<?xml ve<body><![CDATA[ <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="enda"></a><b>Poli (metil azoteto de glicidila) : GAP. II. Mecanismo de rea&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Glycidyl azide polymer (GAP): II. Reaction mechanism</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Sandro P. Ribeiro<sup>I</sup>; David G. Santiago<sup>II</sup>; Ardson dos S. Vianna Jr.<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Se&ccedil;&atilde;o de Engenharia Qu&iacute;mica, IME    <br>   <sup>II</sup>Centro Tecnol&oacute;gico do Ex&eacute;rcito, CTEx    <br>   <sup>III</sup>Departamento de Engenharia Qu&iacute;mica, Escola Polit&eacute;cnica, USP</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#end">Autor para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O poli (metil azoteto de glicidila) - GAP - &eacute; um material energ&eacute;tico que pode ser utilizado como aglutinante (binder) e como plastificante energ&eacute;tico em compostos explosivos e propulsores de foguetes. O GAP de baixo peso molecular pode ser obtido pela convers&atilde;o direta da epicloridrina (ECH) a GAP. Neste trabalho, &eacute; proposto um poss&iacute;vel mecanismo para esta convers&atilde;o direta, fundamentado em an&aacute;lises de infravermelho de esp&eacute;cies intermedi&aacute;rias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-chave:</b> S&iacute;ntese, rea&ccedil;&otilde;es elementares, mecanismo de rea&ccedil;&atilde;o, materiais energ&eacute;ticos.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> GAP is an energetic material that can be used as binder or plasticizing agent in propellants and explosive mixtures. The glycidyl azide polymer (GAP) can be synthesized by direct conversion of epichlorohydrin. Here, a mechanism is proposed for the reaction used, based on an analysis of infrared spectra of intermediate species.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Keywords:</b> Syntheses, GAP, elementary reactions, reaction mechanism, energetic compound.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A primeira refer&ecirc;ncia hist&oacute;rica de uso de materiais energ&eacute;ticos vem de 300 anos a.C., quando a p&oacute;lvora negra foi utilizada pelos Chineses em cerimoniais. A aplica&ccedil;&atilde;o destes materiais foi intensificada no in&iacute;cio do s&eacute;culo XIX, com a nitra&ccedil;&atilde;o de compostos para produzir explosivos de alta energia. Desde ent&atilde;o, novos materiais energ&eacute;ticos surgiram, de certa forma acompanhando a evolu&ccedil;&atilde;o da ci&ecirc;ncia dos materiais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma das primeiras formula&ccedil;&otilde;es usadas em materiais energ&eacute;ticos foi a mistura de nitrocelulose e nitroglicerina, onde a nitrocelulose foi utilizada para tornar a nitroglicerina mais viscosa e menos sens&iacute;vel ao impacto e &agrave; fric&ccedil;&atilde;o<sup>&#91;1&#93;</sup>. Outras misturas contendo pol&iacute;meros foram usadas, como RDX em poliestireno e HMX em teflon. Atualmente, outras mol&eacute;culas polim&eacute;ricas v&ecirc;m sendo usadas em formula&ccedil;&otilde;es de propelentes, tais como, o polibutadieno hidroxilado (<i>hydroxy-terminated polybutadiene - HTPB</i>), o polibutadieno carboxilado (<i>carboxy-terminated polybutadiene - CTPB</i>) e poli&eacute;teres hidroxilados (<i>hydroxy-terminated polyethers - HTPE)</i><sup>&#91;2&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O objetivo destas formula&ccedil;&otilde;es &eacute; aumentar a quantidade de energia desenvolvida pelos propelentes e explosivos, mas estes materiais devem tamb&eacute;m apresentar baixa sensibilidade e boa estabilidade. Outras vari&aacute;veis comp&otilde;em o problema, como melhorar as propriedades mec&acirc;nicas do material final, aumentar a expectativa de vida e reduzir o impacto ambiental na produ&ccedil;&atilde;o, uso e disposi&ccedil;&atilde;o do material<sup>&#91;2&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Se a matriz polim&eacute;rica &eacute; um elast&ocirc;mero, este material tende a absorver melhor impactos, o qu&ecirc; reduz o risco de detona&ccedil;&atilde;o indesejada. Mas, se um material mais r&iacute;gido for usado, ser&aacute; poss&iacute;vel manter maior precis&atilde;o na forma final da pe&ccedil;a<sup>&#91;3&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O uso do polibutadieno l&iacute;quido com termina&ccedil;&atilde;o hidrox&iacute;lica (PBLH) melhora a estabilidade, mas em termos energ&eacute;ticos nada contribui para a composi&ccedil;&atilde;o por n&atilde;o ser energ&eacute;tico. Contudo, a matriz tamb&eacute;m pode colaborar com