<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0104-7760</journal-id>
<journal-title><![CDATA[CERNE]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[CERNE]]></abbrev-journal-title>
<issn>0104-7760</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[UFLA - Universidade Federal de Lavras]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0104-77602012000300006</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0104-77602012000300006</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Influencia de diferentes fontes de erro sobre as medições de alturas de árvores]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Influence of different sources of errors on the measurements of heights of trees]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[Gilson Fernandes da]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Onair Mendes de]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Souza]]></surname>
<given-names><![CDATA[Carlos Alberto Martinelli de]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A03"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Soares]]></surname>
<given-names><![CDATA[Carlos Pedro Boechat]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A04"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lemos]]></surname>
<given-names><![CDATA[Ronielly]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A05"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Engenheiro Florestal, Professor Doutor em Ciência Florestal - Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Engenharia Florestal ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Alegre ES]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Engenheiro Florestal, Mestrando em Ciências Florestais - Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Engenharia Florestal ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Alegre ES]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A03">
<institution><![CDATA[,Engenheiro Florestal, Professor Doutor em Engenharia Florestal - Universidade Federal de São Carlos  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Sorocaba SP]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A04">
<institution><![CDATA[,Engenheiro Florestal, Professor Doutor em Ciência Florestal - Universidade Federal de Viçosa Departamento de Engenharia Florestal ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Viçosa MG]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A05">
<institution><![CDATA[,Graduando em Engenharia Florestal - Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Engenharia Florestal ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Alegre ES]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<volume>18</volume>
<numero>3</numero>
<fpage>397</fpage>
<lpage>405</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-77602012000300006&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0104-77602012000300006&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0104-77602012000300006&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Conduziu-se este trabalho, com o objetivo principal de avaliar a influência de diferentes fontes de variação sobre as medições de alturas de árvores de Eucalyptus urophila x Eucalyptus grandis. Hipsômetros baseados no princípio trigonométrico exigem que o mensurador fique a uma distância conhecida da árvore. Dessa forma, se essas distâncias forem pequenas ou muito grandes, podem ocorrer oscilações no momento da leitura do aparelho ou dificuldade de visualizar a árvore, introduzindo erros nas medições de alturas. Sendo assim, neste trabalho, foram medidas as alturas de um conjunto de árvores com três hipsômetros a três diferentes distâncias, por três diferentes pessoas. Os resultados encontrados foram comparados com as verdadeiras alturas totais das árvores, obtidas por meio da técnica de escalada. Após análises, os resultados indicaram que as distâncias de medição, juntamente com o hipsômetro utilizado, influenciam na obtenção da altura total.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this study was to evaluate the influence of different sources of variation in tree height measurements using hypsometers based on trigonometric principles. The use of this type of device requires that the measurement is at a known distance from the tree. Therefore, if these distances are small or too big, oscillations can occur during the reading of the device or difficulties to visualize the tree tops, causing errors in the height measurement. Thereby, in this study a set of tree heights were measured with a hypsometer at different distances and by three different individuals. Afterwards, the results were compared with the actual heights of the trees obtained by climbing them. Finally, after the analysis, the results indicated that the distance of measurement, along with the hypsometer used, affects in obtaining estimation of the total height.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Dendrometria]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[hipsômetros]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[princípios trigonométricos]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Dendrometry]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[hipsometer]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[trigonometric principles]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p><font size="4" face="Verdana"><B>InfluÃªncia de diferentes fontes de erro sobre as mediÃ§Ãµes de alturas de Ã¡rvores</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Influence of different sources of errors on the measurements of heights of trees</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Gilson Fernandes da Silva<sup>I</sup>; Onair Mendes de Oliveira<sup>II</sup>; Carlos Alberto Martinelli de Souza<sup>III</sup>; Carlos Pedro Boechat Soares<sup>IV</sup>; Ronielly Lemos<sup>V</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Engenheiro Florestal, Professor Doutor em Ci&ecirc;ncia Florestal &#150; Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo &#150; Departamento de Engenharia Florestal &#150;  Cx. P.16 &#150; 29500&#45;000 &#150; Alegre, ES, Brasil &#150; <a href="mailto:gfsilva2000@yahoo.com">gfsilva2000@yahoo.com</a>    <br>   <sup>II</sup>Engenheiro Florestal, Mestrando em Ci&ecirc;ncias Florestais &#150; Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo &#150; Departamento de Engenharia Florestal &#150; Cx. P.16 &#150; 29500&#45;000 &#150; Alegre, ES, Brasil &#150; <a href="mailto:onairmendes@yahoo.com.br">onairmendes@yahoo.com.br</a>    <br>   <sup>III</sup>Engenheiro Florestal, Professor Doutor em Engenharia Florestal &#150; Universidade Federal de S&atilde;o Carlos &#150; Campus Sorocaba &#150; Rodovia Jo&atilde;o Leme  dos Santos, Km 110 &#150; 18052&#45;780 &#150; Sorocaba, SP, Brasil &#150; <a href="mailto:camartinelli5@hotmail.com">camartinelli5@hotmail.com</a>    <br>   <sup>IV</sup>Engenheiro Florestal, Professor Doutor em Ci&ecirc;ncia Florestal &#150; Universidade Federal de Vi&ccedil;osa &#150; Departamento de Engenharia Florestal &#150; 36571&#45;000 &#150; Vi&ccedil;osa, MG, Brasil &#150; <a href="mailto:csoares@ufv.br">csoares@ufv.br</a>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>V</sup>Graduando em Engenharia Florestal &#150; Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo &#150; Departamento de Engenharia Florestal &#150; Cx. P. 16 &#150; 29500&#45;000 &#150;  Alegre, ES, Brasil &#150; <a href="mailto:ronilemos@hotmail.com">ronilemos@hotmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>RESUMO</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Conduziu&#45;se este trabalho, com o objetivo principal de avaliar a influ&ecirc;ncia de diferentes fontes de varia&ccedil;&atilde;o sobre as medi&ccedil;&otilde;es de alturas de &aacute;rvores de E<I>ucalyptus urophila x </I>E<I>ucalyptus grandis. </I>Hips&ocirc;metros baseados no princ&iacute;pio trigonom&eacute;trico exigem que o mensurador fique a uma dist&acirc;ncia conhecida da &aacute;rvore. Dessa forma, se essas dist&acirc;ncias forem pequenas ou muito grandes, podem ocorrer oscila&ccedil;&otilde;es no momento da leitura do aparelho ou dificuldade de visualizar a &aacute;rvore, introduzindo erros nas medi&ccedil;&otilde;es de alturas. Sendo assim, neste trabalho, foram medidas as alturas de um conjunto de &aacute;rvores com tr&ecirc;s hips&ocirc;metros a tr&ecirc;s diferentes dist&acirc;ncias, por tr&ecirc;s diferentes pessoas. Os resultados encontrados foram comparados com as verdadeiras alturas totais das &aacute;rvores, obtidas por meio da t&eacute;cnica de escalada. Ap&oacute;s an&aacute;lises, os resultados indicaram que as dist&acirc;ncias de medi&ccedil;&atilde;o, juntamente com o hips&ocirc;metro utilizado, influenciam na obten&ccedil;&atilde;o da altura total.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Palavras&#45;chave: </B> Dendrometria, hips&ocirc;metros, princ&iacute;pios trigonom&eacute;tricos.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>ABSTRACT</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> The objective of this study was to evaluate the influence of different sources of variation in tree height measurements using hypsometers based on trigonometric principles. The use of this type of device requires that the measurement is at a known distance from the tree. Therefore, if these distances are small or too big, oscillations can occur during the reading of the device or difficulties to visualize the tree tops, causing errors in the height measurement. Thereby, in this study a set of tree heights were measured with a hypsometer at different distances and by three different individuals. Afterwards, the results were compared with the actual heights of the trees obtained by climbing them. Finally, after the analysis, the results indicated that the distance of measurement, along with the hypsometer used, affects in obtaining estimation of the total height.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Key words: </B> Dendrometry, hipsometer, trigonometric principles.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>1  INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O manejo florestal moderno requer o conhecimento da floresta e sua intera&ccedil;&atilde;o com o meio, assim como do crescimento e dos produtos que podem ser obtidos para determinados fins (serraria, celulose, chapas, energia etc.). A avalia&ccedil;&atilde;o florestal e a din&acirc;mica dos povoamentos s&oacute; podem ser determinadas por meio de medi&ccedil;&otilde;es de amostras representativas dessas florestas. Nesse sentido, vari&aacute;veis como o DAP (di&acirc;metro &agrave; altura do peito) e a altura total s&atilde;o especialmente importantes (COUTO; BASTOS, 1988; FREITAS; WICHERT, 1998).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A altura constitui&#45;se em uma importante caracter&iacute;stica da &aacute;rvore e pode ser determinada ou estimada. Em florestas plantadas, sua determina&ccedil;&atilde;o ou estima&ccedil;&atilde;o &eacute; muito importante para o c&aacute;lculo do volume, de incrementos em altura e, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, pode servir como indicadora da qualidade produtiva de um local (SOARES et al., 2006). De acordo com a Food and Agriculture Organization of the United Nations &#45; FAO (1981), apesar de o volume representar com maior precis&atilde;o a qualidade produtiva, a altura dominante &eacute; bastante empregada, pela facilidade de determina&ccedil;&atilde;o e por ser pouco influenciada pelo espa&ccedil;amento e desbastes realizados. Al&eacute;m disso, o conhecimento da altura &eacute; fundamental para a defini&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias que buscam otimizar o uso do fuste das &aacute;rvores para multiprodutos, como serraria, celulose e energia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em florestas nativas, a altura total das &aacute;rvores pode ter importante significado ecol&oacute;gico, &agrave; medida que ajuda a compreender a estrutura vertical da comunidade, podendo&#45;se estimar, por meio dessa vari&aacute;vel, as esp&eacute;cies que apresentam maior import&acirc;ncia ecol&oacute;gica considerando&#45;se esse tipo de estrutura. A posi&ccedil;&atilde;o sociol&oacute;gica das esp&eacute;cies pode ser calculada tomando&#45;se em conta as alturas das &aacute;rvores amostradas na comunidade, de acordo, por exemplo, com metodologias apresentadas por Finol (1971), Longhi (1980) e Souza e Leite (1993).