<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0102-7638</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev Bras Cir Cardiovasc]]></abbrev-journal-title>
<issn>0102-7638</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0102-76382005000400004</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0102-76382005000400004</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Revascularização cirúrgica do miocárdio em pacientes com stents coronários]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Coronary artery bypass grafts in patients with coronary stents]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fragomeni]]></surname>
<given-names><![CDATA[Luis Sérgio de Moura]]></given-names>
</name>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Falleiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[Roque Paulo]]></given-names>
</name>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hoppen]]></surname>
<given-names><![CDATA[Gustavo]]></given-names>
</name>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Krahl]]></surname>
<given-names><![CDATA[Guilherme]]></given-names>
</name>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A">
<institution><![CDATA[,  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2005</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2005</year>
</pub-date>
<volume>20</volume>
<numero>4</numero>
<fpage>371</fpage>
<lpage>376</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-76382005000400004&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0102-76382005000400004&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0102-76382005000400004&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[OBJETIVO: Analisar as características cirúrgicas de pacientes operados após a intervenção coronária percutânea (ICP). MÉTODO: Cinqüenta e seis pacientes (41 H e 15 M), no momento da revascularização cirúrgica do miocárdio, já tinham sido manejados com o implante de stents coronarianos. Foram implantados 116 stents em 101 intervenções. Trinta e dois pacientes tinham três ou mais vasos com estenose significativa. Seis pacientes com lesões graves no tronco da artéria coronária esquerda (TCE) foram tratados com stents. Desde a colocação do primeiro stent, 12 pacientes desenvolveram lesões de novo graves no TCE. Em seis (50%), a estenose grave se desenvolveu em até seis meses da colocação do stent. Vinte (35,7%) pacientes eram diabéticos. Em 22 (39,2%) doentes, no momento da cirurgia, havia diminuição significativa da fração de ejeção do VE (p< 0,001), quando comparada à da primeira ICP. A revascularização cirúrgica constou do implante de 160 enxertos coronarianos. A análise transoperatória incluiu biópsia da parede coronária e do músculo adjacente. RESULTADOS: Achados transoperatórios evidenciaram tecidos adjacentes à área do stent mais endurecidos e inflamados quando comparados a outros sítios coronarianos. Dezessete pacientes operados sem descontinuidade dos antiadesivos plaquetários necessitaram de maior reposição sangüínea. Não houve mortalidade hospitalar pós-cirúrgica. CONCLUSÃO: Nos pacientes operados após a colocação de stents, questões como perda da função ventricular, arterite ou lesões de novo adicionam complexidade ao ato cirúrgico. Em razão da disfunção endotelial causada pelos stents, enxertos poderão ocluir mais cedo. Em adição, a eficiência do tratamento clínico associado poderá não ser a mesma.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: To observe the surgical characteristics of patients operated on after percutaneous coronary intervention (PCI). METHOD: Fifty-six patients (41 M and 15 F), by the time of coronary artery by-pass grafts (CABG), already had undergone coronary stenting procedures. In 101 PCI, 116 stents were implanted. By the time of the first PCI, 32 patients had three or more coronaries with severe stenosis. Six patients were treated with PCI for severe left main stem stenosis. Since the implantation of the first stent, 12 patients developed severe de novo lesions in the left coronary trunk. In six of these, the stenosis was developed in 6 months after the implant of the stent. Diabetes was present in 35.7% of the patients. In 22 patients (39.2%), at the time of CABG, the left ventricular (LV) function was reduced (p<0.001). At surgery, 160 grafts were implanted. Surgical studies included coronary and muscle biopsy. RESULTS: Surgical observation showed arteritis and inflammatory tissues adjacent to the stent in comparison to other areas. Seventeen patients that could not have antiplatelets drugs withdrawn needed more blood transfusion. There were no hospital deaths. CONCLUSION: In patients operated on after stents implantation, facts like loss in LV function or de novo vascular lesions add complexity to surgical cases and may impair long-term results. Due to endothelial dysfunction caused by stents, grafts may close earlier. In addition, the efficiency of clinical therapy may not be the same.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Contenedores]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Revascularização miocárdica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Arteriosclerose Coronária]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Stents]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Myocardial revascularization]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Coronary arteriosclerosis]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGO    ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="top10"></a>Revasculariza&ccedil;&atilde;o    cir&uacute;rgica do mioc&aacute;rdio em pacientes com stents coron&aacute;rios</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Luis S&eacute;rgio    de Moura Fragomeni; Roque Paulo Falleiro; Gustavo Hoppen; Guilherme Krahl</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back10">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>  <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJETIVO: </b>Analisar    as caracter&iacute;sticas cir&uacute;rgicas de pacientes operados ap&oacute;s    a interven&ccedil;&atilde;o coron&aacute;ria percut&acirc;nea (ICP).    <br>   <b>M&Eacute;TODO:    </b>Cinq&uuml;enta e seis pacientes (41 H e 15 M), no momento da revasculariza&ccedil;&atilde;o    cir&uacute;rgica do mioc&aacute;rdio, j&aacute; tinham sido manejados com o    implante de stents coronarianos. Foram implantados 116 stents em 101 interven&ccedil;&otilde;es.    