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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aspectos da função pulmonar após revascularização do miocárdio relacionados com risco pré-operatório]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: To compare the dynamic and static compliance, airway resistance values (Cdyn, Cst and Raw) and to gas exchange index (PaO2/FiO2) postoperative to Coronary Artery Bypass Surgery Graft (CABG) with normality parameters, and to compare the values of these variables between groups with and without preoperative risk factors. METHOD: Questioning the patients about previous pulmonary diseases, respiratory symptomology, smoking, and comorbidities. After CABG measures were taken for Cdyn, Cst, Raw and the PaO2/FiO2. Variables were compared with normality and related to pre- and postoperative variables by the Mann-Whitney non-parametric Test and the Test for one proportion (p<0.05). RESULT: Seventy patients were evaluated (61% men) aged between 26 and 77 years. With regard to normality, diminution of Cdyn and Cst was presented in 64 and 66 patients, respectively, and increase of Raw in 24. Approximately 50% presented reduction in PaO2/FiO2. There was no significant difference in postoperative variables about previous pulmonary diseases, respiratory symptomology and smoking. In patients with comorbidities was PaO2/FiO2 significantly less and, in men, Cdyn and Cst were greater than in women. CONCLUSION: Pulmonary compliance is diminished in more than 90% of patients that undergo CABG; and the airway resistance is increased in one third of them. The gas exchange index is reduced in half of them. The present previous pulmonary diseases, respiratory symtomology and smoking did not influence mechanical variables, but the gas exchange index is influence by the presence of comorbidities.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Mecânica respiratória]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Cirurgia torácica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Respiração artificial]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Revascularização miocárdica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Complicações pós-operatórias]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Respiratory mechanics]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Thoracic surgery]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Postoperative complications]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Myocardial revascularization]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGO    ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="top10"></a>Aspectos    da fun&ccedil;&atilde;o pulmonar ap&oacute;s revasculariza&ccedil;&atilde;o    do mioc&aacute;rdio relacionados com risco pr&eacute;-operat&oacute;rio</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Alexandre Ricardo    Pepe Ambrozin<sup>I</sup>; Ant&ocirc;nio Jos&eacute; Maria Cataneo<sup>II</sup></b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Aluno    regular do Curso de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Bases Gerais da Cirurgia    - UNESP    <br>   <sup>II</sup>Professor    Adjunto do Departamento de Cirurgia e Ortopedia - UNESP</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back10">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>   <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJETIVOS: </b>Comparar    os valores das complac&ecirc;ncias din&acirc;mica e est&aacute;tica, da resist&ecirc;ncia    de vias a&eacute;reas (Cdin, Cest e Raw) e do &iacute;ndice de troca gasosa    (PaO<sub>2</sub>/FiO<sub>2</sub>), no p&oacute;s-operat&oacute;rio de cirurgia    de revasculariza&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica (RM) com os par&acirc;metros    de normalidade e comparar os valores destas vari&aacute;veis entre grupos com    e sem fatores de risco no pr&eacute;-operat&oacute;rio.    <br>   <b>M&Eacute;TODO:    </b>Questionamento aos doentes a respeito de antecedentes pulmonares, sintomas    respirat&oacute;rios, tabagismo e comorbidades. Ap&oacute;s cirurgia de RM,    foram feitas as medidas de Cdin, Cest, Raw e do PaO<sub>2</sub>/FiO<sub>2</sub>.    As vari&aacute;veis foram comparadas com a normalidade e relacionadas &agrave;s    vari&aacute;veis pr&eacute; e p&oacute;s-operat&oacute;rias pelo <i>Teste n&atilde;o-param&eacute;trico    de Mann-Whitney</i> e pelo <i>Teste para uma propor&ccedil;&atilde;o</i> (p&lt;0,05).    <br>   <b>RESULTADO:    </b>Foram avaliados 70 doentes (61% homens), com idade entre 26 e 77 anos. Em    rela&ccedil;&atilde;o &agrave; normalidade, apresentaram diminui&ccedil;&atilde;o    da Cdin e da Cest, 64 e 66 pacientes, respectivamente, e 24 apresentaram aumento    da Raw. Aproximadamente 50% apresentaram redu&ccedil;&atilde;o do PaO<sub>2</sub>/FiO<sub>2</sub>.    N&atilde;o houve diferen&ccedil;a significante das vari&aacute;veis p&oacute;s-operat&oacute;rias    com respeito aos antecedentes pulmonares, sintomas respirat&oacute;rios e tabagismo.    Nos pacientes com comorbidades, o PaO<sub>2</sub>/FiO<sub>2</sub> foi significativamente    menor e, nos homens, a Cdin e a Cest foram maiores que nas mulheres.    <br>   <b> CONCLUS&Atilde;O:</b> As complac&ecirc;ncias pulmonares est&atilde;o diminu&iacute;das    na maioria dos pacientes, e a resist&ecirc;ncia das vias a&eacute;reas est&aacute;    aumentada em um ter&ccedil;o deles. O &iacute;ndice de troca gasosa encontra-se    diminu&iacute;do em metade deles. A presen&ccedil;a de antecedentes pulmonares,    sintomas respirat&oacute;rios e tabagismo n&atilde;o influencia as vari&aacute;veis    mec&acirc;nicas, mas o &iacute;ndice de troca gasosa &eacute; influenciado pela    presen&ccedil;a de comorbidades.