eight rock powder levels (0; 0.85; 1.70; 3.35; 5.03; 10.05; 20.40 and 40.80 g kg-1). The experimental design was entirely randomly with eight treatments and three replicates. After the incorporation of the rushed rock powder for a period 180 days of soil incubation, the soil was analyzed and determined the values of Ca2+, Mg2+, pH in H2O, pH in KCl, Al3+, H+ Al, Zn, Fe, Cu and Mn. The level of 20.40 g kg-1 of basalt provided the maxim reduction of the active acidity, varying from 4.8 to 5.5. Concentrations of exchangeable Ca2+ and Mg2+ increased, but their increments in the soil solution was small. Basalt levels presented high efficiency for neutralization of the potential acidity. Amendments with crushed rock increased extractable amounts of Zn, Fe and Cu in soil, after incubation.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[fertilidade do solo]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right">&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b>Doses de basalto mo&iacute;do nas propriedades    qu&iacute;micas de um Latossolo Amarelo distr&oacute;fico da savana de Roraima</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Levels of finely ground basalt rock in the    chemical properties of a yellow latosol of the savannah of Roraima</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Valdinar Ferreira Melo<sup>I</sup>; Sandra    C&aacute;tia Pereira Uch&ocirc;a<sup>II</sup>; Fl&aacute;vio de Oliveira Dias<sup>III</sup>;    Gilvan Ferreira Barbosa<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>I</sup>Professor Associado, Departamento    de Solos e Engenharia Agr&iacute;cola - Universidade Federal de Roraima - UFRR,    Programa de P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o em Agronomia, Campus do Cauam&eacute;,Monte    Cristo, BR 174 s/n, Boa Vista, Roraima. CEP 69301-940. Fone (95) 3627 2573.    <a href="mailto:valdinar@yahoo.com.br">valdinar@yahoo.com.br</a>    <br>   <sup>II</sup>Professora Associada, Departamento de Solos e Engenharia Agr&iacute;cola    Campus do Cauam&eacute;, Monte Cristo, BR 174 s/n, Boa Vista, Roraima. CEP 69301-940.    <a href="mailto:scpuchoa@dsi.ufrr.br">scpuchoa@dsi.ufrr.br</a>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Estudante do Curso de Agronomia - Universidade Federal de Roraima    - UFRR, bolsista de inicia&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica - CNPq. <a href="mailto:flavioufrr@yahoo.com.br">flavioufrr@yahoo.com.br</a>    <br>   <sup>IV</sup>Pesquisador da EMBRAPA-RR, Boa Vista, Roraima, CEP 69000-00. <a href="mailto:gilvan@embrapa.com.br">gilvan@embrapa.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As rochas bas&aacute;lticas possuem composi&ccedil;&atilde;o    rica em elementos qu&iacute;micos considerados nutrientes &agrave;s plantas,    o que a torna apta para o uso agr&iacute;cola, melhorando a fertilidade dos    solos. Objetivou-se com esse trabalho avaliar o efeito de doses de basalto mo&iacute;do    nos teores de alguns nutrientes no solo. Foi utilizado um Latossolo Amarelo    &aacute;cido e de baixa CTC, forma&ccedil;&atilde;o geol&oacute;gica Boa Vista,    estado de Roraima. A rocha bas&aacute;ltica da forma&ccedil;&atilde;o Apoteri    foi coletada na pedreira da serra de Nova Olinda, Boa Vista. Os tratamentos    consistiram da incorpora&ccedil;&atilde;o e incuba&ccedil;&atilde;o de oito    doses do p&oacute; da rocha (0; 0,85; 1,70; 3,35; 5,03; 10,05; 20,40 e 40,80    g kg<sup>-1</sup>, correspondente a 0; 2,0; 4,0; 8,0; 12,0; 24,0; 48,0 e 96    t ha<sup>-1</sup>). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado    com oito tratamentos e tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es. Ap&oacute;s a incorpora&ccedil;&atilde;o    do basalto mo&iacute;do ao solo e por um per&iacute;odo 180 dias de incuba&ccedil;&atilde;o,    o solo foi analisado quanto aos teores de Ca<sup>2+</sup>, Mg<sup>2+</sup> e    Al<sup>3+</sup> troc&aacute;veis, acidez potencial (H+Al), teores dispon&iacute;veis    de Zn, Fe, Cu e Mn e valores de pH em H<sub>2</sub>O e em KCl. A dose de 20,40    g kg<sup>-1</sup> de basalto proporcionou a m&aacute;xima redu&ccedil;&atilde;o    da acidez ativa, com pH aumentando de 4,8 para 5,5. Os teores de Ca<sup>2+</sup>    e Mg<sup>2+</sup> troc&aacute;veis aumentaram, por&eacute;m proporcionaram baixos    incrementos desses c&aacute;tions no solo. As doses de basalto apresentaram    alta efici&ecirc;ncia para a neutraliza&ccedil;&atilde;o da acidez potencial.    