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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Promoção da Saúde, Sustentabilidade e Agroecologia: uma discussão intersetorial]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[When one analyses the conceptual approach in the areas of Agroecology and Health Promotion, one notices the similarities of those scientific and practical fields starting from their common guidelines: to strengthen democracy; to promote citizenship, empowerment, autonomy and community participation of their social actors; to revisit traditional and popular practices and knowledge; to promote health, quality of life and environmental, social and economic sustainability. However, in spite of their common interfaces, these two fields have not been dialoguing. Agroecology and its potential action of health promotion in the rural areas have not been discussed in the fields of Public Health and Health Promotion. In turn, these two areas of study have not produced knowledge that can contribute to Agroecology, as a health promotion strategy. This article intends to emphasize the relationship between those two fields of studies, exploring them theoretically. Besides, the article presents Agroecology as an intersectoral strategy of health promotion, sustainability and food safety.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>PARTE    I - ARTIGOS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4">    <b> Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de, Sustentabilidade e Agroecologia:    uma discuss&atilde;o intersetorial<a name="top1"></a><a href="#back1"><a name="top1"></a></a><a href="#back1"><sup>1</sup></a></b>    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Health Promotion,    Sustainability and Agroecology: an intersectoral discussion</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Elaine de Azevedo<sup>I</sup>;    Maria Cec&iacute;lia Focesi Pelicioni<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Professora    Adjunta da Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de, Universidade Federal    da Grande Dourados. P&oacute;s-Doutoranda no Departamento de Pr&aacute;tica    de Sa&uacute;de P&uacute;blica, Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica, Universidade    de S&atilde;o Paulo. Avenida Dr. Arnaldo, 715, CEP 01246-904, S&atilde;o Paulo,    SP, Brasil. E-mail: <a href="mailto:elainepeled@gmail.com">elainepeled@gmail.com</a>    <br>   <sup>II</sup>Professora associada no Departamento de Pr&aacute;tica de Sa&uacute;de    P&uacute;blica, Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica, Universidade de S&atilde;o    Paulo. Avenida Dr. Arnaldo, 715, CEP 01246-904, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil.    E-mail: <a href="mailto:ceciliapelicioni@uol.com.br">ceciliapelicioni@uol.com.br</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Analisando a abordagem    conceitual dos ide&aacute;rios de Agroecologia e da Promo&ccedil;&atilde;o da    Sa&uacute;de, percebe-se a aproxima&ccedil;&atilde;o desses campos cient&iacute;ficos    e pr&aacute;ticos a partir de suas diretrizes comuns de fomentar a democracia,    promover a cidadania, o <i>empowerment</i>, a autonomia e a participa&ccedil;&atilde;o    comunit&aacute;ria dos atores sociais, resgatar saberes e pr&aacute;ticas tradicionais    e populares, al&eacute;m de promover sa&uacute;de, qualidade de vida e sustentabilidade    nos n&iacute;veis ambiental, social e econ&ocirc;mico. Entretanto, apesar de    suas interfaces comuns, esses dois campos n&atilde;o t&ecirc;m dialogado. A    Agroecologia e sua potencial a&ccedil;&atilde;o de promo&ccedil;&atilde;o de    sa&uacute;de no meio rural n&atilde;o t&ecirc;m sido discutidas na Sa&uacute;de    P&uacute;blica e na Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de; por sua vez, tais    &aacute;reas tampouco t&ecirc;m produzido conhecimentos que possam contribuir    para o fortalecimento da Agroecologia enquanto estrat&eacute;gia de promo&ccedil;&atilde;o    da sa&uacute;de. Esse artigo pretende ressaltar a rela&ccedil;&atilde;o entre    esses dois campos de estudos, explorando-os conceitualmente. Al&eacute;m disso,    o artigo sinaliza a Agroecologia como uma estrat&eacute;gia intersetorial de    promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de, de sustentabilidade e de seguran&ccedil;a    alimentar e nutricional.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>    Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de; Agroecologia; Sustentabilidade; Intersetorialidade.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">When one analyses    the conceptual approach in the areas of Agroecology and Health Promotion, one    notices the similarities of those scientific and practical fields starting from    their common guidelines: to strengthen democracy; to promote citizenship, empowerment,    autonomy and community participation of their social actors; to revisit traditional    and popular practices and knowledge; to promote health, quality of life and    environmental, social and economic sustainability. However, in spite of their    common interfaces, these two fields have not been dialoguing. Agroecology and    its potential action of health promotion in the rural areas have not been discussed    in the fields of Public Health and Health Promotion. In turn, these two areas    of study have not produced knowledge that can contribute to Agroecology, as    a health promotion strategy. This article intends to emphasize the relationship    between those two fields of studies, exploring them theoretically. Besides,    the article presents Agroecology as an intersectoral strategy of health promotion,    sustainability and food safety.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b>    Health Promotion; Agroecology; Sustainability; Intersectorality.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O movimento de    Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de teve in&iacute;cio no Canad&aacute;,    na d&eacute;cada de 1970, quando o Ministro da Sa&uacute;de canadense Marc Lalonde    estimulou a identifica&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise das principais causas    determinantes da morbidade e mortalidade no pa&iacute;s e como tais causas influenciavam    a sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O ide&aacute;rio    de Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de, compreendido por Pelicioni (2005)    como um novo paradigma da Sa&uacute;de P&uacute;blica, &eacute; percebido como    um processo orientado por uma vis&atilde;o de sa&uacute;de que considera as    diversas causas do bin&ocirc;mio sa&uacute;de-doen&ccedil;a a partir de valores    &eacute;ticos de democratiza&ccedil;&atilde;o, est&iacute;mulo &agrave; participa&ccedil;&atilde;o    popular, &agrave; equidade, &agrave;s pr&aacute;ticas intersetoriais e &agrave;    promo&ccedil;&atilde;o da sustentabilidade. Nesse contexto, a sa&uacute;de &eacute;    percebida como produto de um amplo espectro de fatores - ambiental, f&iacute;sico,    social, pol&iacute;tico, econ&ocirc;mico e cultural - relacionados com a qualidade    de vida. Al&eacute;m de partir de uma ampla concep&ccedil;&atilde;o do processo    sa&uacute;de-doen&ccedil;a e de seus determinantes, o campo de Promo&ccedil;&atilde;o    da Sa&uacute;de prop&otilde;e a articula&ccedil;&atilde;o de saberes t&eacute;cnicos    e populares e a mobiliza&ccedil;&atilde;o de recursos institucionais e comunit&aacute;rios,    p&uacute;blicos e privados, para seu enfrentamento e resolu&ccedil;&atilde;o    (Whestphal, 2006; Pelicioni, 2005).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim sendo, a    Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de trabalha com a ideia de "responsabiliza&ccedil;&atilde;o    m&uacute;ltipla", seja pelos problemas, seja pelas solu&ccedil;&otilde;es propostas    para eles, combinando "a&ccedil;&otilde;es do Estado (pol&iacute;ticas p&uacute;blicas    saud&aacute;veis); da comunidade (refor&ccedil;o da a&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria);    de indiv&iacute;duos (desenvolvimento de habilidades pessoais); do sistema de    sa&uacute;de (reorienta&ccedil;&atilde;o do sistema de sa&uacute;de); e de parcerias    intersetoriais" (Buss, 2000, p. 165).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Naido e Wills,    citados por Westphal (2006), classificaram em cinco grupos as diferentes iniciativas    de Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de realizadas at&eacute; o momento: biom&eacute;dicas    - caracterizadas por uma defini&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de como aus&ecirc;ncia    de doen&ccedil;a e centradas na cura e reabilita&ccedil;&atilde;o; comportamentais    - voltadas aos estilos de vida individuais; educacionais - tamb&eacute;m voltadas    ao estilo de vida, por&eacute;m na perspectiva do <i>empowerment<a name="top2"></a><a href="#back2"><sup>2</sup></a></i>    individual; o <i>empowerment</i> coletivo - associado ao desenvolvimento comunit&aacute;rio    local, baseado no est&iacute;mulo &agrave; participa&ccedil;&atilde;o social    de todos os envolvidos no problema;) para a transforma&ccedil;&atilde;o social    - centrado no conceito de democracia participativa, ou seja, a constru&ccedil;&atilde;o    participativa de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas saud&aacute;veis, orientadas    pelo principio da equidade, que orienta para a mudan&ccedil;a das rela&ccedil;&otilde;es    de poder e a&ccedil;&otilde;es sobre os determinantes sociais da sa&uacute;de.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nesse artigo destacamos    duas diretrizes da Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de - o est&iacute;mulo    &agrave; intersetorialidade e a promo&ccedil;&atilde;o da sustentabilidade -    que ser&atilde;o aqui discutidas a partir da perspectiva da Agroecologia como    um campo de estudos que reverbera com as premissas da Promo&ccedil;&atilde;o    da Sa&uacute;de.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para Mendes e Akerman    (2007), a intersetorialidade apresenta no campo do fazer os mesmos desafios    que a interdisciplinaridade tem no campo do saber. Mais do que um princ&iacute;pio    da Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de, essa &eacute; uma pr&aacute;tica    a ser estabelecida em territ&oacute;rios espec&iacute;ficos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O conceito de intersetorialidade    foi bem foi definido por Feuerwerker e Costa (2000 <i>apud</i> Mendes; Akerman,    2007, p. 94) como:</font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">... articula&ccedil;&atilde;o      entre sujeitos de setores sociais diversos e, portanto, de saberes, poderes      e vontades diversos, para enfrentar problemas complexos. &Eacute; uma nova      forma de trabalhar, de governar e de construir pol&iacute;ticas p&uacute;blicas      que pretende possibilitar a supera&ccedil;&atilde;o da fragmenta&ccedil;&atilde;o      dos conhecimentos e das estruturas sociais para produzir efeitos mais significativos      na sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o.