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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Tadalafil para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar idiopática]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Phosphodiesterase inhibitors like sildenafil have already been shown to improve functional capacity and hemodynamics in the treatment of pulmonary arterial hypertension. Few studies address the effects of new phosphodiesterase inhibitors as tadalafil. We report a case of a patient with idiopathic pulmonary arterial hypertension in functional class IV (New York Heart Association) with significant response to treatment with tadalafil.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Hipertensão arterial pulmonar]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[inibidores da fosfodiesterase]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2"><b>RELATO    DE CASO</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="4"><b>Tadalafil    para o tratamento da hipertens&atilde;o arterial pulmonar idiop&aacute;tica</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2"><b>Adriana Castro de Carvalho; Andr&eacute; Luiz Hovnanian; Caio Julio C&eacute;sar    dos Santos Fernandes; M&ocirc;nica Lapa; Carlos Jardim; Rog&eacute;rio Souza</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2"> Grupo de Hipertens&atilde;o Pulmonar &#150; Disciplina de Pneumologia - Instituto    do Cora&ccedil;&atilde;o do Hospital das Cl&iacute;nicas &#150; FMUSP - S&atilde;o    Paulo, SP</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">O uso de inibidores de fosfodiesterase, mais especificamente o sildenafil,    no tratamento da hipertens&atilde;o arterial pulmonar mostrou bons resultados,    indicados por melhora dos par&acirc;metros hemodin&acirc;micos e da capacidade    funcional. Poucos estudos existem a respeito dos efeitos de seus an&aacute;logos    como o tadalafil. O presente caso refere-se a uma paciente com hipertens&atilde;o    arterial pulmonar idiop&aacute;tica em classe funcional IV (NYHA) com resposta    significativa ao uso de tadalafil.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b> Hipertens&atilde;o arterial pulmonar; inibidores da    fosfodiesterase; sildenafil; tadalafil.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">A hipertens&atilde;o arterial pulmonar (HAP) &eacute; uma doen&ccedil;a caracterizada    pela prolifera&ccedil;&atilde;o e remodelamento vascular que resulta no aumento    progressivo da resist&ecirc;ncia vascular pulmonar com conseq&uuml;ente disfun&ccedil;&atilde;o    ventricular direita e finalmente &oacute;bito<sup>1</sup>. O diagn&oacute;stico    da HAP idiop&aacute;tica &eacute; feito quando s&atilde;o exclu&iacute;dos outros    fatores causais<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">O tratamento da HAP tem avan&ccedil;ado nos &uacute;ltimos anos. Infelizmente as alternativas terap&ecirc;uticas dispon&iacute;veis ainda s&atilde;o de efic&aacute;cia limitada, associadas a complica&ccedil;&otilde;es e de custo elevado<sup>3</sup>. O uso do inibidor da 5-fosfodiesterase (5-PD) sildenafil tem mostrado bons resultados com melhora hemodin&acirc;mica e da capacidade funcional em pacientes com HAP. Entretanto, s&atilde;o necess&aacute;rias v&aacute;rias administra&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias e nas doses utilizadas apresenta um alto custo<sup>3-5</sup>. Novos inibidores da 5-PD foram aprovados para o tratamento da disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til, como o tadalafil e o vardenafil. Uma das principais caracter&iacute;sticas desses agentes &eacute; a maior meia vida, mas existem poucos estudos a respeito da efic&aacute;cia e seguran&ccedil;a destes agentes na circula&ccedil;&atilde;o pulmonar em pacientes com HAP<sup>4-6</sup>. Apresentamos um caso de HAP com melhora cl&iacute;nica e hemodin&acirc;mica ap&oacute;s o tratamento com tadalafil, um inibidor da 5-PD de a&ccedil;&atilde;o prolongada.