A adi&ccedil;&atilde;o do basalto mo&iacute;do proporcionou incremento nos teores    de Zn, Fe e Cu no solo com o tempo de incuba&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave:</b> fertilidade do solo, acidez,    rocha mo&iacute;da</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Basaltic rocks have chemical and mineralogical    composition that allows its agricultural application due to its capability of    improving soil fertility. The aim in this work was to evaluate the effect of    levels of finely crushed basalt rock in soil chemical conditioning. A dystrophic    Yellow Latosol from pre-weathered Boa Vista Formation was used. The rock of    the Apoteri formation was collected in the mine of Nova Olinda near Boa Vista.    The treatments consisted of the incorporation and incubation of eight rock powder    levels (0; 0.85; 1.70; 3.35; 5.03; 10.05; 20.40 and 40.80 g kg<sup>-1</sup>).    The experimental design was entirely randomly with eight treatments and three    replicates. After the incorporation of the rushed rock powder for a period 180    days of soil incubation, the soil was analyzed and determined the values of    Ca<sup>2+</sup>, Mg<sup>2+</sup>, pH in H<sub>2</sub>O, pH in KCl, Al<sup>3+</sup>,    H+ Al, Zn, Fe, Cu and Mn. The level of 20.40 g kg<sup>-1</sup> of basalt provided    the maxim reduction of the active acidity, varying from 4.8 to 5.5. Concentrations    of exchangeable Ca<sup>2+</sup> and Mg<sup>2+</sup> increased, but their increments    in the soil solution was small. Basalt levels presented high efficiency for    neutralization of the potential acidity. Amendments with crushed rock increased    extractable amounts of Zn, Fe and Cu in soil, after incubation.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Key words:</b> soil fertility, acidity, crushed    rock</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A maioria dos elementos essenciais &agrave;s    plantas, com exce&ccedil;&atilde;o do nitrog&ecirc;nio, est&aacute; presente    na litosfera, fazendo parte da constitui&ccedil;&atilde;o das rochas e dos minerais.    Para que se tornem dispon&iacute;veis &agrave;s plantas, as rochas passam por    processos de intemperismo, que ocorrem naturalmente de forma lenta. O res&iacute;duo    da britagem de rochas bas&aacute;lticas, rico em elementos nutritivos &agrave;s    plantas, &eacute; um material de baixo custo e tem sido indicado como corretivo    da fertilidade de solos muito intemperizados na Austr&aacute;lia (Gillman 1980).    Segundo Van Straaten (2006), a moagem da rocha para aplica&ccedil;&atilde;o    na agricultura como fonte de nutrientes &eacute; uma id&eacute;ia antiga, que    come&ccedil;ou com os trabalhos de Missoux (1853/54) e Hensel (1890/94). Atualmente,    o uso de rochas dispon&iacute;veis nas proximidades das &aacute;reas de produ&ccedil;&atilde;o    agr&iacute;colas, com potencial para fornecer nutrientes, com baixo custo, tem    sido estudado. Testes com esse material proporcionaram aumentos de rendimentos    em cana-de-a&ccedil;&uacute;car e efeito residual significativo ap&oacute;s    oito anos de cultivos (De Villiers 1961).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As pesquisas t&ecirc;m demonstrado que o p&oacute;    de rocha libera lentamente grande quantidades de nutrientes &agrave;s plantas,    podendo elevar a CTC de solos de baixa fertilidade (Blum <i>et al</i>. 1989    a,b), os teores de c&aacute;tions troc&aacute;veis e o pH do solo (Von Fragstein    <i>et al</i>. 1988), sendo esses efeitos mais intensivos em rochas vulc&acirc;nicas    b&aacute;sicas, como basalto. Na Alemanha, a aplica&ccedil;&atilde;o de 10 t    ha<sup>-1</sup> de basalto nas Florestas Negras do norte aumentou os teores    de Ca e Mg e o pH do solo (Hildebrand e Scharck-Kirchner 2000). Em ensaio de    longa dura&ccedil;&atilde;o com florestas no sudeste da Alemanha com o uso de    6 t ha<sup>-1</sup> de p&oacute; de rochas fonol&iacute;ticas, verificou-se    aumento do pH do solo e fornecimento de pot&aacute;ssio e de c&aacute;lcio suficiente    para atender a cultura (Von Wilbert e Lukes 2003). Na Noruega, foi demonstrado    que p&oacute; de rochas e minerais (biotita, nefelina e xisto de epidoto), ricas    em pot&aacute;ssio, melhoraram a fertilidade do solo cultivado com gram&iacute;neas    sob pastejo; sendo que cerca de 30% do pot&aacute;ssio aplicado desses materiais    foram recuperados pela planta, contra 70% do existente no KCl (Bakken <i>et    al</i>. 