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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Escalas de avaliação da leitura e da escrita: evidências preliminares de confiabilidade]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[BACKGROUND: reliability of Reading and Writing Assessment Instruments. AIM: to investigate the reliability of two scales created to evaluate both reading and writing of children with ages between 8:0 and 11:11 years. METHOD: two scales were created: a reading scale, composed of 12 testing items organized into four competency fields (letter knowledge and phonographemic relation, decoding of isolated items, reading fluency, reading comprehension), and a writing scale, with five items organized into three fields (letter writing and graphophonemic relation, codification of isolated items, writing construction). One hundred students (64 girls) from Public Schools, with ages raging between 8:0 and 11:11 years, were selected. Twenty students (12 girls) participated in the applicability study, resulting in the study version of the Scales. These scales were later applied to the remaining 80 students (52 girls). The obtained responses were assessed and computed for score assignment: item scores, competence field score (CFS) and raw scale score (RSS). Data were submitted to statistical analysis: the Cronbach's alpha coefficient was calculated and correlations between items (Pearson's correlation coefficient) were verified. A significance level of 0.05 was used. RESULTS: a = 0.866 and a = 0.461 were obtained for the Reading and Writing Scales, respectively. Correlations between the items were observed, ranging from weak to strong, and confirmed the alpha values. CONCLUSION: the Reading Scale was proven reliable, achieving acceptable levels for diagnostic instruments; the Writing Scale did not present an acceptable reliability level to measure the performance of the tested children.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Leitura]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGOS    ORIGINAIS DE PESQUISA</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Escalas    de avalia&ccedil;&atilde;o da leitura e da escrita: evid&ecirc;ncias preliminares    de confiabilidade<a href="#back1"><sup>*</sup></a></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Adriana de Souza    Batista Kida<sup>I, <a href="#back2">**</a></sup>; Bras&iacute;lia Maria Chiari<sup>II</sup>;    Clara Regina Brand&atilde;o de &Aacute;vila<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Fonoaudi&oacute;loga.    Doutoranda em Dist&uacute;rbios da Comunica&ccedil;&atilde;o Humana pela Universidade    Federal de S&atilde;o Paulo (Unifesp). Pesquisadora Associada do N&uacute;cleo    de Ensino, Assist&ecirc;ncia e Pesquisa em Escrita e Leitura (Neapel) do Departanmento    de Fonoaudiologia da Unifesp    <br>   <sup>II</sup>Fonoaudi&oacute;loga. Livre-Docente pela Unifesp. Professora Titular    da Disciplina dos Dist&uacute;rbios da Comunica&ccedil;&atilde;o Humana da Unifesp    <br>   <sup>III</sup>Fonoaudi&oacute;loga. Doutora em Dist&uacute;rbios da Comunica&ccedil;&atilde;o    Humana pela Unifesp. Professora Associada do Departamento de Fonoaudiologia    da Unifesp</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>TEMA:</b> confiabilidade    de Instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o da leitura e escrita. Objetivo: investigar    a confiabilidade de duas escalas elaboradas para a avalia&ccedil;&atilde;o da    leitura e escrita de crian&ccedil;as de 08 a 11:11 anos.    <br>   <b>M&Eacute;TODO:</b> foram elaboradas duas escalas: de leitura, composta por    doze itens de testes organizados em quatro campos de compet&ecirc;ncias (conhecimento    de letras e rela&ccedil;&atilde;o fono-graf&ecirc;mica, decodifica&ccedil;&atilde;o    de itens isolados, flu&ecirc;ncia de leitura de textos, compreens&atilde;o de    leitura), e de escrita com cinco itens organizados em tr&ecirc;s campos (escrita    de letras e rela&ccedil;&atilde;o grafo-fon&ecirc;mica, codifica&ccedil;&atilde;o    de itens isolados, constru&ccedil;&atilde;o escrita). Selecionaram-se 100 escolares    (64 meninas) de rede p&uacute;blica com idade de 8 a 11:11 anos. Vinte (12 meninas)    participaram do estudo de aplicabilidade, que resultou na vers&atilde;o de estudo    das escalas, posteriormente aplicadas aos demais 80 escolares (52 meninas).    