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De acordo com Machado e Figueiredo Filho (2003), a altura total de uma &aacute;rvore pode ser definida como a dist&acirc;ncia do n&iacute;vel do solo at&eacute; o topo da &aacute;rvore, ao longo de seu eixo principal. Diferentemente do di&acirc;metro, a medi&ccedil;&atilde;o da altura n&atilde;o &eacute; tarefa t&atilde;o f&aacute;cil. No entanto, existem diversos tipos de aparelhos que podem ser utilizados para esse fim, sendo mais utilizados no meio florestal os hips&ocirc;metros (GON&Ccedil;ALVES et al., 2009). O uso de um hips&ocirc;metro possui aspectos positivos e negativos. Nesse sentido, a escolha de um em detrimento dos demais depende da situa&ccedil;&atilde;o e finalidade de uso de cada aparelho (FORESTRY RESEARCH WORKING GROUP 2, 1999).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De acordo com Brack (2008), alguns hips&ocirc;metros s&atilde;o baseados em princ&iacute;pios trigonom&eacute;tricos, tais como: N&iacute;vel de Abney, Haga, Suunto Clin&ocirc;metro e BlumeLeiss. H&aacute; ainda o hips&ocirc;metro Vertex Forestor que &eacute; um tipo de hips&ocirc;metro eletr&ocirc;nico que se utiliza de ondas sonoras e que tamb&eacute;m &eacute; baseado no princ&iacute;pio trigonom&eacute;trico.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para Couto e Bastos (1988), a densidade do povoamento pode influenciar a medi&ccedil;&atilde;o da altura das &aacute;rvores, pois esta impossibilita a determina&ccedil;&atilde;o de um ponto &oacute;timo de vis&atilde;o no topo da &aacute;rvore. Por&eacute;m, Lingnau et al. (2008) afirmam que esse tipo de problema &eacute; mais frequente em florestas nativas, pois em  florestas plantadas com espa&ccedil;amentos regulares, o correto posicionamento do mensurador em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; linha de plantio diminuem esse tipo de problema.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em florestas plantadas homog&ecirc;neas com espa&ccedil;amentos regulares, normalmente se medem as alturas de algumas &aacute;rvores com hips&ocirc;metros &oacute;ticos baseados em princ&iacute;pios trigonom&eacute;tricos e a partir da composi&ccedil;&atilde;o de uma amostra que contenha os di&acirc;metros e alturas das &aacute;rvores, ajustam&#45;se rela&ccedil;&otilde;es hipsom&eacute;tricas que permitir&atilde;o estimar as alturas das demais &aacute;rvores. Esse procedimento &eacute; muito empregado nesse tipo de florestas, como j&aacute; mencionado, porque apresenta boa precis&atilde;o e diminui o esfor&ccedil;o na obten&ccedil;&atilde;o das alturas em campo, o que &eacute; interessante, pois estas apresentam dif&iacute;cil obten&ccedil;&atilde;o (LINGNAU et al., 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para que as rela&ccedil;&otilde;es hipsom&eacute;tricas produzam estimativas mais confi&aacute;veis, &eacute; importante que as medidas de altura realizadas com aparelhos &oacute;ticos apresentem os menores erros poss&iacute;veis. Considerando os aparelhos baseados em princ&iacute;pios trigonom&eacute;tricos, fatores como a dist&acirc;ncia do mensurador &agrave; &aacute;rvore, tipo de aparelho, o n&iacute;vel de treinamento do operador e a pr&oacute;pria altura total da &aacute;rvore podem afetar a precis&atilde;o das medidas realizadas. Assim, Campos e Leite (2006) sugerem que uma dist&acirc;ncia adequada para se realizar medi&ccedil;&otilde;es de altura seria aquela equivalente a altura aproximada da &aacute;rvore. Entretanto, praticamente inexistem trabalhos cient&iacute;ficos que procuram demonstrar a influ&ecirc;ncia desses fatores na realiza&ccedil;&atilde;o de medidas de altura. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Considerando o exposto, neste trabalho, objetivou&#45;se avaliar a influ&ecirc;ncia dos fatores dist&acirc;ncia do mensurador &agrave; &aacute;rvore, tipo de aparelho, classe de altura e diferentes operadores na medi&ccedil;&atilde;o da altura de &aacute;rvores, empregando&#45;se aparelhos constru&iacute;dos com base em princ&iacute;pios trigonom&eacute;tricos. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>2  MATERIAL  E  M&Eacute;TODOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>2.1 Coleta de dados e modelo experimental</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O trabalho foi desenvolvido em um plantio homog&ecirc;neo com o h&iacute;brido obtido a partir do <I>Eucalyptus urophylla </I>e <I>E.grandis</I>, denominado "Eucalipto urograndis". O plantio est&aacute; localizado no munic&iacute;pio de Gua&ccedil;u&iacute;, regi&atilde;o sul do Esp&iacute;rito Santo, a 622 metros de altitude, com coordenadas centrais aproximadas no Sistema de Proje&ccedil;&atilde;o Cartogr&aacute;fica UTM, Datum SAD 69, Zona 24S iguais a: 220.051 m e 7.690.288 m.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para os testes, foram utilizados o clin&ocirc;metro digital <I>H&auml;glof</I> (aparelho 1), o hips&ocirc;metro Haga (aparelho 2) e o hips&ocirc;metro Vertex III (aparelho 3). O hips&ocirc;metro Haga permite realizar medidas de altura das &aacute;rvores nas dist&acirc;ncias fixas de: 15, 20, 25 e 30 metros, enquanto que o clin&ocirc;metro digital <I>H&auml;glof</I> e o hips&ocirc;metro Vertex III permitem realizar leituras a qualquer dist&acirc;ncia, desde que estas sejam conhecidas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para avaliar o erro cometido na estima&ccedil;&atilde;o da altura total com hips&ocirc;metros baseados em princ&iacute;pios trigonom&eacute;tricos, foi proposto um arranjo fatorial considerando&#45;se tr&ecirc;s fatores que poderiam influenciar a ocorr&ecirc;ncia de erros no processo de medi&ccedil;&atilde;o, a saber: O tipo de aparelho (clin&ocirc;metro digital, Haga, Vertex); a dist&acirc;ncia reduzida entre o mensurador e a &aacute;rvore (15, 20, 25 e 30 metros), obtida com trena; e a altura total da &aacute;rvore. No caso da altura total, foram consideradas tr&ecirc;s classes de altura: &aacute;rvores com at&eacute; 15 metros (Classe 1), entre 15&#45;25 metros (Classe 2), e maiores que 25 metros (Classe 3). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados foram coletados seguindo&#45;se os seguintes passos:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1) Considerando&#45;se as tr&ecirc;s classes de altura anteriormente definidas, foram selecionadas aleatoriamente no interior do plantio,15 &aacute;rvores em cada classe de altura, totalizando 45 &aacute;rvores. Cada &aacute;rvore foi plaqueteada e devidamente identificada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">2) As &aacute;rvores selecionadas tiveram as suas alturas totais medidas com uma trena, em procedimento de escalada. Essa altura passou a ser considerada como a altura verdadeira da &aacute;rvore (<I>H</I>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">3) Em seguida, sem conhecer a verdadeira altura total das &aacute;rvores, tr&ecirc;s mensuradores treinados mediram as alturas das &aacute;rvores (<img src="/img/revistas/cerne/v18n3/a06img01.jpg" align="absmiddle">) com cada hips&ocirc;metro e em cada dist&acirc;ncia. As medidas com cada aparelho e em cada dist&acirc;ncia foram feitas em momentos diferentes para se evitar influ&ecirc;ncias na obten&ccedil;&atilde;o das medi&ccedil;&otilde;es. Como exemplo, o mensurador 1 empregando o aparelho 1, mediu a altura total de todas as &aacute;rvores na dist&acirc;ncia de 15 metros, repetindo esse processo para todas as demais combina&ccedil;&otilde;es. Tomou&#45;se o cuidado tamb&eacute;m de que os tr&ecirc;s mensuradores n&atilde;o tivessem contato no momento das medi&ccedil;&otilde;es. A utiliza&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s mensuradores justificou&#45;se para se avaliar o efeito humano no processo da medi&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados obtidos foram avaliados calculando&#45;se o m&oacute;dulo do erro relativo para todas as combina&ccedil;&otilde;es de aparelho, classe, dist&acirc;ncia e mensurador, tomando como base os valores reais de altura das &aacute;rvores e as estimativas obtidas com os hips&ocirc;metros, tal como se segue:</font></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cerne/v18n3/a06img02.jpg"></p>     <p><font size="2" face="Verdana">em que:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><I>ER</I>(%) = Erro relativo, em percentagem;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><I>H<SUB>i</SUB></I>= Altura real da &aacute;rvore, em metros; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><img src="/img/revistas/cerne/v18n3/a06img01.jpg" align="absmiddle">= Altura estimada com os hips&ocirc;metros avaliados, em metros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Considerando o modelo fatorial anteriormente descrito, realizou&#45;se a an&aacute;lise de vari&acirc;ncia para cada mensurador, testando&#45;se as hip&oacute;teses pelo teste <I>F</I> em n&iacute;vel de 5% de signific&acirc;ncia. Quando necess&aacute;rio, foram realizados testes de m&eacute;dias empregando&#45;se o teste Tukey, tamb&eacute;m em n&iacute;vel de 5% de signific&acirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>2.2 Estat&iacute;sticas de compara&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com o intuito de complementar a an&aacute;lise de vari&acirc;ncia proposta no item 3.1, foram calculadas as estat&iacute;sticas <I>vi&eacute;s(V)</I>, m&eacute;dia das diferen&ccedil;as absolutas <I>(MD)</I> e desvio&#45;padr&atilde;o das diferen&ccedil;as <I>(DPD)</I>, tal como utilizado por Assis (2000), Ferreira (1999), Lima (1986), Queiroz et al. (2006), Schneider et al. (2009), Scolforo et al. (1998) e Souza et al. (2008), entre outros pesquisadores. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">De acordo com os autores citados, essas estat&iacute;sticas podem ser calculadas pelas seguintes express&otilde;es:</font></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cerne/v18n3/a06img03.jpg"></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Admitindo&#45;se que cada combina&ccedil;&atilde;o entre aparelho, dist&acirc;ncia e classe de altura representa um tratamento, a partir do c&aacute;lculo das estat&iacute;sticas <I>(V)</I>, <I>(MD)</I> e <I>(DPD)</I>, foi poss&iacute;vel ordenar os tratamentos que apresentaram melhor desempenho na estima&ccedil;&atilde;o da altura total das &aacute;rvores. Para tanto, as estat&iacute;sticas <I>(V)</I>, <I>(MD)</I> e <I>(DPD) </I>foram avaliadas, sendo atribu&iacute;dos pesos de 1 a 36 para cada tratamento analisado, para cada operador. Dessa forma, sob a &oacute;tica dessa an&aacute;lise, os tratamentos que apresentaram a menor soma dos pesos atribu&iacute;dos aos valores de cada estat&iacute;stica, proporcionaram melhor desempenho na estima&ccedil;&atilde;o da altura total das &aacute;rvores. Al&eacute;m disso, foram constru&iacute;dos gr&aacute;ficos com os valores dos res&iacute;duos de modo a fundamentar as conclus&otilde;es baseadas nessas estat&iacute;sticas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>3  RESULTADOS  E  DISCUSS&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>3.1 An&aacute;lise de vari&acirc;ncia do erro relativo para cada mensurador</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Observa&#45;se, na <a href="#tab01">Tabela 1</a>, que, para todos os mensuradores avaliados, a intera&ccedil;&atilde;o tripla (aparelho <I>x </I>dist&acirc;ncia <I>x </I>classe) n&atilde;o foi significativa pelo teste <I>F</I>, em n&iacute;vel de 5% de probabilidade. Por outro lado, para o mensurador 1, houve uma intera&ccedil;&atilde;o dupla entre aparelho e classe, e tamb&eacute;m diferen&ccedil;as entre as m&eacute;dias para o fator dist&acirc;ncia. Com rela&ccedil;&atilde;o aos mensuradores 2 e 3, as &uacute;nicas diferen&ccedil;as detectadas foram entre as m&eacute;dias do fator classe. Esses resultados inicialmente sugerem que mensuradores com diferentes n&iacute;veis de experi&ecirc;ncia podem produzir diferentes n&iacute;veis de erros no uso de aparelhos. Embora os tr&ecirc;s operadores tenham recebido o mesmo treinamento pr&eacute;vio para a execu&ccedil;&atilde;o da pesquisa, eles possuem habilidades e experi&ecirc;ncias anteriores diferentes e n&atilde;o exercem este tipo de tarefa cotidianamente.