2000).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Em clima tropical, o uso de p&oacute; de rocha    tem grande potencialidade. As taxas de dissolu&ccedil;&atilde;o dos minerais    e as rea&ccedil;&otilde;es entre a superf&iacute;cie dos minerais e a solu&ccedil;&atilde;o    do solo s&atilde;o aumentadas sob alta temperatura e regime de umidade alta    (Van Straate 2006). Em condi&ccedil;&otilde;es edafoclim&aacute;ticas diferentes,    Albert (1936) e Hilf (1937) tamb&eacute;m constataram a melhoria da fertilidade    de solos arenosos, sob floresta, ap&oacute;s a adi&ccedil;&atilde;o de basalto    mo&iacute;do. Estudos mais recentes, feitos por Roschnik <i>et al</i>. (1967)    e Gillman (1980) indicaram aumento da capacidade de troca de c&aacute;tions,    do pH do solo e dos teores de c&aacute;lcio, de argila e de silte em solos intemperizados    tratados com doses equivalentes at&eacute; 300 t ha<sup>-1</sup> de p&oacute;    de basalto.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Segundo os resultados obtidos por Gillman (1980),    o efeito do p&oacute; de basalto sobre essas vari&aacute;veis aumentou com a    quantidade, com a diminui&ccedil;&atilde;o do tamanho de part&iacute;cula e    com o tempo de incuba&ccedil;&atilde;o desse material no solo. Assim, os maiores    efeitos, relatados por esse autor, para a dose de 300 t ha<sup>-l</sup> com    granulometria fina (41,8% &lt; 63 mm, 32,5% entre 63 a 125 mm, 23,5% entre 125    a 250 mm, 2,2% entre 250 e 500 mm e 0,1% entre 500 a 1.000 mm), incubada em    um Oxisol (Latossolo), por um per&iacute;odo de 36 meses, mostraram aumento    da CTC efetiva de 90 para 140 mmolc dm<sup>-3</sup>; aumento do pH de 6,1 para    6,8 e das concentra&ccedil;&otilde;es de c&aacute;lcio e de magn&eacute;sio,    respectivamente, de 51,1 para 90,0 mmolc dm<sup>-3</sup> e de 20,0 para 45,0    mmolc dm<sup>-3</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">No Brasil, Leonardos <i>et al</i>. (1987) mostram    que as culturas do feij&atilde;o (<i>Phaseolus vulgaris</i>), do capim napier    (<i>Penissetum purpureum</i>) e mesmo &aacute;rvores de crescimento lento responderam    positivamente ao uso de p&oacute; de rocha. O uso de materiais ricos em pot&aacute;ssio,    magn&eacute;sio, c&aacute;lcio, f&oacute;sforo e micronutrientes, oriundos da    forma&ccedil;&atilde;o Mata da Corda, Minas Gerais, tem mostrado excelente resposta    agron&ocirc;mica para uso em diversas culturas (Leonardos <i>et al</i>. 2000).    Outros materiais de rochas ricas em pot&aacute;ssio, como os carbonatitos, t&ecirc;m    sido mostrados vi&aacute;veis para uso na agricultura do cerrado, assim como    a aplica&ccedil;&atilde;o direta de bentonita em solos arenosos tem aumentado    o pH, os teores de Ca, Mg e tamb&eacute;m aumentado a CTC e a capacidade de    armazenamento de &aacute;gua do solo (Tito <i>et al</i>. 1997).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">No estado de Roraima, os corpos m&aacute;ficos    s&atilde;o representados, principalmente, pelo Diab&aacute;sio Pedra Preta,    pertencente ao grupo Roraima, e Forma&ccedil;&atilde;o Apoteri, grupo Rewa (Brasil    1975). A forma&ccedil;&atilde;o Apoteri, constitui a maior express&atilde;o    de exposi&ccedil;&atilde;o de corpos m&aacute;ficos do Estado, estendendo-se    da regi&atilde;o central do Estado em linha reta, no sentido nordeste, adentrando    na Guiana Inglesa (Brasil 1975).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na serra de Nova Olinda, distrito do Monte Cristo,    munic&iacute;pio de Boa Vista, o basalto da forma&ccedil;&atilde;o Apoteri &eacute;    de granula&ccedil;&atilde;o muito fina e cor escuro - esverdeada (Brasil 1975).    