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Descritores:    </b>Mec&acirc;nica respirat&oacute;ria. Cirurgia tor&aacute;cica. Respira&ccedil;&atilde;o    artificial. Revasculariza&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica. Complica&ccedil;&otilde;es    p&oacute;s-operat&oacute;rias.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Diversos fatores podem influenciar a mec&acirc;nica respirat&oacute;ria e as trocas gasosas nas cirurgias card&iacute;acas, podendo aumentar o risco de complica&ccedil;&atilde;o pulmonar no p&oacute;s-operat&oacute;rio (CPP). A mec&acirc;nica respirat&oacute;ria &eacute; avaliada nos doentes em ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica pelas medidas das complac&ecirc;ncias (din&acirc;mica e est&aacute;tica) e da resist&ecirc;ncia pulmonar, e as trocas gasosas, pelo &iacute;ndice de troca gasosa. As complica&ccedil;&otilde;es pulmonares est&atilde;o tamb&eacute;m relacionadas a fatores de risco presentes no pr&eacute;-operat&oacute;rio. Os principais fatores de risco estudados no pr&eacute;-operat&oacute;rio s&atilde;o a idade avan&ccedil;ada, doen&ccedil;as pulmonares pr&eacute;vias, tabagismo, mal estado nutricional, fun&ccedil;&atilde;o pulmonar alterada e comorbidades associadas, fatores que levam a altera&ccedil;&otilde;es na integridade do sistema respirat&oacute;rio, podendo comprometer a mec&acirc;nica respirat&oacute;ria e as trocas a&eacute;reas &#91;1&#93;.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os fatores de risco pr&eacute;-operat&oacute;rios, quando associados &agrave;s agress&otilde;es cir&uacute;rgicas, poder&atilde;o alterar a mec&acirc;nica respirat&oacute;ria e o &iacute;ndice de troca gasosa no p&oacute;s-operat&oacute;rio imediato, cujos valores poderiam ser &uacute;teis para detectar prov&aacute;veis CPPs. As CPPs s&atilde;o respons&aacute;veis por 40% dos &oacute;bitos em pacientes com idade superior a 70 anos, atribu&iacute;dos &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es na fun&ccedil;&atilde;o respirat&oacute;ria, tais como, a perda da complac&ecirc;ncia pulmonar, aumento da resist&ecirc;ncia e diminui&ccedil;&atilde;o das trocas gasosas, decorrentes do envelhecimento &#91;2&#93;. Enquanto &eacute; poss&iacute;vel aguardar a resolu&ccedil;&atilde;o das doen&ccedil;as respirat&oacute;rias agudas nas cirurgias eletivas, elas precisam ser realizadas em doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas. As doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas do sistema respirat&oacute;rio elevam as complica&ccedil;&otilde;es pulmonares e, quando associadas &agrave; sintomatologia respirat&oacute;ria, elevam o risco para CPP &#91;3&#93;. O tabagismo aumenta o risco de CPP, dependendo da carga-tab&aacute;gica. O cigarro tem efeitos nocivos que s&atilde;o respons&aacute;veis por CPP; portanto, abstin&ecirc;ncia de 8 semanas &eacute; fundamental na redu&ccedil;&atilde;o destes efeitos &#91;4,5&#93;. A desnutri&ccedil;&atilde;o e a obesidade s&atilde;o consideradas fatores de risco. A primeira leva &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o da resposta &agrave; hip&oacute;xia, da massa muscular e da defesa pulmonar por defici&ecirc;ncia prot&eacute;ico-cal&oacute;rica &#91;3,6&#93;; a segunda torna mais comum a ocorr&ecirc;ncia de atelectasias nas bases pulmonares, respons&aacute;veis por diminui&ccedil;&atilde;o das complac&ecirc;ncias pulmonares. A resist&ecirc;ncia do t&oacute;rax, por aumento de tecido adiposo nesta regi&atilde;o, pode levar ao aumento da resist&ecirc;ncia a&eacute;rea &#91;3,6&#93;. As comorbidades, como a hipertens&atilde;o arterial e o <i>diabetes mellitus,</i> est&atilde;o relacionadas com maior risco de CPP, sendo fundamental que estas doen&ccedil;as estejam sob controle no paciente cir&uacute;rgico.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A ocorr&ecirc;ncia de CPP pode tamb&eacute;m estar ligada a fatores anest&eacute;sicos, como o tipo e o tempo de anestesia e droga &#91;1,7&#93;, como tamb&eacute;m a fatores cir&uacute;rgicos, relacionados ao local da incis&atilde;o, tipo de cirurgia e ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica intra-operat&oacute;ria &#91;1,7,8&#93;. Em cirurgias card&iacute;acas pode haver necessidade de utiliza&ccedil;&atilde;o de circula&ccedil;&atilde;o extracorp&oacute;rea (CEC), que &eacute; respons&aacute;vel pelo desenvolvimento de respostas inflamat&oacute;rias sist&ecirc;micas e pulmonares, esta &uacute;ltima levando a disfun&ccedil;&otilde;es na mec&acirc;nica respirat&oacute;ria &#91;9&#93;. No p&oacute;s-operat&oacute;rio, os pacientes submetidos &agrave; cirurgia card&iacute;aca necessitam de ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica, na qual as propriedades mec&acirc;nicas e o &iacute;ndice de troca gasosa podem ser avaliados e utilizados como crit&eacute;rios de extuba&ccedil;&atilde;o. Sabe-se que pacientes que apresentam fatores de risco no pr&eacute;-operat&oacute;rio apresentam maiores complica&ccedil;&otilde;es no p&oacute;s-operat&oacute;rio, e que as complica&ccedil;&otilde;es no p&oacute;s-operat&oacute;rio podem ser conseq&uuml;entes &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es da mec&acirc;nica respirat&oacute;ria e das trocas gasosas.