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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação comportamental do processamento auditivo em indivíduos gagos]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Behavioral auditory processing evaluation in individuals with stuttering]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de São Paulo Departamento de Fonoaudiologia ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[BACKGROUND: the behavioral auditory processing (AP) evaluation allows the investigation of neuroaudiological processes involved in speech fluency processing. AIM: the purpose of this study was to describe the results obtained in the AP evaluation in stutterers, comparing the type of AP disorder with the severity of stuttering. METHOD: 56 subjects, 49 male and 7 female, ranging in age from 4 to 34 years, were referred from the speech-language clinic of UNIFESP to the AP evaluation. All patients were submitted to the following evaluations: audiological, speech and language. Disfluency was classified according to the protocol proposed by Riley (1994) which includes the following stuttering severity levels: very mild, mild, moderate, severe and very severe. Behavioral AP tests were selected and analyzed according to the patient's age and to the proposal of Pereira & Schochat (1997). RESULTS: subjects with ages between 4 to 7 years and between 12 to 34 years presented mostly mild stuttering, subjects between 8 to 11 years presented mostly moderate stuttering. From the total of 56 individuals who were evaluated, 92.85% presented AP disorders. The most common auditory processing disorders were supra-segmental and decoding. No statistical differences were found considering the results of the AP evaluation and the severity of stuttering for none of the age groups. CONCLUSION: the AP evaluation indicated deficits for most of the participants of all age groups, however no correlations were observed with the severity of stuttering.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Gagueira]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Transtornos da Percepção Auditiva]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Audição]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO ORIGINAL DE PESQUISA</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="topo"></a> Avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do processamento auditivo em indiv&iacute;duos gagos<a href="#obs"><sup>*</sup></a></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Adriana Neves de Andrade<sup>I,</sup><a href="#end"><sup>1</sup></a>; Daniela Gil<sup>II</sup>; Ana Maria Schiefer<sup>II</sup>; Liliane Desgualdo Pereira<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Fonoaudi&oacute;loga. Mestranda em    Dist&uacute;rbios da Comunica&ccedil;&atilde;o Humana Campo Fonoaudiol&oacute;gico pela    Universidade Federal de S&atilde;o Paulo    <br>   <sup>II</sup>Fonoaudi&oacute;loga. Doutora em    Dist&uacute;rbios da Comunica&ccedil;&atilde;o Humana Campo Fonoaudiol&oacute;gico pela    Universidade Federal de S&atilde;o Paulo.    Professora Adjunto do Departamento    de Fonoaudiologia da Universidade    Federal de S&atilde;o Paulo</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>TEMA:</b> a avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do processamento auditivo (PA) permite pesquisar os processos neuroaudiol&oacute;gicos envolvidos no processamento da flu&ecirc;ncia.    <br>       <b>OBJETIVO:</b> descrever os resultados da avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do PA em indiv&iacute;duos gagos e comparar o grau de altera&ccedil;&atilde;o da desordem do PA com o grau de gravidade da gagueira.     <br>       <b>M&Eacute;TODOS:</b> 56 indiv&iacute;duos, 49 do g&ecirc;nero masculino e 7 do g&ecirc;nero feminino, com idades entre 4 e 34 anos, encaminhados do ambulat&oacute;rio de avalia&ccedil;&atilde;o fonoaudiol&oacute;gica da UNIFESP para avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do PA. Todos os pacientes foram submetidos &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o de audi&ccedil;&atilde;o, fala e linguagem. A disflu&ecirc;ncia foi classificada segundo o protocolo de Riley (1994), o qual prev&ecirc; os seguintes graus de gravidade da gagueira: muito leve, leve, moderado, severo e muito severo. Os testes para avalia&ccedil;&atilde;o do PA foram selecionados e analisados de acordo com a idade do paciente e a proposta de Pereira &amp; Schochat (1997).    <br>       <b>RESULTADOS:</b> observamos preval&ecirc;ncia da gagueira de grau leve na faixa et&aacute;ria de 4-7 anos e 12-34 anos de idade, e moderada nos indiv&iacute;duos de 8-11 anos de idade. Dos 56 indiv&iacute;duos avaliados 92,85% apresentaram altera&ccedil;&atilde;o do PA. Os processos gn&oacute;sicos mais prejudicados foram n&atilde;o verbal e decodifica&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o foram observadas diferen&ccedil;as estatisticamente significantes considerando os resultados da avalia&ccedil;&atilde;o do processamento auditivo e o grau de gravidade da gagueira em nenhuma das faixas et&aacute;rias avaliadas.     <br>       <b>CONCLUS&Otilde;ES:</b> a avalia&ccedil;&atilde;o do PA mostrou-se comprometida em grande parte da amostra em todas as faixas et&aacute;rias estudadas sem no entanto, correla&ccedil;&atilde;o com o grau de gravidade da gagueira. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-Chave: </b>Gagueira; Transtornos da Percep&ccedil;&atilde;o Auditiva; Audi&ccedil;&atilde;o. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp; </p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o </b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Processamento Auditivo (PA) refere-se &agrave; s&eacute;rie de processos que envolvem a an&aacute;lise e interpreta&ccedil;&atilde;o do est&iacute;mulo sonoro e pode ser definido como a s&eacute;rie de opera&ccedil;&otilde;es mentais que o indiv&iacute;duo realiza ao lidar com informa&ccedil;&otilde;es recebidas via o sentido da audi&ccedil;&atilde;o e que dependem de uma capacidade biol&oacute;gica inata e de experiencia&ccedil;&atilde;o no meio ac&uacute;stico <sup>(1)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A desordem do processamento auditivo &eacute; a perda total ou parcial da fun&ccedil;&atilde;o da an&aacute;lise das imagens auditivas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A flu&ecirc;ncia verbal pode ser definida como a fala de fluxo cont&iacute;nuo e suave decorrente de uma integra&ccedil;&atilde;o harm&ocirc;nica entre os processamentos neurais envolvidos na linguagem e no ato motor <sup>(2)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A percep&ccedil;&atilde;o e a produ&ccedil;&atilde;o da fala s&atilde;o eventos relacionados, onde a aprecia&ccedil;&atilde;o de freq&uuml;&ecirc;ncia, intensidade e dura&ccedil;&atilde;o dos sons servem como base construtora da audi&ccedil;&atilde;o e da linguagem. A produ&ccedil;&atilde;o da fala intelig&iacute;vel depende, em grande parte, das habilidades para processar os paradigmas do espectro ac&uacute;stico e da pros&oacute;dia da fala do interlocutor <sup>(3)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os aspectos gen&eacute;ticos e ambientais podem influenciar no desenvolvimento da gagueira e a pr&eacute;disposi&ccedil;&atilde;o familiar pode afetar a flu&ecirc;ncia do indiv&iacute;duo quanto &agrave; capacidade temporal de fala <sup>(45)</sup>. A vari&aacute;vel g&ecirc;nero tamb&eacute;m aparece como fator relevante, pois v&aacute;rios estudos demonstraram que h&aacute; maior preval&ecirc;ncia de indiv&iacute;duos gagos do g&ecirc;nero masculino <sup>(6-8)</sup>. No entanto, para a avalia&ccedil;&atilde;o da desordem do processamento auditivo, a vari&aacute;vel g&ecirc;nero parece ter conseq&uuml;&ecirc;ncias m&iacute;nimas <sup>(9)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os processos neuroaudiol&oacute;gicos envolvidos no processamento da flu&ecirc;ncia podem ser investigados por meio da avalia&ccedil;&atilde;o do processamento auditivo. Sabe-se que existe uma correla&ccedil;&atilde;o entre o processamento das informa&ccedil;&otilde;es auditivas e sua integra&ccedil;&atilde;o com as vias visuais e a dificuldade de linguagem expressiva que pode manifestar-se como gagueira <sup>(6)</sup>. Diferentes autores citaram a possibilidade de, ao investigar o processamento neurol&oacute;gico de indiv&iacute;duos com altera&ccedil;&atilde;o de flu&ecirc;ncia, encontrar pequenas varia&ccedil;&otilde;es anat&ocirc;micas <sup>(10-17)</sup>, diferen&ccedil;as morfol&oacute;gicas <sup>(18)</sup>, assimetria hemisf&eacute;rica <sup>(19)</sup> e/ou dificuldades nos aspectos temporais auditivos, ling&uuml;&iacute;sticos e motores <sup>(20-22)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O processamento neurofisiol&oacute;gico da flu&ecirc;ncia da fala depende da estabilidade da coordena&ccedil;&atilde;o temporal entre a execu&ccedil;&atilde;o das habilidades motoras e o desempenho do processamento cognitivo <sup>(23)</sup>, sendo que a altera&ccedil;&atilde;o da flu&ecirc;ncia da fala &eacute; decorrente de um impedimento moment&acirc;neo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o articulat&oacute;ria <sup>(24)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Estudo para investigar a gagueira de crian&ccedil;as jovens por meio da dissocia&ccedil;&atilde;o de domin&acirc;ncia ling&uuml;&iacute;stica sugere que as crian&ccedil;as com gagueira exibem dissocia&ccedil;&atilde;o de domin&acirc;ncia de fala e linguagem o que poderia aumentar a quebra na flu&ecirc;ncia da fala <sup>(25)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Indiv&iacute;duos adultos com gagueira apresentam processamento fonol&oacute;gico similar ao de indiv&iacute;duos fluentes, mas possui maior vulnerabilidade ao aumento de carga cognitiva e manifestam grande envolvimento do hemisf&eacute;rio direito no atraso dos processos cognitivos <sup>(26)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A correla&ccedil;&atilde;o dos achados &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o do processamento auditivo com os da avalia&ccedil;&atilde;o de linguagem em indiv&iacute;duos com queixa de altera&ccedil;&atilde;o da flu&ecirc;ncia da fala, j&aacute; foi estudada. No estudo de Andrade et al. <sup>(27)</sup>, 91% dos indiv&iacute;duos apresentaram altera&ccedil;&atilde;o na avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do processamento auditivo, onde a altera&ccedil;&atilde;o de grau moderado foi a mais prevalente seguida de grau leve e sem altera&ccedil;&atilde;o de grau. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tendo em vista a correla&ccedil;&atilde;o do processamento auditivo com as disflu&ecirc;ncias, este estudo tem por objetivos: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">. descrever os resultados da avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do processamento auditivo em indiv&iacute;duos gagos, com faixa et&aacute;ria entre 4 e 34 anos de idade;    <br>   . comparar o grau de desordem do processamento auditivo com o grau de gravidade da gagueira. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>M&eacute;todo </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este trabalho foi analisado e aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade Federal de S&atilde;o Paulo sob o nº 0745/05. Realizou-se um estudo retrospectivo por meio do levantamento de prontu&aacute;rios de 56 indiv&iacute;duos com gagueira, avaliados durante o per&iacute;odo de 1999 a 2005, no ambulat&oacute;rio de Avalia&ccedil;&atilde;o e Diagn&oacute;stico Fonoaudiol&oacute;gico da Disciplina dos Dist&uacute;rbios da Comunica&ccedil;&atilde;o Humana do Departamento de Fonoaudiologia da Universidade Federal de S&atilde;o Paulo e encaminhado &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do Processamento Auditivo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Todos os indiv&iacute;duos foram submetidos &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o fonoaudiol&oacute;gica espec&iacute;fica de gagueira, avalia&ccedil;&atilde;o audiol&oacute;gica b&aacute;sica e comportamental do processamento auditivo. Os protocolos foram analisados considerando as vari&aacute;veis: faixa et&aacute;ria, tipo e grau de disflu&ecirc;ncia da fala. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Da avalia&ccedil;&atilde;o fonoaudiol&oacute;gica foi selecionada para este estudo apenas a avalia&ccedil;&atilde;o do grau de gravidade da gagueira a qual foi classificado segundo o <i>Stuttering Severity Instrument for Children and Adults</i> - SSI-3 <sup>(28)</sup> nos seguintes graus: muito leve, leve, moderado, grave e muito grave. Este instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o considera a freq&uuml;&ecirc;ncia e dura&ccedil;&atilde;o das rupturas da fala, bem como a presen&ccedil;a de concomitantes f&iacute;sicos associados &agrave;s rupturas, por meio da an&aacute;lise da fala espont&acirc;nea e leitura (apenas para leitores). Neste procedimento somente as disflu&ecirc;ncias at&iacute;picas s&atilde;o consideradas: repeti&ccedil;&atilde;o de s&iacute;labas, repeti&ccedil;&atilde;o de sons, prolongamento, bloqueio, repeti&ccedil;&atilde;o de palavra (tr&ecirc;s ou mais). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A distribui&ccedil;&atilde;o da amostra quanto ao g&ecirc;nero foi de 49 indiv&iacute;duos do g&ecirc;nero masculino (87,5%) e 7 feminino (12,5%), a faixa et&aacute;ria variou de 4 a 34 anos de idade, com idade m&eacute;dia de 12,35 anos. A popula&ccedil;&atilde;o foi distribu&iacute;da em tr&ecirc;s grupos de acordo com a faixa et&aacute;ria: 4 a 7 anos (N = 16), 8 a 11 anos (N = 16) e 12 a 34 anos (N = 24). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o audiol&oacute;gica b&aacute;sica foi constitu&iacute;da por: anamnese, meatoscopia, audiometria tonal liminar, logoaudiometria, timpanometria e pesquisa dos reflexos ac&uacute;sticos contralaterais. Todos os indiv&iacute;duos avaliados apresentaram boa capacidade de detec&ccedil;&atilde;o e transmiss&atilde;o sonora adequada pelo sistema t&iacute;mpano-ossicular. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os testes para avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do PA foram selecionados e analisados de acordo com a idade do paciente e a proposta de Pereira e Schochat (1997) <sup>(29)</sup> e as categorias da desordem do processamento auditivo foram classificados de acordo com os d&eacute;ficits gn&oacute;sicos alterados <sup>(1)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Neste estudo, foram utilizados os seguintes testes auditivos em campo livre (tarefa di&oacute;tica): teste de localiza&ccedil;&atilde;o sonora, teste de mem&oacute;ria para sons verbais em seq&uuml;&ecirc;ncia, teste de mem&oacute;ria para sons n&atilde;o verbais em seq&uuml;&ecirc;ncia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os demais testes comportamentais foram realizados em cabina ac&uacute;stica, utilizando-se est&iacute;mulos n&atilde;o verbais