energia, s&atilde;o os ligantes energ&eacute;ticos - <i>binders</i><sup>&#91;2,4&#93;</sup>, que agem como aglomerantes e ainda podem fazer liga&ccedil;&otilde;es cruzadas com explos&oacute;foros<sup>&#91;5&#93;</sup>. O poli (metil azoteto de glicidila) GAP &eacute; um exemplo de aglomerante, est&aacute;vel como o PBLH, mas que cont&eacute;m grupamentos azidas em sua cadeia, respons&aacute;veis pelo aumento do conte&uacute;do energ&eacute;tico da composi&ccedil;&atilde;o<sup>&#91;6&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outros pol&iacute;meros podem ser usados como binders nas formula&ccedil;&otilde;es energ&eacute;ticas, por exemplo, os nitratos de poli&eacute;teres como poly<i>(3-nitratomethyl-3-methyloxetane</i>) (polyNIMMO), poli(nitrato de glicidila) <i>(poly(glycidyl nitrate</i>) - polyGLYN), poli(nitrato de vinila) e poli(nitroarom&aacute;ticos). Tamb&eacute;m cabe citar os pol&iacute;meros fluorados, polibutadienos nitrados (por exemplo, <i>nitrated hydroxy terminated polybutadiene</i> - NHTPB) e os plastificantes energ&eacute;ticos<sup>&#91;2&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O GAP cont&eacute;m tamb&eacute;m hidroxilas terminais que d&atilde;o funcionalidade ao material e facilitam sua cura. Uma vez curado e envolvido por plastificante energ&eacute;tico, o material encontra-se na forma de uma borracha &aacute;spera capaz de absorver e dissipar energia de est&iacute;mulos danosos. Esse material transformado apresenta vulnerabilidade e detectabilidade reduzidas, maior desempenho energ&eacute;tico, melhores propriedades mec&acirc;nicas e poluem menos o meio ambiente durante sua produ&ccedil;&atilde;o, utiliza&ccedil;&atilde;o e disposi&ccedil;&atilde;o, tornando-o um material do futuro utilizado em propelentes<sup>&#91;2&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O poli (metil azoteto de glicidila) de baixa massa molecular pode ser obtido pela convers&atilde;o direta da epicloridrina a GAP<sup><sup>&#91;7&#93;</sup></sup>, para ser usado como plastificante energ&eacute;tico em composi&ccedil;&otilde;es explosivas. V&aacute;rios fatores foram avaliados nesta rea&ccedil;&atilde;o, como o tempo de rea&ccedil;&atilde;o, solvente, &aacute;lcool extensor e a metodologia de produ&ccedil;&atilde;o. Uma nova metodologia e o uso de DMF como solvente geraram um GAP com maior porcentagem de nitrog&ecirc;nio<sup>&#91;8,9&#93;</sup>. Esse aumento indica um ganho de energia para o material, j&aacute; que cada grupamento azida &eacute; respons&aacute;vel por 80 kcal.mol<sup>-1</sup> e uma elevada entalpia de forma&ccedil;&atilde;o conforme j&aacute; mencionado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Neste trabalho foi estudada a s&iacute;ntese do poli (metil azoteto de glicidila) de baixa massa molecular atrav&eacute;s da convers&atilde;o direta da epicloridrina a GAP, para ser usado como plastificante energ&eacute;tico em composi&ccedil;&otilde;es explosivas. &Eacute; proposto um poss&iacute;vel mecanismo para esta convers&atilde;o direta, fundamentado em an&aacute;lises de infra-vermelho (FTIR) de esp&eacute;cies intermedi&aacute;rias.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Fundamentos Te&oacute;ricos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Introdu&ccedil;&atilde;o</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os pol&iacute;meros contendo grupos funcionais azida, como o GAP, foram apontados no in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1980, como sendo a nova gera&ccedil;&atilde;o de materiais energ&eacute;ticos<sup>&#91;10&#93;</sup>. A sensibilidade da mistura RDX/GAP (RDX - Research Department Explosive, ou ciclotrimetilenotrinitramina) &eacute; quase a mesma da composi&ccedil;&atilde;o RDX/PBLH<sup>&#91;11&#93;</sup>. As propriedades energ&eacute;ticas do GAP s&atilde;o relacionadas diretamente com a quebra da cadeia dos grupos azida, que libera g&aacute;s nitrog&ecirc;nio com calor de rea&ccedil;&atilde;o de 957 kJ.kg<sup>-1&#91;12&#93;</sup>. O GAP tamb&eacute;m possui uma concentra&ccedil;&atilde;o relativamente alta de &aacute;tomos de carbonos (<a href="#fig1">Figura 1</a>), apresentando alto potencial de combust&atilde;o, queimando lentamente a elevadas temperaturas. O </font>&#916;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Hf &eacute; aproximadamente 280 cal.g<sup>-1</sup> a altas press&otilde;es, sem explos&otilde;es<sup>&#91;1,2&#93;</sup>.