Trinta e dois pacientes tinham tr&ecirc;s ou mais vasos com estenose significativa.    Seis pacientes com les&otilde;es graves no tronco da art&eacute;ria coron&aacute;ria    esquerda (TCE) foram tratados com stents. Desde a coloca&ccedil;&atilde;o do    primeiro stent, 12 pacientes desenvolveram les&otilde;es <i>de novo</i> graves    no TCE. Em seis (50%), a estenose grave se desenvolveu em at&eacute; seis meses    da coloca&ccedil;&atilde;o do stent. Vinte (35,7%) pacientes eram diab&eacute;ticos.    Em 22 (39,2%) doentes, no momento da cirurgia, havia diminui&ccedil;&atilde;o    significativa da fra&ccedil;&atilde;o de eje&ccedil;&atilde;o do VE (p&lt; 0,001),    quando comparada &agrave; da primeira ICP. A revasculariza&ccedil;&atilde;o    cir&uacute;rgica constou do implante de 160 enxertos coronarianos. A an&aacute;lise    transoperat&oacute;ria incluiu bi&oacute;psia da parede coron&aacute;ria e do    m&uacute;sculo adjacente.    <br>   <b>RESULTADOS:    </b>Achados transoperat&oacute;rios evidenciaram tecidos adjacentes &agrave;    &aacute;rea do stent mais endurecidos e inflamados quando comparados a outros    s&iacute;tios coronarianos. Dezessete pacientes operados sem descontinuidade    dos antiadesivos plaquet&aacute;rios necessitaram de maior reposi&ccedil;&atilde;o    sang&uuml;&iacute;nea. N&atilde;o houve mortalidade hospitalar p&oacute;s-cir&uacute;rgica.    <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:    </b>Nos pacientes operados ap&oacute;s a coloca&ccedil;&atilde;o de stents,    quest&otilde;es como perda da fun&ccedil;&atilde;o ventricular, arterite ou    les&otilde;es <i>de novo</i> adicionam complexidade ao ato cir&uacute;rgico.    Em raz&atilde;o da disfun&ccedil;&atilde;o endotelial causada pelos stents,    enxertos poder&atilde;o ocluir mais cedo. Em adi&ccedil;&atilde;o, a efici&ecirc;ncia    do tratamento cl&iacute;nico associado poder&aacute; n&atilde;o ser a mesma.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Descritores:    </b>Contenedores. Revasculariza&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica. Arteriosclerose    Coron&aacute;ria.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com a crescente    utiliza&ccedil;&atilde;o de stents para corre&ccedil;&atilde;o de estenoses    coronarianas, &eacute; natural que cirurgias de revasculariza&ccedil;&atilde;o    mioc&aacute;rdica estejam tamb&eacute;m sendo indicadas para pacientes j&aacute;    portadores dessas pr&oacute;teses endovasculares. Apesar das publica&ccedil;&otilde;es    relatando os problemas inerentes a esse grupo especial de pacientes ainda serem    incipientes &#91;1-3&#93;, observa&ccedil;&otilde;es que denotam a presen&ccedil;a de    altera&ccedil;&otilde;es vasculares e mioc&aacute;rdicas espec&iacute;ficas    na regi&atilde;o dos stents e tamb&eacute;m em suas adjac&ecirc;ncias t&ecirc;m    causado crescente preocupa&ccedil;&atilde;o. H&aacute; evid&ecirc;ncias de que    essas pr&oacute;teses instaladas na luz dos vasos possam produzir uma s&iacute;ndrome    de resposta inflamat&oacute;ria sist&ecirc;mica &#91;4&#93; e tamb&eacute;m estimular    a libera&ccedil;&atilde;o de fatores de crescimento e citocinas, resultando    em disfun&ccedil;&atilde;o endotelial &#91;5&#93;. Com o intuito de relatar as altera&ccedil;&otilde;es    vasculares e mioc&aacute;rdicas identificadas nesses pacientes, de correlacion&aacute;-las    com as indica&ccedil;&otilde;es da ICP iniciais e de alertar sobre as implica&ccedil;&otilde;es    do manuseio pr&eacute;vio das coron&aacute;rias no resultado cir&uacute;rgico    deste grupo, descreve-se aqui o relato dessa experi&ecirc;ncia recente.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi analisado um grupo de 56 pacientes submetidos &agrave; cirurgia de revasculariza&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica. No momento da cirurgia, todos os pacientes j&aacute; tinham implantado stent coron&aacute;rio. Foram estudados 41 homens e 15 mulheres, com idade m&eacute;dia de 60 &plusmn; 6,25 anos. Vinte (35,7%) pacientes eram diab&eacute;ticos. Tinham sido implantados 116 stents em 101 interven&ccedil;&otilde;es. No momento do primeiro procedimento, 32 (57%) pacientes tinham estenose significativa em tr&ecirc;s ou mais vasos. Foram tamb&eacute;m tratadas com stents les&otilde;es graves no tronco da art&eacute;ria coron&aacute;ria esquerda (TCE) em seis pacientes. Dezoito pacientes realizaram interven&ccedil;&atilde;o por cateter duas vezes; dez doentes, tr&ecirc;s vezes; e dois, quatro vezes. A art&eacute;ria tratada com maior freq&uuml;&ecirc;ncia foi a descendente anterior (39 pacientes). Num mesmo paciente deste grupo de 39, num per&iacute;odo de oito meses, em raz&atilde;o de repetidas reestenoses, foram implantados quatro stents e realizada angioplastia por bal&atilde;o nesta mesma art&eacute;ria e no seu ramo diagonal. Nesse per&iacute;odo, outro stent foi colocado na art&eacute;ria coron&aacute;ria direita.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Desde a coloca&ccedil;&atilde;o    do primeiro stent, 12 pacientes desenvolveram les&otilde;es graves no TCE, detectadas    na angiografia pr&eacute;-operat&oacute;ria (21,4%, p&lt;0,005). Em seis (50%),    esta les&atilde;o ocorreu em at&eacute; seis meses da coloca&ccedil;&atilde;o    do stent. Em 22 (39,2%) pacientes, no momento da cirurgia, havia diminui&ccedil;&atilde;o    significativa da fra&ccedil;&atilde;o de eje&ccedil;&atilde;o do ventr&iacute;culo    esquerdo (FEVE) quando comparada &agrave; do momento da primeira ICP (p&lt;0,001).    Neste subgrupo de pacientes com piora significativa da FEVE (<a href="#fig1">Figura    1</a>), sete (31%) eram diab&eacute;ticos, todos tinham les&otilde;es em tr&ecirc;s    vasos, receberam 44 stents (dois por paciente) e foram operados num per&iacute;odo    m&eacute;dio de 9,5 meses ap&oacute;s a primeira ICP. No grupo geral, 40 (72%)    pacientes foram operados nos primeiros 12 meses ap&oacute;s o implante de stents.    No momento da cirurgia, foram realizados 160 enxertos coronarianos, sendo que    em cinco pacientes os enxertos foram exclusivamente venosos. Seguindo o modelo    idealizado por Gomes et al. &#91;1&#93;, a an&aacute;lise transoperat&oacute;ria incluiu    bi&oacute;psia da parede da art&eacute;ria coron&aacute;ria imediatamente distal    ao stent, do m&uacute;sculo adjacente e, em alguns pacientes, foram tamb&eacute;m    realizadas bi&oacute;psias da pr&oacute;pria endopr&oacute;tese e de m&uacute;sculo    distante do s&iacute;tio do stent para compara&ccedil;&atilde;o histol&oacute;gica.    