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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Ecologia da paisagem: mapeamento da vegetação da Reserva Biológica da Serra do Japi, Jundiaí, SP, Brasil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[It was realized the vegetation map of the Reserva Biológica Municipal da Serra do Japi, at Jundiaí, São Paulo State, by analogical photointerpretation, on the scale 1:30.000. The map was digitized and changed to computer by the geographical information system - Idrisi, and then to the Corel Draw program. Eight landscape units, three anthropic - bare earth, anthropic prairie, homogeneous reforestation, and five natural units - mountainseasonal semideciduous forest with uniform canopy and microphanerophyts, mountain seasonal semideciduous forest with uniform canopy and mesophanerophyts, mountain seasonal semideciduous forest with emergent canopy, alluvial seasonal semideciduous forest with emergent canopy, and shrubby mountain refuges, were identified, mapped, and described. The natural units added 98,46% of the total area, showing that the Reserve is carrying out this role in the ecosystem conservation, but as some units are not significantly represented, and since of the large forest extension outside Reserve, it was offered the suggestion that the Reserve with the enlarged area be changed to another conservation unit-category and that contemplate the public visitation, to help in the conservation process. The conservation unit more appropriated is a Park, and could be denominated Parque Estadual da Serra do Japi.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="top10"></a>Ecologia    da paisagem: mapeamento da vegeta&ccedil;&atilde;o da Reserva Biol&oacute;gica    da Serra do Japi, Jundia&iacute;, SP, Brasil</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Landscape ecology:    vegetation map of the Reserva Biol&oacute;gica da Serra do Japi, Jundia&iacute;,    SP, Brazil</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Eliana Cardoso-Leite<sup>I,<a href="#back1">1</a></sup>;    Maria Inez Pagani<sup>II</sup>; Reinaldo Monteiro<sup>III</sup>; Diana Sarita    Hamburger<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Universidade    Estadual Paulista, Unidade Diferenciada de Registro, Av. Tamekichi Takano, 5,    CEP 11900-000, Registro, SP, Brasil    <br>   <sup>II</sup>Universidade Estadual Paulista, Instituto de Bioci&ecirc;ncias,    Departamento de Ecologia, CEP 13506-900, Rio Claro, SP, Brasil    <br>   <sup>III</sup>Universidade Estadual Paulista, Instituto de Bioci&ecirc;ncias,    Departamento de Bot&acirc;nica, CEP 13506-900, Rio Claro, SP, Brasil    <br>   <sup>IV</sup>Faculdades    SENAC de Educa&ccedil;&atilde;o Ambiental, SENAC, CEP 04311-000, S&atilde;o    Paulo, SP, Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> Foi realizado    o mapeamento da vegeta&ccedil;&atilde;o da Reserva Biol&oacute;gica (REBIO)    Municipal da Serra do Japi, Jundia&iacute;, SP, por meio de fotointerpreta&ccedil;&atilde;o    anal&oacute;gica, em escala 1:30.000. O mapa foi digitalizado e transferido    para computador pelo sistema de informa&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica (Idrisi)    e posteriormente para o programa Corel Draw. Foram identificadas, mapeadas e    descritas oito unidades de paisagem (UP) sendo tr&ecirc;s antr&oacute;picas    (solo exposto, campo antr&oacute;pico e reflorestamento homog&ecirc;neo) e cinco    naturais (floresta estacional semidecidual montana dossel uniforme - microfaner&oacute;fitos;    floresta estacional semidecidual montana dossel uniforme - mesofaner&oacute;fitos;    floresta estacional semidecidual montana dossel emergente; floresta estacional    semidecidual aluvial dossel emergente e ref&uacute;gio montano arbustivo). As    unidades naturais somaram 98,46% do total dos 2.071,20 ha da &aacute;rea, indicando    que a Reserva vem cumprindo seu papel na preserva&ccedil;&atilde;o do ecossistema    em quest&atilde;o. No entanto, como algumas unidades n&atilde;o tem expressiva    representatividade na &aacute;rea, e como existe grande extens&atilde;o de floresta    no entorno da Reserva, sugere-se a amplia&ccedil;&atilde;o e a transforma&ccedil;&atilde;o    da mesma em uma unidade que contemple inclusive a visita&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica    como forma de auxiliar no processo de conserva&ccedil;&atilde;o. Sugere-se que    a &aacute;rea seja transformada em parque estadual, cujo nome poderia ser Parque    Estadual da Serra do Japi.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>    mapeamento de vegeta&ccedil;&atilde;o, ecologia da paisagem, unidade de conserva&ccedil;&atilde;o,    Serra do Japi</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT </b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> It was realized    the vegetation map of the Reserva Biol&oacute;gica Municipal da Serra do Japi,    at Jundia&iacute;, S&atilde;o Paulo State, by analogical photointerpretation,    on the scale 1:30.000. The map was digitized and changed to computer by the    geographical information system - Idrisi, and then to the Corel Draw program.    Eight landscape units, three anthropic - bare earth, anthropic prairie, homogeneous    reforestation, and five natural units - mountainseasonal semideciduous forest    with uniform canopy and microphanerophyts, mountain seasonal semideciduous forest    with uniform canopy and mesophanerophyts, mountain seasonal semideciduous forest    with emergent canopy, alluvial seasonal semideciduous forest with emergent canopy,    and shrubby mountain refuges, were identified, mapped, and described. The natural    units added 98,46% of the total area, showing that the Reserve is carrying out    this role in the ecosystem conservation, but as some units are not significantly    represented, and since of the large forest extension outside Reserve, it was    offered the suggestion that the Reserve with the enlarged area be changed to    another conservation unit-category and that contemplate the public visitation,    to help in the conservation process. The conservation unit more appropriated    is a Park, and could be denominated Parque Estadual da Serra do Japi.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Key words:</b>    vegetation map, landscape ecology, conservation unit, Serra do Japi</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Serra do Japi pode ser considerada uma &aacute;rea priorit&aacute;ria para preserva&ccedil;&atilde;o, pois representa uma das &uacute;ltimas grandes &aacute;reas de floresta cont&iacute;nua do Estado de S&atilde;o Paulo e, embora j&aacute; tenha sofrido altera&ccedil;&otilde;es antr&oacute;picas, ainda representa a flora e a fauna ricas e exuberantes que existiam em grande parte da regi&atilde;o sudeste do Brasil, antes da coloniza&ccedil;&atilde;o (Morellato 1992). Al&eacute;m disso, est&aacute; localizada em regi&atilde;o altamente urbanizada - entre os munic&iacute;pios de S&atilde;o Paulo, Jundia&iacute; e Campinas, aumentando seu risco de destrui&ccedil;&atilde;o. Desde 1983 a regi&atilde;o da Serra do Japi &eacute; &aacute;rea tombada pelo CONDEPHAAT (S&atilde;o Paulo 1983). Em 1984, parte das &aacute;reas urbana e rural dos munic&iacute;pios de Jundia&iacute; e Cabre&uacute;va foram decretadas &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental - APA (S&atilde;o Paulo 1984), principalmente por englobar a regi&atilde;o da Serra do Japi. Estas APAs foram criadas com o objetivo principal de preservar os recursos h&iacute;dricos e a vegeta&ccedil;&atilde;o da Serra do Japi.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em 1991 foi criada a Reserva Biol&oacute;gica Municipal da Serra do Japi (Lei Municipal 3.672 de 10/01/1991), a qual foi regulamentada em 1992 (Lei Municipal 13.196 de 30/12/1992). A Reserva abrange 2.071,20&nbsp;ha, dos quais estima-se que apenas 25% sejam de propriedade p&uacute;blica.