As respostas obtidas foram analisadas e computadas para atribui&ccedil;&atilde;o    dos escores de itens, escores por campo de compet&ecirc;ncia (ECC) e do escore    bruto da escala (EBE). Os dados foram analisados estatisticamente, obtidos o    coeficiente alpha de Cronbach e, complementarmente, as correla&ccedil;&otilde;es    entre os itens (coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson). Adotou-se    n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 0,05.    <br>   <b>RESULTADOS:</b> Obtiveram-se </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,866 e </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,461 para as escalas de leitura e escrita, respectivamente. Correla&ccedil;&otilde;es    entre os itens foram observadas, variando de fracas a fortes e corroboraram    os valores de alpha.    <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b> a escala de leitura mostrou-se confi&aacute;vel, atingindo    n&iacute;veis admiss&iacute;veis para instrumentos diagn&oacute;sticos, enquanto    que a escala de escrita n&atilde;o apresentou n&iacute;vel de confiabilidade    admiss&iacute;vel para mensurar o desempenho das crian&ccedil;as da amostra.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-Chave:</b>    Leitura; Escrita; Avalia&ccedil;&atilde;o; Fonoaudiologia.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A identifica&ccedil;&atilde;o    cl&iacute;nica dos Transtornos de Leitura e de Escrita, como a de qualquer outro    dist&uacute;rbio, necessita de instrumentos v&aacute;lidos, fidedignos, padronizados    e normatizados, capazes de apoiar o diagn&oacute;stico, a defini&ccedil;&atilde;o    de condutas e a organiza&ccedil;&atilde;o de programas de interven&ccedil;&atilde;o<sup>1</sup>.    Protocolos que n&atilde;o atendam a essas especifica&ccedil;&otilde;es podem    comprometer a confian&ccedil;a nas evid&ecirc;ncias cl&iacute;nicas necess&aacute;rias    ao diagn&oacute;stico<sup>2</sup>. Dentre testes nacionais dispon&iacute;veis<sup>3-8</sup>;    alguns avaliam desde aspectos de processamentos subjacentes at&eacute; compet&ecirc;ncias    leitoras e de escrita. Entretanto, n&atilde;o apresentam normas de refer&ecirc;ncia,    e n&atilde;o possibilitam a compara&ccedil;&atilde;o dos desempenhos avaliados.    Outros se restringem a avaliar, especificamente, as capacidades de reconhecimento    e decodifica&ccedil;&atilde;o na leitura e de codifica&ccedil;&atilde;o na escrita    de itens isolados sob ditado, sem, contudo, apresentarem normas de refer&ecirc;ncia    e dados de confiabilidade. H&aacute; ainda testes com normas de refer&ecirc;ncia    que, entretanto, n&atilde;o apresentam dados de confiabilidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esta pesquisa teve    como objetivo investigar a confiabilidade de duas escalas elaboradas para avaliarem    a leitura e a escrita de crian&ccedil;as de 8 a 11:11anos, assumindo como hip&oacute;tese    que ambas as escalas apresentariam caracter&iacute;sticas de mensura&ccedil;&atilde;o    de instrumentos diagn&oacute;sticos. Para mostrar a import&acirc;ncia do estudo    das propriedades de mensura&ccedil;&atilde;o do material proposto para testes    diagn&oacute;sticos, ser&atilde;o apresentadas as escalas e, sobretudo, o m&eacute;todo    adotado para a elabora&ccedil;&atilde;o e pesquisa de confiabilidade desses    instrumentos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&eacute;todo</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pesquisa aprovada    pelo CEP Universidade Federal de S&atilde;o Paulo (UNIFESP) (n&uacute;mero 11.111/05)    realizada em seis etapas, segundo normas para constru&ccedil;&atilde;o de testes    de avalia&ccedil;&atilde;o cognitiva<sup>1</sup>: elabora&ccedil;&atilde;o das    escalas; sele&ccedil;&atilde;o da amostra; estudo pr&eacute;vio de aplicabilidade;    aplica&ccedil;&atilde;o das escalas e coleta das respostas; atribui&ccedil;&atilde;o    dos escores; estudo da consist&ecirc;ncia interna.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A elabora&ccedil;&atilde;o    das escalas de leitura (EL) e de escrita (EE) ateve-se &agrave;s normas quando    considerou: os objetivos definidos, o levantamento bibliogr&aacute;fico de m&eacute;todos    de avalia&ccedil;&atilde;o, a defini&ccedil;&atilde;o do formato do teste, a    sele&ccedil;&atilde;o de materiais de avalia&ccedil;&atilde;o, est&iacute;mulos    de teste e procedimentos de an&aacute;lise.