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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Influência de diferentes períodos de secagem na qualidade fisiológica de sementes de Tapirira guianensis Aublet]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The period of viability of cupiúva seed (Tapirira guianensis Aublet.) is very short which hampers its use by nurseries. Due to the scarcity of research on the critical moisture content beyond which seeds would not germinate, this study was carried out to evaluate the physiological quality of seeds of T. guianensis submitted to different periods of drying conditions of 40 °C in an oven (0, 3, 6, 9, 12, 15, 18, 21 and 24 hours).The experimental design was completely randomized and data were submitted to analysis of variance and regression. The evaluation of the treatment effects was based on the determination of moisture content, % of seed germination and vigor (first count and germination speed; seedling length and seedling dry weight). The initial moisture content was 36%, which registered the highest germination percentage (97%). This was reduced with the increase of drying periods, reaching only 38% after 9 hours of drying and subsequent even more drastic reduction. As for the germination speed, the highest value (2.93) occurred in the zero period of drying, the same occurring with the length and dry weight of seedlings, which were reduced drastically with increasing periods of drying. The T. guianensis seeds are recalcitrant, which lose their viability and vigor as their moisture content is reduced, the critical level of moisture below which there is total loss of viability is 16%.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>BOT&Acirc;NICA    E FISIOLOGIA</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="top"></a>Influ&ecirc;ncia    de diferentes per&iacute;odos de secagem na qualidade fisiol&oacute;gica de    sementes de <i>Tapirira guianensis</i> Aublet<a href="#back"><sup>1</sup></a></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Influence of    different periods of drying on physiological quality of <i>Tapirira guianensis</i>    Aublet seeds</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Sueli da Silva    Santos-Moura<sup>I</sup>; Edna Ursulino Alves<sup>II</sup>; Riselane de Lucena    Alc&acirc;ntara Bruno<sup>II</sup>; M&aacute;cio Farias de Moura<sup>III</sup>;    Patr&iacute;cia Sousa de Sales Gondim<sup>I</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Gradua&ccedil;&atilde;o    em Agronomia, Departamento de Fitotecnia e Ci&ecirc;ncias Ambientais, Centro    de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias da Universidade Federal da Para&iacute;ba    (CCA-UFPB). CEP: 58.397-000, Areia - PB. E-mails: <a href="mailto:sssantosagro@hotmail.com">sssantosagro@hotmail.com</a>;    <a href="mailto:patricia.s.gondim@hotmail.com">patricia.s.gondim@hotmail.com</a>    <br>   <sup>II</sup>Prof<sup>as</sup>. Drs. do DFCA/CCA/UFPB, Campus II, Areia - PB.    E-mails: <a href="mailto:ednaursulino@cca.ufpb">ednaursulino@cca.ufpb</a>; <a href="mailto:lane@cca.ufpb.br">lane@cca.ufpb.br</a>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Prof. Dr. da UFRPE/UAG, Garanhuns - PE. E-mail:<a href="mailto:maciof@yahoo.com.br">maciof@yahoo.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O per&iacute;odo    de viabilidade das sementes de cupi&uacute;va (<i>Tapirira guianensis</i> Aublet.)    &eacute; muito reduzido, dificultando sua utiliza&ccedil;&atilde;o pelos viveiristas.    Em fun&ccedil;&atilde;o da escassez de pesquisas referente &agrave; determina&ccedil;&atilde;o    do teor de &aacute;gua cr&iacute;tico para suas sementes, o trabalho teve como    objetivo avaliar a qualidade fisiol&oacute;gica das sementes de <i>T. guianensis</i>    submetidas a diferentes per&iacute;odos de secagem, sob temperatura de 40 ºC,    em estufa (0; 3; 6; 9; 12; 15; 18; 21 e 24 horas). A avalia&ccedil;&atilde;o    do efeito dos tratamentos foi realizada mediante determina&ccedil;&atilde;o    do teor de &aacute;gua, testes de germina&ccedil;&atilde;o e vigor (primeira    contagem % de sementes germinadas e &iacute;ndice de velocidade de germina&ccedil;&atilde;o,    bem como comprimento e massa seca de pl&acirc;ntulas). Verificou-se um teor    de &aacute;gua inicial de 36%, o qual foi reduzindo com o aumento dos per&iacute;odos    de secagem; consequentemente, registrou-se a maior porcentagem de germina&ccedil;&atilde;o    (97%) no per&iacute;odo zero de secagem, reduzindo para 38% ap&oacute;s 9 horas    de secagem e, posteriormente, houve perda total da germina&ccedil;&atilde;o.    Quanto ao &iacute;ndice de velocidade de germina&ccedil;&atilde;o, o maior valor    (2,93) ocorreu no per&iacute;odo zero de secagem, ocorrendo o mesmo com o comprimento    e a massa seca das pl&acirc;ntulas, os quais foram reduzidos drasticamente com    o aumento dos per&iacute;odos de secagem. As sementes da esp&eacute;cie <i>T.    guianensis</i> s&atilde;o recalcitrantes, perdendo a viabilidade e o vigor &agrave;    medida que seu teor de &aacute;gua &eacute; reduzido; o n&iacute;vel cr&iacute;tico    de umidade, abaixo do qual h&aacute; perda total de viabilidade, est&aacute;    em tomo de 16%.