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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Tamanho de frutos e de sementes e sua influência na germinação de jatobá-do-cerrado (Hymenaea stigonocarpa var. stigonocarpa Mart. ex Hayne, Leguminosae - Caesalpinoideae)]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fruit and seed size and their influence on the germination of Hymenaea stigonocarpa var. stigonocarpa Mart. ex Hayne (Leguminosae- Caesalpinoideae)]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study describes the biometry of the fruits and seeds of a population of Hymenaea stigonocarpa var. stigonocarpa. The effect of seed weight on the proportion and time of germination was evaluated under laboratory (BOD incubator) and nursery conditions, considering as criteria for germination, primary root protusion and eophylum expansion. This population of H. stigonocarpa var. stigonocarpa varied significantly in fruit and seed size with seed weights ranging between 0.546 and 7.666 g and classified as small, medium and large. A higher proportion of medium-sized seeds emitted the primary root compared to large seeds, whereas small seeds showed an intermediate pattern. However, seed weight did not influence the proportion of seeds that expanded the eophylum. The primary root of large seeds emerged faster than those of small ones. The mean time of eophylum expansion decreased with decreasing seed weight. The results showed that although medium and small seeds have a higher probability of producing the primary root, they also show a greater mortality rate in transition to the eophylum expansion stage.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Tamanho de frutos    e de sementes e sua influ&ecirc;ncia na germina&ccedil;&atilde;o de jatob&aacute;-do-cerrado    (<i>Hymenaea stigonocarpa</i> var. <i>stigonocarpa</i> Mart. ex Hayne, Leguminosae    - Caesalpinoideae)</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Fruit and seed    size and their influence on the germination of <i>Hymenaea stigonocarpa</i>    var. <i>stigonocarpa</i> Mart. ex Hayne (Leguminosae- Caesalpinoideae)</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Silvia Rahe    Pereira<sup>I</sup>; Gisseli Ramalho Giraldelli<sup>II</sup>; Valdemir Ant&ocirc;nio    Laura<sup>III</sup>; Andr&eacute;a L&uacute;cia Teixeira de Souza<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Bi&oacute;loga,    Doutoranda do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Ecologia e Recursos    Naturais, Universidade Federal de S&atilde;o Carlos, CP 676, CEP 13565-905,    S&atilde;o Carlos, SP. E-mail: <a href="mailto:silviarahe@gmail.com">silviarahe@gmail.com</a>    <br>   <sup>II</sup>Bi&oacute;loga, Ms., Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento    Urbano da Prefeitura Municipal de Campo Grande, MS, Rua Mal Rondon, 2655, Centro,    CEP 79002-943, Campo Grande, MS. E-mail: <a href="mailto:gigiraldelli@yahoo.com.br">gigiraldelli@yahoo.com.br</a>    <br>   <sup>III</sup>Eng. Agr&ocirc;nomo, Pesquisador da Embrapa Gado de Corte, CP    154, CEP 79002-970, Campo Grande, MS. E-mail: <a href="mailto:valdemir@cnpgc.embrapa.br">valdemir@cnpgc.embrapa.br</a>    <br>   <sup>IV</sup>Bi&oacute;loga, Profa. Dra., Departamento de Hibrobiologia, CCBS,    Universidade Federal de S&atilde;o Carlos, CP 676, CEP 13565-905, S&atilde;o    Carlos, SP. E-mail: <a href="mailto:altdesouza@gmail.com">altdesouza@gmail.com</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp; </p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Neste estudo foi    descrito a biometria de frutos e de sementes de uma popula&ccedil;&atilde;o    de <i>Hymenaea stigonocarpa</i> var. <i>stigonocarpa</i> foi avaliado o efeito    da massa de sementes na propor&ccedil;&atilde;o e no tempo de germina&ccedil;&atilde;o,    sob condi&ccedil;&otilde;es de laborat&oacute;rio (c&acirc;mara de germina&ccedil;&atilde;o)    e em viveiro, considerando como crit&eacute;rios de germina&ccedil;&atilde;o    a protrus&atilde;o da raiz prim&aacute;ria e a expans&atilde;o de e&oacute;filos.    Esta popula&ccedil;&atilde;o de jatob&aacute;-do-cerrado apresentou uma grande    varia&ccedil;&atilde;o no tamanho de frutos e de sementes. A massa das sementes    variou entre 0,546 e 7,666 g e estas foram classificadas em pequenas, m&eacute;dias    e grandes. Uma propor&ccedil;&atilde;o maior de sementes classificadas como    m&eacute;dias, emitiu a raiz prim&aacute;ria em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s    grandes, enquanto as pequenas ocuparam posi&ccedil;&atilde;o intermedi&aacute;ria.    A massa de sementes n&atilde;o influencia a propor&ccedil;&atilde;o de sementes    que apresenta expans&atilde;o de e&oacute;filos. As sementes grandes emitem    a raiz prim&aacute;ria mais rapidamente que as pequenas. O tempo m&eacute;dio    da expans&atilde;o de e&oacute;filos decresce com a redu&ccedil;&atilde;o da    massa de sementes. Apesar das sementes m&eacute;dias e pequenas possu&iacute;rem    maior potencial para expor a raiz prim&aacute;ria, estas apresentam maior taxa    de mortalidade na transi&ccedil;&atilde;o entre as fases de protrus&atilde;o    da raiz prim&aacute;ria e de expans&atilde;o de e&oacute;filos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Termos para    indexa&ccedil;&atilde;o:</b> biometria, protrus&atilde;o da raiz prim&aacute;ria,    expans&atilde;o de e&oacute;filos.