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A priori, definiu-se    que as escalas avaliariam o desempenho de escolares de 8 a 11:11 anos, quanto    &agrave;s compet&ecirc;ncias envolvidas no aprendizado e capacidades da leitura    e da escrita. A seguir, levantaram-se indicadores de desempenho em leitura<sup>2,9-11</sup>    e escrita<sup>12-15</sup> apropriados &agrave;s faixas et&aacute;rias definidas,    e testes e m&eacute;todos de avalia&ccedil;&atilde;o da leitura<sup>4,16-20</sup>    e da escrita<sup>3-4,16,21-23</sup>. A partir das compet&ecirc;ncias a serem    investigadas, delimitaram-se campos de compet&ecirc;ncias: de conhecimento de    letras e da rela&ccedil;&atilde;o grafo-fon&ecirc;mica; de decodifica&ccedil;&atilde;o    de itens isolados; de flu&ecirc;ncia da leitura de texto e de compreens&atilde;o    leitora da EL; e de conhecimento da rela&ccedil;&atilde;o fono-graf&ecirc;mica;    de codifica&ccedil;&atilde;o e de constru&ccedil;&atilde;o da escrita, da EE.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Definiram-se itens    de teste para cada escala e selecionaram-se: o material ling&uuml;&iacute;stico,    os procedimentos de avalia&ccedil;&atilde;o (incluindo instru&ccedil;&otilde;es    de aplica&ccedil;&atilde;o) e crit&eacute;rios de an&aacute;lise do desempenho    para cada item.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na vers&atilde;o    piloto, a EL continha doze itens de teste e a EE, cinco (<a href="/img/revistas/pfono/v22n4/25q01.jpg">Quadro    1</a>).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Participaram 100    escolares (64 meninas) entre 8 e 11:11anos de idade, de segundo ao sexto ano    do ensino fundamental de escolas da rede p&uacute;blica, selecionados dentre    132 indicados pelos professores por apresentarem bom desempenho acad&ecirc;mico.    Seguiram-se os crit&eacute;rios inclusivos: aus&ecirc;ncia de queixas ou indicadores    de d&eacute;ficits auditivos e/ou visuais, de dist&uacute;rbios neurol&oacute;gicos,    comportamentais ou cognitivos; queixas de dificuldades ou transtornos do aprendizado    ou do aproveitamento escolar; aus&ecirc;ncia de reten&ccedil;&atilde;o no hist&oacute;rico    escolar; assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido; aprova&ccedil;&atilde;o    em triagem fonoaudiol&oacute;gica<sup>6,24-25</sup>: provas de emiss&atilde;o    e recep&ccedil;&atilde;o oral e escrita. Foram subagrupados segundo faixas et&aacute;rias:    8 a 8:11anos; 9 a 9:11anos; 10 a 10:11anos; 11 a 11:11anos. Cinco de cada faixa,    selecionados ao acaso, integraram a amostra do estudo pr&eacute;vio de aplicabilidade<sup>1</sup>    que avaliou a primeira vers&atilde;o das Escalas e indicou a necessidade de    modifica&ccedil;&otilde;es. Aplicaram-se as escalas nos 20 escolares para observa&ccedil;&atilde;o:    do tempo de aplica&ccedil;&atilde;o das escalas; da efetividade de compreens&atilde;o    das instru&ccedil;&otilde;es pelos estudantes; do grau de dificuldade dos est&iacute;mulos    de teste propostos por faixa et&aacute;ria, e da funcionalidade das folhas de    registro de desempenho (FRD). Dois itens de teste da EE e da FRD de ambas as    escalas foram modificados.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Obtida a vers&atilde;o    final, avaliou-se, individualmente, cada um dos 80 participantes, em duas sess&otilde;es    (35 minutos cada), nas escolas, em salas com n&iacute;veis de ru&iacute;do que    n&atilde;o interferiram na compreens&atilde;o das instru&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Adotou-se um sistema    de escores que uniformizou a an&aacute;lise dos desempenhos e possibilitou o    estudo de confiabilidade: o escore por itens, o escore por campo de compet&ecirc;ncia    (ECC) e o escore bruto por escala (EBE).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os escores por    itens variaram de 2 a 0 e representaram, respectivamente, do melhor ao pior    desempenho. Os desempenhos, quantificados segundo os crit&eacute;rios de an&aacute;lise    (<a href="/img/revistas/pfono/v22n4/25q01.jpg">Quadro 1</a>) foram tabulados    por crian&ccedil;a e tratados estatisticamente. Estabeleceram-se medidas de    tend&ecirc;ncia central, adotando-se a mediana e terceiro quartil como par&acirc;metros.    