e verbais gravados em <i>compact disc</i>, apresentados por meio de fones auriculares acoplados a um audi&ocirc;metro de dois canais (Interacoustics AC33) calibrado de acordo com a norma ISO8253-1 (1989). Os testes utilizados foram: teste de reconhecimento de padr&atilde;o de freq&uuml;&ecirc;ncia e dura&ccedil;&atilde;o com tons puros <sup>(30)</sup>, teste de reconhecimento de padr&atilde;o de freq&uuml;&ecirc;ncia e dura&ccedil;&atilde;o com tom musical de flauta, teste dic&oacute;tico n&atilde;o verbal, teste dic&oacute;tico consoante vogal, teste dic&oacute;tico de d&iacute;gitos, teste dic&oacute;tico de diss&iacute;labos alternados, teste de identifica&ccedil;&atilde;o de senten&ccedil;as sint&eacute;ticas com mensagem competitiva ipsilateral e contralateral, &iacute;ndice percentual de reconhecimento de fala com grava&ccedil;&atilde;o e teste de fala com ru&iacute;do branco. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados referentes &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do processamento auditivo e grau de gravidade da gagueira foram registrados e analisados estatisticamente, utilizando os testes de Correla&ccedil;&atilde;o de Spearman e Coeficiente de Correla&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Utiliza-se o teste de Correla&ccedil;&atilde;o de Spearman em distribui&ccedil;&otilde;es n&atilde;o param&eacute;tricas, este teste se baseia na ordena&ccedil;&atilde;o de duas vari&aacute;veis sem qualquer restri&ccedil;&atilde;o &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o de valores. O teste Coeficiente de Correla&ccedil;&atilde;o foi utilizado para testar o coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis. Para complementar a an&aacute;lise descritiva, fez-se uso da t&eacute;cnica de intervalo de confian&ccedil;a, tanto para m&eacute;dia quanto propor&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foi definido para este trabalho um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 0,10 (10%), em raz&atilde;o da baixa amostragem. Todos os intervalos de confian&ccedil;a obtidos ao longo do trabalho foram constru&iacute;dos com 95% de confian&ccedil;a estat&iacute;stica. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Resultados </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o do processamento auditivo apresentou-se alterada em 52 indiv&iacute;duos (92,85%). Os indiv&iacute;duos que apresentaram adequa&ccedil;&atilde;o nos testes do processamento auditivo estavam distribu&iacute;dos pelas faixas et&aacute;rias de 4 a 7 anos (1 indiv&iacute;duo) e &gt; 12 anos (3 indiv&iacute;duos). Todos os indiv&iacute;duos da faixa et&aacute;ria de 8 a 11 anos apresentaram altera&ccedil;&atilde;o na avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do processamento auditivo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O grau de desordem de altera&ccedil;&atilde;o do processamento auditivo segundo a faixa et&aacute;ria est&aacute; descrito no <a href="#grf1">Gr&aacute;fico 1</a>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="grf1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/pfono/v20n1/a08grf01.gif" ></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s analisar o grau de altera&ccedil;&atilde;o do processamento auditivo, foram classificadas as altera&ccedil;&otilde;es segundo os processos gn&oacute;sicos: n&atilde;o verbal (61,5%), decodifica&ccedil;&atilde;o (53,8%), organiza&ccedil;&atilde;o (53,8%), codifica&ccedil;&atilde;o (26,9%), sem considerar a vari&aacute;vel faixa et&aacute;ria. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para estudar a correla&ccedil;&atilde;o entre processo(s) gn&oacute;sico(s) envolvido(s) e faixa et&aacute;ria estas duas vari&aacute;veis foram cruzadas e o resultado encontra-se no <a href="#grf2">Gr&aacute;fico 2</a>. </font></p>     <p><a name="grf2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/pfono/v20n1/a08grf02.gif" ></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="#tab1">Tabela 1</a> apresenta a associa&ccedil;&atilde;o e/ou depend&ecirc;ncia estat&iacute;stica entre grau de gravidade da gagueira e grau de desordem do processamento auditivo para cada faixa et&aacute;ria, segundo a Correla&ccedil;&atilde;o de Spearman. Os resultados de correla&ccedil;&atilde;o ser&atilde;o apresentados em valores percentuais e p-valor. </font></p>     <p><a name="tab1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/pfono/v20n1/a08tab01.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Discuss&atilde;o </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Antes de comentar os resultados propriamente ditos, algumas considera&ccedil;&otilde;es ser&atilde;o feitas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; amostra.