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O objetivo deste    estudo &eacute; comparar os valores obtidos das vari&aacute;veis de mec&acirc;nica    respirat&oacute;ria e do &iacute;ndice de troca gasosa no p&oacute;s-operat&oacute;rio    de cirurgia card&iacute;aca que utilizou CEC com os par&acirc;metros de normalidade    encontrados na literatura. Al&eacute;m disso, comparar os grupos considerados    de maior e menor risco no pr&eacute;-operat&oacute;rio, com respeito &agrave;s    vari&aacute;veis de mec&acirc;nica respirat&oacute;ria e do &iacute;ndice de    troca gasosa.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A pesquisa foi    aprovada pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da UNESP de Botucatu    (nº 137/2003 CEP). Foram estudados doentes candidatos &agrave; cirurgia    de revasculariza&ccedil;&atilde;o do mioc&aacute;rdio (RM), internados no Hospital    de Base de Bauru, por uma das equipes de cirurgia card&iacute;aca, no per&iacute;odo    entre agosto de 2003 e junho de 2004, de modo consecutivo. Os pacientes foram    estudados no pr&eacute;-operat&oacute;rio e no p&oacute;s-operat&oacute;rio    imediato. A avalia&ccedil;&atilde;o do pr&eacute;-operat&oacute;rio foi realizada    com aux&iacute;lio de question&aacute;rio espec&iacute;fico, por meio de entrevista,    sempre pelo mesmo entrevistador. Os itens do question&aacute;rio abordaram fatores    de risco para CPP. A hist&oacute;ria pulmonar inclu&iacute;a antecedentes de    doen&ccedil;as pulmonares, sintomatologia respirat&oacute;ria e consumo tab&aacute;gico.    Antecedentes respirat&oacute;rios &#150; presen&ccedil;a de doen&ccedil;as pulmonares    cr&ocirc;nicas ou agudas &#150; foram considerados. Na sintomatologia respirat&oacute;ria,    foram pesquisados: presen&ccedil;a de tosse, expectora&ccedil;&atilde;o, dispn&eacute;ia    e broncoespasmo. A presen&ccedil;a de pelo menos um sintoma era suficiente para    considerar o doente sintom&aacute;tico. O consumo tab&aacute;gico foi classificado    a partir da carga-tab&aacute;gica e os pacientes divididos em fumantes-atuais,    ex-fumantes e n&atilde;o-fumantes &#91;1&#93;. O estado nutricional foi avaliado por    meio do &Iacute;ndice de Massa Corporal (IMC). O peso (kg) foi verificado em    balan&ccedil;a digital (FILIZOLA&Ograve;); a altura foi obtida com aux&iacute;lio    de antrop&ocirc;metro (cm), que estava junto &agrave; balan&ccedil;a. Consideramos    eutr&oacute;ficos os pacientes com IMC entre 21 e 25 kg/cm<sup>2</sup> e, distr&oacute;ficos,    aqueles com IMC menor que 21 ou maior que 25 kg/cm<sup>2</sup> &#91;1&#93;. A presen&ccedil;a    de comorbidades tamb&eacute;m foi questionada. Foram crit&eacute;rios de exclus&atilde;o:    procedimento cir&uacute;rgico sem CEC, acesso cir&uacute;rgico que n&atilde;o    fosse esternotomia mediana, dura&ccedil;&atilde;o anest&eacute;sica total menor    que 210 minutos, dec&uacute;bito durante o procedimento diferente do dorsal,    respira&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea no p&oacute;s-operat&oacute;rio imediato    e as cirurgias de urg&ecirc;ncia. Estas informa&ccedil;&otilde;es foram anotadas    no question&aacute;rio de coleta de dados por observa&ccedil;&atilde;o do prontu&aacute;rio    m&eacute;dico e, caso necess&aacute;rio, questionadas junto &agrave; equipe    cir&uacute;rgica.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os pacientes que preencheram os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o no estudo foram recebidos em ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica (<i>Inter5</i>&reg; <i>- Modelo I, fabricante Intermed</i>), modalidade controlada, ciclada a volume, com volume corrente (VC) de 8 ml/kg do peso ideal (previamente calculado com IMC ideal para homens de 23 e mulher de 22 kg/m<sup>2</sup>), com fluxo inspirat&oacute;rio de 0,83 l/s, freq&uuml;&ecirc;ncia respirat&oacute;ria de 16 ciclos/min (mantendo rela&ccedil;&atilde;o inspira&ccedil;&atilde;o:expira&ccedil;&atilde;o maior que 1:2), PEEP de zero e, posteriormente, de 5 cmH<sub>2</sub>O, fra&ccedil;&atilde;o inspirada de oxig&ecirc;nio de 100%. Foram mantidos sedados com Midazolan e Citrato de Fentanila. Ap&oacute;s, no m&iacute;nimo, 15 minutos de ventila&ccedil;&atilde;o, os valores de pico de press&atilde;o (PP) e press&atilde;o de plat&ocirc; (Ppl) foram medidos, a Ppl foi obtida ap&oacute;s pausa p&oacute;s-inspirat&oacute;ria, por oclus&atilde;o do ramo expirat&oacute;rio, e o PP foi considerado o ponto m&aacute;ximo registrado no man&ocirc;metro digital. Tamb&eacute;m, ap&oacute;s 15 minutos, foi coletado sangue da art&eacute;ria radial direita para realiza&ccedil;&atilde;o de hemogasometria (Hemogas&ocirc;metro Rapid Lab 860&reg;).</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram calculados    a Cdin (VC/PP-5), Cest (VC/Ppl-5), Raw (PP-Ppl/0,83) e o &iacute;ndice de troca    gasosa (PaO<sub>2</sub>/FiO<sub>2</sub>). Os doentes foram divididos em grupos    com base nas vari&aacute;veis pr&eacute;-operat&oacute;rias qualitativas, segundo    sexo, idade (maior e menor que 70 anos), IMC (distr&oacute;ficos e eutr&oacute;ficos),    antecedentes de doen&ccedil;as pulmonares, sintomas respirat&oacute;rios e comorbidades    (aus&ecirc;ncia e presen&ccedil;a) e classifica&ccedil;&atilde;o tab&aacute;gica    (n&atilde;o-fumante, ex-fumante e fumante atual). Estes grupos foram, ent&atilde;o,    comparados em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s vari&aacute;veis p&oacute;s-operat&oacute;rias    (Cdin, Cest, Raw, PaO<sub>2</sub>/FiO<sub>2</sub>). As vari&aacute;veis qualitativas    foram correlacionadas pelo <i>Teste n&atilde;o-param&eacute;trico de Mann-Whitney</i>,    sendo que as vari&aacute;veis Cdin, Cest e PaO<sub>2</sub>/FiO<sub>2</sub> foram    apresentadas pela m&eacute;dia e desvio-padr&atilde;o, e a Raw apresentada pela    mediana e intervalo interquart&iacute;lico<i>.