Definiram-se crit&eacute;rios de atribui&ccedil;&atilde;o dos escores por itens    para cada faixa et&aacute;ria. A mediana representou o escore 2, valores compreendidos    entre a mediana e terceiro quartil o escore 1, e valores inferiores ao terceiro    quartil o escore zero. Os ECC (soma dos escores por itens) informaram sobre    o desempenho em cada Campo de Compet&ecirc;ncia e permitiram analisar se os    itens de cada campo examinaram uma mesma compet&ecirc;ncia. Os EBE (soma dos    ECC), informaram sobre o desempenho total nas Escalas. Permitiram verificar    se todos os itens selecionados relacionaram-se ao constructo da leitura ou da    escrita.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O estudo da consist&ecirc;ncia    interna das escalas atendeu ao objetivo de analisar a confiabilidade<sup>1;26</sup>:    diferentes itens de teste deveriam medir uma mesma vari&aacute;vel<sup>2,26</sup>.    Optou-se por analisar a consist&ecirc;ncia interna inter itens<sup>26,28</sup>.    Reavaliaram-se as respostas de cada participante, as quais, receberam um escore    (escore por item). Os demais escores (ECC e EBE) tamb&eacute;m foram computados    por participante para an&aacute;lise.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Utilizou-se o <i>Statistical    Analysis System</i> em sua vers&atilde;o 13.0. Aplicaram-se as An&aacute;lises    do Coeficiente alpha de Cronbach (</font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">),    utilizado para analisar a consist&ecirc;ncia interna, por meio do estudo do    grau de covari&acirc;ncia dos itens entre si. Verificou-se a congru&ecirc;ncia    de cada item de uma escala com os demais itens que a compuseram e o efeito de    cada item sobre o instrumento, por meio do estudo complementar da confiabilidade    ap&oacute;s a supress&atilde;o de itens de teste. Valores de </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    inferiores a 0,6 indicaram grau de covari&acirc;ncia em n&iacute;veis inadmiss&iacute;veis;    valores entre 0,6 e 0,7 indicaram covari&acirc;ncia fraca; entre 0,7 a 0,8 covari&acirc;ncia    aceit&aacute;vel; entre 0,8 e 0,9 grau de covari&acirc;ncia bom e acima de 0,9    indicaram covari&acirc;ncia muito boa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O n&iacute;vel    de signific&acirc;ncia adotado para este estudo foi de 0,05.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A consist&ecirc;ncia    interna da EL e de seus campos de compet&ecirc;ncias (<a href="#t1">Tabela 1</a>)    mostrou bom grau de covari&acirc;ncia para os campos de decodifica&ccedil;&atilde;o    de itens isolados, de flu&ecirc;ncia de leitura de texto e para o total da Escala.    O campo de compreens&atilde;o da leitura mostrou grau de covari&acirc;ncia muito    baixo.</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/pfono/v22n4/25t01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A supress&atilde;o    de itens revelou que os valores de </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    mantiveram boa covari&acirc;ncia para decodifica&ccedil;&atilde;o de itens isolados    (supress&atilde;o do item 3: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,848; item 4: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,855; item 5: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,870; item 6: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,896), flu&ecirc;ncia de leitura de texto (supress&atilde;o do item 7: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,855; item 8: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,812; item 9: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,893; item 10: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,848) e para o total da EL (supress&atilde;o do item 2: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,887; item 3: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,843; item 4: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,840; item 5: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,846; item 6: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,848; item 7: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,842; item 8: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,835; item 9: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,853; item 10: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,838; item 11: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,882; item 12: </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,871). Em raz&atilde;o dos campos de conhecimento de letras e da compreens&atilde;o    da leitura constitu&iacute;rem-se de dois itens, suas consist&ecirc;ncias internas    mediante a supress&atilde;o de itens n&atilde;o p&ocirc;de ser analisada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A consist&ecirc;ncia    interna da EE e de seus campos de compet&ecirc;ncias (<a href="#t2">Tabela 2</a>)    mostrou n&iacute;veis de covari&acirc;ncia muito baixos. A consist&ecirc;ncia    interna do campo de constru&ccedil;&atilde;o da escrita n&atilde;o foi analisada    por este se constituir de um &uacute;nico item de teste.</font></p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/pfono/v22n4/25t02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A exclus&atilde;o    dos itens 1 e 2, aumentou a covari&acirc;ncia para esta escala, que, contudo,    n&atilde;o elevou o coeficiente da EE a n&iacute;veis aceit&aacute;veis, mantendo    vari&acirc;ncia muito fraca (</font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    = 0,506).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A reconhecida import&acirc;ncia    dos testes e procedimentos de avalia&ccedil;&atilde;o na pr&aacute;tica cl&iacute;nica    indica que testes de avalia&ccedil;&atilde;o cognitiva devem apresentar caracter&iacute;sticas    que demonstrem suas propriedades de mensura&ccedil;&atilde;o: validade e confiabilidade.    Devem proporcionar informa&ccedil;&otilde;es precisas e est&aacute;veis sobre    desempenhos em determinada habilidade; sensibilidade e especificidade, na identifica&ccedil;&atilde;o    apropriada de sujeitos saud&aacute;veis e de portadores de altera&ccedil;&otilde;es;    e par&acirc;metros normativos, essenciais ao diagn&oacute;stico<sup>1-2,26-27</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Buscando atender    essas determina&ccedil;&otilde;es, a elabora&ccedil;&atilde;o das Escalas de    Leitura e de Escrita seguiu as normas de constru&ccedil;&atilde;o de testes<sup>1</sup>.    O estudo da confiabilidade evidenciou que as diferentes tarefas selecionadas    nem sempre examinaram um mesmo conte&uacute;do ou processamento pretendido,    indicando que nova sele&ccedil;&atilde;o de procedimentos de avalia&ccedil;&atilde;o    deve ser realizada, o que prover&aacute; maior seguran&ccedil;a na coleta e    an&aacute;lise de evid&ecirc;ncias que deem suporte a racioc&iacute;nios cient&iacute;fico    e cl&iacute;nico<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O estudo da consist&ecirc;ncia    interna inter itens, adotada como forma de avalia&ccedil;&atilde;o das escalas,    foi realizado para responder se os itens selecionados estavam relacionados a    um mesmo constructo te&oacute;rico, compreendido ora como leitura ora como escrita,    representados pelos ebe de cada escala ou ainda como cada um dos campos de compet&ecirc;ncias,    representados pelos ECC. A presen&ccedil;a de valores admiss&iacute;veis de    covari&acirc;ncia, superiores a 0,7<sup>28</sup>; era desejada para atestar    a confiabilidade dos instrumentos quanto a propriedades de mensura&ccedil;&atilde;o    do desempenho, por faixa et&aacute;ria.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A sele&ccedil;&atilde;o    de escolares da rede p&uacute;blica de mesma regi&atilde;o da cidade de S&atilde;o    Paulo visou a um mesmo perfil s&oacute;cio-cultural, e a indica&ccedil;&atilde;o    dos melhores escolares buscou minimizar a influ&ecirc;ncia de poss&iacute;veis    efeitos de altera&ccedil;&otilde;es de linguagem e aprendizagem sobre a avalia&ccedil;&atilde;o    das capacidades de mensura&ccedil;&atilde;o dos instrumentos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A adequa&ccedil;&atilde;o    da EL para fins diagn&oacute;sticos foi atestada, pela consist&ecirc;ncia interna    da escala e dos campos de decodifica&ccedil;&atilde;o de itens isolados e flu&ecirc;ncia    da leitura de texto. Os itens selecionados mediram o mesmo constructo demonstrando    sua confiabilidade<sup>26,28-29</sup>. O campo de conhecimento de letras, que    n&atilde;o teve seu </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    calculado, apresentou um efeito teto que impossibilitou a an&aacute;lise da    consist&ecirc;ncia interna.