</font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As primeiras s&iacute;nteses do GAP consistiam apenas da substitui&ccedil;&atilde;o do cloro pelo grupo azida, geravam um produto linear com um peso molecular de at&eacute; 3.000 g.mol<sup>-1</sup> e funcionalidade 2<sup>&#91;14&#93;</sup>. Depois, um pol&iacute;mero linear at&aacute;tico, com grupos hidrox&iacute;licos secund&aacute;rios e peso molecular variando entre 1000 e 3000 g.mol<sup>-1</sup> foi obtido<sup>&#91;14&#93;</sup>. Alguns anos mais tarde, surgiram o GAP ramificado e com funcionalidade variando entre 6,9 e 11,0<sup>&#91;13&#93;</sup>. Este processo envolve a degrada&ccedil;&atilde;o da poli (epicloridrina) comercial, seguida pela sua rea&ccedil;&atilde;o com azida de s&oacute;dio num solvente apropriado<sup>&#91;15&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Um GAP linear, com funcionalidade maior que 2, foi obtido pela epoxida&ccedil;&atilde;o da PECH, com peso molecular m&eacute;dio (Mn) de 2.000 g.mol<sup>-1</sup> em condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas ou &aacute;cidas seguida pela abertura do anel formado e azida&ccedil;&atilde;o<sup>&#91;13&#93;</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O GAP com baixo peso molecular pode ser utilizado como plastificante energ&eacute;tico. &Eacute; produzido atrav&eacute;s da convers&atilde;o direta de epicloridrina a GAP<sup>&#91;7&#93;</sup>. Um esquema simplificado da rea&ccedil;&atilde;o est&aacute; apresentado na <a href="#fig2">Figura 2</a>.</font></p>     <p><a name="fig2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A compreens&atilde;o da estrutura dos reagentes e de suas poss&iacute;veis rea&ccedil;&otilde;es s&atilde;o aspectos fundamentais na proposta de um mecanismo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Azida de s&oacute;dio</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; um composto i&ocirc;nico de f&oacute;rmula molecular NaN<sub>3</sub> utilizado como fonte de energia, j&aacute; que cada grupo azida &eacute; respons&aacute;vel por 80 kcal.mol-1<sup>&#91;17&#93;</sup>. O &aacute;tomo central de hibrida&ccedil;&atilde;o sp &eacute; respons&aacute;vel pela estrutura linear do grupo azida, sendo ele quadrivalente, fazendo com que o grupo apresente duas formas de resson&acirc;ncia, com deslocamento de el&eacute;trons </font>&#960;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">, conforme a <a href="#fig3">Figura 3</a>.</font></p>     <p><a name="fig3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861fig03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Epicloridrina</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A epicloridrina (ECH) &eacute; um composto opticamente ativo que cont&eacute;m um anel ep&oacute;xido bastante reativo. Os ep&oacute;xidos s&atilde;o &eacute;teres que cont&ecirc;m um anel tensionado com &acirc;ngulo interno de 60º, onde um &aacute;tomo de oxig&ecirc;nio se encontra ligado a dois &aacute;tomos de carbono, ver <a href="#fig4">Figura 4</a>. Eles s&atilde;o altamente reativos devido &agrave; facilidade com que o anel se abre, sendo, portanto, uma fonte de carbono eletr&oacute;filo<sup>&#91;18&#93;</sup>. A epicloridrina &eacute; de extrema import&acirc;ncia na s&iacute;ntese org&acirc;nica, por apresentar uma unidade quiral vers&aacute;til<sup>&#91;19&#93;</sup>.</font></p>     <p><a name="fig4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861fig04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os ep&oacute;xidos podem sofrer cis&atilde;o catalisada por &aacute;cido ou base. As rea&ccedil;&otilde;es s&atilde;o do tipo SN<sub>2</sub>, isto &eacute;, a cis&atilde;o da liga&ccedil;&atilde;o carbono-oxig&ecirc;nio e o ataque pelo nucle&oacute;filo s&atilde;o feitos em &uacute;nica etapa<sup>&#91;17&#93;</sup>. Quando o anel de ep&oacute;xido &eacute; formado por &aacute;tomos de carbono sim&eacute;tricos, n&atilde;o h&aacute; prefer&ecirc;ncia de rea&ccedil;&atilde;o. Contudo, a epicloridrina &eacute; um ep&oacute;xido assim&eacute;trico. Portanto, o produto do ataque depende se a rea&ccedil;&atilde;o &eacute; catalisada por &aacute;cido ou base. No caso da cis&atilde;o catalisada por &aacute;cido (<a href="#fig5">Figura 5</a>), o ep&oacute;xido transforma-se no intermedi&aacute;rio protonado, que &eacute; mais suscet&iacute;vel ao ataque de reagentes nucle&oacute;filos<sup>&#91;17&#93;</sup>:</font></p>     <p><a name="fig5"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861fig05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No caso da cis&atilde;o catalisada por base, forma-se um &acirc;nion intermedi&aacute;rio<sup>&#91;17&#93;</sup>, ver <a href="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861fig06.jpg">Figura 6</a>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Poli(epicloridrina) - PECH</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A poli(epicloridrina) &eacute; um poli&eacute;ter alif&aacute;tico saturado com cadeias laterais de clorometil), conforme observado na <a href="#fig7">Figura 7</a><sup>&#91;18&#93;</sup>. &Eacute; obtido a partir da polimeriza&ccedil;&atilde;o da epicloridrina. O pol&iacute;mero &eacute; conhecido como elast&ocirc;mero de epicloridrina (nome usual), clorometiloxirano (ASTM) e epicloridrina (IUPAC). Como nos poli&eacute;teres, a presen&ccedil;a de &aacute;tomos de oxig&ecirc;nio contribui significativamente para a flexibilidade da cadeia, o qu&ecirc; leva a um comportamento elast&ocirc;merico da PECH<sup>&#91;18&#93;</sup>.