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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Padronização do potencial evocado auditivo de tronco encefálico utilizando um novo equipamento]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[BACKGROUND: standardization of Brainstem Auditory Evoked Potential (BAEP) using a new device. AIM: to standardize BAEP responses using a new device developed (NDD) in Brazil. METHOD: analysis of absolute latencies, interpeaks and wave amplitudes of BAEP, using a new device developed to study normal-hearing groups (91 adults) and individuals (15 adults) with bilateral neurosensory hearing loss. Responses obtained in the EP15 hearing device/Interacoustics and the NDD were compared. For this, the following paramenters were used: non-filtered click of 100 microsecond (µs), totaling 2000 stimuli in rarefied polarity, stimulation frequency of 13.1 clicks/s, intensity of 80 decibels normalized hearing level (dB nHL), with a window of 10 milliseconds and bandpass filter between 100 and 3000 Hertz (Hz). Significance level was set at 0.05. RESULTS: absolute latency and interpeak means for 76 normal-hearing individuals with the NDD were: wave I=1.50, III=3.57, V=5.53, I-III=2.06, III-V=1.96 and I-V=4.02. When analyzing results according to gender, there was a statistically significant difference for the absolute latencies of waves III and V and in interpeaks I-III and I-V. Mean amplitude value of wave I=0.384 microvolt (µV) and of wave V=0.825 µV. There was no statistically significant difference between the absolute latencies and interpeaks of the two devices in the same individual. CONCLUSION: the components of BAEP with the NDD in normal-hearing subjects were similar regarding the tested ears, with statistically lower latencies in women. The BAEP latencies in the same individual with NDD were similar to those obtained with the EP15 / Interacoustics. Normal values of BAEP were obtained in normal-hearing adults.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Potenciais Evocados Auditivos do Tronco Encefálico]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGOS    ORIGINAIS DE PESQUISA</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Padroniza&ccedil;&atilde;o    do potencial evocado auditivo de tronco encef&aacute;lico utilizando um novo    equipamento<a href="#back1"><sup>*</sup></a></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Ilka do Amaral    Soares<sup>I, <a href="#back2">**</a></sup>; Pedro de Lemos Menezes<sup>II</sup>;    Aline Ten&oacute;rio Lins Carna&uacute;ba<sup>III</sup>; Liliane Desgualdo Pereira<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Fonoaudi&oacute;loga.    Mestre em Ci&ecirc;ncias pelo Departamento de Fonoaudiologia da Universidade    Federal de S&atilde;o Paulo (Unifesp). Professora Auxiliar da Universidade Estadual    de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de de Alagoas    <br>   <sup>II</sup>Fonoaudi&oacute;logo. Doutor em F&iacute;sica Aplicada &agrave;    Medicina e Biologia pela Universidade de S&atilde;o Paulo (USP). Professor Adjunto    da Universidade Estadual de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de de Alagoas    <br>   <sup>III</sup>Fonoaudi&oacute;loga. Especializanda em Audiologia Cl&iacute;nica    pela Faculdade Integrada Tiradentes    <br>   <sup>IV</sup>Fonoaudi&oacute;loga. Livre-Docente pela Unifesp. Professora Associada    do Departamento de Fonoaudiologia da Unifesp</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>TEMA:</b> padroniza&ccedil;&atilde;o    do Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encef&aacute;lico (PEATE) utilizando    um novo equipamento.    <br>   <b>OBJETIVO:</b> padronizar as respostas do PEATE utilizando de um novo equipamento    desenvolvido (NED) no Brasil.    <br>   <b>M&Eacute;TODOS:</b> an&aacute;lise das lat&ecirc;ncias absolutas, interpicos    e das amplitudes das ondas do PEATE, por meio de um novo equipamento desenvolvido    para estudar grupos de ouvintes normais (91 adultos) e outro com perda neurossensorial    (15 adultos) com perda auditiva neurossensorial bilateral entre o equipamento    EP15 / Interacoustis e o NED. Utilizando o clique n&atilde;o filtrado, com dura&ccedil;&atilde;o    de 100 microssegundo (&#181;s), totalizando 2.000 est&iacute;mulos, na polaridade    rarefeita, frequ&ecirc;ncia de estimula&ccedil;&atilde;o de 13,1 cliques/s,    intensidade de 80 decibels de n&iacute;vel de audi&ccedil;&atilde;o normalizado    (dB NAn), com janela de 10 milissegundos e filtro passa-banda entre 100 e 3000    Hertz (Hz). N&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 0,05.    <br>   <b>RESULTADOS:</b> as m&eacute;dias das lat&ecirc;ncias absolutas e interpicos    em 76 ouvintes normais no NED foram: onda I=1,50, III=3,57, V=5,53, I-III=2,06,    III-V=1,96 e I-V=4,02. Ao separar por g&ecirc;nero houve diferen&ccedil;a estatisticamente    significante para as lat&ecirc;ncias absolutas das ondas III e V e nos interpicos    I-III e I-V. Valor m&eacute;dio da amplitude da onda I=0,384 microvolt (</font><font size="2">&#956;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">V)    e da onda V=0,825 </font><font size="2">&#956;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">V.    N&atilde;o existiu diferen&ccedil;a estatisticamente significante ao comparar    as lat&ecirc;ncias absolutas e interpicos entre dois equipamentos no mesmo indiv&iacute;duo.    <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b> os componentes do PEATE com o NED em ouvintes normais    foram similares quanto &agrave;s orelhas, com lat&ecirc;ncias menores estatisticamente    significantes nas mulheres. As lat&ecirc;ncias do PEATE no mesmo indiv&iacute;duo    com o NED foram semelhantes &agrave;s obtidas com o EP15 / Interacoustis. Foram    obtidos os valores de normalidade para o PEATE em adultos ouvintes normais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-Chave:</b>    Potenciais Evocados Auditivos do Tronco Encef&aacute;lico; Respostas Evocadas    Auditivas do Tronco Encef&aacute;lico; Perda auditiva.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os Potenciais Evocados    Auditivos (PEA) consistem no registro da atividade el&eacute;trica que ocorre    no sistema auditivo, ao longo da via auditiva, da orelha interna at&eacute;    o c&oacute;rtex cerebral, em resposta a um est&iacute;mulo ac&uacute;stico<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O m&eacute;todo    mais utilizado &eacute; o potencial evocado auditivo de tronco encef&aacute;lico    (PEATE), devido a sua reprodutibilidade e facilidade em detectar o local das    les&otilde;es; este avalia a integridade da via auditiva desde o nervo auditivo    at&eacute; o tronco encef&aacute;lico e ocorre durante os 8 milessegundos (ms)    ap&oacute;s o est&iacute;mulo<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados obtidos    no PEATE s&atilde;o interpretados por meio do tempo despendido entre o est&iacute;mulo    sonoro oferecido e o aparecimento das cinco deflex&otilde;es positivas, as ondas    I, II, III, IV e V e o intervalo entre elas, denominados de lat&ecirc;ncias    absolutas e lat&ecirc;ncias interpicos<sup>3-4</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para realizar o    exame &eacute; utilizado um equipamento eletr&ocirc;nico composto por um computador    mediador, gerador de sinal ac&uacute;stico, amplificador e registrador. As respostas    acontecem ap&oacute;s uma estimula&ccedil;&atilde;o sonora, apresentada por    meio de fones de ouvido ou vibradores &oacute;sseos<sup>5</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os equipamentos    dispon&iacute;veis no mercado para a realiza&ccedil;&atilde;o desse exame s&atilde;o    de alto custo, al&eacute;m de terem limita&ccedil;&otilde;es quanto &agrave;s    configura&ccedil;&otilde;es dos par&acirc;metros do exame. Para minimizar esses    problemas, Menezes<sup>6</sup> em sua tese de doutorado defendida na Universidade    de S&atilde;o Paulo, desenvolveu um equipamento para analisar o PEA. Hip&oacute;tese:    Os resultados dos potenciais evocados auditivos de tronco encef&aacute;lico,    (PEATE), no Novo Equipamento Desenvolvido (NED), s&atilde;o similares aos do    equipamento EP15/<i>Interacoustic</i>, de uso regular na clinica audiol&oacute;gica.    Objetivo: Padronizar as respostas do PEATE por meio de um novo equipamento desenvolvido    no Brasil.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&eacute;todo</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os exames foram    realizados no Laborat&oacute;rio de Audiologia, da Faculdade de Fonoaudiologia    da Universidade Estadual de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de de Alagoas - UNCISAL    e na Cl&iacute;nica de Otorrinolaringologia SINUS, ambos localizados na cidade    de Macei&oacute; - AL.