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Termos para    indexa&ccedil;&atilde;o:</b> cupi&uacute;va, sementes recalcitrantes, frut&iacute;fera    nativa, teor de &aacute;gua.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> The period of    viability of cupi&uacute;va seed (<i>Tapirira guianensis</i> Aublet.) is very    short which hampers its use by nurseries. Due to the scarcity of research on    the critical moisture content beyond which seeds would not germinate, this study    was carried out to evaluate the physiological quality of seeds of <i>T. guianensis</i>    submitted to different periods of drying conditions of 40 &deg;C in an oven    (0, 3, 6, 9, 12, 15, 18, 21 and 24 hours).The experimental design was completely    randomized and data were submitted to analysis of variance and regression. The    evaluation of the treatment effects was based on the determination of moisture    content, % of seed germination and vigor (first count and germination speed;    seedling length and seedling dry weight). The initial moisture content was 36%,    which registered the highest germination percentage (97%). This was reduced    with the increase of drying periods, reaching only 38% after 9 hours of drying    and subsequent even more drastic reduction. As for the germination speed, the    highest value (2.93) occurred in the zero period of drying, the same occurring    with the length and dry weight of seedlings, which were reduced drastically    with increasing periods of drying. The <i>T. guianensis</i> seeds are recalcitrant,    which lose their viability and vigor as their moisture content is reduced, the    critical level of moisture below which there is total loss of viability is 16%.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Index termos:</b>    cupi&uacute;va, recalcitrant seeds, native fruitful, moisture content.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No Brasil, a &aacute;rea    de mata nativa &eacute; consider&aacute;vel, com grande variedade de &aacute;rvores    frut&iacute;feras ainda pouco estudadas, muitas das quais com potencial de aproveitamento    pouco explorado devido &agrave; falta de conhecimentos que permitam a implanta&ccedil;&atilde;o    de pomares comerciais (KOHAMA et al., 2006). Embora as esp&eacute;cies nativas    tenham grande potencial de utiliza&ccedil;&atilde;o como frut&iacute;feras,    na arboriza&ccedil;&atilde;o urbana e em reflorestamentos, seu uso &eacute;    limitado em fun&ccedil;&atilde;o da car&ecirc;ncia de informa&ccedil;&otilde;es    t&eacute;cnicas sobre o manejo de suas sementes (BARBEDO et al., 1998).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A esp&eacute;cie    <i>Tapirira guianensis</i> Aubl. pertencente &agrave; fam&iacute;lia Anacardiaceae,    &eacute; conhecida popularmente como cupi&uacute;va, tapiriri, guapiruba, cedr&oacute;i,    aroeirana, peito-de-pombo e camboat&aacute;, cuja &aacute;rvore pode ser empregada    em reflorestamento heterog&ecirc;neo, principalmente de locais &uacute;midos,    gra&ccedil;as &agrave; toler&acirc;ncia a esse ambiente e &agrave; produ&ccedil;&atilde;o    de frutos muito procurados pela fauna. A madeira &eacute; muito empregada na    confec&ccedil;&atilde;o de brinquedos, compensados, embalagens e caixotarias    leves, m&oacute;veis comuns, saltos para cal&ccedil;ados, cabos de vassoura    (LORENZI, 2002).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar de ser uma    esp&eacute;cie de interesse econ&ocirc;mico, pouco se sabe sobre a germina&ccedil;&atilde;o    de suas sementes ap&oacute;s a desidrata&ccedil;&atilde;o, bem como sobre as    condi&ccedil;&otilde;es favor&aacute;veis &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o    das mesmas. H&aacute; esp&eacute;cies que s&atilde;o sens&iacute;veis ao dessecamento,    podendo as temperaturas agravar ainda mais o problema, influenciando na qualidade    fisiol&oacute;gica da semente. Segundo Roberts (1973), quanto ao potencial de    armazenamento, as sementes s&atilde;o classificadas em dois grupos: as sementes    tolerantes &agrave; redu&ccedil;&atilde;o do grau de umidade e ao resfriamento    foram denominadas de sementes ortodoxas, enquanto as outras, sens&iacute;veis,    foram chamadas de sementes recalcitrantes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A capacidade fisiol&oacute;gica    de toler&acirc;ncia &agrave; desseca&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-colheita das    sementes &eacute; vari&aacute;vel entre as esp&eacute;cies. A maioria possui    sementes que toleram desseca&ccedil;&atilde;o a teores de &aacute;gua pr&oacute;ximos    de 2 a 5%, ou mesmo abaixo desses n&iacute;veis, sendo denominadas ortodoxas,    enquanto outras, que possuem sementes classificadas como 'intermedi&aacute;rias',    toleram desseca&ccedil;&atilde;o a teores de &aacute;gua em torno de 10 a 13%    e t&ecirc;m a viabilidade reduzida em teores de &aacute;gua inferiores (FONSECA;    FREIRE, 2003). As sementes de esp&eacute;cies que n&atilde;o toleram desseca&ccedil;&atilde;o    a teores de &aacute;gua entre 15 e 20% s&atilde;o classificadas como recalcitrantes    (ROBERTS, 1973; HONG; ELLIS, 1996).