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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGO    DE REVIS&Atilde;O</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="top10"></a>Desenvolvimento    tecnol&oacute;gico dos oxigenadores de membrana</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>M&aacute;rio    Drummond<a href="#back1"><sup>*</sup></a>; Domingo M. Braile<a href="#back1"><sup>*</sup></a>;    Ana Paula M. Lima-Oliveira<a href="#back1"><sup>*</sup></a>; Adalberto S. Camim<a href="#back1"><sup>*</sup></a>;    Rosa S. Kawasaki Oyama<a href="#back1"><sup>*</sup></a>; Geraldo Hebert Sandoval<a href="#back1"><sup>*</sup></a></b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back10">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>  <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Descritores:    </b>Oxigenadores de membrana. Circula&ccedil;&atilde;o extracorp&oacute;rea.</font></p> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As primeiras tentativas de oxigenar o sangue fora do organismo devem-se aos fisiologistas do s&eacute;culo XIX, em seus estudos para a perfus&atilde;o de &oacute;rg&atilde;os isolados de animais.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os primeiros estudos modernos dedicados &agrave; oxigena&ccedil;&atilde;o artificial do sangue, com o objetivo de sustentar a vida de um organismo intacto, datam de 1937 e devem-se a John Gibbon &#91;1&#93;. Nos anos seguintes, esse mesmo pesquisador dedicou-se ao aperfei&ccedil;oamento dessa t&eacute;cnica revolucion&aacute;ria &#91;2-4&#93;. Estimulados pela perspectiva de construir aparelhos capazes de substituir as fun&ccedil;&otilde;es cardiopulmonares, v&aacute;rios pesquisadores se lan&ccedil;aram &agrave; constru&ccedil;&atilde;o de diferentes oxigenadores &#91;5-7&#93;.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os oxigenadores devem ser capazes de promover a oxigena&ccedil;&atilde;o de cerca de cinco litros de sangue por minuto e remover o di&oacute;xido de carbono (CO<sub>2</sub>), para manuten&ccedil;&atilde;o artificial da vida em um indiv&iacute;duo adulto. Al&eacute;m disso, as trocas t&eacute;rmicas devem ser otimizadas na menor superf&iacute;cie poss&iacute;vel, enquanto o trauma imposto aos elementos do sangue deve ser m&iacute;nimo. O <i>priming</i> necess&aacute;rio &agrave; opera&ccedil;&atilde;o do aparelho tamb&eacute;m deve ser pequeno, a fim de permitir o seu uso com solu&ccedil;&otilde;es acelulares, evitando a hemodilui&ccedil;&atilde;o excessiva e as transfus&otilde;es desnecess&aacute;rias de sangue ou seus derivados &#91;8&#93;.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Diversas maneiras de oferecer oxig&ecirc;nio (O<sub>2</sub>) ao sangue foram tentadas, com maior ou menor sucesso, e permitiram o desenvolvimento de in&uacute;meros modelos de oxigenadores, dos quais apenas alguns encontraram aplica&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Segundo Gibbon &#91;4&#93;, o oxigenador deveria produzir uma fina camada de sangue que ficasse em contato com O<sub>2</sub>. Isso poderia ser conseguido utilizando a for&ccedil;a centr&iacute;fuga ou formando bolhas de sangue ou fluindo o sangue sobre uma tela. Ele descreveu tamb&eacute;m v&aacute;rios problemas da oxigena&ccedil;&atilde;o artificial, incluindo forma&ccedil;&atilde;o de espuma, hem&oacute;lise e produ&ccedil;&atilde;o de subst&acirc;ncias vasoativas.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os estudos iniciais    com membranas para as trocas gasosas mostravam a relativa inefici&ecirc;ncia    da oxigena&ccedil;&atilde;o para fluxos de sangue suficientes para manter pacientes    em parada cardiocirculat&oacute;ria &#91;8&#93;. Quando se tornou patente que a circula&ccedil;&atilde;o    extracorp&oacute;rea poderia ser conduzida com fluxos baixos, de acordo com    o "princ&iacute;pio &aacute;zigos" popularizado pelo grupo de Lillehei, os pesquisadores    voltaram a estudar as membranas, como forma de produzir uma oxigena&ccedil;&atilde;o    artificial mais fisiol&oacute;gica, por sua maior semelhan&ccedil;a com a oxigena&ccedil;&atilde;o    realizada nos pulm&otilde;es &#91;9&#93;. Estes estudos originaram os primeiros oxigenadores    de membranas &#91;10&#93;.