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<journal-title><![CDATA[Anais Brasileiros de Dermatologia]]></journal-title>
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<publisher-name><![CDATA[Sociedade Brasileira de Dermatologia]]></publisher-name>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Sífilis: diagnóstico, tratamento e controle]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Syphilis: diagnosis, treatment and control]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Syphilis is an infectious disease transmitted through sex or vertically during pregnancy. It is characterized by periods of activity and latency, disseminated systemic involvement, and progression to acute complications in patients that remain untreated or have been inadequately treated. Syphilis is known since the 15th century and studied by all medical specialties, particularly by Dermatology. The etiologic agent Treponema pallidum has never been cultured and was described over 100 years ago. The disease has been effectively treated with penicillin since 1943, but it remains an important health problem in developed and developing countries. Given its transmission characteristics, the condition has accompanied the behavioral changes in society in recent years and has become even more important due to the possibility of increasing the risk of transmitting acquired immunodeficiency syndrome. New laboratory tests and methods of control aimed at appropriate treatment of patients and their partners, use of condoms, and dissemination of information to the population comprise some measures to control syphilis adopted by health program organizers.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Doenças sexualmente transmissíveis]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Infecções por treponema]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana" size="2"><b>EDUCA&Ccedil;&Atilde;O M&Eacute;DICA CONTINUADA</b></font></p>          <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="4"><a name="topo"></a><b>S&iacute;filis: diagn&oacute;stico, tratamento e controle <a href="#nota"></a></b></font></p>          <p>&nbsp;</p>          <p>&nbsp;</p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Jo&atilde;o Carlos Regazzi Avelleira<sup>I</sup>; Giuliana Bottino<sup>II</sup></b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><sup>I</sup>Doutor em medicina, Professor-associado    do Instituto de Dermatologia Prof. Rubem David Azulay. Santa Casa de Miseric&oacute;rdia    do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro (RJ), Brasil    <br>   <sup>II</sup>M&eacute;dica, p&oacute;s-graduanda do Instituto de Dermatologia    Prof. Rubem David Azulay. Santa Casa de Miseric&oacute;rdia do Rio de Janeiro    - Rio de Janeiro (RJ), Brasil</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>          <p>&nbsp;</p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A s&iacute;filis &eacute; doen&ccedil;a infecto-contagiosa, transmitida pela via sexual e verticalmente durante a gesta&ccedil;&atilde;o. Caracteriza-se por per&iacute;odos de atividade e lat&ecirc;ncia; pelo acometimento sist&ecirc;mico disseminado e pela evolu&ccedil;&atilde;o para complica&ccedil;&otilde;es graves em parte dos pacientes que n&atilde;o trataram ou que foram tratados inadequadamente. &Eacute; conhecida desde o s&eacute;culo XV, e seu estudo ocupou todas as especialidades m&eacute;dicas e, de modo especial, a dermatologia. Seu agente etiol&oacute;gico, o <i>Treponema pallidum</i>, nunca foi cultivado e, apesar de descrito h&aacute; mais de 100 anos e sendo tratado desde 1943 pela penicilina, sua droga mais eficaz, continua como um problema de sa&uacute;de importante em pa&iacute;ses desenvolvidos ou subdesenvolvidos. Dadas as caracter&iacute;sticas da forma de transmiss&atilde;o, a doen&ccedil;a acompanhou as mudan&ccedil;as comportamentais da sociedade e nos &uacute;ltimos anos tornou-se mais importante ainda devido &agrave; possibilidade de aumentar o risco de transmiss&atilde;o da s&iacute;ndrome de imunodefici&ecirc;ncia adquirida. Novos testes laboratoriais e medidas de controle principalmente voltadas para o tratamento adequado do paciente e parceiro, uso de preservativo, informa&ccedil;&atilde;o &agrave; popula&ccedil;&atilde;o fazem parte das medidas adotadas para controle da s&iacute;filis pelos respons&aacute;veis por programas de sa&uacute;de.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave:</b> Doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis; Infec&ccedil;&otilde;es por treponema; S&iacute;filis cong&ecirc;nita; <i>Treponema pallidum</i></font></p> <hr size="1" noshade>          <p>&nbsp;</p>          <p>&nbsp;</p>          <p><font face="Verdana" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font>                <p><font face="Verdana" size="2">A s&iacute;filis &eacute; doen&ccedil;a infecciosa crônica, que desafia h&aacute; s&eacute;culos a humanidade. Acomete praticamente todos os &oacute;rg&atilde;o e sistemas, e, apesar de ter tratamento eficaz e de baixo custo, vem-se mantendo como problema de sa&uacute;de p&uacute;blica at&eacute; os dias atuais.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Tornou-se conhecida na Europa no final do s&eacute;culo    XV, e sua r&aacute;pida dissemina&ccedil;&atilde;o por todo o continente transformou-a    em uma das principais pragas mundiais. A riqueza do acometimento da pele e das    mucosas associou-a fortemente &agrave; dermatologia (<a href="#fig1">Figura    1</a>).</font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a2fig01.jpg"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Duas teorias foram elaboradas na tentativa de explicar sua origem. Na primeira, chamada de colombiana, a s&iacute;filis seria end&ecirc;mica no Novo Mundo e teria sido introduzida na Europa pelos marinheiros espanh&oacute;is que haviam participado da descoberta da Am&eacute;rica. Outros acreditavam que a s&iacute;filis seria proveniente de muta&ccedil;&otilde;es e adapta&ccedil;&otilde;es sofridas por esp&eacute;cies de treponemas end&ecirc;micos do continente africano.<sup>1</sup></font></p>        <p><font face="Verdana" size="2">A sinon&iacute;mia da doen&ccedil;a refletia a beligerante situa&ccedil;&atilde;o sociopol&iacute;tica da Europa, atribuindo sempre &agrave; doen&ccedil;a uma adjetiva&ccedil;&atilde;o que a identificava com outro povo ou na&ccedil;&atilde;o. Mal espanhol, mal italiano, mal franc&ecirc;s foram utilizados at&eacute; que o nome s&iacute;filis, derivado de um poema de Hieronymus Fracastorius, sedimentou-se como o principal.</font></p>        <p><font face="Verdana" size="2">Era preocupante o crescimento da endemia sifil&iacute;tica no s&eacute;culo XIX. Em contrapartida a medicina se desenvolvia, e a s&iacute;ntese das primeiras drogas tornava-se realidade. O maior impacto talvez tenha sido a introdu&ccedil;&atilde;o da penicilina que, por sua efic&aacute;cia, fez com que muitos pensassem que a doen&ccedil;a estivesse controlada, resultando na diminui&ccedil;&atilde;o do interesse por seu estudo e controle.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em 1960, mudan&ccedil;as na sociedade em rela&ccedil;&atilde;o ao comportamento sexual e o advento da p&iacute;lula anticoncepcional fizeram que o n&uacute;mero de casos novamente aumentasse. No final dos anos 70, com o aparecimento da s&iacute;ndrome da imunodefici&ecirc;ncia adquirida (Aids), houve um redimensionamento das doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis. O papel da s&iacute;filis como fator facilitador na transmiss&atilde;o do v&iacute;rus HIV ocasionaria novo interesse pela s&iacute;filis e a necessidade de estrat&eacute;gias para seu controle.</font></p>       <p>&nbsp;</p>          <p><font face="Verdana" size="3"><b>EPIDEMIOLOGIA </b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"> A OMS estima em 340 milh&otilde;es o n&uacute;mero de casos novos de DST cur&aacute;veis (s&iacute;filis, gonorr&eacute;ia, clam&iacute;dia, tricomon&iacute;ase).   </font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os dados da preval&ecirc;ncia nos tr&oacute;picos mostram que a s&iacute;filis, conforme a regi&atilde;o, &eacute; a segunda ou terceira causa de &uacute;lcera genital (outras s&atilde;o o cancro mole e herpes genital).<sup>2</sup> Houve recrudescimento da s&iacute;filis na Irlanda,<sup>3</sup> Alemanha<sup>4</sup> e cidades americanas, como San Francisco e Los Angeles, em grupos com comportamento de risco, como homens que fazem sexo com homens (HSH) e profissionais do sexo.<sup>5-8</sup></font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">Nos Estados Unidos, em 2004 houve aumento de 11,2&#37; dos casos de s&iacute;filis prim&aacute;ria, que passaram de 7.177 em 2003 para 7.980.<sup>9</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; s&iacute;filis cong&ecirc;nita, os dados obtidos em programas de pr&eacute;-natal e maternidades mostraram soropreval&ecirc;ncias elevadas, principalmente em pa&iacute;ses africanos.<sup>10-12</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No Brasil, em 2003, estimaram-se 843 300 casos de s&iacute;filis. N&atilde;o sendo doen&ccedil;a de notifica&ccedil;&atilde;o compuls&oacute;ria, os estudos epidemiol&oacute;gicos s&atilde;o realizados em servi&ccedil;os que atendem DST ou grupos selecionados, como gestantes, soldados, prisioneiros, etc.<sup>13-15</sup> Os casos registrados de s&iacute;filis cong&ecirc;nita entre 1998 e 2004 totalizaram 24.448.<sup>13,16,17</sup></font></p>       <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>O AGENTE ETIOL&Oacute;GICO </b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A s&iacute;filis &eacute; causada por uma bact&eacute;ria chamada <i>Treponema pallidum</i>, g&ecirc;nero Treponema, da fam&iacute;lia dos Treponemataceae, que inclui ainda dois outros g&ecirc;neros: <i>Leptospira</i> e <i>Borrelia</i>. O g&ecirc;nero possui quatro esp&eacute;cies patog&ecirc;nicas e pelo menos seis n&atilde;o patog&ecirc;nicas. As patog&ecirc;nicas s&atilde;o o <i>Treponema pallidum</i> subsp pallidum, causador da s&iacute;filis, o <i>Treponema carateum</i>, respons&aacute;vel pela pinta, e o <i>Treponema pertenue</i>, agente da bouba ou framboesia. O bejel ou s&iacute;filis end&ecirc;mica &eacute; atribu&iacute;do &agrave; variante <i>T. pallidum subsp endemicum</i>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O <i>T. pallidum</i> tem forma de espiral (10    a 20 voltas), com cerca de 5-20<font face="Symbol">m</font>m de comprimento    e apenas 0,1 a 0,2<font face="Symbol">m</font>m de espessura. N&atilde;o possui    membrana celular e &eacute; protegido por um envelope externo com tr&ecirc;s    camadas ricas em mol&eacute;culas de &aacute;cido N-acetil mur&acirc;mico e    N-acetil glucosamina. Apresenta flagelos que se iniciam na extremidade distal    da bact&eacute;ria e encontram-se junto &agrave; camada externa ao longo do    eixo longitudinal. Move-se por rota&ccedil;&atilde;o do corpo em volta desses    filamentos<sup>18-21</sup> (<a href="#fig02">Figura 2</a>).</font></p>     <p><a name="fig02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a2fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">O <i>T. pallidum</i> n&atilde;o &eacute; cultiv&aacute;vel e &eacute; pat&oacute;geno exclusivo do ser humano, apesar de, quando inoculado, causar infec&ccedil;&otilde;es experimentais em macacos e ratos. &Eacute; destru&iacute;do pelo calor e falta de umidade, n&atilde;o resistindo muito tempo fora do seu ambiente (26 horas). Divide-se transversalmente a cada 30 horas.