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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Óxido nítrico inalatório: considerações sobre sua aplicação clínica]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Inhaled nitric oxide: clinical application]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this paper is to report some clinical and therapeutic aspects of inhaled nitric oxide in pediatrics. Some references were obtained from Medline® using the keywords: inhaled nitric oxide and pediatrics, and critical care. Other sources were the University library and personal files. Along the last decade, clinical trials with inhaled nitric oxide demonstrated only a few specific areas of proven efficacy and a variety of possible adverse events. Toxicity related to inhaled nitric oxide included metahemoglobinemia, cytotoxic pulmonary effects, excess production of nitrogen dioxide and peroxynitrite, and injury to the pulmonary surfactant system. The administration of inhaled nitric oxide to patients with severe left ventricular dysfunction and pulmonary hypertension should be cautious, since vasodilatation may increase pulmonary blood flow and lead to excessive preload. Some studies showed the clinical effects related to abrupt nitric oxide withdrawal, including rebound pulmonary hypertension. Current literature supports the therapeutic use of inhaled nitric oxide in persistent pulmonary hypertension of the newborn (gestational age > 34 weeks) to improve oxygenation and avoid extracorporeal oxygenation; and in congenital cardiopathy accompanied by pulmonary hypertension, especially in the immediate postoperative period. To date, research in pediatrics and multicentre trials in adults with inhaled nitric oxide therapy have failed to show mortality reduction or decrease the amount of time under mechanical ventilation for acute respiratory distress syndrome and acute lung injury. This indication needs further investigations. Persistent pulmonary hypertension is the most important indication for inhaled nitric oxide. The Food and Drug Administration has not approved inhaled nitric oxide in acute respiratory distress syndrome for adults and children.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Óxido nítrico]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Hipertensão pulmonar]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGO    DE REVIS&Atilde;O</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="titulo"></a>&Oacute;xido    n&iacute;trico inalat&oacute;rio: considera&ccedil;&otilde;es sobre sua aplica&ccedil;&atilde;o    cl&iacute;nica<a href="#nota1"><SUP>*</SUP></a></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Inhaled nitric    oxide: clinical application</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Gisele Limongeli    Gurgueira<SUP>I</SUP>; Werther Brunow de Carvalho<SUP>II</SUP></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>M&eacute;dica    Assistente da Unidade de Cuidados Intensivos Pedi&aacute;trica do Hospital S&atilde;o    Paulo, do Hospital Santa Catarina e do Hospital do Servidor P&uacute;blico Municipal    <br>   </font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>II</sup>Professor    Livre-Docente do Departamento de Pediatria da Universidade Federal de S&atilde;o    Paulo/Escola Paulista de Medicina. Chefe das UCIs Pedi&aacute;tricas do Hospital    S&atilde;o Paulo, do Hospital Santa Catarina e do Hospital Benefici&ecirc;ncia    Portuguesa</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#end">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O objetivo dos    autores &eacute; relatar alguns aspectos da aplica&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica    e terap&ecirc;utica do &oacute;xido n&iacute;trico inalat&oacute;rio em pediatria.    As refer&ecirc;ncias foram obtidas atrav&eacute;s do <I>Medline</I><SUP>&#174;</SUP>    utilizando as palavras-chave: &oacute;xido n&iacute;trico inalat&oacute;rio    e pediatria, e cuidados intensivos. Outras bases de pesquisa utilizadas foram    obtidas na biblioteca da universidade e em arquivos pessoais. Na &uacute;ltima    d&eacute;cada, os estudos cl&iacute;nicos com o &oacute;xido n&iacute;trico    inalat&oacute;rio comprovaram sua efic&aacute;cia somente em situa&ccedil;&otilde;es    espec&iacute;ficas e associa&ccedil;&atilde;o a uma variedade de efeitos adversos.    A toxicidade do &oacute;xido n&iacute;trico inalat&oacute;rio inclui metahemoglobinemia,    efeitos citot&oacute;xicos pulmonares, produ&ccedil;&atilde;o aumentada de di&oacute;xido    de nitrog&ecirc;nio e peroxinitrito e altera&ccedil;&otilde;es no sistema surfactante    pulmonar. A administra&ccedil;&atilde;o do &oacute;xido n&iacute;trico inalat&oacute;rio    a pacientes com disfun&ccedil;&atilde;o ventricular esquerda grave e hipertens&atilde;o    pulmonar deve ser extremamente cautelosa, pois a vasodilata&ccedil;&atilde;o    determina eleva&ccedil;&atilde;o do fluxo sangu&iacute;neo pulmonar, podendo    aumentar muito a pr&eacute;-carga. Alguns estudos observaram efeitos cl&iacute;nicos    relacionados com a retirada abrupta do &oacute;xido n&iacute;trico inalat&oacute;rio,    como a hipertens&atilde;o pulmonar rebote. Atualmente, de acordo com a literatura    m&eacute;dica, o uso do &oacute;xido n&iacute;trico inalat&oacute;rio est&aacute;    aprovado na hipertens&atilde;o pulmonar persistente do neonato (idade gestacional    igual a ou acima de 34 semanas) para melhorar a oxigena&ccedil;&atilde;o e evitar    a necessidade de oxigena&ccedil;&atilde;o por membrana extracorp&oacute;rea    e nas cardiopatias cong&ecirc;nitas acompanhadas de hipertens&atilde;o pulmonar,    principalmente durante o p&oacute;s-operat&oacute;rio imediato. At&eacute; hoje    algumas pesquisas pedi&aacute;tricas e estudos multic&ecirc;ntricos em adultos    n&atilde;o conseguiram demonstrar redu&ccedil;&atilde;o na mortalidade e no    tempo de ventila&ccedil;&atilde;o pulmonar mec&acirc;nica com o uso do &oacute;xido    n&iacute;trico inalat&oacute;rio na s&iacute;ndrome do desconforto respirat&oacute;rio    agudo e na les&atilde;o pulmonar aguda. Investiga&ccedil;&otilde;es futuras    s&atilde;o necess&aacute;rias para esse uso. A hipertens&atilde;o pulmonar persistente    &eacute; a indica&ccedil;&atilde;o mais importante para o uso do &oacute;xido    n&iacute;trico inalat&oacute;rio. A <I>Food and Drug Administration</I> n&atilde;o    aprova o uso do &oacute;xido n&iacute;trico inalat&oacute;rio para s&iacute;ndrome    do desconforto respirat&oacute;rio agudo em crian&ccedil;as e adultos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Descritores:</b>    &Oacute;xido n&iacute;trico/uso terap&ecirc;utico. Hipertens&atilde;o pulmonar.    