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>ORIGEM DOS OXIGENADORES    DE MEMBRANAS</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os primeiros estudos para a oxigena&ccedil;&atilde;o artificial do sangue esbarravam na forma&ccedil;&atilde;o de bolhas e espuma, de dif&iacute;cil remo&ccedil;&atilde;o. Alguns pesquisadores procuraram utilizar membranas perme&aacute;veis aos gases, para fazer a separa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica entre o sangue e o g&aacute;s. Desse modo, evitava-se a forma&ccedil;&atilde;o de bolhas e tornava a oxigena&ccedil;&atilde;o artificial mais semelhante &agrave; que ocorre nos pulm&otilde;es &#91;8&#93;.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Kolff e Berk &#91;11&#93;, em 1944, observaram a arterializa&ccedil;&atilde;o do sangue ao atravessar as c&acirc;maras de celofane do seu primeiro rim artificial e iniciaram uma s&eacute;rie de estudos, visando a utiliza&ccedil;&atilde;o daquele material como membrana para trocas gasosas. Barrer &#91;12&#93; e Van Amerongen &#91;13&#93;, em 1948, demonstraram que alguns elast&ocirc;meros, naturais ou sint&eacute;ticos, tamb&eacute;m eram perme&aacute;veis aos gases.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os estudos iniciais demonstraram que a escolha do material da membrana &eacute; muito cr&iacute;tica, pois eles devem ser compat&iacute;veis com o sangue, perme&aacute;veis ao O<sub>2</sub> e CO<sub>2</sub>, ter espessuras muito finas, com m&iacute;nima resist&ecirc;ncia ao fluxo do sangue e dos gases respirat&oacute;rios. Esses fatores dificultaram o desenvolvimento dos oxigenadores de membrana. Kolff &#91;14&#93;, em 1955, construiu o primeiro prot&oacute;tipo de oxigenador de membranas a partir de l&acirc;minas de polietileno, que foi usado com sucesso, no laborat&oacute;rio experimental. As membranas eram enroladas em torno de um eixo central, conferindo ao oxigenador o formato de uma bobina.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outros materiais, como celofane, celulose, silicone e teflon, foram utilizados na confec&ccedil;&atilde;o de diferentes modelos de oxigenadores de membranas. Clowes e Neville &#91;15&#93; foram os pioneiros no uso de oxigenador de membranas em cirurgia card&iacute;aca cl&iacute;nica e, em 1958, publicaram uma s&eacute;rie de casos operados com o seu aparelho. As membranas eram planas, constru&iacute;das de teflon e dispostas em camadas superpostas. O oxigenador era grande, dif&iacute;cil de montar e, freq&uuml;entemente, apresentava vazamentos. Posteriormente, outros oxigenadores de membranas com configura&ccedil;&otilde;es semelhantes ao projeto original de Clowes e Neville &#91;16&#93; foram colocados em uso &#91;5,17,18&#93;.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Kolobow et al<i>.</i> &#91;19&#93;, baseando-se no modelo de Kolff, projetaram um oxigenador composto de longas tiras de silicone sustentadas por um envelope com espa&ccedil;adores para impedir o colabamento das membranas. Nesse modelo, o sangue flui no interior das tiras e o O<sub>2</sub> circula na dire&ccedil;&atilde;o do eixo central que sustenta a bobina de membranas. Como esse modelo funcionava adequadamente por longos per&iacute;odos, foi utilizado em procedimentos de assist&ecirc;ncia ventilat&oacute;ria prolongada. O oxigenador de Kolobow foi continuamente aperfei&ccedil;oado e, atualmente, &eacute; produzido e comercializado pela empresa americana Avecor. &Eacute; o &uacute;nico oxigenador do mercado recomendado para uso prolongado.