<sup>18-21</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A pequena diferen&ccedil;a de densidade entre o corpo e a parede do <i>T. pallidum</i> faz com que seja prejudicada sua visualiza&ccedil;&atilde;o &agrave; luz direta no microsc&oacute;pio. Cora-se fracamente; da&iacute; o nome p&aacute;lido, do latim <i>pallidum</i>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O genoma do <i>T. pallidum</i> subsp pallidum foi recentemente seq&uuml;enciado. &Eacute; um cromossoma circular de 1138006bp (bases de pares) e com 1041ORFs (fase de leitura aberta/open reading frame). &Eacute; limitada a capacidade de bioss&iacute;ntese, e por isso, prefere locais com baixo teor de oxig&ecirc;nio e apresenta poucos componentes prot&eacute;icos em sua parede externa.<sup>18</sup> </font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>ETIOPATOGENIA</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A penetra&ccedil;&atilde;o do treponema &eacute; realizada por pequenas abras&otilde;es decorrentes da rela&ccedil;&atilde;o sexual. Logo ap&oacute;s, o treponema atinge o sistema linf&aacute;tico regional e, por dissemina&ccedil;&atilde;o hematog&ecirc;nica, outras partes do corpo. A resposta da defesa local resulta em eros&atilde;o e exulcera&ccedil;&atilde;o no ponto de inocula&ccedil;&atilde;o, enquanto a dissemina&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica resulta na produ&ccedil;&atilde;o de complexos imunes circulantes que podem depositar-se em qualquer &oacute;rg&atilde;o.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Entretanto, a imunidade humoral n&atilde;o tem capacidade de prote&ccedil;&atilde;o. A imunidade celular &eacute; mais tardia, permitindo ao <i>T. pallidum</i> multiplicar e sobreviver por longos per&iacute;odos.  </font></p>      <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="3"><b>TRANSMISS&Atilde;O</b></font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">A s&iacute;filis &eacute; doen&ccedil;a transmitida pela via sexual (s&iacute;filis adquirida) e verticalmente (s&iacute;filis cong&ecirc;nita) pela placenta da m&atilde;e para o feto. O contato com as les&otilde;es contagiantes (cancro duro e les&otilde;es secund&aacute;rias) pelos &oacute;rg&atilde;os genitais &eacute; respons&aacute;vel por 95&#37; dos casos de s&iacute;filis. </font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">Outras formas de transmiss&atilde;o mais raras e com menor interesse epidemiol&oacute;gico s&atilde;o por via indireta (objetos contaminados, tatuagem) e por transfus&atilde;o sang&uuml;&iacute;nea.<sup>22</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O risco de cont&aacute;gio varia de 10&#37; a 60&#37; conforme a maioria dos autores.<sup>5,13,22</sup> </font></p>       <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>CL&Iacute;NICA </b></font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">A hist&oacute;ria natural da doen&ccedil;a mostra evolu&ccedil;&atilde;o que alterna per&iacute;odos de atividade com caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas, imunol&oacute;gicas e histopatol&oacute;gicas distintas (s&iacute;filis prim&aacute;ria, secund&aacute;ria e terci&aacute;ria) e per&iacute;odos de lat&ecirc;ncia (s&iacute;filis latente). A s&iacute;filis divide-se ainda em s&iacute;filis recente, nos casos em que o diagn&oacute;stico &eacute; feito em at&eacute; um ano depois da infec&ccedil;&atilde;o, e s&iacute;filis tardia, quando o diagn&oacute;stico &eacute; realizado ap&oacute;s um ano.</font></p>       <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>S&Iacute;FILIS PRIM&Aacute;RIA </b></font></p>       <p><font face="Verdana" size="2"> A les&atilde;o espec&iacute;fica &eacute; o    cancro duro ou protossifiloma, que surge no local da inocula&ccedil;&atilde;o    em m&eacute;dia tr&ecirc;s semanas ap&oacute;s a infec&ccedil;&atilde;o. &Eacute;    inicialmente uma p&aacute;pula de cor r&oacute;sea, que evolui para um vermelho    mais intenso e exulcera&ccedil;&atilde;o. Em geral o cancro &eacute; &uacute;nico,    indolor, praticamente sem manifesta&ccedil;&otilde;es inflamat&oacute;rias perilesionais,    bordas induradas, que descem suavemente at&eacute; um fundo liso e limpo, recoberto    por material seroso. Ap&oacute;s uma ou duas semanas aparece uma rea&ccedil;&atilde;o    ganglionar regional m&uacute;ltipla e bilateral, n&atilde;o supurativa, de n&oacute;dulos    duros e indolores (<a href="#fig03">Figura 3</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="fig03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a2fig03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Localiza-se na regi&atilde;o genital em 90&#37; a 95&#37; dos casos. No homem &eacute; mais comum no sulco balanoprepucial, prep&uacute;cio, meato uretral ou mais raramente intra-uretral. Na mulher &eacute; mais freq&uuml;ente nos pequenos l&aacute;bios, parede vaginal e colo uterino. Assintom&aacute;tico, muitas vezes n&atilde;o &eacute; referido. As localiza&ccedil;&otilde;es extragenitais mais comuns s&atilde;o a regi&atilde;o anal, boca, l&iacute;ngua, regi&atilde;o mam&aacute;ria e quirod&aacute;ctilos. O cancro regride espontaneamente em per&iacute;odo que varia de quatro a cinco semanas sem deixar cicatriz.<sup>19,20,23</sup></font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">A aus&ecirc;ncia de les&atilde;o prim&aacute;ria geralmente decorria de transfus&otilde;es com sangue infectado (s&iacute;filis decapitada). O chamado cancro misto de Rollet &eacute; o resultado da infec&ccedil;&atilde;o conjunta com o <i>Haemophilus ducreyi</i> (cancro mole).<sup>19</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O Ministerio da Sa&uacute;de (MS) preconiza, nos locais em que n&atilde;o haja possibilidades de diagn&oacute;stico laboratorial, uma abordagem sindrômica das les&otilde;es ulceradas com o tratamento simult&acirc;neo das possibilidades diagn&oacute;sticas.<sup>16</sup></font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>S&Iacute;FILIS SECUND&Aacute;RIA </b></font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">Ap&oacute;s per&iacute;odo de lat&ecirc;ncia que pode durar de seis a oito semanas, a doen&ccedil;a entrar&aacute; novamente em atividade. O acometimento afetar&aacute; a pele e os &oacute;rg&atilde;os internos correspondendo &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o do <i>T. pallidum</i> por todo o corpo.</font></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Na pele, as les&otilde;es (sif&iacute;lides)    ocorrem por surtos e de forma sim&eacute;trica. Podem apresentar-se sob a forma    de m&aacute;culas de cor eritematosa (ros&eacute;ola sifil&iacute;tica) de dura&ccedil;&atilde;o    ef&ecirc;mera. Novos surtos ocorrem com les&otilde;es papulosas erit&ecirc;mato-acobreadas,    arredondadas, de superf&iacute;cie plana, recobertas por discretas escamas mais    intensas na periferia (colarete de Biett). O acometimento das regi&otilde;es    palmares e plantares &eacute; bem caracter&iacute;stico (<a href="#fig04">Figura    4</a>). Algumas vezes a descama&ccedil;&atilde;o &eacute; intensa, atribuindo    aspecto psorisiforme &agrave;s les&otilde;es. Na face, as p&aacute;pulas tendem    a agrupar-se em volta do nariz e da boca, simulando dermatite seborr&eacute;ica    (<a href="#fig5">Figura 5</a>). Nos negros, as les&otilde;es faciais fazem configura&ccedil;&otilde;es    anulares e circina&ccedil;&otilde;es (sif&iacute;lides elegantes) (<a href="#fig06">Figura    6</a>). Na regi&atilde;o inguinocrural, as p&aacute;pulas sujeitas ao atrito    e &agrave; umidade podem tornar-se vegetantes e maceradas, sendo ricas em treponemas    e altamente contagiosas(condiloma plano). Na mucosa oral, les&otilde;es vegetantes    de cor esbranqui&ccedil;ada sobre base erosada constituem as placas mucosas,    tamb&eacute;m contagiosas.</font></p>     <p><a name="fig04"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a2fig04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a2fig05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig06"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a2fig06.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em alguns pacientes estabelece-se alopecia difusa, acentuada na regi&atilde;o temporoparietal e occipital (alopecia em clareira). Pode ocorrer ainda perda dos c&iacute;lios e por&ccedil;&atilde;o final das sobrancelhas. Mais raramente nessa fase s&atilde;o descritas les&otilde;es pustulosas, foliculares e liquen&oacute;ides.</font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">O secundarismo &eacute; acompanhado de poliadenomegalia generalizada. A sintomatologia geral &eacute; discreta e incaracter&iacute;stica: mal-estar, astenia, anorexia, febre baixa, cefal&eacute;ia, meningismo, artralgias, mialgias, periostite, faringite, rouquid&atilde;o, hepatoesplenomegalia, s&iacute;ndrome nefr&oacute;tica, glomerulonefrite, neurite do auditivo, iridociclite.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A presen&ccedil;a de les&otilde;es p&aacute;pulo-pustulosas    que evoluem rapidamente para necrose e ulcera&ccedil;&atilde;o, apresentando    muitas vezes crostas com aspecto osteriforme ou rupi&oacute;ide, acompanhadas    de sintomatologia geral intensa, representa uma variante descrita como s&iacute;filis    maligna precoce (<a href="#fig07">Figura 7</a>).</font></p>     <p><a name="fig07"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a2fig07.jpg"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Les&otilde;es residuais hipocrômicas “colar de V&ecirc;nus” na regi&atilde;o cervical e les&otilde;es anetod&eacute;rmicas principalmente no tronco podem suceder as les&otilde;es do secundarismo.<sup>19-21,23</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A fase secund&aacute;ria evolui no primeiro e segundo ano da doen&ccedil;a com novos surtos que regridem espontaneamente entremeados por per&iacute;odos de lat&ecirc;ncia cada vez mais duradouros. Por fim, os surtos desaparecem, e um grande per&iacute;odo de lat&ecirc;ncia se estabelece. Os estudos que acompanharam a evolu&ccedil;&atilde;o natural da s&iacute;filis mostraram que um ter&ccedil;o dos pacientes obt&eacute;m a cura cl&iacute;nica e sorol&oacute;gica, outro ter&ccedil;o evoluir&aacute; sem sintomatologia, mas mantendo as provas sorol&oacute;gicas n&atilde;o trepon&ecirc;micas positivas. E, num &uacute;ltimo grupo, a doen&ccedil;a voltaria a se manifestar (s&iacute;filis terci&aacute;ria).<sup>24,25</sup></font></p>       <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>S&Iacute;FILIS TERCI&Aacute;RIA </b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"> Os pacientes nessa fase desenvolvem les&otilde;es localizadas envolvendo pele e mucosas, sistema cardiovascular e nervoso. Em geral a caracter&iacute;stica das les&otilde;es terci&aacute;rias &eacute; a forma&ccedil;&atilde;o de granulomas destrutivos (gomas) e aus&ecirc;ncia quase total de treponemas. Podem estar acometidos ainda ossos, m&uacute;sculos e f&iacute;gado.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No tegumento, as les&otilde;es s&atilde;o n&oacute;dulos, tub&eacute;rculos, placas n&oacute;dulo-ulceradas ou tuberocircinadas e gomas.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As les&otilde;es s&atilde;o solit&aacute;rias    ou em pequeno n&uacute;mero, assim&eacute;tricas, endurecidas com pouca inflama&ccedil;&atilde;o,    bordas bem marcadas, polic&iacute;clicas ou formando segmentos de c&iacute;rculos    (<a href="#fig08">Figura 8</a>) destrutivas, tend&ecirc;ncia &agrave; cura central    com extens&atilde;o perif&eacute;rica, forma&ccedil;&atilde;o de cicatrizes    e hiperpigmenta&ccedil;&atilde;o perif&eacute;rica. Na l&iacute;ngua, o acometimento    &eacute; insidioso e indolor, com espessamento e endurecimento do &oacute;rg&atilde;o.    Les&otilde;es gomosas podem invadir e perfurar o palato e destruir a base &oacute;ssea    do septo nasal. “Cancro <i>redux<i>” &eacute; a presen&ccedil;a de goma no local    do cancro de inocula&ccedil;&atilde;o, e “pseudocancro <i>redux<i>”, uma goma    solit&aacute;ria localizada no p&ecirc;nis.