Ao longo dos anos o intemperismo das rochas da forma&ccedil;&atilde;o Apoter&iacute;    promoveu o ac&uacute;mulo de carbonatos de c&aacute;lcio e magn&eacute;sio na    superf&iacute;cie do solo. Esta ocorr&ecirc;ncia de calc&aacute;rio, na serra    de Nova Olinda, relatada por Barbosa e Ramos (1959), estimulou o uso destes    carbonatos para fabrica&ccedil;&atilde;o de cal, cuja an&aacute;lise qu&iacute;mica    (CPRM) &eacute; a seguinte: CaO - 33,67% e MgO - 6,08% (Brasil 1975). Os padres    Beneditinos e algumas fam&iacute;lias da cidade Boa Vista utilizavam estes carbonatos    como material para pintar suas casas e como corretivo de solo dos jardins (Paiva    1939), o que indica potencial de utiliza&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">O objetivo neste trabalho foi avaliar o efeito    da aplica&ccedil;&atilde;o de diferentes doses de basalto mo&iacute;do sobre    a concentra&ccedil;&atilde;o de nutrientes do solo, ao longo do tempo e sua    disponibilidade paras as culturas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O solo utilizado no experimento foi um Latossolo    Amarelo distr&oacute;fico (LAd), do estado de Roraima, Campus do Cauam&eacute;,    pertencente &agrave; unidade geol&oacute;gica da Forma&ccedil;&atilde;o Boa    Vista com as seguintes caracter&iacute;sticas qu&iacute;micas (pH = 4,8; Al<sup>3+</sup>    = 0,9 cmolc dm<sup>-3</sup>; Ca + Mg = 0,10 cmolc dm<sup>-3</sup>; K = 15 mg    dm<sup>-3</sup>; P = 0,5 mg dm<sup>-3</sup>; CTCe = 0,83 cmolc dm<sup>-3</sup>    CTC pH7,0 = 2,36 cmolc dm<sup>-3</sup>; MO = 7,9 g dm<sup>-3</sup>) e textura    (argila = 250 dag kg<sup>-1</sup>; silte = 90 dag kg<sup>-1</sup>; areia = 660    dag kg<sup>-1</sup>) (Benadetti <i>et al</i>. 2011). O solo foi coletado em    local com vegeta&ccedil;&atilde;o de campo nativo (ambiente de savana), na profundidade    camada de 0 a 20 cm, sendo seco ao ar e peneirado em malha com abertura de 2,0    mm.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O p&oacute; de rocha foi obtido da fragmenta&ccedil;&atilde;o    do basalto Apoteri, coletado na pedreira da serra de Nova Olinda, Boa Vista,    Roraima. A brita da rocha foi fragmentada com martelo, lavada com &aacute;gua    destilada, mo&iacute;da em moinho de bola de a&ccedil;o inox e amalgadas em    gral de porcelana at&eacute; que o p&oacute; apresentasse di&acirc;metro de    part&iacute;cula inferior a 0,053 mm. Foram determinados os teores totais de    K, Ca, Mg, P, Fe, Cu, Zn e Mn (<a href="#tab1">Tabela 1</a>) por meio da dissolu&ccedil;&atilde;o    do p&oacute; de basalto com HNO<sub>3</sub>, HClO<sub>4</sub> e HF, conforme    m&eacute;todo descrito por Embrapa (1997).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="tab1"></a><img src="/img/revistas/aa/v42n4/a04tab1.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">O experimento foi desenvolvido em casa de vegeta&ccedil;&atilde;o.    Como unidade experimental foi utilizado 1,0 kg de solo seco ao ar, mantido em    tubos de PVC com capacidade para 1,5 litros. O solo foi incubado com o p&oacute;    de basalto nas seguintes doses: 0; 0,85; 1,70; 3,35; 5,03; 10,05; 20,40 e 40,80    g kg<sup>-1</sup>, correspondente a 0; 2,0; 4,0; 8,0; 12,0; 24,0; 48,0 e 96    t ha<sup>-1</sup>, totalizando oito tratamentos com tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es    em delineamento inteiramente casualizado. Para acelerar o processo de solubiliza&ccedil;&atilde;o    dos nutrientes da rocha foi adicionado ao solo h&uacute;mus de composto org&acirc;nico,    na dosagem equivalente a 3% de mat&eacute;ria org&acirc;nica (0,3 g kg<sup>-1</sup>    de solo). Durante o per&iacute;odo de incuba&ccedil;&atilde;o foi mantida a    umidade do solo a 80% da capacidade de campo.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Ap&oacute;s seis meses de incuba&ccedil;&atilde;o    o solo foi analisado quanto aos teores de Ca<sup>2+</sup>+ Mg<sup>2+</sup> e    Al<sup>3+</sup> troc&aacute;veis, acidez potencial (H+Al), e valores de pH em    &aacute;gua e em KCl, al&eacute;m dos teores de micronutrientes dispon&iacute;veis    (Zn, Fe, Cu e Mn), conforme os procedimentos descritos em Embrapa (1997).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Procedeu-se a an&aacute;lise de vari&acirc;ncia    para cada vari&aacute;vel estudada e os efeitos das doses de basalto foram avaliados    por meio de equa&ccedil;&otilde;es de regress&atilde;o com o aux&iacute;lio    do programa SAEG 9.0 (Ribeiro J&uacute;nior e Melo 2008).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">De maneira geral, os valores de pH do solo aumentaram    com o acr&eacute;scimo das doses de basalto mo&iacute;do, apresentando um comportamento    descrito por uma equa&ccedil;&atilde;o raiz-quadrada (<a href="#fig1">Figura    1A</a> e <a href="#fig1b">B</a>). O ponto de m&aacute;xima neutraliza&ccedil;&atilde;o    da acidez deu-se com 50 t ha-1. Comportamento semelhante tamb&eacute;m ocorreu    com o pH em KCl e os teores de Ca<sup>2+</sup> e Mg<sup>2+</sup> troc&aacute;veis.    