</font></p> </blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em 2006, foi implantada    no Brasil a Pol&iacute;tica Nacional de Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de    que, apesar da ambiguidade de suas a&ccedil;&otilde;es, ratifica o compromisso    com a amplia&ccedil;&atilde;o das propostas para a promo&ccedil;&atilde;o da    sa&uacute;de nos servi&ccedil;os e na gest&atilde;o do Sistema &Uacute;nico    de Sa&uacute;de (SUS). Entre seus objetivos, est&aacute; o de promover a sustentabilidade.    Para Westphal e Ziglio (1999), tal princ&iacute;pio leva a iniciativas que estejam    em acordo com o desenvolvimento sustent&aacute;vel e que garantam o estabelecimento    de processos de transforma&ccedil;&otilde;es coletivas est&aacute;veis e duradouras,    com impacto de m&eacute;dio e longo prazos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A ideia de desenvolvimento    sustent&aacute;vel foi constru&iacute;da a partir de distintas perspectivas,    em contraponto &agrave; vis&atilde;o tradicional de desenvolvimento, herdada    do s&eacute;culo 19, que privilegia o crescimento econ&ocirc;mico e a industrializa&ccedil;&atilde;o    como sin&ocirc;nimos de desenvolvimento, desconsiderando o car&aacute;ter finito    dos recursos naturais e a exclus&atilde;o social. Assim sendo, o desenvolvimento    sustent&aacute;vel resgata as premissas de equidade social; de distribui&ccedil;&atilde;o    de riquezas; do fim da explora&ccedil;&atilde;o dos seres humanos; da elimina&ccedil;&atilde;o    das discrimina&ccedil;&otilde;es de g&ecirc;nero, ra&ccedil;a, gera&ccedil;&atilde;o    ou qualquer outra; da garantia de direitos a vida, felicidade, sa&uacute;de,    educa&ccedil;&atilde;o, moradia, cultura, emprego e envelhecimento com dignidade;    da democracia plena, al&eacute;m da responsabilidade ecol&oacute;gica e da participa&ccedil;&atilde;o    cidad&atilde; como partes indissoci&aacute;veis do desenvolvimento (Azevedo    e Rigon, 2010).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A no&ccedil;&atilde;o    de sustentabilidade foi pela primeira vez introduzida numa discuss&atilde;o    de car&aacute;ter ambiental, em 1983, realizada em Nair&oacute;bi e organizada    pela ONU para estudar a rela&ccedil;&atilde;o entre desenvolvimento e meio ambiente    e criar uma nova perspectiva para abordar estas quest&otilde;es. A Comiss&atilde;o    sobre Meio Ambiente e o Desenvolvimento (UNCED) produziu nesse evento um documento    chamado de Nosso Futuro Comum ou Relat&oacute;rio <i>Brundtland</i>, em refer&ecirc;ncia    &agrave; presidente da Comiss&atilde;o, a ent&atilde;o primeira-ministra da    Noruega, Gro Harlem Brundtland. Esse relat&oacute;rio veio a p&uacute;blico    em 1987 e definiu o desenvolvimento sustent&aacute;vel como um "novo caminho    de progresso social, ambiental e econ&ocirc;mico que procura atender as aspira&ccedil;&otilde;es    do presente sem comprometer a possibilidade de atend&ecirc;-las no futuro" (ONU,    1991).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Desde essa &eacute;poca    o conceito de sustentabilidade vem sendo abordado sob diversas perspectivas    e recebendo contribui&ccedil;&otilde;es para sua constru&ccedil;&atilde;o. Um    exemplo de tal constru&ccedil;&atilde;o pode ser explorado na &oacute;tica da    Agroecologia e do sistema agroalimentar, a partir da discuss&atilde;o que envolve    a Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Relacionar sa&uacute;de    e sistema agroalimentar ainda tem sido um desafio acad&ecirc;mico. Mesmo com    o fortalecimento dos movimentos da Reforma Sanit&aacute;ria Brasileira, na d&eacute;cada    de 1970, e de Promo&ccedil;&atilde;o de Sa&uacute;de, na d&eacute;cada de 1980,    que resgataram a essencialidade dos diferentes determinantes e condicionantes    do processo sa&uacute;de-doen&ccedil;a, as repercuss&otilde;es socioambientais    do padr&atilde;o produtivo dominante n&atilde;o ganharam a devida import&acirc;ncia    na &aacute;rea da sa&uacute;de. Isso se torna mais instigante se pensarmos que    o Brasil ainda &eacute; um pa&iacute;s com perfil fortemente agr&iacute;cola    e que grande parte da popula&ccedil;&atilde;o urbana tem v&iacute;nculos com    o meio rural (especialmente aquela mais vulner&aacute;vel socialmente e foco    de diferentes programas na &aacute;rea de Sa&uacute;de P&uacute;blica). Ou seja,    as interven&ccedil;&otilde;es da Sa&uacute;de P&uacute;blica parecem ter sido,    essencialmente, encontrar solu&ccedil;&otilde;es para muitas mazelas urbanas    que se originaram no meio rural.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Grandes mudan&ccedil;as    internas nas pr&aacute;ticas agr&iacute;colas e na sociedade rural, ocorridas    entre o final do s&eacute;culo 18 e o in&iacute;cio do s&eacute;culo 19, levaram    &agrave; intensifica&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o de alimentos    para dar suporte &agrave; crescente popula&ccedil;&atilde;o urbana que apoiava    a Revolu&ccedil;&atilde;o Industrial. Tais mudan&ccedil;as no padr&atilde;o    produtivo afetaram de imediato a qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o,    de modo que Virchow (<i>apud</i> McNeely, 2002) j&aacute; sinalizava, em 1848,    a necessidade de reforma agr&aacute;ria, o fortalecimento de cooperativas e    o desenvolvimento rural como pr&aacute;ticas que interferiam diretamente na    melhoria da sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o. Na verdade, esse foi o    momento em que se configurou o nascimento da Medicina Social na Europa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O sistema agroalimentar    moderno baseou-se nos avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos e nas descobertas cient&iacute;ficas    da agricultura e da pecu&aacute;ria (como o uso de fertilizantes sint&eacute;ticos,    agrot&oacute;xicos e drogas veterin&aacute;rias; o melhoramento gen&eacute;tico,    o confinamento animal; a mecaniza&ccedil;&atilde;o); na grande escala de produ&ccedil;&atilde;o    (local e global); na industrializa&ccedil;&atilde;o; na oferta de alimentos    desconectada da sazonalidade; na distribui&ccedil;&atilde;o e comercializa&ccedil;&atilde;o    em grandes redes varejistas; na escolha dispon&iacute;vel a todos que podem    arcar com os pre&ccedil;os dos alimentos; nas desigualdades nutricionais entre    e dentro das sociedades; e nas repercuss&otilde;es socioambientais vinculadas    ao modelo produtivo (Beardsworth e Keil, 1997). Mais recentemente, surgem novas    biotecnologias vinculadas ao sistema agroalimentar, a partir do desenvolvimento    das sementes transg&ecirc;nicas e dos alimentos produzidos pela nanotecnologia.    Esse sistema agroalimentar, ao priorizar elevados ganhos de produtividade, gerou    repercuss&otilde;es que podem ser agrupadas em tr&ecirc;s dimens&otilde;es:    econ&ocirc;mica, social e ambiental (Lamarche, 1993).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na <b>dimens&atilde;o    econ&ocirc;mica</b>, pois &eacute; um padr&atilde;o dispendioso que focou no    aumento da efici&ecirc;ncia tecnol&oacute;gica e comercial, produzindo os efeitos    da superprodu&ccedil;&atilde;o, com consequ&ecirc;ncias sobre o dinamismo da    atividade produtiva. Tal dimens&atilde;o se entrela&ccedil;a com a <b>social</b>,    uma vez que a moderniza&ccedil;&atilde;o no meio rural n&atilde;o se ajustou    &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es da agricultura familiar, reduziu a necessidade    da for&ccedil;a de trabalho e, consequentemente, excluiu o agricultor familiar    do processo produtivo, tornando-se incremento de desigualdades sociais e pobreza    nos meios urbano e rural.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na <b>dimens&atilde;o    ambiental</b>, o alto consumo de energia exigido pelo padr&atilde;o e o uso    excessivo e indiscriminado dos insumos qu&iacute;micos de origem industrial    provocam eros&atilde;o, desmatamento, polui&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas,    solos, alimentos e ar e perda da biodiversidade aumentando o risco de desgaste    de recursos naturais. Segundo a Ag&ecirc;ncia Brasileira de Not&iacute;cias<a name="top3"></a><a href="#back3"><sup>3</sup></a>,    o Brasil &eacute; hoje o maior produtor de agrot&oacute;xicos, com aumento de    127% entre os anos de 2003 e 2008.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O sistema agroalimentar    vem se constituindo em um dos maiores fatores de desequil&iacute;brio ambiental,    e a discuss&atilde;o que permeia a sa&uacute;de e o meio ambiente deve considerar    esse fato, ampliando as discuss&otilde;es relacionadas ao uso funcional de agrot&oacute;xicos.    Isso porque a agropecu&aacute;ria tem provocado outros danos ambientais. De    acordo com o censo agropecu&aacute;rio mencionado, desde 1995 houve uma redu&ccedil;&atilde;o    de 12,1 milh&otilde;es de hectares (-11%) nas &aacute;reas com matas e florestas    contidas em estabelecimentos agropecu&aacute;rios em todo o Brasil. No que diz    respeito &agrave; influ&ecirc;ncia do sistema produtivo moderno sobre as mudan&ccedil;as    clim&aacute;ticas, dados fornecidos pelo relat&oacute;rio do Painel Intergovernamental    sobre Mudan&ccedil;a do Clima demonstram que o di&oacute;xido de carbono, resultante    da queima de combust&iacute;veis e das mudan&ccedil;as no uso da terra como    queimadas, contribui atualmente com 55% dos gases do efeito estufa; o g&aacute;s    metano, 20 vezes mais potente que o CO<sub>2</sub>, proveniente do confinamento    animal, tamb&eacute;m aparece como efeito causal, e o &oacute;xido nitroso,    300 vezes mais potente que o CO<sub>2</sub>, resultante do uso de fertilizantes    e queimadas da agricultura, contribui com 6% das emiss&otilde;es (IPCC, 2009).    A &uacute;ltima Confer&ecirc;ncia Internacional de Promo&ccedil;&atilde;o da    Sa&uacute;de, realizada em 2009, em Nair&oacute;bi, destacou a tem&aacute;tica    do aquecimento global como um desafio. Tal tem&aacute;tica se insere na discuss&atilde;o    sobre a "diplomacia da sa&uacute;de", conceito que surge para tratar dos fatores    da sa&uacute;de que transcendem as fronteiras nacionais e exp&otilde;em os pa&iacute;ses    &agrave;s influ&ecirc;ncias globais (Buss e Ferreira, 2010).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Voltando &agrave;s    repercuss&otilde;es do padr&atilde;o moderno de produ&ccedil;&atilde;o de alimentos,    destacamos que a <b>sa&uacute;de p&uacute;blica</b> tamb&eacute;m sofreu os    efeitos da ado&ccedil;&atilde;o desse padr&atilde;o. Dados da &aacute;rea de    sa&uacute;de p&uacute;blica mostram que a popula&ccedil;&atilde;o do continente    americano vive uma epidemia crescente de doen&ccedil;as n&atilde;o transmiss&iacute;veis.    