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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Capacidade combinatória para resistência àmancha branca em linhagens endogâmicas de milho]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Estimaram-se as capacidades geral (CGC) e específica (CEC) de combinação para resistência à mancha branca de 24 linhagens do programa de melhoramento de milho do IAC, de diferentes procedências, sob esquemas de dois dialelos parciais (Dialelo A e B), em Mococa, na região nordeste do Estado de São Paulo, na safra 2004/2005. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso com 3 repetições e 2 testemunhas comerciais (IAC 8333 e DKB 350). Avaliou-se a severidade da mancha branca nas linhagens, nos 36 híbridos simples resultantes de cada dialelo parcial 6x6 e nos dois híbridos comerciais. A avaliação da doença foi realizada nos estádios de grãos leitosos a pastosos, através de escala de notas de 1 a 9, correspondendo a 0; 1; 2,5; 5; 10; 25; 50; 75 e mais de 75% de área foliar afetada. Houve diferenças significativas (P<0,01) entre os híbridos para resistência à mancha branca, permitindo a discriminação dos híbridos experimentais. As linhagens mais resistentes foram PM518, IP4035 (Dialelo A) e IP398 (Dialelo B), enquanto que os híbridos IAC8333, PM 518 x IP4035 e IP701 x IP4035 no Dialelo A e L8 x IP398, VER266 x IP398 e L161 x IP398 no Dialelo B, mostraram-se mais resistentes à doença. A análise dialélica mostrou efeitos significativos (P<0,01) para cruzamentos, CGC do Grupo I, CGC do Grupo II somente para o Dialelo A e CEC para resistência à mancha branca. Conclui-se, a partir da magnitude da CGC em relação à variação total, que a resistência à mancha branca tem natureza preponderantemente aditiva e que a presença de CEC significativa indica também a existência de efeitos de dominância.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana">ARTIGOS/ARTICLES</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="verdana" size="4"><b>Capacidade combinat&oacute;ria para resist&ecirc;ncia    &agrave;mancha branca<I> </I>em linhagens endog&acirc;micas de milho </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="verdana" size="2">Paula de Souza Guimar&atilde;es<SUP>I</SUP>;    Maria Elisa Ayres Guidetti Zagatto Paterniani<SUP>I</SUP>; Christina Dudienas<SUP>I;    </SUP>Reginaldo Roberto L&uuml;ders<SUP>I</SUP>; Paulo Boller Gallo<SUP>II</SUP></font></b></p> <SUP> </SUP>      <p><font face="verdana" size="2">IInstituto Agron&ocirc;mico (IAC), Av. Bar&atilde;o    de Itapura, n.1481, Caixa Postal 28, CEP: 13020-902, Campinas (SP), E-mail:    <a href="mailto:psguim@yahoo.com.br">psguim@yahoo.com.br</a>     <br>   IIP&oacute;lo Regional de Desenvolvimento Tecnol&oacute;gico dos Agroneg&oacute;cios    do Nordeste Paulista - APTA, Mococa - SP</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Estimaram-se as capacidades geral (CGC) e espec&iacute;fica    (CEC) de combina&ccedil;&atilde;o para resist&ecirc;ncia &agrave; mancha branca    de 24 linhagens do programa de melhoramento de milho do IAC, de diferentes proced&ecirc;ncias,    sob esquemas de dois dialelos parciais (Dialelo A e B), em Mococa, na regi&atilde;o    nordeste do Estado de S&atilde;o Paulo, na safra 2004/2005. O delineamento experimental    utilizado foi o de blocos ao acaso com 3 repeti&ccedil;&otilde;es e 2 testemunhas    comerciais (IAC 8333 e DKB 350). Avaliou-se a severidade da mancha branca nas    linhagens, nos<i> </i>36 h&iacute;bridos simples resultantes de cada dialelo    parcial 6x6 e nos dois h&iacute;bridos comerciais. A avalia&ccedil;&atilde;o    da doen&ccedil;a foi realizada nos est&aacute;dios de gr&atilde;os leitosos    a pastosos, atrav&eacute;s de escala de notas de 1 a 9, correspondendo a 0;    1; 2,5; 5; 10; 25; 50; 75 e mais de 75% de &aacute;rea foliar afetada. Houve    diferen&ccedil;as significativas (P&lt;0,01) entre os h&iacute;bridos para resist&ecirc;ncia    &agrave; mancha branca, permitindo a discrimina&ccedil;&atilde;o dos h&iacute;bridos    experimentais. As linhagens