Cuidados cr&iacute;ticos. Pediatria. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">The objective of    this paper is to report some clinical and therapeutic aspects of inhaled nitric    oxide in pediatrics. Some references were obtained from Medline<SUP>&#174;</SUP>    using the keywords: inhaled nitric oxide and pediatrics, and critical care.    Other sources were the University library and personal files. Along the last    decade, clinical trials with inhaled nitric oxide demonstrated only a few specific    areas of proven efficacy and a variety of possible adverse events. Toxicity    related to inhaled nitric oxide included metahemoglobinemia, cytotoxic pulmonary    effects, excess production of nitrogen dioxide and peroxynitrite, and injury    to the pulmonary surfactant system. The administration of inhaled nitric oxide    to patients with severe left ventricular dysfunction and pulmonary hypertension    should be cautious, since vasodilatation may increase pulmonary blood flow and    lead to excessive preload. Some studies showed the clinical effects related    to abrupt nitric oxide withdrawal, including rebound pulmonary hypertension.    Current literature supports the therapeutic use of inhaled nitric oxide in persistent    pulmonary hypertension of the newborn (gestational age <u>&gt;</u> 34 weeks)    to improve oxygenation and avoid extracorporeal oxygenation; and in congenital    cardiopathy accompanied by pulmonary hypertension, especially in the immediate    postoperative period. To date, research in pediatrics and multicentre trials    in adults with inhaled nitric oxide therapy have failed to show mortality reduction    or decrease the amount of time under mechanical ventilation for acute respiratory    distress syndrome and acute lung injury. This indication needs further investigations.    Persistent pulmonary hypertension is the most important indication for inhaled    nitric oxide. The Food and Drug Administration has not approved inhaled nitric    oxide in acute respiratory distress syndrome for adults and children.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Key words:</b>    Nitric oxide/therapeutic use. Pediatrics. Pulmonary hypertension. Critical care.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Siglas e abreviaturas    utilizadas neste trabalho    <br>   </i></font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CEC &#150;    Circula&ccedil;&atilde;o extracorp&oacute;rea    <br>   </font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CINRGI &#150;    <i>Clinical Inhaled Nitric Oxide Research Group Initiative    <br>   </i></font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">DNA &#150;    &Aacute;cido desoxirribonucl&eacute;ico    <br>   DPOC &#150; Doen&ccedil;a pulmonar obstrutiva cr&ocirc;nica    <br>   EUA &#150; Estados Unidos da Am&eacute;rica    <br>   FDA &#150; <i>Food and Drug Administration</i>    <br>   FiO<sub>2</sub> &#150; Fra&ccedil;&atilde;o inspirada de oxig&ecirc;nio    <br>   HP &#150; Hipertens&atilde;o pulmonar    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   HPP &#150; Hipertens&atilde;o pulmonar prim&aacute;ria    <br>   HPPN &#150; Hipertens&atilde;o pulmonar persistente do neonato    <br>   IO &#150; &Iacute;ndice de oxigena&ccedil;&atilde;o    <br>   N<sub>2</sub> &#150; Nitrog&ecirc;nio    <br>   NADH &#150; Nicotinamida adenina dinucleot&iacute;deo    <br>   NINOS &#150; <i>Neonatal Inhaled Nitric Oxide Study</i>    <br>   NO &#150; &Oacute;xido n&iacute;trico    <br>   NO<sub>2</sub> &#150; Di&oacute;xido de nitrog&ecirc;nio    <br>   NOS &#150; &Oacute;xido n&iacute;trico sintetase    <br>   O<sub>2</sub> &#150; Oxig&ecirc;nio    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   OMEC &#150; Oxigena&ccedil;&atilde;o por membrana extracorp&oacute;rea    <br>   PaO<sub>2</sub> &#150; Press&atilde;o arterial de oxig&ecirc;nio    <br>   PAP &#150; Press&atilde;o arterial pulmonar    <br>   PAS &#150; Press&atilde;o arterial sist&ecirc;mica    <br>   PGI<sub>2</sub> &#150; Prostaglandina I<sub>2</sub>    <br>   RVP &#150; Resist&ecirc;ncia vascular pulmonar    <br>   SDRA &#150; S&iacute;ndrome do desconforto respirat&oacute;rio agudo    <br>   SNC &#150; Sistema nervoso central    <br>   VD &#150; Ventr&iacute;culo direito    <br>   VE &#150; Ventr&iacute;culo esquerdo    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   VPM &#150; Ventila&ccedil;&atilde;o pulmonar mec&acirc;nica </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o    </b></font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">H&aacute; cerca    de 20 anos, o &oacute;xido n&iacute;trico (NO) era considerado somente um g&aacute;s    nocivo, extremamente t&oacute;xico e que existia na natureza por n&atilde;o    mais que alguns segundos. Pela sua alta reatividade (trata-se de um radical    livre com um el&eacute;tron extra) &eacute; convertido rapidamente, atrav&eacute;s    da rea&ccedil;&atilde;o com oxig&ecirc;nio e &aacute;gua, em nitratos e nitritos.    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Entre 1984 e 1987,    v&aacute;rios estudos demonstraram que o NO &eacute; produzido por v&aacute;rias    c&eacute;lulas do organismo, sendo essencial em in&uacute;meras fun&ccedil;&otilde;es    org&acirc;nicas.<SUP>(1-5)</SUP> Nos vasos sangu&iacute;neos, sua forma&ccedil;&atilde;o    cont&iacute;nua pelas c&eacute;lulas endoteliais promove o relaxamento da musculatura    lisa subjacente, produzindo vasodilata&ccedil;&atilde;o.<SUP>(6-8)</SUP> No    sistema imune, macr&oacute;fagos, quando estimulados, produzem grande quantidade    de NO, que funciona como uma mol&eacute;cula <I>killer</I>, destruindo c&eacute;lulas-alvo    (cancerosas) e microorganismos.<SUP>(2,3)</SUP> O NO atua tamb&eacute;m em outros    sistemas, tais como o sistema nervoso central (SNC), gastrintestinal, respirat&oacute;rio,    card&iacute;aco e genitourin&aacute;rio.<SUP>(2,3)</SUP> Esses achados levaram    a extensa produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica relacionada ao NO.<SUP>(1)</SUP>    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A utiliza&ccedil;&atilde;o    do NO inalat&oacute;rio em doen&ccedil;as que levavam &agrave; hipertens&atilde;o    pulmonar (HP) seria, ent&atilde;o, altamente promissora, por seu efeito vasodilatador    pulmonar seletivo, melhorando a rela&ccedil;&atilde;o ventila&ccedil;&atilde;o/perfus&atilde;o    e aumentando o desempenho card&iacute;aco direito. Os estudos pedi&aacute;tricos    desenvolvidos, em sua grande maioria, s&atilde;o com amostras pequenas e avaliaram    somente os efeitos hemodin&acirc;micos e na oxigena&ccedil;&atilde;o com o NO    inalat&oacute;rio.