Dezessete (30%) pacientes operados estavam em pleno uso de antiadesivos plaquet&aacute;rios,    sem a suspens&atilde;o usual para os casos cir&uacute;rgicos por se tratar de    casos com angina inst&aacute;vel. A an&aacute;lise estat&iacute;stica foi realizada    utilizando-se o teste exato de Fisher e o teste <i>"t"</i> de Student. Os pacientes    assinaram Consentimento Informado, no qual foram explicitadas as caracter&iacute;sticas    do estudo.</font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbccv/v20n4/27913f1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>RESULTADOS</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Achados transoperat&oacute;rios    evidenciaram tecidos adjacentes &agrave; &aacute;rea do stent mais endurecidos    e inflamados em rela&ccedil;&atilde;o a outros s&iacute;tios coronarianos. Em    alguns pacientes, esses achados macrosc&oacute;picos eram bem evidentes (<a href="#fig2">Figura    2A</a> e <a href="#fig2b">2B</a>). A microscopia da <a href="#fig3">Figura 3</a>    demonstra hialinose da &iacute;ntima, enquanto a da <a href="#fig4">Figura 4</a>    evidencia a presen&ccedil;a de trombo da luz vascular substitu&iacute;do por    prolifera&ccedil;&atilde;o fibrobl&aacute;stica com recanaliza&ccedil;&atilde;o.    Na <a href="#fig5">Figura 5</a>, &eacute; evidenciado o infiltrado inflamat&oacute;rio    adventicial. A <a href="#fig6">Figura 6</a> mostra o aparecimento de les&atilde;o    grave no TCE sete meses ap&oacute;s o implante de stent no ramo marginal da    circunflexa. Em raz&atilde;o do uso cont&iacute;nuo de antiadesivos plaquet&aacute;rios    em 30% dos pacientes, neste grupo o sangramento p&oacute;s-operat&oacute;rio    foi mais intenso, havendo necessidade de mais transfus&atilde;o sang&uuml;&iacute;nea    e a perman&ecirc;ncia dos drenos pleural e mediastinal foi mais prolongada (<a href="#fig7">Figura    7</a>). N&atilde;o houve mortalidade cir&uacute;rgica no per&iacute;odo hospitalar.</font></p>     <p><a name="fig2"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbccv/v20n4/27913f2.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig2b"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbccv/v20n4/27913f2b.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbccv/v20n4/27913f3.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbccv/v20n4/27913f4.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbccv/v20n4/27913f5.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig6"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbccv/v20n4/27913f6.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig7"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbccv/v20n4/27913f7.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>COMENT&Aacute;RIOS</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os stents coronarianos t&ecirc;m sido amplamente empregados no mundo todo para tratar les&otilde;es coronarianas graves. Recente an&aacute;lise conjunta de seis hospitais norte-americanos demonstra uma utiliza&ccedil;&atilde;o de stents crescente, numa porcentagem de 6,8% ao ano, em contraste com a cirurgia de revasculariza&ccedil;&atilde;o, que vem declinando na taxa de 1,9% ao ano &#91;6&#93;. No grupo dos pacientes tratados para cardiopatia isqu&ecirc;mica, 65,4% o eram por ICP, dos quais, em 83% houve a interven&ccedil;&atilde;o num &uacute;nico vaso. Nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, estes n&uacute;meros n&atilde;o se alteraram significativamente. Portanto, &eacute; compreens&iacute;vel que, em um crescente n&uacute;mero de casos em que a indica&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica se faz necess&aacute;ria, esses pacientes j&aacute; tenham sido inicialmente tratados com endopr&oacute;teses. Relatos de grupos cir&uacute;rgicos sobre esses pacientes incluem a observa&ccedil;&atilde;o de que os tecidos que circundam os stents e a pr&oacute;pria parede arterial coronariana apresentam uma rea&ccedil;&atilde;o tipo inflamat&oacute;ria at&eacute; ent&atilde;o n&atilde;o identificada nos pacientes sem stents. A forma&ccedil;&atilde;o de uma rea&ccedil;&atilde;o tipo granuloma na &aacute;rea do stent &eacute; notada com freq&uuml;&ecirc;ncia. A rea&ccedil;&atilde;o do corpo estranho intracoronariano pode desencadear um processo de evolu&ccedil;&atilde;o para inflama&ccedil;&atilde;o cr&ocirc;nica, com a presen&ccedil;a de macr&oacute;fagos com grande n&uacute;mero de vac&uacute;olos fagoc&iacute;ticos e poucas organelas secretoras &#91;7&#93;. Al&eacute;m disso, a presen&ccedil;a de grande n&uacute;mero de macr&oacute;fagos pr&oacute;ximos &agrave; &aacute;rea de implante pode predizer o aparecimento de nova estenose p&oacute;s-implante de stent &#91;8&#93;. H&aacute; evid&ecirc;ncias de que as les&otilde;es inflamat&oacute;rias causadas pelos stents s&atilde;o mais acentuadas do que as causadas apenas pela dilata&ccedil;&atilde;o por bal&atilde;o. Nos stents h&aacute; intensa rea&ccedil;&atilde;o inflamat&oacute;ria que infiltra a estrutura met&aacute;lica dos stents, composta de linf&oacute;citos, histi&oacute;citos e eusin&oacute;filos &#91;9,10&#93;.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A estratifica&ccedil;&atilde;o do risco de pacientes com doen&ccedil;a isqu&ecirc;mica cr&ocirc;nica do cora&ccedil;&atilde;o envolve usualmente fatores como fun&ccedil;&atilde;o ventricular (FV) e fra&ccedil;&atilde;o de eje&ccedil;&atilde;o (FE) do ventr&iacute;culo esquerdo, preditores acurados de sobrevida em longo prazo dos pacientes com doen&ccedil;a coronariana. Somam-se a esses a extens&atilde;o anat&ocirc;mica e a gravidade do envolvimento ateroscler&oacute;tico das art&eacute;rias coron&aacute;rias, o n&uacute;mero de vasos envolvidos e a evid&ecirc;ncia de recente ruptura de uma placa coronariana. Pode-se prever assim, em curto espa&ccedil;o de tempo, um alto risco de infarto do mioc&aacute;rdio ou, mesmo, a morte &#91;11&#93;. No grupo de pacientes encaminhados &agrave; cirurgia ap&oacute;s ICP, esses fatores est&atilde;o com freq&uuml;&ecirc;ncia presentes em raz&atilde;o do insucesso na utiliza&ccedil;&atilde;o das endopr&oacute;teses. N&atilde;o raro, nota-se que as altera&ccedil;&otilde;es perivasculares e mioc&aacute;rdicas