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para avaliar as    diferen&ccedil;as entre os dois equipamentos de diagn&oacute;stico, os c&aacute;lculos    foram feitos, adotando-se um erro alfa de 0,05, um erro beta de 0,1, com o desvio    padr&atilde;o encontrado de 0,1 &igrave;V, e com uma diferen&ccedil;a m&iacute;nima    detectada entre os grupos de 0,07, o que representa uma precis&atilde;o ainda    maior que as obtidas nos c&aacute;lculos do protocolo de pesquisa. O n&uacute;mero    estimado para o estudo proposto &eacute; de 76 casos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dos 76 ouvintes    normais, 35 eram do g&ecirc;nero masculino (70 orelhas) e 41 do g&ecirc;nero    feminino (82 orelhas), com idade entre 18 e 49 anos<sup>6</sup>. As respostas    eletrofisiol&oacute;gicas (lat&ecirc;ncias absolutas e interpicos) das 152 orelhas,    dos 76 ouvintes normais no NED que compuseram o grupo experimental 1 (GE1) foram    comparadas segundo as vari&aacute;veis g&ecirc;nero e orelha, realizadas para    obter o padr&atilde;o de refer&ecirc;ncia. Para avaliar a especificidade da    pesquisa da integridade da via auditiva por meio do NED, outro grupo constitu&iacute;do    por 15 ouvintes normais (30 orelhas), sendo seis homens e nove mulheres, com    idades entre 21 e 46 anos, de ambos os g&ecirc;neros com a mesma faixa et&aacute;ria,    para realizar o PEATE no EP15 / <i>Interacoustic e</i> no NED. As respostas    dos indiv&iacute;duos obtidas no EP15 constitu&iacute;ram o grupo ouro 1 (GO1).    As respostas dos mesmos indiv&iacute;duos obtidas no NED, constitu&iacute;ram    o Grupo Experimental 2 (GE2).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para avaliar a    sensibilidade do exame realizado pelo NED um grupo com 15 volunt&aacute;rios    (8 homens e 7 mulheres) com perda auditiva neurossensorial bilateral (30 orelhas),    com idades entre 18 e 50 anos, com limiares auditivos iguais ou inferiores a    60 dBNA, com mesma faixa et&aacute;ria dos grupos anteriores, de ambos os g&ecirc;neros,    foi selecionado para realizar o PEATE no EP15 / <i>Interacoustic</i> e foi denominado    grupo ouro 2 (GO2) e nos mesmos indiv&iacute;duos foi tamb&eacute;m realizado    o PEATE com o NED, e este grupo desta forma avaliado foi denominado de Grupo    Experimental 3 (GE3).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Sendo assim, a    casu&iacute;stica ficou constitu&iacute;da por 106 indiv&iacute;duos, todos    residentes na Cidade de Macei&oacute;, Estado de Alagoas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O grupo de ouvintes    normais foi constitu&iacute;do de adultos com limiares de audibilidade normais,    isto &eacute;, menores do que a 25 dBNA em todas as frequ&ecirc;ncias da audiometria    de tons puros, com diferen&ccedil;as entre as orelhas, por frequ&ecirc;ncia,    iguais ou inferiores a 10 dB.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O grupo com perda    auditiva neurossensorial bilateral foi constitu&iacute;do por adultos com limiares    de audibilidade alterados, isto &eacute;, entre 25 e 60 dB NA para as frequ&ecirc;ncias    de 2000 a 8000 Hz da audiometria por tom puro. Os limiares de 250, 500 e 1000    Hz poderiam estar ou n&atilde;o alterados.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O est&iacute;mulo    foi o clique n&atilde;o filtrado, com dura&ccedil;&atilde;o de 100 &#181;s,    num total de 2.000 est&iacute;mulos, na polaridade negativa (rarefeita) a uma    frequ&ecirc;ncia de estimula&ccedil;&atilde;o de 13,1 cliques/s, na intensidade    de 80 dB NAn para cada orelha em cada equipamento nos grupos ouro 1 e 2 e apenas    no NED nos grupos experimental 1, 2 e 3. A janela de an&aacute;lise foi de 10    ms e os filtros passa alto e passa baixo de 100 e 3000 Hz, respectivamente.    A duplica&ccedil;&atilde;o de cada registro foi realizada para assegurar a reprodutibilidade    e fidedignidade das ondas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O eletrodo terra    foi colocado na regi&atilde;o maxilar, na face, os eletrodos negativos (A2 e    A1) relacionados &agrave; orelha direita (OD) e &agrave; orelha esquerda (OE)    respectivamente, fixados nas mast&oacute;ides; o eletrodo positivo (Fpz) fixado    no lobo frontal, ao n&iacute;vel do plano sagital, perto da implanta&ccedil;&atilde;o    dos cabelos, conforme a norma <i>International System of Electrode Placement</i>.    