<sup>19-21,23</sup></i></i></i></i></font></p>     <p><a name="fig08"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a2fig08.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>S&Iacute;FILIS CARDIOVASCULAR </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"> Os sintomas geralmente se desenvolvem entre    10 a 30 anos ap&oacute;s a infec&ccedil;&atilde;o inicial. O acometimento cardiovascular    mais comum &eacute; a aortite (70&#37;), principalmente aorta ascendente, e    na maioria dos casos &eacute; assintom&aacute;tica. As principais complica&ccedil;&otilde;es    da aortite s&atilde;o o aneurisma, a insufici&ecirc;ncia da v&aacute;lvula a&oacute;rtica    e a estenose do &oacute;stio da coron&aacute;ria. O diagn&oacute;stico pode    ser suspeitado pela radiografia de t&oacute;rax evidenciando calcifica&ccedil;&otilde;es    lineares na parede da aorta ascendente e dilata&ccedil;&atilde;o da aorta.<sup>19,20,26</sup>    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>NEUROSS&Iacute;FILIS </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A invas&atilde;o das meninges pelo treponema    &eacute; precoce, de 12 a 18 meses ap&oacute;s a infec&ccedil;&atilde;o, mas    desaparece em 70&#37; dos casos sem tratamento. Quando a infec&ccedil;&atilde;o    persiste, estabele-se o quadro de neuross&iacute;filis, que pode ser assintom&aacute;tica    ou sintom&aacute;tica.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A neurossifilis assintom&aacute;tica &eacute;    definida como a presen&ccedil;a de anormalidades do LCR na aus&ecirc;ncia de    sinais ou sintomas neurol&oacute;gicos. Poder&aacute; nunca se manifestar ou    evoluir para uma das complica&ccedil;&otilde;es neurol&oacute;gicas mais tardias    do per&iacute;odo terci&aacute;rio. As complica&ccedil;&otilde;es mais precoces    s&atilde;o as mening&eacute;ias agudas, que podem acontecer no per&iacute;odo    secund&aacute;rio, principalmente em pacientes infectados pelo HIV, com a sintomatologia    mening&eacute;ia cl&aacute;ssica. Nos quadros meningovasculares, a neuross&iacute;filis    se apresenta como encefalite difusa com sinais focais, parecendo acidente vascular    cerebral.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Mais tardia &eacute; a neuross&iacute;filis parenquimatosa,    que pode apresentar-se como uma paralisia geral progressiva ou progredir para    a <i>tabes dorsalis<i>. E, por &uacute;ltimo, um quadro de neuross&iacute;filis    gomosa com sintomatologia localizada e semelhante &agrave; dos tumores cerebrais    ou medulares.<sup>19,20,27</sup> </i></i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>S&Iacute;FILIS CONG&Ecirc;NITA </b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">A s&iacute;filis cong&ecirc;nita &eacute; o resultado    da dissemina&ccedil;&atilde;o hematog&ecirc;nica <i>T. pallidum</i> da gestante    infectada n&atilde;o tratada ou inadequadamente tratada para o concepto por    via transplacent&aacute;ria (transmiss&atilde;o vertical). A infec&ccedil;&atilde;o    do embri&atilde;o pode ocorrer em qualquer fase gestacional ou est&aacute;gio    da doen&ccedil;a materna. Os principais fatores que determinam a probabilidade    de transmiss&atilde;o s&atilde;o o est&aacute;gio da s&iacute;filis na m&atilde;e    e a dura&ccedil;&atilde;o da exposi&ccedil;&atilde;o do feto no &uacute;tero.    Portanto, a transmiss&atilde;o ser&aacute; maior nas fases iniciais da doen&ccedil;a,    quando h&aacute; mais espiroquetas na circula&ccedil;&atilde;o. A taxa de transmiss&atilde;o    &eacute; de 70-100&#37; nas fases prim&aacute;ria e secund&aacute;ria, 40&#37;    na fase latente recente e 10&#37; na latente tardia.<sup>13</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A contamina&ccedil;&atilde;o do feto pode ocasionar    abortamento, &oacute;bito fetal e morte neonatal em 40&#37; dos conceptos infectados    ou o nascimento de crian&ccedil;as com s&iacute;filis. Aproximadamente 50&#37;    das crian&ccedil;as infectadas est&atilde;o assintom&aacute;ticas ao nascimento.    H&aacute; possibilidade de transmiss&atilde;o direta do <i>T. pallidum</i> pelo    contato da rec&eacute;m-nato com les&otilde;es genitais maternas no canal de    parto.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O diagn&oacute;stico da s&iacute;filis cong&ecirc;nita    depende da combina&ccedil;&atilde;o dos crit&eacute;rios cl&iacute;nico, sorol&oacute;gico,    radiogr&aacute;fico e da microscopia direta. Entretanto, o MS normatizou a defini&ccedil;&atilde;o    sobre caso (<a href="/img/revistas/abd/v81n2/a2qua01.gif">Quadro    1</a>).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Quando a s&iacute;filis se manifesta antes dos    dois primeiros anos de vida, &eacute; chamada s&iacute;filis cong&ecirc;nita    precoce e, ap&oacute;s os dois anos, de s&iacute;filis cong&ecirc;nita tardia.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As les&otilde;es cut&acirc;neo-mucosas da s&iacute;filis    cong&ecirc;nita precoce podem estar presentes desde o nascimento, e as mais    comuns s&atilde;o exantema maculoso na face e extremidades, les&otilde;es bolhosas,    condiloma <i>latum<i>, fissuras periorais e anais. A mucosa nasal apresenta    rinite mucossang&uuml;inolenta.</i></i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Nos outros &oacute;rg&atilde;os observa-se hepatoesplenomegalia,    linfadenopatia, osteocondrite, periostite ou oste&iacute;te, anemia, hidropsia    fetal.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na s&iacute;filis cong&ecirc;nita tardia as les&otilde;es    s&atilde;o irrevers&iacute;veis, e as que mais se destacam s&atilde;o fronte    ol&iacute;mpica, palato em ogiva, r&aacute;gades periorais, t&iacute;bia em    sabre, dentes de Hutchinson e molares em formato de amora. E ainda ceratite,    surdez e retardo mental. Em todos os rec&eacute;m-nascidos que se enquadrem    na defini&ccedil;&atilde;o de caso recomenda-se realizar exame do l&iacute;quor.<sup>13</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Radiografias de ossos longos s&atilde;o importantes    porque existem casos de RN infectados assintom&aacute;ticos cuja &uacute;nica    altera&ccedil;&atilde;o &eacute; o achado radiogr&aacute;fico.<sup>13,16,19</sup></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>S&Iacute;FILIS E HIV </b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">As intera&ccedil;&otilde;es entre a s&iacute;filis    e o v&iacute;rus HIV iniciam-se pelo fato de que ambas as doen&ccedil;as s&atilde;o    transmitidas principalmente pela via sexual e aumentam sua import&acirc;ncia    porque les&otilde;es genitais ulceradas aumentam o risco de contrair e transmitir    o v&iacute;rus HIV.<sup>28,29</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Nos Estados Unidos, an&aacute;lises de estudos    sobre a soropreval&ecirc;ncia da s&iacute;filis em pacientes HIV-positivos encontraram    positividade de 27,5&#37; no sexo masculino e de 12,4&#37; no feminino.<sup>30</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A s&iacute;filis nos pacientes infectados pelo    HIV, n&atilde;o apresenta comportamento oportunista, mas possui caracter&iacute;sticas    cl&iacute;nicas menos usuais e acometimento do sistema nervoso mais freq&uuml;ente    e precoce.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na s&iacute;filis prim&aacute;ria a presen&ccedil;a    de m&uacute;ltiplos cancros &eacute; mais comum, bem como a perman&ecirc;ncia    da les&atilde;o de inocula&ccedil;&atilde;o que pode ser encontrada em conjunto    com as les&otilde;es da s&iacute;filis secund&aacute;ria.<sup>31-33</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Les&otilde;es ostr&aacute;ceas e ulceradas da    s&iacute;filis maligna precoce foram descritas mais freq&uuml;entemente<sup>31,34,35</sup>    e tamb&eacute;m acometimento ocular e oral.<sup>36</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na maioria dos pacientes infectados com o v&iacute;rus    HIV os testes sorol&oacute;gicos apresentam-se dentro dos padr&otilde;es encontrados    nos pacientes n&atilde;o infectados. Entretanto, resultados at&iacute;picos    podem ocorrer. A titula&ccedil;&atilde;o poder&aacute; ser muito alta ou muito    baixa; flutua&ccedil;&otilde;es no resultado de exames consecutivos e falsa-negatividade    poder&atilde;o dificultar o diagn&oacute;stico laboratorial.<sup>35,37</sup>    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>DIAGN&Oacute;STICO LABORATORIAL </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O diagn&oacute;stico laboratorial da s&iacute;filis    e a escolha dos exames laboratoriais mais adequados dever&atilde;o considerar    a fase evolutiva da doen&ccedil;a. Na s&iacute;filis prim&aacute;ria e em algumas    les&otilde;es da fase secund&aacute;ria, o diagn&oacute;stico poder&aacute;    ser direto, isto &eacute;, feito pela demonstra&ccedil;&atilde;o do treponema.    A utiliza&ccedil;&atilde;o da sorologia poder&aacute; ser feita a partir da    segunda ou terceira semana ap&oacute;s o aparecimento do cancro, quando os anticorpos    come&ccedil;am a ser detectados.<sup>19</sup> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="3"><b>PROVAS DIRETAS </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"> Demonstram a presen&ccedil;a do <i>T. pallidum</i>    e s&atilde;o consideradas definitivas, pois n&atilde;o est&atilde;o sujeitas    &agrave; interfer&ecirc;ncia de mecanismos cruzados, isto &eacute;, falso-positivo.    T&ecirc;m indica&ccedil;&atilde;o na fase inicial da enfermidade, quando os    microorganismos s&atilde;o muito numerosos. Encontram sua indica&ccedil;&atilde;o    na s&iacute;filis prim&aacute;ria e secund&aacute;ria em les&otilde;es bolhosas,    placas mucosas e condilomas. O emprego de material procedente da mucosa oral    dever&aacute; considerar a possibilidade de dificuldade na distin&ccedil;&atilde;o    entre o treponema e outros espiroquetas sapr&oacute;fitas da boca, exceto no    caso do teste de imunofloresc&ecirc;ncia direta.<sup>19,21</sup> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>A – EXAME EM CAMPO ESCURO </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"> O teste consiste no exame direto da linfa da    les&atilde;o. O material &eacute; levado ao microsc&oacute;pio com condensador    de campo escuro, em que &eacute; poss&iacute;vel, com luz indireta, a visualiza&ccedil;&atilde;o    do <i>T. pallidum</i> vivo e m&oacute;vel. &Eacute; considerado um teste r&aacute;pido,    de baixo custo e definitivo. A sensibilidade varia de 74 a 86&#37;, podendo    a especificidade alcan&ccedil;ar 97&#37; dependendo da experi&ecirc;ncia do    avaliador.<sup>38,39</sup> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>B – PESQUISA DIRETA COM MATERIAL CORADO </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"> Os m&eacute;todos utilizados s&atilde;o: Fontana-Tribondeau,    m&eacute;todo de Burri, Giemsa e Levaditi. No m&eacute;todo de Fontana-Tribondeau    ap&oacute;s a coleta da linfa &eacute; feito um esfrega&ccedil;o na l&acirc;mina    com adi&ccedil;&atilde;o da prata. A prata por impregna&ccedil;&atilde;o na    parede do treponema torna-o vis&iacute;vel. O metodo de Burri utiliza a tinta    da China (nanquim).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na colora&ccedil;&atilde;o pelo Giemsa o <i>T.    pallidum</i> cora tenuamente (palidamente), sendo dif&iacute;cil a observa&ccedil;&atilde;o    do espiroqueta; e, por fim, o m&eacute;todo de Levaditi usa a prata em cortes    histol&oacute;gicos. Todos os m&eacute;todos de colora&ccedil;&atilde;o s&atilde;o    inferiores ao campo escuro.