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="3"><b>Relato do caso</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Paciente feminina, branca, 37 anos, com dispn&eacute;ia progressiva aos esfor&ccedil;os h&aacute; tr&ecirc;s anos, submetida a um ecocardiograma no in&iacute;cio de 2003 em outro servi&ccedil;o que evidenciou uma comunica&ccedil;&atilde;o interatrial (CIA) e press&atilde;o sist&oacute;lica do ventr&iacute;culo direito (PSVD) estimada de 47 mmHg. A paciente foi submetida na &eacute;poca a uma cirurgia card&iacute;aca para corre&ccedil;&atilde;o da CIA que n&atilde;o foi identificada no intra-operat&oacute;rio. No mesmo tempo cir&uacute;rgico foi submetida a uma bi&oacute;psia pulmonar que revelou a presen&ccedil;a de les&otilde;es plexiformes arteriolares compat&iacute;veis com HAP. A paciente tinha antecedente de etilismo e diagn&oacute;stico cl&iacute;nico de hepatopatia alco&oacute;lica- Child A, est&aacute;vel desde 1997, sem hipertens&atilde;o portal. Houve piora progressiva da dispn&eacute;ia at&eacute; que, em setembro de 2003, a paciente encontrava-se em classe funcional IV (<i>New York Heart Association</i> &#150; NYHA), com ecocardiograma evidenciando PSVD estimada em 77 mmHg. A paciente vinha fazendo uso de espironolactona 25 mg/dia, digoxina 25 mg/dia e omeprazol 20 mg/dia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s consulta na internet por agentes que poderiam ser utilizados em hipertens&atilde;o pulmonar, a paciente iniciou por conta pr&oacute;pria o uso de Tadalafil 10 mg a cada 36 horas. A paciente procurou nosso servi&ccedil;o doze meses ap&oacute;s o in&iacute;cio do tratamento emp&iacute;rico. Nesse per&iacute;odo apresentou melhora progressiva da dispn&eacute;ia, evoluindo para classe funcional II (NYHA).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Foram ent&atilde;o    realizados exames para investiga&ccedil;&atilde;o efetiva da hipertens&atilde;o    pulmonar, entre eles: PPF negativos, fun&ccedil;&atilde;o pulmonar, reumatograma    e fun&ccedil;&atilde;o tireoidiana normais; ultra-sonografia de abdome mostrou    discreta hipoecogenicidade do par&ecirc;nquima hep&aacute;tico sem sinais de    hipertens&atilde;o portal. A tomografia computadorizada de t&oacute;rax mostrou    apenas sinais sugestivos de hipertens&atilde;o pulmonar (<a href="/img/revistas/abc/v87n5/08f1el.jpg">fig.    1</a>). Novo ecocardiograma, ap&oacute;s um ano de tratamento, evidenciou PSVD    de 58 mmHg. Optamos pela suspens&atilde;o da medica&ccedil;&atilde;o por 72    horas para a realiza&ccedil;&atilde;o de cateterismo card&iacute;aco direito    com teste agudo com vasodilatador, em que n&atilde;o foi verificada resposta    significativa ao &oacute;xido n&iacute;trico (NO) (<a href="#tabela1">tab. 1</a>).</font></p>     <p><a name="tabela1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abc/v87n5/08t1el.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Optou-se pela reintrodu&ccedil;&atilde;o do tadalafil, na mesma dose, com manuten&ccedil;&atilde;o da classe funcional. O teste de caminhada de seis minutos, realizado em vig&ecirc;ncia da medica&ccedil;&atilde;o, resultou em 516 metros, partindo-se de uma freq&uuml;&ecirc;ncia card&iacute;aca de 94 bpm, chegando a 141 bpm ao final do exame, mantendo a satura&ccedil;&atilde;o de oxig&ecirc;nio pela oximetria de pulso em 93% durante todo o teste, sem suplementa&ccedil;&atilde;o de oxig&ecirc;nio.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Dentre as vias fisiopatol&oacute;gicas mais conhecidas, tr&ecirc;s t&ecirc;m particular import&acirc;ncia por serem os alvos atuais das principais alternativas terap&ecirc;uticas existentes para o tratamento da HAP: a via da prostaciclina, a via da endotelina e a via do NO. Especificamente o NO se apresenta como um potente vasodilatador e inibidor da prolifera&ccedil;&atilde;o muscular. O NO ativa a guanilato ciclase, que por sua vez estimula a produ&ccedil;&atilde;o de GMPc nas c&eacute;lulas musculares lisas das art&eacute;rias pulmonares e promove seu relaxamento. Especificamente na HAP, os n&iacute;veis de NO podem estar diminu&iacute;dos<sup>7</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">As fosfodiesterases s&atilde;o uma fam&iacute;lia de enzimas que inativam o GMPc e que possuem diferentes distribui&ccedil;&otilde;es teciduais e afinidades<sup>6</sup>. A 5-PD est&aacute; presente em grande quantidade na vasculatura pulmonar e por isso a sua inibi&ccedil;&atilde;o, que prolonga a meia-vida do GMPc e leva a uma vasodilata&ccedil;&atilde;o, tem sido estudada como tratamento da HAP<sup>7</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">O sildenafil, um inibidor seletivo da 5-PD, j&aacute; mostrou ser um potente vasodilatador dose-dependente<sup>3-5</sup>. Michelakis e cols.