O fone de inser&ccedil;&atilde;o usado foi o DT48 da marca Beyerdynamic.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O teste mediu a    lat&ecirc;ncia absoluta em milissegundos (ms) das ondas I, III e V, bem como    as lat&ecirc;ncias interpicos I-III, III-V e I-V para cada orelha e a amplitude    das ondas I e V.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os par&acirc;metros    mais habitualmente utilizados para avaliar a integridade da via auditiva em    adultos utilizando o PEATE incluem: lat&ecirc;ncias absolutas das ondas I, III    e V, diferen&ccedil;a interaural da lat&ecirc;ncia da onda V, da rela&ccedil;&atilde;o    da amplitude V-I e lat&ecirc;ncias interpicos I-III, III-V e I-V<sup>7-8</sup>.    Esses valores devem ser conhecidos para interpreta&ccedil;&atilde;o da integridade    da via auditiva<sup>9</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As respostas eletrofisiol&oacute;gicas    (lat&ecirc;ncias absolutas e interpicos) em 30 orelhas de outro grupo de 15    ouvintes normais no NED que formaram o GE2 e foram comparadas com as respostas    eletrofisiol&oacute;gicas obtidas nos mesmos indiv&iacute;duos por meio do equipamento    tradicional, isto &eacute;, padr&atilde;o ouro do mercado, que formaram o GO1.    Isso foi feito para obter a especificidade do exame no NED.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As respostas eletrofisiol&oacute;gicas    (lat&ecirc;ncias absolutas e interpicos) em 30 orelhas de outro grupo de 15    indiv&iacute;duos com perda auditiva neurossensorial no NED formaram o GE3 foram    comparadas com as respostas eletrofisiol&oacute;gicas obtidas nos mesmos indiv&iacute;duos    por meio do equipamento tradicional, isto &eacute;, padr&atilde;o ouro do mercado,    que formaram o GO2. Isso foi feito para obter a sensibilidade do exame para    perdas auditivas neurossensoriais no NED. Desta forma, foi poss&iacute;vel verificar    a efetividade do exame eletrofisiol&oacute;gico no novo equipamento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A amostra dos dados    obtidos em 76 indiv&iacute;duos ouvintes normais (GE 1) com o novo equipamento    desenvolvido foi analisada por meio de Estat&iacute;stica Descritiva, considerando-se    g&ecirc;nero e orelha. Para analisar a normalidade das amostras foi utilizado    o teste de <i>Kolmogorov-Smirnov.</i> Al&eacute;m disso, utilizou-se o teste    n&atilde;o param&eacute;trico de Mann-Whitney para compara&ccedil;&atilde;o    entre os g&ecirc;neros e o de <i>Wilcoxom</i> para compara&ccedil;&atilde;o    entre as orelhas. Adotou-se o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 0,05.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para a an&aacute;lise    comparativa dos dados obtidos nos indiv&iacute;duos em que o procedimento (PEATE)    foi realizado em dois equipamentos (NED e EP15), utilizou-se o teste T de Student    emparelhado, com n&iacute;vel de signific&acirc;ncia definido tamb&eacute;m    em 0,05, para os dois grupos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os valores dos    intervalos interpicos n&atilde;o possu&iacute;am distribui&ccedil;&atilde;o    normal, por este motivo a compara&ccedil;&atilde;o entre os dois aparelhos foi    feita com o teste n&atilde;o-param&eacute;tricos de Wilcoxon.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O <i>software</i>    utilizado para a obten&ccedil;&atilde;o dos c&aacute;lculos foi o <i>Statistical    Package for Social Sciences</i> (<i>SPSS)</i>, vers&atilde;o 17.0.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A <a href="/img/revistas/pfono/v22n4/10t01.jpg">Tabela    1</a> mostra os valores calculados por meio dos testes estat&iacute;sticos Wilcoxon    e Mann-Whitney U, dos registros das lat&ecirc;ncias das ondas I, III e V e dos    intervalos interpicos do PEATE, para as vari&aacute;veis g&ecirc;nero e orelha.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nos dados separados    por g&ecirc;nero, observa-se que as lat&ecirc;ncias do PEATE em ouvintes normais    foram menores, estatisticamente significantes, para as mulheres do que para    os homens, com valores m&eacute;dios de 3,53 na onda III, 5,48 na onda V, 2,04    no interpico I-III e 3,99 no interpico I-V nas mulheres e 3,61 na onda III,    5,59 na onda V, 2,10 no interpico I-III e 4,07 no interpico I-V nos homens.