</i> Finalmente, as vari&aacute;veis    p&oacute;s-operat&oacute;rias foram comparadas com par&acirc;metros considerados    normais pelo <i>Teste para uma propor&ccedil;&atilde;o</i>. Os testes foram    considerados significativos quando p&lt;0,05.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>RESULTADOS</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram avaliados    70 doentes com idade variando de 26 a 77 anos, sendo 60 (85,7%) com menos de    70 anos, predominando o sexo masculino (61%). A m&eacute;dia de peso, altura    e IMC foram, respectivamente, 68,55&plusmn;14,46kg, 1,64&plusmn;0,09m e 25,31&plusmn;4,63    kg/m<sup>2</sup>, sendo 43% eutr&oacute;ficos e 57% distr&oacute;ficos. Relataram    antecedente de doen&ccedil;a pulmonar 18 (26%) doentes, eram portadores de sintomas    respirat&oacute;rios 45 (64%) e referiam comorbidades 53 (76%). Trinta e tr&ecirc;s    (47,1%) doentes eram n&atilde;o-fumantes, 20 (28,6%) ex-fumantes e 17 (24,3%)    fumantes-atuais. Os pacientes foram recebidos em unidade de terapia intensiva    em ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica com m&eacute;dia de VC de 491,93&plusmn;62,24    ml, gerando PP e Ppl de 20,47&plusmn;3,45 cmH<sub>2</sub>O e 15,13&plusmn;2,42    cmH<sub>2</sub>O, respectivamente. As medidas de Cdin, Cest e Raw foram, respectivamente,    33,55&plusmn;9,48 ml/cmH<sub>2</sub>O, 53,44&plusmn;25,01 ml/cmH<sub>2</sub>O    e 6,41&plusmn;2,86 cmH<sub>2</sub>O/l/s. A m&eacute;dia do &iacute;ndice de    troca gasosa foi de 201,27&plusmn;67,52 mmHg. Comparando as vari&aacute;veis    obtidas no POi com os valores considerados normais &#91;10,11&#93;, constatou-se que    as m&eacute;dias dos valores de Cdin e Cest estavam abaixo do normal, enquanto    que a mediana da Raw encontrava-se dentro dos limites de normalidade. Quanto    ao &iacute;ndice de troca gasosa, apesar da m&eacute;dia estar dentro da normalidade,    47,14% dos pacientes apresentaram estes valores reduzidos (<a href="#tab1">Tabela    1</a>).</font></p>     <p><a name="tab1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbccv/v20n4/27918t1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados das    vari&aacute;veis p&oacute;s-operat&oacute;rias segundo os fatores de risco s&atilde;o    apresentados na <a href="#tab2">Tabela 2</a>. N&atilde;o houve diferen&ccedil;a    significante entre os grupos com e sem antecedentes de doen&ccedil;as pulmonares,    com e sem sintomas respirat&oacute;rios e nem entre n&atilde;o-fumantes, ex-fumantes    e fumantes atuais. Somente os grupos com e sem comorbidades apresentaram diferen&ccedil;a    no &iacute;ndice PaO<sub>2</sub>/FiO<sub>2</sub>, sendo que os pacientes que    referiam comorbidades apresentaram este significativamente menor que aqueles    que n&atilde;o referiam.</font></p>     <p><a name="tab2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbccv/v20n4/27918t2.gif"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As complac&ecirc;ncias,    din&acirc;mica e est&aacute;tica, foram significativamente maiores nos homens,    e n&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa entre os sexos nas outras    vari&aacute;veis p&oacute;s-operat&oacute;rias. Tamb&eacute;m n&atilde;o houve    diferen&ccedil;a significativa entre os pacientes com idade maior ou menor de    70 anos, nem entre eutr&oacute;ficos e distr&oacute;ficos (<a href="#tab3">Tabela    3</a>).</font></p>     <p><a name="tab3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbccv/v20n4/27918t3.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>COMENT&Aacute;RIOS</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As complac&ecirc;ncias apresentaram-se diminu&iacute;das na maioria dos pacientes. Tais altera&ccedil;&otilde;es podem ser atribu&iacute;das principalmente aos procedimentos intra-operat&oacute;rios e, dentre eles, a ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica que utiliza baixos volumes pulmonares e baixos n&iacute;veis de PEEP, contribuindo assim para diminui&ccedil;&atilde;o da Cest. A esternotomia altera principalmente a complac&ecirc;ncia da caixa tor&aacute;cica, a qual diminui mais de 80% de sua mobilidade at&eacute; 7 dias ap&oacute;s esternotomia. Isto leva &agrave; atelectasia, diminuindo a Cdin &#91;8&#93;. A CEC pode ser respons&aacute;vel pela altera&ccedil;&atilde;o da Cest. A complac&ecirc;ncia pulmonar diminui ap&oacute;s a CEC por ac&uacute;mulo de l&iacute;quido no interst&iacute;cio pulmonar e pela resposta inflamat&oacute;ria &#91;9,12&#93;. Auler J&uacute;nior et al. &#91;13&#93; e Nozawa et al. &#91;14&#93; tamb&eacute;m encontraram diminui&ccedil;&atilde;o da Cest no p&oacute;s-operat&oacute;rio imediato. Polese et al. &#91;15&#93;, estudando a resist&ecirc;ncia de vias a&eacute;reas e a elast&acirc;ncia, que &eacute; o inverso da complac&ecirc;ncia, encontraram tamb&eacute;m uma redu&ccedil;&atilde;o das complac&ecirc;ncias e aumento da resist&ecirc;ncia de vias a&eacute;reas ap&oacute;s a cirurgia card&iacute;aca com CEC. Sabe-se que pacientes submetidos &agrave; cirurgia de RM apresentam diminui&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice de troca gasosa em rela&ccedil;&atilde;o aos valores pr&eacute;-operat&oacute;rios &#91;16&#93;. Pacientes ap&oacute;s cirurgia card&iacute;aca se beneficiam do recrutamento alveolar com utiliza&ccedil;&atilde;o da PEEP, melhorando o &iacute;ndice de troca gasosa &#91;13&#93;. Quase metade dos doentes necessita de terap&ecirc;utica adequada para revers&atilde;o da hipoxemia, tais como, recrutamento alveolar, eleva&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de PEEP ou oxigenioterapia.