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">This study describes    the biometry of the fruits and seeds of a population of <i>Hymenaea stigonocarpa</i>    var. <i>stigonocarpa</i>. The effect of seed weight on the proportion and time    of germination was evaluated under laboratory (BOD incubator) and nursery conditions,    considering as criteria for germination, primary root protusion and eophylum    expansion. This population of <i>H. stigonocarpa</i> var. <i>stigonocarpa</i>    varied significantly in fruit and seed size with seed weights ranging between    0.546 and 7.666 g and classified as small, medium and large. A higher proportion    of medium-sized seeds emitted the primary root compared to large seeds, whereas    small seeds showed an intermediate pattern. However, seed weight did not influence    the proportion of seeds that expanded the eophylum. The primary root of large    seeds emerged faster than those of small ones. The mean time of eophylum expansion    decreased with decreasing seed weight. The results showed that although medium    and small seeds have a higher probability of producing the primary root, they    also show a greater mortality rate in transition to the eophylum expansion stage.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Index terms:</b>    Biometry, primary root protusion, lophylum expansion</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&Eacute; crescente    o interesse na propaga&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies florestais nativas,    o que demanda informa&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas sobre a morfologia e    caracter&iacute;sticas germinativas das sementes dessas esp&eacute;cies (Silva    e Carvalho, 2008). Estudos envolvendo descri&ccedil;&otilde;es morfo-fisiol&oacute;gicas    de frutos e sementes s&atilde;o importantes na identifica&ccedil;&atilde;o de    esp&eacute;cies e na utiliza&ccedil;&atilde;o destas em projetos de restaura&ccedil;&atilde;o    de &aacute;reas degradadas ou mesmo para fins silviculturais, uma vez que subsidiam    a an&aacute;lise de testes de germina&ccedil;&atilde;o em laborat&oacute;rio    e o entendimento das estrat&eacute;gias reprodutivas das esp&eacute;cies estudadas    (Baskin e Baskin, 1998; Oliveira et al., 2005). Al&eacute;m disto, a morfometria    de frutos e de sementes &eacute; uma importante caracter&iacute;stica usada    em estudos sobre o mecanismo de dispers&atilde;o e em projetos de preserva&ccedil;&atilde;o    de popula&ccedil;&otilde;es naturais (Farias e Davide, 1993). Os m&eacute;todos    adequados para an&aacute;lises de sementes de esp&eacute;cies florestais tem    sido alvo de grande interesse, especialmente quando visa &agrave; obten&ccedil;&atilde;o    de informa&ccedil;&otilde;es que expressem a qualidade fisiol&oacute;gica da    semente (Cruz e Carvalho, 2003). No entanto, os dados dispon&iacute;veis sobre    a caracteriza&ccedil;&atilde;o de frutos e sementes e as informa&ccedil;&otilde;es    silviculturais com rela&ccedil;&atilde;o ao potencial germinativo ainda s&atilde;o    bastante escassos para esp&eacute;cies tropicais nativas (Cruz et al., 2001a;    Ara&uacute;jo Neto et al., 2003; Silva e Carvalho, 2008).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A massa das sementes    influencia v&aacute;rios aspectos da ecologia das esp&eacute;cies vegetais,    uma vez que pode refletir as rela&ccedil;&otilde;es entre plantas e os agentes    dispersores e predadores de sementes e as taxas de sobreviv&ecirc;ncia dos indiv&iacute;duos    na fase de pl&acirc;ntulas (Westoby, 1998). V&aacute;rios estudos avaliaram    o efeito do tamanho de sementes, expresso atrav&eacute;s de sua massa, na germina&ccedil;&atilde;o    e estabelecimento de pl&acirc;ntulas e comparando diferentes esp&eacute;cies    vegetais (Geritz et al., 1999; Coomes e Grubb, 2003; Silvertown e Bullock, 2003),    no entanto, existem ainda poucas informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis    destes processos dentro de uma mesma esp&eacute;cie, especialmente em ambientes    tropicais (Alves et al., 2005). A hip&oacute;tese da rela&ccedil;&atilde;o positiva    entre a massa de sementes e seu potencial germinativo sugere que sementes maiores    possuam embri&otilde;es bem mais desenvolvidos e uma maior quantidade de reservas    (Bezerra et al., 2002), configurando-lhes uma maior qualidade fisiol&oacute;gica    (White e Gonz&aacute;lez, 1990; Bezerra et al., 2004). Isto poderia aumentar    as suas chances de sobreviv&ecirc;ncia sob condi&ccedil;&otilde;es de estresse    h&iacute;drico, escassez de nutrientes no solo e condi&ccedil;&otilde;es desfavor&aacute;veis    de intensidade luminosa (White e Gonz&aacute;lez, 1990; Silva e Carvalho, 2008).