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os oxigenadores de membranas da primeira gera&ccedil;&atilde;o ofereciam grande resist&ecirc;ncia &agrave; passagem do sangue pelo trajeto das membranas, sendo imposs&iacute;vel venc&ecirc;-la pela simples sifonagem. Alguns aparelhos eram montados no lado de press&atilde;o positiva da bomba perist&aacute;ltica, enquanto outros requeriam uma bomba adicional para circular o sangue no compartimento das membranas. Em fun&ccedil;&atilde;o das dificuldades com as trocas gasosas e em virtude da complexidade de constru&ccedil;&atilde;o e uso, a primeira gera&ccedil;&atilde;o de oxigenadores de membrana n&atilde;o foi muito aceita. O desenvolvimento da tecnologia para a produ&ccedil;&atilde;o de membranas expandidas e capilares permitiu o surgimento de oxigenadores da atual gera&ccedil;&atilde;o. Nesses oxigenadores de membrana, as trocas gasosas ocorrem por difus&atilde;o dos gases respirat&oacute;rios atrav&eacute;s de uma membrana perme&aacute;vel aos gases, situada entre os fluxos de sangue e de g&aacute;s do oxigenador, sem contato direto entre o sangue e o g&aacute;s &#91;8&#93;.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os oxigenadores de membrana permitem o controle independente da transfer&ecirc;ncia de O<sub>2</sub> e CO<sub>2</sub>, pelo uso de um misturador de gases. A transfer&ecirc;ncia de O<sub>2</sub> &eacute; controlada pela porcentagem desse g&aacute;s instilado no oxigenador. Quanto maior a fra&ccedil;&atilde;o de O<sub>2</sub> no g&aacute;s, maior ser&aacute; sua transfer&ecirc;ncia para o sangue. A transfer&ecirc;ncia do CO<sub>2</sub> &eacute; controlada pelas varia&ccedil;&otilde;es do fluxo do g&aacute;s que ventila o oxigenador. Quanto maior o fluxo de g&aacute;s, maior ser&aacute; a remo&ccedil;&atilde;o de CO<sub>2</sub> do sangue.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O primeiro oxigenador    de membrana reutiliz&aacute;vel surgiu em 1956, baseado em princ&iacute;pios    de trocas de gases observados nos hemodializadores em uso na &eacute;poca. Os    primeiros oxigenadores de membranas descart&aacute;veis surgiram nos anos sessenta.    Eram complicados para montar e operar; requeriam uma bomba adicional, para recircular    o sangue no oxigenador, com a finalidade de melhorar a oxigena&ccedil;&atilde;o.    Essa gera&ccedil;&atilde;o de oxigenadores, conforme j&aacute; assinalado, n&atilde;o    desfrutou de muita popularidade &#91;8&#93;.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>PRINC&Iacute;PIOS    DAS TROCAS GASOSAS</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A transfer&ecirc;ncia de gases para o sangue ou para o g&aacute;s que ventila o oxigenador ocorre devido &agrave; difus&atilde;o, que compreende a capacidade das mol&eacute;culas do g&aacute;s moverem-se das &aacute;reas de menor concentra&ccedil;&atilde;o para as &aacute;reas de maior concentra&ccedil;&atilde;o, buscando sempre o equil&iacute;brio. A difusibilidade, ou a capacidade de um g&aacute;s difundir-se, &eacute; constante para cada g&aacute;s, material a ser atravessado e pela temperatura. A teoria cin&eacute;tica dos gases demonstra que a difus&atilde;o depende da velocidade do movimento das mol&eacute;culas do g&aacute;s e, de acordo com a lei de Graham, &eacute; inversamente proporcional &agrave; raiz quadrada do peso molecular do g&aacute;s. Assim, quanto menor o peso molecular do g&aacute;s, maior &eacute; a sua difusibilidade. A velocidade da difus&atilde;o de um g&aacute;s tamb&eacute;m aumenta proporcionalmente a sua solubilidade.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A difus&atilde;o e a transfer&ecirc;ncia de gases nos oxigenadores de membrana s&atilde;o mais complexas do que as leis dos gases demonstram, porque h&aacute; diversas barreiras a vencer. O O<sub>2</sub> deve atravessar a membrana dos oxigenadores, dissolver-se no plasma do sangue, transpor a membrana das hem&aacute;cias, difundir-se no citoplasma das hem&aacute;cias para combinar-se com a hemoglobina. A difus&atilde;o do CO<sub>2</sub> no sangue &eacute; mais simples que a do O<sub>2</sub> porque o CO<sub>2</sub> &eacute; cerca de vinte vezes mais sol&uacute;vel que o oxig&ecirc;nio e pode ser eliminado com grande facilidade, pela simples diferen&ccedil;a de press&atilde;o parcial, atrav&eacute;s de qualquer tipo de membrana &#91;8&#93;.