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O campo de compreens&atilde;o    da leitura foi o &uacute;nico a n&atilde;o atingir n&iacute;veis de confiabilidade    diagn&oacute;stica. Contudo, a exclus&atilde;o dos itens 11 e 12 n&atilde;o    alterou a consist&ecirc;ncia da EL, sugerindo que ambos contribuam para a avalia&ccedil;&atilde;o    da capacidade leitora. A utiliza&ccedil;&atilde;o de diferentes procedimentos    de avalia&ccedil;&atilde;o pode requerer diferentes compet&ecirc;ncias e habilidades    para responder ao teste<sup>26</sup>; interferindo nos valores de consist&ecirc;ncia    interna. Assim, os baixos valores de </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    para o Campo de Compreens&atilde;o podem ter sido determinados pela variabilidade    das demandas impostas pelos procedimentos de avalia&ccedil;&atilde;o<sup>2</sup>:    de reconto do texto lido e de resposta a quest&otilde;es de m&uacute;ltipla    escolha.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A consist&ecirc;ncia    interna da EE revelou inadequa&ccedil;&atilde;o do instrumento para fins diagn&oacute;sticos<sup>29</sup>    ou de rastreamento<sup>26</sup>. Assim, a concep&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica    que norteou a constru&ccedil;&atilde;o da EE n&atilde;o foi apropriadamente    representada pelos itens selecionados para compor este instrumento. Dois fatores    podem ter interferido: a heterogeneidade de procedimentos de avalia&ccedil;&atilde;o    dos itens de teste e a aus&ecirc;ncia de dados de validade atestando a confiabilidade    dos itens selecionados, a partir da literatura, para avaliar um determinado    constructo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A presente pesquisa    demonstrou a import&acirc;ncia do estudo e ado&ccedil;&atilde;o dos par&acirc;metros    de confiabilidade na constru&ccedil;&atilde;o de instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o    cl&iacute;nica. Os dados indicaram, como continuidade, que a EL deve ser submetida    a estudos complementares sobre sua propriedade discriminativa, sensibilidade    e especificidade, que atestem sua acur&aacute;cia para uso cl&iacute;nico. Posteriormente,    deve-se proceder ao estudo da normatiza&ccedil;&atilde;o, que fornecer&aacute;    par&acirc;metros de desempenho de crian&ccedil;as t&iacute;picas segundo a escolaridade    e idade, crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos estabelecidos pelo DSM IV<sup>30</sup>.    J&aacute; a EE deve ter seus itens revistos e sua confiabilidade reestudada.    Somente estes estudos atestar&atilde;o ao cl&iacute;nico a qualidade dos instrumentos    na obten&ccedil;&atilde;o de dados confi&aacute;veis para o diagn&oacute;stico    e planejamento terap&ecirc;utico em leitura e escrita.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Conclus&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O estudo da confiabilidade    das Escalas de Leitura e de Escrita indicou a possibilidade de utiliza&ccedil;&atilde;o    da EL para avaliar e diagnosticar as compet&ecirc;ncias relacionadas ao conhecimento    de letras e rela&ccedil;&atilde;o fono-graf&ecirc;mica, a decodifica&ccedil;&atilde;o    e a compreens&atilde;o leitora. J&aacute; a EE mostrou-se inapropriada para    mensura&ccedil;&atilde;o do desempenho de escolares para o conhecimento da rela&ccedil;&atilde;o    fono-graf&ecirc;mica, a codifica&ccedil;&atilde;o e a constru&ccedil;&atilde;o    da escrita, necessitando de revis&otilde;es substanciais e reavalia&ccedil;&atilde;o    de suas propriedades de mensura&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias    Bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. American Psychology    Association (APA). Standards for educational and psychological testing. New    York: American Educational Research Association, 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769216&pid=S0104-5687201000040002500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Leslie L, Caldwell    JA. Formal and Informal measures of reading comprehension. In: Israel SE, Duffy    GG, editores. Handbook of research on reading comprehension. New York: Routledge;    2009. p.403-427.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769218&pid=S0104-5687201000040002500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Braz HA, Pelliciotti    THF. Exame de linguagem Tipiti. S&atilde;o Paulo: MNJ LTDA; 1988.