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A germina&ccedil;&atilde;o    &eacute; um fen&ocirc;meno fisiol&oacute;gico evidenciado pela emerg&ecirc;ncia    da raiz prim&aacute;ria, sendo que o desenvolvimento subseq&uuml;ente &eacute;    considerado como p&oacute;s-germinativo (Bewley e Black, 1994; Nassif et al.,    1998). No entanto, para estudos ecol&oacute;gicos, silviculturais e de tecnologia    de sementes que visam a produ&ccedil;&atilde;o de mudas, a emerg&ecirc;ncia    da raiz prim&aacute;ria n&atilde;o constitui ind&iacute;cio capaz de prever    o estabelecimento da pl&acirc;ntula (Ferraz et al., 1998) uma vez que, somente    a emerg&ecirc;ncia e o desenvolvimento das estruturas essenciais do embri&atilde;o    manifestariam a sua capacidade de originar uma pl&acirc;ntula normal, sob condi&ccedil;&otilde;es    ambientais favor&aacute;veis (Nassif et al., 1998). Nestes casos, a semente    &eacute; considerada germinada somente quando h&aacute; a expans&atilde;o dos    e&oacute;filos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Hymenaea stigonocarpa</i>    var. <i>stigonocarpa</i> Mart. ex Hayne (Leguminosae: Caesalpinoideae),popularmente    conhecida como jatob&aacute;-do-cerrado, &eacute; uma esp&eacute;cie arb&oacute;rea,    heli&oacute;fila, de at&eacute; 12 m de altura e se distribui nas regi&otilde;es    sazonais, no cerrad&atilde;o e no cerrado <i>sensu stricto</i> do centro e sudeste    do Brasil (Ratter et al., 1996). Floresce entre os meses de dezembro e fevereiro    e frutifica entre setembro e novembro, apresentando frutos com formato aproximadamente    cil&iacute;ndrico a oblongo (Lee e Langenheim, 1975). Suas sementes s&atilde;o    grandes, seu crescimento em campo &eacute; lento e sua madeira &eacute; de alta    densidade (aproximadamente 0,90 g.cm<sup>-</sup>&sup3;) (Carvalho, 2007), o    que a caracteriza como esp&eacute;cie secund&aacute;ria tardia. &Eacute; capaz    de colonizar &aacute;reas de pasto abandonado e &eacute; indicada para plantios    em projetos de recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas (Barbosa    e Martins, 2003).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este estudo caracterizou    as dimens&otilde;es dos frutos e a distribui&ccedil;&atilde;o de frequ&ecirc;ncia    da massa de sementes de uma popula&ccedil;&atilde;o de <i>H. stigonocarpa</i>    var. <i>stigonocarpa</i>, localizada ao norte do Estado do Mato Grosso do Sul,    e visou avaliar o efeito do tamanho da semente (pequena, m&eacute;dia e grande)    em duas fases do processo de germina&ccedil;&atilde;o: a protrus&atilde;o da    raiz prim&aacute;ria e a expans&atilde;o de e&oacute;filos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A coleta de frutos    de <i>H. stigonocarpa</i> var. <i>stigonocarpa</i> Mart. ex Hayne (Leguminosae:    Caesalpinoideae), foi realizada em outubro de 2004, em &aacute;rvores isoladas    em &aacute;reas de pastagem da Fazenda Diamante, localizada no Distrito de Jauru,    Munic&iacute;pio de Coxim, na regi&atilde;o norte do Estado de Mato Grosso do    Sul (18&deg;41'29''S e 54&deg;24'39''W). A &aacute;rea possui 900 ha, sendo    composta por pastagem e manchas de vegeta&ccedil;&atilde;o nativa de capoeiras,    cerrado <i>sensu stricto</i>, mata de encosta e mata ciliar. O clima &eacute;    do tipo tropical quente e sub-&uacute;mido, com quatro meses de seca, de junho    a setembro.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os dados de biometria    foram obtidos a partir de 490 frutos coletados de dez &aacute;rvores distanciadas    entre si de pelo menos 100 m para aumentar a representatividade gen&eacute;tica    da popula&ccedil;&atilde;o. Todos os frutos foram medidos quanto ao comprimento    m&aacute;ximo, largura e espessura com paqu&iacute;metro digital de precis&atilde;o    de 0,01 mm. Posteriormente, foi efetuado o beneficiamento utilizando-se martelo    para abertura dos frutos, uma faca para a retirada do excesso de polpa e esponja    &uacute;mida para limpeza do res&iacute;duo de polpa nas sementes. Todas as    sementes contidas nos frutos (N = 1315), que n&atilde;o apresentavam danos causados    por insetos, fungos e outros pat&oacute;genos, tiveram sua massa registrada,    utilizando balan&ccedil;a com precis&atilde;o de 0,001 g.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Entre os meses    de abril e agosto de 2006, foi conduzido um experimento para avaliar o efeito    da massa de sementes na propor&ccedil;&atilde;o e no tempo m&eacute;dio de germina&ccedil;&atilde;o    (dias), utilizando como crit&eacute;rios a protrus&atilde;o da raiz prim&aacute;ria    e a expans&atilde;o de e&oacute;filos. As sementes intactas foram classificadas    em tr&ecirc;s categorias: grandes (&gt; 5,0 g), m&eacute;dias (entre 3,5 e 4,5    g) e pequenas (&lt; 3,0 g). As categorias pequena e grande foram baseadas no    primeiro e terceiro quartis da curva de distribui&ccedil;&atilde;o de freq&uuml;&ecirc;ncias    de massa. As sementes cuja massa era eq&uuml;idistante entre grandes e pequenas    foram consideradas como m&eacute;dias. As sementes dos demais tamanhos foram    descartadas a fim de evitar que valores marginais pr&oacute;ximos aos limites    das classes influenciassem os resultados.