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O resultado da    an&aacute;lise das amplitudes das ondas I e V mostrou valor m&eacute;dio de    0,384 &#181;V para a onda I e um valor m&eacute;dio de 0,825 &#181;V para a    onda V. Foram observados em tr&ecirc;s orelhas (8,10%) tra&ccedil;ados cujas    amplitudes das ondas V e I mostraram uma rela&ccedil;&atilde;o inferior a 1    &#181;V, e em 34 orelhas (91,90%) superiores a 1 &#181;V.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Obtiveram-se os    valores de refer&ecirc;ncia de normalidade para o PEATE em adultos ouvintes    normais, cujos valores m&eacute;dios e desvios-padr&atilde;o est&atilde;o demonstrados    na <a href="#t2">Tabela 2</a>. Os par&acirc;metros usados para essa medida foram:    100 &#181;s de dura&ccedil;&atilde;o, frequ&ecirc;ncia de estimula&ccedil;&atilde;o    de 13,1 cliques/s, intensidade de 80 dB NAn, na polaridade rarefeita (negativa)    para cada orelha.</font></p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/pfono/v22n4/10t02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A rela&ccedil;&atilde;o    V/I variou de 0,6 a 8,0 &#181;V, por&eacute;m apenas 8,1% das orelhas avaliadas    apresentaram rela&ccedil;&atilde;o menor que um, enquanto 91,9% das orelhas    apresentaram rela&ccedil;&atilde;o maior que um.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na an&aacute;lise    do p-valor obtido por meio do teste estat&iacute;stico n&atilde;o-param&eacute;trico    de Wilcoxon, observou-se que n&atilde;o existiram diferen&ccedil;as significantes    entre os registros dos dois equipamentos, para ouvintes normais e para indiv&iacute;duos    com perda auditiva neurossensorial. Os p-valores encontrados para ouvintes normais    foram: ondas I= 0,980, III=0,580, V=0,424, interpicos I-III=0,871, III-V=0,057    e V-I=0,147 e os p-valores encontrados para indiv&iacute;duos com perda auditiva    neurossensorial foram: ondas I= 0,343, III=0,720, V=0,069, interpicos I-III=0,289,    III-V=0,120 e V-I=0,156.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao comparar as    lat&ecirc;ncias do PEATE neste estudo, obtidas com o NED, com as lat&ecirc;ncias    do PEATE da literatura especializada consultada (<a href="/img/revistas/pfono/v22n4/10t03.jpg">Tabela    3</a>), verificou-se que as varia&ccedil;&otilde;es existentes s&atilde;o m&iacute;nimas.    Isto &eacute;, os achados de lat&ecirc;ncia m&eacute;dia para cada onda e intervalos    interpicos ocorreram dentro da varia&ccedil;&atilde;o dos achados observados    na literatura especializada nos trabalhos consultados <sup>1,10,13</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim como o presente    estudo, v&aacute;rios autores relatam a import&acirc;ncia do estudo do padr&atilde;o    de normalidade do PEATE; apesar de ocorrer uma relativa uniformidade entre diferentes    laborat&oacute;rios, os valores das lat&ecirc;ncias absolutas e intervalos interpicos    podem apresentar pequenas varia&ccedil;&otilde;es <sup>11-14,17-19</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os achados deste    estudo mostraram que as lat&ecirc;ncias do g&ecirc;nero masculino foram maiores    do que as do feminino, de maneira semelhantes aos trabalhos consultados<sup>3,20-22</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Alguns autores    defendem que a raz&atilde;o da diferen&ccedil;a entre as lat&ecirc;ncias do    PEATE entre homens e mulheres &eacute; decorrente das diferen&ccedil;as anat&ocirc;micas    entre os sexos, do di&acirc;metro do nervo auditivo<sup>11,21</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os achados deste    estudo destacam registros de respostas similares para orelhas direitas e esquerdas,    o que est&aacute; de acordo com os trabalhos compulsados<sup>18-19,23</sup>;    que mostraram aus&ecirc;ncia de signific&acirc;ncia estat&iacute;stica, portanto    os valores de refer&ecirc;ncia podem ser utilizados tanto para a orelha direita    quanto para orelha esquerda.