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O teor de &aacute;gua    &eacute; um fator determinante do comportamento das sementes recalcitrantes    durante o armazenamento. Nessas sementes, a &aacute;gua subcelular est&aacute;    fortemente associada &agrave;s superficies macromoleculares, assegurando, em    parte, a estabilidade de membranas e macromol&eacute;culas. A perda de &aacute;gua    estrutural durante o processo de secagem causaria a altera&ccedil;&atilde;o    de sistemas metab&oacute;licos e de membranas, resultando no in&iacute;cio do    processo de deteriora&ccedil;&atilde;o (FARRANT et al., 1988). O desenvolvimento    das sementes recalcitrantes difere do das ortodoxas por n&atilde;o ter a fase    de desidrata&ccedil;&atilde;o no ponto de maturidade fisiol&oacute;gica (FARRANT    et al., 1988), ocorrendo um decl&iacute;nio do teor de &aacute;gua destas sementes,    n&atilde;o sendo significativo quando comparado com a fase de desidrata&ccedil;&atilde;o    das sementes ortodoxas (KIKUTI, 2000).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O desenvolvimento    das sementes recalcitrantes difere das ortodoxas por n&atilde;o apresentar a    fase de desidrata&ccedil;&atilde;o (FARRANT et al., 1988), ou seja, no ponto    de maturidade fisiol&oacute;gica ocorre um decl&iacute;nio do teor de &aacute;gua    das sementes, sendo, entretanto, n&atilde;o significativo quando comparado &agrave;    fase de desidrata&ccedil;&atilde;o, propriamente dita, das sementes ortodoxas    (KIKUTI, 2000).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As sementes recalcitrantes    continuam hidratadas at&eacute; o final do desenvolvimento e matura&ccedil;&atilde;o    (SCHMIDT, 2000; HARTMANN et al., 1997), geralmente com capacidade de germinarem    imediatamente ap&oacute;s a separa&ccedil;&atilde;o da planta-m&atilde;e, em    fun&ccedil;&atilde;o de seu elevado teor de &aacute;gua, sem a necessidade de    hidrata&ccedil;&atilde;o adicional ex&oacute;gena. De forma geral, em nenhum    momento do desenvolvimento dessas sementes se verifica toler&acirc;ncia &agrave;    desseca&ccedil;&atilde;o, motivo pelo qual as mesmas t&ecirc;m grande dificuldade    em sua conserva&ccedil;&atilde;o (BARBEDO; MARCOS FILHO, 1998; HARTMANN et al.,    1997).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A identifica&ccedil;&atilde;o    do per&iacute;odo de secagem ideal constitui-se numa ferramenta importante para    a melhor conserva&ccedil;&atilde;o das sementes no que se refere ao armazenamento.    Dessa forma, o presente trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar    a qualidade fisiol&oacute;gica das sementes de <i>T. guianensis</i> submetidas    a diferentes per&iacute;odos de secagem, em condi&ccedil;&otilde;es de 40 ºC    em estufa.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A pesquisa foi    conduzida no Laborat&oacute;rio de An&aacute;lise de Sementes, do Centro de    Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias, da Universidade Federal da Para&iacute;ba (CCA    - UFPB), em Areia - PB, com sementes de <i>Tapirira guianensis</i> Aublet, obtidas    de frutos maduros, com colora&ccedil;&atilde;o roxo-escura colhidos em oito    plantas-matrizes, localizadas no CCA - UFPB. O beneficiamento foi realizado    pelo despolpamento manual com aux&iacute;lio de uma peneira e, em seguida, as    sementes foram lavadas em &aacute;gua corrente para a retirada da mucilagem    remanescente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s o beneficiamento,    as sementes foram postas sobre papel toalha e submetidas &agrave; secagem em    estufa com circula&ccedil;&atilde;o e renova&ccedil;&atilde;o de ar, regulada    a temperatura de 40 ºC, pelos seguintes per&iacute;odos: 0 (sem secagem); 3;    6; 9; 12; 15; 18; 21 e 24 horas. Antes e ap&oacute;s cada per&iacute;odo de    secagem, as sementes foram submetidas &agrave;s seguintes determina&ccedil;&otilde;es    e testes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Teor de &aacute;gua    -</b> Para sua determina&ccedil;&atilde;o, foram tomadas quatro repeti&ccedil;&otilde;es,    com 10 sementes cada, por per&iacute;odo de secagem, sendo utilizado o m&eacute;todo    da estufa a 105 &plusmn; 3 ºC, durante 24 horas (BRASIL, 2009), sendo os resultados    expressos em porcentagem, em base &uacute;mida.