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769220&pid=S0104-5687201000040002500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Stein LM. Teste    de Desempenho Escolar: Manual de aplica&ccedil;&atilde;o e interpreta&ccedil;&atilde;o.    S&atilde;o Paulo: Editora Casa do Psic&oacute;logo, 1994.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769222&pid=S0104-5687201000040002500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Capovilla FC,    Capovilla AGS. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e    remediar numa abordagem f&ocirc;nica. Ed. Memnon, S&atilde;o Paulo: 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769224&pid=S0104-5687201000040002500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Scliar-Cabral    L. Guia pr&aacute;tico de alfabetiza&ccedil;&atilde;o, baseado em princ&iacute;pios    alfab&eacute;ticos do portugu&ecirc;s do Brasil. S&atilde;o Paulo: Ed. Contexto,    2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769226&pid=S0104-5687201000040002500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Saraiva RA,    Moojen SMP e Murarki R. Avalia&ccedil;&atilde;o da compreens&atilde;o leitora    de textos expositivos. S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769228&pid=S0104-5687201000040002500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Capellini SA,    Cunha VLO. Provas de habilidades metaling&uuml;&iacute;sticas e de leitura.    S&atilde;o Paulo: Revinter, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769230&pid=S0104-5687201000040002500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Seymour PHK.    Individual cognitive analysis of competent and impaired reading. Br J Psychol.    1987:78:483-506.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769232&pid=S0104-5687201000040002500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Jenkins J,    Fuchs L, Fuchs D, Hosp M. Oral reading competence: a theoretical, empirical    and historical analysis. Sci Stud Read. 2001:5(3):239-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769234&pid=S0104-5687201000040002500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Geva E, Zadeh    ZY. Reading efficiency in native English-speaking and English-as-a-second-language    children: the role of oral proficiency and underlying cognitive-linguistic processes.    Sci Stud Read. 2006:10(1):31-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769236&pid=S0104-5687201000040002500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Bishop DVM,    Clarkson B. Written language as a window into residual language deficits: a    study of children with persistent and residual speech and language impairments.    J.cortex. 2003:39:215-37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769238&pid=S0104-5687201000040002500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Puranik CS,    Lombardino LJ, Altmann LJ. Writing through retellings: an exploratory study    of language-impaired and dyslexic populations. Read Writ. 2007:20: 251-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769240&pid=S0104-5687201000040002500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Puranik CS,    Lombardino LJ, Altmann LJP. Assessing the microstructure of written language    using a retelling paradigm. Am J Speech Lang Pathol. 2008:17:107-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769242&pid=S0104-5687201000040002500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Caravolas M,    Hulme C, Snowling MJ. The foundations of spelling ability: evidence from a 3-year    longitudinal study. 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S&atilde;o Paulo(SP): Universidade Federal de S&atilde;o    Paulo; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769246&pid=S0104-5687201000040002500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Cuetos FV.    Psicologia de la lectura: diagnostico y tratamiento. Madrid: Ed. Escuela Espanola;    1990.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769248&pid=S0104-5687201000040002500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Goikoetxea    E. Reading errors in first and second-grade readers of a shallow ortography:    evidence from Spanish. British Journal of Educational Psychology. 2006:76:333-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769250&pid=S0104-5687201000040002500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Trabasso T,    van der Broek P. Causal thinking and the representation of narrative events.    