</font></p>     <p><a name="fig7"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861fig07.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No grupo pendente de clorometil, os elast&ocirc;meros de epicloridrina facilmente realizam rea&ccedil;&otilde;es de substitui&ccedil;&atilde;o nucleof&iacute;lica, que &eacute; tamb&eacute;m s&iacute;tio ativo para muitos sistemas de vulcaniza&ccedil;&atilde;o<sup>&#91;19&#93;</sup>. Os elast&ocirc;meros de poli (epicloridrina) s&atilde;o importantes comercialmente porque o seu vulcanizado oferece uma combina&ccedil;&atilde;o de resist&ecirc;ncia ao calor, resist&ecirc;ncia ao oz&ocirc;nio e flexibilidade a baixa temperatura. Suas principais aplica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o em produtos na &aacute;rea de combust&iacute;veis, diafragma, isolantes, bombas e componentes de v&aacute;lvulas<sup>&#91;20&#93;</sup>. A PECH pode se apresentar no estado s&oacute;lido ou l&iacute;quido, dependendo do seu peso molecular, que pode ser verificado visualmente<sup>&#91;21&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Mecanismo de rea&ccedil;&atilde;o</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; o conjunto de eventos elementares que explica a evolu&ccedil;&atilde;o de reagentes a produtos<sup>&#91;22,23&#93;</sup>. O mecanismo &eacute; composto por rea&ccedil;&otilde;es elementares de esp&eacute;cies, que podem ser mol&eacute;culas ou fragmentos de mol&eacute;culas. Em um primeiro momento, somente a quantidade e o tipo de esp&eacute;cies s&atilde;o avaliados. Pode ser considerado como o primeiro est&aacute;gio no entendimento de um processo reacional, sendo muito utilizado em estudos de cin&eacute;tica qu&iacute;mica. Estudos mais aprofundados podem considerar tamb&eacute;m as configura&ccedil;&otilde;es eletr&ocirc;nicas e geom&eacute;tricas das v&aacute;rias esp&eacute;cies ao longo das diversas etapas do processo de rea&ccedil;&atilde;o. Para este n&iacute;vel, devem ser aplicadas ferramentas da f&iacute;sico-qu&iacute;mica avan&ccedil;ada<sup>&#91;22&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O mesmo processo reacional pode ser explicado por mecanismos diferentes. Contudo, o mecanismo deve estar fundamentado em dados experimentais. A proposta de mecanismo tamb&eacute;m deve partir de um arcabou&ccedil;o te&oacute;rico conhecido. Especificamente, j&aacute; existe um conjunto consider&aacute;vel de rea&ccedil;&otilde;es org&acirc;nicas<sup>&#91;23&#93;</sup>: rea&ccedil;&otilde;es de adi&ccedil;&atilde;o (eletrof&iacute;lica, nucleof&iacute;lica e radical); rea&ccedil;&otilde;es de elimina&ccedil;&atilde;o (E1, E2); substitui&ccedil;&atilde;o nucleof&iacute;lica (alif&aacute;tica, ac&iacute;clica e arom&aacute;tica); redox; rearranjos, rea&ccedil;&otilde;es peric&iacute;clicas e met&aacute;teses.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Caracteriza&ccedil;&atilde;o</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A chamada radia&ccedil;&atilde;o infravermelha FTIR corresponde &agrave; parte do espectro situada entre as regi&otilde;es do vis&iacute;vel e das microondas. A faixa definida entre 4.000 e 400 cm<sup>-1</sup> &eacute; a de maior utilidade para identifica&ccedil;&atilde;o dos tipos de vibra&ccedil;&otilde;es moleculares. Essa faixa do espectro corresponde &agrave; energia infravermelha absorvida pelas liga&ccedil;&otilde;es entre os elementos qu&iacute;micos, permitindo a identifica&ccedil;&atilde;o dos tipos de liga&ccedil;&otilde;es existentes no composto<sup>&#91;16&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O espectro de infravermelho &eacute; a principal forma de caracteriza&ccedil;&atilde;o da PECH. Este apresenta bandas caracter&iacute;sticas na identifica&ccedil;&atilde;o das liga&ccedil;&otilde;es qu&iacute;micas<sup>&#91;21,24-26&#93;</sup>, ver <a href="#tab1">Tabela 1</a>. As absor&ccedil;&otilde;es mais importantes s&atilde;o as de carbono cloro (740/710 cm<sup>-1</sup>), carbono oxig&ecirc;nio (1125 cm<sup>-1</sup>) e carbono hidroxila em (3450/3530 cm<sup>-1</sup>).