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A amostra foi constitu&iacute;da por 56 indiv&iacute;duos gagos, sendo 87,5% do g&ecirc;nero masculino e 12,5% do g&ecirc;nero feminino. A preval&ecirc;ncia do g&ecirc;nero masculino na gagueira j&aacute; foi descrita na literatura. Neste estudo, a rela&ccedil;&atilde;o entre o g&ecirc;nero masculino e feminino &eacute; de 7:1 homens para cada mulher. Estes resultados se aproximam aos descritos na literatura<sup>(6-8)</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Neste estudo optou-se por n&atilde;o separar os g&ecirc;neros para a avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do processamento auditivo, pois essa vari&aacute;vel n&atilde;o traz muitas conseq&uuml;&ecirc;ncias na avalia&ccedil;&atilde;o da desordem do processamento auditivo, segundo outros estudos da literatura especializada<sup>(9)</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; idade a amostra foi constitu&iacute;da por indiv&iacute;duos de 4 a 34 anos de idade, com idade m&eacute;dia de 12 a 35 anos. A popula&ccedil;&atilde;o foi distribu&iacute;da em tr&ecirc;s grupos de acordo com a faixa et&aacute;ria: 4 a 7 anos de idade, 8 a 11 anos de idade e &gt; 12 anos de idade. Esta divis&atilde;o foi realizada segundo a complexidade e a quantidade de testes especiais para a avalia&ccedil;&atilde;o do processamento auditivo, a qual respeita o processo de neuromatura&ccedil;&atilde;o do sistema nervoso auditivo central.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nesta pesquisa encontrou-se altera&ccedil;&atilde;o do PA em 52 indiv&iacute;duos (92,85%). Os achados observados neste estudo foram semelhantes aos descritos na literatura <sup>(6,27)</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com a an&aacute;lise quantitativa, observou-se que apesar do processamento auditivo estar alterado, aproximadamente metade da popula&ccedil;&atilde;o avaliada possui desordem do PA sem altera&ccedil;&atilde;o de grau, independentemente da faixa et&aacute;ria. O grau leve de disfun&ccedil;&atilde;o obteve maior preval&ecirc;ncia na popula&ccedil;&atilde;o estudada (13,3 a 28,6%). A altera&ccedil;&atilde;o de grau moderado foi mais prevalente (26,7%) apenas na faixa et&aacute;ria de quatro a sete anos. Os resultados se aproximam ao estudo que encontrou altera&ccedil;&atilde;o de grau moderado, seguida de grau leve e sem altera&ccedil;&atilde;o de grau em indiv&iacute;duos com queixa de altera&ccedil;&atilde;o da flu&ecirc;ncia da fala <sup>(27)</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Cabe ressaltar que na forma pela qual se analisou o resultado dos testes especiais, somente os testes dic&oacute;tico de d&iacute;gitos, dic&oacute;tico de diss&iacute;labos alternados e fala com ru&iacute;do branco nos fornecem a classifica&ccedil;&atilde;o do grau de preju&iacute;zo na an&aacute;lise auditiva. Desta forma, quando qualquer outro teste apresenta altera&ccedil;&atilde;o pode-se concluir que h&aacute; desordem do processamento auditivo sem altera&ccedil;&atilde;o de grau.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A categoria de grau leve indica disfun&ccedil;&atilde;o em &aacute;reas n&atilde;o auditivas. A preval&ecirc;ncia de desordem do PA de grau leve pode estar relacionada &agrave;s diferen&ccedil;as morfol&oacute;gicas encontradas no c&oacute;rtex cerebral de indiv&iacute;duos gagos adultos, nas &aacute;reas pr&eacute;-frontal, sens&oacute;rio motoras, de fala e linguagem <sup>(18)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s categorias de desordem do processamento auditivo o processo gn&oacute;sico n&atilde;o verbal apresentou-se mais alterado na amostra estudada, seguida dos processos gn&oacute;sicos de decodifica&ccedil;&atilde;o, codifica&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o. Na maioria dos indiv&iacute;duos foi observado envolvimento de dois ou mais processos, estes resultados se aproximam dos descritos na literatura <sup>(6,27)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A categoria do tipo gn&oacute;sico n&atilde;o-verbal relaciona-se &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es nos testes de padr&otilde;es temporais ou de reconhecimento de sons n&atilde;overbais em escuta dic&oacute;tica. Esta altera&ccedil;&atilde;o pode ser atribu&iacute;da &agrave; dificuldade de adquirir ou armazenar as informa&ccedil;&otilde;es que se sucedem no tempo, podendo interferir com os aspectos de tonicidade da l&iacute;ngua, o que pode causar a n&atilde;o compreens&atilde;o de um discurso por dificuldade de pros&oacute;dia <sup>(1)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A predomin&acirc;ncia da categoria do tipo gn&oacute;sico n&atilde;o verbal pode ser explicada devido ao fato dos indiv&iacute;duos gagos n&atilde;o possu&iacute;rem domin&acirc;ncia hemisf&eacute;rica para a fala ou possu&iacute;rem domin&acirc;ncia bilateral <sup>(19,25-26)</sup>, apresentarem anormalidades anat&ocirc;micas cerebrais, assimetria do lobo temporal e outras peculiaridades anat&ocirc;micas quando comparados a indiv&iacute;duos fluentes <sup>(10-17)</sup>, irregularidades peri&oacute;dicas na temporaliza&ccedil;&atilde;o dos movimentos de fala ou tem altera&ccedil;&otilde;es nos padr&otilde;es temporais motores e sensoriais <sup>(20-22)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As