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A UNESCO (1994) declarou a Reserva da Biosfera do Cintur&atilde;o Verde da Cidade de S&atilde;o Paulo como parte integrante da Reserva da Biosfera da Mata Atl&acirc;ntica. Al&eacute;m da Floresta Ombr&oacute;fila Densa (Mata Atl&acirc;ntica), representada pelo Parque Estadual da Serra do Mar, outras cinco &aacute;reas foram destacadas pela sua import&acirc;ncia enquanto zona tamp&atilde;o ou zona de transi&ccedil;&atilde;o desta Reserva, e a Serra do Japi &eacute; uma delas.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A conserva&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea &eacute; importante, pois atualmente as Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o Federais representam menos de 4% do territ&oacute;rio nacional brasileiro e, no Estado de S&atilde;o Paulo, existem 85 Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o Estaduais, o que representa 3,14% da &aacute;rea do Estado (Joly &amp; Bicudo 1999). Esta percentagem ainda &eacute; muito pequena.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A ecologia da paisagem &eacute; um instrumento &uacute;til para an&aacute;lise dos remanescentes de vegeta&ccedil;&atilde;o nativa existentes. Alguns autores definem a ecologia da paisagem como o estudo da distribui&ccedil;&atilde;o dos elementos da paisagem, dos processos ecol&oacute;gicos que afetam os padr&otilde;es, e das mudan&ccedil;as dos padr&otilde;es ao longo do tempo (Forman &amp; Godron 1986). Naveh &amp; Lieberman (1984) descrevem o desenvolvimento hist&oacute;rico da ecologia da paisagem e afirmam que esta surgiu na Europa Central, na d&eacute;cada de 1960, em decorr&ecirc;ncia de estudos da &aacute;rea de geografia humana e da ecologia hol&iacute;stica. Mais recentemente, Metzger (1999) faz ampla an&aacute;lise bibliogr&aacute;fica sobre a estrutura da paisagem e a fragmenta&ccedil;&atilde;o. Bridgewater (1993) afirma que a ecologia da paisagem analisa o desenvolvimento e a din&acirc;mica da heterogeneidade espacial, as intera&ccedil;&otilde;es espaciais e temporais e as mudan&ccedil;as na paisagem heterog&ecirc;nea, assim como as influ&ecirc;ncias da heterogeneidade espacial nos processos bi&oacute;ticos e abi&oacute;ticos, e no manejo da paisagem.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para Bertrand (1972) as unidades de paisagem podem ser divididas em seis grandezas. Nas categorias superiores tem-se a zona clim&aacute;tica, o dom&iacute;nio morfoclim&aacute;tico e a regi&atilde;o ou prov&iacute;ncia geormorfol&oacute;gica. Dentre as categorias inferiores, o geossistema corresponde ao ecossistema (das ci&ecirc;ncias naturais), no entanto, incorpora o homem como parte dele e sua conseq&uuml;ente intera&ccedil;&atilde;o com o meio, a geof&aacute;cie (escala de km ou m) est&aacute; fortemente relacionada com diferencia&ccedil;&otilde;es fision&ocirc;micas dentro de um geossistema, e o ge&oacute;topo (escala de m a dm) respresenta principalmente &aacute;reas relictuais ou end&ecirc;micas. Poderiase dar como exemplo uma &aacute;rea na Serra do Mar em S&atilde;o Paulo, como pertencente a unidade de paisagem I (zona clim&aacute;tica): zona de clima tropical; unidade de paisagem II (dom&iacute;nio morfo-clim&aacute;tico): dom&iacute;nio tropical atl&acirc;ntico; unidade de paisagem III (regi&atilde;o): regi&atilde;o da prov&iacute;ncia costeira; unidade de paisagem IV (geossistema): floresta ombr&oacute;fila densa; unidade de paisagem V (geof&aacute;cie): floresta ombr&oacute;fila densa baixo montana ou floresta ombr&oacute;fila densa montana; unidade de paisagem VI (ge&oacute;topo): &aacute;reas de endemismos de algumas esp&eacute;cies de orqu&iacute;deas.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Atualmente, a ecologia da paisagem tem sido utilizada para integrar diferentes disciplinas relacionadas &agrave; an&aacute;lise ambiental. No que se refere &agrave;s escalas de trabalho utilizadas e &agrave; possibilidade de uni&atilde;o entre diferentes ramos da ci&ecirc;ncia, a ecologia da paisagem tem-se mostrado muito interessante.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recentemente alguns trabalhos j&aacute; apresentam esta ponte de liga&ccedil;&atilde;o, tanto entre escalas, quanto entre diferentes disciplinas. No Brasil, alguns estudos desta natureza foram realizados por Metzger &amp; Muller (1996), Metzger (1997), Pivello <i>et al.</i> (1998), Oliveira &amp; Porto (1999). Este trabalho representa mais uma contribui&ccedil;&atilde;o neste sentido.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Vale ressaltar que a ecologia da paisagem incorpora a a&ccedil;&atilde;o humana no ambiente, tanto pelo conceito de ecologia da paisagem, como pelo conceito de geossistema (Bertrand 1972). Desta forma, estudos de ecologia da paisagem podem apontar caminhos para o desenvolvimento sustentado e para um novo rumo na rela&ccedil;&atilde;o homem-natureza pois, como afirma Diegues (1994), a civiliza&ccedil;&atilde;o atual est&aacute; passando da prote&ccedil;&atilde;o ing&ecirc;nua do mundo natural para a afirma&ccedil;&atilde;o de uma nova rela&ccedil;&atilde;o entre homem-natureza.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os objetivos deste    trabalho foram: identificar, mapear, quantificar e caracterizar as Unidades    de Paisagem (Bertrand 1972) ocorrentes na Serra do Japi e propor o melhor enquadramento    da &aacute;rea dentre as categorias de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o    existentes no Brasil.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Material e m&eacute;todos</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A &aacute;rea de    estudo constitui a Reserva Biol&oacute;gica Municipal da Serra do Japi no munic&iacute;pio    de Jundia&iacute;, SP (<a href="#fig1">Fig. 1</a>), com 2.071,20 ha, localizada    entre as coordenadas 23&deg;12'/ 23&deg;21' Sul e 46&deg;30'/ 47&deg;05' Oeste,    na prov&iacute;ncia geomorfol&oacute;gica do Planalto Atl&acirc;ntico (Pon&ccedil;ano    <i>et al.</i> 1981). Em sua maior parte, a Serra do Japi &eacute; constitu&iacute;da    por rochas calcossilicatadas datadas do Proteroz&oacute;ico Inferior (Almeida    <i>et al.</i> 1981). Os solos ocorrentes na Serra do Japi classificam-se como    Latossolo Vermelho-Amarelo fase rasa, que &eacute; um tipo de solo encontrado    no Planalto Atl&acirc;ntico entre as altitudes de 800 e 1.300 m, e Latossolo    Vermelho-Amarelo fase terra&ccedil;o, que tamb&eacute;m &eacute; ocorrente no    Planalto Atl&acirc;ntico entre as altitudes de 550 e 750&nbsp;m (Brasil 1960).</font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abb/v19n2/26217f1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudos clim&aacute;ticos na regi&atilde;o revelaram a exist&ecirc;ncia de clima fortemente estacional, com uma esta&ccedil;&atilde;o quente e chuvosa e outra seca e fria (Pinto 1992). Os tipos de clima predominantes na &aacute;rea s&atilde;o o Cfa e Cfb (Setzer 1966). Segundo Veloso &amp; G&oacute;es-Filho (1982) e IBGE (Brasil 1992), a vegeta&ccedil;&atilde;o desta regi&atilde;o &eacute; classificada como Floresta Estacional Semidecidual.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Das unidades de paisagem propostas por Bertrand (1972), pode-se identificar na &aacute;rea as seguintes: Zona Tropical Atl&acirc;ntica (zona clim&aacute;tica), Dom&iacute;nio Tropical Atl&acirc;ntico (dom&iacute;nio morfoclim&aacute;tico), Planalto Atl&acirc;ntico (regi&atilde;o ou prov&iacute;nica geomorfol&oacute;gica), Floresta Estacional Semidecidual (geossistema). As categorias geof&aacute;cie e ge&oacute;topo foram identificadas e detalhadas no presente estudo, estando apresentadas nos resultados.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Inicialmente foi elaborado um mapeamento das unidades de paisagem (geof&aacute;cies naturais e &aacute;reas de uso antr&oacute;pico) por meio de fotointerpreta&ccedil;&atilde;o anal&oacute;gica realizada por interm&eacute;dio de estereoscopia, segundo o m&eacute;todo descrito por Anderson (1982), tendo como crit&eacute;rios principais a tonalidade de cinza, a textura e a forma destas unidades. Foram utilizadas fotos a&eacute;reas datadas de 1993, em escala 1:30.000.