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Germina&ccedil;&atilde;o    -</b> Ap&oacute;s cada per&iacute;odo de secagem, foram retiradas amostras de    100 sementes, que foram postas para germinar. O substrato utilizado foi o papel    toalha, onde as sementes foram distribu&iacute;das sobre duas folhas, cobertas    com uma terceira e organizadas em forma de rolo. O papel foi umedecido com &aacute;gua    destilada no volume (mL) equivalente a 3 vezes o peso seco do substrato, sem    adi&ccedil;&atilde;o posterior de &aacute;gua. O teste foi conduzido em germinador    do tipo BOD regulado, com temperatura constante de 25 ºC e fotoper&iacute;odo    de 8 horas-luz e 16 de escuro. As avalia&ccedil;&otilde;es foram feitas diariamente,    por um per&iacute;odo de 14 dias; considerando-se como germinadas aquelas que    emitiram raiz e parte a&eacute;rea perfeitas (pl&acirc;ntulas normais). Os resultados    foram expressos em porcentagem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Primeira contagem    de germina&ccedil;&atilde;o -</b> O teste de primeira contagem foi realizado    juntamente com o teste de germina&ccedil;&atilde;o, com avalia&ccedil;&atilde;o    das pl&acirc;ntulas normais no s&eacute;timo dia ap&oacute;s a semeadura, cujos    resultados foram em porcentagem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>&Iacute;ndice    de velocidade de germina&ccedil;&atilde;o -</b> Foi realizado simultaneamente    ao teste de germina&ccedil;&atilde;o. Foram registradas contagens di&aacute;rias,    no mesmo hor&aacute;rio, dos sete aos 14 dias, sendo o &iacute;ndice calculado    de acordo com a f&oacute;rmula <img src="/img/revistas/rbf/v34n2/10s01.jpg" align="absmiddle">    proposta por Maguire (1962), em que, IVG = &iacute;ndice velocidade de germina&ccedil;&atilde;o;    G<sub>1</sub>, G<sub>2</sub> e G<sub>n</sub> = n&uacute;mero de sementes germinadas    a cada dia; N<sub>1</sub>, N<sub>2</sub> e N<sub>n</sub> = n&uacute;mero de    dias decorridos da semeadura a primeira, segunda at&eacute; a &uacute;ltima    contagem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Comprimento    e massa seca de pl&acirc;ntulas -</b> Ap&oacute;s a contagem final do teste    de germina&ccedil;&atilde;o, as pl&acirc;ntulas normais foram submetidas a medi&ccedil;&otilde;es    (da raiz &agrave; parte a&eacute;rea), com aux&iacute;lio de uma r&eacute;gua    graduada em cent&iacute;metros. Em seguida, essas pl&acirc;ntulas foram postas    em sacos de papel Kraft e levadas &agrave; estufa regulada a 65 ºC at&eacute;    atingirem peso constante (48 horas). Decorrido esse per&iacute;odo, foram pesadas    em balan&ccedil;a anal&iacute;tica com precis&atilde;o de 0,001g. Os resultados    foram expressos em cm/pl&acirc;ntula e g/pl&acirc;ntula, respectivamente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Delineamento    experimental e an&aacute;lise estat&iacute;stica -</b> O delineamento experimental    utilizado foi o inteiramente ao acaso, com quatro repeti&ccedil;&otilde;es e    25 sementes por parcela. Os resultados foram submetidos &agrave; an&aacute;lise    de vari&acirc;ncia e de regress&atilde;o polinomial, em que se testaram os modelos    linear e quadr&aacute;tico, selecionando-se para explicar os dados significativos    e com maior coeficiente de determina&ccedil;&atilde;o (R<sup>2</sup>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>RESULTADOS E    DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com os    dados da <a href="#f1">Figura 1</a>, observou-se a rela&ccedil;&atilde;o entre    o teor de &aacute;gua das sementes de <i>Tapirira guianensis</i> e os diferentes    per&iacute;odos de secagem. Foi constatado que as sementes se encontravam com    um teor de &aacute;gua inicial em torno de 36%, reduzindo drasticamente nas    primeiras horas de secagem (0-9 horas) e atingindo 9% de umidade ap&oacute;s    24 horas de secagem. Esta redu&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida do teor de &aacute;gua    no in&iacute;cio da desseca&ccedil;&atilde;o pode ter ocorrido em fun&ccedil;&atilde;o    da maior quantidade de &aacute;gua nas camadas superficiais das sementes e,    &agrave; medida que essa &aacute;gua foi sendo evaporada, o processo tornou-se    mais lento, possivelmente devido &agrave; maior dificuldade de perda da &aacute;gua    do interior das sementes, tornando o processo mais lento.</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbf/v34n2/10f01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O processo de secagem    adotado pode ser classificado como r&aacute;pido (PAMMENTER et al., 1998), pois    demandou 24 horas para que o teor de &aacute;gua inicial das sementes (36%)    fosse reduzido para 9%, &agrave; temperatura de 40 &deg;C. De forma semelhante,    Andrade et al. (2005) observaram que a redu&ccedil;&atilde;o no teor de &aacute;gua    das sementes de <i>Archontophoenix alexandrae</i> foi mais intensa nos per&iacute;odos    iniciais de secagem, diminuindo gradativamente o percentual de redu&ccedil;&atilde;o    com o aumento do per&iacute;odo de secagem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No momento da dispers&atilde;o,    pode-se observar que as sementes se encontravam com alto teor de &aacute;gua,    o que, de acordo com Roberts e King (1980), &eacute; caracter&iacute;stico de    sementes recalcitrantes, pois, ao contr&aacute;rio de sementes ortodoxas, as    sementes recalcitrantes n&atilde;o passam por um dessecamento acentuado durante    a matura&ccedil;&atilde;o e/ou antecedendo a dispers&atilde;o. Dessa forma,    para essas sementes, n&atilde;o &eacute; observada