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os pacientes portadores de doen&ccedil;a pulmonar apresentaram complac&ecirc;ncias diminu&iacute;das em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; normalidade, mas n&atilde;o diferiram significativamente dos pacientes sem doen&ccedil;a. Isto nos leva a crer que os fatores intra-operat&oacute;rios foram os principais respons&aacute;veis por alterar a mec&acirc;nica respirat&oacute;ria no p&oacute;s-operat&oacute;rio imediato. A ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica no intra-operat&oacute;rio com baixos volumes correntes e baixos n&iacute;veis de PEEP, em pacientes obstrutivos, evita processos de hiperinsufla&ccedil;&atilde;o e auto-PEEP; mas, por outro lado, favorece a forma&ccedil;&atilde;o de atelectasias e dist&uacute;rbios da ventila&ccedil;&atilde;o-perfus&atilde;o &#91;17&#93;. Este fato explicaria a redu&ccedil;&atilde;o das complac&ecirc;ncias nos dois grupos. A CEC pode causar disfun&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias, sendo comum as atelectasias &#91;16&#93;, fato potencializado pela manipula&ccedil;&atilde;o do t&oacute;rax e pelo dec&uacute;bito. Estes levam &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o das complac&ecirc;ncias, podendo persistir em at&eacute; seis dias &#91;18&#93;. Barbosa e Carmona &#91;16&#93; avaliaram a Cest em pacientes submetidos &agrave; cirurgia card&iacute;aca e tamb&eacute;m encontraram diminui&ccedil;&atilde;o desta no p&oacute;s-operat&oacute;rio imediato. Os efeitos delet&eacute;rios da CEC sobre a mec&acirc;nica respirat&oacute;ria de pacientes com antecedentes de doen&ccedil;as pulmonares se sobrepuseram ao aumento da Cest esperado nos mesmos. Auler J&uacute;nior et al. &#91;13&#93; obtiveram &iacute;ndice de troca gasosa semelhante aos nossos resultados, utilizando tamb&eacute;m PEEP de 5 cmH<sub>2</sub>O, em pacientes submetidos &agrave; RM. O &iacute;ndice de troca gasosa diminui 59% em rela&ccedil;&atilde;o ao pr&eacute;-operat&oacute;rio, melhorando at&eacute; no segundo dia p&oacute;s-operat&oacute;rio, mas n&atilde;o retornando aos valores iniciais &#91;16,19&#93;.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dos 45 pacientes que apresentaram sintomas respirat&oacute;rios, somente um ter&ccedil;o deles relatou antecedentes de doen&ccedil;as respirat&oacute;rias, mostrando a import&acirc;ncia de pesquisar os sintomas em todos os pacientes. Mas n&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa nas propriedades mec&acirc;nicas e nem no &iacute;ndice de troca gasosa entre os grupos com e sem sintomas, apesar da m&eacute;dia do &iacute;ndice de troca gasosa para o grupo sintom&aacute;tico ser considerada hip&oacute;xia. Este, em pacientes p&oacute;s-RM, diminui em rela&ccedil;&atilde;o ao pr&eacute;-operat&oacute;rio provavelmente devido &agrave; indu&ccedil;&atilde;o anest&eacute;sica e aos efeitos da CEC no interst&iacute;cio pulmonar &#91;16&#93;. Auler J&uacute;nior et al. &#91;13&#93; constataram que a PEEP aumenta a complac&ecirc;ncia, diminui a resist&ecirc;ncia e aumenta o &iacute;ndice de troca gasosa nos pacientes hipox&ecirc;micos ap&oacute;s cirurgia card&iacute;aca. No nosso estudo, os pacientes com sintomas respirat&oacute;rios apresentaram &iacute;ndice de troca gasosa menor que 200, mesmo com PEEP; sendo assim, s&atilde;o pacientes que merecem realizar escolha de PEEP ideal para que ocorra melhor recrutamento alveolar no p&oacute;s-operat&oacute;rio, a fim de reverter a hipoxemia.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tamb&eacute;m n&atilde;o houve diferen&ccedil;a nas vari&aacute;veis de mec&acirc;nica respirat&oacute;ria para os grupos com e sem comorbidades; mas, no grupo com comorbidades, o &iacute;ndice de troca gasosa foi significativamente menor. Sendo o &iacute;ndice de troca gasosa um dos par&acirc;metros utilizados como crit&eacute;rio de extuba&ccedil;&atilde;o &#91;16&#93;, pacientes diab&eacute;ticos t&ecirc;m o tempo de ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica aumentado &#91;20&#93;. Pode ser este um dos motivos de termos encontrado o &iacute;ndice de troca diminu&iacute;do nos pacientes com comorbidades, pois uma das mais freq&uuml;entes foi o diabetes. Em pacientes submetidos &agrave; cirurgia card&iacute;aca, o sexo &eacute; considerado fator de risco porque pacientes do sexo feminino s&atilde;o operados com idade mais avan&ccedil;ada, podendo apresentar comorbidades relacionadas &agrave; idade &#91;21,22&#93;.