</font></p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cerne/v18n3/a06tab01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">O treinamento adequado e a pr&aacute;tica intensiva podem minimizar as diferen&ccedil;as entre os mensuradores, embora, nesse trabalho, elas n&atilde;o pare&ccedil;am t&atilde;o elevadas. N&atilde;o se pode descartar tamb&eacute;m o fato de que as condi&ccedil;&otilde;es do ambiente podem provocar diferen&ccedil;as entre as medidas realizadas pelos diferentes mensuradores. Condi&ccedil;&otilde;es de luz, presen&ccedil;a de chuva, entre outros, podem ser fontes aleat&oacute;rias de erros. Esses fatores n&atilde;o parecem ter sido significativos nesta pesquisa, uma vez que as medidas foram feitas em um curto espa&ccedil;o de tempo e com condi&ccedil;&otilde;es favor&aacute;veis do ambiente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="/img/revistas/cerne/v18n3/a06tab02.jpg">Tabela 2</a>, apresentam&#45;se os resultados dos testes de m&eacute;dias, empregando&#45;se a estat&iacute;stica de Tukey, em n&iacute;vel de 5% de signific&acirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Primeiramente, s&atilde;o analisados os resultados para o mensurador 1, em rela&ccedil;&atilde;o ao desdobramento da intera&ccedil;&atilde;o entre aparelho e classe. Considerando&#45;se as m&eacute;dias das classes dentro de cada aparelho, nota&#45;se que para os aparelhos digitais (clin&ocirc;metro e Vertex) os erros foram maiores para a classe 3, diferentemente do Haga, que apresentou a mesma m&eacute;dia de erro para as tr&ecirc;s classes avaliadas, em n&iacute;vel de 5% de signific&acirc;ncia pelo teste Tukey. Na classe 3, apresentam&#45;se as maiores &aacute;rvores, exigindo, portanto, uma maior inclina&ccedil;&atilde;o do hips&ocirc;metro para se realizar as medidas de altura total.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Pode&#45;se supor, ent&atilde;o, que os aparelhos digitais foram mais sens&iacute;veis a essa inclina&ccedil;&atilde;o, o que pode ter provocado esse maior erro para essa classe. De fato, no aparelho Haga, em raz&atilde;o do seu tamanho, &eacute; mais f&aacute;cil controlar essa inclina&ccedil;&atilde;o. O oposto ocorre com o clin&ocirc;metro digital Hagloff, que, em fun&ccedil;&atilde;o de seu tamanho reduzido, &eacute; mais dif&iacute;cil controlar pequenas oscila&ccedil;&otilde;es. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Avaliando o efeito da dist&acirc;ncia na ocorr&ecirc;ncia dos erros para o mensurador 1 (<a href="/img/revistas/cerne/v18n3/a06tab02.jpg">Tabela 2</a>), percebe&#45;se que os maiores erros foram encontrados para a menor dist&acirc;ncia (15 metros) e os melhores resultados podem ser atribu&iacute;dos &agrave;s dist&acirc;ncias intermedi&aacute;rias de 20 e 25 metros. Esses resultados est&atilde;o de acordo com o que se espera, uma vez que, ao se aproximar mais da &aacute;rvore, &eacute; necess&aacute;rio uma maior inclina&ccedil;&atilde;o do aparelho. Essa maior inclina&ccedil;&atilde;o, como discutido anteriormente, pode levar a maiores erros. Afastar&#45;se muito da &aacute;rvore tamb&eacute;m pode n&atilde;o ser a melhor alternativa, uma vez que a vis&atilde;o da copa para a defini&ccedil;&atilde;o da altura total pode ficar prejudicada. Resultados semelhantes foram encontrados por Couto e Bastos (1988), em que o menor erro percentual foi obtido para a dist&acirc;ncia de 20 metros da &aacute;rvore.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Finalmente, quando se avalia a ocorr&ecirc;ncia de erros para os mensuradores 2 e 3, o &uacute;nico fator estatisticamente influente foi a classe de altura. Pela observa&ccedil;&atilde;o da <a href="/img/revistas/cerne/v18n3/a06tab02.jpg">Tabela 2</a>, percebe&#45;se que os erros foram nitidamente maiores para a classe 3 de altura, ou seja, para &aacute;rvores maiores do que 25 metros de altura total. Esses resultados corroboram com os obtidos para o mensurador 1, ou seja, &eacute; mais dif&iacute;cil medir &aacute;rvores mais altas pelo simples fato de que &eacute; mais dif&iacute;cil ver a copa e tamb&eacute;m se tem que inclinar mais o aparelho. Essas informa&ccedil;&otilde;es podem ser &uacute;teis para o treinamento de equipes de invent&aacute;rios, especialmente de povoamentos mais velhos e em locais mais produtivos, onde a chance de encontrar &aacute;rvores mais altas &eacute; maior.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Embora esse trabalho tenha verificado algo que se esperava, a sua import&acirc;ncia est&aacute; na quantifica&ccedil;&atilde;o da magnitude dos erros face aos fatores que afetam a medi&ccedil;&atilde;o das alturas. Os erros encontrados, em m&eacute;dia, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais adversas, excederam em muito pouco a casa dos 5%, indicando a precis&atilde;o dos m&eacute;todos de estima&ccedil;&atilde;o de altura avaliados. Por outro lado, &eacute; necess&aacute;rio avaliar a variabilidade desses erros e eventuais tend&ecirc;ncias na sua ocorr&ecirc;ncia, o que &eacute; feito na sequ&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>3.2 An&aacute;lise das estat&iacute;sticas vi&eacute;s (V), m&eacute;dias das diferen&ccedil;as absolutas (MD) e desvio padr&atilde;o das diferen&ccedil;as (DPD)</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Avaliando a soma dos pesos atribu&iacute;dos a cada estimativa encontrada para as estat&iacute;sticas V, MD e DPD, para cada combina&ccedil;&atilde;o entre o fator dist&acirc;ncia e o fator classe, percebe&#45;se claramente que, para uma mesma dist&acirc;ncia de medi&ccedil;&atilde;o, a referida soma &eacute; maior para as maiores classes de altura (<a href="/img/revistas/cerne/v18n3/a06tab03.jpg">Tabela 3</a>). Valores altos dessa soma evidenciam que as estat&iacute;sticas do tratamento em quest&atilde;o apresentam piores resultados na estima&ccedil;&atilde;o da altura quando comparados com outros tratamentos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Por outro lado, quando essa soma &eacute; avaliada para o fator dist&acirc;ncia dentro de cada fator classe, percebe&#45;se que os maiores valores ocorrem quando a medi&ccedil;&atilde;o &eacute; realizada na dist&acirc;ncia mais pr&oacute;xima da &aacute;rvore. Dessa forma, quando a altura de uma &aacute;rvore &eacute; estimada a uma dist&acirc;ncia muito pr&oacute;xima do mensurador &agrave; &aacute;rvore, diversos fatores atuam e tornam a estima&ccedil;&atilde;o mais pass&iacute;vel de erros. No presente estudo, esse comportamento &eacute; verificado para todas as classes de altura, com exce&ccedil;&atilde;o da classe 1 (&aacute;rvores at&eacute; 15 metros). Entretanto, esse comportamento era esperado, uma vez que seu menor tamanho possibilita uma melhor visada para medi&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ainda, de acordo com a <a href="/img/revistas/cerne/v18n3/a06tab03.jpg">Tabela 3</a>, nota&#45;se que as estimativas da estat&iacute;stica vi&eacute;s (V), para todos os tratamentos, encontram&#45;se pr&oacute;ximas de zero, indicando aus&ecirc;ncia de tend&ecirc;ncia nas estimativas realizadas, exceto para as medidas realizadas &agrave;s dist&acirc;ncias de 15 metros, nas &aacute;rvores pertencentes a classe 3 (&aacute;rvores maiores que 25 m), conforme distribui&ccedil;&atilde;o dos res&iacute;duos apresentada na <a href="/img/revistas/cerne/v18n3/a06fig01.jpg">Figura 1</a>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Esse resultado era esperado, pois em &aacute;rvores mais altas &eacute; muito mais dif&iacute;cil realizar a visada para medi&ccedil;&atilde;o em dist&acirc;ncias mais pr&oacute;ximas &agrave; &aacute;rvore. Nessas dist&acirc;ncias, qualquer oscila&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima do operador no momento da visada, pode resultar em erros muito maiores na estima&ccedil;&atilde;o da altura total. Quando foram avaliados os valores da m&eacute;dia das diferen&ccedil;as absolutas (MD), apenas os tratamentos que representam &aacute;rvores da classe 1 se mostraram satisfat&oacute;rios, apresentando valores pr&oacute;ximos a zero.