Os incrementos na concentra&ccedil;&atilde;o de c&aacute;lcio e magn&eacute;sio    foram relativamente baixos (<a href="#fig2">Figura 2A</a> e <a href="#fig2b">B</a>),    indicando que esses elementos devem estar presentes em minerais de baixa solubilidade    e de lenta altera&ccedil;&atilde;o. No entanto, estes valores tornam-se de grande    import&acirc;ncia, quando se considera os baixos teores do solo. A baixa libera&ccedil;&atilde;o    desses c&aacute;tions tamb&eacute;m foi constatada por Blum <i>et al</i>. (1989    a,b), Von Fragstein <i>et al</i>. (1988), Motta e Feiden (1992), Escostteguy    e Klamt (1998). Para o ponto de m&aacute;xima solubiliza&ccedil;&atilde;o, observou-se    um incremento de apenas 0,8 cmolc dm<sup>-3</sup> de c&aacute;lcio, liberado    para a dose de 48 t ha<sup>-1</sup> de basalto, considerando que o p&oacute;    apresenta um potencial de liberar at&eacute; 48,5 cmol<sub>c</sub> de c&aacute;lcio    por kg de p&oacute; de rocha, em fun&ccedil;&atilde;o da sua da concentra&ccedil;&atilde;o    em c&aacute;lcio que &eacute; de 9.700 mg kg<sup>-1</sup>. Os incrementos a    partir desse ponto n&atilde;o ultrapassaram os 0,20 cmolc dm<sup>-3</sup> com    uso de at&eacute; 90 t ha<sup>-1</sup>. Segundo Hildebrand e Scharck-Kirchner    (2000) e Von Wilbert e Lukes (2003) essa lenta libera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o    impede um impacto significativo sobre a nutri&ccedil;&atilde;o das culturas    em longo prazo, especialmente as de ciclo prolongado, como as fruteiras e as    esp&eacute;cies florestais. Gillman (1980) tem, inclusive, indicado o uso desses    materiais em solos pobres e &aacute;cidos e De Villiers (1961) e Leonardos <i>et    al</i>. (1987) mostraram potencial de uso desses fertilizantes naturais de rocha    at&eacute; mesmo em culturas de ciclo semiperenes e anuais, como cana-de-a&ccedil;&uacute;car,    feij&atilde;o comum e capim napier.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="fig1"></a><img src="/img/revistas/aa/v42n4/a04fig1a.jpg">    <br>   <a name="fig1b"></a><img src="/img/revistas/aa/v42n4/a04fig1b.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="fig2"></a><img src="/img/revistas/aa/v42n4/a04fig2a.jpg">    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <a name="fig2b"></a><img src="/img/revistas/aa/v42n4/a04fig2b.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na redu&ccedil;&atilde;o de H+Al, a curva &eacute;    descrita por uma equa&ccedil;&atilde;o raiz-quadrada, com os valores finais    direcionando para uma rela&ccedil;&atilde;o linear. O que pode ser explicado    por um ligeiro aumento do Al<sup>3+</sup> na fase inicial da rea&ccedil;&atilde;o    do p&oacute; de rocha com a solu&ccedil;&atilde;o do solo, liberando Al<sup>3+</sup>    a partir do intemperismo dos silicatos. No entanto, observou-se nas <a href="#fig3">Figuras    3A</a>,<a href="#fig3b">B</a> que os teores de H+Al e Al<sup>3+</sup> troc&aacute;vel,    sofreram redu&ccedil;&atilde;o de 1 cmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup> e 0,54    cmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>, respectivamente, com 96 t ha <sup>-1</sup>    de basalto adicionado. Essa redu&ccedil;&atilde;o da acidez potencial e acidez    troc&aacute;vel, promovida pela rea&ccedil;&atilde;o dos carbonato de c&aacute;lcio    e magn&eacute;sio com o hidrog&ecirc;nio do solo, liberando &aacute;gua e g&aacute;s    carb&ocirc;nico. O alum&iacute;nio &eacute; insolubilizado na forma de hidr&oacute;xido,    havendo, assim, incremento de cargas que tem como consequ&ecirc;ncia a eleva&ccedil;&atilde;o    da CTC, confirmando os dados de Blum <i>et al</i>. (1989 a,b).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="fig3"></a><img src="/img/revistas/aa/v42n4/a04fig3a.jpg">    <br>   <a name="fig3b"></a><img src="/img/revistas/aa/v42n4/a04fig3b.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Ao contr&aacute;rio do que foi observado por    Escostteguy e Klamt (1998), onde obteve redu&ccedil;&atilde;o do pH e eleva&ccedil;&atilde;o    do H+Al a partir dos 30 dias de incuba&ccedil;&atilde;o, no presente trabalho    o aumento do pH e a redu&ccedil;&atilde;o de H + Al foi consistente com o aumento    das doses ao 60 dias de incuba&ccedil;&atilde;o, podendo ser atribu&iacute;do    ao baixo poder tamp&atilde;o do Latossolo Amarelo da forma&ccedil;&atilde;o    Boa Vista, cuja mineralogia &eacute; predominante caulin&iacute;tica (Benedetti    <i>et al</i>. 