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A difus&atilde;o desses gases no interior do oxigenador depende do tipo de material da membrana, de sua espessura e porosidade, mas tamb&eacute;m &eacute; influenciada pela espessura da l&acirc;mina de sangue em contato com a membrana e pelas caracter&iacute;sticas do fluxo de sangue. A for&ccedil;a que impulsiona o g&aacute;s atrav&eacute;s da membrana &eacute; denominada press&atilde;o parcial. Quanto maior a diferen&ccedil;a entre a press&atilde;o parcial, maior a for&ccedil;a que impulsiona o g&aacute;s. A velocidade da difus&atilde;o tamb&eacute;m pode ser aumentada diminuindo-se a dist&acirc;ncia percorrida pelo g&aacute;s. No caso dos oxigenadores, esse aumento pode ser conseguido reduzindo a espessura da membrana.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outros fatores, como o tipo de fluxo de sangue, podem acentuar a difus&atilde;o dos gases atrav&eacute;s das membranas. Um recurso bastante usado na constru&ccedil;&atilde;o dos oxigenadores &eacute; a produ&ccedil;&atilde;o de correntes secund&aacute;rias ou "marginais". Estas correntes correspondem a um certo turbilhonamento na superf&iacute;cie de contato da membrana com o sangue favorecendo as trocas gasosas. A exist&ecirc;ncia dessa turbul&ecirc;ncia pode compensar a relativa espessura da l&acirc;mina de sangue que atravessa o oxigenador.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em uma mistura de gases ocupando um determinado volume, cada g&aacute;s se comporta como se ocupasse sozinho todo o volume da mistura, independente dos demais gases. Este, em ess&ecirc;ncia, constitui o enunciado da lei de Dalton que rege o comportamento dos gases. A soma da press&atilde;o parcial de cada g&aacute;s de uma mistura gasosa corresponde &agrave; press&atilde;o total exercida pela mistura. Estas regras aplicam-se aos gases ocupando um espa&ccedil;o ou mesmo em solu&ccedil;&atilde;o, como &eacute; o caso dos gases dissolvidos no sangue. Assim, quando o sangue est&aacute; em equil&iacute;brio com a press&atilde;o atmosf&eacute;rica, a soma das press&otilde;es parciais dos gases dissolvidos no sangue ser&aacute; de 760mmHg, ao n&iacute;vel do mar. Em uma fase gasosa, a press&atilde;o parcial, a concentra&ccedil;&atilde;o e a fra&ccedil;&atilde;o de mol&eacute;culas s&atilde;o grandezas equivalentes.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No sangue, o O<sub>2</sub>    e o CO<sub>2</sub> n&atilde;o se comportam linearmente, como seria de esperar.    Isso se deve &agrave; n&atilde;o linearidade da dissocia&ccedil;&atilde;o da    oxi-hemoglobina. Este fen&ocirc;meno &eacute; representado por uma curva sinusoidal.    Do mesmo modo, o CO<sub>2</sub> &eacute; combinado com diversas subst&acirc;ncias    do plasma e da hem&aacute;cia para formar bicarbonato. Tudo isso contribui para    que O<sub>2</sub> e o CO<sub>2</sub> ocorram em concentra&ccedil;&otilde;es    maiores do que seria esperado pela simples dissolu&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica.    Isto faz com que a an&aacute;lise da transfer&ecirc;ncia de gases nos oxigenadores    seja mais complexa.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>MEMBRANAS VERDADEIRAS    E MICROPOROSAS</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os princ&iacute;pios gerais acima enunciados aplicam-se aos oxigenadores de membrana de todos os tipos. Nas membranas microporosas, os gases n&atilde;o se dissolvem no material da membrana, ao contr&aacute;rio, atravessam os poros microsc&oacute;picos existentes na membrana para essa finalidade. Todas as demais vari&aacute;veis que influenciam as trocas gasosas tamb&eacute;m se aplicam &agrave;s membranas microporosas.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os oxigenadores    de membrana foram concebidos para trabalhar sem a interface g&aacute;s-sangue    existente nas demais modalidades de oxigenadores. As membranas consideradas    "verdadeiras" constituem uma barreira entre o sangue e o g&aacute;s, de modo    que a transfer&ecirc;ncia de gases depende da difus&atilde;o deste no material    de que a membrana &eacute; constitu&iacute;da. O g&aacute;s, na realidade, dissolve-se    na membrana e &eacute; liberado na face oposta, conforme o gradiente de press&atilde;o    parcial existente entre os dois lados da membrana (<a href="#fig1">Figura 1</a>).