categorias de decodifica&ccedil;&atilde;o e codifica&ccedil;&atilde;o podem se associar respectivamente, &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es dos fonemas da l&iacute;ngua, e das regras de significa&ccedil;&atilde;o da l&iacute;ngua, mem&oacute;rias sint&aacute;ticas, sem&acirc;nticas e fonol&oacute;gicas <sup>(1)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Altera&ccedil;&otilde;es nessas categorias podem ser atribu&iacute;das ao fato dos indiv&iacute;duos gagos terem um impedimento moment&acirc;neo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o articulat&oacute;ria determinada pelos n&iacute;veis ling&uuml;&iacute;sticos respons&aacute;veis pela elabora&ccedil;&atilde;o do enunciado ou produ&ccedil;&atilde;o da fala, onde h&aacute; dificuldade para recuperar e enviar o plano fon&eacute;tico para o comando motor <sup>(24)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m disso, n&atilde;o se pode esquecer que as habilidades ling&uuml;&iacute;sticas e os recursos de linguagem tamb&eacute;m podem interferir com os resultados da avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do processamento auditivo. Apesar de n&atilde;o ser objetivo deste estudo, a maioria dos indiv&iacute;duos apresentava queixas e/ou altera&ccedil;&otilde;es de linguagem, al&eacute;m da disflu&ecirc;ncia. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Verificou-se que o grau de gravidade da gagueira n&atilde;o apresentou associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa com o grau de desordem do PA para nenhuma das faixas et&aacute;rias estudadas. Este resultado corrobora com os descritos na literatura <sup>(27)</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Apesar de neste estudo n&atilde;o ocorrer diferen&ccedil;as estatisticamente significantes entre o grau de altera&ccedil;&atilde;o no processamento auditivo e o grau de gravidade da gagueira, para a faixa et&aacute;ria de quatro a sete anos, observou-se uma tend&ecirc;ncia &agrave; signific&acirc;ncia pois o p-valor ficou muito pr&oacute;ximo do limite de aceita&ccedil;&atilde;o. Esta tend&ecirc;ncia pode ser justificada por dois motivos: as pesquisas j&aacute; realizadas t&ecirc;m como grupo de estudo crian&ccedil;as gagas com oito anos de idade ou mais e/ou pode ter havido interfer&ecirc;ncia da matura&ccedil;&atilde;o neurol&oacute;gica nos testes comportamentais do processamento auditivo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mesmo com procedimentos dispon&iacute;veis para avaliar crian&ccedil;as a partir de quatro anos de idade, esta faixa et&aacute;ria sofre muita interfer&ecirc;ncia da neuromatura&ccedil;&atilde;o. Desta forma, a interpreta&ccedil;&atilde;o dos resultados da avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do processamento auditivo em crian&ccedil;as pequenas deve ser cuidadosa, procurando estabelecer correla&ccedil;&otilde;es com aspectos da hist&oacute;ria e do comportamento da crian&ccedil;a para evitar resultados falso positivos. Por essa raz&atilde;o, acredita-se que a correla&ccedil;&atilde;o entre o grau da desordem do PA e da gagueira deva ser melhor investigada em estudos posteriores. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o do processamento auditivo &eacute; &uacute;til para complementar &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o fonoaudiol&oacute;gica. Sabendo que h&aacute; rela&ccedil;&atilde;o entre as habilidades do processamento auditivo e flu&ecirc;ncia da fala e observando a alta preval&ecirc;ncia de altera&ccedil;&atilde;o do PA na popula&ccedil;&atilde;o de gagos, seria interessante incluir a avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do processamento auditivo na avalia&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica da gagueira e tamb&eacute;m utilizar na reabilita&ccedil;&atilde;o fonoaudiol&oacute;gica destes indiv&iacute;duos, estrat&eacute;gias que visem aperfei&ccedil;oar as habilidades do processamento auditivo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Conclus&atilde;o </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s a an&aacute;lise critica dos resultados da avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do processamento auditivo em indiv&iacute;duos gagos &eacute; possivel concluir que: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">. a avalia&ccedil;&atilde;o comportamental do processamento auditivo mostrou-se comprometida em grande parte da amostra em todas as faixas et&aacute;rias estudadas, sem altera&ccedil;&atilde;o de grau;    <br>   . o processo gn&oacute;sico n&atilde;o verbal foi o tipo de desordem do processamento auditivo mais prevalente na popula&ccedil;&atilde;o estudada;     <br>   . o grau de desordem do processamento auditivo n&atilde;o mostrou rela&ccedil;&atilde;o significante com o grau de gravidade da gagueira em nenhuma das faixas et&aacute;rias estudadas. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas </b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Pereira LD. Sistema auditivo e desenvolvimento das habilidades auditivas. In: Ferreira LP, B&eacute;fi-Lopes D, Limongi SCO. Tratado de Fonoaudiologia. S&atilde;o Paulo: Roca; 2004. p. 547-52. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743561&pid=S0104-5687200800010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Andrade CRF, Juste F. Aplica&ccedil;&atilde;o de um teste americano de severidade de gagueira (SSI) em crian&ccedil;as fluentes falantes do portugu&ecirc;s brasileiro. Pr&oacute;-Fono Rev. Atual. Cient. 2001;13(2):177-80.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743562&pid=S0104-5687200800010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. Pereira LD, Navas ALGP, Santos MTM. Processamento auditivo: uma abordagem de associa&ccedil;&atilde;o entre a audi&ccedil;&atilde;o e a linguagem. In: Santos MTM, Navas ALGP. Dist&uacute;rbios de leitura e escrita: teoria e pr&aacute;tica. Barueri: Manole; 2002. p. 75-95.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743563&pid=S0104-5687200800010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 4. Andrade CRF. Hist&oacute;ria natural da gagueira-estudo II: sistema miofuncional oral e fun&ccedil;&otilde;es. Pr&oacute;-Fono Rev. Atual Cient. 2002;14(3):361-70.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743564&pid=S0104-5687200800010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. Andrade CRF. Hist&oacute;ria natural da gagueira-estudo I: perfil da flu&ecirc;ncia. Pr&oacute;-Fono Rev. Atual Cient. 2002;14(3):351-60. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743565&pid=S0104-5687200800010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 6. Schiefer AM, Barbosa LMG, Pereira LD. Considera&ccedil;&otilde;es preliminares entre uma poss&iacute;vel correla&ccedil;&atilde;o entre gagueira e os aspectos ling&uuml;&iacute;sticos e auditivos. Pr&oacute;-Fono Rev. Atual Cient. 1999;11(1):37-31.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743566&pid=S0104-5687200800010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. Arcuri CF, Ishii C, Schiefer AM, Pereira LD. Fatores de risco auditivo em indiv&iacute;duos gagos. Fono Atual. 2004;28(7):4-10.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743567&pid=S0104-5687200800010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. Faria AA, Ferriolo BHVM. Perfil dos sujeitos gagos do projeto em flu&ecirc;ncia da fala da Universidade de Ribeir&atilde;o Preto. Fono Atual. 2005;34(8):58-64.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743568&pid=S0104-5687200800010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 9. Pereira LD, Ortiz KZ. Desordem do processamento auditivo central e dist&uacute;rbios da produ&ccedil;&atilde;o fonoarticulat&oacute;ria. In: Lichtig I, Carvallo RMM. Audi&ccedil;&atilde;o abordagens atuais. Carapicu&iacute;ba: Pr&oacute;-Fono; 1997. p. 173-86.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743569&pid=S0104-5687200800010000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 10. De Nil LF, Kroll RM, Lafaille SJ, Houle S. A positron emission tomography study of short- and long-term treatment effects on functional brain activation in adults who stutter. J Fluency Disord. 2003;28(4):357-79.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743570&pid=S0104-5687200800010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 11. Foundas AL, Corey DM, Angeles V, Bollich AM, Crabtree-Hartman E, Heilman KM. Atypical cerebral laterality in adults with persistent developmental stuttering. Neurology. 2003;61:1378-85.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743571&pid=S0104-5687200800010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 12. Foundas AL, Bollich AM, Feldman J, Corey DM, Hurley M, Lemen LC, Heilman KM. Aberrant auditory processing and atypical planum temporale in developmental stuttering. Neurology. 2004;63(9):1640-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743572&pid=S0104-5687200800010000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 13. Ingham RJ, Fox PT, Ingham JC, Xiong J, Zamarripa F, Hardies LJ, Lancaster JL. Brain correlates of stuttering and syllable production: gender comparison and replication. J Speech Lang Hear Res. 2004;47(2):321-41.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743573&pid=S0104-5687200800010000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 14. Corbera S, Corral MJ, Escera C, Idiaz&aacute;bal MA. Abnormal speech sound representation in persistent developmental stuttering. Neurology. 2005;65(8):1246-52.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743574&pid=S0104-5687200800010000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 15. Brown S, Ingham RJ, Ingham JC, Laird AR, Fox PT. Stuttered and fluent speech production: an ALE metaanalysis of functional neuroimaging studies. Hum Brain Mapp. 2005;25(1):105-17.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743575&pid=S0104-5687200800010000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 16. Neumann K, Preibisch C, Euler HA, Von Gudenberg AW, Lanfermann H, Gall V, Giraud AL. Cortical plasticity associated with stuttering therapy. 