2011) diferentemente dos Latossolo Vermelho Escuro distr&oacute;fico    e do Podz&oacute;lico Vermelho Amarelo trabalhados por Escostteguy e Klant (1998),    cuja mineralogia &eacute; ox&iacute;dica.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os teores de Zinco e Ferro (<a href="#fig4">Figura    4A</a> e <a href="#fig4b">B</a>) aumentaram de forma linear com as doses aplicadas    de p&oacute; de basalto. Isto demonstra que o produto foi eficiente, na granulometria    estabelecida, como um fornecedor de mult&iacute;plos nutrientes para as plantas,    tendo a propriedade de fornecer bases troc&aacute;veis, sil&iacute;cio e micronutrientes.    Isto permite melhoria no ambiente radicular da planta por redu&ccedil;&atilde;o    de acidez e acr&eacute;scimo de nutrientes essenciais para as plantas. Segundo    Van Straaten (2006), a raz&atilde;o para esses resultados positivos sobre solos    &aacute;cidos, altamente intemperizados e empobrecidos em nutrientes nas regi&otilde;es    tropicais, s&atilde;o provavelmente a maior dissolu&ccedil;&atilde;o de grandes    volumes de p&oacute; de rochas e minerais silicatados, ricos em nutrientes,    sob as condi&ccedil;&otilde;es de altas temperaturas e umidade, al&eacute;m    dos efeitos neutralizantes do produto da dissolu&ccedil;&atilde;o sobre a acidez    do solo. Segundo o autor, gr&atilde;os finos de rocha cont&ecirc;m altas propor&ccedil;&otilde;es    de olivina, pirox&ecirc;nios, anfib&oacute;lios e feldspato plagiocl&aacute;sio,    rico em c&aacute;lcio, bem como baixas concentra&ccedil;&otilde;es de quartzo    livre, os quais t&ecirc;m alta taxa de intemperiza&ccedil;&atilde;o natural.    Esses materiais cont&ecirc;m bases troc&aacute;veis, silicatos, f&oacute;sforo    e micronutrientes necess&aacute;rios para a nutri&ccedil;&atilde;o das plantas,    os quais s&atilde;o progressivamente disponibilizados com o incremento das doses    aplicadas e do tempo de sua incorpora&ccedil;&atilde;o ao solo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="fig4"></a><img src="/img/revistas/aa/v42n4/a04fig4a.jpg">    <br>   <a name="fig4b"></a><img src="/img/revistas/aa/v42n4/a04fig4b.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Quanto a disponibilidade de cobre houve aumento    da concentra&ccedil;&atilde;o no solo com comportamento linear ao aumento das    doses de p&oacute; de rocha, com alta correla&ccedil;&atilde;o, determinando    (R2) igual a 0,99 (<a href="#fig5">Figura 5A</a>). Para o mangan&ecirc;s, o    incremento foi apenas da dose zero para a segunda dose equivalente a 2 t ha<sup>-1</sup>.    A exce&ccedil;&atilde;o do Cu, Zn e Fe, todos os demais par&acirc;metros foram    afetados a partir de doses baixas de p&oacute; de basalto e estabilizando na    dose de 48 t ha<sup>-1</sup>. Resultados experimentais mostram que o uso de    6 a 10 t ha<sup>-1</sup> pode produzir resultados satisfat&oacute;rios em ess&ecirc;ncias    florestais (Hildebrand e Scharck-Kirchner, 2000; Von Wilbert e Lukes 2003).    As doses aplicadas, entretanto, devem refletir a riqueza existente na rocha    dos nutrientes que se quer fornecer, o grau de defici&ecirc;ncia do solo e a    demanda da planta a ser cultivada, como demonstrado por Bakken <i>et al</i>.    (2000), no cultivo de capim para pastejo intensivo na Europa. De Villiers (1961)    mostrou resultados satisfat&oacute;rios sobre a cana-de-a&ccedil;&uacute;car    com a aplica&ccedil;&atilde;o de 180 t ha<sup>-1</sup>. J&aacute; Ribeiro (2007)    demonstrou que alguns materiais s&atilde;o mais promissores como corretivos    da acidez do solo (rochas ultram&aacute;ficas), enquanto outras rochas s&atilde;o    mais apropriadas como fornecedoras de nutrientes (brecha pirocl&aacute;stica).    Assim, al&eacute;m da escolha do material para atender &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es    requeridas pelos solos e plantas a serem cultivados, s&atilde;o necess&aacute;rios    testes de resposta com plantas, comparando com fertilizantes industrializados,    com fins de uma avalia&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica da viabilidade financeira    da remineraliza&ccedil;&atilde;o do solo, em estudos posteriores.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="fig5"></a><img src="/img/revistas/aa/v42n4/a04fig5.