<sup>3</sup> mostraram que o seu uso por tr&ecirc;s meses &eacute; seguro e est&aacute; associado a melhora hemodin&acirc;mica e na capacidade funcional nos pacientes com HAP, sendo provavelmente uma alternativa mais barata aos tratamentos atuais. J&aacute; foi demonstrada melhora cl&iacute;nica e funcional com seu uso tanto em HAP idiop&aacute;tica, quanto em outras situa&ccedil;&otilde;es que cursem com hipertens&atilde;o pulmonar<sup>8</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Novos inibidores seletivos da 5-PD, vardenafil e tadalafil, com o mesmo mecanismo de a&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m com propriedades farmacocin&eacute;ticas pr&oacute;prias foram lan&ccedil;ados para o tratamento da disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til, mas poucos estudos existem sobre a sua utiliza&ccedil;&atilde;o na HAP. Ghofrani e cols.<sup>6</sup> compararam os efeitos hemodin&acirc;micos do vardenafil e tadalafil com sildenafil na vasculatura pulmonar e sist&ecirc;mica, em pacientes com HAP por 120 minutos. Todos os inbidores da 5-PD causaram vasodilata&ccedil;&atilde;o pulmonar significante, mas diferiram no tempo para o seu efeito m&aacute;ximo e na seletividade. O tadalafil teve seu efeito m&aacute;ximo em 75 a noventa minutos (contra 40 a 45 minutos para o vardenafil e 60 minutos para o sildenafil). Tadalafil e sildenafil mostraram maior seletividade para a vasculatura pulmonar (queda no &iacute;ndice resist&ecirc;ncia vascular pulmonar/resist&ecirc;ncia vascular sist&ecirc;mica) e apenas o sildenafil mostrou melhora na oxigena&ccedil;&atilde;o arterial.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Palmieri e cols.<sup>9</sup> descreveram um caso de HAP que foi tratada com tadalafil 20 mg em dias alternados, com melhora da classe funcional de NYHA e melhora da PSVD no ecocardiograma ap&oacute;s seis meses de tratamento. No presente caso, nossa paciente com diagn&oacute;stico de HAP, n&atilde;o-responsiva a NO pelo cateterismo direito, iniciou o uso do tadalafil em uma dose mais baixa (10 mg) a cada 36 horas por conta pr&oacute;pria ap&oacute;s ter tido acesso a informa&ccedil;&otilde;es na m&iacute;dia leiga. A paciente tamb&eacute;m apresentou melhora cl&iacute;nica e da classe funcional, com queda da PSVD de 77 para 58 mmHg no ecocardiograma, e est&aacute; em uso da medica&ccedil;&atilde;o h&aacute; mais de um ano. Como a melhora foi evidente e n&atilde;o houve efeitos adversos a dose foi mantida. Al&eacute;m disso, o teste de caminhada da paciente encontra-se em n&iacute;veis que s&atilde;o indicativos de bom progn&oacute;stico a longo prazo ap&oacute;s a institui&ccedil;&atilde;o de tratamento<sup>10</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">O uso dos novos inibidores da 5PD como o tadalafil podem ser uma alternativa para o tratamento da HAP e podem representar uma maior ader&ecirc;ncia ao tratamento, j&aacute; que a sua meia vida &eacute; maior e permite a administra&ccedil;&atilde;o &uacute;nica di&aacute;ria ou em dias alternados. S&atilde;o necess&aacute;rios ainda estudos de farmacodin&acirc;mica especificamente em pacientes com HAP a fim de se determinar a exist&ecirc;ncia ou n&atilde;o de um componente dose-resposta e assim determinar a dose ideal de uso nessa situa&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">1. Rubin LJ. Primary pulmonary hypertension. Chest. 1993; 104: 236-50.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scieloOrg/php/reflinks.php?refpid=S0066-782X200600180002700001&pid=S0066-782X2006001800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');"></a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">2. Simonneau G, Gali&egrave; N, Rubin LJ, Langleben D, Seeger W, Domenighetti G, et al. Clinical classification of pulmonary hypertension. J Am Coll Cardiol. 2004; 43: 5S-12S.