a chamada fase I da embebi&ccedil;&atilde;o,    caracterizada por r&aacute;pida absor&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua durante    a fase inicial do processo de germina&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As sementes de    <i>T. guianensis</i> que n&atilde;o foram submetidas &agrave; secagem (zero    hora) foram respons&aacute;veis pelos maiores percentuais de germina&ccedil;&atilde;o    (97%) e, ap&oacute;s esse per&iacute;odo, registrou-se uma redu&ccedil;&atilde;o    na porcentagem de germina&ccedil;&atilde;o, para 37% com 9 horas de secagem    (<a href="#f2">Figura 2</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbf/v34n2/10f02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Decorridas as 12    horas de secagem, as sementes atingiram 16% de umidade e perda total da germina&ccedil;&atilde;o,    sendo, portanto, este teor de umidade letal para a sua germina&ccedil;&atilde;o;    no entanto, pela linha de tend&ecirc;ncia, essa perda ocorreu pr&oacute;ximo    de 18 horas de secagem</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A perda de &aacute;gua    em sementes recalcitrantes desencadeia alguns processos deterior&aacute;veis,    como a desnatura&ccedil;&atilde;o de prote&iacute;nas, altera&ccedil;&otilde;es    na atividade das enzimas peroxidases e danos no sistema de membranas, resultando    na completa perda de sua viabilidade (NAUTIYAL; PUROHIT, 1985). A &aacute;gua    &eacute; essencial para a integridade de estruturas intracelulares, portanto    o metabolismo desequilibrado e os danos provocados devido &agrave; desidrata&ccedil;&atilde;o    s&atilde;o as principais causas da perda de viabilidade das sementes durante    a secagem (BERJAK; PAMMENTER, 2003).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, os resultados    obtidos podem ser devido &agrave; perda de &aacute;gua durante a fase de desidrata&ccedil;&atilde;o,    pois a pr&oacute;pria perda de volume das sementes pode ter resultado em danos    mec&acirc;nicos estruturais que n&atilde;o foram corrigidos durante a reidrata&ccedil;&atilde;o,    no processo germinativo. Em sementes recalcitrantes, a &aacute;gua subcelular    est&aacute; fortemente associada &agrave;s superf&iacute;cies macromoleculares,    assegurando, em parte, a estabilidade de membranas e macromol&eacute;culas (BOVI    et al., 2004). Assim, a perda de &aacute;gua estrutural durante o processo de    secagem de sementes recalcitrantes pode causar severas altera&ccedil;&otilde;es    dos sistemas metab&oacute;licos e de membranas, dando in&iacute;cio ao processo    de deteriora&ccedil;&atilde;o dessas sementes (FARRANT et al., 1988).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Resultados semelhantes    foram observados em sementes de <i>Araucaria angustifolia</i> (Bert.) O. Ktze,    e a perda do poder germinativo foi proporcional ao per&iacute;odo de desidrata&ccedil;&atilde;o    na c&acirc;mara, comprovando que as mesmas s&atilde;o recalcitrantes (EIRA et    al., 1994).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Redu&ccedil;&otilde;es    significativas na germina&ccedil;&atilde;o de sementes <i>Bactris gasipaes</i>    Kunthe (pupunha) iniciaram-se a partir de teores de &aacute;gua entre 28 e 23%    (BOVI et al., 2004). As menores porcentagens de germina&ccedil;&atilde;o (37%)    de sementes de <i>Protium widgrenni</i> Engler (alm&eacute;cega-vermelha) ocorreram    quando as mesmas atingiram 13% de &aacute;gua ap&oacute;s a secagem (SEIFFERT    et al., 2006).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De forma diferente,    Delgado (2006) n&atilde;o constatou redu&ccedil;&atilde;o na germina&ccedil;&atilde;o    de sementes de <i>Eugenia uniflora</i> L. (pitanga) durante a desidrata&ccedil;&atilde;o.    Alves et al. (2008) tamb&eacute;m n&atilde;o verificaram redu&ccedil;&atilde;o    na emerg&ecirc;ncia de pl&acirc;ntulas de <i>Talisia esculenta</i> (A. ST. Hil    Radlk) (pitomba) quando suas sementes foram submetidas a secagem. Santos et    al. (2010) verificaram que, durante o processo de secagem, a emerg&ecirc;ncia    de pl&acirc;ntulas de <i>Hancornia speciosa</i> Gomes foi diminuindo gradativamente,    atingindo 31% ap&oacute;s 72 horas de secagem das sementes e, chegando a 12%    ap&oacute;s 144 horas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na primeira contagem    de germina&ccedil;&atilde;o, os percentuais m&aacute;ximos (62%) tamb&eacute;m    ocorreram nas sementes n&atilde;o desidratadas (zero hora de secagem), sendo    que o percentual de germina&ccedil;&atilde;o das sementes submetidas &agrave;    secagem por nove horas foi de 7%-+, n&atilde;o se verificando germina&ccedil;&atilde;o    a partir das 12 horas de secagem (<a href="#f3">Figura 3</a>).