adjacentes aos implantes impedem que os enxertos vasculares sejam implantados em s&iacute;tios pr&oacute;ximos &agrave; estenose mais significativa, pr&aacute;tica comum entre os cirurgi&otilde;es. O m&uacute;ltiplo manuseio de estenoses e reestenoses com dilata&ccedil;&otilde;es por bal&atilde;o, l&acirc;minas rotadoras, novos stents, induzem a acentuadas rea&ccedil;&otilde;es perivasculares e mioc&aacute;rdicas adjacentes, induzindo &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da luz do vaso &agrave; dist&acirc;ncia e exigindo que as anastomoses sejam bem mais distais do que o inicialmente planejado. A libera&ccedil;&atilde;o de citocinas, a prolifera&ccedil;&atilde;o neointimal, o ac&uacute;mulo de l&iacute;pides e a conseq&uuml;ente disfun&ccedil;&atilde;o endotelial, o sinergismo do stent com a placa ateroscler&oacute;tica e a potencializa&ccedil;&atilde;o da rea&ccedil;&atilde;o inflamat&oacute;ria local &#91;5&#93; podem ser mecanismos que expliquem a constata&ccedil;&atilde;o de que, nesta s&eacute;rie em 12 pacientes, houve o surgimento de les&otilde;es graves do TCE que n&atilde;o estavam presentes no momento da primeira ICP. Na metade desses pacientes, essa les&atilde;o grave se formou em menos de seis meses. Apesar de n&atilde;o termos tido &oacute;bito no per&iacute;odo hospitalar, &eacute; preocupante o fato de que, nessa s&eacute;rie, 39,2% dos pacientes operados tinham a FV e a FE diminu&iacute;das de forma significativa no momento da cirurgia, quando comparadas &agrave;quelas no momento da primeira ICP, o que, muito provavelmente, afetar&aacute; os resultados em longo prazo.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar da doen&ccedil;a    isqu&ecirc;mica card&iacute;aca permanecer ainda um grave problema de sa&uacute;de    p&uacute;blica, as op&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas, tanto cl&iacute;nicas    como cir&uacute;rgicas, t&ecirc;m melhorado significativamente nas &uacute;ltimas    d&eacute;cadas. Gr&uuml;ntzig et al. &#91;12&#93;, em 1979, com a utiliza&ccedil;&atilde;o    do cateter-bal&atilde;o, foram pioneiros nesta terapia. V&aacute;rias formas    adicionais de tratamento percut&acirc;neo foram desenvolvidas ao longo dos anos,    como as l&acirc;minas rotadoras, o laser, a fotoabla&ccedil;&atilde;o, os stents.    Apesar de todos os benef&iacute;cios e progressos alcan&ccedil;ados com essa    forma n&atilde;o t&atilde;o invasiva quanto &agrave; cirurgia, muitos pacientes    n&atilde;o t&ecirc;m uma anatomia favor&aacute;vel ao tratamento percut&acirc;neo,    de modo que a reestenose ocorre em 30 a 40% das les&otilde;es tratadas em seis    meses &#91;13,14&#93;. A introdu&ccedil;&atilde;o da tecnologia de stents recobertos    por f&aacute;rmacos busca obter um efeito antiproliferativo e, assim, amenizar    a reestenose &#91;15,16&#93;. Entretanto, a rapamicina (Sirolimus) tem sido considerada    uma agonista das plaquetas, podendo induzir trombose intracoron&aacute;ria &#91;17&#93;,    fato que est&aacute; sendo investigado pelo <i>Food and Drug Administration</i>    - FDA &#91;18&#93;. Virmani et al. &#91;19&#93; relataram um caso de hipersensibilidade localizada    e trombose coronariana tardia secund&aacute;ria ao implante de stent Cypher.    Apesar do estudo BARI &#91;20&#93; ter demonstrado que a redu&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia    da mortalidade dos pacientes diab&eacute;ticos ap&oacute;s 5,4 anos de seguimento    foi maior nos pacientes operados dos que nos tratados por angioplastia (5,8%    contra 20,6%, p=0,0003), 35,7% dos pacientes aqui descritos eram diab&eacute;ticos.    A cirurgia de revasculariza&ccedil;&atilde;o tem, por sua vez, uma hist&oacute;ria    de mais de 30 anos. Por&eacute;m, apesar de muitos progressos t&eacute;cnicos,    como cirurgias menos invasivas e a n&atilde;o-utiliza&ccedil;&atilde;o da circula&ccedil;&atilde;o    extracorp&oacute;rea em casos selecionados, da disponibilidade de serem tratadas    les&otilde;es complexas e extensas, ainda se trata de um procedimento aberto,    bem mais invasivo do que os aplicados pela ICP. Esse &eacute; um fato que tem    favorecido a aceita&ccedil;&atilde;o por parte do paciente de ser submetido    &agrave; ICP em condi&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas desfavor&aacute;veis    e com menor chance de sucesso a m&eacute;dio e longo prazo. Inicialmente, um    dos pontos favor&aacute;veis &agrave; ICP era o menor custo em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; cirurgia. Hoje, com a crescente atua&ccedil;&atilde;o em multivasos    e repetidas interven&ccedil;&otilde;es em face da ocorr&ecirc;ncia de reestenoses,    pelo Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de, o procedimento cir&uacute;rgico convencional    ficou, em regra, menos dispendioso (custo hospitalar SUS de um stent: R$ 4.843;    cirurgia de revasculariza&ccedil;&atilde;o completa: R$ 5.694). Sabe-se hoje    haver consenso de que a efici&ecirc;ncia almejada no tratamento da doen&ccedil;a    isqu&ecirc;mica do cora&ccedil;&atilde;o passar&aacute;, necessariamente, pela    preven&ccedil;&atilde;o, com uma atua&ccedil;&atilde;o direcionada para a g&ecirc;nese    da aterosclerose. At&eacute; que este momento surja, m&eacute;todos como a ICP    e a cirurgia, que se prop&otilde;em a tratar ap&oacute;s a les&atilde;o da placa    ateroscler&oacute;tica ser instalada, t&ecirc;m alcan&ccedil;ado resultados    animadores no sentido de amenizar o risco de eventos coronarianos, morbidade    e morte. Quanto aos stents, &eacute; preocupante a constata&ccedil;&atilde;o    atual de que mesmo nos de segunda gera&ccedil;&atilde;o, os farmacol&oacute;gicos,    j&aacute; no primeiro ano p&oacute;s-implante, 40% das novas ICPs n&atilde;o    s&atilde;o indicadas para tratar reestenose no local do stent, mas o s&atilde;o    em raz&atilde;o da progress&atilde;o da doen&ccedil;a coronariana. Nos anos    subseq&uuml;entes, a progress&atilde;o da aterosclerose tem sido ainda a principal    respons&aacute;vel pelos desfechos cl&iacute;nicos adversos (quatro vezes mais    prov&aacute;vel do que a reestenose no local do stent) &#91;21&#93;. Se essas observa&ccedil;&otilde;es    forem confirmadas num futuro pr&oacute;ximo, os benef&iacute;cios dos stents    com f&aacute;rmacos a longo prazo podem ser substancialmente minimizados (efeito    do corpo estranho, disfun&ccedil;&atilde;o endotelial?). A sele&ccedil;&atilde;o    de pacientes, o melhor m&eacute;todo a ser utilizado em subgrupos com diabetes,    les&otilde;es graves de TCE, multiarteriais com anatomia desfavor&aacute;vel,    o momento de se optar por alguma interven&ccedil;&atilde;o j&aacute; est&atilde;o    bem definidos nas diretrizes dispon&iacute;veis na literatura &#91;11,22&#93;. Op&ccedil;&otilde;es    t&eacute;cnicas, seja pela insist&ecirc;ncia nos m&eacute;todos percut&acirc;neos,    seja pela cirurgia, baseadas em op&ccedil;&otilde;es pessoais ou em raz&atilde;o    do apelo tecnol&oacute;gico dispon&iacute;vel, n&atilde;o t&ecirc;m evid&ecirc;ncias    cient&iacute;ficas at&eacute; ent&atilde;o estabelecidas, podem piorar os resultados    de cada m&eacute;todo como os que conhecemos hoje.