<SUP>(1,9-11)</SUP> Apenas dois estudos prospectivos com uma    casu&iacute;stica maior, em rec&eacute;m-nascidos, demonstraram de modo claro    os efeitos ben&eacute;ficos da inala&ccedil;&atilde;o do NO na s&iacute;ndrome    da hipertens&atilde;o pulmonar persistente do neonato (HPPN),<SUP>(12,13)</SUP>    resultando na aprova&ccedil;&atilde;o do uso do NO inalat&oacute;rio pela <I>Food    and Drug Administration</I> (FDA) para os neonatos de termo e pr&oacute;ximos    ao termo (<u>&gt;</u> 34 semanas). Estudos em outras doen&ccedil;as, como na    s&iacute;ndrome do desconforto respirat&oacute;rio agudo (SDRA), n&atilde;o    conseguiram demonstrar um efeito ben&eacute;fico consistente e, portanto, seu    uso ainda permanece restrito e com in&uacute;meras quest&otilde;es a serem respondidas.<SUP>(15-21)</SUP></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Toxicidade </b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O NO pode produzir    diversas subst&acirc;ncias t&oacute;xicas. Na presen&ccedil;a de oxig&ecirc;nio    (O<SUB>2</SUB>) &eacute; oxidado em di&oacute;xido de nitrog&ecirc;nio (NO<SUB>2</SUB>),    um g&aacute;s altamente citot&oacute;xico que em solu&ccedil;&atilde;o aquosa    &eacute; convertido em &aacute;cido n&iacute;trico e nitroso. O Instituto de    Seguran&ccedil;a Ocupacional e Administra&ccedil;&atilde;o de Sa&uacute;de dos    EUA fixa o limite de 5ppm de exposi&ccedil;&atilde;o ao NO<SUB>2</SUB> para    os trabalhadores.<SUP>(22)</SUP> Tem-se observado que grande parte da toxicidade    do NO deve-se &agrave; forma&ccedil;&atilde;o do NO<SUB>2</SUB> a partir de    sua rea&ccedil;&atilde;o com o O<SUB>2</SUB>. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Durante a utiliza&ccedil;&atilde;o    do NO inalat&oacute;rio para os pacientes com HP, podemos evitar a inala&ccedil;&atilde;o    do NO<SUB>2</SUB> interpondo um sistema com cal sodada no circuito do aparelho    de ventila&ccedil;&atilde;o pulmonar mec&acirc;nica (VPM), ou utilizando determinadas    concentra&ccedil;&otilde;es de NO e O<SUB>2</SUB> que levem a uma baixa taxa    de convers&atilde;o para NO<SUB>2</SUB> (a velocidade de oxida&ccedil;&atilde;o    &eacute; dependente da concentra&ccedil;&atilde;o de O<SUB>2</SUB> e do quadrado    da concentra&ccedil;&atilde;o de NO). Quando o NO &eacute; armazenado em cilindros    com nitrog&ecirc;nio (N<SUB>2</SUB>) puro, n&atilde;o h&aacute; a forma&ccedil;&atilde;o    de NO<SUB>2</SUB>.<SUP>(1)</SUP> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em solu&ccedil;&atilde;o    aquosa o NO reage com radicais super&oacute;xidos formando o superoxidonitrito,    uma subst&acirc;ncia citot&oacute;xica. Al&eacute;m disso, pode formar complexos    com metais, como por exemplo na sua liga&ccedil;&atilde;o com a hemoglobina    formando a nitrosil Fe (II)-hemoglobina e, posteriormente, a metahemoglobina.<SUP>(1)</SUP>    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A metahemoglobinemia    ocorre por aumento de produ&ccedil;&atilde;o da metahemoglobina, ou quando a    sua redu&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da diaforase NADH (metahemoglobina    redutase) encontra-se diminu&iacute;da. De acordo com alguns estudos, os n&iacute;veis    de metahemoglobina n&atilde;o aumentaram significativamente em exposi&ccedil;&otilde;es    a baixas concentra&ccedil;&otilde;es de NO<SUB>2</SUB>.<SUP>(3,24)</SUP> Entretanto,    indiv&iacute;duos que apresentam diminui&ccedil;&atilde;o da atividade da diaforase    NADH podem vir a desenvolv&ecirc;-la. Sabe-se que em rec&eacute;m-nascidos a    atividade dessa enzima &eacute; normalmente diminu&iacute;da.<SUP>(1)</SUP>    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m do    seu efeito t&oacute;xico quando da rea&ccedil;&atilde;o com outras subst&acirc;ncias,    o pr&oacute;prio NO pode causar les&atilde;o celular direta principalmente atrav&eacute;s    de muta&ccedil;&otilde;es no &aacute;cido desoxirribonucl&eacute;ico (DNA) do    n&uacute;cleo celular.<SUP>(25)</SUP> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><B>Principais efeitos    adversos</B> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Existem alguns    efeitos adversos relacionados &agrave; toxicidade do NO, como a forma&ccedil;&atilde;o    de metemoglobina,<SUP>(26)</SUP> efeitos citot&oacute;xicos pulmonares devido    &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de radicais livres pelo excesso de di&oacute;xido    de nitrog&ecirc;nio (NO<SUB>2</SUB>), produ&ccedil;&atilde;o de peroxinitrito,    ou altera&ccedil;&atilde;o do sistema de surfactante pulmonar.<SUP>(14)</SUP>    Al&eacute;m desses, existem outros, como os carcinog&ecirc;nicos, os teratog&ecirc;nicos,    os efeitos desconhecidos no pulm&atilde;o imaturo e os efeitos na hemostasia,    como altera&ccedil;&atilde;o da agrega&ccedil;&atilde;o plaquet&aacute;ria.<SUP>(27)</SUP>    Apesar de ser prudente considerar o risco de coagulopatia com o uso do NO inalat&oacute;rio,    o aumento da sua incid&ecirc;ncia n&atilde;o foi observado por estudos prospectivos    randomizados.<SUP>(28-30)</SUP> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nos pacientes com    disfun&ccedil;&atilde;o importante de ventr&iacute;culo esquerdo (VE) e HP,    a vasodilata&ccedil;&atilde;o pulmonar s&uacute;bita pode aumentar o fluxo sangu&iacute;neo,    elevando a pr&eacute;-carga de forma delet&eacute;ria para um ventr&iacute;culo    previamente comprometido.<SUP>(26)</SUP> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">V&aacute;rios estudos    demonstraram efeitos indesej&aacute;veis com a retirada abrupta do NO, tendo    sido tamb&eacute;m observado efeito rebote.<SUP>(31-36)</SUP> As raz&otilde;es    para que ocorra o efeito rebote ainda n&atilde;o est&atilde;o bem esclarecidas,    mas podem estar relacionadas com a inibi&ccedil;&atilde;o da atividade da &oacute;xido    n&iacute;trico sintetase (NOS). Alguns m&eacute;todos s&atilde;o utilizados    para evitar esse efeito durante a retirada do NO inalat&oacute;rio. O m&eacute;todo    mais utilizado &eacute; o aumento da fra&ccedil;&atilde;o inspirada de oxig&ecirc;nio    (FiO<SUB>2</SUB>) antes da diminui&ccedil;&atilde;o do NO.<SUP>(37)</SUP> Outros    pesquisadores t&ecirc;m utilizado um inibidor da fosfodiesterase, o dipiridamole,    para atenuar o efeito rebote durante a retirada do NO inalat&oacute;rio<SUP>(38,39)</SUP></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>No inalat&oacute;rio    &#150; aplica&ccedil;&otilde;es </b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A insufici&ecirc;ncia    respirat&oacute;ria aguda permanece como um dos principais fatores para a morbidade    e a mortalidade em pacientes cr&iacute;ticos. A HP contribui para a piora da    hipoxemia e da sobrecarga ventricular direita e est&aacute; associada &agrave;    taxa de mortalidade elevada em diversas patologias, como a hipertens&atilde;o    pulmonar persistente do neonato (HPPN), a s&iacute;ndrome do desconforto respirat&oacute;rio    agudo (SDRA), as cardiopatias cong&ecirc;nitas com HP, em pacientes com doen&ccedil;a    pulmonar obstrutiva cr&ocirc;nica (DPOC), hipertens&atilde;o pulmonar prim&aacute;ria    (HPP) e outras. Um estudo em pacientes adultos com SDRA demonstrou que o aumento    da resist&ecirc;ncia vascular pulmonar (RVP) correlaciona-se diretamente com    a gravidade das altera&ccedil;&otilde;es nas trocas gasosas.