</font></p>     <p><a name="f3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbf/v34n2/10f03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Resultados semelhantes    foram obtidos com sementes <i>Bactris gasipaes</i> Kunth (BOVI et al., 2004)e    de <i>Talisia esculenta</i> A. ST. Hil Radlk (ALVES et al., 2008), pois constatou-se    que a redu&ccedil;&atilde;o do teor de &aacute;gua afetou negativamente o vigor,    determinado pela primeira contagem de germina&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com rela&ccedil;&atilde;o    ao vigor, determinado pelo &iacute;ndice de velocidade de germina&ccedil;&atilde;o    (IVG) (<a href="#f4">Figura 4</a>), assim como na primeira contagem de germina&ccedil;&atilde;o,    tamb&eacute;m se verificou que os maiores &iacute;ndices (2,93) foram atingidos    pelas sementes que n&atilde;o foram submetidas &agrave; secagem (per&iacute;odo    zero), come&ccedil;ando a reduzir drasticamente ap&oacute;s este per&iacute;odo    e atingindo &iacute;ndices nulos &agrave;s 12 horas de secagem. A deteriora&ccedil;&atilde;o    causada pela desidrata&ccedil;&atilde;o das sementes tamb&eacute;m afetou o    vigor, tornando a germina&ccedil;&atilde;o mais lenta e diminuindo o crescimento    das pl&acirc;ntulas. A secagem, provavelmente, provocou danos aos tecidos vitais    das sementes, como o embri&atilde;o, o que explicaria a redu&ccedil;&atilde;o    dr&aacute;stica da germina&ccedil;&atilde;o e do vigor das sementes ap&oacute;s    per&iacute;odos mais prolongados de secagem. Estes resultados demonstram o quanto    uma secagem mais prolongada &eacute; prejudicial ao vigor das sementes de <i>T.    guianensis</i>.</font></p>     <p><a name="f4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbf/v34n2/10f04.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quando c&eacute;lulas    n&atilde;o tolerantes &agrave; desseca&ccedil;&atilde;o s&atilde;o desidratadas,    algumas consequ&ecirc;ncias s&atilde;o observadas, tais como a possibilidade    de seus solutos ficarem mais concentrados, aumentando as rea&ccedil;&otilde;es    qu&iacute;micas destrutivas, podendo alguns desses solutos cristalizar, modificando    a resist&ecirc;ncia das estruturas celulares (ANDRADE et al., 2005), o que provavelmente    serve para explicar a dr&aacute;stica redu&ccedil;&atilde;o na velocidade de    germina&ccedil;&atilde;o de sementes de <i>T. guianensis</i> submetidas &agrave;    desidrata&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De forma semelhante,    a velocidade de germina&ccedil;&atilde;o das sementes de <i>Bactris gasipaes</i>    Kunth (pupunheira) (BOVI et al., 2004) e de <i>Archantophoenix alexandrae</i>    Wendl and Drude (palmeira real) tamb&eacute;m reduziram em fun&ccedil;&atilde;o    da perda de &aacute;gua (ANDRADE et al., 2005). Quando as sementes de <i>Protium    widgrenii</i> Engler (amescla-branca) foram dessecadas a 13% de umidade, tamb&eacute;m    houve uma redu&ccedil;&atilde;o significativa na velocidade de germina&ccedil;&atilde;o,    em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;quelas sementes com 51% de umidade (SEIFFERT    et al., 2006)</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O vigor das sementes    de <i>Cenostigma tocantinum</i> Ducke foi afetado negativamente pelo m&eacute;todo    de secagem em c&acirc;mara com circula&ccedil;&atilde;o e renova&ccedil;&atilde;o    de ar, &agrave; temperatura de 35&deg;C (GARCIA et al., 2008), enquanto Alves    et al. (2008) verificaram redu&ccedil;&atilde;o no &iacute;ndice de velocidade    de germina&ccedil;&atilde;o das sementes de <i>Talisia esculenta</i> ap&oacute;s    44 horas de secagem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para o comprimento    das pl&acirc;ntulas (<a href="#f5">Figura 5</a>), observou-se que os maiores    valores (12,7 cm) foram obtidos daquelas oriundas de sementes que n&atilde;o    foram submetidas &agrave; secagem (per&iacute;odo zero), reduzindo para 3 cm    ap&oacute;s 9 horas de secagem. Esse teste de vigor evidenciou que a qualidade    fisiol&oacute;gica das mesmas foi significativamente prejudicada ap&oacute;s    as primeiras horas de secagem, reduziram sua viabilidade em virtude da r&aacute;pida    perda de &aacute;gua inicial.</font></p>     <p><a name="f5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbf/v34n2/10f05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Diferentemente,    Pammenter et al. (1998) verificaram que as sementes recalcitrantes de <i>Ekebergia    capensis</i>, quando secas rapidamente, mantiveram a viabilidade pr&oacute;xima    da &oacute;tima, enquanto a secagem lenta levou &agrave; perda completa da viabilidade.    Para <i>Talisia esculenta</i> (A. ST. Hil) Radlk, Alves et al. (2008) verificaram    redu&ccedil;&atilde;o no comprimento das pl&acirc;ntulas oriundas de sementes    submetidas &agrave; secagem natural a uma temperatura de 27ºC por at&eacute;    120 horas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&Agrave; semelhan&ccedil;a    do comprimento de pl&acirc;ntulas, a massa seca tamb&eacute;m se reduziu significativamente    com o aumento dos per&iacute;odos de secagem, alcan&ccedil;ando valor m&aacute;ximo    (0,024g) no per&iacute;odo zero de secagem e reduzindo para 0,005g ap&oacute;s    nove horas de secagem (<a href="#f6">Figura 6</a>).</font></p>     <p><a name="f6"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbf/v34n2/10f06.