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na classe 1, n&atilde;o h&aacute; grandes varia&ccedil;&otilde;es dos valores das estat&iacute;sticas para as diferentes dist&acirc;ncias de medi&ccedil;&atilde;o, ou seja, nessa situa&ccedil;&atilde;o a dist&acirc;ncia de medi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o provoca influ&ecirc;ncias negativas na estima&ccedil;&atilde;o da altura de &aacute;rvores com at&eacute; 15 metros de altura.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De certa forma, como essas estat&iacute;sticas demonstram o n&iacute;vel de precis&atilde;o dos diferentes tratamentos avaliados, pode&#45;se inferir que para &aacute;rvores maiores de 15 metros, a altura deve ser estimada por meio de dist&acirc;ncias de medi&ccedil;&atilde;o maiores que 15 metros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados obtidos condizem com os encontrados por Loetsch et al. (1973), que sugerem como regra pr&aacute;tica que a melhor posi&ccedil;&atilde;o para medi&ccedil;&atilde;o, &eacute; aquela em que o operador se posiciona a uma dist&acirc;ncia no m&iacute;nimo igual a altura da &aacute;rvore.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>4  CONCLUS&Otilde;ES</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De acordo com as condi&ccedil;&otilde;es em que foram desenvolvidos os estudos, pode&#45;se concluir que:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&#45; os maiores erros na medi&ccedil;&atilde;o da altura s&atilde;o cometidos nas &aacute;rvores mais altas (classe 3), medidas a dist&acirc;ncia de 15 metros;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">&#45; de forma geral, para as &aacute;rvores maiores, as dist&acirc;ncias de 20 e 25 metros parecem adequadas para a medi&ccedil;&atilde;o de altura;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&#45; os aparelhos digitais apresentam um pior desempenho na medi&ccedil;&atilde;o da altura das &aacute;rvores mais altas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>5  REFER&Ecirc;NCIAS</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ASSIS, A. L. <B>Avalia&ccedil;&atilde;o de modelos polinomiais segmentados e n&atilde;o segmentados na estimativa de di&acirc;metros e volumes comerciais de <I>Pinus taeda</I></B>. 2000. 198 p. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Engenharia Florestal) &#45; Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0104-7760201200030000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BRACK, C. <B>Comparing diameter measuring instruments</B>. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://online.anu.edu.au/Forestry/mensuration/toolsd.htm" target="_blank">http://online.anu.edu.au/Forestry/mensuration/toolsd.htm</a>&gt;. Acesso em: 15 jun. 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0104-7760201200030000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">CAMPOS, J. C. C.; LEITE, H. G. <B>Mensura&ccedil;&atilde;o florestal:</B> perguntas e respostas. 2. ed. Vi&ccedil;osa, MG: UFV, 2006. 470 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0104-7760201200030000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">COUTO, H. T. Z.; BASTOS, N. L. M. Erros na medi&ccedil;&atilde;o de altura em povoamentos de <I>Eucalyptus</I>em regi&atilde;o plana. <B>IPEF</B>, Piracicaba, n. 39, p. 21&#45;31, 1988.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0104-7760201200030000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FERREIRA, S. O. <B>Estudo da forma do fuste de <I>Eucalyptus grandis </I>e <I>Eucalyptus cloeziana</I></B>. 1999. 112 p. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Ci&ecirc;ncia Florestal) &#45; Universidade Federal de Lavras, Lavras, 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0104-7760201200030000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FINOL, H. Nuevos par&acirc;metros a considerar&#45;se en el an&aacute;lises estructural de las selvas virgenes tropicales. <B>Revista Forestal Venezoelana</B>, Merida, v. 14, n. 21, p. 24&#45;42, 1971.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0104-7760201200030000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION OF THE UNITED NATIONS. <B>El eucalipto em la repoblaci&oacute;n forestal</B>. Roma, 1981. 723 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0104-7760201200030000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FORESTRY RESEARCH WORKING GROUP 2. <B>Code of forest mensuration practice:</B> a guide to good tree measurement practice in Australia and New Zealand. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.anu.edu.au/Forestry/Mensuration/rwg2/code" target="_blank">http://www.anu.edu.au/Forestry/Mensuration/rwg2/code</a>&gt;. Acesso em: 15 jun. 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0104-7760201200030000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FREITAS, A. G. de; WICHERT, M. C. P. <B>Compara&ccedil;&atilde;o entre instrumentos tradicionais de medi&ccedil;&atilde;o de di&acirc;metro e altura com o criterion 400</B>. Piracicaba: IPEF, 1998. (Circular T&eacute;cnica, 88).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0104-7760201200030000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GON&Ccedil;ALVES, D. de A.; ELDIK, T. van; POKORNY, B. Uso do dendr&ocirc;metro a laser em florestas tropicais: aplica&ccedil;&otilde;es para o manejo florestal na Amaz&ocirc;nia.