<SUP>(1)</SUP> Esses    achados levaram a in&uacute;meras pesquisas tentando identificar um vasodilatador    pulmonar seletivo. A terap&ecirc;utica com vasodilatadores intravenosos &eacute;    limitada, pois n&atilde;o consegue diminuir a RVP sem que cause efeitos colaterais    importantes, como a hipotens&atilde;o sist&ecirc;mica, que diminui a perfus&atilde;o    coronariana e conseq&uuml;entemente piora a fun&ccedil;&atilde;o ventricular    direita. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O termo macrosseletividade    tem sido utilizado para distinguir os efeitos de uma droga vasodilatadora na    vasculatura pulmonar do efeito produzido na circula&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica.    A macrosseletividade &eacute; determinada pela raz&atilde;o entre a press&atilde;o    arterial pulmonar (PAP) e a press&atilde;o arterial sist&ecirc;mica (PAS), ou    pela raz&atilde;o entre as respectivas resist&ecirc;ncias. Um vasodilatador    pulmonar macrosseletivo deve ser capaz de reduzir a RVP e promover a melhora    da fun&ccedil;&atilde;o ventricular direita. Atualmente n&atilde;o existe um    agente intravenoso que atue somente na vasculatura pulmonar.<SUP>(1)</SUP> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O termo microsseletividade    tem sido utilizado para distinguir os efeitos de uma droga vasodilatadora na    distribui&ccedil;&atilde;o do fluxo sangu&iacute;neo pulmonar (perfus&atilde;o).    Muitos agentes intravenosos utilizados, como o nitroprussiato, pioram as trocas    gasosas por levarem &agrave; vasodilata&ccedil;&atilde;o n&atilde;o seletiva    das art&eacute;rias pulmonares, perfundindo &aacute;reas n&atilde;o ventiladas,    o que resulta em piora da ventila&ccedil;&atilde;o/perfus&atilde;o.<SUP>(1)</SUP>    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O NO inalat&oacute;rio    apresenta essas duas propriedades de seletividade. Ao contr&aacute;rio dos vasodilatadores    sist&ecirc;micos, atinge somente os alv&eacute;olos que est&atilde;o sendo ventilados,    provocando com isso a vasodilata&ccedil;&atilde;o pulmonar seletiva. Desviando    o fluxo para essas &aacute;reas consegue melhorar a oxigena&ccedil;&atilde;o    e tamb&eacute;m o <I>shunt</I> intrapulmonar. O NO reage avidamente com a hemoglobina,    produzindo compostos inativos (nitrito e nitrato). Desse modo n&atilde;o causa    vasodilata&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica e n&atilde;o altera a perfus&atilde;o    coronariana.<SUP>(1)</SUP> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar do uso do    NO inalat&oacute;rio parecer ben&eacute;fico para pacientes que apresentam HP    por diversas etiologias, em alguns deles observou-se falha na resposta, qual    seja, a aus&ecirc;ncia de um aumento na press&atilde;o arterial de oxig&ecirc;nio    (PaO<SUB>2</SUB>) ou diminui&ccedil;&atilde;o na RVP.<SUP>(27)</SUP> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Atualmente, a FDA    aprovou a administra&ccedil;&atilde;o do NO inalat&oacute;rio apenas para o    tratamento de neonatos a termo e prematuros com idade gestacional igual a ou    maior que 34 semanas, com insufici&ecirc;ncia respirat&oacute;ria hipox&ecirc;mica    e evid&ecirc;ncia de HP cl&iacute;nica ou ecocardiogr&aacute;fica, e para crian&ccedil;as    com cardiopatia cong&ecirc;nita e HP no manejo pr&eacute; e p&oacute;s-operat&oacute;rio.<SUP>(40)</SUP>    Os efeitos cl&iacute;nicos ben&eacute;ficos do NO inalat&oacute;rio puderam    ser demonstrados apenas em dois estudos cl&iacute;nicos: o grupo <I>Inhaled    Neonatal Nitric Oxide Study </I>(NINOS) e o CINRGI, em que houve redu&ccedil;&atilde;o    significativa do uso da oxigena&ccedil;&atilde;o por membrana extracorp&oacute;rea    (OMEC).<SUP>(12,13)</SUP> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><B>Cardiopatias    cong&ecirc;nitas</B> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os pacientes com    cardiopatia cong&ecirc;nita podem desenvolver HP tanto por doen&ccedil;a pulmonar    como por hiperresponsividade da vasculatura pulmonar. As crian&ccedil;as com    obstru&ccedil;&atilde;o intra-&uacute;tero ao fluxo sangu&iacute;neo pulmonar    podem apresentar hipoplasia das unidades alv&eacute;olo-capilares. A hipoxemia    venosa que acompanha a hipoxemia arterial, nesses pacientes, pode manter a RVP    elevada. Por outro lado, um dilema comum na pr&aacute;tica cl&iacute;nica d&aacute;-se    na quest&atilde;o da manuten&ccedil;&atilde;o da RVP elevada para equilibrar    as circula&ccedil;&otilde;es pulmonar e sist&ecirc;mica, no intuito de manter    a oxigena&ccedil;&atilde;o tecidual adequada nos casos de <I>truncus arteriosus</I>,    s&iacute;ndrome do ventr&iacute;culo esquerdo hipopl&aacute;sico ou outras variantes    de ventr&iacute;culo &uacute;nico. Nesses pacientes a redu&ccedil;&atilde;o    da resist&ecirc;ncia vascular pulmonar com o uso do NO inalat&oacute;rio pode    ser fatal. Por isso, o uso do NO nas cardiopatias cong&ecirc;nitas, principalmente    no per&iacute;odo neonatal, deve ser considerado somente ap&oacute;s um estudo    cuidadoso da anatomia e da fisiologia. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As cardiopatias    cong&ecirc;nitas que cursam com hiperfluxo pulmonar ou obstru&ccedil;&atilde;o    &agrave; drenagem das veias pulmonares apresentam hipertrofia e hiperplasia    da musculatura vascular e conseq&uuml;ente vasoconstri&ccedil;&atilde;o. A HP    permanece como importante causa de morbidade e mortalidade no p&oacute;s-operat&oacute;rio    imediato de crian&ccedil;as submetidas a corre&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica    da cardiopatia. O NO inalat&oacute;rio pode ser utilizado na avalia&ccedil;&atilde;o    da vasorreatividade pulmonar durante o cateterismo, permitindo o planejamento    do tratamento cir&uacute;rgico mais adequado. Dois grupos de pacientes se beneficiam    dessa avalia&ccedil;&atilde;o: naqueles com ventr&iacute;culo &uacute;nico em    que a anastomose cavopulmonar est&aacute; indicada, o sucesso da cirurgia depende    da manuten&ccedil;&atilde;o da RVP baixa; o segundo grupo de pacientes &eacute;    aquele em que h&aacute; hiperfluxo pulmonar devido ao <I>shunt</I> esquerdo-direito,    em que, com o passar do tempo, h&aacute; a hiperplasia da camada muscular dos    capilares pulmonares, o que a torna menos responsiva aos agentes farmacol&oacute;gicos.    