<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0103-507X</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista Brasileira de Terapia Intensiva]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev. bras. ter. intensiva]]></abbrev-journal-title>
<issn>0103-507X</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0103-507X2012000200004</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0103-507X2012000200004</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[À procura do Santo Graal: aonde vamos com os biomarcadores na sepse?]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Searching for the Holy Grail: where do we go with the current biomarkers for sepsis?]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dal-Pizzol]]></surname>
<given-names><![CDATA[Felipe]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ritter]]></surname>
<given-names><![CDATA[Cristiane]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade do Extremo Sul Catarinense  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Criciúma SC]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<volume>24</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>117</fpage>
<lpage>118</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-507X2012000200004&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0103-507X2012000200004&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0103-507X2012000200004&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri></article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>EDITORIAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Agrave; procura do Santo Graal: aonde vamos com os biomarcadores na   sepse?</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Felipe Dal-Pizzol<sup>I,II</sup>;  Cristiane Ritter<sup>I,II</sup></b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Unidade   de Terapia Intensiva, Hospital S&atilde;o Jos&eacute; - Crici&uacute;ma (SC), Brasil    <br>   <sup>II</sup></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em     Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de, Unidade Acad&ecirc;mica de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de, Universidade do Extremo Sul Catarinense -       Crici&uacute;ma (SC), Brasil.O     diagn&oacute;stico da sepse e sua estratifica&ccedil;&atilde;o &eacute; uma tarefa complicada devido &agrave; natureza variada e n&atilde;o espec&iacute;fica de sua apresenta&ccedil;&atilde;o. Nesse sentido,     torna-se cada vez mais importante a determina&ccedil;&atilde;o precisa de um diagn&oacute;stico     precoce bem como a possibilidade de estratifica&ccedil;&atilde;o mais adequada dos pacientes     para abrir perspectiva de um tratamento que possa ser iniciado em tempo h&aacute;bil     e, quem sabe, uso de terapias-alvo para sepse. Assim, pode ser poss&iacute;vel, no     futuro, transformar uma s&iacute;ndrome cl&iacute;nica em uma (ou mais) doen&ccedil;a distinta     pass&iacute;vel de caracteriza&ccedil;&atilde;o adequada e tratamento espec&iacute;fico</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><a href="#end">Autor correspondente</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O diagn&oacute;stico da sepse e sua estratifica&ccedil;&atilde;o &eacute; uma tarefa complicada devido   &agrave; natureza variada e n&atilde;o espec&iacute;fica de sua apresenta&ccedil;&atilde;o. Nesse sentido, torna-se   cada vez mais importante a determina&ccedil;&atilde;o precisa de um diagn&oacute;stico precoce bem   como a possibilidade de estratifica&ccedil;&atilde;o mais adequada dos pacientes para abrir   perspectiva de um tratamento que possa ser iniciado em tempo h&aacute;bil e, quem   sabe, uso de terapias-alvo para sepse. Assim, pode ser poss&iacute;vel, no futuro, transformar   uma s&iacute;ndrome cl&iacute;nica em uma (ou mais) doen&ccedil;a distinta pass&iacute;vel de caracteriza&ccedil;&atilde;o   adequada e tratamento espec&iacute;fico.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Neste contexto, a   procura de biomarcadores em sepse tem sido uma constante na pesquisa em terapia   intensiva para tentar atender a essas necessidades. Mais de 200 biomarcadores   foram estudados, entretanto n&atilde;o mais do que alguns poucos podem, nos dias de   hoje, serem utilizados rotineiramente no cuidado do paciente com sepse.<sup>(1)</sup> Entender essa enormidade de diferentes biomarcadores pode ser um tarefa   extremamente dif&iacute;cil e, talvez, seja melhor organiz&aacute;-los conforme sua utilidade   cl&iacute;nica. Cinco classes gerais de biomarcadores t&ecirc;m sido descritas: predi&ccedil;&atilde;o de   risco, diagn&oacute;stico, monitoramento, estratifica&ccedil;&atilde;o e desfecho.<sup>(2)</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Neste n&uacute;mero da RBTI, Martin   et al. determinaram o papel da interleucina (IL)-12 como marcador de estratifica&ccedil;&atilde;o   em pacientes pedi&aacute;tricos com sepse.