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s a elabora&ccedil;&atilde;o do mapa pr&eacute;vio, foi realizada a verifica&ccedil;&atilde;o em campo do mesmo por meio de visitas realizadas em toda a &aacute;rea, e compara&ccedil;&atilde;o das fitofisionomias estudadas com o sistema de classifica&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o do IBGE (Brasil 1992), complementado pelo sistema de classifica&ccedil;&atilde;o local, baseado nas formas de vida proposto por Raunkiaer (1934).</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Optou-se pela utiliza&ccedil;&atilde;o destes dois sistemas pois o primeiro (Brasil 1992) &eacute; o sistema oficial e pode ser utilizado para qualquer regi&atilde;o do pa&iacute;s, mas que neste caso n&atilde;o permitiu o n&iacute;vel de detalhamento necess&aacute;rio, pois algumas unidades de paisagem reconhecidas no mapeamento apresentaram-se indistintas pela classifica&ccedil;&atilde;o do IBGE (Brasil 1992).</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O sistema de Raunkiaer (1934) classifica indiv&iacute;duos com gema de renova&ccedil;&atilde;o situadas a 30&nbsp;cm ou mais do solo como faner&oacute;fitos. O autor subdivide os faner&oacute;fitos em: nanofaner&oacute;fitos - caule com menos de 2 m alt.; microfaner&oacute;fitos - caule de 2-8 m alt.; mesofaner&oacute;fitos - caule de 8-30 m alt.; megafaner&oacute;fitos - caule com mais de 30 m alt. Com a utiliza&ccedil;&atilde;o deste sistema, foi poss&iacute;vel separar algumas unidades pela altura dos faner&oacute;fitos.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A mata ciliar (presente nos vales) e a mata das encostas sul/sudeste/sudoeste foram duas das sete unidades de paisagem previamente mapeadas. A delimita&ccedil;&atilde;o entre estas unidades foi bastante trabalhosa. Ap&oacute;s medi&ccedil;&otilde;es realizadas na fase de verifica&ccedil;&otilde;es em campo constatou-se que a largura m&eacute;dia da mata ciliar na &aacute;rea estudada &eacute; de aproximadamente 25 m. Como esta medida &eacute; muito pr&oacute;xima dos 30 m, que &eacute; a faixa de mata protegida por lei (Brasil 1965; 2001) em rios com at&eacute; 10 m larg., optou-se por usar esta &uacute;ltima como medida para delimita&ccedil;&atilde;o da mata ciliar, e representa&ccedil;&atilde;o da mesma no mapa final. Este crit&eacute;rio arbitr&aacute;rio foi utilizado porque as diferen&ccedil;as fision&ocirc;micas, flor&iacute;sticas e estruturais (E.&nbsp;Cardoso-Leite, dados n&atilde;o publicados; Cardoso-Leite <i>et al.</i> 2002) entre estas duas forma&ccedil;&otilde;es foram n&iacute;tidas, mas sua delimita&ccedil;&atilde;o na foto n&atilde;o foi poss&iacute;vel.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Das sete unidades mapeadas, quatro apresentaram cobertura florestal nativa e foram alvo de estudos mais detalhados com elabora&ccedil;&atilde;o de perfis da vegeta&ccedil;&atilde;o e levantamento fitossociol&oacute;gico (Cardoso-Leite <i>et al.</i> 2002) pois constituem diferentes geof&aacute;cies (fitofisionomias florestais) de ocorr&ecirc;ncia natural na regi&atilde;o, al&eacute;m de predominarem na paisagem local. Como estes estudos mais detalhados foram realizados simultaneamente ao estudo de ecologia da paisagem seus resultados tamb&eacute;m complementam este trabalho.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s a verifica&ccedil;&atilde;o em campo, elaborou-se o mapa final, o qual foi digitalizado e transferido para o Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica - Idrisi e, posteriormente, para o programa Corel Draw, para realiza&ccedil;&atilde;o da arte final. O c&aacute;lculo da &aacute;rea ocupada para cada unidade de paisagem foi realizado com o aux&iacute;lio do programa Idrisi.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O mapa final foi elaborado em escala 1:30.000, ou seja, na escala original das fotos a&eacute;reas. Optou-se por manter esta escala, pois mesmo ap&oacute;s exaustivo trabalho de campo &eacute; dif&iacute;cil espacializar e generalizar informa&ccedil;&otilde;es coletadas pontualmente. Portanto, a escala das fotos foi mantida como forma de assegurar a acuidade das informa&ccedil;&otilde;es.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Vale ressaltar que testes pr&eacute;vios foram realizados com imagens de sat&eacute;lite Landsat TM3, TM4, TM5, os quais n&atilde;o apresentaram o detalhamento exigido para os objetivos deste trabalho, portanto, optou-se pela utiliza&ccedil;&atilde;o das fotos a&eacute;reas.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi realizada uma an&aacute;lise da REBIO no contexto da paisagem regional. Foram pesquisadas e analisadas Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o existentes na Serra do Japi. Estas Unidades foram discutidas sob o ponto de vista das restri&ccedil;&otilde;es de uso do solo e das possibilidades de efetiva conserva&ccedil;&atilde;o.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados obtidos    foram confrontados com os objetivos das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o    (Brasil 2000), discutindo o melhor enquadramento para a &aacute;rea dentre as    categorias de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o existentes no Brasil.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados e    discuss&atilde;o</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A &aacute;rea de    REBIO &#150; Foram identificadas previamente sete unidades de paisagem (<a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217t1.gif">Tab.    1</a>). As unidades um, dois e tr&ecirc;s foram interpretadas como resultantes    da a&ccedil;&atilde;o antr&oacute;pica, e as unidades quatro, cinco, seis e    sete foram interpretadas como diferentes fisionomias da vegeta&ccedil;&atilde;o    natural.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com a checagem de campo, verificou-se que as unidades um, dois, tr&ecirc;s, quatro, cinco e sete apresentavam identifica&ccedil;&atilde;o e localiza&ccedil;&atilde;o corretas. No entanto, algumas vezes, no mapeamento pr&eacute;vio, as unidades dois e sete se confundiram, sendo posteriormente separadas com refer&ecirc;ncias nas informa&ccedil;&otilde;es obtidas nas checagens de campo.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Verificou-se tamb&eacute;m que a unidade seis englobava duas unidades. Esta representava tanto a mata das vertentes S/SE quanto as matas ciliares, tamb&eacute;m chamada de Floresta Aluvial. Observou-se que ambas apresentavam tr&ecirc;s estratos, ou seja, sub-bosque, dossel e indiv&iacute;duos emergentes, por&eacute;m a mata ciliar apresentava maior altura tanto do dossel quanto dos indiv&iacute;duos emergentes, e maior espa&ccedil;amento entre os mesmos.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A <a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217t2.gif">Tab.    2</a> apresenta as classes identificadas pela fotointerpreta&ccedil;&atilde;o,    as corre&ccedil;&otilde;es feitas com a checagem de campo e a classifica&ccedil;&atilde;o    destas forma&ccedil;&otilde;es segundo o IBGE (Brasil 1992), complementada pela    classifica&ccedil;&atilde;o de Raunkiaer (1934).</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pela classifica&ccedil;&atilde;o do IBGE, as unidades quatro e cinco, respectivamente as forma&ccedil;&otilde;es dos topos de morros e das encostas N/NE/NW (norte/nordeste/noroeste) reconhecidas no mapeamento, apresentaram-se indistintas, sendo ambas classificadas como Fmu - floresta estacional semidecidual montana dossel uniforme.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s a aplica&ccedil;&atilde;o do sistema de classifica&ccedil;&atilde;o de Raunkiaer (1934), foi poss&iacute;vel separar as unidades quatro e cinco pela altura dos indiv&iacute;duos, que na unidade quatro &eacute; menor que 8 m e na unidade cinco, sempre maior. Assim, convencionou-se denomin&aacute;-las, respectivamente, de Fmu-micro (floresta estacional semidecidual montana, dossel uniforme- microfaner&oacute;fitos) e Fmu-meso (floresta estacional semidecidual montana, dossel uniforme- mesofaner&oacute;fitos).