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scieloOrg/php/reflinks.php?refpid=S0066-782X200600180002700002&pid=S0066-782X2006001800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');"></a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">3. Michelakis ED, Tymchak W, Noga M, Webster L, Wu XC, Lien D, et al. Long-term treatment with oral sildenafil is safe and improves functional capacity and hemodynamics in patients with pulmonary arterial hypertension. Circulation. 2003; 108: 2066-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scieloOrg/php/reflinks.php?refpid=S0066-782X200600180002700003&pid=S0066-782X2006001800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');"></a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">4. Wilkens H, Guth A, Konig J, Forestier N, Cremers B, Hennen B, et al. Effect of inhaled iloprost plus oral sildenafil in patients with primary pulmonary hypertension. Circulation. 2001; 104: 1218-22.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scieloOrg/php/reflinks.php?refpid=S0066-782X200600180002700004&pid=S0066-782X2006001800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');"></a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">5. Michelakis ED, Tymchak W, Lien D, Webster L, Hashimoto K, Archer S. Oral sildenafil is an effective and specific pulmonary vasodilator in patients with pulmonary arterial hypertension: comparison with inhaled nitric oxide. Circulation. 2002; 105: 2398-403.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scieloOrg/php/reflinks.php?refpid=S0066-782X200600180002700005&pid=S0066-782X2006001800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');"></a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">6. Ghofrani HA, Voswinckel R, Reichenberger F, Olschewski H, Haredza P, Karadas B, et al. Differences in hemodynamic and oxygenation responses to three different phosphodiesterase-5 inhibitors in patients with pulmonary arterial hypertension. J Am Coll Cardiol. 2004; 44: 1488-96.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scieloOrg/php/reflinks.php?refpid=S0066-782X200600180002700006&pid=S0066-782X2006001800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');"></a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">7. Humbert M, Sitbon O, Simonneau G. Treatment of pulmonary arterial hypertension. N Engl Med. 2004; 351(14): 1425-36.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scieloOrg/php/reflinks.php?refpid=S0066-782X200600180002700007&pid=S0066-782X2006001800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');"></a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">8. Fernandes CJC, Jardim C, Carvalho LA, Farias AQ, Terra-Filho M, Souza R. Clinical response to sildenafil in pulmonary hypertension associated to Gaucher's disease. J Inherit Metab Dis. 2005; 28(4): 603-5.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scieloOrg/php/reflinks.php?refpid=S0066-782X200600180002700008&pid=S0066-782X2006001800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');"></a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">9. Palmieri EA, Lembo D, Affuso F, Fazio S. Tadalafil in primary pulmonary arterial hypertension. Ann Intern Med. 2004; 141(9): 743-4.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scieloOrg/php/reflinks.php?refpid=S0066-782X200600180002700009&pid=S0066-782X2006001800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');"></a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">10. Sitbon O, Humbert M, Nunes H, Parent F, Garcia G, Herve PG, et al. Long-term    intravenous epoprostenol infusion in primary pulmonary hypertension: prognostic    factors and survival. J Am Coll Cardiol. 2002; 40(4): 780-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scieloOrg/php/reflinks.php?refpid=S0066-782X200600180002700010&pid=S0066-782X2006001800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');"></a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/abc/v87n5/setael.gif" border="0"></a> <b>Correspond&ecirc;ncia:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Rog&eacute;rio Souza    <br>   Rua Afonso de Freitas, 556/12    <br>   04006-052 &#150; S&atilde;o Paulo, SP    <br>   E-mail: <a href="mailto:rgrsz@uol.com.br">rgrsz@uol.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica-Normal, sans-serif" size="2">Recebido    em 30/09/05; revisado recebido em 30/01/06; aceito em 30/01/06.</font></p>      ]]></body><back>
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