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pacientes para    revasculariza&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica, quando previamente tratados    com implante de stents, pertencem a um grupo de maior morbidade inicial e, provavelmente,    maior mortalidade tardia. Acredita-se que com o uso indiscriminado de stents,    especialmente com o pren&uacute;ncio de que sua melhora tecnol&oacute;gica estar&aacute;    solucionando os problemas da oclus&atilde;o precoce e da rea&ccedil;&atilde;o    inflamat&oacute;ria, os resultados cir&uacute;rgicos daqueles pacientes j&aacute;    submetidos &agrave; ICP ser&atilde;o piores. Em raz&atilde;o da disfun&ccedil;&atilde;o    endotelial causada por essas endopr&oacute;teses, enxertos poder&atilde;o ocluir    mais cedo e teme-se que a efici&ecirc;ncia do tratamento cl&iacute;nico associado    n&atilde;o seja a mesma.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Agradecemos ao    Instituto de Patologia de Passo Fundo pelo aux&iacute;lio na avalia&ccedil;&atilde;o    da anatomia patol&oacute;gica e &agrave; professora Dileta Cechetti pelo aux&iacute;lio    estat&iacute;stico.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS    BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Gomes WJ, Gianotti Filho O, Catani R, Paez RP, Hossne Jr. NA, Buffolo E. Altera&ccedil;&otilde;es inflamat&oacute;rias das art&eacute;rias coron&aacute;rias e do mioc&aacute;rdio induzidas por stents coron&aacute;rios. Rev Bras Cir Cardiovasc. 2002;17(4):293-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0102-7638200500040000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Gomes WJ, Buffolo E. Stent coron&aacute;rio e inflama&ccedil;&atilde;o. Rev Bras Cir Cardiovasc. 2003;18(4):III-VII.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0102-7638200500040000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Taniyasu N, Akiyama K, Hirota J, Iba Y. Newly developed left main coronary artery lesion after coronary stenting. J Cardiovasc Surg. 2002;43(1):55-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0102-7638200500040000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Almagor M, Keren A, Banai S. Increased C-reactive protein level after coronary stent implantation in patients with stable coronary artery disease. Am Heart J. 2003;145(2):248-53.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0102-7638200500040000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Libby P, Ridker PM, Maseri A. Inflammation and atherosclerosis. Circulation. 2002;105(9):1135-43.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0102-7638200500040000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Mack MJ, Brown PP, Kugelmass AD, Battaglia SL, Tarkington LG, Simon AW et al. Current status and outcomes of coronary revascularization 1999 to 2002: 148.396 surgical and percutaneous procedures. Ann Thorac Surg. 2004;77(3):761-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0102-7638200500040000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Elias PM, Epstein WL. Ultrastructural observations on experimentally induced foreign-body and organized epithelioid-cell granulomas in man. Am J Pathol. 1968;52(6):1207-23.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0102-7638200500040000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Moreno PR, Bernardi VH, Lopez-Cuellar J, Newell JB, McMellon C, Gold HK et al. Macrophage infiltration predicts restenosis after coronary intervention in patients with unstable angina. Circulation. 1996;94(12):3098-102.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0102-7638200500040000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Karas SP, Gravanis MB, Santoian EC, Robinson KA, Andernerg KA, King SB III. Coronary intimal proliferation after balloon injury and stenting in swine: an animal model of restenosis. J Am Coll Cardiol. 1992;20(2):467-74.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0102-7638200500040000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Farb A, Sangiorgi G, Carter AJ, Walley VM, Edwards WD, Schwartz RS et al. Pathology of acute and chronic coronary stenting in humans. Circulation. 1999;99(1):44-52.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0102-7638200500040000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Gibbons RJ, Abrams J, Chatterjee K, Daley J, Deedwania PC, Douglas JS et al. ACC/AHA 2002 Guideline update for the management of patients with chronic stable angina: a report of the ACC/AHA Task Force on Practice Guidelines (Committee on the management of patients with chronic stable angina). J Am Coll Cardiol. 2003;41(1):159-68.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0102-7638200500040000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Gr&uuml;ntzig AR, Senning A, Siegenthaler WE. Nonoperative dilatation of coronary artery stenosis: percutaneous transluminal coronary angioplasty. N Engl J Med. 1979;301(2):61-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0102-7638200500040000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Topol EJ, Leya F, Pinkerton CA, Whitlow PL, Hofling B, Simonton CA et al. A comparison of directional atherectomy with coronary angioplasty in patients with coronary artery disease. The CAVEAT Study Group. N Engl J Med. 1993;329(4):221-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0102-7638200500040000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Fischman DL, Leon MB, Baim DS, Schatz RA, Savage MP, Penn I et al. A randomized comparison of coronary- stent placement and balloon angioplasty in the treatment of coronary artery disease. Stent Restenosis Study Investigators. N Engl J Med. 1994;331(8):496-501.