</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Analisando-se o    mapa final (<a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217f2.gif">Fig. 2</a>) pode-se verificar a exist&ecirc;ncia    de um &uacute;nico padr&atilde;o de paisagem na Reserva Biol&oacute;gica da    Serra do Japi, definido pela sucess&atilde;o de morros recobertos por florestas    nativas. Em geral, estes morros se estendem no sentido leste-oeste, produzindo    vertentes com face de exposi&ccedil;&atilde;o voltadas para o norte/nordeste/noroeste    e outras para o sul/sudeste/sudoeste. Este padr&atilde;o &uacute;nico de paisagem    cont&eacute;m os tr&ecirc;s elementos b&aacute;sicos da paisagem (Forman &amp;    Godron 1986) que s&atilde;o matriz, manchas e corredores. O geossistema Floresta    Estacional Semidecidual, com suas diferentes geof&aacute;cies (unidades de paisagem    quatro, cinco e seis) recobrem a maior parte da &aacute;rea, constituindo a    matriz predominante (<a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217t2.gif">Tab.&nbsp;2</a>).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As &aacute;reas    antr&oacute;picas como solo exposto, campo antr&oacute;pico e reflorestamento    homog&ecirc;neo representam as manchas, que juntas somam apenas 1,54% da &aacute;rea    da Reserva (<a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217t2.gif">Tab. 2</a>).</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os corredores,    que podem ser definidos como faixas de terra que diferem do seu entorno (Forman    &amp; Godron 1986), s&atilde;o representados pelas trilhas e estradas que cortam    a Reserva. A floresta aluvial (mata ciliar) mesmo n&atilde;o se destacando visualmente    da matriz adjacente, representa um corredor natural pois conecta a &aacute;rea    a outros remanescentes de vegeta&ccedil;&atilde;o existentes naquela regi&atilde;o    do Estado. Rodrigues &amp; Nave (2001) citando os trabalhos de Rizzini (1979),    Pires &amp; Prance (1977) e Daly &amp; Prance (1989) afirmaram que as forma&ccedil;&otilde;es    ciliares atuam como corredores ecol&oacute;gicos interligando diferentes unidades    fitogeogr&aacute;ficas e permitindo as extens&otilde;es e o contacto flor&iacute;stico    pret&eacute;rito e atual destas unidades.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Unidades de    paisagem</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Unidades antr&oacute;picas    &#150; Entende-se por unidades antr&oacute;picas aquelas n&atilde;o recobertas    por vegeta&ccedil;&atilde;o nativa (campo antr&oacute;pico e reflorestamento    homog&ecirc;neo), ou que apresentam solo nu. Desta forma, as unidades um, dois    e tr&ecirc;s foram interpretadas como unidades antr&oacute;picas.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Unidade um - Se    &#150; A propor&ccedil;&atilde;o de &aacute;rea ocupada por solo exposto (Se),    na REBIO &eacute; de apenas 0,19%. Esta unidade est&aacute; representada por    &aacute;reas onde n&atilde;o existe qualquer tipo de cobertura vegetal. S&atilde;o    &aacute;reas de constru&ccedil;&otilde;es e seus arredores, como quintais e    estacionamentos. N&atilde;o se constituem &aacute;reas de cultivo. Esta unidade    est&aacute; localizada em alguns s&iacute;tios e ch&aacute;caras de propriedade    particular, e na &aacute;rea onde est&aacute; localizada a Base Ecol&oacute;gica    da Serra do Japi, local onde s&atilde;o recebidos visitantes e pesquisadores    da Reserva.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Unidade dois -    Ca &#150; Estes campos antr&oacute;picos (Ca), assim denominados por serem resultantes    da a&ccedil;&atilde;o humana, em geral est&atilde;o recobertos por esp&eacute;cies    invasoras de Poaceae. Est&atilde;o localizados em propriedades particulares.    No entanto, a &aacute;rea de ocupa&ccedil;&atilde;o dos mesmos &eacute; pequena,    somando apenas 1,01% da &aacute;rea total da Reserva.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Unidade tr&ecirc;s    - Rh &#150; A &aacute;rea representada por reflorestamento homog&ecirc;neo (Rh)    &eacute; de apenas 0,34% do total. S&atilde;o florestas plantadas com esp&eacute;cies    de <i>Pinus</i> sp<i>.</i> (Pinnaceae) ou <i>Eucalyptus</i> sp<i>.</i> (Myrtaceae).    Como estas &aacute;reas s&atilde;o pouco representativas na REBIO, convencionou-se    uni-las numa &uacute;nica unidade, denominada genericamente de reflorestamento    homog&ecirc;neo. Nas &aacute;reas recobertas por <i>Pinus</i> sp. n&atilde;o    foi detectada presen&ccedil;a de sub-bosque, no entanto nas &aacute;reas de    <i>Eucalyptus</i> sp. o sub-bosque apresentou indiv&iacute;duos jovens com altura    entre 0,5-14 m, de diversas esp&eacute;cies nativas, como <i>Alchornea triplinervea</i>    (Spreng.) Muell. Arg., <i>Aspidosperma parvifolium</i> Muell. Arg., <i>Bathysa    meridionalis</i> Smith et Downs, <i>Cabralea canjerana</i> (Vell.) Mart., <i>Casearia    obliqua</i> Spreng., <i>Casearia sylvestris</i> Sw., <i>Cedrela fissilis</i>    Vell., <i>Croton floribundus</i> Spreng, <i>Cupania vernalis</i> Camb., <i>Eugenia</i>    sp., <i>Guapira opposita</i> (Vell.) Reitz<i>, Guateria nigrescens</i> Mart.,    <i>Inga sessilis</i> (Vell.) Mart. ex Benth, <i>Maytenus salicifolia</i> Reissek,    <i>Mollinedia argyrogyna</i> Perkins, <i>Nectandra oppositifolia</i> Ness.,    <i>Psychotria sessilis</i> (Vell.) Muell. Arg., <i>Rapanea umbellata</i> (Mart.)    Mez. e <i>Vernonia diffusa</i> Less. Algumas destas esp&eacute;cies foram amostradas    nas unidades com cobertura florestal nativa (Cardoso-Leite <i>et al.</i> 2002),    dentre as esp&eacute;cies ecologicamente importantes, como <i>Alchornea triplinervea</i>    na floresta de encosta face sul/sudeste/sudoeste (Fme), <i>Bathysa meridionalis</i>    e <i>Cabralea canjerana</i>, na mata ciliar (Fae), <i>Guapira opposita</i>,    na floresta de altitude (Fmu-micro) e <i>Maytenus salicifolia</i>, na floresta    de encosta face norte/nordeste/noroeste (Fmu-meso). Isto indica que, com o manejo    adequado do <i>Eucalyptus</i> sp<i>.</i>, ou seja, com sua retirada parcial    e sucessiva ao longo do tempo, a floresta nativa pode se recuperar, uma vez    que j&aacute; existem indiv&iacute;duos jovens de esp&eacute;cies nativas no    sub-bosque.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Unidades naturais    &#150; Foram amostradas e mapeadas quatro unidades naturais distintas descritas    a seguir.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Unidade quatro    - Fmu-micro &#150; Esta unidade est&aacute; localizada nos topos dos morros    (<a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217f2.gif">Fig. 2</a>), onde o solo &eacute; muito raso e    o horizonte A se assenta sobre a rocha. &Eacute; representada por uma floresta    composta por sub-bosque e dossel, com indiv&iacute;duos arb&oacute;reos com    pequeno di&acirc;metro de caule. O dossel apresenta altura entre 5m e 7 m e    o sub-bosque, entre 2 m a 3 m.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dentre as geof&aacute;cies    naturais, esta constitui a unidade com menor representatividade na Reserva,    ocupando 2,34% da &aacute;rea da mesma (<a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217t2.gif">Tab. 2</a>).    Para saber se realmente todas as esp&eacute;cies a&iacute; presentes possuem    tamanho de popula&ccedil;&atilde;o suficiente dentro da &aacute;rea protegida,    seria aconselh&aacute;vel um estudo espec&iacute;fico de ecologia de popula&ccedil;&otilde;es    na mesma. No entanto, a priori, recomenda-se uma expans&atilde;o da &aacute;rea    da Reserva, principalmente no sentido sudoeste da mesma (em dire&ccedil;&atilde;o    ao munic&iacute;pio de Cabre&uacute;va), onde se tem grande &aacute;rea recoberta    por esta geof&aacute;cie. No levantamento fitossociol&oacute;gico realizado    nesta geof&aacute;cie (Cardoso-Leite <i>et al.</i> 2002) esta mostrou-se a mais    diferenciada floristicamente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s demais forma&ccedil;&otilde;es    florestais. As esp&eacute;cies que a caracterizaram estruturalmente foram: <i>Guapira    opposita</i> (Vell.) Reitz., <i>Machaerium nictitans</i> Benth., <i>Roupala    brasiliensis</i> Klotzch., <i>Machaerium brasiliensis</i> Vog., <i>Callisthene    minor</i> Mart., <i>Maytenus gonoclados</i> Mart., <i>Symplocos celastrinea</i>    Mart. e <i>Ormosia minor</i> (Vell.) Harms.