mais resistentes foram PM518, IP4035 (Dialelo A)    e IP398 (Dialelo B), enquanto que os h&iacute;bridos IAC8333, PM 518 x IP4035    e IP701 x IP4035 no Dialelo A e L8 x IP398, VER266 x IP398 e L161 x IP398 no    Dialelo B, mostraram-se mais resistentes &agrave; doen&ccedil;a. A an&aacute;lise    dial&eacute;lica mostrou efeitos significativos (P&lt;0,01) para cruzamentos,    CGC do Grupo I, CGC do Grupo II somente para o Dialelo A e CEC<b> </b>para resist&ecirc;ncia    &agrave; mancha branca. Conclui-se, a partir da magnitude da CGC em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; varia&ccedil;&atilde;o total, que a resist&ecirc;ncia &agrave; mancha    branca tem natureza preponderantemente aditiva e que a presen&ccedil;a de CEC    significativa indica tamb&eacute;m a exist&ecirc;ncia de efeitos de domin&acirc;ncia.    </font></p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras-chave adicionais: </b>resist&ecirc;ncia    gen&eacute;tica, dialelo, severidade, capacidade de combina&ccedil;&atilde;o.    </font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Estimates of the general combining abilities    (GCA) and specific combining abilities (SCA) of resistance to white leaf spot    were obtained in 24 different IAC maize lines, following two partial<B> </B>diallel    schemes (Dialelo A and Dialelo B), evaluated in Mococa, north-east region of    the S&atilde;o Paulo State, in 2004/2005. The trials followed a randomized blocks    design with three replicates and two commercial checks (IAC 8333 and DKB 350).    The severity of<I> </I>white leaf spot were evaluated in the lines, in the 36    single cross hybrids results of two partial<B> </B>diallel 6x6 and in the two    commercial hybrids. The disease was assessed according to a scale of notes from    1 to 9, corresponding to: 0; 1; 2,5; 5; 10; 25; 50; 75 and + 75% affected leaf    area in the adult plant, respectively. There was significant difference (P&lt;0.01)    among the hybrids for resistance to white leaf spot, making possible discrimination    of hybrids. The lines more resistance were PM518, IP4035 (Dialelo A) and IP398    (Dialelo B), while the hybrids IAC8333, PM 518 x IP4035 and IP701 x IP4035 in    the Dialelo A and L8 x IP398, VER266 x IP398 and L161 x IP398 in the Dialelo    B, showed more resistances to disease. The diallel analyses showed significant    effects (P&lt;0.01) for crosses, GCA in the set I, GCA in the set II, only for    Dialelo A and SCA for resistance to white leaf spot. Based on the magnitude    of GCA related to the total variation it was concluded that the resistence to    white leaf spot is predominantly additive and significant SCA indicated dominance    effects as well. </font></p>     <p><font face="verdana" size="2"><B>Keywords:</B> genetic resistance, diallel,    severity, combining ability. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="verdana" size="2">A mancha branca constitui-se numa das principais    doen&ccedil;as da cultura do milho no Brasil, devido &agrave; generalidade e    severidade com que ocorre em praticamente todas as regi&otilde;es produtoras    de milho. </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">A elevada intensidade da doen&ccedil;a &eacute;    um fator que vem contribuindo de forma marcante para a redu&ccedil;&atilde;o    da produtividade de gr&atilde;os na cultura do milho em gen&oacute;tipos suscet&iacute;veis,    por isso a identifica&ccedil;&atilde;o de gen&oacute;tipos resistentes &eacute;    uma necessidade indispens&aacute;vel em regi&otilde;es de ocorr&ecirc;ncia do    pat&oacute;geno (13). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">A mancha branca<I> </I>destaca-se pela sua ampla    distribui&ccedil;&atilde;o, devido ao grande n&uacute;mero de cultivares suscet&iacute;veis    encontrados. Essa doen&ccedil;a &eacute; considerada de grande import&acirc;ncia    nas regi&otilde;es tropicais e subtropicais do mundo onde se cultiva o milho    e &eacute; particularmente bem adaptada a ambientes onde prevalece umidade elevada.    