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0102-7638200500040000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Sousa JE, Costa MA, Abizaid A, Rensing BJ, Abizaid AS, Tanajura LF et al. Sustained suppression of neointimal proliferation by sirolimus-eluting stents: one-year angiographic and intravascular ultrasound follow-up. Circulation. 2001;104(17):2007-11.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0102-7638200500040000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Morice MC,    Serruys PW, Sousa JE, Fajadet J, Ban Hayashi E, Perin M et al. A randomized    comparison of a sirolimus &#150;eluting stent with a standard stent for coronary    revascularization. N Engl J Med. 2002;346(23):1773-80.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0102-7638200500040000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Choi SB. CYPHER coronary stents and risk of thrombosis. CMAJ. 2003;169(3):218.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0102-7638200500040000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. FDA Public    Health Web Notification. Information for physicians on sub-acute thromboses    (SAT) and hypersensitivity reactions with use of the Cordis CYPHERTM coronary    stent. Acessado 29/10//2003. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://fda.gov/cdrh/safety/cypher.html" target="_blank">http://fda.gov/cdrh/safety/cypher.html</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0102-7638200500040000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Virmani R, Guagliumi G, Farb A, Musumeci G, Grieco N, Motta T et al. Localized hypersensitivity and late coronary thrombosis secondary to a sirolimus-eluting stent. Should we be cautious? Circulation. 2004;109(6):701-5.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0102-7638200500040000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Influence of diabetes on 5-year mortality and morbidity in a randomized trial comparing CABG and PTCA in patients with multivessel disease: the Bypass Angioplasty Revascularization Investigation (BARI). Circulation. 1997;96(6):1761-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0102-7638200500040000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Cutlip DE, Chhabra AG, Baim DS, Chauhan MS, Marulkar S, Massaro J et al. Beyoud restenosis: five-year clinical outcomes from second-generation coronary stent trials. Circulation. 2004;110(10):1226-30.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0102-7638200500040000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Guimar&atilde;es    JI, Sousa JE, Ribeiro E, Mattos LA, Sousa AGRM, Nunes GL et al. Diretriz de    indica&ccedil;&otilde;es e utiliza&ccedil;&otilde;es de interven&ccedil;&otilde;es    percut&acirc;neas e stent intracoronariano na pr&aacute;tica cl&iacute;nica.    Arq Bras Cardiol. 2003;80(supl. I):1-14.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0102-7638200500040000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back10"></a><a href="#top10"><img src="/img/revistas/rbccv/v20n4/seta.gif" border="0"></a>    <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:    <br>   </b>Luis S&eacute;rgio de Moura Fragomeni    <br>   Rua Teixeira Soares, 777 sala 702    <br>   CEP 99010-080- Passo Fundo, RS    <br>   Tel 54 3116762 fax 54 3111423    <br>   E-mail: <a href="mailto:fragomeni@annex.com.br">fragomeni@annex.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Artigo recebido    em agosto de 2005    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Artigo aprovado    em outubro de 2005</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Trabalho realizado    no Hospital S&atilde;o Vicente de Paulo, Universidade de Passo Fundo, Passo    Fundo, RS.</font></p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[WJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gianotti Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[O]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Catani]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paez]]></surname>
<given-names><![CDATA[RP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hossne Jr.]]></surname>
<given-names><![CDATA[NA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Buffolo]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Alterações inflamatórias das artérias coronárias e do miocárdio induzidas por stents coronários]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Cir Cardiovasc.]]></source>
<year>2002</year>
<volume>17</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>293-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[WJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Buffolo]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Stent coronário e inflamação]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Cir Cardiovasc.]]></source>
<year>2003</year>
<volume>18</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>III-VII</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Taniyasu]]></surname>
<given-names><![CDATA[N]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Akiyama]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hirota]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Iba]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Newly developed left main coronary artery lesion after coronary stenting]]></article-title>
<source><![CDATA[J Cardiovasc Surg.]]></source>
<year>2002</year>
<volume>43</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>55-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Almagor]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Keren]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Banai]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Increased C-reactive protein level after coronary stent implantation in patients with stable coronary artery disease]]></article-title>
<source><![CDATA[Am Heart J.]]></source>
<year>2003</year>
<volume>145</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>248-53</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Libby]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ridker]]></surname>
<given-names><![CDATA[PM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Maseri]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Inflammation and atherosclerosis]]></article-title>
<source><![CDATA[Circulation]]></source>
<year>2002</year>