Por outro lado, doen&ccedil;as transmiss&iacute;veis consideradas extintas,    como a mal&aacute;ria, a tuberculose, as infec&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias    e as diarreias, ainda matam (Alleyne, 2001). Essas doen&ccedil;as concentram-se    especialmente entre a popula&ccedil;&atilde;o socialmente vulner&aacute;vel,    faixa que o padr&atilde;o t&eacute;cnico moderno de produ&ccedil;&atilde;o de    alimentos contribuiu significativamente para formar. O mundo ainda sofre com    os problemas da desigualdade social e, consequentemente, com os riscos relacionados    &agrave; falta de alimentos. Outros riscos sobre a sa&uacute;de humana s&atilde;o    democr&aacute;ticos e atingem todas as classes sociais. S&atilde;o riscos relacionados    &agrave; contamina&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas e do solo, al&eacute;m    da modifica&ccedil;&atilde;o da qualidade dos alimentos consumidos, questionada    no que diz respeito &agrave; sua toxicidade, devido &agrave; presen&ccedil;a    de contaminantes qu&iacute;micos utilizados na sua produ&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Existem estudos    compilados na revis&atilde;o de Siqueira e Kruse (2008) que sinalizam riscos    de agrot&oacute;xicos sobre a sa&uacute;de humana, na forma de alguns tipos    de c&acirc;ncer (como os de mama, test&iacute;culo, pr&oacute;stata e ov&aacute;rio),    infertilidade e m&aacute; forma&ccedil;&atilde;o cong&ecirc;nita. Outras repercuss&otilde;es    incluem sintomas respirat&oacute;rios (Faria e col., 2005), Mal de Parkinson    (Elbaz e col., 2009; Ascherio e col., 2006) e depress&atilde;o (Beseler e col.,    2006). A grande maioria dos estudos das repercuss&otilde;es de contaminantes    qu&iacute;micos da agricultura sobre a sa&uacute;de concentra-se nos agrot&oacute;xicos,    mas apresentamos a seguir repercuss&otilde;es sobre a sa&uacute;de de outros    contaminantes explorados em estudos cient&iacute;ficos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com rela&ccedil;&atilde;o    ao consumo de nitratos provenientes de adubos nitrogenados, sabe-se que eles    s&atilde;o transformados pelo &aacute;cido clor&iacute;drico em nitritos, de    potencial a&ccedil;&atilde;o carcinog&ecirc;nica. Existem muitos estudos das    d&eacute;cadas de 1990 e in&iacute;cio de 2000, citados por Powlson e colaboradores    (2008), que mostram uma associa&ccedil;&atilde;o positiva entre nitrato e linfomas    de <i>Non-Hodgkin</i>, c&acirc;ncer de bexiga, ov&aacute;rio, &uacute;tero e    colorretal e um tipo de anemia em beb&ecirc;s, a metaemoglobinemia. Entretanto,    os mesmos autores relatam que h&aacute; estudos que mostram efeitos ben&eacute;ficos    dos nitratos em gastroenterites e doen&ccedil;as cardiovasculares. Tais controv&eacute;rsias    sugerem a necessidade de estudos urgentes que esclare&ccedil;am tais repercuss&otilde;es.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na &aacute;rea    de aditivos sint&eacute;ticos, Pol&ocirc;nio e Peres (2009) ressaltam a car&ecirc;ncia    de pesquisas sobre o tema, mas compilam alguns estudos de diferentes tipos de    aditivos que podem trazer riscos &agrave; sa&uacute;de, em particular &agrave;    sa&uacute;de infantil. Na revis&atilde;o desses autores, o n&uacute;mero de    estudos foi maior e os resultados mais consistentes quanto &agrave;s manifesta&ccedil;&otilde;es    cl&iacute;nicas de rinite, urtic&aacute;ria, angioedema, asma e alergias provocadas    pelos aditivos, em particular pelos corantes artificiais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A produ&ccedil;&atilde;o    animal tamb&eacute;m se utiliza de contaminantes que podem trazer repercuss&otilde;es    sobre a sa&uacute;de humana. O uso indiscriminado dos antibi&oacute;ticos nas    ra&ccedil;&otilde;es pode intervir no desenvolvimento de popula&ccedil;&otilde;es    bacterianas resistentes, afetando a sa&uacute;de humana. Tais consequ&ecirc;ncias    incluem infec&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o ocorreriam sem o consumo regular    de antibi&oacute;ticos nos alimentos contaminados, falha no tratamento com antibi&oacute;ticos    e aumento na severidade dos casos de infec&ccedil;&atilde;o (FAO e col., 2003).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outras drogas veterin&aacute;rias,    encontradas como res&iacute;duos no leite bovino, os piretroides, foram objeto    de estudo de Vassilief (2000), que descreveu sua a&ccedil;&atilde;o neurot&oacute;xica    (especialmente hiperatividade) em crian&ccedil;as que consomem tal alimento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No que diz respeito    aos alimentos transg&ecirc;nicos, os riscos &agrave; sa&uacute;de humana est&atilde;o    relacionados a dois tipos de incertezas: a primeira &eacute; vinculada aos tipos    e circunst&acirc;ncias que promovem a absor&ccedil;&atilde;o e a instala&ccedil;&atilde;o    e persist&ecirc;ncia do DNA ex&oacute;geno no trato gastrointestinal dos mam&iacute;feros,    podendo conduzir ao desenvolvimento de condi&ccedil;&otilde;es para aquisi&ccedil;&atilde;o    de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas (Smith, 2009). A segunda categoria de riscos    &eacute; aquela que pode vir da produ&ccedil;&atilde;o de amea&ccedil;as potenciais,    tais como os alerg&ecirc;nicos, j&aacute; experenciadas por consumidores que    utilizaram o suplememto alimentar transg&ecirc;nico L- triptofano e o milho    StarLink com o gene contendo a toxina Bt (Traavik e Heinemann, 2007; Bucchini    e Goldman, 2002).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ressaltamos que    o escasso n&uacute;mero de estudos sobre o tema dos transg&ecirc;nicos evidencia    a pol&ecirc;mica sobre a ado&ccedil;&atilde;o e a libera&ccedil;&atilde;o dessa    biotecnologia, bem como a incerteza de seus efeitos sobre a sa&uacute;de humana    e ambiental e a aus&ecirc;ncia de dados experimentais. Tal fato destaca uma    quest&atilde;o importante que diz respeito &agrave; imprud&ecirc;ncia da Comiss&atilde;o    Brasileira de Biosseguran&ccedil;a (CNTBio)<a name="top4"></a><a href="#back4"><sup>4</sup></a>,    que liberou alimentos transg&ecirc;nicos sem consenso cientifico (como a Soja    Bt) e outros n&atilde;o comprovadamente seguros, como os tr&ecirc;s tipos de    milho transg&ecirc;nico, o milho <i>Liberty Link</i>; o milho <i>Guardian</i>    e o milho Bt1, os quais n&atilde;o apresentam nenhum estudo sobre seguran&ccedil;a    alimentar e riscos &agrave; sa&uacute;de humana e ao meio ambiente nos ecossistemas    brasileiros, contrariando as normas mais elementares de biosseguran&ccedil;a    (Camara e col., 2009).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">E, por fim, apresentamos    as repercuss&otilde;es sobre <b>a dimens&atilde;o cultural</b>. O padr&atilde;o    t&eacute;cnico moderno permitiu uma mudan&ccedil;a na agricultura, inserida    no contexto urbano-industrial pr&oacute;prio da modernidade, que enfatiza, al&eacute;m    da produtividade, tend&ecirc;ncias de uniformiza&ccedil;&atilde;o dos modos    de vida rural e urbano. Essas tend&ecirc;ncias incentivaram mudan&ccedil;as    no modo de viver do agricultor familiar e contribu&iacute;ram para minar a import&acirc;ncia    da manuten&ccedil;&atilde;o da sua racionalidade e de sua identidade cultural.    O conhecimento agr&iacute;cola tradicional, bem como os h&aacute;bitos de vida    relacionados &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o da cultura de cada regi&atilde;o,    foram desvalorizados. O sistema de produ&ccedil;&atilde;o de alimentos e os    h&aacute;bitos alimentares culturalmente diferenciados foram substitu&iacute;dos    por alimentos produzidos sob a &oacute;tica da predomin&acirc;ncia econ&ocirc;mica,    tecnol&oacute;gica e cultural ocidental (Wilkinson, 2002).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao analisar essas    dimens&otilde;es vislumbram-se as mudan&ccedil;as no modo de viver dos agricultores    que alteraram negativamente sua sa&uacute;de e qualidade de vida. Muitas dessas    mudan&ccedil;as s&atilde;o tamb&eacute;m extensivas aos moradores do meio urbano    ou interferem diretamente sobre eles. Pensar a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos    dentro do padr&atilde;o t&eacute;cnico moderno como propulsora de modifica&ccedil;&otilde;es    na sa&uacute;de e qualidade de vida torna-se importante considerando que ela    &eacute; a principal atividade produtiva do meio rural, relacionada a v&aacute;rias    esferas da vida humana. Essa atividade, vinculada a agricultores familiares,    &eacute; o objeto de estudo da Agroecologia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>A Agroecologia</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Agroecologia    caracteriza-se como um movimento sociopol&iacute;tico de fortalecimento do agricultor    em busca de sua identidade e ra&iacute;zes culturais e, principalmente, de sua    autonomia, poder de decis&atilde;o e participa&ccedil;&atilde;o ativa no processo    produtivo, favorecendo o local como foco de a&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Agroecologia,    mais do que tratar do manejo ecologicamente respons&aacute;vel dos recursos,    constitui-se em um campo do conhecimento cient&iacute;fico que pretende estudar    a atividade agr&aacute;ria, partindo de um enfoque hol&iacute;stico e de uma    abordagem sist&ecirc;mica (Caporal e col., 2009).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tal ide&aacute;rio    se ajusta &agrave;s quest&otilde;es sociais que permeiam a realidade rural brasileira;    enquanto a Agricultura Org&acirc;nica &eacute; considerada um sistema produtivo    que trabalha com diferentes segmentos sociais, a Agroecologia tem a agricultura    familiar como foco de seu campo de estudos e clama para ser compreendida n&atilde;o    apenas como um sistema produtivo, mas como uma nova ci&ecirc;ncia em constru&ccedil;&atilde;o.    Entretanto, quando se aborda especificamente o padr&atilde;o produtivo assumido    pela Agroecologia, reporta-se ao termo "Agricultura Ecol&oacute;gica" e os alimentos    produzidos nesse padr&atilde;o s&atilde;o chamados de "alimentos ecol&oacute;gicos".    Esclarecemos que no Brasil existem diversos sistemas produtivos que trabalham    sob a &oacute;tica da conserva&ccedil;&atilde;o ambiental e da produ&ccedil;&atilde;o    de alimentos isentos de contaminantes qu&iacute;micos. Entre eles, citamos a    Agricultura Org&acirc;nica, a Biodin&acirc;mica, a Natural, a Biol&oacute;gica,    a pr&aacute;tica da Permacultura, entre outras que, junto com a Agroecologia,    est&atilde;o subordinadas ao nome comum de Agricultura Org&acirc;nica, a partir    da legisla&ccedil;&atilde;o de 2007 (Brasil, 2007). Sem desconsiderar as diferen&ccedil;as    entre tais correntes, nesse artigo, os termos alimentos org&acirc;nico e ecol&oacute;gico    ser&atilde;o usados ocasionalmente como sin&ocirc;nimos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para Caporal e    Costabeber (2004, p. 11), a Agroecologia &eacute; entendida como um "enfoque    cient&iacute;fico destinado a apoiar a transi&ccedil;&atilde;o dos atuais modelos    de desenvolvimento rural e de agricultura convencionais para estilos de desenvolvimento    rural e de agriculturas sustent&aacute;veis". Para esses autores, essa nova    ci&ecirc;ncia deve atender requisitos sociais, considerar aspectos culturais,    preservar recursos ambientais, considerar a inclus&atilde;o pol&iacute;tica    e o <i>empowerment</i> dos seus atores, por meio de uma a&ccedil;&atilde;o social    coletiva, de car&aacute;ter participativo. Sua pr&aacute;tica leva &agrave;    obten&ccedil;&atilde;o de resultados econ&ocirc;micos favor&aacute;veis ao conjunto    da sociedade, com uma perspectiva temporal de longo prazo, ou seja, uma agricultura    sustent&aacute;vel. Assim sendo, a proposta da Agroecologia &eacute; vinculada    a um marco pol&iacute;tico/ideol&oacute;gico estabelecido pela &eacute;tica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m disso,    a Agroecologia sustenta o conceito de Seguran&ccedil;a Alimentar e Nutricional    (SAN) referendado no Brasil pelo Conselho Nacional de Seguran&ccedil;a Alimentar    e Nutricional (CONSEA), que o define como "a realiza&ccedil;&atilde;o do direito    de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade    suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo    como base pr&aacute;ticas promotoras de sa&uacute;de, que respeitem a diversidade    cultural e que sejam social, econ&ocirc;mica e ambientalmente sustent&aacute;veis".    