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A dose de 50 t ha<sup>-1</sup> de basalto proporcionou    a m&aacute;xima redu&ccedil;&atilde;o da acidez ativa, elevando o pH em &aacute;gua    de 4,8 at&eacute; 5,5.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O uso do p&oacute;-de-rocha promoveu aumento    nos teores de c&aacute;lcio, magn&eacute;sio, zinco, ferro e cobre no solo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">O efeito da adi&ccedil;&atilde;o das doses de    basalto apresentou maior efici&ecirc;ncia para a neutraliza&ccedil;&atilde;o    da acidez potencial.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O p&oacute; de rocha bas&aacute;ltica pode ser    considerado como uma fonte alternativa de fertilizante e corretivo do solo,    dependendo da composi&ccedil;&atilde;o da rocha, granulometria do p&oacute;    de rocha e condi&ccedil;&otilde;es do solo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>BIBLIOGRAFIA CITADA</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Albert, V.R. 1936. Nachhalting wirksamer forstd&uuml;ngunsversuch.    <i>Forstarchiv</i>, 13:158-162pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0044-5967201200040000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bakken, A.K.; Gautneb, H.; Sveistrup, T.; Myhr,    K. 2000. Crushed rocks and mine tailings applied as K fertilizers on grassland.    <i>Nutrient Cycling in Agroecosystems</i>, 56: 53-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0044-5967201200040000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Barbosa, O.; Ramos, J.R.A. 1959. <i>Territ&oacute;rio    do Rio Branco</i>: Aspectos principais da Geomorfologia, da Geologia e das possibilidades    minerais de sua zona setentrional. Boletim da Divis&atilde;o de Geologia e Mineral&oacute;gica,    Rio de Janeiro, 196 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0044-5967201200040000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Benedete, U.D.; Vale J&uacute;nior, J.F.; C.E.G.R.;    Melo, V.F. e Uch&ocirc;a, S.C.P. 2011. G&ecirc;nese, qu&iacute;mica e mineralogia    de solos derivados de sedimentos pliopleistoc&ecirc;nicos e de rochas vulc&acirc;nicas    b&aacute;sicas em Roraima, Norte Amaz&ocirc;nico. R<i>evista Brasileira de Ci&ecirc;ncia    do Solo</i>, 35:299-312.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0044-5967201200040000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Blum W.E.H.; Herbinger, B.; Mentler, A.; Ottner,    F.; Pollak, M.; Unger, E.; Wenzel, W.W. 1989a. Zur Verwendung von Gesteinsmehlen    in der Landwirtschaft. I. Chemisch-mineralogische Zusammensetzung und Eignung    von Gesteinsmehlen als Duengemittel. <i>Zeitschrift f&uuml;r Pflanzenern&auml;hrung,    D&uuml;ngung, Bodenkunde</i>, 152: 421-425.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0044-5967201200040000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Blum, W.E.H.; Herbinger. B; Mentler, A.; Ottner,    F.; Pollak, M.; Unger, E.; Wenzel, W.W. 1989b. Zur Verwendung von Gesteinsmehlen    in der Landwirtschaft. II. Wirkung von Gesteinsmehlen als Bodenverbesserungsmittel.    <i>Zeitschrift f&uuml;r Pflanzenern&auml;hrung, D&uuml;ngung, Bodenkunde</i>,    152: 427-430.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0044-5967201200040000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Brasil, Minist&eacute;rio das Minas e Energia.    1975. <i>Projeto RadamBrasil. Folha NA 20 Boas Vista e parte das folhas NA Tumucumaque,    NB 20 Roraima</i> e NB 21. Rio de janeiro., 428pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0044-5967201200040000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">De Villiers, O.D.H. 1961. Soil rejuvenation with    crushed basalt in Mauritius. Part I - consistent results of world-wide interests.<i>    International Sugar Journal</i>. 363-364.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0044-5967201200040000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&aacute;ria.    1997. <i>Manual de M&eacute;todos de an&aacute;lise do solo</i>. Rio de Janeiro,    EMBRAPA-CNPS. 212pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0044-5967201200040000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Escosteguy, P.A.V.; Klamt, E. 1998. Basalto mo&iacute;do    como fonte de nutriente. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>.    22: 1-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0044-5967201200040000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gillman, G.P. 1980. The effect of crushed basalt    scoria on the cation exchange properties of highly weathered soil. Soil Science    Society of American Journal, 44: 465-468.