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pelas vari&aacute;veis    analisadas, verificou-se que a secagem afetou o vigor das sementes, demonstrando    que elas s&atilde;o sens&iacute;veis &agrave; desseca&ccedil;&atilde;o. Estes    resultados est&atilde;o de acordo com os encontrado por Alves et al. (2008)    em sementes de <i>Talisia esculenta</i>, quando observaram que per&iacute;odos    prolongados de secagem causaram efeitos fisiol&oacute;gicos prejudiciais na    massa seca de pl&acirc;ntulas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1-As sementes da    esp&eacute;cie <i>Tapirira guianensis</i> Aublet comportam-se como recalcitrantes,    perdendo a viabilidade e o vigor &agrave; medida que seu teor de &aacute;gua    &eacute; reduzido.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2-O n&iacute;vel    cr&iacute;tico de &aacute;gua, abaixo do qual h&aacute; perda total de viabilidade,    est&aacute; em torno de 16%.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3-A secagem &agrave;    temperatura de 40 &deg;C at&eacute; o per&iacute;odo de 6 horas, quando o teor    de &aacute;gua &eacute; de 24%, mant&eacute;m alta viabilidade das sementes    de <i>T. guianensis.</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ALVES, E.U.; SILVA,    K.B.; BRUNO, R.L.A.; , A.U.; CARDOSO, E.A.; GON&Ccedil;ALVES, E.P.; BRAZ, M.S.S.    Comportamento fisiol&oacute;gico de sementes de pitombeira &#91;<i>Talisia esculenta</i>    (A. ST. Hil) Radlk&#93; submetidas &agrave; desidrata&ccedil;&atilde;o. <b>Revista    Brasileira de Fruticultura</b>, Jaboticabal, v.30, n.2, p.509-516, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0100-2945201200020001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ANDRADE, R.R.;    SCHORN, L.A.; NOGUEIRA, A.C. Toler&acirc;ncia &agrave; desseca&ccedil;&atilde;o    em sementes de <i>Archantophoenix alexandrae</i> Wendl. And Drude (palmeira    real australiana). <b>Ambi&ecirc;ncia</b>, Guarapuava, v.1, n.2, p.279-288,    2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0100-2945201200020001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BARBEDO, C.J.;    KOHAMA, S.; MALUF, A.M.; BILIA, D.A.C. Germina&ccedil;&atilde;o e armazenamento    de di&aacute;sporos de cerejeira (<i>Eugenia involucrata</i> DC. - Myrtaceae)    em fun&ccedil;&atilde;o do teor de &aacute;gua. <b>Revista Brasileira de Sementes</b>,    Bras&iacute;lia, v.20, n.1, p.184-188, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0100-2945201200020001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BARBEDO, C.J.;    MARCOS FILHO, J. Toler&acirc;ncia &agrave; desseca&ccedil;&atilde;o em sementes.    <b>Acta Botanica Brasilica</b>, S&atilde;o Paulo, v.12, n.2, p.145-164, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S0100-2945201200020001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BERJAK, P.; PAMMENTER,    N.W. Chapter 4: Orthodox and recalcitrant seeds. In: VOZZO, J.A. <b>Tropical    tree seed manual.</b> Washington: USDA Forest Science, 2003. p.137-147.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0100-2945201200020001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BOVI, M.L.A.; MARTINS,    C.C.; SPIERING, S.H. Desidrata&ccedil;&atilde;o de sementes de quatro lotes    de pupunheira: efeitos sobre a germina&ccedil;&atilde;o e o vigor. <b>Horticultura    Brasileira</b>, Bras&iacute;lia, v.22, n.1, p.109-112, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0100-2945201200020001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BRASIL. Minist&eacute;rio    da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento. <b>Regras para an&aacute;lise    de sementes</b>. Bras&iacute;lia: Secretaria de Defesa Agropecu&aacute;ria.    Bras&iacute;lia, 2009. 395p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0100-2945201200020001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">DELGADO, L.F. <b>Toler&acirc;ncia    &agrave; desseca&ccedil;&atilde;o em sementes de esp&eacute;cies brasileiras    de <i>Eugenia</i></b>. 2006. 96f. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Biodiversidade    Vegetal e Meio Ambiente) - Instituto de Bot&acirc;nica da Secretaria do Meio    Ambiente, S&atilde;o Paulo, 2006</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0100-2945201200020001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">EIRA, M.T.S.; SALOM&Atilde;O,    A.N.; CUNHA, R.; CARRARA, D.K.; MELLO, C.M.C. Efeito do teor de &aacute;gua    sobre a germina&ccedil;&atilde;o de sementes de <i>Araucaria angustifolia</i>    (Bert.) O. Ktze. 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<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">FARRANT, J.M.;    PAMMENTER, N.W.; BERJAK, P. Recalcitrance: a current assessment. <b>Seed Science    and Technology</b>, Zurich, v.16, n.1, p.155-166, 1988.