</font></p>     <p><a name="tab1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861tab01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Experimental</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em trabalho anterior<sup>&#91;8,9&#93;</sup>, um produto com melhor peso molecular foi obtido com a adi&ccedil;&atilde;o da azida de s&oacute;dio sobre &agrave; epicloridrina e usando DMF como solvente. A azida de s&oacute;dio foi solubilizada em um bal&atilde;o de tr&ecirc;s bocas, 60 g de solvente, 3 g do &aacute;lcool, que funciona como extensor de cadeia, 30 g da azida de s&oacute;dio e 3 g de cloreto de l&iacute;tio. Ent&atilde;o nessa mistura foi adicionado lentamente gota a gota 30 g de epicloridrina atrav&eacute;s de um funil de adi&ccedil;&atilde;o com atmosfera inerte e agita&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica. Os reagentes foram colocados sob atmosfera inerte (N<sub>2</sub>). A temperatura da rea&ccedil;&atilde;o foi mantida a 90 ºC por at&eacute; vinte horas. Todos os procedimentos e propor&ccedil;&otilde;es de reagentes foram semelhantes &agrave; metodologia anterior<sup>&#91;7&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O produto foi lavado com tr&ecirc;s al&iacute;quotas de 150 mL de &aacute;gua quente (90º) para retirar os reagentes. Ap&oacute;s esta etapa o produto da rea&ccedil;&atilde;o foi dissolvido em 230 mL de cloreto de metileno. Esta solu&ccedil;&atilde;o org&acirc;nica deve ser lavada a frio (em funil de separa&ccedil;&atilde;o) cinco vezes com al&iacute;quotas de 150 mL de &aacute;gua. Subsequentemente &eacute; seca sobre 3 g de sulfato de magn&eacute;sio anidro e passada atrav&eacute;s de uma coluna de silicagel (20 g).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os espectros de infravermelho dos compostos foram obtidos em um Espectrofot&ocirc;metro de Infravermelho com Transformada de Fourier (FTIR), Perkin Elmer, modelo 1710. As amostras sendo l&iacute;quidas, foram aplicadas diretamente sobre c&eacute;lulas de NaCl. Os espectros obtidos foram registrados no intervalo de 4000 a 400 cm<sup>-1</sup>, tendo resolu&ccedil;&atilde;o de 4 cm<sup>-1</sup> e ganho de 1,40 varreduras. A espectrometria de infravermelho do GAP, ver <a href="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861fig08.jpg">Figura 8</a>, apresenta para o grupo azida (C-N<sub>3</sub>) uma absor&ccedil;&atilde;o intensa em 2100 cm<sup>-1&#91;2&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Proposta de Mecanismo</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Neste item &eacute; proposto um poss&iacute;vel mecanismo para a rea&ccedil;&atilde;o direta, motivado pelas an&aacute;lises de infravermelho das al&iacute;quotas retiradas ao longo do tempo de forma&ccedil;&atilde;o do GAP. Este &eacute; formado pela abertura do anel ep&oacute;xido seguido por uma azida&ccedil;&atilde;o<sup>&#91;2&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Primeiro foi analisado o espectro de infravermelho da epicloridrina (A), ver <a href="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861fig09.jpg">Figua 9</a>, no qual foi constatada as absor&ccedil;&otilde;es em 750 e 850 cm<sup>-1</sup> referentes ao anel ep&oacute;xido<sup>&#91;17&#93;</sup>. Depois foi adicionado o solvente na ECH, feito um aquecimento durante um tempo e retirada uma al&iacute;quota. Foi constatado o n&atilde;o desaparecimento das absor&ccedil;&otilde;es referentes ao anel ep&oacute;xido da epicloridrina, espectro (B) mostrado na <a href="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861fig10.jpg">Figura 10</a>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Depois o &aacute;lcool foi adicionado &agrave; mistura do solvente e da ECH j&aacute; aquecida, espectro (C) e tamb&eacute;m n&atilde;o houve o desaparecimento das absor&ccedil;&otilde;es 750 e 850 cm<sup>-1&#91;17&#93;</sup> conforme o espectro da <a href="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861fig11.jpg">Figura 11</a>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Somente quando a adi&ccedil;&atilde;o de azida foi iniciada &eacute; que aconteceu o desaparecimento dessas absor&ccedil;&otilde;es, assim como o aparecimento das absor&ccedil;&otilde;es 2100 cm<sup>-1</sup> referentes &agrave; (C-N<sub>3</sub>) e &agrave; aus&ecirc;ncia da absor&ccedil;&atilde;o 740 cm<sup>-1</sup> relacionada &agrave; (C-Cl)<sup>&#91;17&#93;</sup>, como pode ser visto na <a href="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861fig12.jpg">Figura 12</a>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma hora ap&oacute;s adicionar toda a azida, as absor&ccedil;&otilde;es em 750 e 850 