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao utilizar o equipamento    NED verificou-se que o registro da amplitude da onda V foi maior do que o da    onda I. A rela&ccedil;&atilde;o entre a onda V e a onda I &eacute; semelhante    a obtida em outro estudo<sup>24</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os achados deste    estudo mostraram que a maioria dos indiv&iacute;duos com perda auditiva neurossensorial    de grau leve a moderado apresentaram valores de lat&ecirc;ncia absoluta e intervalos    interpicos normais, discordando do estudo<sup>25</sup>; que verificou varia&ccedil;&atilde;o    de 18 a 28% dos resultados anormais do PEATE em pacientes com perda auditiva    entre 40 e 59 dBNA nas frequ&ecirc;ncias de 2000 a 4000 Hz e concordaram com    os obtidos na literatura<sup>4,26-28</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em perdas auditivas    neurossensoriais de grau severo a profundo o registro do PEATE est&aacute; alterado    conforme demonstraram outros estudos<sup>4,26,29-30</sup>. Neste estudo, as    perdas auditivas de grau severo a profundo n&atilde;o foram avaliadas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As lat&ecirc;ncias    do PEATE obtidas por meio do NED e do EP15 no mesmo indiv&iacute;duo foram semelhantes.    Desta forma, os registros eletrofisiol&oacute;gicos quanto &agrave; vari&aacute;vel    lat&ecirc;ncia das ondas I, III e V e dos interpicos I-III, III-V e I-V foram    considerados compat&iacute;veis com um equipamento padr&atilde;o ouro do mercado    e, portanto, podem ser utilizados clinicamente para realiza&ccedil;&atilde;o    de PEATE.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Conclus&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os componentes    do PEATE mensurados com o novo equipamento em adultos ouvintes normais foram    similares quanto &agrave;s orelhas, e as lat&ecirc;ncias absolutas foram menores    nas mulheres, ao comparar com os homens.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As lat&ecirc;ncias    do PEATE no mesmo indiv&iacute;duo ouvinte normal ou com perda auditiva neurossensorial,    com o NED, foram semelhantes &agrave;s obtidas com o EP15 / <i>Interacoustic</i>    padr&atilde;o ouro do mercado. Nas perdas auditivas neurossensoriais at&eacute;    60 dBNA, o achado mais frequente no PEATE foi a presen&ccedil;a das Ondas I,    III, V, com lat&ecirc;ncias absolutas e interpicos dentro da normalidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram obtidos os    valores de refer&ecirc;ncia de normalidade para o PEATE em adultos ouvintes    normais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias    Bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1.Hall JW, New    Handbook for Auditory Evoked Responses. Boston: Pearson Education. 1992. p.724-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766865&pid=S0104-5687201000040001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Picton TW, Hillyard    SA, Kraus HI, Galambos R. Human Arditory Evoked Potentials. I Evaluation of    Components. Electroencephalorgraphy and Clinical Neurophisiology. 1974;36:179-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766867&pid=S0104-5687201000040001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Hassan S, Dimitrov    R, Munhoz MSL, Caovilla HH. Da influ&ecirc;ncia do g&ecirc;nero, da intensidade    do est&iacute;mulo e do per&iacute;metro cef&aacute;lico nas lat&ecirc;ncias    da Audiometria de Tronco Encef&aacute;lico. Acta Awho. 1997;16(4):150-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766869&pid=S0104-5687201000040001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Jewett DL, Williston    JS. Auditory evoked far fields average from the scalp of humans. Brain. 1971;4:681-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766871&pid=S0104-5687201000040001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Matas CG, Leite    A, Gon&ccedil;alves IC, Neves IF. Potenciais Evocados de Tronco Encef&aacute;lico    com Perdas Auditivas Condutivas e Neurossensoriais. Arquivos Internacionais    de Otorrinolaringologia. 2005;9(4):1-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766873&pid=S0104-5687201000040001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Menezes PL.    Desenvolvimento de um dispositivo capaz de registrar e analisar potenciais evocados    auditivos nos dom&iacute;nios do tempo e das frequ&ecirc;ncias &#91;tese&#93;.    S&atilde;o Paulo: Universidade de S&atilde;o Paulo; 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766875&pid=S0104-5687201000040001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Mallinson BR.    