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Unidade cinco -    Fmu-meso &#150; Esta unidade est&aacute; localizada nos morros nas faces de    exposi&ccedil;&atilde;o norte/nordeste/noroeste (<a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217f2.gif">Fig.    2</a>), e &eacute; representada por uma floresta com dossel de 9-11 m alt.,    e sub-bosque de 45 m alt. Os indiv&iacute;duos arb&oacute;reos apresentam di&acirc;metro    de caule intermedi&aacute;rio, quando comparados com os indiv&iacute;duos arb&oacute;reos    da Fme e da Fae. Esta unidade ocupa a maior propor&ccedil;&atilde;o de &aacute;rea    da REBIO ou seja, 50.74% (<a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217t2.gif">Tab. 2</a>). A vegeta&ccedil;&atilde;o,    por apresentar alto grau de deciduidade, confunde-se com uma floresta degradada    principalmente no per&iacute;odo de seca, que ocorre entre os meses de abril    a setembro. No entanto esta &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o natural desta    forma&ccedil;&atilde;o florestal. No levantamento fitossociol&oacute;gico realizado    nesta geof&aacute;cie (Cardoso-Leite <i>et al.</i> 2002) as esp&eacute;cies    que caracterizaram estruturalmente esta fitofisionomia foram: <i>Myrcia rostrata</i>    DC., <i>Calycorectes acutatus</i> Miq. Tol., <i>Gochnatia polymorpha</i> (Less.)    Cabr., <i>Machaerium villosum</i> e <i>Maytenus salicifolia</i>.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Unidade seis -    Fme &#150; Esta unidade est&aacute; localizada nos morros nas faces de exposi&ccedil;&atilde;o    sul/sudeste/sudoeste (<a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217f2.gif">Fig. 2</a>) e &eacute; representada    por uma floresta com sub-bosque de altura entre 4-6 m, dossel com altura entre    10-14 m e indiv&iacute;duos emergentes chegando a 19 m alt. Os indiv&iacute;duos    arb&oacute;reos apresentam di&acirc;metro de tronco relativamente grande, quando    comparados com aqueles presentes na Fmu-micro e na Fmu-meso. Depois da Fmu-meso,    a Fme &eacute; a que mais se destaca em &aacute;rea ocupada na REBIO, ou seja,    27,98% da mesma (<a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217t2.gif">Tab.&nbsp;2</a>). Esta forma&ccedil;&atilde;o    difere da primeira tanto fisionomicamente pela presen&ccedil;a de indiv&iacute;duos    emergentes, quanto flor&iacute;stica e estruturalmente (Cardoso-Leite <i>et    al.</i> 2002). Tamb&eacute;m em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; unidade de paisagem    Fmu-meso, esta apresenta-se menos dec&iacute;dua, com aspecto verdejante mesmo    na esta&ccedil;&atilde;o seca, indicando que as condi&ccedil;&otilde;es microclim&aacute;ticas    nesta face de exposi&ccedil;&atilde;o dos morros devem ser menos severas que    na face norte/nordeste/noroeste. No levantamento fitossociol&oacute;gico realizado    nesta geof&aacute;cie (Cardoso-Leite <i>et al.</i> 2002) as esp&eacute;cies    que caracterizaram estruturalmente esta fitofisionomia foram: <i>Alchornea triplinervea</i>,    <i>Laplacea semiserrata</i> Cambess., <i>Trichilia pallida</i> Sw. e <i>Persea    pyrifolia</i> Ness et Mart. ex Ness.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Unidade sete -    Fae &#150; Esta unidade est&aacute; localizada nos vales &uacute;midos e ao    longo dos cursos d'&aacute;gua (<a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217f2.gif">Fig.&nbsp;2</a>),    estando representada por uma floresta com sub-bosque de 3-6 m alt., dossel de    8-15 m, e indiv&iacute;duos emergentes chegando at&eacute; 22 m alt. Os indiv&iacute;duos    arb&oacute;reos apresesentam-se com di&acirc;metro de tronco maior, quando comparados    com os indiv&iacute;duos das demais geof&aacute;cies. A Fae (floresta estacional    semidecidual aluvial) ocupa a terceira posi&ccedil;&atilde;o em &aacute;rea    na Reserva, com 16,65% do total (<a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217t2.gif">Tab. 2</a>). Como    exposto na metodologia, a delimita&ccedil;&atilde;o desta forma&ccedil;&atilde;o    baseou-se em crit&eacute;rios arbitr&aacute;rios, portanto a &aacute;rea apresentada    para a mesma &eacute; uma aproxima&ccedil;&atilde;o, o que n&atilde;o invalida    a discuss&atilde;o sobre sua import&acirc;ncia. Neste estudo, a Fae est&aacute;    sendo tratada como uma geof&aacute;cie do geossistema Floresta Estacional Semidecidual    que recobre toda a regi&atilde;o; no entanto em outras regi&otilde;es onde n&atilde;o    h&aacute; predom&iacute;nio de florestas e estas ocorrem associadas somente    aos rios, devem ser tratadas como geossistemas (ou ecossistemas) diferenciados.    Como discutido anteriormente, esta unidade apresenta-se como corredores na matriz    adjacente, mesmo sem destacar-se visualmente na paisagem. No levantamento fitossociol&oacute;gico    realizado nesta geof&aacute;cie (Cardoso-Leite <i>et al.</i> 2002) as esp&eacute;cies    que caracterizaram estruturalmente esta fitofisionomia foram: <i>Bathysa meridionalis</i>    Smith &amp; Downs, <i>Cabralea canjerana</i> (Vell.) Mart., <i>Cedrela fissilis</i>    Vell., <i>Ocotea puberula</i> (Rich.) Ness, <i>Rapanea umbellata</i> (Mart.)    Mez.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Unidade oito -    Rmb &#150; Esta unidade, denominada de ref&uacute;gio montano arbustivo (Rmb)    ocorre sobre afloramentos rochosos e representa uma forma&ccedil;&atilde;o bastante    pontual (<a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217f2.gif">Fig. 2</a>), relativamente at&iacute;pica    na regi&atilde;o. Dentre a taxonomia das unidades de paisagem, ela representa    um ge&oacute;topo, que se localiza dentro de uma das geof&aacute;cies estudadas.    Dentre as forma&ccedil;&otilde;es vegetacionais naturais, a menor &aacute;rea    &eacute; representada pelo Rmb com apenas 0,74% (<a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217t2.gif">Tab.    2</a>), no entanto esta representa um ge&oacute;topo que est&aacute; inclu&iacute;do    principalmente na Fmu-meso. Na checagem de campo, estas &aacute;reas foram visitadas    e, al&eacute;m de representantes das fam&iacute;lias Bromeliaceae, Cactaceae    e Orchidaceae bastante comuns nestes pontos, foram observadas algumas esp&eacute;cies    lenhosas, como: <i>Croton floribundus</i> Spreng., <i>Tibouchina granulosa</i>    Cogn., <i>Alchornea triplinervea</i> e <i>Schinus terebinthifolius</i> Raddi.    Nestes pontos, a maioria dos indiv&iacute;duos lenhosos n&atilde;o ultrapassa    1,5 m alt. Segundo Ab'Saber (1992), esta forma&ccedil;&atilde;o representa relictos    de uma &eacute;poca geol&oacute;gica passada, ocorrida cerca de 13.000 anos,    quando predominou na regi&atilde;o um clima &aacute;rido, depois da &uacute;ltima    glacia&ccedil;&atilde;o. Nesta &eacute;poca, as florestas se retra&iacute;ram    e esta forma&ccedil;&atilde;o xerom&oacute;rfica (Rmb) predominou na paisagem.    O fato deste ge&oacute;topo apresentar-se dentro da geof&aacute;cie Fmu-meso    deve ter sido determinado pelas condi&ccedil;&otilde;es microclim&aacute;ticas    que nesta encosta s&atilde;o bastante restritivas, o que n&atilde;o permitiu    o recobrimento destes pontos com florestas, ap&oacute;s a retropicaliza&ccedil;&atilde;o    do clima.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em estudo realizado anteriormente na &aacute;rea, Rodrigues &amp; Shepherd (1992) enfocaram a distribui&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o ao longo do gradiente altitudinal na Serra. Os autores encontraram correla&ccedil;&atilde;o entre altitude, caracter&iacute;sticas fision&ocirc;micas e flor&iacute;sticas da vegeta&ccedil;&atilde;o para os extremos de altitude, mas n&atilde;o encontraram correla&ccedil;&atilde;o direta entre altitude e as caracter&iacute;sticas da vegeta&ccedil;&atilde;o para as &aacute;reas de altitude intermedi&aacute;ria. No entanto, este estudo foi realizado ao longo de uma vertente com face de exposi&ccedil;&atilde;o oeste, o que acabou mascarando as caracter&iacute;sticas diferenciadas existentes entre as faces norte/nordeste/noroeste e sul/sudeste/sudoeste. Como o levantamento foi pontual, n&atilde;o enfocando uma escala regional de estudo, os resultados n&atilde;o permitiram a compreens&atilde;o da distribui&ccedil;&atilde;o das diferentes fitofisionomias florestais (geof&aacute;cies) na Serra, o que o presente estudo permitiu elucidar.