Entre as diretrizes da SAN aparece a conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade    e a utiliza&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel dos recursos no processo de    produ&ccedil;&atilde;o de alimentos, a promo&ccedil;&atilde;o da agricultura    familiar e das pr&aacute;ticas de Agroecologia (CONSEA, 2007).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O modo de produzir    conhecimento na Agroecologia pode ser compreendido na perspectiva de Paulo Freire    e tamb&eacute;m no &acirc;mbito da Educa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de apresentado    por Pelicioni e colaboradores (2008). Tal perspectiva &eacute; definida por    Caporal e colaboradores (2009, p. 6) da seguinte forma:</font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Agroecologia      n&atilde;o oferece uma teoria sobre desenvolvimento rural, sobre metodologias      participativas e, tampouco, sobre m&eacute;todos para a constru&ccedil;&atilde;o      e valida&ccedil;&atilde;o do conhecimento t&eacute;cnico. Mas essa ci&ecirc;ncia      busca, principalmente, nos conhecimentos e experi&ecirc;ncias j&aacute; acumuladas      ou atrav&eacute;s da Aprendizagem e A&ccedil;&atilde;o Participativa &#91;...&#93;.</font></p> </blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma afirma&ccedil;&atilde;o    comum entre os opositores da Agroecologia e das diferentes formas de agriculturas    sustent&aacute;veis &eacute; a de que, em tais sistemas, &eacute; imposs&iacute;vel    produzir alimentos em quantidade suficiente para alimentar a humanidade. Autores    como Pimentel e colaboradores (2005), em estudo de revis&atilde;o comparando    sistemas org&acirc;nicos e convencionais, discordaram de tal afirma&ccedil;&atilde;o    e conclu&iacute;ram que a produ&ccedil;&atilde;o org&acirc;nica, em base por    hectare, pode se igualar &agrave; convencional na grande maioria dos cultivos    avaliados. Esse artigo n&atilde;o vai debater essa quest&atilde;o, mas &eacute;    importante ressaltar aqui que a alta produtividade dos sistemas convencionais    s&oacute; foi poss&iacute;vel gra&ccedil;as a s&eacute;rias interfer&ecirc;ncias    na fertilidade do solo, nas florestas, na qualidade do ar e das &aacute;guas    e na pr&oacute;pria vida. Os resultados de grandes safras comemorados anualmente    t&ecirc;m sentido somente dentro de uma vis&atilde;o de desenvolvimento economicista,    de curto prazo, que n&atilde;o considera a finitude dos combust&iacute;veis    f&oacute;sseis e dos recursos naturais e promove as desigualdades e iniquidades    sociais. Al&eacute;m disso, o perfil de distribui&ccedil;&atilde;o dessas grandes    safras n&atilde;o sofre mudan&ccedil;a; sendo assim, tal aumento n&atilde;o    contribui para amenizar a problem&aacute;tica da falta de acesso aos alimentos    que tem complexas implica&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas e sociais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Diferentes contaminantes    s&atilde;o relacionados a diversas enfermidades e disfun&ccedil;&otilde;es,    como j&aacute; mostrado. Entretanto, s&atilde;o praticamente inexistentes estudos    recentes que exploram a rela&ccedil;&atilde;o consumo de alimentos ecol&oacute;gicos    ou org&acirc;nicos e sa&uacute;de. Tal dificuldade &eacute; esperada nesse tipo    de pesquisa, uma vez que os estudos populacionais que compararam as condi&ccedil;&otilde;es    de sa&uacute;de das pessoas apresentaram grande n&uacute;mero de vari&aacute;veis.    Assim sendo, a possibilidade de confundir a quest&atilde;o dieta saud&aacute;vel    (a base de alimentos ecol&oacute;gicos ou org&acirc;nicos) com outros fatores    relacionados a estilos de vida saud&aacute;veis s&atilde;o grandes. De forma    geral, Azevedo (2006) afirma que tais alimentos s&atilde;o mais saud&aacute;veis,    pois al&eacute;m de terem valor nutricional equilibrado, maior durabilidade    e melhores caracteristicas sensoriais, t&ecirc;m menor toxicidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A II Confer&ecirc;ncia    Internacional de Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de, em Adelaide, enfatizou    a alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel como um elemento central para prevenir    doen&ccedil;as (Brasil, 1998). Todos os programas atuais de preven&ccedil;&atilde;o    de doen&ccedil;as incluem a nutri&ccedil;&atilde;o equilibrada como pr&aacute;tica    saud&aacute;vel essencial. Se a perspectiva socioambiental da Agroecologia e    a necessidade de considerar a isen&ccedil;&atilde;o de contaminantes qu&iacute;micos    (al&eacute;m dos biol&oacute;gicos) forem inseridas no conceito de alimento    saud&aacute;vel, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que tais produtos s&atilde;o    efetivamente capazes de promover sa&uacute;de e qualidade de vida no mais ampliado    aspecto que esses termos abrangem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Entretanto, existe    outra dimens&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o Agroecologia e sa&uacute;de com    base na perspectiva ambiental, muitas vezes desconsiderada quando se aborda    sa&uacute;de. Desde a Terceira Confer&ecirc;ncia Internacional sobre Promo&ccedil;&atilde;o    da Sa&uacute;de realizada na Su&eacute;cia, em 1991, as &aacute;reas de sa&uacute;de    e meio ambiente t&ecirc;m sido consideradas insepar&aacute;veis e interdependentes    (OPAS, 1991). Sabemos que o equil&iacute;brio do ambiente est&aacute; intrinsecamente    ligado ao conceito de sa&uacute;de humana, e a Agroecologia pode tornar-se instrumento    na promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de ambiental. A ado&ccedil;&atilde;o    de pr&aacute;ticas org&acirc;nicas na produ&ccedil;&atilde;o de alimentos prev&ecirc;    consequ&ecirc;ncias ambientais positivas, como o aumento da fertilidade do solo,    a promo&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida dos animais e seres humanos vivendo    num ambiente isento de subst&acirc;ncias t&oacute;xicas, a manuten&ccedil;&atilde;o    da diversidade biol&oacute;gica da flora e da fauna e o incremento da qualidade    das &aacute;guas, do solo e do ar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tamb&eacute;m no    &acirc;mbito de promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de social e da sustentabilidade,    a Agroecologia tem se apresentado como uma possibilidade concreta. Alguns estudos    abaixo demonstram a rela&ccedil;&atilde;o entre as pr&aacute;ticas da Agroecologia,    a promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de socioambiental e da sustentabilidade    em seus diferentes n&iacute;veis.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A tese de Siliprandi    (2009) analisou as pr&aacute;ticas sociais de participa&ccedil;&atilde;o e milit&acirc;ncia    de um grupo de novos sujeitos pol&iacute;ticos, as mulheres agricultoras, vinculadas    &agrave; Articula&ccedil;&atilde;o Nacional de Agroecologia (ANA) no Brasil.    O estudo mostra a capacidade dessas mulheres de promover a transforma&ccedil;&atilde;o    do sistema produtivo no qual elas se inserem, a luta por seu direito de "serem    sujeitos plenos de suas vidas" e a capacidade de transforma&ccedil;&atilde;o    das injusti&ccedil;as a que s&atilde;o submetidas no meio rural (Siliprandi,    2009, p. 135).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Autores como Azevedo    (2004), Rigon (2005) e Navolar (2007) t&ecirc;m explorado em seus trabalhos    a rela&ccedil;&atilde;o entre a Agroecologia e a Agricultura Familiar Org&acirc;nica    e a perspectiva da promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e da qualidade de    vida dos produtores de alimentos produzidos de forma sustent&aacute;vel.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Sodre e colaboradores    (2008) e Rosario (2006) mostraram alternativas socioecon&ocirc;micas vi&aacute;veis    com base na aquicultura e na apicultura de base familiar. No primeiro estudo,    a aquicultura com base familiar se apresenta como tecnologia de baixo impacto    ambiental, como fonte de renda e emprego e fortalecimento de rela&ccedil;&otilde;es    familiares para segmentos da sociedade marginalizados (no caso, os pescadores    tradicionais das diferentes regi&otilde;es brasileiras citadas no estudo). Em    sua pesquisa, Rosario (2006) sinalizou a viabilidade econ&ocirc;mica, a promo&ccedil;&atilde;o    da participa&ccedil;&atilde;o popular e o fortalecimento das comunidades envolvidas    na produ&ccedil;&atilde;o de mel no Arquip&eacute;lago do Bailique, no delta    do Rio Amazonas, estado do Amap&aacute;. Tamb&eacute;m no que diz respeito aos    agricultores familiares, o trabalho de Andrade e colaboradores (2009) comprovou    a exist&ecirc;ncia do potencial econ&ocirc;mico da agroind&uacute;stria familiar    na Serra da Baixa Verde, PE, a partir da atua&ccedil;&atilde;o e do apoio da    Associa&ccedil;&atilde;o de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel da Serra da Baixa    Verde (ADESSU Baixa Verde). O estudo ressaltou tamb&eacute;m o potencial de    fixa&ccedil;&atilde;o dos agricultores nas atividades agr&iacute;colas, reduzindo    a pluriatividade e promovendo a qualidade de vida para seus familiares.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nicola e Diesel    (2006) demonstraram avan&ccedil;o em diferentes elementos do capital social    a partir da implanta&ccedil;&atilde;o do Projeto &Aacute;rea Piloto, que vem    estimulando a participa&ccedil;&atilde;o, o fomento &agrave; democracia e o    desenvolvimento sustent&aacute;vel na comunidade de Carro Quebrado, munic&iacute;pio    de Pinheiro Machado, RS.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O objetivo do estudo    de Loss e Foeger (2009) foi o de identificar os benef&iacute;cios e desafios    da Agricultura Org&acirc;nica em propriedades rurais de Santa Teresa, ES. As    entrevistas com os produtores rurais familiares mostraram um aumento do retorno    financeiro e melhoria da qualidade de vida, al&eacute;m da queixa, por parte    dos agricultores, de falta de intera&ccedil;&atilde;o com a sociedade civil    organizada para fortalecimento da proposta.