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As diferen&ccedil;as significativas das complac&ecirc;ncias entre os sexos podem ter ocorrido porque os pulm&otilde;es dos homens eram maiores que os das mulheres. Quando utilizamos a complac&ecirc;ncia espec&iacute;fica, que &eacute; uma maneira de comparar complac&ecirc;ncias de pulm&otilde;es com volumes diferentes, n&atilde;o h&aacute; diferen&ccedil;a significativa entre os sexos. No &iacute;ndice de troca gasosa tamb&eacute;m n&atilde;o encontramos diferen&ccedil;a significativa entre os sexos. Alguns autores t&ecirc;m encontrado maior tempo de ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica para o sexo feminino &#91;20,23&#93;. Ambos os sexos apresentam diminu&iacute;das as vari&aacute;veis de mec&acirc;nica respirat&oacute;ria, sendo que estas parecem n&atilde;o alterar a decis&atilde;o da extuba&ccedil;&atilde;o e, conseq&uuml;entemente, o tempo de ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">N&atilde;o encontramos diferen&ccedil;a significativa entre os grupos acima e abaixo de 70 anos. Acreditamos que isso aconteceu principalmente porque o grupo com idade superior a 70 anos era muito pequeno. Outras caracter&iacute;sticas importantes, que n&atilde;o foram objetivos deste estudo, s&atilde;o as comorbidades relacionadas com a idade dos pacientes. Os idosos apresentaram menor Cdin, apesar da diferen&ccedil;a n&atilde;o ser significativa. A queda da Cdin com o avan&ccedil;o da idade &eacute; facilmente explicada pelas caracter&iacute;sticas de envelhecimento do t&oacute;rax, que levam &agrave; rigidez e diminuem a Cdin. Por&eacute;m, nos dois grupos, a Cdin estava abaixo do normal, provavelmente pelas altera&ccedil;&otilde;es intra-operat&oacute;rias, tais como, a incis&atilde;o, CEC e posicionamento no intra-operat&oacute;rio. A medida da Cest de pacientes idosos, normalmente apresenta-se normal ou aumentada, gra&ccedil;as ao envelhecimento pulmonar e ao enfisema senil. N&atilde;o encontramos diferen&ccedil;a significativa na Cest com a idade, estando ela diminu&iacute;da em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; normalidade em ambos os grupos.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Parece que fatores intra-operat&oacute;rios s&atilde;o os principais respons&aacute;veis pelas altera&ccedil;&otilde;es da Cest. Sabe-se que o que determina maior complica&ccedil;&atilde;o pulmonar p&oacute;s-operat&oacute;ria no idoso &eacute; a instabilidade alveolar e a maior vulnerabilidade &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de atelectasias &#91;24&#93;. Os pacientes idosos apresentam tamb&eacute;m diminui&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a muscular respirat&oacute;ria que pode aumentar o tempo de ventila&ccedil;&atilde;o e, ap&oacute;s a extuba&ccedil;&atilde;o, dificulta a reexpans&atilde;o de &aacute;reas atelectasiadas, contribuindo para ocorr&ecirc;ncia de complica&ccedil;&otilde;es &#91;2&#93;. E, finalmente, n&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa no &iacute;ndice de troca gasosa com a idade, apesar de o grupo mais jovem ter apresentado valor m&eacute;dio menor que 200 mmHg. O estado nutricional &eacute; um par&acirc;metro que tem sido avaliado nos pacientes submetidos &agrave; RM &#91;16&#93;, pois a desnutri&ccedil;&atilde;o leva &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o da resposta &agrave; hip&oacute;xia, diminui&ccedil;&atilde;o da massa muscular e diminui&ccedil;&atilde;o da defesa pulmonar por defici&ecirc;ncia prot&eacute;ico-cal&oacute;rica &#91;3,6&#93;.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O aumento de peso leva a altera&ccedil;&otilde;es da mec&acirc;nica respirat&oacute;ria, que levam &agrave; atelectasia. &#91;6,25,26&#93;. Pacientes obesos m&oacute;rbidos, quando comparados a pacientes normais, ambos submetidos &agrave; cirurgia abdominal, apresentam a Cest reduzida &agrave; metade, e a Raw aumentada quase tr&ecirc;s vezes &#91;25&#93;. No nosso estudo, apesar da Cest ter sido menor nos pacientes distr&oacute;ficos, esta diferen&ccedil;a n&atilde;o foi significativa; mas, &eacute; importante considerar que o grupo distr&oacute;fico era constitu&iacute;do por pacientes com sobrepeso e abaixo do peso, e n&atilde;o de obesos m&oacute;rbidos. Nossos resultados foram semelhantes aos de Barbosa e Carmona &#91;16&#93; em pacientes com sobrepeso submetidos &agrave; RM. N&atilde;o houve diferen&ccedil;a estat&iacute;stica entres os grupos eutr&oacute;ficos e distr&oacute;ficos, no &iacute;ndice de troca gasosa; por&eacute;m, nos distr&oacute;ficos, este se apresentava com m&eacute;dia menor que 200 mmHg, achado atribu&iacute;do &agrave; poss&iacute;vel exist&ecirc;ncia de atelectasias e diminui&ccedil;&atilde;o das respostas &agrave; hipoxemia. Acredita-se que pacientes obesos apresentam maiores atelectasias, e que n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel desfaz&ecirc;-las com n&iacute;veis de PEEP pr&oacute;ximo ao fisiol&oacute;gico (3 a 5 cmH<sub>2</sub>O), valores usados na coleta dos dados. Pacientes eutr&oacute;ficos parecem se beneficiar da PEEP, mesmo com valores baixos, melhorando a &aacute;rea de troca e, conseq&uuml;entemente, o &iacute;ndice de troca gasosa.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O tabagismo &eacute;    um fator de grande import&acirc;ncia na avalia&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-operat&oacute;ria,    pois aumenta as complica&ccedil;&otilde;es pulmonares &#91;4,5&#93;. No nosso estudo,    n&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa entre os grupos, todos apresentaram    as vari&aacute;veis de mec&acirc;nica respirat&oacute;ria e &iacute;ndice de    troca gasosa diminu&iacute;das em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; normalidade.    