cm<sup>-1</sup> n&atilde;o apareceram no espectro de FTIR (E), ver <a href="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861fig13.jpg">Figua 13</a>, o que indica um forte ind&iacute;cio da azida de s&oacute;dio fazer a abertura do anel ep&oacute;xido e a substitui&ccedil;&atilde;o do grupo cloro pendente da epicloridrina. Indicando por fim a completa transforma&ccedil;&atilde;o de epicloridrina em GAP, espectro (F)<sup>&#91;5&#93;</sup> da <a href="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861fig14.jpg">Figura 14</a>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O espectro do material produzido mostra todas as absor&ccedil;&otilde;es relacionadas com as principais liga&ccedil;&otilde;es na mol&eacute;cula do GAP. Sendo poss&iacute;vel com isso a proposta de um mecanismo de rea&ccedil;&atilde;o para o GAP de baixa massa molecular.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; demonstrada na <a href="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861fig15.jpg">Figura 15</a>, a Rota Sint&eacute;tica do GAP de baixa massa molecular utilizado como plastificante energ&eacute;tico. O mecanismo prov&aacute;vel ocorreu devido &agrave; adi&ccedil;&atilde;o da azida de s&oacute;dio em um meio contendo solvente, &aacute;lcool extensor e epicloridrina. Logo que a azida &eacute; adicionada, ocorre a substitui&ccedil;&atilde;o nucleof&iacute;lica SN<sub>2</sub> do cloro pela azida na epicloridrina etapa (A) do mecanismo. O &acirc;nion formado pela azida levou &agrave; abertura do anel ep&oacute;xido da epicloridrina etapa (B) do mecanismo, tamb&eacute;m reagindo conforme uma rea&ccedil;&atilde;o tipo SN<sub>2</sub>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A azida ligada a epicloridrina forma uma base que retira o hidrog&ecirc;nio do &aacute;lcool extensor, etapa (C), dando origem a um nucle&oacute;filo e a um composto n&atilde;o caracterizado, etapa (D), apresentando a nomenclatura 1,3-diazido-2-propanol (IUPAC). H&aacute; uma competi&ccedil;&atilde;o entre o &aacute;lcool e a base formada pelo hidrog&ecirc;nio, mas o &aacute;lcool usado adquire uma conforma&ccedil;&atilde;o de ciclo fazendo uma liga&ccedil;&atilde;o intramolecular de hidrog&ecirc;nio. Isto proporciona um car&aacute;ter positivo ao seu oxig&ecirc;nio, o qu&ecirc; facilita a sa&iacute;da do hidrog&ecirc;nio para a base formada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O nucle&oacute;filo formado na etapa (E) do mecanismo, atrav&eacute;s do &aacute;lcool, faz um ataque do tipo SN<sub>2</sub> ao carbono menos desimpedido da epicloridrina. Esta, por sua vez, forma outro nucle&oacute;filo, etapa (F), ocorrendo assim a polimeriza&ccedil;&atilde;o e a forma&ccedil;&atilde;o do GAP-etanodiol.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Conclus&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Neste trabalho foi estudado o Poli (metil azoteto de glicidila) (GAP) com baixo peso molecular atrav&eacute;s da convers&atilde;o direta da epicloridrina. A partir das nas an&aacute;lises de infravermelho foi proposto um mecanismo para a rea&ccedil;&atilde;o direta.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O mecanismo prov&aacute;vel ocorreu devido &agrave; adi&ccedil;&atilde;o da azida de s&oacute;dio ao meio contendo solvente, &aacute;lcool extensor e epicloridrina. Logo que a azida &eacute; adicionada, ocorre a substitui&ccedil;&atilde;o nucleof&iacute;lica SN<sub>2</sub> do cloro pela azida na epicloridrina . O &acirc;nion formado pela azida levou &agrave; abertura do anel ep&oacute;xido da epicloridrina, tamb&eacute;m reagindo conforme uma rea&ccedil;&atilde;o tipo SN<sub>2</sub>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A azida ligada a epicloridrina forma uma base que retira o hidrog&ecirc;nio do &aacute;lcool extensor, dando origem a um nucle&oacute;filo e a um composto n&atilde;o caracterizado, que apresenta a nomenclatura 1,3-diazido-2-propanol (IUPAC). H&aacute; uma competi&ccedil;&atilde;o entre o &aacute;lcool e a base formada pelo hidrog&ecirc;nio, mas o &aacute;lcool usado adquire uma conforma&ccedil;&atilde;o de ciclo fazendo uma liga&ccedil;&atilde;o intramolecular de hidrog&ecirc;nio. Isto proporciona um car&aacute;ter positivo ao seu oxig&ecirc;nio, o qu&ecirc; facilita a sa&iacute;da do hidrog&ecirc;nio para a base formada.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O nucle&oacute;filo formado, atrav&eacute;s do &aacute;lcool, faz um ataque do tipo SN<sub>2</sub> ao carbono menos desimpedido da epicloridrina. Esta, por sua vez, forma outro nucle&oacute;filo, ocorrendo assim a polimeriza&ccedil;&atilde;o e a forma&ccedil;&atilde;o do GAP-etanodiol.