</font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbccv/v20n4/27921f1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os oxigenadores de membranas verdadeiras s&atilde;o de alto custo, dif&iacute;ceis de produzir, freq&uuml;entemente requerem grandes &aacute;reas de membrana e t&ecirc;m um grande volume de <i>priming</i>. Estes oxigenadores podem manter trocas gasosas de O<sub>2</sub> e CO<sub>2</sub>, em condi&ccedil;&otilde;es satisfat&oacute;rias, por longos per&iacute;odos (at&eacute; semanas), sem perda da efic&aacute;cia. Estes aparelhos s&atilde;o utilizados nos procedimentos de longa dura&ccedil;&atilde;o, como assist&ecirc;ncia ventilat&oacute;ria ou circulat&oacute;ria prolongadas (ECMO/ELSO).</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As membranas microporosas, pelo menos nos primeiros momentos da perfus&atilde;o, permitem uma interface transit&oacute;ria entre g&aacute;s-sangue. Ap&oacute;s algum tempo ocorre o revestimento prot&eacute;ico das membranas que isola as duas fases, sangue e g&aacute;s, mas permite a difus&atilde;o pelos microporos. A tens&atilde;o superficial do sangue impede que haja extravasamento pelos min&uacute;sculos poros da membrana capilar. Os microporos, na realidade, funcionam como condutos atrav&eacute;s da membrana de polipropileno, conferindo suficiente capacidade de difus&atilde;o a ambos os gases, oxig&ecirc;nio e di&oacute;xido de carbono.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s algumas horas de uso, a capacidade funcional dos oxigenadores de membrana microporosa se reduz, em virtude da evapora&ccedil;&atilde;o e subseq&uuml;ente condensa&ccedil;&atilde;o de soro que extravasa pelos microporos. H&aacute; evid&ecirc;ncias de que o aquecimento das membranas e do g&aacute;s pode retardar esse fen&ocirc;meno e aumentar a durabilidade do aparelho.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O di&acirc;metro    dos poros das membranas microporosas &eacute; inferior a 1micron, embora as    dimens&otilde;es exatas dependam do processo de fabrica&ccedil;&atilde;o. Mas    &eacute; sempre necess&aacute;rio que os microporos tenham menos de 1 m&iacute;cron    de di&acirc;metro para inibir o extravasamento de l&iacute;quido ou g&aacute;s    pela superf&iacute;cie das membranas. Tipicamente, durante a fabrica&ccedil;&atilde;o,    as fibras ocas de polipropileno s&atilde;o extrusadas, aneladas e alongadas,    para produzir os microporos. Ap&oacute;s atingir as dimens&otilde;es desejadas,    as fibras s&atilde;o aquecidas, para estabilizar a estrutura do pol&iacute;mero.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>TIPOS DE OXIGENADORES    DE MEMBRANAS</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os oxigenadores de membranas em uso corrente utilizam membranas de polipropileno microporoso ou silicone. Os demais materiais, como o teflon, polietileno e outros, foram abandonados. Os oxigenadores de membrana podem ser agrupados em tr&ecirc;s tipos principais:</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. <b>Oxigenadores    de placas</b> &#150; S&atilde;o constru&iacute;dos com membranas microporosas    de polipropileno expandidas, dobradas em Z como o fole de uma sanfona. Nesses    equipamentos, o sangue e o g&aacute;s fluem em lados opostos da membrana. Os    principais exemplos s&atilde;o: Cobe Excel, Cobe VPCML, Shiley M-2000.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. <b>Oxigenadores    em espiral</b> &#150; S&atilde;o derivados do antigo modelo de oxigenador de    Kolobov, que utilizam membranas de silicone. A membrana &eacute; enrolada em    torno de um eixo central, como em um novelo, ligeiramente espiralado. Existe    um &uacute;nico representante desse tipo de oxigenador, produzido pela empresa    Avecor.