Acreditamos que n&atilde;o houve diferen&ccedil;a porque os fumantes-atuais    ficaram em abstin&ecirc;ncia por sete semanas em m&eacute;dia, per&iacute;odo    suficiente para diminui&ccedil;&atilde;o dos riscos cir&uacute;rgicos &#91;5&#93;. Apesar    de n&atilde;o encontrarmos diferen&ccedil;a significativa entre os grupos, sabe-se    que pacientes tabagistas apresentam maior risco de complica&ccedil;&atilde;o    pulmonar no p&oacute;s-operat&oacute;rio, pois n&atilde;o apresentam integridade    do sistema respirat&oacute;rio suficiente para manter a ventila&ccedil;&atilde;o    alveolar ap&oacute;s a extuba&ccedil;&atilde;o &#91;18&#93;. A fim de melhorar a evolu&ccedil;&atilde;o    destes pacientes, diversas manobras podem ser utilizadas, tais como a fisioterapia    pr&eacute; e p&oacute;s-operat&oacute;ria, a terap&ecirc;utica medicamentosa    e a manuten&ccedil;&atilde;o da ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica p&oacute;s-operat&oacute;ria    &#91;6, 21&#93;.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Conclui-se que,    independentemente dos fatores de risco, as complac&ecirc;ncias est&atilde;o    diminu&iacute;das em quase todos pacientes operados e a resist&ecirc;ncia das    vias a&eacute;reas aumentada, em um ter&ccedil;o deles. O &iacute;ndice de troca    gasosa est&aacute; diminu&iacute;do em metade deles. O estudo tamb&eacute;m    mostrou que, no p&oacute;s-operat&oacute;rio imediato de pacientes submetidos    &agrave; cirurgia de RM, os fatores de risco n&atilde;o influenciaram as vari&aacute;veis    mec&acirc;nicas e o &iacute;ndice de troca gasosa. Este &uacute;ltimo mostrou-se    alterado somente nos pacientes que apresentavam comorbidades.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao Prof. Dr. Carlos    Roberto Padovani pela an&aacute;lise estat&iacute;stica dos resultados obtidos    e &agrave; Diretoria do Hospital de Base de Bauru por ter permitido o estudo    em seus pacientes.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS    BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Pereira EDB, Fernandes ALG, An&ccedil;&atilde;o MDS, Peres CDAP, Atallah APAN, Faresin SM. Prospective assessment of the risk of postoperative pulmonary complications in patients submitted to upper abdominal surgery. S&atilde;o Paulo Med J. 1999;117(4):151-60.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S0102-7638200500040000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Fernandes CR, Ruiz Neto PP. O sistema respirat&oacute;rio e o idoso: implica&ccedil;&otilde;es anest&eacute;sicas. Rev Bras Anestesiol. 2002;52(4):461-70.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S0102-7638200500040000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Saad IAB, Zambom L. Vari&aacute;veis cl&iacute;nicas de risco pr&eacute;-operat&oacute;rio. Rev Assoc Med Br&aacute;s. 2001;47(2):117-24.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S0102-7638200500040000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Bluman LG, Mosca L, Newman N, Simon DG. Preoperative smoking habits and postoperative pulmonary complications. Chest. 1998;113(4):883-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S0102-7638200500040000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Nakagawa M, Tanaka H, Tsukuma H, Kishi Y. Relationship between the duration of the preoperative smoke-free period and the incidence of postoperative pulmonary complications after pulmonary surgery. Chest. 2001;120(3):705-10.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S0102-7638200500040000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Doyle RL. Assessing and modifying the risk of postoperative pulmonary complications. Chest. 1999;115(5 suppl.):77S-81S.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0102-7638200500040000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Chumillas S, Ponce JL, Delgado F, Viciano V, Mateu M. Prevention of postoperative pulmonary complications through respiratory rehabilitation: a controlled clinical study. Arch Phys Med Rehabil. 1998;79(1):5-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0102-7638200500040000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Ragnarsd&oacute;ttir M, Kristj&aacute;nsd&oacute;ttir &Aacute;, Ingvarsd&oacute;ttir I, Hannesson P, Torfason B, Cahalin L. Short-term changes in pulmonary function and respiratory movements after cardiac surgery via median sternotomy. Scand Cardiovasc J. 2004;38(1):46-52.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0102-7638200500040000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Massoudy P, Zahler S, Becker BF, Braun SL, Barankay A, Meisner H. Evidence for inflammatory responses of the lungs during coronary artery bypass grafting with cardiopulmonary bypass. Chest. 2001;119 (1):31-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0102-7638200500040000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Azeredo, CAC. Modifica&ccedil;&otilde;es da constante de tempo durante a ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica: um desafio permanente. In: Ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica invasiva e n&atilde;o invasiva. Rio de Janeiro:Revinter;1994. p.1-48.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0102-7638200500040000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Consenso Brasileiro de Ventila&ccedil;&atilde;o Mec&acirc;nica (II). J Pneumologia. 2000;26(2):16-20.