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Oliveira e colaboradores    (2006) compilaram resultados positivos no processo de implanta&ccedil;&atilde;o    de um sistema de avicultura com baixo impacto ambiental em propriedades de fam&iacute;lias    com alto risco social na localidade de Lagoa de Cima, RJ, evidenciando tal proposta    como instrumento de erradica&ccedil;&atilde;o do trabalho infantil e fortalecimento    do agroecoturismo local.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Carvalho (2006)    relatou a experi&ecirc;ncia desenvolvida na Associa&ccedil;&atilde;o de Pequenos    Produtores de Alimentos da Nascente do Rio Almada, na Bahia. Por meio de um    Projeto de Manejo Integrado e de est&iacute;mulo &agrave; participa&ccedil;&atilde;o    comunit&aacute;ria, a associa&ccedil;&atilde;o implantou propostas de conserva&ccedil;&atilde;o    ambiental, interven&ccedil;&otilde;es no saneamento b&aacute;sico e na dimens&atilde;o    de gera&ccedil;&atilde;o de renda (por meio da apicultura). Tais iniciativas    transformaram-se em impactos favor&aacute;veis sobre a qualidade de vida da    comunidade e a conserva&ccedil;&atilde;o de recursos naturais da microbacia    hidrogr&aacute;fica da nascente do rio mencionado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudo de Annoni    e colaboradores (2006) diagnosticou os potenciais do desenvolvimento rural sustent&aacute;vel    com base na Agroecologia e na pr&aacute;tica do turismo rural. Os autores evidenciaram    estrat&eacute;gias de a&ccedil;&atilde;o inovadoras baseadas na valoriza&ccedil;&atilde;o    do espa&ccedil;o rural em termos sociais, ambientais, econ&ocirc;micos e culturais    nas regi&otilde;es do Vale do Rio dos Sinos e do Paranhana e nas Encostas da    Serra do Rio Grande do Sul.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Lima e Cunha (2006)    pesquisaram um importante aspecto para o desenvolvimento sustent&aacute;vel    e para a Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de, o de valoriza&ccedil;&atilde;o    da cultura local, durante implanta&ccedil;&atilde;o do programa RS Rural, no    munic&iacute;pio de Santana da Boa Vista, RS. O Programa executou diferentes    a&ccedil;&otilde;es, que envolveram diversos agentes sociais, os quais, de forma    participativa, colocaram em pr&aacute;tica v&aacute;rias iniciativas voltadas    &agrave; melhoria das condi&ccedil;&otilde;es sociais da comunidade e ao resgate    da cultura local. Entre essas a&ccedil;&otilde;es ressaltam-se o fomento ao    retorno de atividades agr&iacute;colas abandonadas, a volta da opera&ccedil;&atilde;o    de engenho artesanal (e a consequente independ&ecirc;ncia, est&iacute;mulo ao    autoabastecimento e melhoria de renda dessas fam&iacute;lias) e a promo&ccedil;&atilde;o    de feiras de trocas de sementes crioulas. Dessa forma, o Projeto contribuiu    para a perman&ecirc;ncia dos sujeitos nos seus espa&ccedil;os de origem e para    a recupera&ccedil;&atilde;o da autoestima daquele grupo de agricultores familiares.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A pr&aacute;tica    da economia solid&aacute;ria na perspectiva do desenvolvimento sustent&aacute;vel    foi objeto de estudo de Jesus e Jesus (2006). As autoras estudaram a Associa&ccedil;&atilde;o    de Desenvolvimento Comunit&aacute;rio dos Trabalhadores Rurais do Paran&aacute;    da Eva, ASCOPE, e mostraram a efic&aacute;cia das a&ccedil;&otilde;es realizadas    dentro de um modelo de gest&atilde;o autossustent&aacute;vel no meio rural amaz&ocirc;nico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Vargas e Spolidoro    (2006) pesquisaram a inser&ccedil;&atilde;o recente de um ator no espa&ccedil;o    rural na regi&atilde;o serrana fluminense, os chamados neorrurais, capazes de    promover qualidade de vida e desenvolvimento sustent&aacute;vel a partir do    pluriativismo agr&iacute;cola, do turismo rural, do associativismo, da conscientiza&ccedil;&atilde;o    ambiental e cidad&atilde; e da divulga&ccedil;&atilde;o de conceitos agroecol&oacute;gicos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pedroso e Silva    (2006) apresentaram iniciativas voltadas &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o    ambiental, ao desenvolvimento econ&ocirc;mico e &agrave; melhoria da qualidade    de vida no Quilombo de Ivaporunduva, no Vale do Ribeira (SP), realizadas por    meio de uma parceria entre o Instituto Socioambiental e a Associa&ccedil;&atilde;o    Quilombo de Ivaporunduva. Os resultados obtidos at&eacute; o momento indicam    favoravelmente a viabilidade da proposta bem como a necessidade de multiplica&ccedil;&atilde;o    de iniciativas que foquem na no&ccedil;&atilde;o de desenvolvimento rural sustent&aacute;vel    nessa regi&atilde;o de grande vulnerabilidade social.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">S&aacute;nchez    (2006) analisou as condi&ccedil;&otilde;es- em que se desenvolviam as atividades    pro-du-tivas em unidades de produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola de cinco    munic&iacute;pios do Estado do Rio Grande do Sul, nas quais seus atores sociais    buscaram a sustentabilidade dos agroecossistemas por meio de estrat&eacute;gias    e pr&aacute;ticas agroecol&oacute;gicas. O estudo constatou que 65% das unidades    de produ&ccedil;&atilde;o pesquisadas apresentavam viabilidade econ&ocirc;mica    e ecol&oacute;gica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudo na ilha    dos Marinheiros, munic&iacute;pio de Rio Grande, RS, mostrou resultados positivos    dos pontos de vista t&eacute;cnico, econ&ocirc;mico, ambiental e social a partir    da implanta&ccedil;&atilde;o de um projeto de horticultura org&acirc;nica na    regi&atilde;o (Reichert e Timm, 2006).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Valarini e colaboradores    (2007) demonstraram o desempenho ambiental positivo das Agriculturas Org&acirc;nica    e Ecol&oacute;gica ao evidenciar indicadores favor&aacute;veis da horticultura    no sentido de ampliar as vantagens que tal atividade pode trazer em termos de    contribui&ccedil;&atilde;o para o desenvolvimento local sustent&aacute;vel.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Fora do pa&iacute;s,    estudo de Stolz e colaboradores (2000), que pesquisaram os impactos ambientais    da Agricultura Org&acirc;nica na Europa, quando comparados aos causados pelas    propriedades com agricultura convencional, destacou aspectos que repercutem    sobre o equil&iacute;brio do meio ambiente e que tendem a influenciar positivamente    a sa&uacute;de p&uacute;blica: (1) o equil&iacute;brio do ecossistema: com aumento    da biodiversidade na flora e fauna e conserva&ccedil;&atilde;o da paisagem e    da vida selvagem; (2) a qualidade do solo e a conserva&ccedil;&atilde;o da sua    fertilidade e a estabilidade do sistema, al&eacute;m de maior controle de eros&atilde;o;    (3) a qualidade das &aacute;guas superficiais e profundas, resultando em baixas    taxas de nitrato (quando aplicadas t&eacute;cnicas adequadas na Agricultura    Org&acirc;nica), e a aus&ecirc;ncia de polui&ccedil;&atilde;o por agrot&oacute;xicos;    (4) o equil&iacute;brio do clima e da qualidade do ar, resultando em menor emiss&atilde;o    por hectare de N<sub>2</sub>O, NH<sub>3</sub> e CH<sub>4</sub>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outras pesquisas    europeias demonstram tamb&eacute;m menor gasto de energia para a produ&ccedil;&atilde;o    de alimentos org&acirc;nicos de origem animal e vegetal, situa&ccedil;&atilde;o    que contribui para a redu&ccedil;&atilde;o na emiss&atilde;o de gases que causam    o efeito estufa e o aquecimento global (Gr&ouml;nroos e col., 2006; G&uuml;ndogmus    e Bayramoglu, 2006; Van Der Werf e col., 2007).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Zhu e colaboradores    (2000) demonstram que produtores chineses de arroz duplicaram suas colheitas    quando assumiram a diversidade das variedades tradicionais do cereal em vez    da monocultura ali estabelecida. Tal pr&aacute;tica agroecol&oacute;gica evita    as pragas que atacam a monocultura e contribui para diminuir o uso de fungicidas,    barateando o custo de produ&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em estudo realizado    na Eti&oacute;pia, Pretty (2000) mostrou que 12.500 agricultores familiares    que viviam de ajuda internacional passaram a adotar m&eacute;todos de agricultura    sustent&aacute;vel e tiveram um incremento de 60% em suas colheitas. Al&eacute;m    de produzir para autoconsumo, o excedente da produ&ccedil;&atilde;o passou a    ser vendido no mercado local, aumentando a qualidade de vida e a renda dessas    popula&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">M&auml;der e colaboradores    (2002) compararam sistemas org&acirc;nicos e convencionais durante 21 anos e    conclu&iacute;ram que o sistema org&acirc;nico utiliza 50% menos fertilizantes    e energia e 97% menos agrot&oacute;xicos. Os autores concluem que mesmo que    a renda total da produ&ccedil;&atilde;o org&acirc;nica seja menor, a renda l&iacute;quida    &eacute; significativamente superior.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outro exemplo a    ser considerado &eacute; a ilha de Cuba que, em 1989, foi duramente atingida    pelo colapso da Uni&atilde;o Sovi&eacute;tica. Milh&otilde;es de espa&ccedil;os    urbanos se transformaram em hortas e, em 1998, mais de 8.000 fazendas urbanas    eram cultivadas por 30.000 pessoas. A alimenta&ccedil;&atilde;o era produzida    sem insumos sint&eacute;ticos, e o ataque de pragas agr&iacute;colas diminuiu    significativamente por meio da utiliza&ccedil;&atilde;o de m&eacute;todos de    agricultura sustent&aacute;vel. Segundo Murphy (1999), a seguran&ccedil;a alimentar    em Cuba melhorou consideravelmente depois dessa crise.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por fim, s&atilde;o    poucos os estudos que exploram a rela&ccedil;&atilde;o consumo de org&acirc;nicos    e preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as ou disfun&ccedil;&otilde;es. Essa    lacuna sinaliza a necessidade de novos estudos sobre o tema. Pesquisas de Curl    e colaboradores (2003) e Lu e colaboradores (2006) demonstraram que uma dieta    &agrave; base de alimentos org&acirc;nicos pode diminuir a exposi&ccedil;&atilde;o    de crian&ccedil;as aos pesticidas. Foram encontradas somente duas pesquisas    da d&eacute;cada de 1990 que mostraram que a alimenta&ccedil;&atilde;o org&acirc;nica    tem um efeito positivo no quesito fertilidade; uma vez que muitos pesticidas    s&atilde;o disrruptores end&oacute;crinos, uma dieta isenta de agrot&oacute;xicos    tende a afetar a fertilidade masculina (Abell e col., 1994; Jensen e col., 1996).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Diante desses estudos,    podemos perceber o potencial da Agroecologia e da Agricultura Familiar em oferecer    estrat&eacute;gias produtivas sustent&aacute;veis, minimizar a fome e a mis&eacute;ria    e promover a soberania e a seguran&ccedil;a alimentar e nutricional da popula&ccedil;&atilde;o.    