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. <b>Oxigenadores    de fibras ocas</b> &#150; S&atilde;o confeccionados com membranas de polipropileno    microporosas, constitu&iacute;das de finos capilares dispostos em feixes paralelos    ou em novelos, formando fibras ocas, fibras capilares ou membranas capilares.    S&atilde;o os oxigenadores mais usados na atualidade. Esses oxigenadores s&atilde;o    divididos em dois subgrupos, de acordo com o tipo de circula&ccedil;&atilde;o    do sangue:</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A. <i>O sangue flui no interior do capilar</i> - Nesse modelo, o sangue circula no interior do feixe de fibras capilares e o g&aacute;s circula no seu exterior, em sentidos opostos. H&aacute; um gradiente de press&atilde;o, produzido pela resist&ecirc;ncia das fibras &agrave; passagem do sangue e, ocasionalmente, podem apresentar trombose de um grande n&uacute;mero de fibras, com comprometimento da fun&ccedil;&atilde;o. Os principais exemplos s&atilde;o Bentley CM40 e Terumo Capiox S&eacute;rie 300.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">B. <i>O g&aacute;s    flui no interior do capilar</i> &#150; Nesse modelo, o feixe de fibras capilares    &eacute; percorrido pelo g&aacute;s e fica imerso no fluxo de sangue. Essa configura&ccedil;&atilde;o    reduz o gradiente entre sangue e g&aacute;s e, por conseguinte, diminui acentuadamente    o trauma produzido pela passagem do sangue no interior dos capilares. Essa modalidade    permite tamb&eacute;m reduzir a &aacute;rea de membranas necess&aacute;ria,    otimizando o aproveitamento das caracter&iacute;sticas din&acirc;micas dos aparelhos.    Esses s&atilde;o modelos mais modernos que acabaram por substituir os anteriores.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nesses oxigenadores, o sangue venoso pode ser recolhido em um reservat&oacute;rio fl&aacute;cido, colaps&aacute;vel, como uma bolsa pl&aacute;stica, levando ao conceito de circuito dito "fechado". Esses reservat&oacute;rios freq&uuml;entemente requerem a adi&ccedil;&atilde;o de um reservat&oacute;rio para receber o sangue dos aspiradores, chamado de reservat&oacute;rio de cardiotomia para completar o circuito da perfus&atilde;o. Os modelos mais antigos usavam reservat&oacute;rios fl&aacute;cidos, que t&ecirc;m sido substitu&iacute;dos pelos r&iacute;gidos que assumem a fun&ccedil;&atilde;o de reservat&oacute;rio venoso e de cardiotomia. Muitos deles incorporam um trocador de calor e o circuito resultante &eacute; dito "aberto", muito semelhante ao tradicional circuito dos oxigenadores de bolhas. Essa configura&ccedil;&atilde;o desfruta da prefer&ecirc;ncia da maioria das equipes cir&uacute;rgicas e de perfus&atilde;o.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Muitos oxigenadores    dispon&iacute;veis no mercado oferecem as duas op&ccedil;&otilde;es de reservat&oacute;rio,    r&iacute;gido ou colaps&aacute;vel. A &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o de    aparelhos &eacute; composta de reservat&oacute;rio r&iacute;gido acoplado ao    m&oacute;dulo das membranas e o permutador de calor, em uma pe&ccedil;a &uacute;nica.    Estes aparelhos s&atilde;o denominados "integrados". Em todos os modelos descritos,    o sangue do paciente &eacute; recolhido no reservat&oacute;rio venoso, passa    para a bomba arterial, que impulsiona para o compartimento das membranas do    oxigenador. Ap&oacute;s a troca de gases, o sangue segue pela linha arterial,    para o sistema arterial do paciente.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>OXIGENADORES    NEONATOS</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A cirurgia card&iacute;aca    em neonatos vem aumentando progressivamente nos &uacute;ltimos anos. S&atilde;o    realizadas, a cada ano, no Brasil, cerca de 500 cirurgias para corre&ccedil;&atilde;o    de cardiopatias cong&ecirc;nitas complexas &#91;20&#93;. Como o cora&ccedil;&atilde;o    do neonato apresenta diferen&ccedil;as estruturais, funcionais e metab&oacute;licas    em rela&ccedil;&atilde;o ao cora&ccedil;&atilde;o do adulto, uma nova gera&ccedil;&atilde;o    de equipamentos passou a ser desenvolvida. Estes novos equipamentos contribu&iacute;ram    