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em crian&ccedil;as    com cardiopatias diversas, respirando espontaneamente, com o uso do NO inalat&oacute;rio    (at&eacute; 80ppm) observou-se redu&ccedil;&atilde;o significativa da RVP durante    o cateterismo, sem causar hipotens&atilde;o sist&ecirc;mica ou eleva&ccedil;&atilde;o    significativa nos n&iacute;veis de metahemoglobina.<SUP>(41)</SUP> Resultado    semelhante foi observado em pacientes pedi&aacute;tricos com cardiopatia cong&ecirc;nita    e HP, na avalia&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-operat&oacute;ria da HP com o uso    de NO inalat&oacute;rio na dose de 10 e 20ppm.<SUP>(42)</SUP> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O aumento da RVP    &eacute; freq&uuml;ente nos pacientes cardiopatas e esta pode ser exacerbada    com o emprego da circula&ccedil;&atilde;o extracorp&oacute;rea (CEC). Concomitante    ao estado patol&oacute;gico preexistente, ocorre uma disfun&ccedil;&atilde;o    do ventr&iacute;culo direito (VD) ap&oacute;s a CEC, devida &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o    inadequada do VD durante a cirurgia, &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de vasoconstritores    pulmonares como a tromboxana A<SUB>2</SUB>, resultante da agrega&ccedil;&atilde;o    plaquet&aacute;ria e leucocit&aacute;ria, ou pela diminui&ccedil;&atilde;o de    vasodilatadores end&oacute;genos como o &oacute;xido n&iacute;trico (NO). A    HP contribui para a piora da hipoxemia e da sobrecarga do VD. O tratamento convencional    ap&oacute;s a cirurgia consiste em hiperventila&ccedil;&atilde;o, alcaliniza&ccedil;&atilde;o,    aumento da FiO<SUB>2</SUB>, uso de inotr&oacute;picos e vasodilatadores. O uso    do NO inalat&oacute;rio mostrou ser ben&eacute;fico e eficaz nesses pacientes.<SUP>(43-45)</SUP>    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Miller <I>et al.</I>,    utilizando baixas concentra&ccedil;&otilde;es de NO (2, 10 e 20ppm), obtiveram    redu&ccedil;&atilde;o significante da press&atilde;o arterial pulmonar em 10    lactentes no p&oacute;s-operat&oacute;rio de cirurgia card&iacute;aca com alto    risco para HP.<SUP>(46)</SUP> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Um estudo comparando    os efeitos da hiperventila&ccedil;&atilde;o e do uso do NO inalat&oacute;rio,    em pacientes pedi&aacute;tricos no p&oacute;s-operat&oacute;rio de corre&ccedil;&atilde;o    de cardiopatia com HP, demonstrou que as duas t&eacute;cnicas s&atilde;o efetivas    em diminuir a RVP e a PAP. O uso do NO inalat&oacute;rio apresentou vantagem    em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; hiperventila&ccedil;&atilde;o, pois n&atilde;o    houve diminui&ccedil;&atilde;o do d&eacute;bito card&iacute;aco e aumento da    resist&ecirc;ncia vascular sist&ecirc;mica (RVS).<SUP>(47)</SUP> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Atualmente a FDA    aprova a utiliza&ccedil;&atilde;o do NO inalat&oacute;rio para os pacientes    pedi&aacute;tricos submetidos a cirurgia card&iacute;aca e para o manejo pr&eacute;-operat&oacute;rio    de cardiopatias com HP. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><B>Les&atilde;o    pulmonar aguda/s&iacute;ndrome do desconforto respirat&oacute;rio agudo</B>    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A hipoxemia e a    HP est&atilde;o presentes na SDRA e a gravidade de cada uma est&aacute; intimamente    relacionada com a mortalidade.<SUP>(16-19)</SUP> A HP na SDRA &eacute; causada    por vasoconstri&ccedil;&atilde;o ativa (devida a hip&oacute;xia alveolar, mediadores    circulantes, aumento da libera&ccedil;&atilde;o de mediadores de vasoconstri&ccedil;&atilde;o    como a tromboxana, ou diminui&ccedil;&atilde;o de mediadores de vasodilata&ccedil;&atilde;o    como o NO end&oacute;geno), ou por fatores mec&acirc;nicos (tromboembolismo,    compress&atilde;o vascular por edema ou press&atilde;o alveolar elevada). A    hipoxemia &eacute; causada por altera&ccedil;&atilde;o na ventila&ccedil;&atilde;o/perfus&atilde;o,    <I>shunt</I> intrapulmonar, ou <I>shunt</I> anat&ocirc;mico (forame oval patente).    O uso de vasodilatadores intravenosos como a nitroglicerina ou prostaglandinas    (PGI<SUB>2</SUB>) resulta em diminui&ccedil;&atilde;o leve na PAP, mas com grande    diminui&ccedil;&atilde;o na PAS e na oxigena&ccedil;&atilde;o arterial.<SUP>(48)</SUP>    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudos em adultos    e pedi&aacute;tricos demonstraram que o NO inalat&oacute;rio ocasiona melhora    da oxigena&ccedil;&atilde;o nos pacientes com les&atilde;o pulmonar aguda.<SUP>(31-33)</SUP>    Os efeitos ben&eacute;ficos potenciais do NO na SDRA incluem diminui&ccedil;&atilde;o    na RVP, redu&ccedil;&atilde;o do <I>shunt</I> intrapulmonar, melhora das fun&ccedil;&otilde;es    ventriculares direita e esquerda, redu&ccedil;&atilde;o de barotrauma e toxicidade    pelo oxig&ecirc;nio por permitir a diminui&ccedil;&atilde;o dos par&acirc;metros    da VPM. Apesar disso, estudos multic&ecirc;ntricos em adultos n&atilde;o conseguiram    demonstrar melhora na dura&ccedil;&atilde;o da VPM ou na sobrevida.<SUP>(15,17)</SUP>    Os pacientes apresentaram aumento da oxigena&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s o    in&iacute;cio da inala&ccedil;&atilde;o do NO, mas a resposta foi transit&oacute;ria,    n&atilde;o permitindo a redu&ccedil;&atilde;o da VPM ou da FiO<SUB>2</SUB>.    Achados similares foram demonstrados em outros estudos, incluindo pedi&aacute;tricos,    como pode ser observado na <a href="/img/revistas/jpneu/v29n5/a12t01.gif">Tabela    1</a>.<SUP>(49)</SUP> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O uso do NO inalat&oacute;rio    nos pacientes com SDRA n&atilde;o deve ser indiscriminado, mas pode ser justificado    em pacientes nos quais a melhora da oxigena&ccedil;&atilde;o pode manter a estabilidade    cl&iacute;nica durante a fase aguda da disfun&ccedil;&atilde;o respirat&oacute;ria    hipox&ecirc;mica (terap&ecirc;utica de resgate). Tamb&eacute;m pode ser utilizado    como medida coadjuvante para diminui&ccedil;&atilde;o da RVP quando &eacute;    aplicada a estrat&eacute;gia ventilat&oacute;ria com a hipercapnia permissiva.<SUP>(50)</SUP>    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">At&eacute; o presente    momento, o uso do NO inalat&oacute;rio n&atilde;o est&aacute; aprovado pelo    FDA para a SDRA. Em rela&ccedil;&atilde;o a sua efic&aacute;cia, podemos consider&aacute;-lo    como possivelmente efetivo, mas seu uso dever&aacute; ser extremamente criterioso.    