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Morphological brain differences between adult stutterers and non-stutterers. BMC Neurol. 2004;4(1):23.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743578&pid=S0104-5687200800010000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 19. Ozge A, Toros F, C&ouml;melekoglu U. The role of hemispheral asymmetry and regional activity of quantitative EEG in children with stuttering. Child Psychiatry Hum Dev. 2004; 34(4):269-80.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743579&pid=S0104-5687200800010000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 20. Bosshardt HG, Ballmer W, De Nil LF. Effects of category and rhyme decisions on sentence production. J Speech Lang Hear Res. 2002;45(5):844-58.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743580&pid=S0104-5687200800010000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 21. Andrade CRF. Abordagem neuroling&uuml;&iacute;stica e motora da gagueira. In: Ferreira LP, B&eacute;fi-Lopes D, Limongi SCO. Tratado de Fonoaudiologia. S&atilde;o Paulo: Roca; 2004. p. 1001-16.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743581&pid=S0104-5687200800010000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 22. Biermann-Ruben K, Salmelin R, Schnitzler A. Right rolandic activation during speech perception in stutterers: a MEG study. Neuroimage. 2005;25(3):793-801.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743582&pid=S0104-5687200800010000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 23. Andrade CRF, Cervane LM, Sassi FC. Relationship between the stuttering severity index and speech rate. S&atilde;o Paulo Med J. 2003;121(2):81-4.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743583&pid=S0104-5687200800010000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 24. Pereira MMB, Ferrante C, Cohen C, Carvalho GGT. An&aacute;lise da dura&ccedil;&atilde;o de consoantes na fala fluente de gagos. Rev Soc Bras Fonoaudiol. 2003;8(2):14-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743584&pid=S0104-5687200800010000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 25. Anderson JD, Pellowski MW, Conture EG. Childhood stuttering and dissociations across linguistic domains. J Fluency Disord. 2005;30(3):219-53.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743585&pid=S0104-5687200800010000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26. Weber-Fox C, Spencer MCR, Smith JESA. Phonologic processing in adults who stutter: electrophysiological and behavioral evidence. J Speech Lang Hear Res. 2004;47:1244-58.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743586&pid=S0104-5687200800010000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 27. Andrade AN, Gil D, Schiefer AM, Pereira LD. Avalia&ccedil;&atilde;o do processamento auditivo em indiv&iacute;duos com queixa de disflu&ecirc;ncia. In: 20º Encontro Internacional de Audiologia; 2005; Bauru. Anais. Bauru: 20º Encontro Internacional de Audiologia. Bauru; 2005.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743587&pid=S0104-5687200800010000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 28. Riley GD. Stuttering severity instrument for children and adults-SSI-3. 3ª ed. Austin: Texas; 1994.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743588&pid=S0104-5687200800010000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 29. Pereira LD, Schochat E. Processamento auditivo central: manual de avalia&ccedil;&atilde;o. 1ª ed. S&atilde;o Paulo: Lovise; 1997.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743589&pid=S0104-5687200800010000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 30. Pinheiro ML, Musiek FE. Frequency patterns in cochlear, brainstem and cerebral lesions. Audiology. 1987;26:79-88.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4743590&pid=S0104-5687200800010000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Recebido em 18.09.2006.    <br>   Revisado em 06.03.2007; 06.09.2007;    17.12.2007; 19.01.2008; 12.02.2008.    <br>   Aceito para Publica&ccedil;&atilde;o em 12.02.2008. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Artigo Submetido a Avalia&ccedil;&atilde;o por Pares     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Conflito de Interesse: n&atilde;o     <br>   <a name="obs"></a><a href="#topo">*</a> Trabalho Realizado no    Ambulat&oacute;rio de Avalia&ccedil;&atilde;o do    Processamento Auditivo da Disciplina    dos Dist&uacute;rbios da Audi&ccedil;&atilde;o do    Departamento de Fonoaudiologia da    Universidade Federal de S&atilde;o Paulo.     <br>   <a name="end"></a><a href="#topo">1</a> Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:    Rua S&atilde;o Francisco, 498 - S&atilde;o Caetano    do Sul - SP - CEP 09530-050    (<a href="mailto:adriandrad@hotmail.com">adriandrad@hotmail.com</a>).</font></p>      ]]></body><back>
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