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este mecanismo possibilita uma melhor compreens&atilde;o desta rota, o qu&ecirc; pode levar a propostas de otimiza&ccedil;&atilde;o de rendimento e incremento do peso molecular das mol&eacute;culas de GAP.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Urbanski, T. <i>"Chemistry and Technology of Explosives"</i>, v.3, Pergamon Press, Warszawa (1967).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0104-1428201200050000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Provatas, A. - <i>"Energetic Polymers and Plasticizers for Explosive Formulation - A Review of Recent Advances"</i>, DSTO-Tr-0966, DSTO, Australia (2000).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0104-1428201200050000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Burnham, A. K. &amp; Fried., L. E. - <i>"Kinetics of PBX9404 Aging", in:</i> 27th Aging, Compatibility and Stockpile Stewardship Conference, UCRL-CONF-224391, Los Alamos, United States (2006).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0104-1428201200050000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Frankel, L. R.; Grant, J. E. &amp; Flanagan, J. E. - J. Propul. Power, <b>18</b>, p.560 (1992). <a href="http://dx.doi.org/10.2514/3.23514" target="_blank">http://dx.doi.org/10.2514/3.23514</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0104-1428201200050000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Klager, K. - <i>"Polyurethanes, The Most Versatile Binder For Solid 'Composites' Propellants", in:</i> Aiaa/Sae/Asme 20th Joint Propulsion Conference, Cincinnati - Ohio (1984).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0104-1428201200050000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. &Ccedil;&ouml;&ccedil;mez, A.; Erisken, C.; Yilmazer, &Uuml;.; Pekel, F. &amp; &Ouml;zkar, S. - J. Appl. Polym Sci., <b>67</b>, p.1457 (1998). <a href="http://dx.doi.org/10.1002/(SICI)1097-4628(19980222)67:8&lt;1457::AID-APP11&gt;3.0.CO;2-Z" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1002/(SICI)1097-4628(19980222)67:8<1457::AID-APP11>3.0.CO;2-Z</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0104-1428201200050000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Ahad, E. <i>"Direct Conversion of Epichlorohydrin to Glycidyl Azide Polymer"</i>, US Patent 4,891,438 (1990).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0104-1428201200050000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Ribeiro, S. P.; Santiago, D. G. &amp; Vianna Junior, A. S. <i>"Poli(metil azoteto de glicidila)-GAP. I. S&iacute;ntese e Rea&ccedil;&atilde;o"</i>, Pol&iacute;meros, a ser publicado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0104-1428201200050000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Ribeiro, S. P. - <i>"S&iacute;ntese e Caracteriza&ccedil;&atilde;o do Poli(metil azoteto de Glicidila) GAP"</i>, Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Instituto Militar de Engenharia, Brasil (2010).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0104-1428201200050000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Leeming, W. B. H.; Marshall, E. J.; Bull, H. &amp; Rodgers, M. J. - <i>"An Investigation into Polyglyn Cure Stability"</i>, The 27th International Annual Conference of ICT, Germany, p.99-1 (1996).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0104-1428201200050000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Desai, H. J.; Cunliffe, A. V.; Millar, R. W.; Paul, N. C.; Stewart, M. J. &amp; Amass, A. J. - Polymer, <b>37</b> (1996).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0104-1428201200050000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Lee, J.-S. &amp; Hsu, C.-K. - Thermochim. Acta, <b>367-368</b>, 371 (2001). <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0040-6031(00)00686-9" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/S0040-6031(00)00686-9</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0104-1428201200050000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Ahad, E. - <i>"Branched Hydroxy Terminated Azido Polymers"</i>, in: The 21th International Annual Conference of ICT, p.5, Karlsruhe - Germany (1991).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0104-1428201200050000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Chen, B.; Yan, H.; Jia, H.; Li, J. &amp; Dong, S. - J. Propul. Power, <b>11</b>, n.4, p.838 (1995).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0104-1428201200050000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Ampleman, G.; D&eacute;silets, S. &amp; Marois, A. - <i>"Energetic Thermoplastic Elastomers Based On Glycidyl Azide Polymers With Increased Functionality", in:</i> The 27th International Annual Conference of ICT, p.132, Karlsruhe - Germany (1996).