Brainstem auditory evoked potentials in the assessment of hearing. S Afr Med    J. 1986,69:813-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766877&pid=S0104-5687201000040001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Hood L. The    normal auditory brainstem response. In: Hood L. Clinical applications of the    auditory brainstem response. San Diego: Singular; 1998. p. 126-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766879&pid=S0104-5687201000040001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Ten&oacute;rio    GA, Ferrite S, Teive P, Dultra A. Estimativa do diferencial entre os limiares    auditivos subjetivos e eletrofisiol&oacute;gicos em adultos normo-uvintes. Arquivos    Internacionais de Otorrinolaringologia. 2007;11(1):54-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766881&pid=S0104-5687201000040001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Hall JW. New    Handbook for Auditory Evoked Responses. Boston: Pearson Education. 2006. p.    212-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766883&pid=S0104-5687201000040001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Rowe MJ. Normal    Variability of the brain stem auditory evoked response in young and old adult    subjects. Electroencephalography and Clinical Neurophysiology. 1978;44:459-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766885&pid=S0104-5687201000040001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Stockard JJ.    Stockard JE, Westmoreland B, Corfits J. Brainstem Auditory evoked response:    normal variations as a function of stimulus and subject characteristics. Archives    of Neurology. 1979;36:823-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766887&pid=S0104-5687201000040001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Van Campen    LE, Sammeth CA, May JW. Peek BF. Comparison of etymotic insert and TDH supra-aural    earphones in auditory brainstem response measurement. J Am Acad Audiol. 1992;3(5):315-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766889&pid=S0104-5687201000040001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Munhoz MSL,    Silva MLG, Caovilla HH, Frazza MM, Ganan&ccedil;a MG, C&acirc;mera JLZ. Respostas    auditivas de tronco encef&aacute;lico. In: Munhoz MSL, Caovilla HH, Silva MLG,    Ganan&ccedil;a MM. Audiologia cl&iacute;nica. S&atilde;o Paulo: Atheneu, 2000.    p. 191-220.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766891&pid=S0104-5687201000040001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Anias CR, Lima    MAMT, K&oacute;s AOA. Avalia&ccedil;&atilde;o da influ&ecirc;ncia da idade no    potencial evocado auditivo de tronco encef&aacute;lico. Revista Brasileira de    Otorrinolaringologia. 2004;70:84-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766893&pid=S0104-5687201000040001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Lima JP de,    Alvarenga KF, Foelkel TP, Monteiro CZ, Agostinho RS. Os efeitos da polaridade    nos Potenciais Evocados Auditivos de Tronco Encef&aacute;lico. Revista Brasileira    de Otorrinolaringologia. 2008;74(5):725-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766895&pid=S0104-5687201000040001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Sequeira MLC,    Fukuda Y. Audiometria de tronco cerebral em indiv&iacute;duos normais: estudo    da lat&ecirc;ncia das ondas. Acta awho. 1988;VII(1):29-37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766897&pid=S0104-5687201000040001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Bento RF, Silveira    JAM, Ferreira MRM, Fuess VLR, Miniti A. Estudo do padr&atilde;o de normalidade    da audiometria de tronco cerebral (BERA) nas diversas faixas et&aacute;rias.    Revista Brasileira de Otorrinolaringologia. 1998;54:37-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766899&pid=S0104-5687201000040001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Esteves MCBN,    Aringa AHBD, Arruda GV, Aringa ARD, Nardi JC. Estudo das lat&ecirc;ncias das    ondas dos potenciais auditivos de tronco encef&aacute;lico em indiv&iacute;duos    ouvintes normais. Jornal Brasileiro de Otorrinolaringologia. 2009;75(3):420-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766901&pid=S0104-5687201000040001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Hecox K, Squires    N, Galambos R. - Brainstem auditory evoked responses in man. I. Effect of stimulus    rise-fall time and duration. J. Acoust. Soc. Am. 1976;60:1187-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766903&pid=S0104-5687201000040001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Jeger J, Hall    J. Effects of age and sex on Auditory Brainstem Response. Arch Otolatyngol.    