<B> Revista Floresta</B>, Curitiba, v. 39, n. 1, p. 175&#45;187, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0104-7760201200030000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LIMA, F. <B>An&aacute;lise de fun&ccedil;&otilde;es de "taper" destinadas &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o de multiprodutos de &aacute;rvores de <I>Pinus elliottii</I></B>. 1986. 96 f. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Ci&ecirc;ncia Florestal) &#45; Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, Vi&ccedil;osa, 1986.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0104-7760201200030000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LINGNAU, C.; SILVA, M.; SANTOS, D.; MACHADO, L. J. Mensura&ccedil;&atilde;o de alturas de &aacute;rvores individuais a partir de dados laser terrestre.<B> Revista Ambi&ecirc;ncia</B>, Guarapuava, v. 4, n. 1, p. 85&#45;96, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0104-7760201200030000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LOETSCH, F. et al. <B>Forest inventory</B>. Munich: Verlagsgesellschaft, 1973. 469 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0104-7760201200030000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LONGHI, S. J. <B>A estrutura de uma floresta natural de <I>Araucaria angustifolia</I> (Bert.) O. Ktze, no sul do Brasil</B>. 1980. 198 f. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Engenharia Florestal) &#45; Universidade Federal do Paran&aacute;, Curitiba, 1980.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0104-7760201200030000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MACHADO, S. do A.; FIGUEIREDO FILHO, A. <B>Dendrometria</B>. Curitiba: UFPR, 2003. 309 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0104-7760201200030000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">QUEIROZ, D.; MACHADO, S. A.; ARCE, J. E.; KOEHLER, H. S. Avalia&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o de fun&ccedil;&otilde;es de afilamento para <I>Mimosa scabrella </I>Bentham em povoamentos da regi&atilde;o metropolitana de Curitiba, PR. <B>Revista Floresta</B>, Curitiba, v. 36, n. 2, p. 46&#45;56, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0104-7760201200030000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCHNEIDER, P. R.; SCHNEIDER, P. S. P.; SOUZA, C. A. M. <B>An&aacute;lise de regress&atilde;o aplicada &agrave; engenharia florestal</B>. Santa Maria: FACOS&#45;UFSM, 2009. 294 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0104-7760201200030000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCOLFORO, J. R. S.; RIOS, M. S.; OLIVEIRA, A. D.; MELLO, J. M.; MAESTRI, R. Acuracidade de equa&ccedil;&otilde;es de afilamento para representar o perfil do fuste de Pinus <I>elliotti. </I><B>Cerne</B>, Lavras, v. 4, n. 1, p. 100&#45;122, jan./jun. 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0104-7760201200030000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SOARES, C. P. B.; PAULA NETO, F. de; SOUZA, A. L. de. <B>Dendrometria e invent&aacute;rio florestal</B>. Vi&ccedil;osa, MG: UFV, 2006. 45 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0104-7760201200030000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SOUZA, A. L.; LEITE, H. G. <B>Manejo florestal</B>. Vi&ccedil;osa, MG: UFV, 1993. 147 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0104-7760201200030000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SOUZA, C. A. M.; SILVA, G. F.; XAVIER, A. C.; MENDON&Ccedil;A, A. R.; ALMEIDA, A. Q. Avalia&ccedil;&atilde;o de modelos de afilamento n&atilde;o&#45;segmentados na estima&ccedil;&atilde;o da altura e volume comercial de <I>eucalyptus</I>sp. <B>Ci&ecirc;ncia Florestal</B>, Santa Maria, v. 18, n. 3, p. 141&#45;146, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0104-7760201200030000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">(recebido: 4 de outubro de 2010; aceito: 28 de fevereiro de 2012)</font></p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[ASSIS]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Avaliação de modelos polinomiais segmentados e não segmentados na estimativa de diâmetros e volumes comerciais de Pinus taeda]]></source>
<year>2000</year>
<page-range>198</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[BRACK]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Comparing diameter measuring instruments]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CAMPOS]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. C. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LEITE]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Mensuração florestal: perguntas e respostas]]></source>
<year>2006</year>
<edition>2. ed.</edition>
<page-range>470 p.</page-range><publisher-loc><![CDATA[Viçosa^eMG MG]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[UFV]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[COUTO]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. T. Z.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BASTOS]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. L. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Erros na medição de altura em povoamentos de Eucalyptusem região plana]]></article-title>
<source><![CDATA[IPEF]]></source>
<year>1988</year>
<numero>39</numero>
<issue>39</issue>
<page-range>21-31</page-range><publisher-loc><![CDATA[Piracicaba ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FERREIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. O.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Estudo da forma do fuste de Eucalyptus grandis e Eucalyptus cloeziana]]></source>
<year>1999</year>
<page-range>112</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FINOL]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Nuevos parâmetros a considerar-se en el análises estructural de las selvas virgenes tropicales]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Forestal Venezoelana,]]></source>
<year>1971</year>
<volume>14</volume>
<numero>21</numero>
<issue>21</issue>
<page-range>24-42,</page-range><publisher-loc><![CDATA[Merida ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION OF THE UNITED NATIONS</collab>
<source><![CDATA[El eucalipto em la repoblación forestal.]]></source>
<year>1981</year>
<page-range>723</page-range><publisher-loc><![CDATA[Roma ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>FORESTRY RESEARCH WORKING GROUP 2</collab>