<volume>105</volume>
<numero>9</numero>
<issue>9</issue>
<page-range>1135-43</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mack]]></surname>
<given-names><![CDATA[MJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brown]]></surname>
<given-names><![CDATA[PP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kugelmass]]></surname>
<given-names><![CDATA[AD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Battaglia]]></surname>
<given-names><![CDATA[SL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tarkington]]></surname>
<given-names><![CDATA[LG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Simon]]></surname>
<given-names><![CDATA[AW]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Current status and outcomes of coronary revascularization 1999 to 2002: 148.396 surgical and percutaneous procedures]]></article-title>
<source><![CDATA[Ann Thorac Surg.]]></source>
<year>2004</year>
<volume>77</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>761-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Elias]]></surname>
<given-names><![CDATA[PM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Epstein]]></surname>
<given-names><![CDATA[WL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Ultrastructural observations on experimentally induced foreign-body and organized epithelioid-cell granulomas in man]]></article-title>
<source><![CDATA[Am J Pathol.]]></source>
<year>1968</year>
<volume>52</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1207-23</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moreno]]></surname>
<given-names><![CDATA[PR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bernardi]]></surname>
<given-names><![CDATA[VH]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lopez-Cuellar]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Newell]]></surname>
<given-names><![CDATA[JB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McMellon]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gold]]></surname>
<given-names><![CDATA[HK]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Macrophage infiltration predicts restenosis after coronary intervention in patients with unstable angina]]></article-title>
<source><![CDATA[Circulation]]></source>
<year>1996</year>
<volume>94</volume>
<numero>12</numero>
<issue>12</issue>
<page-range>3098-102</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Karas]]></surname>
<given-names><![CDATA[SP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gravanis]]></surname>
<given-names><![CDATA[MB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santoian]]></surname>
<given-names><![CDATA[EC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Robinson]]></surname>
<given-names><![CDATA[KA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Andernerg]]></surname>
<given-names><![CDATA[KA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[King]]></surname>
<given-names><![CDATA[SB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[III. Coronary intimal proliferation after balloon injury and stenting in swine: an animal model of restenosis]]></article-title>
<source><![CDATA[J Am Coll Cardiol.]]></source>
<year>1992</year>
<volume>20</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>467-74</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Farb]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sangiorgi]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carter]]></surname>
<given-names><![CDATA[AJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Walley]]></surname>
<given-names><![CDATA[VM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Edwards]]></surname>
<given-names><![CDATA[WD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schwartz]]></surname>
<given-names><![CDATA[RS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Pathology of acute and chronic coronary stenting in humans]]></article-title>
<source><![CDATA[Circulation]]></source>
<year>1999</year>
<volume>99</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>44-52</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gibbons]]></surname>
<given-names><![CDATA[RJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Abrams]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chatterjee]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Daley]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Deedwania]]></surname>
<given-names><![CDATA[PC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Douglas]]></surname>
<given-names><![CDATA[JS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[ACC/AHA 2002 Guideline update for the management of patients with chronic stable angina: a report of the ACC/AHA Task Force on Practice Guidelines (Committee on the management of patients with chronic stable angina)]]></article-title>
<source><![CDATA[J Am Coll Cardiol.]]></source>
<year>2003</year>
<volume>41</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>159-68</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Grüntzig]]></surname>
<given-names><![CDATA[AR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Senning]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Siegenthaler]]></surname>
<given-names><![CDATA[WE]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Nonoperative dilatation of coronary artery stenosis: percutaneous transluminal coronary angioplasty]]></article-title>
<source><![CDATA[N Engl J Med.]]></source>
<year>1979</year>
<volume>301</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>61-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<label>13</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Topol]]></surname>
<given-names><![CDATA[EJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leya]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinkerton]]></surname>
<given-names><![CDATA[CA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Whitlow]]></surname>
<given-names><![CDATA[PL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hofling]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Simonton]]></surname>
<given-names><![CDATA[CA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A comparison of directional atherectomy with coronary angioplasty in patients with coronary artery disease: The CAVEAT Study Group]]></article-title>
<source><![CDATA[N Engl J Med.]]></source>
<year>1993</year>
<volume>329</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>221-7</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<label>14</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fischman]]></surname>