A proposta &eacute; tamb&eacute;m uma forma de fomentar a dignidade social dos    agricultores e diminuir os riscos ambientais relacionados &agrave; produ&ccedil;&atilde;o    de alimentos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O fato de todos    os estudos terem sido realizados em propriedades familiares, de pequeno porte,    enfatiza ainda mais a dist&acirc;ncia que as grandes propriedades agr&iacute;colas    e o agroneg&oacute;cio v&ecirc;m tomando das no&ccedil;&otilde;es de sustentabilidade    e de Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Considera&ccedil;&otilde;es    Finais</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Diferentes caracter&iacute;sticas    e indicadores de Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de podem ser reconhecidos    a partir desse artigo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Primeiramente,    ressaltamos a import&acirc;ncia de considerar pr&aacute;ticas intersetoriais    para promover a sa&uacute;de e o desenvolvimento sustent&aacute;vel. Visto que    atualmente os campos da agricultura e do desenvolvimento rural n&atilde;o t&ecirc;m    aparecido vinculados ao ide&aacute;rio de Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de,    considerar essas a&ccedil;&otilde;es como estrat&eacute;gias que repercutem    na melhoria da sa&uacute;de exige uma reavalia&ccedil;&atilde;o do que tem sido    proposto at&eacute; o momento na Pol&iacute;tica Nacional de Promo&ccedil;&atilde;o    de Sa&uacute;de. O meio rural pode se tornar o espa&ccedil;o no qual os especialistas    da &aacute;rea da sa&uacute;de poder&atilde;o vir a trabalhar com outros profissionais,    como extensionistas e economistas rurais, agr&ocirc;nomos, veterin&aacute;rios,    bi&oacute;logos, soci&oacute;logos e tamb&eacute;m os agricultores. Dessa forma,    ser&aacute; poss&iacute;vel alcan&ccedil;ar os grandes objetivos da Promo&ccedil;&atilde;o    da Sa&uacute;de e melhorar as condi&ccedil;&otilde;es locais de vida.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Consideramos como    essenciais nos estudos mostrados o envolvimento de Associa&ccedil;&otilde;es    de Agricultura e Desenvolvimento Sustent&aacute;vel, apoiando as propostas de    promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de a n&iacute;vel local. Nesse &acirc;mbito    tamb&eacute;m se destaca a import&acirc;ncia da organiza&ccedil;&atilde;o social    e o papel do trabalho associativo e cooperativo, com vistas ao incentivo &agrave;    democracia participativa e ao fomento do processo de <i>empowerment</i> coletivo.    A partir das quest&otilde;es que envolvem o local (meio rural) &eacute; importante    pensar nos agricultores como agentes culturais de revitaliza&ccedil;&atilde;o    desse meio, de resgate de pr&aacute;ticas agr&iacute;colas e de h&aacute;bitos    alimentares tradicionais e de est&iacute;mulo ao processo de territorializa&ccedil;&atilde;o,    essencial nas discuss&otilde;es sobre Promo&ccedil;&atilde;o de Sa&uacute;de,    sustentabilidade e seguran&ccedil;a alimentar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outra quest&atilde;o    a se considerar &eacute; a percep&ccedil;&atilde;o do meio rural como espa&ccedil;o    de preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as e de promo&ccedil;&atilde;o de    estilos de vida saud&aacute;veis: espa&ccedil;o com potencial para produzir    alimentos de qualidade, "limpos" e saud&aacute;veis e local prop&iacute;cio    para realiza&ccedil;&atilde;o de atividades laborais n&atilde;o sedent&aacute;rias    (como no caso das atividades agr&iacute;colas). O tema direciona tamb&eacute;m    para a problem&aacute;tica da contamina&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica dos    alimentos cujos efeitos podem ser minimizados com a ado&ccedil;&atilde;o da    agricultura org&acirc;nica e ecol&oacute;gica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A proposta de perceber    a agricultura e o sistema agroalimentar como estrat&eacute;gias de promo&ccedil;&atilde;o    da sa&uacute;de ambiental deve ser tamb&eacute;m considerada, uma vez que o    padr&atilde;o agropecu&aacute;rio moderno &eacute; um dos elementos de maior    interfer&ecirc;ncia no equil&iacute;brio do meio ambiente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O artigo permite    ainda sinalizar que o descaso com o meio rural como espa&ccedil;o de promo&ccedil;&atilde;o    da sa&uacute;de tende a repercutir sobre a qualidade de vida das cidades, ou    seja, &eacute; preciso pensar em tal meio como espa&ccedil;o leg&iacute;timo    de preven&ccedil;&atilde;o de diferentes problemas sociais que afetam os centros    urbanos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por fim, incluindo    o &acirc;mbito econ&ocirc;mico e considerando o Brasil como um pa&iacute;s de    base agr&iacute;cola, repensar o meio rural e a agricultura como atividade prim&aacute;ria    essencial que repercute nas condi&ccedil;&otilde;es de vida da popula&ccedil;&atilde;o    configura-se como estrat&eacute;gia urgente para fortalecer as propostas de    seguran&ccedil;a alimentar e de promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e da    sustentabilidade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ABELL, A.; ERNST,    E.; BONDE, J. P. High sperm density among members of organic farmers' association.    <i>The Lancet</i> , England, v. 11, n. 343, v. 8911, p. 1498, 1994.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0104-1290201100030001600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">AG&Ecirc;NCIA BRASILEIRA    DE NOT&Iacute;CIAS ABN. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&amp;site=aldoadv.wordpress.com&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.abn.com.br%2F" target="_blank">http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&amp;site=aldoadv.wordpress.com&amp;url=http%3A    %2F%2Fwww.abn.com.br%2F</a>&gt;. Acesso em: 05 nov. 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0104-1290201100030001600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ALLEYNE, G. A.    O. Health and the quality of life. <i>Pan American Journal of Public Health</i>,    Washington, v. 1, n. 9, p. 1-6, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0104-1290201100030001600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ANDRADE, L. P.    et al. Agroind&uacute;stria familiar: um potencial de desenvolvimento econ&ocirc;mico    na Serra da Baixa Verde PE. <i>Revista Brasileira de Agroecologia,</i> Porto    Alegre, v. 4, n. 2, p. 3229-3233, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0104-1290201100030001600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ANNONI, A. et al.    O turismo rural na concep&ccedil;&atilde;o de desenvolvimento sustent&aacute;vel    nas regi&otilde;es do Vale do Rio dos Sinos e Vale do Paranhana e Encostas da    Serra. <i>Revista Brasileira de Agroecologia,</i> Porto Alegre, v. 1, n. 1,    p. 297-300, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0104-1290201100030001600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ASCHERIO, A. et    al. Pesticide exposure and risk for parkinson's disease. <i>Annals of Neurology</i>,    Boston, v. 60, n. 2, p. 197-203, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0104-1290201100030001600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">AZEVEDO, E.; RIGON,    S. A. Sistema alimentar com base na sustentabilidade. In: TADDEI, J. A. A. C.    et al. (Org). <i>Nutri&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de p&uacute;blica</i>.    Rio de Janeiro: Editora Rubio, 2010 (no prelo).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0104-1290201100030001600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">AZEVEDO, E. <i>Alimentos    org&acirc;nicos</i>: ampliando conceitos de sa&uacute;de humana, social e ambiental.    Tubar&atilde;o: Editora Unisul, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0104-1290201100030001600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">AZEVEDO, E. <i>As    rela&ccedil;&otilde;es entre qualidade de vida e agricultura familiar org&acirc;nica</i>:    da articula&ccedil;&atilde;o de conceitos a um estudo explorat&oacute;rio. 2004.    Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Agroecossistemas) - Centro de Ci&ecirc;ncias    Agr&aacute;rias da Universidade Federal de Santa Catarina, Florian&oacute;polis,    2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0104-1290201100030001600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BEARDSWORTH, A.;    KEIL, T. <i>Sociology on the menu</i>. London: Routdedge, 1997.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0104-1290201100030001600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BESELER, C. et    al. Depression and pesticide exposures in female spouses of licensed pesticide    applicators in the agricultural health study cohort. <i>Journal of occupational    and environmental medicine</i>, Baltimore, v. 48, n. 10, p. 1005-1013, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0104-1290201100030001600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BRASIL. Lei n.    11.105, de 24 de mar&ccedil;o de 2005. Regulamenta os incisos II, IV e V do    &#167; 1o do art. 225 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, estabelece normas    de seguran&ccedil;a e mecanismos de fiscaliza&ccedil;&atilde;o de atividades    que envolvam organismos geneticamente modificados - OGM e seus derivados, cria    o Conselho Nacional de Biosseguran&ccedil;a - CNBS, reestrutura a Comiss&atilde;o    T&eacute;cnica Nacional de Biosseguran&ccedil;a - CTNBio, disp&otilde;e sobre    a Pol&iacute;tica Nacional de Biosseguran&ccedil;a - PNB, revoga a Lei no 8.974,    de 5 de janeiro de 1995, e a Medida Provis&oacute;ria no 2.191-9, de 23 de agosto    de 2001, e os arts. 5o, 6o, 7o, 8o, 9o, 10 e 16 da Lei no 10.814, de 15 de dezembro    de 2003, e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias. Bras&iacute;lia. <i>Di&aacute;rio    Oficial da Uni&atilde;o,</i> Bras&iacute;lia, 24 mar. 2007. Se&ccedil;&atilde;o    1.p. 1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0104-1290201100030001600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BRASIL. Decreto    n. 6.323, de 27 de dezembro de 2007. Disp&otilde;e sobre a agricultura org&acirc;nica    e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias. <i>Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o,</i>    Bras&iacute;lia, 28 dez. 2007. Se&ccedil;&atilde;o 1. p. 2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0104-1290201100030001600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BRASIL. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Funda&ccedil;&atilde;o Osvaldo Cruz. <i>Declara&ccedil;&atilde;o    de Adelaide</i>. Promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de: cartas de Ottawa, Adelaide,    Sundsvall e Santa F&eacute; de Bogot&aacute;. Bras&iacute;lia, DF: Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0104-1290201100030001600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BUCCHINI, L.; GOLDMAN,    L. R. Starlink corn: a risk analysis. <i>Environmental health perspectives</i>,    Research Triangle Park, N. C., v. 110, p. 5-13, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0104-1290201100030001600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BUSS, P. M.; FEREIRA,    J. R. Diplomacia da sa&uacute;de e coopera&ccedil;&atilde;o sul-sul: as experi&ecirc;ncias    da Unasul sa&uacute;de e do plano estrat&eacute;gico de coopera&ccedil;&atilde;o    em sa&uacute;de da comunidade de pa&iacute;ses de l&iacute;ngua portuguesa.