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><B>Outras aplica&ccedil;&otilde;es</B>    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O uso do NO inalat&oacute;rio    foi testado em outras doen&ccedil;as, mas os resultados n&atilde;o parecem promissores.    Em pacientes com DPOC n&atilde;o foi observada melhora significativa na oxigena&ccedil;&atilde;o    que justifique o emprego do NO inalat&oacute;rio.<SUP>(49)</SUP> Em pacientes    pedi&aacute;tricos com h&eacute;rnia diafragm&aacute;tica a aplica&ccedil;&atilde;o    de NO n&atilde;o diminuiu a necessidade de OMEC ou a mortalidade.<SUP>(49)</SUP>    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pacientes com doen&ccedil;as    card&iacute;acas que ocasionam hipertens&atilde;o pulmonar tamb&eacute;m podem    ser beneficiados com o uso do NO inalat&oacute;rio. Um estudo abordando os efeitos    hemodin&acirc;micos provocados pelo NO inalat&oacute;rio em pacientes com HP    ap&oacute;s valvuloplastia mitral mostrou que houve diminui&ccedil;&atilde;o    na PAP e RVP, e melhora na satura&ccedil;&atilde;o venosa mista de oxig&ecirc;nio,    sem efeitos hemodin&acirc;micos indesej&aacute;veis.<SUP>(52)</SUP> Pacientes    com insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca direita podem beneficiar-se do uso do    NO inalat&oacute;rio, pois a diminui&ccedil;&atilde;o da RVP melhora o desempenho    card&iacute;aco. Pode ser utilizado tamb&eacute;m na avalia&ccedil;&atilde;o    diagn&oacute;stica dos pacientes candidatos a transplante card&iacute;aco, observando-se    a resposta da vasculatura pulmonar com o uso do NO inalat&oacute;rio. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outras poss&iacute;veis    indica&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m muito pouco estudadas, s&atilde;o: edema    pulmonar das grandes altitudes, hemorragia pulmonar, embolia pulmonar e outras.    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><B>Contra-indica&ccedil;&otilde;es</B>    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O uso do NO est&aacute;    contra-indicado para rec&eacute;m-nascidos com cardiopatias dependentes de <I>shunt</I>    direito-esquerdo, e em presen&ccedil;a de defici&ecirc;ncia de metahemoglobina    redutase cong&ecirc;nita ou adquirida. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><B>Precau&ccedil;&otilde;es</B>    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Deve haver precau&ccedil;&atilde;o    com o uso de NO: em presen&ccedil;a de anemia, trombocitopenia, leucopenia ou    dist&uacute;rbios de coagula&ccedil;&atilde;o; em presen&ccedil;a de edema pulmonar    ou infec&ccedil;&atilde;o pulmonar aguda; e nos pacientes com disfun&ccedil;&atilde;o    ventricular esquerda grave, os quais somente poder&atilde;o receber o NO inalat&oacute;rio    em combina&ccedil;&atilde;o com outros agentes que melhorem o desempenho ventricular    esquerdo. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Conclus&atilde;o    </b></font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com base nas evid&ecirc;ncias    cl&iacute;nicas atuais, a indica&ccedil;&atilde;o e a utiliza&ccedil;&atilde;o    do NO inalat&oacute;rio ficam restritas as duas entidades: hipertens&atilde;o    pulmonar persistente do rec&eacute;m-nascido e hipertens&atilde;o pulmonar acompanhada    de hipoxemia e disfun&ccedil;&atilde;o de ventr&iacute;culo direito nas cardiopatias    cong&ecirc;nitas, principalmente no p&oacute;s-operat&oacute;rio imediato. No    Brasil n&atilde;o existe autoriza&ccedil;&atilde;o governamental para a utiliza&ccedil;&atilde;o    do NO inalat&oacute;rio, sendo seu emprego limitado a protocolos de estudos    cl&iacute;nicos. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias    </b></font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Nelin LD, Hoffman    GM. The use of inhaled nitric oxide in a wide variety of clinical problems.    Pediatr Clin North Am 1998;45:531-48. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0102-3586200300050001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Granger DL,    Lehninger AL. Sites of inhibition of mitochondrial electron transport in macrophage    injured neoplastic cells. J Cell Biol 1982; 95:527-35. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0102-3586200300050001200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Mulsch A, Hauschildt    S, Bessler WG. Synthesis of nitric oxide in the cytosol of porcine aortic endothelial    cells and murine bone marrow macrophages: detection by activation of purified    soluble guanylate cyclase. In: Moncada S, Higgs SA, editors. Nitric oxide from    L-arginine: a bioregulatory system. Amsterdan: Elsevier, 1990;235-42. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0102-3586200300050001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. McCall T, Vallance    P. Nitric oxide takes centre-stage with newly defined roles. Trends Pharmacol    Sci 1992;13:1-6. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0102-3586200300050001200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Moncada S, Palmer    RMJ, Higgs EA. Nitric oxide: physiology, pathophysiology and pharmacology. Pharmacol    Rev 1991;43:109-42. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0102-3586200300050001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Ignarro LJ.    Endothelium-derived nitric oxide: actions and properties. FASEB J 1989;3:31-6.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0102-3586200300050001200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. &Auml;ngg&auml;rd    E. Nitric oxide: mediator, murderer, and medicine. Lancet 1994;343:1199-206.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0102-3586200300050001200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Forstermann    U. Properties and mechanisms of production and action of endothelium-derived    relaxing factor. J Cardiovasc Pharmacol 1986; 8 (Suppl 10):S45-51. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0102-3586200300050001200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Roberts JD,    Poloner DM, Lang P, Zapol WM. Inhaled nitric oxide in persistent pulmonary hypertension    of the newborn. Lancet 1992;340: 818-9. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0102-3586200300050001200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Kinsella JP,    Neish SR, Shaffer E, Abman SH. Low-dose inhalational nitric oxide in persistent    hypertension of the newborn. Lancet 1992; 340:819-20. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0102-3586200300050001200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Abman SH, Griebel    JL, Parker DK, Schmidt JM, Swanton D, Kinsella JP. Acute effects of inhaled    nitric oxide in children with severe hypoxemic respiratory failure. J Pediatr    1994;124:881-8. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0102-3586200300050001200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Roberts JD    Jr, Fineman JR, Morin FC 3<SUP>rd</SUP>, Shaul PW, Rimar S, Scheiber M, et al.    Inhaled nitric oxide and persistent pulmonary hypertension of the newborn. N    Engl J Med 1997;336:605-10. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0102-3586200300050001200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Group NINOS.    Inhaled nitric oxide in full-term and nearly full term infants with hypoxic    respiratory failure. N Engl J Med 1997;336:597-604. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0102-3586200300050001200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Schechter NA,    Gladwin MT, Cannon RO 3rd. NO solutions? J Clin Invest 2002;109:1149-51. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0102-3586200300050001200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Michael JR,    Barton RG, Saffle JR, Mone M, Markewitz BA, Hillier K, et al. Inhaled nitric    oxide versus conventional therapy: effect on oxygenation in ARDS. Am J Respir    Crit Care Med 1998;157:1372-80. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0102-3586200300050001200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Barnes SJ.    Nitric oxide in acute respiratory distress syndrome. Enhancing our knowledge    at the bench. Crit Care Med 1998;26:1157-58. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0102-3586200300050001200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Troncy E, Collet    JP, Shapiro S, Guimond JG, Blair L, Ducruet T, et al. Inhaled nitric oxide in    acute respiratory distress syndrome: a pilot randomized controlled study. Am    J Respir Crit Care Med 1998;157:1483-8. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0102-3586200300050001200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Mattay MA,    Pittet JF, Jayr C. Just say NO to inhaled nitric oxide for acute respiratory    distress syndrome. Crit Care Med 1998;26:1-2. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0102-3586200300050001200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Tibby S, Shemie    SD. Low-dose inhaled nitric oxide and oxygenation in pediatric hypoxic respiratory    failure. Wrong bullet, wrong target. Crit Care Med 1999;27:871-2. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0102-3586200300050001200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Cheifetz I.    Inhaled nitric oxide: plenty of data, no consensus. Crit Care Med 2000;28:902-4.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0102-3586200300050001200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Robin E, Haddad    E, Vallet B. Le monoxyde d'azote inhal&eacute; en p&eacute;riode p&eacute;riop&eacute;ratoire    et en r&eacute;animation. Ann Fr Anesth Reanim 2002;21: 581-90. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0102-3586200300050001200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. NIOSH Recommendations    for occupational safety and health standards. MMWR Morb Mortal Wkly Rep 1988;37(Suppl    7):1-29. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0102-3586200300050001200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Von Nieding    G, Wagner H, Kockler H. Investigation of the acute effects of nitrogen monoxide    on lung function in man. Staub-Reinhalt Luft 1975;35:175-8. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S0102-3586200300050001200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Beutler E.    Methemoglobinemia and sulfhemoglobinemia. In: Williams WJ, Beutler E III, Erslev    AJ, et al. Hematology. 2<SUP>nd</SUP> ed. New York: McGraw-Hill, 1977;491-4.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0102-3586200300050001200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Nguyen T, Brunson    D, Crespi CL, et al. DNA damage and mutation in humans cells exposed to nitric    oxide in vitro. Proc Natl Acad Sci USA 1992;89:3030-4. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0102-3586200300050001200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Rimar S, Gillis    CN. Selective pulmonary vasodilation by inhaled nitric oxide is due to hemoglobin    inactivation. Circulation 1993;88:2884-7. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0102-3586200300050001200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Hess DR. Adverse    effects and toxicity of inhaled nitric oxide. Respir Care 1999;44:315-30. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0102-3586200300050001200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Kinsella JP,    Walsh WF, Bose CL, Gerstmann DR. Inhaled nitric oxide in premature neonates    with severe hypoxaemic respiratory failure: a randomized controlled trial. Lancet    1999;354:1061-5. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0102-3586200300050001200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Davidson D,    Barefield ES, Kattwinkel J, Dudell G, Damask M, Straube R, et al. Inhaled nitric    oxide for the early treatment of persistent pulmonary hypertension of the term    newborn: a randomized, double-masked, placebo-controlled, dose-response, multicenter    study. Pediatrics 1998;101(3 Pt 1):325-34. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0102-3586200300050001200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Rossaint R,    Falke KJ, Lopez F, Slama K, Pison U, Zapol WM. Inhaled nitric oxide for the    adult respiratory distress syndrome. N Engl J Med 1993;328:399-405. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0102-3586200300050001200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">31. Gerlach H,    Pappert D, Lewandowisk K, Rossaint R, Falke KJ. Long term inhalation with evaluated    low doses of nitric oxide for selective improvement of oxygenation in patients    with adult respiratory distress syndrome. Intensive Care Med 1993;19:443-9.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0102-3586200300050001200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32. Bigatello LM,    Huford WE, Kacmarec RM, Roberts JD, Zapol WM. Prolonged inhalation of low concentrations    of nitric oxide in patients with severe adult respiratory distress syndrome.    Effects on pulmonary hemodynamics and oxygenation. Anesthesiology 1994;80:761-70.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0102-3586200300050001200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">33. Miller OI,    Tang SF, Keech A, Celermajer DS. Rebound pulmonary hypertension on withdrawal    from inhaled nitric oxide (letter). Lancet 1995;346:51-2. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0102-3586200300050001200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">34. Lavoie A, Hall    JB, Olson DM, Wylam ME. Life-threatening effects of discontinuing inhaled nitric    oxide in severe respiratory failure. Am J Respir Crit Care Med 1996;153(6 Pt    1):1985-7. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0102-3586200300050001200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">35. Atz AM, Adatia    I, Wessel DL. Rebound pulmonary hypertension after inhalation of nitric oxide.    Ann Thorac Surg 1996;62:1759-64. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0102-3586200300050001200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">36. Aly H, Sahni    R, Wung JT. Weaning strategy with inhaled nitric oxide treatment in persistent    pulmonary hypertension of the newborn. Arch Dis Child Fetal Neonatal Ed 1997;76:F118-F122.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0102-3586200300050001200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">37. Al-Alaiyanm    S, Al-Omran A, Dyer D. The use of phosphodiesterase inhibitor (dipyridamole)    to wean from inhaled nitric oxide. Intensive Care Med 1996;22:1093-5. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0102-3586200300050001200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">38. Ivy DD, Kinsella    JP, Ziegler JW, Abman SH. Dipyridamole attenuates rebound pulmonary hypertension    after inhaled nitric oxide withdrawal in postoperative congenital heart disease.    J Thorac Cardiovasc Surg 1998;115:875-82. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0102-3586200300050001200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">39. Hurford WE,    Bigatello LM. NO-body's perfect. Anesthesiology 2002; 96:1285-7. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0102-3586200300050001200039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">40. Roberts JD    Jr, Lang P, Bigatello ML, Vlahakes GJ, Zapol MW. Inhaled nitric oxide in congenital    heart disease. Circulation 1993;87:447-53. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0102-3586200300050001200040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">41. Carvalho WB,    Carvalho ACC, Gurgueira GL, Ikeda AM, Lee JH, Almeida DR. Inhaled nitric oxide    and high concentrations of oxygen in pediatrics patients with congenital cardiopathy    and pulmonary hypertension: report of five cases. S&atilde;o Paulo Med J 1998;116:1602-5.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0102-3586200300050001200041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">42. Murthy KS,    Rao SG, Prakash KS, Robert C, Dhinakar S, Cherian KM. Role of inhaled nitric    oxide as a selective pulmonary vasodilator in pediatric cardiac surgical practice.    Indian J Pediatr 1999;66:357-61. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0102-3586200300050001200042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">43. Journois D,    Poulard P, Mauriat P, Mallh&egrave;re T, Vouh&egrave; P, Safran D. Inhaled nitric    oxide as a therapy for pulmonary hypertension after operations for congenital    heart defects. 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Eur    J Pediatr 1993;152: 793-6. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0102-3586200300050001200044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">45. Miller OJ,    Celemajer DS, Deanfield JE, Macrae DJ. Very low dose inhaled nitric oxide: a    selective pulmonary vasodilator after operations for congenital heart disease.    J Thorac Cardiovasc Surg 1994;108: 487-94. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0102-3586200300050001200045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">46. Morris K, Beghetti    M, Petros A, Adatia I, Bohn D. Comparison of hyperventilation and inhaled nitric    oxide for pulmonary hypertension after repair of congenital heart disease. Crit    Care Med 2000;28:2974-8. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0102-3586200300050001200046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">47. Sitbon O, Brenot    F, Denjean A, Bergeron A, Parent F, Azarion R, et al. Inhaled nitric oxide as    a screening vasodilator agent in primary pulmonary hypertension. A dose-response    study and comparison with prostacyclin. Am J Respir Crit Care Med 1995;151:384-9.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0102-3586200300050001200047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">48. Thompson J,    Bateman ST, Betit P. Pediatric applications of inhaled nitric oxide. Respir    Care 1999;44:177-83. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0102-3586200300050001200048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">49. Hammer J. Acute    lung injury: pathophysiology, assessment and current therapy. Pediatr Resp Rev    2001;2:1-18. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0102-3586200300050001200049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">50. Adnot S, Kouyoumdjian    C, Defouilloy C, Andrivet P, Sediame S, Herigault R, et al. Hemodynamic and    gas exchange responses to infusion of acetylcholine and inhalation of nitric    oxide in patients with chronic obstructive lung disease and pulmonary hypertension.    Am J Respir Dis 1993;148:310-6. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0102-3586200300050001200050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">51. Girard C, Lehot    J, Pannetier J, Filley S, French P, Estanove S. Inhaled nitric oxide after mitral    valve replacement in patients with chronic pulmonary artery hypertension. Anesthesiology    1992;77:880-3. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0102-3586200300050001200051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="end"></a><a href="#titulo"><img src="/img/revistas/jpneu/v29n5/seta.gif" border="0"></a>    <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</b>    <br>   Rua Cal&oacute;gero Calia, 230    <br>   04250-100 &#150; S&atilde;o Paulo, SP    <br>   Tel.: (11) 5058-2753    <br>   e-mail: <a href="mailto:limongeli@uol. com.br">limongeli@uol. com.br</a>; <a href="mailto:wertherbru.dped@epm.br">wertherbru.dped@epm.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><B>Recebido para    publica&ccedil;&atilde;o em 14/1/03. Aprovado, ap&oacute;s revis&atilde;o, em    11/6/03.</B> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="nota1"></a><a href="#titulo">*</a>    Trabalho realizado na Universidade Federal de S&atilde;o Paulo Escola Paulista    de Medicina. </font></p>      ]]></body><back>
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