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0104-1428201200050000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Silverstein, R. M., Bassler, G. C. &amp; Morril, T. C. - <i>"Identifica&ccedil;&atilde;o Espectrom&eacute;trica de Compostos Org&acirc;nicos"</i>, 5.ed., Guanabara Koogan, Rio de Janeiro (2000).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0104-1428201200050000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Wells, A. F. - <i>"Structural Inorganic Chemistry"</i>. Oxford, Clarendon Press (1984).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0104-1428201200050000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Morrison, R. T. &amp; Boyd, R. N. <i>"Qu&iacute;mica Org&acirc;nica"</i>. 10. ed. Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian (1993).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0104-1428201200050000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Kasai, N.; Suzuki, T. &amp; Furukawa, Y. - J. Mol. Catal. B-Enzym., <b>4</b>, n.5-6, p.237 (1998). <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S1381-1177(97)00034-9" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/S1381-1177(97)00034-9</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0104-1428201200050000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Leach, W. R. Rubber World, p.71 (1965).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0104-1428201200050000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Francis, A. U.; Venkatachalam, S.; Kanakavel, M.; Ravidran, P. V. &amp; Ninan, K. N. Eur. Polymer J., <b>39</b>, n.4, p.831 (2003). <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0014-3057(02)00302-6" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/S0014-3057(02)00302-6</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0104-1428201200050000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Hill, C. G. - <i>"Introduction to Chemical Engineering Kinetics &amp; Reactor Design"</i>, Wiley, Wisconsin (1977).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0104-1428201200050000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. March, J. - <i>"Advanced Organic Chemistry: Reactions, Mechanisms, and Structure"</i>, 3rd ed., Wiley, New York (1985).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0104-1428201200050000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. Yu, S. H. Polymer Preprints, <b>25</b>, n.1, p.117 (1984).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0104-1428201200050000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. Sciamareli, J.; Costa, J. R.; Takahashi, M. F. K.; Diniz, M. F.; Louren&ccedil;o, V. L.; David, L. H.; Iha, K.; Miyano, M. H. &amp; Ferreira, C. - Pol&iacute;meros, <b>19</b>, n.2, p.117 (2009). <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0104-14282009000200008" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0104-14282009000200008</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0104-1428201200050000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26. Guanaes, D. L.; Bittencourt, E.; Eberlin M. N. &amp; Sabino, A. A. Eur. Polym. J., <b>43</b>, n.5, p.2141 (2007). <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.eurpolymj.2007.02.016" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.eurpolymj.2007.02.016</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0104-1428201200050000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="end" id="end"></a><a href="#enda"><img src="/img/revistas/po/2012nahead/seta.jpg" border="0"></a> <b>Autor para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Ardson dos S. Vianna Jr    <br>   Departamento de Engenharia Qu&iacute;mica, Escola Polit&eacute;cnica, Universidade de S&atilde;o Paulo - USP    <br>   Av. Professor Luciano Gualberto, 380, Cidade Universit&aacute;ria    <br>   CEP 05508-010, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil    <br>   e-mail: <a href="mailto:ardson@usp.br">ardson@usp.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Enviado: 18/02/11<br/>   Reenviado: 08/11/11<br/>   Aceito: 09/11/11 </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a href="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861ape01.jpg"><img src="/img/revistas/po/2012nahead/aop_8861ape01_thumb.jpg" border="0">    <br>   <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&ecirc;ndice 1 - Clique para ampliar</font></a></p>      ]]></body>rsion="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
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