para a significativa redu&ccedil;&atilde;o da morbidade associada ao emprego    da circula&ccedil;&atilde;o extracorp&oacute;rea (CEC) na idade neonatal. A    alta incid&ecirc;ncia de morbidade se deve &agrave;s dificuldades t&eacute;cnicas    impostas pela corre&ccedil;&atilde;o de algumas cardiopatias e, principalmente,    pelo manuseio da CEC com pequenos volumes de enchimento do circuito &#91;21&#93;. Os    procedimentos da CEC para o neonato requerem equipamentos especiais, devido    &agrave; estreita margem de toler&acirc;ncia desses pacientes aos desvios da    fisiologia que afetam as fun&ccedil;&otilde;es cardiovasculares, pulmonares,    neurol&oacute;gicas, renais e hep&aacute;ticas &#91;22&#93;. A maioria dos oxigenadores    e demais aparelhos destinados &agrave; perfus&atilde;o infantil corresponde    a miniaturas dos aparelhos desenvolvidos para adultos. Poucos s&atilde;o os    produtos desenvolvidos para atender, especificamente, &agrave;s necessidades    dos neonatos. Uma das dificuldades que isso acarreta &eacute; a utiliza&ccedil;&atilde;o    de volumes de perfusato que correspondem a cerca de tr&ecirc;s vezes a volemia    do paciente (em m&eacute;dia, a volemia do neonato &eacute; de 250 ml). A nova    gera&ccedil;&atilde;o de oxigenadores de membrana, constru&iacute;dos especialmente    para a perfus&atilde;o neonatal, permitiu a dr&aacute;stica redu&ccedil;&atilde;o    dos volumes do perfusato. Braile et al. t&ecirc;m se dedicado ao desenvolvimento    e aplica&ccedil;&atilde;o de equipamentos utilizados em cirurgia card&iacute;aca    com CEC e, especialmente, oxigenadores de membrana &#91;23-26&#93;.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS    BIBLIOGRAFICAS</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Gibbon Jr. JH. Artificial maintenance of circulation during experimental occlusion of pulmonary artery. Arch Surg. 1937;34:1105.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Gibbon Jr. JH. The maintenance of life during experimental occlusion of the pulmonary artery followed by survival. Surg Gynecol Obstet. 1939;69:602.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Gibbon Jr. JH. An oxygenator with a large surface-volume ratio. J Lab Clin Med. 1939;24:1192.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Gibbon Jr. JH. Application of a mechanical heart and lung apparatus to cardiac surgery. Minn Med. 1954;37:171.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Bramson ML, Osborn JJ, Gerbode F. The membrane lung. In: Ionescu MI, ed. Techniques in extracorporeal circulation. 2nd ed. London:Butterworth;1981.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Bramson ML, Hill JD, Osborn JJ, Gerbode F. Partial veno-arterial perfusion with membrane oxygenation and diastolic augmentation. Trans Am Soc Artif Intern Organs. 1969;15:412-6.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Gerbode F, Osborn JJ, Bramson ML. Experiences in the development of a membrane heart-lung machine. Am J Surg. 1967;114(1):16-23.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Souza MHL, Elias DO. Circula&ccedil;&atilde;o extracorp&oacute;rea: hist&oacute;rico e desenvolvimento. In: Fundamentos da circula&ccedil;&atilde;o extracorp&oacute;rea. vol. I. Rio de Janeiro:Centro Editorial Alfa Rio; 1995. p.3-33.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Braile DM, Godoy MF. Hist&oacute;ria da cirurgia card&iacute;aca. Arq Bras Cardiol. 1996;66(6):329_37.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Taylor KM. Cardiopulmonary bypass: principles and management. London:Chapman and Hall;1986. p.986.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Kolff WJ, Berk TJ. Artificial kidney: dialyzer with great area. Acta Med Scand. 1944;117:121-34.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Barrer RM, Skirrow G. Transport and equilibrium phenomena in gas-elastomer systems. I. Kinetic phenomena. J Polimer Sc. 1948;3:549-63.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Van Amerongen CJ. Influence of structures of elastomers on their permeability to gases. J Polymer Sc. 1950;5:307-32.