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudos com ecologia da paisagem envolvendo mapeamento da vegeta&ccedil;&atilde;o em Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o n&atilde;o s&atilde;o muito freq&uuml;entes, principalmente em escalas de detalhe ou semidetalhe (1:50.000 ou maior). Estudos desta natureza foram realizados por Pivello <i>et al.</i> (1998) na Reserva de Cerrado P&eacute; de Gigante, SP, e por Oliveira &amp; Porto (1999), no Parque Estadual do Delta do Jacu&iacute;, RS. Foram registrados, respectivamente, 100 e 52,6% de cobertura vegetal nativa para estas &aacute;reas. Comparando os resultados do presente estudo com os acima citados pode-se dizer que a Reserva Biol&oacute;gica da Serra do Japi, assim como a Reserva de Cerrado P&eacute; de Gigante (Pivello <i>et al.</i> 1998), v&ecirc;m efetivamente cumprindo seu papel na conserva&ccedil;&atilde;o, pois apresentam quase que a totalidade da &aacute;rea recoberta por vegeta&ccedil;&atilde;o nativa, o que n&atilde;o acontece com o Parque Estadual de Jacu&iacute; (Oliveira &amp; Porto 1999). No entanto, a maior parte da &aacute;rea n&atilde;o recoberta por vegeta&ccedil;&atilde;o nativa neste Parque est&aacute; ocupada por corpos d'&aacute;gua (27,9%).</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A REBIO no contexto    regional da Serra do Japi &#150; A Serra do Japi est&aacute; localizada num    contexto maior de &aacute;reas protegidas, fundamentais para a conserva&ccedil;&atilde;o    dos remanescentes de Floresta Ombr&oacute;fila Densa e Floresta Estacional Semidecidual,    ainda existentes no sudeste do Brasil. Neste sentido vale a pena discutir a    Reserva Biol&oacute;gica no contexto da paisagem regional e a conserva&ccedil;&atilde;o    da Serra do Japi como um todo.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A REBIO est&aacute; tamb&eacute;m inserida no per&iacute;metro das &Aacute;reas de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental (APA) de Jundia&iacute; e Cabre&uacute;va (S&atilde;o Paulo 1984). Analisando-se o Invent&aacute;rio Florestal do Estado de S&atilde;o Paulo (Kronka <i>et al</i>. 1993), pode-se observar que a vegeta&ccedil;&atilde;o nativa estende-se al&eacute;m da &aacute;rea da Reserva Biol&oacute;gica, atingindo toda a &aacute;rea das APA.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Atrav&eacute;s das fotos a&eacute;reas foi poss&iacute;vel constatar tamb&eacute;m que em toda a regi&atilde;o da Serra do Japi, encontra-se o geossistema Floresta Estacional com as geof&aacute;cies encontradas na REBIO. Portanto, a Reserva representa uma pequena amostra da paisagem regional.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na regulamenta&ccedil;&atilde;o das APAs de Jundia&iacute; e Cabre&uacute;va (S&atilde;o Paulo 1998), o setor sudoeste do munic&iacute;pio de Jundia&iacute; e o setor leste do munic&iacute;pio de Cabre&uacute;va (regi&atilde;o da Serra do Japi), se enquadram na Zona de Vida Silvestre (ZVS) das APAs, ou seja, na zona de maior restri&ccedil;&atilde;o de uso desta APA. Esta zona de preserva&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima inclui muitas &aacute;reas de reflorestamento e algumas culturas. Pode-se considerar que a mesma est&aacute; de acordo com os objetivos de uma APA, que &eacute; conciliar o desenvolvimento econ&ocirc;mico com a preserva&ccedil;&atilde;o.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No entanto, toda a &aacute;rea florestada da Serra do Japi, que est&aacute; fora da REBIO, mesmo estando dentro da ZVS das APA n&atilde;o est&aacute; sendo suficientemente protegida. As restri&ccedil;&otilde;es de uso impostas pela ZVS das APA s&atilde;o: proibi&ccedil;&atilde;o de atividades miner&aacute;rias, industriais e parcelamento do solo para fins urbanos; proibi&ccedil;&atilde;o de tratamento e disposi&ccedil;&atilde;o final de res&iacute;duos s&oacute;lidos urbanos de qualquer natureza; proibi&ccedil;&atilde;o da expans&atilde;o das &aacute;reas urbanas j&aacute; existentes; o parcelamento do solo n&atilde;o pode resultar em terrenos inferiores a 20.000 m<sup>2</sup>; a implanta&ccedil;&atilde;o de empreendimentos depende de autoriza&ccedil;&atilde;o da Secretaria do Meio Ambiente do Estado e 50% da &aacute;rea das propriedades devem ser destinadas &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o ou recomposi&ccedil;&atilde;o da mata nativa.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Desta forma, toda a &aacute;rea florestada (mata e capoeira) dos munic&iacute;pios de Jundia&iacute; e Cabre&uacute;va que est&aacute; dentro das APA e fora da REBIO n&atilde;o est&aacute; sendo suficientemente preservada, pois em propriedades rurais &eacute; permitido o uso do solo para qualquer fim, inclusive com retirada da cobertura vegetal nativa, em at&eacute; 50% da &aacute;rea. Ou seja, pela legisla&ccedil;&atilde;o atual &eacute; autorizada a destrui&ccedil;&atilde;o de 50% de &aacute;rea de toda a floresta que n&atilde;o esteja dentro da Reserva. O decreto prev&ecirc;, ainda, que dentro dos 50% de &aacute;rea destinados &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o da mata nativa, podem incluir-se as &Aacute;reas de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanente (APP) e as &Aacute;reas de Reserva Florestal Legal j&aacute; anteriormente preservadas pelo C&oacute;digo Florestal (Brasil 1965; 2001). Neste sentido, nem a decreta&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea como APA e tampouco sua regulamenta&ccedil;&atilde;o representaram avan&ccedil;o para a conserva&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea, no que se refere &agrave; sua prote&ccedil;&atilde;o legal.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Certamente em poucos anos esta regi&atilde;o estar&aacute; quase que completamente desmatada, restando apenas aquelas APP, que j&aacute; eram anteriormente protegidas, e que certamente constituem os 50% ou mais de &aacute;rea da Serra, pois o terreno &eacute; todo acidentado (declividade superior a 45º), existem muitos topos de morros e s&atilde;o in&uacute;meras as nascentes, rios e riachos na Serra.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m disto,    a &aacute;rea do munic&iacute;pio de Cabre&uacute;va recoberta por florestas    &eacute; mais extensa que a do munic&iacute;pio de Jundia&iacute; e cont&eacute;m    grandes extens&otilde;es da Fmu-micro, que est&aacute; pobremente representada    dentro da Reserva Biol&oacute;gica Municipal (<a href="/img/revistas/abb/v19n2/26217t2.gif">Tab.    2</a>).</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Sendo assim, considera-se que para a efetiva preserva&ccedil;&atilde;o deste ecossistema &eacute; necess&aacute;ria a cria&ccedil;&atilde;o de uma Unidade de Conserva&ccedil;&atilde;o intermunicipal. Uma vez que a regi&atilde;o da Serra do Japi est&aacute; localizada entre tr&ecirc;s grandes centros urbanos que s&atilde;o os munic&iacute;pios de Jundia&iacute;, Campinas e S&atilde;o Paulo, existindo portanto uma grande demanda regional por &aacute;reas naturais que possam ser utilizadas pela popula&ccedil;&atilde;o para lazer, recrea&ccedil;&atilde;o e turismo, e considerando-se que o conhecimento e o contato com &aacute;reas naturais constituem os principais meios para a sensibiliza&ccedil;&atilde;o e conscientiza&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao meio ambiente (Sharpe 1982), esta Unidade de Conserva&ccedil;&atilde;o deveria admitir a visita&ccedil;&atilde;o e ter como objetivo o desenvolvimento de programas de uso p&uacute;blico na &aacute;rea, proporcionando a possibilidade de contato dos visitantes com a natureza.