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<journal-title><![CDATA[Anais Brasileiros de Dermatologia]]></journal-title>
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<publisher-name><![CDATA[Sociedade Brasileira de Dermatologia]]></publisher-name>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Doença de Kimura não é hiperplasia angiolinfóide com eosinofilia: correlação clinicopatológica com revisão da literatura e definição de critérios diagnósticos]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Kimura disease is not angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia: clinical and pathological correlation with literature review and definition of diagnostic criteria]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Doutor em Dermatologia Universidade Federal do Rio de Janeiro ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Kimura disease is a rare chronic inflammatory disease that presents as a tumor-like swelling in the head and neck region and is often associated with regional cervical lymphadenopathy. Cases have been described predominantly in the oriental literature. Kimura disease has been confused with angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia, for having common characteristics, but both conditions should be differentiated. In this article, the clinical and histopathological characteristics are revised and the criteria to differentiate the two conditions are presented.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana" size="2"><b>ARTIGO DE REVIS&Atilde;O</b></font></p>               <p>&nbsp;</p>               <p><font face="Verdana" size="4"><a name="topo"></a><b>Doen&ccedil;a de Kimura n&atilde;o &eacute; hiperplasia angiolinf&oacute;ide com eosinofilia: correla&ccedil;&atilde;o clinicopatol&oacute;gica com revis&atilde;o da literatura e defini&ccedil;&atilde;o de crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos<a href="#nota"><sup>*</sup></a></b></font></p>               <p>&nbsp;</p>               <p>&nbsp;</p>               <p><font face="Verdana" size="2"><b>Pedro Leonardo Briggs<sup>I</sup></b></font></p>                <p><font face="Verdana" size="2"> <sup>I</sup>Doutor em Dermatologia pela Universidade    Federal do Rio de Janeiro - UFRJ - Rio de Janeiro (RJ), Brasil. Fellow em Dermatopatologia    pela New York University. Fellow em Cirurgia de Mohs pela University of Wisconsin</font></p>               <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>               <p>&nbsp;</p>               <p>&nbsp;</p>  <hr size="1" noshade>               ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>               <p><font face="Verdana" size="2">A doen&ccedil;a de Kimura &eacute; doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria cr&ocirc;nica que se manifesta como crescimento tumoral indolor na regi&atilde;o da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o, freq&uuml;entemente associada &agrave; linfoadenopatia cervical. Por ser doen&ccedil;a rara, ter sido descrita inicialmente na literatura oriental e ter caracter&iacute;sticas em comum com a hiperplasia angiolinf&oacute;ide com eosinofilia, a doen&ccedil;a de Kimura tem sido confundida com essa enfermidade, da qual deve ser distinguida.  Neste artigo, revisam-se as caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas e histopatol&oacute;gicas e apresentam-se crit&eacute;rios para a diferencia&ccedil;&atilde;o dessas duas entidades.</font></p>                <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave:</b> Hemangioma; Hiperplasia angiolinf&oacute;ide com eosinofilia; Histologia</font></p>  <hr size="1" noshade>               <p>&nbsp;</p>               <p>&nbsp;</p>               <p><font face="Verdana" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>               <p><font face="Verdana" size="2">A doen&ccedil;a de Kimura (DK) foi descrita inicialmente em 1937 na literatura chinesa por Kimm e Szeto<sup>1</sup> como “linfogranuloma eosinof&iacute;lico hiperpl&aacute;sico”, tornando-se conhecida como DK ap&oacute;s a publica&ccedil;&atilde;o por Kimura et al.<sup>2</sup> de casos similares no Jap&atilde;o sob o t&iacute;tulo de “Granula&ccedil;&atilde;o at&iacute;pica associada a altera&ccedil;&otilde;es hiperpl&aacute;sicas em tecido linf&oacute;ide”. &Eacute; doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria cr&ocirc;nica envolvendo a derme e o tecido celular subcut&acirc;neo, caracterizada por um ou m&uacute;ltiplos n&oacute;dulos ou massas indolores. Ocorre predominantemente de forma unilateral na regi&atilde;o da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o e com freq&uuml;&ecirc;ncia est&aacute; associada &agrave; linfoadenopatia regional com ou sem comprometimento de gl&acirc;ndulas salivares.<sup>3</sup> Histopatologicamente caracteriza-se por infiltrado inflamat&oacute;rio linfoc&iacute;tico com forma&ccedil;&atilde;o de fol&iacute;culos linf&oacute;ides entremeados por agregados de eosin&oacute;filos e fibrose vari&aacute;vel em um estroma ricamente vascular. A fisiopatologia da DK permanece desconhecida, embora rea&ccedil;&atilde;o al&eacute;rgica, trauma e processo auto-imune tenham sido implicados como fatores desencadeantes.