<sup>21</sup> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>C – IMUNOFLUORESC&Ecirc;NCIA DIRETA </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"> Exame altamente espec&iacute;fico e com sensibilidade    maior que 90&#37;. Praticamente elimina a possibilidade de erros de interpreta&ccedil;&atilde;o    com treponemas sapr&oacute;fitas. &Eacute; chamado de DFA-TP (<i>diret fluorescent-antibody    testing for T. pallidum</i>) </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>PROVAS SOROL&Oacute;GICAS </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"> O <i>T. pallidum</i> no organismo promove o    desenvolvimento de dois tipos de anticorpos: as reaginas (anticorpos inespec&iacute;ficos    IgM e IgG contra cardiolipina), dando origem aos testes n&atilde;o trepon&ecirc;micos,    e anticorpos espec&iacute;ficos contra o <i>T. pallidum</i>, que originaram    os testes trepon&ecirc;micos. Os testes n&atilde;o trepon&ecirc;micos s&atilde;o    &uacute;teis para triagem em grupos populacionais e monitoriza&ccedil;&atilde;o    do tratamento, enquanto os trepon&ecirc;micos s&atilde;o utilizados para confirma&ccedil;&atilde;o    do diagn&oacute;stico. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>A – TESTES N&Atilde;O TREPON&Ecirc;MICOS </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os primeiros testes para diagn&oacute;stico da    s&iacute;filis foram rea&ccedil;&otilde;es de fixa&ccedil;&atilde;o de complemento.    As rea&ccedil;&otilde;es de Wassermann e Khan utilizavam material extra&iacute;do    de tecidos de dif&iacute;cil estandardiza&ccedil;&atilde;o e acabaram cedendo    lugar aos ant&iacute;genos mais purificados, como o VDRL (<i>Venereal Disease    Research Laboratory</i>) que utiliza um ant&iacute;geno constitu&iacute;do de    lecitina, colesterol e cardiolipina purificada. A cardiolipina &eacute; um componente    da membrana plasm&aacute;tica das c&eacute;lulas dos mam&iacute;feros liberado    ap&oacute;s dano celular e encontra-se presente tamb&eacute;m na parede do <i>T.    pallidum</i>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A prova do VDRL positiva-se entre cinco e seis    semanas ap&oacute;s a infec&ccedil;&atilde;o e entre duas e tr&ecirc;s semanas    ap&oacute;s o surgimento do cancro. Portanto, pode estar negativa na s&iacute;filis    prim&aacute;ria. Na s&iacute;filis secund&aacute;ria apresenta sensibilidade    alta, e nas formas tardias a sensibilidade diminui.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A rea&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; espec&iacute;fica,    podendo estar positiva em outras treponematoses e em v&aacute;rias outras situa&ccedil;&otilde;es.    Essas rea&ccedil;&otilde;es falso-positivas podem ser divididas em transit&oacute;rias    e persistentes. As transit&oacute;rias negativam em seis meses (mal&aacute;ria,    gravidez, mononucleose infecciosa, viroses, tuberculose e outras). As rea&ccedil;&otilde;es    persistentes permanecem positivas al&eacute;m de seis meses (hansen&iacute;ase    virchowiana e doen&ccedil;as auto-imunes, como l&uacute;pus). Os t&iacute;tulos    em geral s&atilde;o altos nas treponematoses (acima de 1/16), podendo ser superiores    a 1/512.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os casos de falso-negativos na s&iacute;filis    secund&aacute;ria (1&#37; a 2&#37;) decorrem do excesso de anticorpos (efeito    prozona). Esses casos poder&atilde;o ser evitados utilizando-se maiores dilui&ccedil;&otilde;es    do soro.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os testes r&aacute;pidos n&atilde;o trepon&ecirc;micos    t&ecirc;m um importante significado no controle da s&iacute;filis. Entre eles    encontramos o teste da reagina plasm&aacute;tica r&aacute;pido (RPR), o mais    usado e realizado por punctura no quirod&aacute;ctilo. Foi o primeiro teste    sorol&oacute;gico de <i>screening</i> que dispensou equipamentos convencionais    de laborat&oacute;rio e d&aacute; o resultado em 60 minutos. Tamb&eacute;m &eacute;    quantific&aacute;vel, mas n&atilde;o compar&aacute;vel com os t&iacute;tulos    obtidos no VDRL.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os testes n&atilde;o trepon&ecirc;micos podem    ser titulados e por isso s&atilde;o importantes no controle da cura. A persist&ecirc;ncia    de baixos t&iacute;tulos em pacientes tratados corretamente &eacute; denominada    cicatriz sorol&oacute;gica e pode permanecer por muitos anos.<sup>19,20,40,41</sup>    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>B – TESTES TREPON&Ecirc;MICOS </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os testes trepon&ecirc;micos utilizam o <i>T.    pallidum</i> como ant&iacute;geno e s&atilde;o usados para confirmar a reatividade    de testes n&atilde;o trepon&ecirc;micos e nos casos em que os testes n&atilde;o    trepon&ecirc;micos t&ecirc;m pouca sensibilidade, como na s&iacute;filis tardia.    Positivam-se um pouco mais cedo que os testes n&atilde;o trepon&ecirc;micos.    Em 85&#37; das pessoas tratadas com sucesso, os resultados permanecem reativos    por anos ou at&eacute; mesmo por toda a vida.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O TPI (prova de imobiliza&ccedil;&atilde;o dos    treponemas) foi o primeiro teste trepon&ecirc;mico desenvolvido. Utiliza como    ant&iacute;geno treponemas virulentos vivos obtidos de sifilomas testiculares    do coelho. A rea&ccedil;&atilde;o, apesar de espec&iacute;fica, &eacute; de    dif&iacute;cil execu&ccedil;&atilde;o e dispendiosa, com utiliza&ccedil;&atilde;o    restrita a laborat&oacute;rios de pesquisa.<sup>40</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O teste com anticorpo trepon&ecirc;mico fluorescente    (FTA) veio sofrendo modifica&ccedil;&otilde;es na dilui&ccedil;&atilde;o e melhorando    sensibilidade e especificidade at&eacute; chegar ao FTA-ABS. Apresenta r&aacute;pida    execu&ccedil;&atilde;o e baixo custo, mas necessita de um microsc&oacute;pio    fluorescente. Em doen&ccedil;as auto-imunes e outras treponematoses pode apresentar    resultados falso-positivos.<sup>19,21</sup> O TPHA e o MHA-TP s&atilde;o testes    de hemoaglutina&ccedil;&atilde;o O MHA-TP &eacute; baseado na hemoaglutina&ccedil;&atilde;o    passiva de eritr&oacute;citos sensibilizados de ovelhas.<sup>41,42</sup> Na    s&iacute;filis n&atilde;o tratada tem sensibilidade igual &agrave; do FTA-ABS,    exceto na s&iacute;filis prim&aacute;ria inicial, em que este &uacute;ltimo    &eacute; mais sens&iacute;vel.<sup>21</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os testes EIA (imunoensaio enzim&aacute;tico    trepon&ecirc;mico) e Western-blot s&atilde;o confirmat&oacute;rios. O EIA &eacute;    um teste alternativo que combina o VDRL com TPHA. O processo laborat&oacute;rial    &eacute; automatizado e apresenta leitura objetiva dos resultados.<sup>43-45</sup>    O Western-blot identifica anticorpos contra imunodeterminantes IgM e IgG de    massas moleculares (15kDa, 17kDa, 44kDa e 47kDa).<sup>41,46</sup> Por enquanto,    esses testes v&ecirc;m demonstrando alta sensibilidade e especificidade em todas    as fases da s&iacute;filis, mas est&atilde;o sendo mais utilizados em projetos    de pesquisa.<sup>40</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">No in&iacute;cio dos anos 90 duas t&eacute;cnicas    de PCR foram descritas e passaram a ser empregadas, principalmente para detec&ccedil;&atilde;o    de ant&iacute;genos trepon&ecirc;micos na s&iacute;filis prim&aacute;ria, com    altas sensibilidade e especificidade. O PCR &eacute; tamb&eacute;m extremamente    &uacute;til no diagn&oacute;stico da s&iacute;filis cong&ecirc;nita e neuross&iacute;filis.    O DNA do <i>T. pallidum</i> &eacute; detectado com uso de <i>primers<i> para    o gen codificador de prote&iacute;na com peso molecular de 47kD. A amplia&ccedil;&atilde;o    do RNA do <i>T. pallidum</i> &eacute; mais sens&iacute;vel por demonstrar a    viabilidade do treponema, e utiliza os <i>primers<i> que ampliam uma regi&atilde;o    com 366bp do gen 16S r RNA.<sup>41,47-50</sup></i></i></i></i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>TESTES R&Aacute;PIDOS TREPON&Ecirc;MICOS </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">De grande import&acirc;ncia no aux&iacute;lio    do diagn&oacute;stico devido &agrave; leitura imediata, foram desenvolvidos    a partir dos testes de aglutina&ccedil;&atilde;o. O ensaio imunocromatogr&aacute;fico    &eacute; o mais eficaz. O teste imunocromatogr&aacute;fico promove a detec&ccedil;&atilde;o    visual e qualitativa de anticorpos (IgG, IgM e IgA) contra um ant&iacute;geno    recombinado de 47-kDa do <i>T. pallidum</i> em sangue total, soro e plasma humano.    O sangue pode ser coletado por punctura do quirod&aacute;ctilo. A leitura do    teste &eacute; feita entre cinco e 20 minutos ap&oacute;s sua realiza&ccedil;&atilde;o.    A sensibilidade e a especificidade do teste s&atilde;o de 93,7&#37; e 95,2&#37;,    respectivamente, e mostraram-se superiores &agrave;s do RPR nos estudos preliminares.<sup>51</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Entretanto, o teste n&atilde;o deve ser usado    como crit&eacute;rio exclusivo no diagn&oacute;stico da infec&ccedil;&atilde;o    pelo <i>T. pallidum</i>. Esses testes poder&atilde;o substituir os testes r&aacute;pidos    n&atilde;o trepon&ecirc;micos, principalmente como testes de triagem.<sup>51-55</sup>    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>EXAME DO L&Iacute;QUOR </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"> O exame do l&iacute;quor cefalorraquidiano (LCR)    dever&aacute; ser indicado nos pacientes que tenham o diagn&oacute;stico sorol&oacute;gico    de s&iacute;filis recente ou tardia com sintomas neurais e em pacientes que    mantiverem rea&ccedil;&otilde;es sorol&oacute;gicas sang&uuml;&iacute;neas apresentando    t&iacute;tulos elevados ap&oacute;s o tratamento correto. A pun&ccedil;&atilde;o    lombar nos casos de s&iacute;filis latente tardia (mais de um ano de dura&ccedil;&atilde;o    ou de dura&ccedil;&atilde;o desconhecida) e em pacientes HIV-positivos independente    do est&aacute;gio da s&iacute;filis tem sido questionada, embora mantida como    recomenda&ccedil;&atilde;o nos manuais de controle.<sup>16,56</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Nenhum teste sorol&oacute;gico isoladamente &eacute;    seguro no diagn&oacute;stico da neuross&iacute;filis.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O diagn&oacute;stico &eacute; feito pela combina&ccedil;&atilde;o    de positividade &agrave; prova sorol&oacute;gica, aumento da celularidade (maior    que 10 linf&oacute;citos/ml) e prote&iacute;nas no LCR (superior a 40mg/dl).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O VDRL &eacute; a prova recomendada para o exame    do l&iacute;quor. O VDRL no l&iacute;quor tem baixa sensibilidade (30-47&#37;    falso-negativo) e alta especificidade. O FTA-ABS pode ser positivo pela passagem    de anticorpos por difus&atilde;o do sangue para o LCR em pacientes com s&iacute;filis.    Por&eacute;m &eacute; um teste altamente sens&iacute;vel, e a neuross&iacute;filis    poder&aacute; ser exclu&iacute;da diante de um FTA-ABS negativo. Em pacientes    HIV-positivos o exame do LCR dever&aacute; considerar que altera&ccedil;&otilde;es    na contagem de c&eacute;lulas e na dosagem de prote&iacute;nas isoladamente    poder&atilde;o ser atribu&iacute;das ao comprometimento neurol&oacute;gico do    v&iacute;rus HIV.