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para o teste de    germina&ccedil;&atilde;o foram utilizadas 120 sementes de cada categoria de    massa, previamente escarificadas com lixa d'&aacute;gua (Nº 80) e colocadas    em placas de Petri (150 cm de di&acirc;metro) contendo vermiculita. As placas    foram divididas em quatro repeti&ccedil;&otilde;es de 30 sementes, de acordo    com cada categoria de massa, e foram colocadas em c&acirc;mara de germina&ccedil;&atilde;o    (BOD), sob a temperatura constante de 30 ºC. O experimento foi avaliado diariamente    por 60 dias at&eacute; que todas as sementes tivessem apresentado a emiss&atilde;o    da raiz prim&aacute;ria e as remanescentes estivessem em fase de decomposi&ccedil;&atilde;o.    As sementes pertencentes a categoria de massa que emitiram a raiz prim&aacute;ria    com o comprimento superior a 2 mm foram registradas e transplantadas para tubetes    contendo substrato comercial (Plantmax&reg;). Os tubetes foram mantidos em casa    de vegeta&ccedil;&atilde;o e umedecidos duas vezes ao dia. O experimento, nesta    etapa em casa de vegeta&ccedil;&atilde;o, passou a ser monitorado semanalmente    e todas as pl&acirc;ntulas que apresentaram a expans&atilde;o de e&oacute;filos    foram registradas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os dados obtidos    das vari&aacute;veis, propor&ccedil;&atilde;o de sementes germinadas e tempo    m&eacute;dio gasto na fase de emiss&atilde;o da raiz prim&aacute;ria e na fase    expans&atilde;o de e&oacute;filos foram avaliados mediante a an&aacute;lise    de vari&acirc;ncia e, em caso de signific&acirc;ncia, as m&eacute;dias foram    comparadas pelo teste te Tukey em 5% de probabilidade. Os dados de propor&ccedil;&atilde;o    de sementes germinadas foram transformados em arcsen <img src="/img/revistas/rbs/v33n1/16s01.jpg" align="absmiddle">,    sendo x a porcentagem de sementes com emiss&atilde;o da raiz prim&aacute;ria    ou de expans&atilde;o dos e&oacute;filos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>RESULTADOS E    DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma grande varia&ccedil;&atilde;o    no tamanho de frutos foi registrada para a popula&ccedil;&atilde;o de <i>H.    stigonocarpa</i> var. <i>stigonocarpa</i> (<a href="/img/revistas/rbs/v33n1/16t01.jpg">Tabela    1</a>). O comprimento dos frutos variou em 4,24 vezes, a largura variou em 6,06    vezes e a espessura variou em 2,88 vezes. A maior parte dos frutos (62,6%) apresentou    entre 105 e 155 mm de comprimento. O n&uacute;mero de sementes variou entre    um e 15 e uma grande propor&ccedil;&atilde;o dos frutos (42,3%) continha tr&ecirc;s    ou quatro sementes (<a href="#f1">Figura 1</a>). A massa de sementes variou    de 0,546 a 7,666 g, uma varia&ccedil;&atilde;o equivalente a aproximadamente    14,04 vezes (<a href="#f2">Figura 2</a>).</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbs/v33n1/16f01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbs/v33n1/16f02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As esp&eacute;cies    arb&oacute;reas tropicais apresentam grande variabilidade com rela&ccedil;&atilde;o    ao tamanho dos frutos, n&uacute;mero de sementes por frutos e massa de sementes    (Cruz et al., 2001b; Cruz e Carvalho, 2003; Gusm&atilde;o et al., 2006). A descri&ccedil;&atilde;o    biom&eacute;trica constitui um instrumento importante para detectar a variabilidade    gen&eacute;tica dentro de popula&ccedil;&otilde;es de uma mesma esp&eacute;cie    e pode fornecer informa&ccedil;&otilde;es importantes para a diferencia&ccedil;&atilde;o    de esp&eacute;cies do mesmo g&ecirc;nero (Cruz e Carvalho, 2003; Gusm&atilde;o    et al., 2006). Frutos de <i>H. courbaril</i> s&atilde;o em m&eacute;dia cerca    de quatro vezes maiores que os frutos de <i>H. intermedia</i> (Cruz et al.,    2001b) que por sua vez tamb&eacute;m possui frutos e sementes menores do que    de <i>H. stigonocarpa</i> var. <i>stigonocarpa</i>, a esp&eacute;cie deste estudo.    Al&eacute;m disto, <i>H. intermedia</i> tamb&eacute;m possui menor varia&ccedil;&atilde;o    no n&uacute;mero de sementes por fruto (1 a 3) e massa de sementes (3,646 a    5,300 g) do que a encontrada para <i>H. stigonocarpa</i> var. <i>stigonocarpa</i>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s 60    dias do in&iacute;cio do experimento, 311 sementes apresentaram a emiss&atilde;o    da raiz prim&aacute;ria, representando 86,4% do total de sementes utilizadas.    A massa de sementes influenciou significativamente a primeira fase do processo    de forma&ccedil;&atilde;o de pl&acirc;ntulas, tanto na propor&ccedil;&atilde;o    de sementes que expuseram a raiz prim&aacute;ria quanto no tempo m&eacute;dio    gasto nesta fase (<a href="/img/revistas/rbs/v33n1/16t02.jpg">Tabela 2</a>).    