1980;106(7):387-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766905&pid=S0104-5687201000040001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Macedo JCF,    Suzuki FA, Felipe RG, Fukuda Y. Audiometria de Tronco Cerebral em indiv&iacute;duos    normais acima de 50 anos. Estudo do tempo de lat&ecirc;ncia comparativo entre    os g&ecirc;neros. Pr&oacute;-Fono. 1990;2(2):21-2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766907&pid=S0104-5687201000040001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Musiek FE,    Kibbe K, Rackliffe L, Weider DJ. The auditory brain stem response I-V amplitude    ratio in normal, cochlear, and retrocochlear ears. Ear Hear. 1984 Jan-Feb;5(1):52-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766909&pid=S0104-5687201000040001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Bauch CD, Olsen    WO. Auditory Brainstem Response as a Function of Average Hearing Sensitivity    for 2000-4000Hz. Audiology. 1988;27(3):156-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766911&pid=S0104-5687201000040001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Watson DR.    A study of the effects of coclear loss on the auditory brainstem response (ABR)    specificity and false positive rate in retrococlear assessment. Audiology. 1999;    38(3):155-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766913&pid=S0104-5687201000040001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Gorga MP, Reiland    JK, Beauchaine KA. Auditory brainstem response in a case of high-freq&uuml;ency    conductive hearing loss. J Speech Hear Disord. 1985;50:346-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766915&pid=S0104-5687201000040001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Gorga MP, Beauchaine    KA, Reiland JK, Worthington DW, Javel E. - The effects of stimulus duration    on ABR and behavioral thresholds. J. Acoust. Soc. Am., 1984;76(2): 616-19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766917&pid=S0104-5687201000040001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Gorga MP, Johnson    TA, Kaminski JR, Beauchaine KL, Garner CA, Neely ST. Using a combination of    click- and tone burst-evoked auditory brain stem response measurements to estimate    pure-tone thresholds. Ear Hear 2006; 27(1):p.60-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766919&pid=S0104-5687201000040001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Boettcher FA.    Presbiacusis and auditory brainstem response. J Speech Lang Hear Res Rockville.    2002;45(6):1249-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766921&pid=S0104-5687201000040001000029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Harkins SW,    Lenhardt ML. Effects of age and interstimulus interval on brainstem auditory    evoked potential. Intern J Neuroscience. 1981;15:107-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4766923&pid=S0104-5687201000040001000030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em 27.05.2010.    <br>   Revisado em 06.09.2010; 12.11.2010; 19.11.2010; 23.11.2010.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Aceito para Publica&ccedil;&atilde;o em 23.11.2010.    <br>   Conflito de Interesse: n&atilde;o</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Artigo Submetido    a Avalia&ccedil;&atilde;o por Pares    <br>   <a name="back1"></a><a href="#top">*</a> Parte de Disserta&ccedil;&atilde;o    de Mestrado do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Dist&uacute;rbios    da Comunica&ccedil;&atilde;o Humana da Unifesp, Realizado na Faculdade de Fonoaudiologia    de Alagoas da Universidade Estadual de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de de Alagoas.    <br>   <a name="back2"></a><a href="#top">**</a> Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:    R. Dr. Antonio Cansan&ccedil;&atilde;o, 55 Apto. 703 - Macei&oacute; - AL -    CEP 57035-190 (<a href="mailto:ilkaamaralsoares@gmail.com">ilkaamaralsoares@gmail.com</a>).</font></p>      ]]></body><back>
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<year>1992</year>
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<publisher-name><![CDATA[Pearson Education]]></publisher-name>
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<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
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