<sup>19,20,27</sup> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>S&Iacute;FILIS CONG&Ecirc;NITA </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"> O diagn&oacute;stico da s&iacute;filis cong&ecirc;nita    &eacute; confirmado por provas diretas com o achado do <i>T. pallidum</i> nas    les&otilde;es, l&iacute;quidos corporais ou tecidos. Testes sorol&oacute;gicos    do sangue do cord&atilde;o umbilical e sangue perif&eacute;rico do rec&eacute;m-nato    podem ser feitos. O diagn&oacute;stico na aus&ecirc;ncia de les&otilde;es dever&aacute;    considerar que anticorpos maternos podem passar ao feto sem infec&ccedil;&atilde;o,    e, nesse caso, &eacute; necess&aacute;rio realizar sorologia quantitativa peri&oacute;dica    (negativa&ccedil;&atilde;o em m&eacute;dia dentro de seis meses ap&oacute;s    o nascimento) ou o FTA-ABS-IgM, j&aacute; que a mol&eacute;cula de IgM n&atilde;o    ultrapassa a barreira placent&aacute;ria, sendo diagn&oacute;stica quando positiva.    Em rela&ccedil;&atilde;o ao VDRL, o diagn&oacute;stico de s&iacute;filis cong&ecirc;nita    &eacute; feito quando os resultados do rec&eacute;m-nato s&atilde;o iguais a    quatro ou mais vezes o t&iacute;tulo materno.<sup>13</sup></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>HISTOPATOLOGIA </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">N&atilde;o &eacute; empregada rotineiramente    para o diagn&oacute;stico. No entanto, como seus achados s&atilde;o sugestivos,    o diagn&oacute;stico da s&iacute;filis &eacute; suspeitado pelo patologista,    havendo necessidade da confirma&ccedil;&atilde;o sorol&oacute;gica. A patologia    b&aacute;sica em todos os est&aacute;gios configura-se em edema, prolifera&ccedil;&atilde;o    das c&eacute;lulas endoteliais e infiltrado inflamat&oacute;rio perivascular    com linf&oacute;citos e plasm&oacute;citos. Nas fases prim&aacute;ria e secund&aacute;ria    os vasos est&atilde;o dilatados, espessados, e h&aacute; prolifera&ccedil;&atilde;o    das c&eacute;lulas endoteliais. Um infiltrado inflamat&oacute;rio de c&eacute;lulas    mononucleares e plasm&oacute;citos de localiza&ccedil;&atilde;o perivascular    constituem as altera&ccedil;&otilde;es mais caracter&iacute;sticas. Nas fases    tardias da s&iacute;filis secund&aacute;ria e na s&iacute;filis terci&aacute;ria    al&eacute;m das altera&ccedil;&otilde;es vasculares podem ser encontrados granulomas    de c&eacute;lulas epiteli&oacute;ides e gigantes com ou sem necrose central.<sup>57</sup>    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>EXAME RADIOGR&Aacute;FICO </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"> Nos casos suspeitos de s&iacute;filis cong&ecirc;nita,    a radiografia dos ossos longos pode oferecer aux&iacute;lio diagn&oacute;stico.    As altera&ccedil;&otilde;es mais caracter&iacute;sticas s&atilde;o a osteocondrite,    periostite e a osteomielite. Em alguns casos podem ser as &uacute;nicas altera&ccedil;&otilde;es    no rec&eacute;m-nato.<sup>13</sup> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="3"><b>TRATAMENTO </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"> Merc&uacute;rio, ars&ecirc;nico, bismuto e iodetos    foram inicialmente usados na tentativa de tratar a s&iacute;filis, mas mostraram    baixa efic&aacute;cia, toxidade e dificuldades operacionais. Tamb&eacute;m mostraram    pouca efic&aacute;cia tratamentos que, inspirados na pouca resistencia do <i>T.    pallidum</i> ao calor, preconizavam o aumento da temperatura corporal por meios    f&iacute;sicos como banhos quentes de vapor ou com a inocula&ccedil;&atilde;o    de plasm&oacute;dios na circula&ccedil;&atilde;o (malarioterapia) (<a href="#fig09">Figura    9</a>).</font></p>     <p><a name="fig09"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a2fig09.jpg"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">A crescente preocupa&ccedil;&atilde;o com o aumento    dos casos mobilizou o trabalho de m&eacute;dicos e cientistas, entre eles, Paul    Erlich, que em 1909, ap&oacute;s 605 tentativas de modificar o ars&ecirc;nico,    sintetizou um composto que foi denominado composto 606 ou salvarsan, o primeiro    quimioter&aacute;pico da hist&oacute;ria da medicina<sup>18</sup> (<a href="#fig10">Figura    10</a>).</font></p>     <p><a name="fig10"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a2fig10.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Em 1928, a descoberta do poder bactericida do    fungo <i>Penicilium notatus</i>, por Fleming, iria modificar a hist&oacute;ria    da s&iacute;filis e de outras doen&ccedil;as infecciosas.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A penicilina age interferindo na s&iacute;ntese    do peptidoglicano, componente da parede celular do <i>T. pallidum</i>. O resultado    &eacute; entrada de &aacute;gua no treponema, o que acaba por destru&iacute;-lo.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Em 1943, Mahoney mostrou que a peniclina agia    em todos os est&aacute;gios da s&iacute;filis. A sensibilidade do treponema    &agrave; droga, a rapidez da resposta com regress&atilde;o das les&otilde;es    prim&aacute;rias e secund&aacute;rias com apenas uma dose s&atilde;o vantagens    que permanecem at&eacute; hoje. A penicilina continua como droga de escolha,    e at&eacute; o momento n&atilde;o foram documentados casos de resist&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A concentra&ccedil;&atilde;o sang&uuml;&iacute;nea    eficaz &eacute; de 0,03m/cm<sup>3</sup> e dever&aacute; ser mantida por maior    tempo que o da divis&atilde;o do treponema. Portanto, a escolha recai sobre    a penicilina benzatina. O <a href="#qua2">quadro 2</a> mostra o esquema recomendado    pelo MS.<sup>56</sup></font></p>     <p><a name="qua2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a2qua02.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">No tratamento da neuross&iacute;filis a droga    escolhida &eacute; a penicilina cristalina pela capacidade de atravessar a barreira    hemato-encef&aacute;lica. A dose recomendada varia de 3 a 4.000.000UI, por via    endovenosa, de quatro em quatro horas, no total de 18 a 24.000.000UI/dia por    10 a 14 dias.<sup>56</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os casos de rea&ccedil;&atilde;o &agrave; penicilina    s&atilde;o em sua maioria de natureza benigna com as rea&ccedil;&otilde;es anafil&aacute;ticas    ocorrendo entre 10 e 40 por 100.000 inje&ccedil;&otilde;es aplicadas, com dois    &oacute;bitos por 100.000. Nos casos de alergia &agrave; penicilina, o teste    intrad&eacute;rmico dever&aacute; ser feito, bem como, nos casos comprovados,    dessensibiliza&ccedil;&atilde;o com a penicilina V oral, conforme recomenda&ccedil;&otilde;es    do MS.<sup>16</sup> Caso essas medidas n&atilde;o sejam poss&iacute;veis, dever&atilde;o    ser utilizadas drogas alternativas. A doxiciclina poder&aacute; ser utilizada    na dose de 100mg/dia; a tetraciclina e a eritromicina (estearato) na dose de    500mg, de seis em seis horas, todas por 15 dias na s&iacute;filis recente e    30 dias na tardia. A penicilina &eacute; a &uacute;nica droga considerada eficaz    no tratamento de mulheres gr&aacute;vidas.<sup>58,59</sup> O esquema terap&ecirc;utico    dever&aacute; ser empregado conforme o est&aacute;gio da s&iacute;filis nas    mesmas doses do tratamento padr&atilde;o. Pacientes al&eacute;rgicas &agrave;    penicilina dever&atilde;o ser dessensibilizadas e tratadas com a penicilina.<sup>16,56</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O tratamento da s&iacute;filis cong&ecirc;nita    dever&aacute; ser realizado conforme os <a href="/img/revistas/abd/v81n2/a2qua03.gif">quadros    3</a> e <a href="/img/revistas/abd/v81n2/a2qua04.gif">4</a>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O acompanhamento da queda da titula&ccedil;&atilde;o    dos pacientes dever&aacute; ser trimestral e, no segundo ano, semestral. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>OUTRAS DROGAS </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"> O desconforto gerado pela aplica&ccedil;&atilde;o    intramuscular da penicilina benzatina, acaba por influenciar a ader&ecirc;ncia,    sendo tentadas outras alternativas de tratamento. Drogas testadas mais recentemente    foram ceftriaxone e azitromicina. Todas demonstraram atividade, mas n&atilde;o    s&atilde;o superiores &agrave; penicilina, devendo ser mantidas como drogas    de segunda linha.<sup>18</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O ceftriaxone mostrou a&ccedil;&atilde;o no modelo    animal e em pequenos grupos de pacientes, mas apresentou taxa elevada de re-tratamentos    em pacientes HIV-positivos.<sup>18</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A resposta &agrave; azitromicina em coelhos e    em pequenos grupos de pacientes, e a possibilidade de dose &uacute;nica oral    estimularam o uso profil&aacute;tico da droga. Entretanto, foram observadas    altas taxas de resist&ecirc;ncia &agrave; azitromicina. Estudos gen&eacute;ticos    confirmaram mutantes resistentes em 28&#37; do material examinado por PCR.<sup>60</sup>    </font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A identifica&ccedil;&atilde;o de cepas resistentes    mostra que a utiliza&ccedil;&atilde;o desses antibi&oacute;ticos dever&aacute;    ser cautelosa, principalmente nos portadores do v&iacute;rus HIV.<sup>60-62</sup>    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="3"><b>REA&Ccedil;&Atilde;O DE JARISCH-HERXHEIMER    </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A rea&ccedil;&atilde;o foi descrita por Jarish    e Herxheimer com compostos de merc&uacute;rio antes da descoberta da penicilina    e pode ocorrer ap&oacute;s o tratamento de pacientes em todos os est&aacute;gios    da s&iacute;filis. A freq&uuml;&ecirc;ncia da rea&ccedil;&atilde;o varia de    30&#37; a 70&#37; nos casos de s&iacute;filis prim&aacute;ria e secund&aacute;ria.<sup>18</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A etiopatogenia &eacute; atribu&iacute;da a ant&iacute;genos    lipoprot&eacute;icos da parede do <i>T. pallidum</i> com atividade inflamat&oacute;ria,    liberados ap&oacute;s a morte dos treponemas.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A rea&ccedil;&atilde;o foi relatada em doen&ccedil;as    causadas por espiroquetas como leptospirose<sup>63</sup> e borrelioses.<sup>64</sup>    Clinicamente consiste na exacerba&ccedil;&atilde;o das les&otilde;es, sintomatologia    sist&ecirc;mica (febre, calafrios, cefal&eacute;ia, mialgias, artralgias) e    altera&ccedil;&otilde;es laboratoriais (leucocitose com linfopenia). Inicia-se    entre quatro e 12 horas ap&oacute;s o tratamento. A rea&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m    da penicilina, foi descrita com eritromicina, amoxacilina, tetraciclina e quinolonas.<sup>18,65</sup>    O quadro reacional regride em per&iacute;odo que varia de seis a 12 horas. O    tratamento &eacute; sintom&aacute;tico com analg&eacute;sicos e antit&eacute;rmicos.    &Eacute; discutido se o uso pr&eacute;vio dos corticoester&oacute;ides pode    evitar a rea&ccedil;&atilde;o. Em gestantes a rea&ccedil;&atilde;o pode ter    como conseq&uuml;&ecirc;ncia a prematuridade e morte fetal, principalmente quando    o feto estiver infectado.<sup>18,66,67</sup> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>PREVEN&Ccedil;&Atilde;O E CONTROLE </b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"> O objetivo do controle da s&iacute;filis &eacute;    a interrup&ccedil;&atilde;o da cadeia de transmiss&atilde;o e a preven&ccedil;&atilde;o    de novos casos.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Evitar a transmiss&atilde;o da doen&ccedil;a    consiste na detec&ccedil;&atilde;o e no tratamento precoce e adequado do paciente    e do parceiro, ou parceiros. Na detec&ccedil;&atilde;o de casos, a introdu&ccedil;&atilde;o    do teste r&aacute;pido em parceiros de pacientes ou de gestantes poder&aacute;    ser muito importante. O tratamento adequado consiste no emprego da penicilina    como primeira escolha e nas doses adequadas. Em situa&ccedil;&otilde;es especiais,    como aumento localizado do n&uacute;mero de casos, o tratamento profil&aacute;tico    poder&aacute; ser avaliado. </font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A preven&ccedil;&atilde;o de novos casos dever&aacute;    ter como estrat&eacute;gia a informa&ccedil;&atilde;o para a popula&ccedil;&atilde;o    geral e, especialmente, para as popula&ccedil;&otilde;es mais vulner&aacute;veis    (prostitutas, usu&aacute;rios de drogas intravenosas, etc.) sobre a doen&ccedil;a    e as formas de evit&aacute;-la. &Eacute; importante o aconselhamento ao paciente    procurando mostrar a necessidade da comunica&ccedil;&atilde;o ao parceiro e    o est&iacute;mulo ao uso dos preservativos na rela&ccedil;&atilde;o sexual.    