A propor&ccedil;&atilde;o de sementes grandes que superaram esta fase foi menor    do que as sementes m&eacute;dias, e as sementes pequenas ocuparam uma posi&ccedil;&atilde;o    intermedi&aacute;ria. Por outro lado, as sementes grandes expuseram a raiz prim&aacute;ria    mais rapidamente que sementes pequenas e, neste caso, as m&eacute;dias ocuparam    posi&ccedil;&atilde;o intermedi&aacute;ria. No entanto, a massa das sementes    n&atilde;o influenciou a propor&ccedil;&atilde;o de sementes que completaram    todo o processo de germina&ccedil;&atilde;o at&eacute; a expans&atilde;o dos    e&oacute;filos em rela&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero inicial de sementes    no experimento. O tempo m&eacute;dio observado para a expans&atilde;o de e&oacute;filos    decresceu com a redu&ccedil;&atilde;o da massa de sementes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A separa&ccedil;&atilde;o    das sementes por classes de massa, usada na determina&ccedil;&atilde;o da qualidade    fisiol&oacute;gica, mediante os testes de germina&ccedil;&atilde;o e de vigor,    tem sido frequentemente citada na literatura visando determinar uma classe de    tamanho que maximize o rendimento na produ&ccedil;&atilde;o de mudas vi&aacute;veis    de diversas esp&eacute;cies vegetais (Torres, 1994; Malavasi e Malavasi, 2001;    Macedo et al., 2009). Alguns estudos mostram que a massa da semente influencia    as taxas de germina&ccedil;&atilde;o e o vigor de plantas jovens, dentro de    uma mesma esp&eacute;cie (Simons e Johnston, 2000; Bezerra et al., 2004; Costa    et al., 2006; Klein et al., 2007). Por outro lado, h&aacute; aqueles onde n&atilde;o    &eacute; encontrada uma rela&ccedil;&atilde;o significativa entre a massa de    sementes e a germina&ccedil;&atilde;o (Bezerra et al., 2002; Oliveira et al.,    2005; Duarte et al., 2006). Assim, a influ&ecirc;ncia da massa de sementes na    germina&ccedil;&atilde;o e no vigor de pl&acirc;ntulas parece ser espec&iacute;fica,    variando entre esp&eacute;cies e entre regi&otilde;es distintas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Muitos estudos    que avaliam a porcentagem de germina&ccedil;&atilde;o consideram como sementes    germinadas aquelas em que &eacute; detectada a emiss&atilde;o da raiz prim&aacute;ria    (Alves et al., 2005; Limas et al., 2007; Varela et al., 2005), enquanto outros    consideram germinadas apenas aquelas em que ocorre tamb&eacute;m a expans&atilde;o    de e&oacute;filos (Bezerra et al., 2002; Bezerra et al., 2004; Oliveira et al.,    2005; Costa et al., 2006;. Klein et al., 2007; Silva e Carvalho, 2008; Macedo    et al., 2009). No entanto, n&atilde;o s&atilde;o registrados estudos na literatura    que avaliem ambas as vari&aacute;veis simultaneamente como no presente estudo,    o que pode revelar mais detalhes sobre o processo de estabelecimento de novas    plantas. Este estudo mostrou que a massa da semente pode influenciar o processo    de germina&ccedil;&atilde;o de <i>H. stigonocarpa</i> var. <i>stigonocarpa</i>    quando se considera apenas a emiss&atilde;o da raiz prim&aacute;ria, mas este    efeito n&atilde;o foi detectado ap&oacute;s a fase de expans&atilde;o dos e&oacute;filos.    &Eacute; poss&iacute;vel que sementes pequenas e m&eacute;dias possuam um maior    risco de mortalidade durante a fase de transi&ccedil;&atilde;o entre emiss&atilde;o    da raiz prim&aacute;ria e a expans&atilde;o de e&oacute;filos, quando comparadas    com sementes grandes. Assim, se a germina&ccedil;&atilde;o fosse considerada,    adotando-se como crit&eacute;rio apenas a emiss&atilde;o da raiz prim&aacute;ria,    os resultados indicariam que sementes pequenas e m&eacute;dias possuem maior    potencial germinativo, ao passo que se fosse considerada a expans&atilde;o de    e&oacute;filos como par&acirc;metro de germina&ccedil;&atilde;o, os resultados    sugeririam que o tamanho de semente desta esp&eacute;cie n&atilde;o influencia    a propor&ccedil;&atilde;o de pl&acirc;ntulas formadas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este estudo mostrou    tamb&eacute;m que as sementes grandes de <i>H. stigonocarpa</i> var. <i>stigonocarpa</i>,    apresentaram emiss&atilde;o da raiz prim&aacute;ria num menor tempo, por&eacute;m,    levaram mais tempo para a expans&atilde;o dos e&oacute;filos do que as sementes    pequenas. O efeito da massa da semente na velocidade de germina&ccedil;&atilde;o    parece variar muito entre esp&eacute;cies de diferentes h&aacute;bitos e regi&otilde;es    geogr&aacute;ficas (Baskin e Baskin, 1998). Teketay e Granstrom (1997), num    estudo comparativo de 25 esp&eacute;cies da zona seca da Eti&oacute;pia, mostraram    que, em laborat&oacute;rio, a velocidade da germina&ccedil;&atilde;o foi negativamente    correlacionada com o tamanho da semente. Por outro lado, Paz et al. (1999) n&atilde;o    encontraram efeito significativo entre o tamanho da semente e a taxa nem a velocidade    de emerg&ecirc;ncia de pl&acirc;ntulas de sete esp&eacute;cies de <i>Psychotria</i>    (Rubiaceae). A disponibilidade de &aacute;gua pode influenciar a rela&ccedil;&atilde;o    entre tamanho de semente e as taxas e velocidades de germina&ccedil;&atilde;o    e, assim, os resultados de experimentos em campo e em casa de vegeta&ccedil;&atilde;o    podem diferir entre si. Com o aumento do tamanho da semente, a rela&ccedil;&atilde;o    entre a superf&iacute;cie e o volume da semente &eacute; reduzida, resultando    na diminui&ccedil;&atilde;o da capacidade de obten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua    suficiente para iniciar o processo de germina&ccedil;&atilde;o em solos secos    (Harper e Benton, 1966).