No entanto, a resist&ecirc;ncia gen&eacute;tica &eacute; a forma mais eficiente    e econ&ocirc;mica para controlar esta doen&ccedil;a na cultura do milho, contribuindo    para isso a disponibilidade de uma grande diversidade gen&eacute;tica (3, 13    e 15). </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Em 2001, Carson (4) relatou que a resist&ecirc;ncia    &agrave; mancha branca<I> </I>possui caracter&iacute;stica quantitativa e que    os genes com a&ccedil;&atilde;o aditiva possuem grande import&acirc;ncia heredit&aacute;ria,    enquanto que genes com a&ccedil;&atilde;o dominante t&ecirc;m menos import&acirc;ncia    na express&atilde;o. Paterniani et al., (13), Silva &amp; Moro (16), empregando    dialelo, e L&uuml;ders (11) utilizando a metodologia de top cross entre linhagens    de milho, corroboram estes resultados, obtendo evid&ecirc;ncias de que os efeitos    predominantemente aditivos s&atilde;o respons&aacute;veis pela resist&ecirc;ncia    &agrave; mancha branca, embora ocorram tamb&eacute;m efeitos de domin&acirc;ncia.    Posteriormente, Lopes et al., (10) estudando o controle gen&eacute;tico da resist&ecirc;ncia    &agrave; mancha branca em linhagens de milho sob condi&ccedil;&otilde;es de    infec&ccedil;&atilde;o natural da doen&ccedil;a, verificaram que a varia&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica devida a efeitos aditivos foi de 73 a 84%, enquanto que, 13    a 23% foi devido aos efeitos dominantes, evidenciando a predomin&acirc;ncia    dos efeitos g&ecirc;nicos aditivos sobre dominantes nas popula&ccedil;&otilde;es    estudadas. </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Entretanto, Amaral (2) estudando a base gen&eacute;tica    da resist&ecirc;ncia &agrave; mancha branca em milho, verificou que a a&ccedil;&atilde;o    g&ecirc;nica de domin&acirc;ncia foi mais importante que os efeitos gen&eacute;ticos    aditivos como fonte de varia&ccedil;&atilde;o para resist&ecirc;ncia a esta    doen&ccedil;a. </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">&Eacute; importante ressaltar que em um programa    de melhoramento visando &agrave; obten&ccedil;&atilde;o de h&iacute;bridos com    resist&ecirc;ncia gen&eacute;tica &agrave; doen&ccedil;a, &eacute; importante    a escolha de germoplasma mais promissor, que apresente boas estimativas de heterose    e de capacidade combinat&oacute;ria em cruzamentos entre linhagens, permitindo    assim, determinar a contribui&ccedil;&atilde;o de cada uma para a resist&ecirc;ncia,    bem como para identificar combina&ccedil;&otilde;es h&iacute;bridas de interesse    agron&ocirc;mico (12, 15 e 16). </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">O m&eacute;todo de cruzamentos dial&eacute;licos    permite a escolha dos parentais promissores com base principalmente nos conceitos    de capacidade geral de combina&ccedil;&atilde;o, capacidade espec&iacute;fica    de combina&ccedil;&atilde;o e heterose (9). Em 1942, Sprague &amp; Tatum (17)    propuseram os conceitos de capacidade geral e capacidade espec&iacute;fica de    combina&ccedil;&atilde;o, relacionando-os, respectivamente, aos efeitos g&ecirc;nicos    aditivos e n&atilde;o aditivos (dominantes e epist&aacute;ticos). </font></p>     <p><font face="verdana" size="2"> Segundo Ferreira et al., (7), a capacidade geral    de combina&ccedil;&atilde;o (CGC) est&aacute; relacionada a efeitos aditivos,    mostrando o comportamento m&eacute;dio dos pais em combina&ccedil;&otilde;es    h&iacute;bridas, enquanto que a capacidade espec&iacute;fica de combina&ccedil;&atilde;o    (CEC) est&aacute; relacionada a efeitos g&ecirc;nicos n&atilde;o-aditivos, caracterizando    os desvios de combina&ccedil;&otilde;es h&iacute;bridas em rela&ccedil;&atilde;o    ao comportamento m&eacute;dio dos pais. </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Neste contexto, o presente trabalho teve por    objetivos avaliar a capacidade de combina&ccedil;&atilde;o para resist&ecirc;ncia    &agrave;mancha branca em 12 linhagens do programa de melhoramento de milho do    IAC, de diferentes proced&ecirc;ncias, visando fornecer subs&iacute;dios para    o desenvolvimento de variedades e h&iacute;bridos resistentes ao agente causal    da mancha branca. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="verdana" size="3"><B>Material e M&eacute;todos</B> </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">As 24 linhagens utilizadas nos cruzamentos no    presente trabalho pertencem ao banco de germoplasma do Instituto Agron&ocirc;mico    (IAC) e distinguem-se em dois grandes grupos: linhagens antigas do programa    de melhoramento de milho e linhagens recentes, provenientes do Centro Internacional    de Melhoramento de Milho e Trigo (CIMMYT) (<a href="/img/revistas/sp/v35n4/a05img01.gif">Tabela    1</a>). Estas linhagens foram cruzadas em dois dialelos parciais 6x6. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">Os 36 h&iacute;bridos simples resultantes de    cada dialelo parcial 6 x 6 e os dois h&iacute;bridos comerciais foram avaliados    no P&oacute;lo Regional de Desenvolvimento Tecnol&oacute;gico dos Agroneg&oacute;cios    do Nordeste Paulista APTA em Mococa - SP, na safra 2004/2005. </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">O delineamento experimental utilizado foi o de    blocos ao acaso com tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es e duas testemunhas comerciais    (IAC 8333 e DKB 350). Cada parcela foi constitu&iacute;da por duas linhas de    5 m espa&ccedil;adas de 0,90 m entre linhas e de 0,20 m entre plantas, com um    total de 50 plantas. </font></p>     <p><font face="verdana" size="2"> Avaliou-se a severidade da mancha branca<I>    </I>no dialelo parcial segundo o procedimento do Guia Agroceres de Sanidade    (1). A avalia&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a foi efetuada no est&aacute;dio    de gr&atilde;os leitosos a pastosos utilizando-se escala de notas de 1 a 9 para    0; 1; 2,5; 5; 10; 25; 50; 75 e mais de 75% de &aacute;rea foliar afetada, respectivamente.    As notas m&eacute;dias de severidade da doen&ccedil;a foram transformadas em    raiz de "x +1" e submetidas a an&aacute;lises da vari&acirc;ncia e    a Teste de Duncan para compara&ccedil;&atilde;o de m&eacute;dias dos tratamentos.    </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Notas de 1 a 3 gen&oacute;tipos resistentes;    4 a 6 gen&oacute;tipos moderadamente suscet&iacute;veis; 7 a 8 gen&oacute;tipos    suscet&iacute;veis e 9 gen&oacute;tipo altamente suscet&iacute;vel. </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Para an&aacute;lise gen&eacute;tica e obten&ccedil;&atilde;o    da capacidade de combina&ccedil;&atilde;o das linhagens, foi utilizado o programa    Genes (5), adotando-se a adapta&ccedil;&atilde;o do modelo 4 de Griffing (8    e 9) descrita por Cruz &amp; Regazzi (6): </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Y<SUB>ij</SUB> = m + g<SUB>i</SUB> + g<SUB>j</SUB>    + s<SUB>ij</SUB> + <B><I>&#949;</I></B><SUB>ij</SUB> onde: </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Y<SUB>ij</SUB>: &eacute; a m&eacute;dia do h&iacute;brido    simples entre o i-&eacute;simo progenitor do grupo 1 e j-&eacute;simo progenitor    do grupo 2 nas r repeti&ccedil;&otilde;es </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">m: &eacute; a m&eacute;dia geral </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">g<SUB>i</SUB>: &eacute; o efeito da capacidade    geral de combina&ccedil;&atilde;o do i-&eacute;simo progenitor do grupo 1 </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">g<SUB>j</SUB>: &eacute; o efeito da capacidade    geral de combina&ccedil;&atilde;o do j-&eacute;simo progenitor do grupo 2 </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">s<SUB>ij</SUB>: &eacute; o efeito da capacidade    espec&iacute;fica de combina&ccedil;&atilde;o entre as linhagens de ordem i    e j dos grupos 1 e 2, respectivamente </font></p>     <p><font face="verdana" size="2"><B><I>&#949;</I></B><SUB>ij</SUB>:<SUB> </SUB>&eacute;    o erro experimental m&eacute;dio. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="verdana" size="3"><B>Resultados e Discuss&atilde;o</B> </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Houve diferen&ccedil;a significativa (P&lt;0,01)    entre os h&iacute;bridos no ensaio quanto &agrave; resist&ecirc;ncia &agrave;    mancha branca, permitindo a discrimina&ccedil;&atilde;o dos h&iacute;bridos    e mostrando que ocorreu variabilidade entre as 12 linhagens de cada Dialelo    para a rea&ccedil;&atilde;o ao pat&oacute;geno. </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Os h&iacute;bridos mais resistentes no Dialelo    A foram o IAC8333, 4x2' (PM 518 x IP4035) e 5x2' (IP701 x IP4035), com nota    3,08 (2,5 % de &aacute;rea foliar afetada). Destacaram-se ainda, com notas pr&oacute;ximas    a 4 correspondendo a, aproximadamente, 5 % de &aacute;rea foliar afetada (moderadamente    resistentes), os h&iacute;bridos: 2x2' (AL519 x IP4035), 2x3' (AL519 x L111),    3x2' (IP330 x IP4035), 3x6' (IP330 x L13), 4x1' (PM518 x L10), 4x4' (PM518 x    L172), 4x5' (PM518 x L100) e 4x6' (PM518 x L13) (<a href="/img/revistas/sp/v35n4/a05img02.gif">Tabela    2</a>). </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">No experimento Dialelo B (<a href="/img/revistas/sp/v35n4/a05img02.gif">Tabela    2</a>), foram considerados mais resistentes os h&iacute;bridos 1x6' (L8 x IP398),    2x6' (VER266 x IP398) e 3x6' (L161 x IP398) com notas m&eacute;dias de 2,68    a 3,08, correspondendo a 2,5 % da &aacute;rea foliar afetada. O h&iacute;brido    4x6' (PM624 x IP398) foi considerado moderadamente resistente, pois obteve nota    m&eacute;dia de 3,49, o que correspondendo a quase 5 % da &aacute;rea foliar    afetada. </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Na <a href="#img03">Tabela 3</a> est&aacute;    apresentada a an&aacute;lise de vari&acirc;ncia dial&eacute;lica para os dois    Dialelos. No Dialelo A, observaram-se &agrave; ocorr&ecirc;ncia de efeitos significativos    de capacidade geral de combina&ccedil;&atilde;o (CGC) dos Grupos 1 e 2 e tamb&eacute;m    de capacidade espec&iacute;fica de combina&ccedil;&atilde;o (CEC), praticamente    na mesma magnitude dos quadrados m&eacute;dios, confirmando-se v&aacute;rios    trabalhos da literatura que conclu&iacute;ram que a resist&ecirc;ncia &agrave;    mancha branca tem car&aacute;ter quantitativo (11, 13 e 15). Alguns trabalhos    mostram a import&acirc;ncia do efeito de aditividade na heran&ccedil;a da resist&ecirc;ncia    &agrave; mancha branca (10, 11, 13, 14 e 16), embora a participa&ccedil;&atilde;o    da domin&acirc;ncia tamb&eacute;m seja pronunciada ou at&eacute; mais importante    (2), sendo a resist&ecirc;ncia &agrave; doen&ccedil;a no presente trabalho determinada    por efeitos aditivos e de domin&acirc;ncia como fonte de varia&ccedil;&atilde;o    para a resist&ecirc;ncia a doen&ccedil;a. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="img03"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/sp/v35n4/a05img03.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="verdana" size="2">No Dialelo B, observaram efeitos significativos    (P&lt;0,01) de cruzamentos e de CGC somente para o Grupo 2, indicando que as    linhagens do Grupo 2 n&atilde;o contribu&iacute;ram com efeitos aditivos para    a resist&ecirc;ncia &agrave; mancha branca, quando em cruzamentos visando &agrave;    obten&ccedil;&atilde;o de h&iacute;bridos experimentais. </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Estimativas m&eacute;dias da CGC, para as 24    linhagens avaliadas, nos dois experimentos, s&atilde;o apresentadas na <a href="#img04">Tabela    4</a>. Metade das linhagens apresentou efeitos de CGC negativos, indicando que,    na m&eacute;dia, esses parentais contribu&iacute;ram para aumentar a resist&ecirc;ncia    em cruzamentos. Verificou-se a exist&ecirc;ncia de fontes de resist&ecirc;ncia    &agrave; mancha branca nas linhagens PM518 (Grupo 1) e IP4035 (Grupo 2) do Dialelo    A, as quais apresentaram os maiores efeitos negativos de CGC, enquanto que no    Dialelo B, a linhagem que se destacou foi a IP398 do Grupo 2. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="img04"></a></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/sp/v35n4/a05img04.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="verdana" size="2">O maior efeito da CEC negativa no Dialelo A,    para a avalia&ccedil;&atilde;o da severidade da doen&ccedil;a na planta, foi    observado entre os cruzamentos: 2x3' (AL519 x L111), 3x4' (IP330 x L172), 4x1'    (PM518 x L10), 4x5' (PM518 x L100), 5x2' (IP701 x IP4035) e 6x6' (L11 x L13)    (<a href="/img/revistas/sp/v35n4/a05img05.gif">Tabela 5</a>). J&aacute; para o Dialelo B (<a href="/img/revistas/sp/v35n4/a05img06.gif">Tabela    6</a>), os maiores efeitos negativos da CEC foram observados nos seguintes h&iacute;bridos    experimentais: 1x3' (L8 x L165), 2x5' (VER266 x L157), 3x1' (L161 x L3), 3x6'    (L161 x IP398), 4x5' (PM624 x L157), 5x3' (PM684 x L165) e 6x5' (AL745 x L157),    mostrando que os devidos cruzamentos entre as linhagens endog&acirc;micas foram    eficientes para a forma&ccedil;&atilde;o de gen&oacute;tipos com maior resist&ecirc;ncia    ao pat&oacute;geno. </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Estes resultados comprovam a exist&ecirc;ncia    de fontes de resist&ecirc;ncia &agrave; mancha branca nas linhagens PM518, IP4035    e IP398, que podem ser utilizadas em programas de obten&ccedil;&atilde;o de    h&iacute;bridos ou de sele&ccedil;&atilde;o recorrente para melhoramento de    popula&ccedil;&otilde;es. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="verdana" size="3"><B>Agradecimentos</B> </font></p>     <p><font face="verdana" size="2">&Agrave; FAPESP - pelo financiamento do projeto.    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="verdana" size="3"><B>Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas</B>    </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">01. Agroceres. <B>Guia de sanidade</B>. 2.ed.    S&atilde;o Paulo: Sementes Agroceres, 1996. 72 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S0100-5405200900040000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">02. Amaral, A.L. do. Etiologia e gen&eacute;tica    da resist&ecirc;ncia &agrave; mancha branca do milho. Porto Alegre: Universidade    Federal do Rio Grande do Sul. 2005. 93f. <B>Tese</B> (Doutorado em Fitotecnia).    <B>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</B>, Porto Alegre, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S0100-5405200900040000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">03. Balmer, E.; Pereira, O.A.P. Doen&ccedil;as    do milho. In: Paterniani, E.; Viegas, G.P. (Ed.) <B>Melhoramento e produ&ccedil;&atilde;o    de milho</B>. 2.ed. Campinas: Funda&ccedil;&atilde;o Cargill, v.2, cap.14, p.595-634,    1987.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0100-5405200900040000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">04. Carson, M.L. Inheritance of resistance to    <I>Phaeosphaeria </I>leaf spot of maize. <B>Plant Disease</B>, Cornell University    press, v.85, p.798-800, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0100-5405200900040000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">05. Cruz, C.D.; <B>Aplicativo computacional em    Gen&eacute;tica e Estat&iacute;stica: programa genes</B>. Vi&ccedil;osa. UFV,    1997. 442 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0100-5405200900040000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">06. Cruz, C.D. &amp; Regazzi, A.J. <B>Modelos    biom&eacute;tricos aplicados ao melhoramento gen&eacute;tico</B>. Vi&ccedil;osa,    UFV, 1997. 380p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0100-5405200900040000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">07. Ferreira, M.A.J. da F.; Braz, L.T.; Queiroz,    M.A. de; Churata-Masca, M.G.C.; Vencovsky, R. Capacidade de combina&ccedil;&atilde;o    em sete popula&ccedil;&otilde;es de melancia. <B>Pesquisa Agropecu&aacute;ria    Brasileira</B>, Bras&iacute;lia, v.37, p.968-970, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0100-5405200900040000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">08. Griffing, J.B. A generalized treatment of    the use of diallel crosses in quantitative inheritance. <B>Heredity</B>,<B>    </B>The Genetical Society of Great Britain, v.10, p. 31-50, 1956a.