<source><![CDATA[Code of forest mensuration practice: a guide to good tree measurement practice in Australia and New Zealand]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FREITAS]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. G. de]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[WICHERT]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. C. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Comparação entre instrumentos tradicionais de medição de diâmetro e altura com o criterion 400]]></source>
<year>1998</year>
<publisher-loc><![CDATA[Piracicaba ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[IPEF]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GONÇALVES]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. de A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ELDIK]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. van]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[POKORNY]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Uso do dendrômetro a laser em florestas tropicais: aplicações para o manejo florestal na Amazônia]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Floresta]]></source>
<year>2009</year>
<volume>39</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>175-187</page-range><publisher-loc><![CDATA[Curitiba ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LIMA]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Análise de funções de "taper" destinadas à avaliação de multiprodutos de árvores de Pinus elliottii]]></source>
<year>1986</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LINGNAU]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SILVA]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SANTOS]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MACHADO]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Mensuração de alturas de árvores individuais a partir de dados laser terrestre]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Ambiência]]></source>
<year>2008</year>
<volume>4</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>85-96</page-range><publisher-loc><![CDATA[Guarapuava ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LOETSCH]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Forest inventory]]></source>
<year>1973</year>
<page-range>469</page-range><publisher-loc><![CDATA[Munich ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Verlagsgesellschaft]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LONGHI]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A estrutura de uma floresta natural de Araucaria angustifolia (Bert.) O. Ktze, no sul do Brasil]]></source>
<year>1980</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MACHADO]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. do A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FIGUEIREDO FILHO]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Dendrometria]]></source>
<year>2003</year>
<page-range>309</page-range><publisher-loc><![CDATA[Curitiba ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[UFPR]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[QUEIROZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MACHADO]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ARCE]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[KOEHLER]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação e validação de funções de afilamento para Mimosa scabrella Bentham em povoamentos da região metropolitana de Curitiba, PR]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Floresta]]></source>
<year>2006</year>
<volume>36</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>46-56</page-range><publisher-loc><![CDATA[Curitiba ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SCHNEIDER]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SCHNEIDER]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. S. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SOUZA]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. A. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Análise de regressão aplicada à engenharia florestal]]></source>
<year>2009</year>
<page-range>294</page-range><publisher-loc><![CDATA[Santa Maria ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[FACOS-UFSM]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SCOLFORO]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[RIOS]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[OLIVEIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MELLO]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MAESTRI]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Acuracidade de equações de afilamento para representar o perfil do fuste de Pinus elliotti]]></article-title>
<source><![CDATA[Cerne]]></source>
<year>1998</year>
<volume>4</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>100-122</page-range><publisher-loc><![CDATA[Lavras ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SOARES]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. P. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PAULA NETO]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. de]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SOUZA]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. L. de.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Dendrometria e inventário florestal]]></source>
<year>2006</year>
<publisher-loc><![CDATA[Viçosa^eMG MG]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[UFV]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SOUZA]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LEITE]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Manejo florestal]]></source>
<year>1993</year>
<volume>UFV</volume>
<page-range>147</page-range><publisher-loc><![CDATA[Viçosa^eMG MG]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SOUZA]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. A. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SILVA]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[XAVIER]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MENDONÇA]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ALMEIDA]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. Q.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação de modelos de afilamento não-segmentados na estimação da altura e volume comercial de eucalyptussp]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência Florestal]]></source>
<year>2008</year>
<volume>18</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>141-146</page-range><publisher-loc><![CDATA[Santa Maria ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