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Hymenaea stigonocarpa</i>    var. <i>stigonocarpa</i> apresenta grande varia&ccedil;&atilde;o no tamanho    de frutos e na massa de sementes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Sementes m&eacute;dias    (entre 3,5 e 4,5 g) apresentam maior capacidade de emiss&atilde;o da raiz prim&aacute;ria,    que sementes grandes (&gt; 5,0 g).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">N&atilde;o h&aacute;    diferen&ccedil;as na propor&ccedil;&atilde;o de sementes pequenas, m&eacute;dias    e grandes que alcan&ccedil;am a fase de expans&atilde;o dos e&oacute;filos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O efeito da massa    de semente na germina&ccedil;&atilde;o de <i>H. stigonocarpa</i> var. <i>stigonocarpa</i>    &eacute; dependente do crit&eacute;rio usado para se quantificar a propor&ccedil;&atilde;o    de germina&ccedil;&atilde;o de sementes: emiss&atilde;o da raiz prim&aacute;ria    ou expans&atilde;o dos e&oacute;filos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As sementes pequenas    requerem um tempo maior para emiss&atilde;o da raiz prim&aacute;ria, por&eacute;m,    um tempo menor para abrir e expandir os e &oacute;filos quando comparadas &agrave;s    sementes grandes.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ALVES, E.U.; BRUNO,    R.L.A.; OLIVEIRA, A.P.; ALVES, A.U.; ALVES, A.U.; PAULA, R.C. Influ&ecirc;ncia    do tamanho e da proced&ecirc;ncia de sementes de <i>Mimosa caesalpiniifolia</i>    Benth. sobre a germina&ccedil;&atilde;o e vigor. <b>Revista &Aacute;rvore</b>,    v.29, n.6, p.877-885, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000061&pid=S0101-3122201100010001600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ARA&Uacute;JO NETO,    J.C.; AGUIAR, I.B.; FERREIRA, V.M. Efeito da temperatura e da luz na germina&ccedil;&atilde;o    de sementes de <i>Acacia polyphylla</i> DC. <b>Revista Brasileira de Bot&acirc;nica</b>,    v.26, n.2, p.249-256, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S0101-3122201100010001600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BARBOSA, L.M.;    MARTINS, S.E. <b>Diversificando o reflorestamento no estado de S&atilde;o Paulo:</b>    esp&eacute;cies dispon&iacute;veis por regi&atilde;o e ecossistema. S&atilde;o    Paulo, SP: Instituto de Bot&acirc;nica, 2003. 63p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S0101-3122201100010001600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BASKIN, C.C.; BASKIN,    J.M. <b>Seeds:</b> ecology, biogeography, and evolution of dormancy and germination.    London: Academic Press, 1998. 666p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S0101-3122201100010001600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BEWLEY, J.D.; BLACK,    M. <b>Seeds:</b> physiology of development and germination. New York: Plenum    Press, 1994. 445p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S0101-3122201100010001600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BEZERRA, A.M.E.;    MEDEIROS FILHO, S.; MOREIRA, M.G.; MOREIRA, F.J.C.; ALVES, T.T.L. Germina&ccedil;&atilde;o    e desenvolvimento de pl&acirc;ntulas de copa&iacute;ba em fun&ccedil;&atilde;o    do tamanho e da imers&atilde;o da semente em &aacute;cido sulf&uacute;rico.    <b>Revista Ci&ecirc;ncia Agron&ocirc;mica</b>, v.33, n.2, p.5-12, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S0101-3122201100010001600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BEZERRA, A.M.E.;    MOMENT&Eacute;, V.G.; MEDEIROS FILHO, S. Germina&ccedil;&atilde;o de sementes    e desenvolvimento de pl&acirc;ntulas de moringa (<i>Moringa oleifera</i> Lam.)    em fun&ccedil;&atilde;o do peso da semente e do tipo de substrato. <b>Horticultura    Brasileira</b>, v.22, n.2, p.295-299, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0101-3122201100010001600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CARVALHO, P.E.    <b>Jatob&aacute;-do-Cerrado - <i>Hymenaea stigonocarpa</i></b>. Colombo: Embrapa    Floresta, 2007. 8p. (Embrapa Floresta. Circular T&eacute;cnica, n. 133).