A reciclagem constante e continuada das equipes de sa&uacute;de integra esse    conjunto de medidas para preven&ccedil;&atilde;o e controle da s&iacute;filis.<sup>16,68</sup></font>    </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">1. Rivitti EA. S&iacute;filis. In: Machado-Pinto    J. Doen&ccedil;as infecciosas com manifesta&ccedil;&otilde;es dermatol&oacute;gicas.    Rio de Janeiro: Medsi; 1994.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000224&pid=S0365-0596200600020000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">2. Goh BT. Syphilis in adult. Sex Transm Infect.    2005;81:448-52.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000225&pid=S0365-0596200600020000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">3. Hopkins S, Lyons F, Coleman C, Courtney G,    Bergin C, Mulcahy F. Resurgence in infectious syphilis in Ireland: an epidemiological    study. Sex Transm Dis. 2004;31:317-21.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000226&pid=S0365-0596200600020000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">4. Marcus U, Kollan C, Bremer V, Hamouda O. Relation    between the HIV and the re-emerging syphilis epidemic among MSM in Germany:    an analisis based on anonymous surveillance data. Sex Transm Dis. 2005;81:456-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000227&pid=S0365-0596200600020000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> <font face="Verdana" size="2">5. Dilley JW, Klausner JD, McFarland W, Kellogg  TA, Kohn R, Wong W, et al. Trends in primary and secondary syphilis and HIV infections  in men who have sex with men – San Francisco and Los Angeles, California. 1998-2002.  MMWR Morb Mortal Wkly Rep. 2004,53:575-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000228&pid=S0365-0596200600020000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">6. Buchacz K, Greenberg A, Onorato I, Janssen    R. Syphilis epidemics and human immunodeficiency virus (HIV) incidence among    men who have sex with men in the United States: implications for HIV prevention.    Sex Transm Dis. 2005;32(10 Suppl):S73-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000229&pid=S0365-0596200600020000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">7. Wong ML, Chan RKW, Chua WL, Wee S. Sexually    transmitted diseases and condoms use among female freelance and brothel-based    sex workers in Singapore. Sex Transm Dis. 1999;26:593-600.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000230&pid=S0365-0596200600020000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">8. Mgnone CS, Passey ME, Anang J, Peter W, Lupiwa    T, Russell DM, et al. Human immunodeficiency virus and other sexually transmitted    diseases in two major cities in Papua New Guinea. Sex Transm Dis. 2002;29:265-70.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000231&pid=S0365-0596200600020000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">9. Centers for disease control and prevention    (CDC). Sexually transmitted disease surveillance 2004. Atlanta, GA: US Department    of Health and Human Services, Centers for Diseases Control and Prevention; 2005.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000232&pid=S0365-0596200600020000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">10. Temmerman M, Gichangi P, Fonck K, Apers L,    Claeys P, Van Renterghem L, et al. Effect of a syphilis control programme on    pregnancy outcome in Nairobi, Kenya. Sex Transm Infect. 2000;76:207-11.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000233&pid=S0365-0596200600020000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">11. Azeze B, Fantahun M, Kidan KG, Haile T. Seroprevalence    of syphilis amongst pregnant women attending antenatal clinics in a rural hospital    in north west Ethiopia. Genitourin Med. 1995;71:347-50.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000234&pid=S0365-0596200600020000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">12. Leroy V, De Clercq A, Ladner J, Bogaerts    J, Van de Perre P, Dabis F. Should screening of genital infection be part of    antenatal care in areas of high HIV prevalence? A prospective cohort study from    Kigali, Rwanda, 1992-1993. Genitourin Med. 1995;71:207-11.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000235&pid=S0365-0596200600020000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">13. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.    Diretrizes de Controle da S&iacute;filis Cong&ecirc;nita. Bras&iacute;lia (DF):    Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2005. p. 7-53.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000236&pid=S0365-0596200600020000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">14. Codes JS, Cohen DA, Melo NA, Teixeira GG,    Leal Ados S, Silva Tde J, et al. Screening of sexually transmitted diseases    in clinical and non-clinical settings in Salvador, Bahia, Brazil. Cad Saude    Publica. 2006;22:325-34.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000237&pid=S0365-0596200600020000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">15. Szwarcwald CL, de Carvalho MF, Barbosa Junior    A, Barreira D, Speranza FA, de Castilho EA. Temporal trends of HIV-related risk    behavior among Brazilian military conscripts. Clinics. 2005;60:367-74.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000238&pid=S0365-0596200600020000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">16. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.    Manual de Controle das Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis. 3.    ed. Bras&iacute;lia (DF): Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 1999. p. 44-54.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000239&pid=S0365-0596200600020000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">17. Miranda AE, Alves MC, Neto RL, Areal KR,    Gerbase AC. Seroprevalence of HIV, hepatitis B virus, and syphilis in womens    at their first visit to public antenatal clinics in Vitoria, Brazil. Sex Transm    Dis. 2001;28:710-3.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000240&pid=S0365-0596200600020000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">18. Singh AE, Romanowski B. Syphilis: review    with emphasis on clinical,epidemiologic and some biologic features. Clin Microbiol    Rev. 1999;12:187-209.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000241&pid=S0365-0596200600020000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">19. Azulay MM, Azulay DR. Treponematoses. In:    Azulay e Azulay. Dermatologia. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2004.    p. 240-51.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000242&pid=S0365-0596200600020000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">20. Sanchez MR. Syphilis. In: Fitzpatrick’s Dermalotogy    in general medicine. 6. ed. USA: McGraw Hill; 2003. p. 2163-88</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000243&pid=S0365-0596200600020000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">21. Rivitti EA. S&iacute;filis Adquirida. In:    Walter Belda J&uacute;nior. Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis.    S&atilde;o Paulo: Atheneu; 1999. p. 9-21.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000244&pid=S0365-0596200600020000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">22. Garnett GP, Aral SO, Hoyle DV, Cates W Jr,    Anderson RM. The natural history of syphilis. Implications for the transmission    dynamics and control of infection. Sex Transm Dis. 1997;24:185-200.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000245&pid=S0365-0596200600020000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">23. Sampaio SAP, Rivitti EA. S&iacute;filis e    outras Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis. In: Dermatologia. 2.    ed. S&atilde;o Paulo: Artes M&eacute;dicas; 2001. p. 489-500.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000246&pid=S0365-0596200600020000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">24. Gjestland T. The Oslo of untreated syphilis:    an epidemiological investigation of the natural course of the syphilitic infection    based upon a re-study of the Boeck-Bruusgaard material. Acta Derm Venereol.    1955;35(Suppl 34):S3-368.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000247&pid=S0365-0596200600020000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">25. Rockwell DH, Yobs AR, Moore MB Jr. The Tuskegee    study of untreated syphilis; the 30th year of observation. Arch Intern Med.    1964;114:792-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000248&pid=S0365-0596200600020000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">26. O’ Regan AW, Castro C, Lukehart SA, Kasznica    JM, Rice PA, Joyce-Brady MF. Barking up the wrong tree? Use of polymerase chain    reaction to diagnose syphilic aortitis. Thorax. 2002;57:917-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000249&pid=S0365-0596200600020000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">27. Nitrini R, Souza MC. Neuross&iacute;filis.    In: Walter Belda J&uacute;nior. Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis.    S&atilde;o Paulo: Atheneu; 1999. p. 31-44.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000250&pid=S0365-0596200600020000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">28. Fleming DT, Wasserheit JN. From epidemiological    synergy to public health policy and practice: the contribution of other sexually    transmitted diseases to sexual transmission of HIV infection. Sex Transm Infect.    1999;75:3-17.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">29. Wasserheit JN. Epidemiological synergy: interrelationships    between human immunodeficiency virus infection and other sexually transmitted    diseases. Sex Trans Dis. 1992;19:61–77.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000252&pid=S0365-0596200600020000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">30. Blocker ME, Levine WC, Stlouis ME. HIV prevalence    in patients with syphilis. Sex Transm Dis. 2000;27:53-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000253&pid=S0365-0596200600020000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref -->31. Rompalo AM, Joesoef MR, O’Donnell JA, Augenbraun M, Brady W, Radolf JD, et  al. Clinical manifestation of early by HIV status and gender: results of the syphilis  and HIV study. Sex Transm Dis. 2001;28:158-65.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000254&pid=S0365-0596200600020000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">32. Hutchinson CM, Hook EW, Shepard M, Verley    J, Rompalo AM. Altered clinical presentation of early syphilis in patients with    human immunodeficiency virus infection. Ann Intern Med. 1994;121:94-100.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000255&pid=S0365-0596200600020000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">33. Proen&ccedil;a NG, Freitas THP, Gagliardi    R, Alonso FF. Aspectos incomuns da s&iacute;filis em pacientes com s&iacute;ndrome    da imunodefici&ecirc;ncia adquirida. An Bras Dermatol. 