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0102-7638200500040000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Huang H, Yao T, Wang W, Zhu D, Zhang W, Chen H et al. Continuous ultrafiltration attenuates the pulmonary injury that follows open heart surgery with cardiopulmonary bypass. Ann Thorac Surg. 2003;76(1):136-40.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0102-7638200500040000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Auler J&uacute;nior JO, Carmona MJ, Barbas CV, Saldiva PH, Malbouisson LM. The effects of positive end-expiratory pressure on respiratory system mechanics and hemodynamics in postoperative cardiac surgery patients. Braz J Med Biol Res. 2000;33(1):31-42.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0102-7638200500040000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Nozawa E, Kobayashi E, Matsumoto ME, Feltrim MI, Carmona MJ, Auler J&uacute;nior JO. Avalia&ccedil;&atilde;o dos fatores que influenciam no desmame de pacientes em ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica prolongada ap&oacute;s cirurgia card&iacute;aca. Arq Bras Cardiol. 2003;80(3):301-10.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0102-7638200500040000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Polese G, Lubli P, Mazzucco A, Luzzani A, Rossi A. Effects of open heart surgery on respiratory mechanics. Intensive Care Med. 1999;25(10):1092-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0102-7638200500040000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Barbosa RAG, Carmona MJC. Avalia&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o pulmonar em pacientes submetidos &agrave; cirurgia card&iacute;aca com circula&ccedil;&atilde;o extracorp&oacute;rea. Rev Bras Anestesiol 2002;52(6):689-99.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0102-7638200500040000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Vieira JE, Silva BAR, Garcia J&uacute;nior D. Padr&otilde;es de ventila&ccedil;&atilde;o em anestesia: estudo retrospectivo. Rev Bras Anestesiol. 2002;52(6):756-63.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0102-7638200500040000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Ferreira J&uacute;nior FH, Boas AGV, Gonnelli CA, Puig LB, Stolf N. Assist&ecirc;ncia ventilat&oacute;ria mec&acirc;nica em p&oacute;s-operat&oacute;rio de cirurgia card&iacute;aca. An Paul Med Cir. 2003;130(1):22-30.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0102-7638200500040000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Taggart DP, El-Fiky M, Carter R, Bowman A, Wheatley DJ. Respiratory dysfunction after uncomplicated cardiopulmonary bypass. Ann Thorac Surg. 1993;56(5):1123-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0102-7638200500040000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Branca P, McGaw P, Light R. Factors associated with prolonged mechanical ventilation following coronary artery bypass surgery. Chest. 2001;119(2):537-46.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0102-7638200500040000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Sch&uuml;ller D, Morrow LE. Pulmonary complications after coronary revascularization. Curr Opin Cardiol. 2000;15(5):309-15.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0102-7638200500040000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Woods SE, Noble G, Smith JM, Hasselfeld K. The influence of gender in patients undergoing coronary artery bypass graft surgery: an eight-year prospective hospitalized cohort study. J Am Coll Surg. 2003;196(3):428-34.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0102-7638200500040000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Price JA, Rizk NW. Postoperative ventilatory management. Chest. 1999;115(5 suppl):130S-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0102-7638200500040000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Medeiros AC, Rocha KBF, Dantas Filho AM, Aires Neto T, Pinto JR Fel, Medeiros BC. Repercuss&otilde;es do tempo operat&oacute;rio em pulm&otilde;es de ratos idosos. Acta Cir Bras 2003;18(Suppl. 1):40-4.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0102-7638200500040000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Pelosi P, Croci M, Ravagman I, Vicardi P, Gattinoni L. Total respiratory system, lung and chest wall mechanics in sedated-paralysed postoperative morbidly obese patients. Chest. 1996; 109(1):144-51.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0102-7638200500040000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Platell C, Hall JC. Atelectasis after abdominal surgery. J Am Coll Surg. 1997;185(6):584-92.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0102-7638200500040000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back10"></a><a href="#top10"><img src="/img/revistas/rbccv/v20n4/seta.gif" border="0"></a>    <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:    <br>   </b>Alexandre Ricardo Pepe Ambrozin    <br>   R. Manoel Pereira Rolla 10-68 - Vl Universit&aacute;ria    <br>   CEP 17012-190 &#150; Bauru, SP    <br>   E-mail: <a href="mailto:aleambrozin@zipmail.com.br">aleambrozin@zipmail.com.br</a>    e <a href="mailto:acataneo@fmb.unesp.br">acataneo@fmb.unesp.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Artigo recebido    em junho de 2005    <br>   Artigo aprovado em setembro de 2005</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Institui&ccedil;&atilde;o:    Universidade Estadual Paulista - Botucatu</font></p>       ]]></body><back>
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