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0101-3122201100010001600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">COOMES, D.A.; GRUBB,    P.J. Colonization, tolerance, competition and seed-size variation within functional    groups. <b>Trends in Ecology and Evolution</b>, v.18, n.6, p.283-291, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0101-3122201100010001600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">COSTA, R.S.; OLIVEIRA,    I.V.M.; M&Ocirc;RO, F.V.; MARTINS, A.B.G. Aspectos morfol&oacute;gicos e influ&ecirc;ncia    do tamanho da semente na germina&ccedil;&atilde;o do jambo-vermelho. <b>Revista    Brasileira de Fruticultura</b>, v.28, n.1, p.117-120, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0101-3122201100010001600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CRUZ, E.D.; CARVALHO,    J.E.U.; LE&Atilde;O, N.V.M. M&eacute;todos para supera&ccedil;&atilde;o da dorm&ecirc;ncia    e biometria de frutos e sementes de <i>Parkia nitida</i> Miquel. (Leguminosae    - Mimosoideae). <b>Acta Amaz&ocirc;nica</b>, v.31, n.2, p167-177, 2001a.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0101-3122201100010001600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CRUZ, E.D.; MARTINS,    F.O.; CARVALHO, J.E.U. Biometria de frutos e sementes de jatob&aacute;-curuba    (<i>Hymenaea intermedia</i> Ducke, Leguminosae - Caesalpinioideae). <b>Revista    Brasileira de Bot&acirc;nica</b>, v.24, n.2, p.161-165, 2001b.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0101-3122201100010001600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CRUZ, E.D.; CARVALHO,    J.E.U. Biometria de frutos e germina&ccedil;&atilde;o de sementes de <i>Couratari    stellata</i> A. C. Smith (Lecythidaceae). <b>Acta Amaz&ocirc;nica</b>, v.33,    n.3, p.381-388, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0101-3122201100010001600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">DUARTE, E.F.; NAVES,    R.V.; BORGES, J.D.; GIMAR&Atilde;ES, N.N.R. Germina&ccedil;&atilde;o e vigor    de sementes de cagaita (<i>Eugenia dysenterica</i> Mart. ex DC.) em fun&ccedil;&atilde;o    de seu tamanho e tipo de coleta. <b>Pesquisa Agropecu&aacute;ria Tropical</b>,    n.36, v.3, p.173-179, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0101-3122201100010001600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">FARIAS, M.R.; DAVIDE,    A.C. Aspecto morfol&oacute;gico do fruto, semente e pl&acirc;ntulas de quatro    esp&eacute;cies florestais nativas. <b>Informativo Abrates</b>, v.3, n.3, p.113,    1993.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0101-3122201100010001600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">FERRAZ, I.D.K.;    VARELA, V.P.; MIRANDA, P.R.M.; CORR&Ecirc;A, Y.M.B.; CARNEIRO, N.B. Efeito da    temperatura na germina&ccedil;&atilde;o de sementes florestais da Amaz&ocirc;nia.    In: HIGUCHI, N.; CAMPOS, M.A.A.; SAMPAIO, P.T.B.; SANTOS, J. (Ed.). <b>Pesquisas    florestais para a conserva&ccedil;&atilde;o da floresta e reabilita&ccedil;&atilde;o    de &aacute;reas degradadas da Amaz&ocirc;nia.</b> Manaus: INPA, 1998. p.185-199.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0101-3122201100010001600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">GERITZ, S.A.; VAN    DER MEIJDEN, E.; METZ, J.A.J. Evolutionary dynamics of seed size and seedling    competitive ability. <b>Theoretical Population Biology</b>, v.55, n.3, p.324-343,    1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0101-3122201100010001600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">GUSM&Atilde;O,    E.; VIEIRA, F.A.; FONSECA-JUNIOR, E.M. Biometria de frutos e endocarpos de murici    (<i>Byrsonima verbascifolia</i> Rich. ex A. Juss.). <b>Cerne</b>, v.12, n.1,    p.84-91, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0101-3122201100010001600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">HARPER, J. L.;    BENTON, R. A. The behaviour of seeds in soil: II. The germination of seeds on    the surface of a water supplying substrate. <b>Journal of Ecology</b>, v.54,    n.1, p.151-166, 1966.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0101-3122201100010001600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">KLEIN, J.; ZUCARELI,    V.; KESTRING, D.; CAMILLI, L.; RODRIGUES, J.D. Efeito do tamanho da semente    na emerg&ecirc;ncia e desenvolvimento inicial de mudas de pitangueira (<i>Eugenia    uniflora</i> L.). <b>Revista Brasileira de Bioci&ecirc;ncias</b>, v.5, n.2,    p.861-863, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0101-3122201100010001600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">LEE, Y.T.; LANGENHEIM,    J.H. A systematic revision of the genus <i>Hymenaea</i> (Leguminosae; Caesalpinioideae;    Detarieae). <b>University of California Publications in Botany</b>, v.69, p.1-109,    1975.