<i>RECIIS:    revista eletr&ocirc;nica de comunica&ccedil;&atilde;o, informa&ccedil;&atilde;o    e inova&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de.</i> Rio de Janeiro, v. 4, n. 1, p.    106-118, 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0104-1290201100030001600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BUSS, P. M. Promo&ccedil;&atilde;o    da sa&uacute;de e qualidade de vida. <i>Ci&ecirc;nia e sa&uacute;de coletiva</i>,&nbsp;    Rio de Janeiro,&nbsp; v. 5,&nbsp; n. 1,&nbsp;&nbsp;p. 163-178, 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0104-1290201100030001600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CAMARA, M. C. C.    et al. Transg&ecirc;nicos: avalia&ccedil;&atilde;o da poss&iacute;vel (in) seguran&ccedil;a    alimentar atrav&eacute;s da produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica. <i>Hist&oacute;ria,    Ci&ecirc;ncias, Sa&uacute;de-Manguinhos</i>, Rio de Janeiro, v. 16, n. 3, p.    669-681, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0104-1290201100030001600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CAPORAL, R. R.;    COSTABEBER, J. A. <i>Agroecologia:</i> alguns conceitos e princ&iacute;pios.    Bras&iacute;lia: MDA/SAF/DATER-IICA, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0104-1290201100030001600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CAPORAL, F. R.;    COSTABEBER, J. A.; PAULUS, G. <i>Agroecologia</i>: uma ci&ecirc;ncia do campo    da complexidade. Bras&iacute;lia: MDS/Embrapa, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0104-1290201100030001600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CARVALHO, D. L.    A Pesquisa-a&ccedil;&atilde;o participativa como proposta para promo&ccedil;&atilde;o    da conserva&ccedil;&atilde;o ambiental e melhoria da qualidade de vida em comunidades    rurais das microbacias hidrogr&aacute;ficas situadas na regi&atilde;o do Alto    do Rio Almada: em estudo de caso. <i>Revista Brasileira de Agroecologia,</i>    Porto Alegre, v. 1, n. 1, p. 37-40, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0104-1290201100030001600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CONSEA. Conselho    Nacional de Seguran&ccedil;a Alimentar e Nutricional. <i>Relat&oacute;rio da    III Confer&ecirc;ncia Nacional de Seguran&ccedil;a Alimentar e Nutricional.</i>    Bras&iacute;lia: Consea, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0104-1290201100030001600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CURL, C. L.; FENSKE,    R. A.; ELGETHUN, K. Organophosphorus pesticide exposure of urban and suburban    pre-school children with organic and conventional diets. <i>Environmental health    perspectives,</i> Research Triangle Park, N. C, v. 111, n. 3, p. 377-382, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0104-1290201100030001600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ELBAZ, A. et al.    Professional exposure to pesticides and Parkinson's disease. <i>Ann. Neurol</i>.,    New York, v. 66, n. 4. p. 494-504, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0104-1290201100030001600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">FAO, OIE, WHO.    Joint First FAO/OIE/WHO. <i>Expert workshop on non-human antimicrobial usage    and antimicrobial resistance:</i> scientific assessment. Geneva: WHO, 2003.    Dispon&iacute;vel em:&lt;<a href="http://www.who.int/foodsafety/micro/meetings/nov2003/en/" target="_blank">http://www.who.int/foodsafety/micro/meetings/nov2003/en/</a>&gt;    Acesso em: 2 nov. 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0104-1290201100030001600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">FARIA, N. M. X.    et al. Pesticides and respiratory symptoms among farmers. <i>Revista de sa&uacute;de    p&uacute;blica,</i> S&atilde;o Paulo, v. 39, n. 6, p. 973-981, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0104-1290201100030001600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">GR&Ouml;NROOS,    J. et al. Energy use in conventional and organic milk and rye bread production    in Finland. <i>Agriculture, ecosystems &amp; environment</i>, Holand, v. 117,    n. 2-3, p. 599-630, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S0104-1290201100030001600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">G&Uuml;NDOGMUS,    E.; BAYRAMOGLU, Z. Energy input use on organic farming: a comparative analysis    on organic versus conventional farms in Turkey. <i>Journal of Agronomy</i>,    Czech Republic, n. 5, v. 1, p. 16-22, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0104-1290201100030001600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">INTERGOVERNMENTAL    PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC.. <i>Climate Change 2007:</i> The Physical Science    Basis. Summary for Policymakers. Contribution of Working Group I to the Fourth    Assessment Report of the&nbsp; Intergovernmental Panel on Climate Change. Geneve:    IPCC Secretariat/WMO/UNEP, 2007. 18p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S0104-1290201100030001600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">JENSEN, T. K. et    al. Semen quality among members of organic food associations in Zealand, Denmark.    <i>The Lancet</i>, England, v. 347, n. 9018, p. 1844, 1996.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S0104-1290201100030001600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">JESUS, C. P. G.;    JESUS, E. L. Responsabilidade social e economia solid&aacute;ria: um modelo    de gest&atilde;o auto-sustent&aacute;vel na Amaz&ocirc;nia. <i>Revista Brasileira    de Agroecologia</i>, Porto Alegre, v. 1, n. 1, 379-82, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0104-1290201100030001600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">LAMARCHE, H. <i>A    agricultura familiar</i>: compara&ccedil;&atilde;o internacional: uma realidade    multiforme. Campinas: Unicamp, 1993.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0104-1290201100030001600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">LIMA, R. G.; CUNHA,    F. Resgatando a cultura local: a experi&ecirc;ncia do munic&iacute;pio de Santana    da Boa Vista RS. <i>Revista Brasileira de Agroecologia</i>, Porto Alegre, v.    1, n. 1, p. 373-7, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S0104-1290201100030001600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">LOSS, A. T. G.;    FOEGER, M. J. Benef&iacute;cios e desafios da agricultura org&acirc;nica nas    pequenas propriedades rurais de Santa Teresa, ES: um estudo de caso. <i>Revista    Brasileira de Agroecologia</i>, Porto Alegre, v. 4, n. 2, p. 530-534, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0104-1290201100030001600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">LU, C. et al. <i>Organic    diets significantly lower children's dietary exposure to organophosphorus pesticides.    Environmental health perspectives</i>, Research Triangle Park, N. C., v. 114,    n. 2, p. 260-263, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0104-1290201100030001600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">M&Auml;DER, P.    et al. Soil fertility and biodiversity in organic farming. <i>Science</i>, New    York, v. 296, p. 1694-1697, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0104-1290201100030001600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">McNEELY, I. F.    <i>Medicine on a grand scale: Rudolf Virchow, liberalism, and the public health.</i>    London: The Wellcome Trust Centre for the History of Medicine at University    College London, Occasional Publication, 2002. Charpter 1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S0104-1290201100030001600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">MENDES, R.; AKERMAN,    M. Intersetorialidade: reflex&otilde;es e pr&aacute;ticas. In: FERNANDES, J.    C. A.; MENDES, R. (Org). <i>Promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e gest&atilde;o    local</i>. S&atilde;o Paulo: Aderaldo &amp; Rothschild, 2007. p. 85-109.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S0104-1290201100030001600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">MURPHY, C. <i>Cultivating    Havana</i>: urban agriculture and food security in Cuba.1999. Dispon&iacute;vel    em: &lt;<a href="http://www.foodfirst.org/pubs/devreps/dr12.pdf" target="_blank">http://www.foodfirst.org/pubs/devreps/dr12.pdf</a>&gt;.    Acesso em: 5 maio 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S0104-1290201100030001600039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">NAVOLAR, T. S.    <i>Agricultura familiar ecol&oacute;gica enquanto a&ccedil;&atilde;o promotora    da sa&uacute;de.</i> 2007. Monografia (Especializa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de    Publica)- Universidade Federal de Santa Catarina, Florian&oacute;polis. 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S0104-1290201100030001600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">NICOLA, M. P.;    DIESEL, V. A forma&ccedil;&atilde;o do capital social e o desenvolvimento sustent&aacute;vel.    <i>Revista Brasileira de Agroecologia</i>, Porto Alegre, v. 1, n. 1, p. 41-44,    2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S0104-1290201100030001600041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">OLIVEIRA, F. F.    et al. Capacita&ccedil;&atilde;o em avicultura familiar como instrumento de    erradica&ccedil;&atilde;o do trabalho infantil e o fortalecimento do agroecoturismo.    <i>Revista Brasileira de Agroecologia</i>, Porto Alegre, v. 1, n. 1, p. 37-40,    2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S0104-1290201100030001600042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ORGANIZA&Ccedil;&Atilde;O    PAN-AMERICANA DE SA&Uacute;DE - OPAS. <i>Declara&ccedil;&atilde;o de Sundsval</i>.    III Confer&ecirc;ncia Internacional de Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de,    1991. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.opas.org.br/coletiva/uploadArq/Sundsvall.pdf" target="_blank">http://www.opas.org.br/coletiva/uploadArq/Sundsvall.pdf</a>&gt;.    Acesso em: 8 ago. 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S0104-1290201100030001600043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ORGANIZA&Ccedil;&Atilde;O    DAS NA&Ccedil;&Otilde;ES UNIDAS - ONU. Comiss&atilde;o Mundial sobre o Meio    Ambiente e Desenvolvimento. <i>Relat&oacute;rio Brundtland</i>.. Rio de Janeiro:    Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas, 1991.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S0104-1290201100030001600044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PEDROSO, F. G.;    SILVA, A. M. Aspectos econ&ocirc;micos e socioambientais do manejo agroecol&oacute;gico    do quilombo de Ivaporunduva, Vale do Ribeira, S&atilde;o Paulo. <i>Revista Brasileira    de Agroecologia,</i> Porto Alegre, v. 1, n. 1, p. 477-80, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000191&pid=S0104-1290201100030001600045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PELICIONI, M. C.    F. Promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e meio ambiente: uma trajet&oacute;ria    t&eacute;cnica-pol&iacute;tica. In: PHILIPPI JUNIOR|,.A.; PELICIONI, M. C. F.    (Org). <i>Educa&ccedil;&atilde;o ambiental e sustentabilidade</i>. S&atilde;o    Paulo: Manole, 2005. p. 413-420.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S0104-1290201100030001600046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PELICIONI, M. C.    F.; PELICIONI, A. F.; TOLEDO, R. T. A educa&ccedil;&atilde;o e a comunica&ccedil;&atilde;o    para a promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de. In: ROCHA, A. A.; CESAR, L. G.    C. (Org.). <i>Sa&uacute;de p&uacute;blica</i>: bases conceituais. S&atilde;o    Paulo: Atheneu, 2008. p. 165-177.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000195&pid=S0104-1290201100030001600047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PIMENTEL, D. et    al. Environmental, energetic, and economic comparisons of organic and conventional    farming systems. <i>BioScience,</i> New York, v. 55, n. 7, p. 573-582, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000197&pid=S0104-1290201100030001600048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">POL&Ocirc;NIO,    M. L. T.; PERES, F. Consumo de aditivos alimentares e efeitos &agrave; sa&uacute;de:    desafios para a sa&uacute;de p&uacute;blica brasileira. <i>Cadernos de Sa&uacute;de    P&uacute;blica</i>, Rio de Janeiro, v. 25, n. 8, p.1653-1666, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S0104-1290201100030001600049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">POWLSON, D. S.    et al. When does nitrate become a risk for humans? <i>Journal of environmental    quality,</i> Madison, WI, v. 37, p. 291-295, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S0104-1290201100030001600050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PRETTY, J. Can    sustainable agriculture feed Africa: new evidence on progress, processes and    impacts, environment, development and sustainability, <i>Environment, development,    and sustainability</i>, Holand, v. 1, p. 253-274, 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000203&pid=S0104-1290201100030001600051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">REICHERT, L. J.    P.; TIMM, L. J. P. J. Avalia&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e econ&ocirc;mica    de sistema de produ&ccedil;&atilde;o de hortali&ccedil;as org&acirc;nica: um    estudo de caso na Ilha dos Marinheiros. <i>Revista Brasileira de Agroecologia,</i>    Porto Alegre, v. 1, n. 1, p. 1437-41, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000205&pid=S0104-1290201100030001600052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">RIGON, S.A. <i>Alimenta&ccedil;&atilde;o    como forma de media&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o sociedade/natureza</i>:    um estudo de caso sobre a agricultura ecol&oacute;gica e o autoconsumo em Turvo    PR. 2005. Disserta&ccedil;&atilde;o. (Mestrado em Geografia) - Universidade    Federal do Paran&aacute;, Curitiba, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000207&pid=S0104-1290201100030001600053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ROSARIO, L.T.R.    Alternativas econ&ocirc;micas na produ&ccedil;&atilde;o familiar: o caso da    apicultura no arquip&eacute;lago do Bailique, delta do rio amazonas, Estado    do Amap&aacute;. <i>Revista Brasilera de Agroecologia,</i> Porto Alegre, v.    1, n. 1, p. 467-71, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000209&pid=S0104-1290201100030001600054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">S&Aacute;NCHEZ,    C. E. B. Experi&ecirc;ncias de agricultura sustent&aacute;vel no Rio Grande    do Sul. <i>Revista Brasileira de Agroecologi</i>a, Porto Alegre, v. 1, n. 1,    p. 1465-9, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000211&pid=S0104-1290201100030001600055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SEN, A. K. &#191;Por    qu&eacute; la equidade en salud? <i>Revista Panamericana de salud p&uacute;blica</i>,    Washington, v. 11, n. 5-6, p. 302-309, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000213&pid=S0104-1290201100030001600056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SILIPRANDI, E.    C. <i>Mulheres e agroecologia</i>: a constru&ccedil;&atilde;o de novos sujeitos    pol&iacute;ticos na agricultura familiar. 2009. Tese (Doutorado em Desenvolvimento    Sustent&aacute;vel) - Centro de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel da Universidade    de Bras&iacute;lia, Bras&iacute;lia, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000215&pid=S0104-1290201100030001600057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SIQUEIRA, S. L.;    KRUSE, M. H. L. Agrochemicals and human health: contributions of healthcare    professionals. <i>Revista da Escola de Enfermagem da USP</i>., S&atilde;o Paulo,    v. 42,&nbsp; n. 3,&nbsp;p. 584-590, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000217&pid=S0104-1290201100030001600058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SMITH, J. M. <i>Roleta    gen&eacute;tica</i>: riscos documentados dos alimentos transg&ecirc;nicos sobre    a sa&uacute;de. S&atilde;o Paulo: Jo&atilde;o de Barros, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000219&pid=S0104-1290201100030001600059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SODR&Eacute;, F.    N. G. A. S.; FREITAS, R. R.; REZENDE, V. L. F. M. Um panorama da aq&uuml;icultura    como alternativa socioecon&ocirc;mica &agrave;s comunidades tradicionais. <i>Revista    Brasileira de Agroecologia,</i> Porto Alegre, v. 3, p. 3, 13-23, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000221&pid=S0104-1290201100030001600060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">STOLZ, M et al.    <i>Environmental impacts of organic farming in Europe:</i> organic farming in    Europe: economics and policy. Stuttgart-Hohenheim: Universit&auml;t Hohenheim,    2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000223&pid=S0104-1290201100030001600061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">TRAAVIK, T.; HEINEMANN,    J. <i>Genetic engineering and omitted health research</i>: still no answers    to ageing questions. Malaysia: Malasya Third World Network, 2007.( TWN Biosafety    and Biotechnology Series).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000225&pid=S0104-1290201100030001600062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">VALARINI, P. et    al. Gest&atilde;o ambiental em estabelecimentos com agricultura org&acirc;nica    e agricultura ecol&oacute;gica. <i>Revista Brasileira de Agroecologia,</i> Porto    Alegre, v. 2, n. 1, p. 117-120, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000227&pid=S0104-1290201100030001600063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">VAN DER WERF H.    M. et al. Environmental impacts of farm scenarios according to five assessment    methods. <i>Agriculture, ecosystems &amp; environment</i>, Holand, v. 118, n.    1-4, p. 327-38, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000229&pid=S0104-1290201100030001600064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">VARGAS, Y. T.;    SPOLIDORO, M. L.C. V. Sustentabilidade rural: estudo de caso no estado do Rio    de Janeiro. <i>Revista Brasileira de Agroecologia,</i> Porto Alegre, v. 1, n.    1, p. 415-8, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000231&pid=S0104-1290201100030001600065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">VASSILIEF, I. Res&iacute;duos    de agrot&oacute;xicos e piretr&oacute;ides nos alimentos e sua rela&ccedil;&atilde;o    com doen&ccedil;as no homem. In: SIMP&Oacute;SIO BRASILEIRO DE AGROPECU&Aacute;RIA    ECOL&Oacute;GICA E SA&Uacute;DE HUMANA, 1. 2000. Rio de Janeiro. <i>Anais...</i>    Rio de Janeiro; UFF, 2000. 1 Disquete.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000233&pid=S0104-1290201100030001600066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ZHU, Y. et al.    <i>Genetic diversity and disease control in rice</i>. <i>Nature</i>, Basingstoke,    v. 406, p. 718-722, 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000235&pid=S0104-1290201100030001600067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">WESTPHAL, M. F.;    ZIGLIO, E. Pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e investimentos: a intersetorialidade.    In: FUNDA&Ccedil;&Atilde;O Prefeito Faria Lima-Cepam (Org). <i>O munic&iacute;pio    no s&eacute;culo XXI:</i> cen&aacute;rios e perspectivas. S&atilde;o Paulo:    Funda&ccedil;&atilde;o Prefeito Faria Lima-Cepam, 1999. p. 111-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000237&pid=S0104-1290201100030001600068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">WESTPHAL, M. F.    Promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as.    In: CAMPOS, G. W. S. et al. <i>Tratado de sa&uacute;de coletiva</i>. S&atilde;o    Paulo: Hucitec, 2006. p. 635-667.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000239&pid=S0104-1290201100030001600069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->&nbsp;&nbsp;</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">WILKINSON, J. Os    gigantes da ind&uacute;stria alimentar entre a grande distribui&ccedil;&atilde;o    e os novos clusters a montante. <i>Estudos, Sociedade e Agricultura</i>, Rio    de Janeiro, n. 18, 147-174, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000241&pid=S0104-1290201100030001600070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em: 03/07/2010    <br>   Aprovado em: 01/03/2011</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back1"></a><a href="#top1">1</a>    Artigo realizado com apoio da Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo &agrave; Pesquisa    do Estado de S&atilde;o Paulo (FAPESP - Processo n. 09/54418-0).    <br>   <a name="back2"></a><a href="#top2">2</a> Consideramos aqui a defini&ccedil;&atilde;o    de Amartya Sen (2002) para <i>empowerment</i> como: a amplia&ccedil;&atilde;o    das possibilidades de controle, por um sujeito ou uma popula&ccedil;&atilde;o,    dos aspectos significativos relacionados &agrave; sua pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia.    <br>   <a name="back3"></a><a href="#top3">3</a> Informa&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel    no site: &lt;<a href="http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&amp;site=aldoadv.wordpress.com&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.abn.com.br%2F" target="_blank">http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&amp;site=aldoadv.wordpress.com&amp;url=http%    3A%2F%2Fwww.abn.com.br%2F</a>&gt;. Acesso em: 5 nov. 2009.    <br>   <a name="back4"></a><a href="#top4">4</a> A Lei de Biosseguran&ccedil;a sancionada    no Congresso Nacional Brasileiro, estabelece normas de seguran&ccedil;a e mecanismos    de fiscaliza&ccedil;&atilde;o de atividades que envolvam organismos geneticamente    modificados e seus derivados; cria o Conselho Nacional de Biosseguran&ccedil;a    - CNBS; reestrutura a Comiss&atilde;o T&eacute;cnica Nacional de Biosseguran&ccedil;a    - CTNBio; e disp&otilde;e sobre a Pol&iacute;tica Nacional de Biosseguran&ccedil;a    - PNB (Brasil, 2005).</font></p>     ]]></body>
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