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Kolff WJ, Effler DB, Groves LK, Peereboom G, Moraca PP. Disposable membrane oxygenator (heart-lung machine) and its use in experimental surgery. Cleve Clin Q. 1956;23(2):69-97.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Clowes Jr. GHA, Neville WE. Further development of a blood oxygenator dependent upon the diffusion of gases through plastic membranes. Trans Am Soc Artif Intern Organs. 1957;3:52-8.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Clowes Jr. GHA, Neville WE. The membrane oxygenator. In: Extracorporeal circulation. Springfield: Thomas;1958. p.81-100.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Peirce EC II, Rogers WK, Dabbs CH, Rawson FL. Clinical experience with the membrane lung used in conjunction with hypothermia. J Tn State Med Assoc. 1961;54(1):39-43.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Land&eacute; AJ, Edwards L, Bloch JH, Carlson RG, Subramanian V, Ascheim R et al. Prolonged cardiopulmonary support with a practical membrane oxygenator. Trans Am Soc Artif Intern Organs. 1970;16:352-6.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Kolobow T, Spragg RC, Pierce JE, Zapol WM. Extended term (to 16 days) partial extracorporeal blood gas exchange with the spiral membrane lung in unanesthetized lambs. Trans Am Soc Artif Intern Organs. 1971;17:350-4.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. DATASUS, 2004.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Garcia AM. Circula&ccedil;&atilde;o extracorp&oacute;rea em crian&ccedil;as. Acesso em 11/09/2002. Dispon&iacute;vel em: www.perfiline.com/artigos/artigos98/ceccrian.htm.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Souza MHL,    Elias DO. Curso de perfus&atilde;o neonatal. Acesso em 25/07/2005. Dispon&iacute;vel    em: <a href="http://www.perfiline.com" target="_blank">www.perfiline.com</a></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Gandolfi JF, Braile DM. Perspectivas de aplica&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica da oxigena&ccedil;&atilde;o extracorp&oacute;rea por membrana (ECMO) sem aux&iacute;lio circulat&oacute;rio em rec&eacute;m-nascidos. Rev Bras Cir Cardiovasc. 2003;18(4):359-63.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Moscardini AC, Godoy MF, Braile DM, Godoy JMP, Soares MJ, Brandi AC et al. Oxigena&ccedil;&atilde;o extracorp&oacute;rea por membrana e altera&ccedil;&otilde;es hematol&oacute;gicas em estudo experimental. Rev Bras Hematol Hemoter. 2002;24(2):97-104.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Novello WP, Dias FT, Bergamasco N, Braile DM. Clinical evaluation of oximaster i membrane oxygenator. Proceeding of the European Medical &amp; Biological Engineering Conference. 1999;37(2):66-7.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Novello WP, Braile DM. Avalia&ccedil;&atilde;o da tend&ecirc;ncia ao vazamento de plasma em membranas utilizadas em circula&ccedil;&atilde;o extracorp&oacute;rea. In: Congresso Brasileiro de Engenharia Mec&acirc;nica; 1999; &Aacute;guas de Lind&oacute;ia. Anais/CD Rom. &Aacute;guas de Lind&oacute;ia:Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Ci&ecirc;ncias Mec&acirc;nicas;1999.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back10"></a><a href="#top10"><img src="/img/revistas/rbccv/v20n4/seta.gif" border="0"></a>    <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:    <br>   </b> Adalberto Camim    <br>   Av. Juscelino K. de Oliveira, 1505    <br>   S&atilde;o Jos&eacute; do Rio Preto &#150; SP    <br>   CEP 15091-450    <br>   E-mail: <a href="mailto:camim@braile.com.br">camim@braile.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Artigo recebido    em setembro de 2005    <br>   Artigo aprovado    em dezembro de 2005</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Trabalho realizado    na Braile Biom&eacute;dica. S&atilde;o Jos&eacute; do Rio Preto, SP, Brasil.    <br>   <a name="back1"></a><a href="#top10">*</a> Os autores declaram conflito de interesse</font></p>       ]]></body>
</article>