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0101-3122201100010001600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">LIMAS, J.D.; SILVA,    B.M.S.; MORAES, W.S. Germina&ccedil;&atilde;o e armazenamento de sementes de    <i>Virola surinamensis</i> (Rol.) Warb. (Myristicaceae). <b>Revista &Aacute;rvore</b>,    v.31, n.1, p.37-42, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0101-3122201100010001600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">MACEDO, M.C.; SACALON,    S.P.Q.; SARI, A.P.; SACALON-FILHO, H.; ROSA, Y.B.C.J.; ROBAINA, A.D. Biometria    de frutos e sementes e germina&ccedil;&atilde;o de <i>Magonia pubescens</i>    St.Hil (Sapindaceae). <b>Revista Brasileira de Sementes</b>, v.31, n.2, p.202-211,    2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0101-3122201100010001600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">MALAVASI, U.C.;    MALAVASI, M.M. Influ&ecirc;ncia do tamanho e do peso da semente na germina&ccedil;&atilde;o    e no estabelecimento de esp&eacute;cies de diferentes est&aacute;gios da sucess&atilde;o    vegetal. <b>Floresta e Ambiente</b>, v.8, n.1, p.211-215, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0101-3122201100010001600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">NASSIF, S.M.N.;    VIEIRA, I.G.; FERNADES, G.D. Fatores externos (ambientais) que influenciam na    germina&ccedil;&atilde;o de sementes. <b>Informativo Sementes-IPEF</b>, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0101-3122201100010001600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">OLIVEIRA, I.V.M.;    COSTA, R.S.; ANDRADE, R.A.; MARTINS, A.B.G. Influ&ecirc;ncia do tamanho da semente    na emerg&ecirc;ncia das pl&acirc;ntulas de longan (<i>Dimocarpos longan</i>    Lour) <b>Revista Brasileira de Fruticultura</b>, v.27, n.1, p.171-172, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0101-3122201100010001600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PAZ, H.; MAZER,    S.J.; MARTINEZ-RAMOS, M. Seed mass, seedling emergence, and environmental factors    in seven rain forest <i>Psychotria</i> (Rubiaceae). <b>Ecology</b>, v.80, n.5,    p.1594-1606, 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0101-3122201100010001600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">RATTER, J.A.; BRIDGEWATER,    S.; ATKINSON, R.; RIBEIRO, J.F. Analysis of the floristic composition of the    Brazilian Cerrado vegetation II: comparison of the woody vegetation of 98 areas.    Edinburgh Journal of Botany, v.53, n.2, p.153-180, 1996.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0101-3122201100010001600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SILVA, B.M.S.;    CARVALHO, N.M. Efeitos do estresse h&iacute;drico sobre o desempenho germinativo    da semente de faveira (<i>Clitoria fairchildiana</i> R.A. Howard. - Fabaceae)    de diferentes tamanhos. <b>Revista Brasileira de Sementes</b>, v.30, n.1, p.55-65,    2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0101-3122201100010001600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SILVERTOWN, J.;    BULLOCK, J.M. Do seedlings in gaps interact? A field test of assumptions in    ESS seed size models. <b>Oikos</b>, v.101, n.3, p.499-504, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0101-3122201100010001600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SIMONS, A.M.; JOHNSTON,    M.O. Variation in seed traits of <i>Lobelia inflata</i> (Campanulaceae): sources    and fitness consequences. <b>American Journal of Botany</b>, v.87, n.1, p.124-132,    2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0101-3122201100010001600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">TEKETAY, D.; GRANSTROM,    A. Germination ecology of forest species from the highlands of Ethiopia. <b>Journal    of Tropical Ecology</b>, v.13, n.6, p.805-831, 1997.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0101-3122201100010001600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">TORRES, S.B. Influ&ecirc;ncia    do tamanho das sementes de <i>Acacia gomifera</i> no desenvolvimento das mudas.    <b>Agropecu&aacute;ria Catarinense</b>, v.7, n.2, p.5, 1994.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0101-3122201100010001600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">VARELA, V.P.; COSTA,    S.S.; RAMOS, M.B. Influ&ecirc;ncia da temperatura e do substrato na germina&ccedil;&atilde;o    de sementes de itaubarana (<i>Acosmium nitens</i> (Vog.) Yakovlev) - Leguminosae,    Caesalpinoideae. <b>Acta Amazonica</b>, v.35, n.1, p.35-39, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0101-3122201100010001600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">WESTOBY, M. The    relationship between local and regional diversity: comment. <b>Ecology</b>,    v.79, n.5, p.1825-1827, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0101-3122201100010001600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">WHITE, J.W.; GONZ&Aacute;LEZ,    A. Characterization of the negative association between seed yield and seed    size among genotypes of common bean. <b>Field Crops Research</b>, v.23, n.3,    p.159-175, 1990.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0101-3122201100010001600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Submetido em 20/11/2009.        <br>   Aceito para publica&ccedil;&atilde;o em 16/08/2010.</font></p>      ]]></body><back>
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