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0100-2945201200020001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">FONSECA, S.C.L.;    FREIRE, H.B. Sementes recalcitrantes: problemas na p&oacute;s-colheita. <b>Bragantia</b>,    Campinas, v.62, n.2, p.297-303, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0100-2945201200020001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">GARCIA, L.C.; MORAES,    R.P.; LIMA, R.M.B. Determina&ccedil;&atilde;o do grau cr&iacute;tico de umidade    em sementes de <i>Cenostigma tocantinum</i> Ducke. <b>Revista Brasileira de    Sementes</b>, Lavras, v.30, n.3, p.172-176, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0100-2945201200020001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">HARTMANN, T.H.;    KESTER, D.E.; DAVIES, F.T.; GENEVE, R. <b>Plant propagation</b>: principles    and practices. 6<sup>th</sup> ed. New Jersey: Prentice Hall, 1997. p.549-622.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0100-2945201200020001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">HONG, T.D.; ELLIS,    R.H. <b>A protocol to determine seed storage behavior</b>. Rome: International    Plant Genetic Resources Institute, 1996. 62p. (Technical Bulletin, 1).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0100-2945201200020001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">KIKUTI, A.L.P.    <b>Aplica&ccedil;&atilde;o de antioxidantes em sementes de cafeeiro visando    &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o da qualidade</b>. 2000. 72f. Disserta&ccedil;&atilde;o    (Mestrado) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0100-2945201200020001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">KOHAMA, S.; MALUF,    A.M.; BILIA, D.A.C.; BARBEDO, C.J. Secagem e armazenamento de sementes de <i>Eugenia    brasiliensis</i> Lam. (grumixameira). <b>Revista Brasileira de Sementes</b>,    Pelotas, v.28, n.1, p.72-78, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0100-2945201200020001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">LORENZI, H. <b>&Aacute;rvores    brasileiras</b>: manual de identifica&ccedil;&atilde;o e de cultivo de plantas    arb&oacute;reas do Brasil. 4.ed. S&atilde;o Paulo: Nova Odessa, 2002. 368p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0100-2945201200020001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">MAGUIRE, J.D. Speed    of germination: aid in selection and evaluation for seedling emergence and vigour.    <b>Crop Science</b>, Madison, v.2, n.2, p.176-177, 1962.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0100-2945201200020001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">NAUTIYAL, A.R.;    PUROHIT, A.N. Seed viability in sal. II. Physiological and biochemical aspects    of ageing in seeds of <i>Shorea robusta</i>. <b>Seed Science and Technology</b>,    Zurich, v.13, n.1, p.69-76, 1985.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0100-2945201200020001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PAMMENTER, N.W.;    GREGGAINS, V.; KIOKO, J.I.; WESLEY-SMITH, J.; BERJAK, P.; FINCH-SAVAGE, W.E.    Effects of differential drying rates on viability retention of recalcitrant    seeds of <i>Ekebergia capensis</i>. <b>Seed Science Research</b>, Wallingford,    v.8, n.4, p.463-471, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0100-2945201200020001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ROBERTS, E.H. Predicting    the storage life of seeds. <b>Seed Science and Technology</b>, Zurich, v.1,    n.3, p.499-514, 1973.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0100-2945201200020001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ROBERTS, E.H.;    KING, M.W. The characteristics of recalcitrant seeds. In: CHIN, H.F.; ROBERTS,    E.H. <b>Recalcitrant crop seeds</b>. Kuala Lumpur: Tropical Press, 1980. p.1-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0100-2945201200020001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SANTOS, P.C.G.;    ALVES, E.U.; GUEDES, R.S.; SILVA, K.B.; CARDOSO, E.A.; LIMA, C.R. Qualidade    de sementes de <i>Hancornia speciosa</i> Gomes em fun&ccedil;&atilde;o do tempo    de secagem. <b>Semina: Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias</b>, Londrina, v.31, n.2,    p.343-352, 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0100-2945201200020001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SCHMIDT, L. <b>Guide    to handling of tropical and subtropical forest seed</b>. Humlebaek: Danida Forest    Seed Centre, 2000. p.225-261.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0100-2945201200020001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SEIFFERT, M.; ALVARENGA,    A. A.; GUIMAR&Atilde;ES, R. M.; CASTRO, E.M.; CARDOSO, M.G.; PAIVA, R.; DOUSSEAU,    S.; VIEIRA, C.V. Efeito da secagem e de diferentes temperaturas na germina&ccedil;&atilde;o    de sementes de <i>Protium widgrenii</i> Engler. <b>Ci&ecirc;ncia e Agrotecnologia</b>,    Lavras, v.30, n.1, p.35-42, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0100-2945201200020001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em: 15-08-2011.    <br>   Aceito para publica&ccedil;&atilde;o em: 09-05-2012.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top">1</a>    (Trabalho 208-11).</font></p>      ]]></body><back>
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