1991;66:5-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000256&pid=S0365-0596200600020000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">34. Romero-Gimenez MJ, Suarez Lozano I, Fajardo    Pico JM, Baron Franco B. Malignant syphilis in patient with human immunodeficiency    virus (HIV): case report and literature review. An Med Interna. 2003;20:373-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000257&pid=S0365-0596200600020000200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">35. Criado PR, Segurado AC, Valente NYS, Sotto    M, Juang JM. S&iacute;filis secund&aacute;ria pustulosa em paciente HIV positivo:    relato de caso. An Bras Dermatol.1996;71:217-21.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000258&pid=S0365-0596200600020000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">36. Laskaris G. Oral manifestations of HIV disease.    Clin Dermatol. 2000;18:447-55.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000259&pid=S0365-0596200600020000200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">37. Schofer H, Imhof M, Thoma-Greber E, Brockmeyer    NH, Hartmann M, Gerken G, et al. Active syphilis in HIV infection: a multicentre    retrospective survey. The German AIDS Study Group(GASS). Genitourin Med. 1996;72:176-81.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000260&pid=S0365-0596200600020000200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">38. Palmer HM, Higgins SP, Herring AJ, Kingston    MA. Use of PCR in the diagnosis of early syphilis in the United Kingdom. Sex    Transm Infect. 2003;79:479-83.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000261&pid=S0365-0596200600020000200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">39. Young H. Guidelines for serological testing    for syphilis. Sex Transm Infect. 2000;76:403-5.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000262&pid=S0365-0596200600020000200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">40. Rotta O. Diagn&oacute;stico sorol&oacute;gico    da s&iacute;filis. An Bras Dermatol. 2005;80:299-302.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000263&pid=S0365-0596200600020000200039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">41. Larsen SA, Steiner BM, Rudolph AH. Laboratory,    diagnosis and interpretation of tests of syphilis. Clin Microbiol Rev. 1995;8:1-21.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000264&pid=S0365-0596200600020000200040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">42. Sato T, Kubo E, Yokota M, Kayashima T, Tomizawa    T. <i>Treponema pallidum</i> specific IgM haemagglutination test for serodiagnosis    of syphilis. Br J Vener Dis. 1984;60:364-70.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000265&pid=S0365-0596200600020000200041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">43. Ebel A, Bachelart L, Alonso JM. Evaluation    of a New Competitive Immunoassay (BioElisa Syphilis) for Screening for <i>Treponema    pallidum</i> Antibodies at Various Stages of Syphilis. J Clin Microbiol. 1998;36:    358-61.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000266&pid=S0365-0596200600020000200042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">44. Woznicova V, Votava M. Contradictory results    of passive hemagglutination and immunoenzyme tests in the determination of specific    immunoglobulin G in serodiagnosis of lues. Cas Lek Cesk. 2002;141:152-5.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000267&pid=S0365-0596200600020000200043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">45. Castro R, Prieto ES, Santo I, Azevedo J,    Exposto Fda L. Evaluation of an enzyme immunoassay technique for detection of    antibodies against <i>Treponema pallidum</i>. J Clin Microbiol. 2003;41:250-3.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000268&pid=S0365-0596200600020000200044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">46. Sato NS, Suzuki T, Ueda T, Watanabe K, Hirata    RD, Hirata MH. Recombinant antigen-based immuno-slot blot method for serodiagnosis    of syphilis. Braz J Med Biol Res. 2004;37:949-55.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000269&pid=S0365-0596200600020000200045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">47. Burstain JM, Grimpel E, Lukehart SA, Norgard    MV, Radolf JD. Sensitive detection of <i>Treponema pallidum</i> by using the    polymerase chain reaction. J Clin Microbiol. 1991;29:62-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000270&pid=S0365-0596200600020000200046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">48. Wicher K, Noordhoek GT, Abbruscato F, Wicher    V. Detection of <i>Treponema pallidum</i> in early syphilis by DNA amplification.    J Clin Microbiol. 1992;30:497-500.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000271&pid=S0365-0596200600020000200047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">49. Centurion-Lara A, Castro C, Shaffer JM, Van    Voorhis WC, Marra CM, Lukehart SA. Detection of Treponema pallidum by a sensitive    reverse transcriptase PCR. J Clin Microbiol. 1997;35:1348-52.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000272&pid=S0365-0596200600020000200048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">50. Orton SL, Liu H, Dodd RY, Williams AE, ARCNET    Epidemiology Group. Prevalence of circulating <i>Treponema pallidum</i> DNA    and RNA in blood donors with confirmed-positive syphilis tests. Transfusion.    2002;42:94-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000273&pid=S0365-0596200600020000200049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">51. Sato NS, de Melo CS, Zerbini LC, Silveira    EP, Fagundes LJ, Ueda M. Assessment of the rapid test based on an immunochromatography    technique for detecting anti- <i>Treponema pallidum</i> antibodies. Rev Inst    Med Trop Sao Paulo. 2003;45:319-22.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000274&pid=S0365-0596200600020000200050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">52. Diaz T, Almeida MG, Georg I, Maia SC, De    Souza RV, Markowitz LE. Evaluation of determine rapid syphilis TP assay using    sera. Clin Diagn Lab Immunol. 2004;11:98-101.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000275&pid=S0365-0596200600020000200051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">53. Montoya PJ, Lukehart SA, Brentlinger PE,    Blanco AJ, Floriano F, Sairosse J. Comparison of the diagnostic accuracy of    a rapid immunochromatographic test and rapid plasma reagin test for antenatal    syphilis screening in Mozambique. Bull World Heath Organ. 2006;84:97-104.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000276&pid=S0365-0596200600020000200052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">54. Zarakolu P, Buchanan I, Tam M, Smith K, Hook    EW 3rd. Preliminary evaluation of an immunochromatographic strip test for specific    <i>Treponema pallidum</i> antibodies. J Clin Microbiol. 2002;40:3064-5.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000277&pid=S0365-0596200600020000200053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">55. Siedner M, Zapitz V, Ishida M, De La Roca    R, Klausner JD. Performance of rapid syphilis test in venous and fingerstick    whole blood specimens. Sex Transm Dis. 2004;31:557-60.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000278&pid=S0365-0596200600020000200054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">56. Centers for Disease Control and prevention    (CDC). Sexually transmitted disease. Treatment guideline 2002. MMWR Morb Mortal    Wkly Rep. 2002;51 RR-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000279&pid=S0365-0596200600020000200055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">57. Maya TC, Maceira JP. S&iacute;filis. In:    Dermatopatologia bases para o diagn&oacute;stico morfol&oacute;gico. S&atilde;o    Paulo:Roca; 2001. p.101-2.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000280&pid=S0365-0596200600020000200056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">58. Sanchez PJ, Wendel GD. Syphilis and pregnancy.    Clin Perinatol. 1997;24:71-90.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000281&pid=S0365-0596200600020000200057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">59. Mascola L, Pelosi R, Alexander CE. Inadequate    treatment of syphilis in pregnancy. Am J Obstet Gynecol. 1984; 150:945–7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000282&pid=S0365-0596200600020000200058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">60. Mitchell SJ, Engelman J, Kent CK, Lukehart    SA, Godornes C, Klausner JD. Azithromycin-resistant syphilis infection: San    Francisco, California, 2000-2004. Clin Infect Dis. 2006;42:337-45.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000283&pid=S0365-0596200600020000200059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">61. Lukehart SA, Godornes C, Molini BJ, Sonnett    P, Hopkins S, Mulcahy F. Macrolide resistance in <i>Treponema pallidum</i> in    the United States and Ireland. N Engl J Med. 2004;351:154-1588.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000284&pid=S0365-0596200600020000200060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">62. Riedner G, Rusizoka M, Todd J, Maboko L,    Hoelscher M, Mmbando D. Single-dose azithromycin versus penicillin G benzathine    for the treatment of early syphilis. N Engl J Med. 2005;353:1236-44.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000285&pid=S0365-0596200600020000200061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">63. Vaughan C, Cronin CC, Walsh EK, Whelton M.    The Jarisch-Herxheimer reaction in leptospirosis. Postgrad Med J. 1994;70:118-21.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000286&pid=S0365-0596200600020000200062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">64. Maloy AL, Black RD, Segurola RJ. Lyme disease    complicated by Jarisch-Herxheimer reaction. J Emerg Med. 1998;16:437-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000287&pid=S0365-0596200600020000200063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">65. Webster G, Schiffman JD, Dosanjh AS, Amieva    MR, Gans HA, Sectish TC. Jarisch-Herxheimer reaction associated with ciprofloxacina    administration for tick-borne relapsing fever. Pediatr Infect Dis J. 2002;21:571-3.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000288&pid=S0365-0596200600020000200064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">66. Guggenhein JN, Haverkamp AD. Tick-borne relapsing    fever during pregnancy: a case report. J Reprod Med. 2005;50:727-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000289&pid=S0365-0596200600020000200065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">67. Klein VR, Cox SM, Mitchell MD, Wendel GD    Jr. The Jarisch-Herxheimer reaction complicating syphilotherapy in pregnancy.    Obstet Gynecol. 1990;75(3 pt1):375-80.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000290&pid=S0365-0596200600020000200066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">68. Rompalo AM. Can syphilis be erradicated from    the world? Curr Opin Infect Dis. 2001;14: 41-4. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000291&pid=S0365-0596200600020000200067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a name="end"></a><a href="#topo"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/seta.gif" border="0"></a><b>    Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</b>     <br>   Jo&atilde;o Carlos Regazzi Avelleira     <br>   Rua Diamantina 20. Jardim Bot&acirc;nico     <br>   22461-050 - Rio de Janeiro - RJ     <br>   Tel.: (21) 22943387     <br>   E-mail: <a href="mailto:avelleira@unikey.com.br">avelleira@unikey.com.br</a>        <br>       <br>   Conflito de interesse declarado: Nenhum </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Quest&otilde;es e Resultados das Quest&otilde;es</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">1. O tempo de divis&atilde;o do <i>T. pallidum</i>    &eacute; aproximadamente: </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) 12 horas     <br>     b) 30 horas     <br>     c) 7 dias     <br>     d) 14 dias</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana" size="2">2. A &uacute;nica das caracter&iacute;sticas    abaixo n&atilde;o encontrada no cancro duro &eacute;: </font></p>     <blockquote>        ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"> a) fundo limpo     <br>     b) rea&ccedil;&atilde;o ganglionar regional     <br>     c) les&atilde;o &uacute;nica     <br>     d) dor</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana" size="2"> 3. As les&otilde;es da s&iacute;filis secund&aacute;ria    importantes como fontes de cont&aacute;gio s&atilde;o: </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) as tuberocircinadas     <br>     b) as les&otilde;es faciais da s&iacute;filis “bonita”     <br>     c) os condilomas da regi&atilde;o inguinocrural     <br>     d) as les&otilde;es palmoplantares</font></p> </blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">4. Ap&oacute;s um per&iacute;odo de lat&ecirc;ncia    maior poder&atilde;o aparecer as les&otilde;es da s&iacute;filis terci&aacute;ria.    A suspei&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica &eacute; sugerida por: </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) simetria das les&otilde;es     <br>     b) tend&ecirc;ncia &agrave; vegeta&ccedil;&atilde;o     <br>     c) grande n&uacute;mero de les&otilde;es     <br>     d) les&otilde;es mais localizadas</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana" size="2">5. A s&iacute;filis cardiovascular compromete    mais freq&uuml;entemente: </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) o endoc&aacute;rdio     <br>     b) a aorta ascendente     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>     c) a aorta descendente     <br>     d) o mioc&aacute;rdio</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana" size="2">6. O acometimento neurol&oacute;gico da s&iacute;filis    mais precoce &eacute;: </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) <i>tabes dorsalis<i>     <br>     b) neuross&iacute;filis gomosa     <br>     c) paralisia geral progressiva     <br>     d) altera&ccedil;&otilde;es mening&eacute;ias</i></i></font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana" size="2">7. Em que per&iacute;odo da gravidez ocorre a    infec&ccedil;&atilde;o do embri&atilde;o? </font></p>     <blockquote>        ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"> a) em qualquer fase da gravidez     <br>     b) no primeiro trimestre da gravidez     <br>     c) no segundo trimestre da gravidez     <br>     d) no terceiro trimestre da gravidez</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana" size="2">8. Em crian&ccedil;as nascidas com s&iacute;filis    cong&ecirc;nita recente uma caracter&iacute;stica cl&iacute;nica que pode ajudar    na formula&ccedil;&atilde;o da hip&oacute;tese diagn&oacute;stica pode ser:    </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) les&otilde;es hipocrômicas cervicais     <br>     b) presen&ccedil;a do cancro junto a les&otilde;es secund&aacute;rias     <br>     c) rinite mucossang&uuml;inolenta     <br>     d) presen&ccedil;a do cancro misto</font></p> </blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">9. &Eacute; considerada uma caracter&iacute;stica    dos casos de s&iacute;filis em pacientes infectados com o v&iacute;rus HIV:    </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) m&aacute; resposta &agrave; penicilina          <br>     b) evolu&ccedil;&atilde;o para complica&ccedil;&otilde;es cardiovasculares          <br>     c) acometimento neural mais freq&uuml;ente e precoce     <br>     d) aus&ecirc;ncia do cancro de inocula&ccedil;&atilde;o</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana" size="2">10. Para os servi&ccedil;os de sa&uacute;de p&uacute;blica    o aspecto mais preocupante da associa&ccedil;&atilde;o entre a s&iacute;filis    e o v&iacute;rus HIV &eacute;: </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) possibilidade precoce do acometimento neurol&oacute;gico          <br>     b) necessidade de altera&ccedil;&atilde;o no esquema de tratamento recomendado          ]]></body>
<body><![CDATA[<br>     c) maior n&uacute;mero de casos de <i>T. pallidum</i> resistente     <br>     d) as les&otilde;es genitais aumentam o risco de ransmiss&atilde;o do v&iacute;rus      HIV</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana" size="2">11. O exame de campo escuro &eacute; um recurso    laboratorial que dever&aacute; ser usado: </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) caso n&atilde;o haja disponibilidade de      microsc&oacute;pios fluorescentes     <br>     b) no cancro da fase prim&aacute;ria     <br>     c) em les&otilde;es gomosas da s&iacute;filis terci&aacute;ria     <br>     d) para confirmar o VDRL</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana" size="2"> 12. Os casos de falso-negativos em testes n&atilde;o    trepon&ecirc;micos, chamado efeito prozona, s&atilde;o devidos a: </font></p>     <blockquote>        ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"> a) pequeno n&uacute;mero de treponemas nessa      fase     <br>     b) pouca especificidade da cardiolipina     <br>     c) excesso de anticorpos     <br>     d) soro muito concentrado</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana" size="2">13. Os testes trepon&ecirc;micos s&atilde;o atualmente    s&atilde;o utilizados principalmente: </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) na confirma&ccedil;&atilde;o dos casos      de s&iacute;filis     <br>     b) no diagn&oacute;stico da neuross&iacute;filis     <br>     c) no controle da cura dos casos de s&iacute;filis     <br>     d) na triagem de casos de s&iacute;filis</font></p> </blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">14. Os testes r&aacute;pidos podem significar    relevante aux&iacute;lio no controle da s&iacute;filis. O teste r&aacute;pido    mais promissor parece ser: </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) o teste de imobiliza&ccedil;&atilde;o do      treponema     <br>     b) o FTA     <br>     c) o teste imunocromatogr&aacute;fico     <br>     d) o Western-blot</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana" size="2">15. Uma gestante foi tratada com eritromicina    2g/dia por 15 dias. Podemos dizer do esquema terap&ecirc;utico utilizado: </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) tratamento incompleto; gestantes deveriam      ser tratadas por 30 dias     <br>     b) em gestante a penicilina &eacute; a &uacute;nica droga considerada efetiva          ]]></body>
<body><![CDATA[<br>     c) tratamento correto se se tratar de um caso de s&iacute;filis prim&aacute;ria          <br>     d) n&atilde;o deve ser usada pelo grande n&uacute;mero de efeitos colaterais      </font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana" size="2">16. Nos testes laboratoriais da neuross&iacute;filis,    o dado mais importante para definir um diagn&oacute;stico da doen&ccedil;a &eacute;:    </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) o aumento da celularidade do LCR     <br>     b) a positividade do teste FTA-ABS     <br>     c) a positividade do VDRL     <br>     d) aumento de prote&iacute;nas no LCR</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana" size="2">17. Qual o mecanismo de a&ccedil;&atilde;o da    penicilina contra o <i>T. pallidum</i>?</font></p>     <blockquote>        ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"> a) inibe a s&iacute;ntese do &aacute;cido      f&oacute;lico do treponema.     <br>     b) bloqueia a s&iacute;ntese da parede celular do treponema     <br>     c) atua diretamente no DNA do treponema     <br>     d) age no RNA mensageiro no n&iacute;vel dos ribossomas</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana" size="2">18. O esquema de tratamento preconizado pelo    PN de DST/Aids para os casos de s&iacute;filis latente tardia ou desconhecida    &eacute;: </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) cefatrexione + penicilina benzatina     <br>     b) penicilina cristalina 3-4 milh&otilde;es de 4/4 horas.     <br>     c) Penicilina benzatina, 3 doses semanais de 2 400 000UI     <br>     d) Penicilina benzatina, 2 doses semanais de 2 400 000UI</font></p> </blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">19. A escolha da penicilina benzatina como droga    padr&atilde;o do tratamento da s&iacute;filis deve-se a: </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) baixo custo     <br>     b) pequena incid&ecirc;ncia de efeitos colaterais     <br>     c) capacidade de atravessar a barreira hematotoencef&aacute;lica     <br>     d) manter n&iacute;veis terap&ecirc;uticos por longo per&iacute;odo</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana" size="2">20. A rea&ccedil;&atilde;o de Jarish-Herxheimer    j&aacute; foi descrita em outras doen&ccedil;as causadas por espiroquetas, como    a leptospirose e a doen&ccedil;a de Lyme. Marque qual a droga abaixo que tamb&eacute;m    pode causar a rea&ccedil;&atilde;o: </font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana" size="2"> a) garamicina     <br>     b) tetraciclina     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>     c) cloranfenicol     <br>     d) cefalosporina </font></p> </blockquote>     <p>&nbsp;</p> <table border="0" cellspacing="3" cellpadding="3">   <tr>      <td colspan="2">            <p><font face="Verdana" size="3"><b>GABARITO</b></font></p>     </td>   </tr>   <tr>      <td colspan="2">            <p><font face="Verdana" size="2"> Processos linfoproliferativos da pele.          Parte 2 – Linfomas cut&acirc;neos de c&eacute;lulas T e de c&eacute;lulas          NK. An Bras Dermatol. 2006;81(1):7-25.</font></p>     </td>   </tr>   <tr>      <td colspan="2">&nbsp;</td>   </tr>   <tr>      <td>            <p><font face="Verdana" size="2">1. b</font></p>     </td>     <td>            <p><font face="Verdana" size="2">11. b</font></p>     </td>   </tr>   <tr>      <td>            <p><font face="Verdana" size="2">2. c</font></p>     </td>     <td>            <p><font face="Verdana" size="2">12. d</font></p>     </td>   </tr>   <tr>      <td>            <p><font face="Verdana" size="2">3. d</font></p>     </td>     <td>            ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">13. b</font></p>     </td>   </tr>   <tr>      <td>            <p><font face="Verdana" size="2">4. a</font></p>     </td>     <td>            <p><font face="Verdana" size="2">14. a</font></p>     </td>   </tr>   <tr>      <td>            <p><font face="Verdana" size="2">5. d</font></p>     </td>     <td>            <p><font face="Verdana" size="2">15. d</font></p>     </td>   </tr>   <tr>      <td>            <p><font face="Verdana" size="2">6. c</font></p>     </td>     <td>            <p><font face="Verdana" size="2">16. c</font></p>     </td>   </tr>   <tr>      <td>            <p><font face="Verdana" size="2"> 7. a</font></p>     </td>     <td>            <p><font face="Verdana" size="2">17. b</font></p>     </td>   </tr>   <tr>      <td>            <p><font face="Verdana" size="2">8. b</font></p>     </td>     <td>            ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">18. c </font></p>     </td>   </tr>   <tr>      <td>            <p><font face="Verdana" size="2">9. c</font></p>     </td>     <td>            <p><font face="Verdana" size="2">19. d </font></p>     </td>   </tr>   <tr>      <td>            <p><font face="Verdana" size="2">10. a</font></p>     </td>     <td>            <p><font face="Verdana" size="2">20. a</font></p>     </td>   </tr> </table>        ]]></body><back>
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