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0044-5967201200040000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hilf, H.H. 1937. Basaltgrus-der nachhaltsd&uuml;nger    armer sandboden. <i>Forstachiv</i>, 13:113-116.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0044-5967201200040000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hildebrand, E.E.; Schack-Kirchner, H. 2000. Initial    effects of lime and rock powder application on soil solution chemistry in a    dystric cambisol results of model experiments. <i>Nutrien Cycling in Agroecosystems</i>,    56:69-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0044-5967201200040000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Leonardos, O.H.; Fyfe, W.S.; Kronberg, B.I. 1987.    The use of ground rocks in laterite systems: an improvement to the use of conventional    soluble fertilizers. <i>Chemical Geology</i>, 60:361-370.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0044-5967201200040000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Leonardos, O.H.; Theodoro, S.H.; Assad, M.L.    2000. Remineralization for sustainable agriculture: A tropical perspective from    a Brazilian viewpoint. <i>Nutrient Cycling in Agroecosystems</i>, 56:3-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0044-5967201200040000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Motta, A.C.V.; Feiden, A. 1992. Avalia&ccedil;&atilde;o    do P em LE submetido a diferentes doses de basalto. <i>Agr&aacute;rias</i>,    12:47-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0044-5967201200040000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Paiva, G. 1939. <i>Alto Rio Branco</i>. Rio de    Janeiro, DNPM/SGM, 44p. (Boletim, 99).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0044-5967201200040000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ribeiro J&uacute;nior, J. I.; Melo, A. L. P.    2008. <i>Guia pr&aacute;tico para utiliza&ccedil;&atilde;o do SAEG</i>. - Vi&ccedil;osa,    288pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0044-5967201200040000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ribeiro, L.S. 2007. <i>Potencial de rochas silic&aacute;ticas    no fornecimento de nutrientes para o solo</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de    Mestrado, Universidade Federal Rural da Bahia, Cruz das Almas, BA. 38 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0044-5967201200040000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Roschnik, R.K.; Grant, P.M.; Nduku, W.K. 1967.    The effect of incorporating crushed basalt rock into an infertile acid sand.    <i>Rhodesia Zambia and Malawi Journal of Agricultural Research</i>, 5:33-138.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0044-5967201200040000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Tito, G.A.; Chaves, L.H.G.; Carvalho, H.O.; Azevedo,    N.C. 1997. Aplica&ccedil;&atilde;o de bentonita em um Regossolo eutr&oacute;fico.II    - efeitos sobre as propriedades qu&iacute;micas do solo. <i>Revista Brasileira    Engenharia Agr&iacute;cola Ambiental</i>, 1:25-27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0044-5967201200040000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Van Straaten, P. 2006. Farming with rocks and    minerals: challenges and opportunities. <i>Anais da Academia Brasileira de Ci&ecirc;ncias</i>,    78:731-747.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0044-5967201200040000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Von Fragstein, P.; Pertl, W.; Vogtmann, H. 1988.    Verwitterungsverhalten silikatischer Gesteinsmehle unter Laborbedingungen. <i>Zeitschrift    f&uuml;r Pflanzenern.hrung und Bodenkunde</i>, 151:141-146.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0044-5967201200040000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Von Wilbert, K; Lukes, M. 2003. Ecochemical effects    of phonolite rock powder, dolomite and potassium sulphate in a spruce stand    on an acidified glacial loam. <i>Nutrient Cycling Agroecosystems</i>, 65:115-127.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0044-5967201200040000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Recebido em: 24/08/2011    <br>   Aceito em: 09/01/2012</font></p>      ]]></body><back>
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