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Portanto, sugere-se a cria&ccedil;&atilde;o de um Parque Estadual, cujo nome poderia ser Parque Estadual da Serra do Japi. Sugere-se que a administra&ccedil;&atilde;o do Parque seja estadual, primeiramente porque a &aacute;rea da Serra pertence a mais de um munic&iacute;pio e tamb&eacute;m porque acredita-se que o Estado possua mais recursos financeiros e humanos para realiz&aacute;-lo.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A &aacute;rea proposta    para o Parque est&aacute; apresentada na <a href="#fig3">Fig. 3</a>. Os crit&eacute;rios    utilizados para delimita&ccedil;&atilde;o do mesmo foram: a presen&ccedil;a    de cobertura vegetal natural ou de ilhas de solo exposto ou reflorestamento    que estejam circundados por forma&ccedil;&otilde;es naturais; presen&ccedil;a    de geof&aacute;cies (dentro do geossistema Floresta Estacional Semidecidual)    que n&atilde;o estivessem devidamente protegidas dentro da Reserva Biol&oacute;gica    Municipal, como &eacute; o caso da Fmu-micro; a localiza&ccedil;&atilde;o preferencial    nos munic&iacute;pios de Jundia&iacute; e Cabre&uacute;va, pois entre estes    j&aacute; existe um di&aacute;logo ambiental, tanto entre administra&ccedil;&otilde;es    p&uacute;blicas quanto entre setores da sociedade civil, em fun&ccedil;&atilde;o    da exist&ecirc;ncia das APA.</font></p>     <p><a name="fig3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/abb/v19n2/26217f3.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por meio dos resultados apresentados, pode-se concluir que a Reserva Biol&oacute;gica Municipal Serra do Japi vem cumprindo o seu papel na conserva&ccedil;&atilde;o de amostra significativa do ecossistema Floresta Estacional Semidecidual pois de seus 2.071,20 ha, 98,46% est&atilde;o recobertos por este tipo de floresta.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No entanto, existem dentro da mesma, quatro unidades de paisagem representadas por fisionomias florestais diferenciadas que merecem, cada uma delas, ser tratadas como ecossistemas diferentes para fins de conserva&ccedil;&atilde;o, pois apresentam estrutura e composi&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m diferenciadas e algumas delas est&atilde;o pobremente representadas dentro da Reserva, como &eacute; o caso da Fmu-micro, o que indica a necessidade de expans&atilde;o da &aacute;rea da mesma.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tamb&eacute;m quando analisada a &aacute;rea da Reserva em contexto regional, percebe-se que existe ainda grande extens&atilde;o de &aacute;rea florestada al&eacute;m dos limites da mesma e que, pela legisla&ccedil;&atilde;o atual, n&atilde;o se encontra efetivamente protegida, tendo-se novamente a indica&ccedil;&atilde;o de necessidade de aumento da &aacute;rea protegida.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por outro lado, o fato da Unidade constituir uma Reserva Biol&oacute;gica, impede o acesso de visitantes, tanto da cidade e regi&atilde;o quanto de outras localidades, o que se entende como um preju&iacute;zo para a sociedade e para a conserva&ccedil;&atilde;o, pois &eacute; necess&aacute;rio que as pessoas conhe&ccedil;am o local para tornarem-se aliadas na luta por sua preserva&ccedil;&atilde;o.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados deste    trabalho permitiram concluir que existe a necessidade de amplia&ccedil;&atilde;o    da &aacute;rea desta Unidade de Conserva&ccedil;&atilde;o, sendo que o melhor    enquadramento da mesma no Sistema Nacional de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o    (Brasil 2000) seria como Parque.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Agradecimentos</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os autores agradecem    &agrave; Prefeitura Municipal de Jundia&iacute;, pelo aux&iacute;lio prestado    ao desenvolvimento deste trabalho, atrav&eacute;s das Secretarias de Planejamento    e Meio Ambiente, e de Educa&ccedil;&atilde;o, e especialmente aos funcion&aacute;rios    da Base Ecol&oacute;gica da Serra do Japi, Valdete, Ronaldo, Za&iacute;ra e    Sr. Lauro. Agradecem tamb&eacute;m aos t&eacute;cnicos do Departamento de Ecologia    da Unesp-Rio Claro, S&eacute;rgio e Carlos, pelo aux&iacute;lio nos trabalhos    de campo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias    bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ab'Saber, A.N. 1992. A Serra do Japi, sua origem geomorfol&oacute;gica e a teoria dos ref&uacute;gios. Pp. 12-23. In: L.P.C. Morellato (ed.). <b>Hist&oacute;ria Natural da Serra do Japi</b>. Campinas, Editora da Unicamp, Fapesp.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0102-3306200500020000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Almeida, F.F.M.; Hasui, Y.; Pon&ccedil;ano, W.L.; Dantas, A.S.L.; Carneiro, C.D.R.; Melo, M.S. &amp; Bistrichi, C.A. 1981. <b>Mapa geol&oacute;gico do Estado de S&atilde;o Paulo</b>. IPT - S&eacute;rie Monografias, n. 6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0102-3306200500020000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Anderson, P.S. 1982. <b>Fundamentos para fotointerpreta&ccedil;&atilde;o</b>. Rio de Janeiro, Sociedade Brasileira de Cartografia.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0102-3306200500020000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Bertrand, G. 1972.    Paisagem e geografia f&iacute;sica global- esbo&ccedil;o metodol&oacute;gico.    <b>Caderno de Ci&ecirc;ncias da Terra </b>&#150;<b> Instituto de Geografia </b>&#150;<b>    USP 13</b>: 1-27.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0102-3306200500020000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Brasil. 1960. Minist&eacute;rio da Agricultura, Comiss&atilde;o de Solos. Levantamento de Reconhecimento dos Solos do Estado de S&atilde;o Paulo. Bras&iacute;lia, <b>Boletim do Servi&ccedil;o Nacional de Pesquisas Agron&ocirc;micas, n. 12</b>.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0102-3306200500020000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Brasil. 1965. <b>C&oacute;digo florestal</b>. Lei 4771, de 15 de setembro de 1965. Bras&iacute;lia, Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o, 16/09/1965.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0102-3306200500020000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Brasil. 1992. <b>Manual T&eacute;cnico da Vegeta&ccedil;&atilde;o Brasileira</b>. Funda&ccedil;&atilde;o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica- IBGE. Rio de Janeiro, Secretaria do Or&ccedil;amento e Coordena&ccedil;&atilde;o da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica. S&eacute;rie Manuais T&eacute;cnicos em Geoci&ecirc;ncias.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0102-3306200500020000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Brasil. 2000. Minist&eacute;rio do Meio Ambiente. <b>Lei 9.985, de 18 de julho de 2000</b>. Bras&iacute;lia, Sistema Nacional de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o - SNUC.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0102-3306200500020000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Brasil. 2001. <b>Medida    provis&oacute;ria 2166-67, de 24 de agosto de 2001</b>. Altera e acresce dispositivos    &agrave; Lei 4771, de 15 de setembro de 1965. In: <a href="http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/mpv2166-67.htm" target="_blank">www.planalto.gov.br/CCIVIL/mpv2166-67.htm</a>.    Acessado em 6/10/2003.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0102-3306200500020000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Bridgewater, P.B. 1993. Landscape ecology, geographic information systems and nature conservation. Pp. 2336. In: R. Haines-Young; D.R. Green &amp; S. Cousins (eds.). <b>Landscape ecology and geographic information systems</b>. New York, Taylor &amp; Francis Eds.