<given-names><![CDATA[DL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leon]]></surname>
<given-names><![CDATA[MB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Baim]]></surname>
<given-names><![CDATA[DS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schatz]]></surname>
<given-names><![CDATA[RA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Savage]]></surname>
<given-names><![CDATA[MP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Penn]]></surname>
<given-names><![CDATA[I]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A randomized comparison of coronary- stent placement and balloon angioplasty in the treatment of coronary artery disease: Stent Restenosis Study Investigators]]></article-title>
<source><![CDATA[N Engl J Med.]]></source>
<year>1994</year>
<volume>331</volume>
<numero>8</numero>
<issue>8</issue>
<page-range>496-501</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<label>15</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[JE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[MA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Abizaid]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rensing]]></surname>
<given-names><![CDATA[BJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Abizaid]]></surname>
<given-names><![CDATA[AS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tanajura]]></surname>
<given-names><![CDATA[LF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sustained suppression of neointimal proliferation by sirolimus-eluting stents: one-year angiographic and intravascular ultrasound follow-up]]></article-title>
<source><![CDATA[Circulation]]></source>
<year>2001</year>
<volume>104</volume>
<numero>17</numero>
<issue>17</issue>
<page-range>2007-11</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<label>16</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Morice]]></surname>
<given-names><![CDATA[MC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Serruys]]></surname>
<given-names><![CDATA[PW]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[JE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fajadet]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ban Hayashi]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Perin]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A randomized comparison of a sirolimus: eluting stent with a standard stent for coronary revascularization]]></article-title>
<source><![CDATA[N Engl J Med.]]></source>
<year>2002</year>
<volume>346</volume>
<numero>23</numero>
<issue>23</issue>
<page-range>1773-80</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<label>17</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Choi]]></surname>
<given-names><![CDATA[SB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[CYPHER coronary stents and risk of thrombosis]]></article-title>
<source><![CDATA[CMAJ.]]></source>
<year>2003</year>
<volume>169</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<label>18</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>FDA Public Health Web Notification</collab>
<source><![CDATA[Information for physicians on sub-acute thromboses (SAT) and hypersensitivity reactions with use of the Cordis CYPHERTM coronary stent]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<label>19</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Virmani]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Guagliumi]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Farb]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Musumeci]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Grieco]]></surname>
<given-names><![CDATA[N]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Motta]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Localized hypersensitivity and late coronary thrombosis secondary to a sirolimus-eluting stent: Should we be cautious?]]></article-title>
<source><![CDATA[Circulation]]></source>
<year>2004</year>
<volume>109</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>701-5</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<label>20</label><nlm-citation citation-type="journal">
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Influence of diabetes on 5-year mortality and morbidity in a randomized trial comparing CABG and PTCA in patients with multivessel disease: the Bypass Angioplasty Revascularization Investigation (BARI)]]></article-title>
<source><![CDATA[Circulation]]></source>
<year>1997</year>
<volume>96</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1761-9</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<label>21</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cutlip]]></surname>
<given-names><![CDATA[DE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chhabra]]></surname>
<given-names><![CDATA[AG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Baim]]></surname>
<given-names><![CDATA[DS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chauhan]]></surname>
<given-names><![CDATA[MS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marulkar]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Massaro]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Beyoud restenosis: five-year clinical outcomes from second-generation coronary stent trials]]></article-title>
<source><![CDATA[Circulation]]></source>
<year>2004</year>
<volume>110</volume>
<numero>10</numero>
<issue>10</issue>
<page-range>1226-30</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<label>22</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Guimarães]]></surname>
<given-names><![CDATA[JI]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[JE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ribeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mattos]]></surname>
<given-names><![CDATA[LA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[AGRM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nunes]]></surname>
<given-names><![CDATA[GL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Diretriz de indicações e utilizações de intervenções percutâneas e stent intracoronariano na prática clínica]]></article-title>
<source><![CDATA[Arq Bras Cardiol.]]></source>
<year>2003</year>
<volume>80</volume>
<numero>^sI</numero>
<issue>^sI</issue>
<supplement>I</supplement>
<page-range>1-14</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