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0100-5405200900040000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">09. Griffing, J.B. Concept of general and specific    combining ability in relation to diallel systems. <B>Australian Journal of Biological    Science</B>, Melbourne, v.9, p. 463-493, 1956b.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0100-5405200900040000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">10. Lopes, M.T.G.; Lopes, R.; Brunelli, K.R.;    Pereira da Silva, H.; Matiello, R.R. e Camargo, L.E.A. Controle gen&eacute;tico    da resist&ecirc;ncia &agrave; mancha-de-<I>Phaeosphaeria </I>em milho. <B>Ci&ecirc;ncia    Rural</B>, v.37, n.3, p.605-611, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0100-5405200900040000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">11. L&uuml;ders, R.R. Desempenho de Linhagens    de Milho (<I>Zea mays</I> L.) em Top Crosses com Testadores de Base Gen&eacute;tica    Restrita e Avalia&ccedil;&atilde;o de H&iacute;bridos Triplos. Disserta&ccedil;&atilde;o    (Mestrado em Agricultura Tropical e Subtropical). <B>Instituto Agron&ocirc;mico    (IAC)</B>, Campinas, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0100-5405200900040000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">12. Melo, W.M.C.; Pinho, R.G.V.; Ferreira, D.F.    Capacidade combinat&oacute;ria e diverg&ecirc;ncia gen&eacute;tica em h&iacute;bridos    comerciais de milho. <B>Ci&ecirc;ncia Agrot&eacute;cnica</B>, Lavras, v.25,    n.4, p.821-830, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0100-5405200900040000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">13. Paterniani, M.E.A.G.Z.; Sawazaki, E.; Dudienas,    C.; Pereira, J.C.V.N.A. Cruzamentos dial&eacute;licos de linhagens de milho    sob condi&ccedil;&otilde;es de mancha de <I>Phaeosphaeria</I>. <B>Scientia Agricola</B>,    Piracicaba, v.57, n.2, p.313-318, 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0100-5405200900040000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">14. Silva, H.P. Gen&eacute;tica da resist&ecirc;ncia    a <I>Phaeosphaeria maydis</I> em milho. Jaboticabal: Universidade Estadual Paulista,    2002. 105f. Tese (Doutorado). Faculdade de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias e    Veterin&aacute;rias, <B>Universidade Estadual Paulista</B>, Jaboticabal, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0100-5405200900040000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->    </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">15. Silva, H.P.; Barbosa, M.P.M.; Nass, L.L.;    Camargo, L.E.A. Capacidade de Combina&ccedil;&atilde;o e Heterose para Resist&ecirc;ncia    a <I>Puccinia polysora </I>Underw. em Milho. <B>Scientia Agricola</B>, Piracicaba,    v.58, n.4, p.777-783, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0100-5405200900040000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">16. Silva, H.P. &amp; Moro, J.R. Diallel analysis    of maize resistance to <I>Phaeosphaeria maydis</I>. <B>Scientia Agricola</B>,    Piracicaba, v.61, n.1, p.36-42, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0100-5405200900040000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">17. Sprague, G.F., Tatum, L.A. General vs. specific    combining ability in single crosses of corn. <B>Journal American Society of    Agronomy</B>, Madison, v. 34, p. 923-932, 1942.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0100-5405200900040000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="verdana" size="2">Data de chegada: 18/09/2007    <br>   Aceito para publica&ccedil;&atilde;o em: 24/06/2009</font></p>      ]]></body><back>
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<ref id="B1">
<label>01</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>Agroceres</collab>
<source><![CDATA[Guia de sanidade]]></source>
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