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0102-3306200500020000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Cardoso-Leite, E.; Pagani, M.I.; Hamburger, D.S. &amp; Monteiro, R.R. 2002. Fitofisionomia, fitossociologia e conserva&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o na Reserva Biol&oacute;gica Municipal da Serra do Japi, Jundia&iacute;, SP. <b>Naturalia 27</b>: 165-200.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0102-3306200500020000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Diegues, A.C.S. 1994. <b>O mito moderno da natureza intocada</b>. NUPAUB, S&atilde;o Paulo, Universidade de S&atilde;o Paulo.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0102-3306200500020000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Forman, R.T.T. &amp; Godron, M. 1986. <b>Landscape ecology</b>. New York, John Wiley.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0102-3306200500020000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Joly, C.A. &amp; Bicudo, C.E.M. (orgs.). 1999. <b>Biodiversidade do Estado de S&atilde;o Paulo, Brasil: s&iacute;ntese do conhecimento ao final do s&eacute;culo XX</b>, v.7. S&atilde;o Paulo, Fapesp.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0102-3306200500020000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Kronka, J.N.F.; Matsukuma, C.K.; Nalon, M.A.; del Cali, I.H.; Rossi, M.; Mattos, I.F.A.; Shin-Ike, M.S. &amp; Pontinhas, A.A .S. 1993. <b>Invent&aacute;rio Florestal do Estado de S&atilde;o Paulo</b>. S&atilde;o Paulo, Secretaria do Meio Ambiente do Estado de S&atilde;o Paulo, Coordenadoria de Informa&ccedil;&otilde;es Tecnol&oacute;gicas, Documenta&ccedil;&atilde;o e Pesquisa, Instituto Florestal.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0102-3306200500020000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Metzger, J.P. &amp; Muller, E. 1996. Characterinzing he complexity of landscape boundaries by remote sensing. <b>Landscape Ecology 11</b>: 65-77.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0102-3306200500020000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Metzger, J.P. 1997. Relationship between landscape structure and tree species diversity in tropical forests of South-East Brazil. <b>Landscape Urban Planning 37</b>: 29-35.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0102-3306200500020000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Metzger, J.P. 1999. Estrutura da Paisagem e Fragmenta&ccedil;&atilde;o: an&aacute;lise Bibliogr&aacute;fica. <b>Anais da Academia Brasileira de Ci&ecirc;ncias 71</b>(3-I): 445-463.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0102-3306200500020000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Morellato, L.P.C. 1992. Introdu&ccedil;&atilde;o. Pp. 8-11. In: L.P.C. Morellato (ed.). <b>Hist&oacute;ria Natural da Serra do Japi</b>. Campinas, Editora da Unicamp, Fapesp.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0102-3306200500020000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Naveh, Z. &amp; Lieberman, A.S. 1984. <b>Landscape ecology: theory and application</b>. New York, Springer.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0102-3306200500020000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Oliveira, M.L.A.A. &amp; Porto, M.L. 1999. Ecologia da paisagem do Parque Estadual do Delta do Jacu&iacute;, Rio Grande do Sul, Brasil: mapa da cobertura do solo e vegeta&ccedil;&atilde;o, a partir de imagem do LANDSAT TM5. <b>Iheringia, S&eacute;rie Bot&acirc;nica 53</b>: 89-144.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0102-3306200500020000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pinto, H.S. 1992. Clima da Serra do Japi. Pp. 30-38. In: L.P.C. Morellato (ed.). <b>Hist&oacute;ria Natural da Serra do Japi.</b> Campinas, Editora da Unicamp, Fapesp.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S0102-3306200500020000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pivello, V.R.; Bitencourt, M.D.; Mantovani, W.; Mesquita Junior, H.N.; Batalha, M.A. &amp; Shida, C.N. 1998. Proposta de zoneamento ecol&oacute;gico para a Reserva de Cerrado P&eacute;-de-Gigante (Santa Rita do Passa Quatro, SP). <b>Brazilian Journal of Ecology 2</b>: 108-118.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0102-3306200500020000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pon&ccedil;ano, W.T.; Carneiro, C.D.R.; Bistrichi, C.A; Almeida, F.F.M. &amp; Prandini, F.L. 1981. <b>Mapa geomorfol&oacute;gico do Estado de S&atilde;o Paulo</b>. 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An&aacute;lise da varia&ccedil;&atilde;o estrutural e fision&ocirc;mica da vegeta&ccedil;&atilde;o e caracter&iacute;sticas ed&aacute;ficas, num gradiente altitudinal na Serra do Japi. Pp. 64-96. In: Morellato, L.P.C. (ed.). <b>Hist&oacute;ria Natural da Serra do Japi</b>. Campinas, Editora da Unicamp, Fapesp.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0102-3306200500020000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Rodrigues, R.R.    &amp; Nave, A.G. (eds.). 2001. Heterogeneidade flor&iacute;stica das matas ciliares.    In: R.R. Rodrigues &amp; H.F. Leit&atilde;o-Filho. <b>Matas ciliares </b>&#150;<b>    conserva&ccedil;&atilde;o e recupera&ccedil;&atilde;o</b>. S&atilde;o Paulo,    Editora da Universidade de S&atilde;o Paulo/Fapesp.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0102-3306200500020000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">S&atilde;o Paulo (Estado). 1983. <b>Ato de tombamento das Serras do Japi, Guaxinduva e Jaguacoara</b>. Di&aacute;rio Oficial do Estado de S&atilde;o Paulo de 12/03/83. S&atilde;o Paulo, Imesp, Secretaria do Estado da Cultura.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0102-3306200500020000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">S&atilde;o Paulo (Estado). 1984. <b>Lei Estadual 4095, de 12/06/84, cria as &Aacute;reas de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental de Jundia&iacute; e Cabre&uacute;va</b>. S&atilde;o Paulo, Imesp, Secretaria do Estado do Meio Ambiente.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0102-3306200500020000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">S&atilde;o Paulo (Estado). 1998. <b>Decreto 43.284, de 3 de julho de 1998, regulamenta as APAs de Jundia&iacute; e Cabre&uacute;va</b>. S&atilde;o Paulo, Imesp, Secretaria do Estado do Meio Ambiente.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0102-3306200500020000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Setzer, J. 1966. <b>Atlas clim&aacute;tico e ecol&oacute;gico do Estado de S&atilde;o Paulo</b>. S&atilde;o Paulo, Comiss&atilde;o Interestadual da Bacia Paran&aacute;-Uruguai e Centrais El&eacute;tricas de Estado de S&atilde;o Paulo.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0102-3306200500020000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Sharpe, G. W. 1982. <b>Interpreting the Environment</b>. London, Wiley &amp; Sons.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0102-3306200500020000500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Unesco. 1994. <b>R&eacute;serve de la Biosph&egrave;re de la Ceinture verte de la ville de S&atilde;o Paulo comme partie int&eacute;grante de la R&eacute;serve de la Biosph&egrave;re de la For&ecirc;t Atlantique</b>. Paris, Unesco-MAB.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0102-3306200500020000500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Veloso, H.P. &amp;    G&oacute;es-Filho, L. 1982. Fitogeografia brasileira: uma classifica&ccedil;&atilde;o    fision&ocirc;mica-ecol&oacute;gica da vegeta&ccedil;&atilde;o neotropical. <b>Boletim    T&eacute;cnico. Projeto Radambrasil. S&eacute;rie Vegeta&ccedil;&atilde;o</b>.    Salvador, Brasil - Minist&eacute;rio das Minas e Energia.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0102-3306200500020000500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em 25/03/2002.    Aceito em 01/09/2004</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back1"></a><a href="#top10">1</a>    Autor para correspond&ecirc;ncia: <a href="mailto:cardosoleite@registro.unesp.br">cardosoleite@registro.unesp.br</a>,    <a href="mailto:cardosoleite@yahoo.com.br">cardosoleite@yahoo.com.br</a></font></p>       ]]></body><back>
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