Journal of memory and language. 1985:24:617-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769252&pid=S0104-5687201000040002500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Carvalho CAF,    &Aacute;vila CRB, Chiari BM. N&iacute;veis de compreens&atilde;o de leitura    em escolares. Pr&oacute;-Fono R Atual Cient. 2009 jul-set;21(3):207-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769254&pid=S0104-5687201000040002500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Bereiter C,    Burtis PJ, Scardamalia M. Cognitive Operations in constructing main points in    written composition. 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Bras&iacute;lia:    Secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o Fundamental; 1997.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769258&pid=S0104-5687201000040002500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Gelderen AV,    Oostdam R. Effects of fluency training on the application of linguistic operations    in writing. Educational Studies in Language and Literature. 2005:5: 215-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769260&pid=S0104-5687201000040002500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Sanchez Miguel    E. Compreens&atilde;o e Reda&ccedil;&atilde;o de Textos: dificuldades e ajudas.    Porto Alegre: Ed. Artmed, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769262&pid=S0104-5687201000040002500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Paolucci JF,    Avila CRB. Compet&ecirc;ncia ortogr&aacute;fica e metafonol&oacute;gica: influ&ecirc;ncias    e correla&ccedil;&otilde;es na leitura e escrita de escolares da 4a s&eacute;rie.    Rev Soc Bras Fonoaudiol. 2009;14 (1):48-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769264&pid=S0104-5687201000040002500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Domino G, Domino    ML. Psychological Testing. New York: Cambridge University Press; 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769266&pid=S0104-5687201000040002500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Goulart BNG,    Chiari BM. Testes de rastreamento x testes de diagn&oacute;stico: atualidades    no contexto da atua&ccedil;&atilde;o fonoaudiol&oacute;gica. Pr&oacute;-Fono    R Atual. 2007;19(2):223-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769268&pid=S0104-5687201000040002500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Messick S.    Validity of psychological assessment. American Psychologist. 1995;50:741-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769270&pid=S0104-5687201000040002500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Dahlstrom WG.    Tests. Small samples, large consequences. American Psychologist. 1993;48:393-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769272&pid=S0104-5687201000040002500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. American Psychology    Association (APA). Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders - 4th.    Washington: American Psychology Association; 1994.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4769274&pid=S0104-5687201000040002500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em 01.12.2009.    <br>   Revisado em 06.10.2010.    <br>   Aceito para Publica&ccedil;&atilde;o em 30.11.2010.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Conflito de Interesse: n&atilde;o </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Artigo Submetido    a Avalia&ccedil;&atilde;o por Pares</font>    <br>   <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back1"></a><a href="#top">*</a>    Trabalho Realizado na Unifesp sendo parte da Tese de Doutorado apresentada ao    Departamento de Fonoaudiologia da Unifesp - Escola Paulista de Medicina, para    Obten&ccedil;&atilde;o do T&iacute;tulo de Doutor em Ci&ecirc;ncias, com Fomento    da Ag&ecirc;ncia Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal    de N&iacute;vel Superior (CAPES).</font>    <br>   <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back2"></a><a href="#top">**</a>    Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia: R. Vitorino Carmilo, 606 - Apto.    63 - S&atilde;o Paulo - SP CEP 01153-000 (<a href="mailto:adrianabatista@gmail.com">adrianabatista@gmail.com</a>).</font></p>      ]]></body><back>
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