<sup>(3)</sup> Apesar de n&atilde;o determinarem   diferen&ccedil;as significativas nos n&iacute;veis plasm&aacute;ticos de IL-12, em pacientes com   sepse e choque s&eacute;ptico, existe um aumento nos n&iacute;veis do biomarcador em pacientes   com choque s&eacute;ptico nas primeiras 12 horas ap&oacute;s a admiss&atilde;o na terapia intensiva.   Ent&atilde;o, apesar de aparentemente n&atilde;o ser &uacute;til para a estratifica&ccedil;&atilde;o dos doentes,   uma s&eacute;rie de diferentes novas possibilidades poderia se aplicar a esses   resultados. A IL-12 pode ser &uacute;til no monitoramento de pacientes com choque   s&eacute;ptico? Ser&aacute; a IL-12 um guia para decis&otilde;es terap&ecirc;uticas nessa popula&ccedil;&atilde;o? Qual   o real significado fisiopatol&oacute;gico disso (devemos bloquear ou n&atilde;o tal   resposta)? </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Entretanto, algumas   perguntas gerais deveriam ser feitas para todos os estudos envolvendo   biomarcadores. Por que empreendemos tanto esfor&ccedil;o na busca de novos   biomarcadores? O que realmente queremos deles? Ser&aacute; que entendemos   suficientemente a fisiopatologia da sepse para nos "arriscarmos" e testarmos   todas novas (e velhas) citocinas de forma isolada para tentar prever situa&ccedil;&otilde;es   em uma s&iacute;ndrome t&atilde;o complexa quanto &agrave; sepse? Esses estudos realmente adicionam   conhecimento relevante, ou apenas servem para nos deixar mais confusos em   rela&ccedil;&atilde;o &agrave; doen&ccedil;a? Entendemos que a busca de biomarcadores para sepse &eacute;   extremamente relevante para o cuidado de nossos pacientes (e para o   entendimento da doen&ccedil;a). Entretanto, tamb&eacute;m acreditamos que biomarcadores   isolados dificilmente nos dar&atilde;o uma resposta mais robusta acerca das perguntas   aqui relacionadas. A incorpora&ccedil;&atilde;o de biomarcadores em sistemas de   estratifica&ccedil;&atilde;o como, por exemplo, o sistema PIRO,<sup>(4)</sup> ou adicionados   a escores de severidade existentes<sup>(5) </sup>ou a painel de m&uacute;ltiplos   marcadores,<sup>(6) </sup>deve ser a melhor perspectiva que temos para o uso   futuro de biomarcadores. Esta provavelmente ser&aacute; a rota a ser seguida para   compreendermos melhor a doen&ccedil;a (ou as doen&ccedil;as) colocadas sobre o mesmo e geral   conceito de sepse para, no futuro, termos melhores e mais efetivas formas de   tratar nossos pacientes.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Pierrakos   C, Vincent JL. Sepsis biomarkers: a review.   Crit Care. 2010;14(1):R15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000020&pid=S0103-507X201200020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Marshall   JC, Reinhart K; International Sepsis Forum. Biomarkers of sepsis. Crit Care   Med. 2009;37(7):2290-8. Review.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000022&pid=S0103-507X201200020000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3.  Martin JG, Kurokawa CS, Carpi MF, Bonatto RC, Moraes   MA, Fioretto JR. Interleucina-12 em crian&ccedil;as com sepse e choque s&eacute;ptico. Rev   Bras Ter Intensiva. 2012;24(2):130-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000024&pid=S0103-507X201200020000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Soares M, Lisboa T, Salluh JI. Translating the PIRO staging system concept   into clinical practice: where do we go from here? Crit Care Med.   2011;39(2):408-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000026&pid=S0103-507X201200020000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Bozza   FA, Salluh JI, Japiassu AM, Soares M, Assis EF, Gomes RN, et al. Cytokine profiles as markers of   disease severity in sepsis:   a multiplex analysis. Crit Care. 2007;11(2):R49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000028&pid=S0103-507X201200020000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Kellum   JA, Kong L, Fink MP, Weissfeld LA, Yealy DM, Pinsky MR, Fine J, Krichevsky A,   Delude RL, Angus DC; GenIMS Investigators. Understanding the inflammatory cytokine response in pneumonia and sepsis: results of   the Genetic and Inflammatory Markers of Sepsis (GenIMS) Study. Arch Intern Med. 2007;167(15):1655-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000030&pid=S0103-507X201200020000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="end"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rbti/v24n2/seta.jpg" border="0"></a> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Autor correspondente:</b></font>    <br>     <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Felipe Dal-Pizzol</font>    <br>     <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Laborat&oacute;rio de Fisiopatologia Experimental</font>    <br>     <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Universidade do Extremo Sul Catarinense</font>    <br>     <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Av. Universit&aacute;ria, 1105 </font>    <br>     <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">CEP: 88801450 &#150; Criciuma (SC), Brasil</font>    <br>     <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">E-mail: <a href="mailto:piz@unesc.net">piz@unesc.net</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Conflitos de interesse:</b> Nenhum.</font></p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pierrakos]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vincent]]></surname>
<given-names><![CDATA[JL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sepsis biomarkers: a review]]></article-title>
<source><![CDATA[Crit Care]]></source>
<year>2010</year>
<volume>14</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>R15</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Marshall]]></surname>
<given-names><![CDATA[JC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Reinhart]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
</person-group>
<collab>International Sepsis Forum</collab>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Biomarkers of sepsis]]></article-title>
<source><![CDATA[Crit Care Med]]></source>
<year>2009</year>
<volume>37</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>2290-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martin]]></surname>
<given-names><![CDATA[JG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kurokawa]]></surname>
<given-names><![CDATA[CS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carpi]]></surname>
<given-names><![CDATA[MF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bonatto]]></surname>
<given-names><![CDATA[RC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moraes]]></surname>
<given-names><![CDATA[MA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fioretto]]></surname>
<given-names><![CDATA[JR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Interleucina-12 em crianças com sepse e choque séptico]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Ter Intensiva]]></source>
<year>2012</year>
<volume>24</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>130-6</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Soares]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lisboa]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Salluh]]></surname>
<given-names><![CDATA[JI]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Translating the PIRO staging system concept into clinical practice: where do we go from here?]]></article-title>
<source><![CDATA[Crit Care Med]]></source>
<year>2011</year>
<volume>39</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>408-9</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bozza]]></surname>
<given-names><![CDATA[FA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Salluh]]></surname>
<given-names><![CDATA[JI]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Japiassu]]></surname>
<given-names><![CDATA[AM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Soares]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Assis]]></surname>
<given-names><![CDATA[EF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[RN]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Cytokine profiles as markers of disease severity in sepsis: a multiplex analysis]]></article-title>
<source><![CDATA[Crit Care]]></source>
<year>2007</year>
<volume>11</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>R49</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kellum]]></surname>
<given-names><![CDATA[JA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kong]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fink]]></surname>
<given-names><![CDATA[MP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Weissfeld]]></surname>
<given-names><![CDATA[LA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yealy]]></surname>
<given-names><![CDATA[DM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinsky]]></surname>
<given-names><![CDATA[MR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fine]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Krichevsky]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Delude]]></surname>
<given-names><![CDATA[RL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Angus]]></surname>
<given-names><![CDATA[DC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[GenIMS Investigators]]></surname>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Understanding the inflammatory cytokine response in pneumonia and sepsis: results of the Genetic and Inflammatory Markers of Sepsis (GenIMS) Study]]></article-title>
<source><![CDATA[Arch Intern Med]]></source>
<year>2007</year>
<volume>167</volume>
<numero>15</numero>
<issue>15</issue>
<page-range>1655-63</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