<sup>3,4</sup></font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">A hiperplasia angiolinf&oacute;ide com eosinofilia subcut&acirc;nea (Hale) foi descrita em 1969 por Wells e Whimpster,<sup>5</sup> que estudaram nove pacientes com n&oacute;dulos subcut&acirc;neos persistentes na cabe&ccedil;a e no pesco&ccedil;o. Esses casos apresentavam histopatologicamente prolifera&ccedil;&atilde;o vascular exuberante, infiltrado inflamat&oacute;rio contendo linf&oacute;citos, eosin&oacute;filos e mast&oacute;citos, por&eacute;m nenhum grau de fibrose. Os autores consideraram que a fase tardia da HALE corresponderia &agrave; doen&ccedil;a de Kimura e foram seguidos em suas observa&ccedil;&otilde;es por Reed et al.<sup>6</sup> e Eveson et al.<sup>7</sup> Posteriormente, numerosos artigos<sup>8-10</sup> passaram a considerar sin&ocirc;nimas as duas denomina&ccedil;&otilde;es.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Embora artigos recentes<sup>11,12</sup> tenham estabelecido crit&eacute;rios consistentes para a diferencia&ccedil;&atilde;o entre HALE e doen&ccedil;a de Kimura, diversos autores ainda confundem essas duas entidades.<sup>13-15</sup></font></p>       <p><font face="Verdana" size="2"><b>Doen&ccedil;a de Kimura </b></font></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">A DK &eacute; desordem inflamat&oacute;ria rara de causa desconhecida. A maior parte dos pacientes &eacute; composta por jovens do sexo masculino e de origem asi&aacute;tica. A preval&ecirc;ncia em pacientes de outras ra&ccedil;as &eacute; considerada baixa. A doen&ccedil;a &eacute; caracterizada por uma tr&iacute;ade de massa ou massas subcut&acirc;neas indolores na regi&atilde;o da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o, eosinofilia no sangue perif&eacute;rico e nos tecidos, e aumento acentuado de n&iacute;veis s&eacute;ricos de imunoglobulina E (IgE).<sup>16,17</sup></font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">Ao exame f&iacute;sico, pacientes com DK apresentam    uma ou mais massas subcut&acirc;neas na regi&atilde;o da cabe&ccedil;a e do    pesco&ccedil;o, acompanhadas de adenomegalias sat&eacute;lites e/ou aumento    de volume de gl&acirc;ndulas salivares, principalmente par&oacute;tidas e submaxilares    (<a href="#fig1">Figura 1</a>). As les&otilde;es s&atilde;o firmes &agrave;    palpa&ccedil;&atilde;o, indolores e aumentam progressivamente de tamanho, podendo    chegar a medir entre tr&ecirc;s e 10cm de di&acirc;metro. Existe acentuada preponder&acirc;ncia    do sexo masculino, com rela&ccedil;&atilde;o masculino/feminino de 2:1, sendo    a terceira d&eacute;cada a faixa et&aacute;ria mais acometida pelo in&iacute;cio    da doen&ccedil;a.<sup>18,19</sup> Kung et al.<sup>3</sup> estudaram 21 pacientes,    sendo 18 homens e tr&ecirc;s mulheres, e observaram que a idade de aparecimento    das les&otilde;es variava de sete a 50 anos, com m&eacute;dia de 28 anos. Freq&uuml;entemente    esses pacientes referiam prurido na pele sobrejacente. Neste estudo, a maioria    das les&otilde;es encontrava-se na regi&atilde;o da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o,    havendo tamb&eacute;m em sete casos comprometimento da gl&acirc;ndula par&oacute;tida.    Foram descritas tamb&eacute;m les&otilde;es nas regi&otilde;es inguinal, membros    superiores e parede tor&aacute;xica.<sup>3</sup></font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a9fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Embora a patogenia da DK permane&ccedil;a desconhecida, ela &eacute; considerada atualmente doen&ccedil;a de origem al&eacute;rgica e parece ser um dist&uacute;rbio imunol&oacute;gico sist&ecirc;mico. A eosinofilia e o aumento nos n&iacute;veis s&eacute;ricos de IgE permitem que a DK seja considerada rea&ccedil;&atilde;o al&eacute;rgica tipo CD4(+) T helper 2 (Th2). C&eacute;lulas Th2 produziriam interleucinas (IL) IL-4 IL-5 e IL-13, que por sua vez agiriam nas c&eacute;lulas B promovendo a produ&ccedil;&atilde;o de IgE ant&iacute;geno espec&iacute;ficas. A prolifera&ccedil;&atilde;o celular Th2 e a superexpress&atilde;o de citocinas desempenhariam papel fundamental no desenvolvimento da doen&ccedil;a.<sup>16,20</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As altera&ccedil;&otilde;es histopatol&oacute;gicas    da DK consistem de infiltrado inflamat&oacute;rio maci&ccedil;o, nodular e difuso,    misto, composto predominantemente por linf&oacute;citos e eosin&oacute;filos    ocupando toda a extens&atilde;o da derme reticular, tecido celular subcut&acirc;neo    e, algumas vezes, f&aacute;scia muscular e m&uacute;sculo esquel&eacute;tico    (<a href="#fig2">Figura 2</a>). O infiltrado inflamat&oacute;rio &eacute; mal    circunscrito e cont&eacute;m numerosos fol&iacute;culos linf&oacute;ides, podendo    ocorrer infiltra&ccedil;&atilde;o de gl&acirc;ndulas salivares adjacentes.<sup>13,15</sup>    Os fol&iacute;culos linf&oacute;ides s&atilde;o hiperpl&aacute;sicos e cont&ecirc;m    centros germinativos proeminentes (<a href="#fig3">Figura 3</a>). Ocasionalmente    pode haver infiltra&ccedil;&atilde;o eosinof&iacute;lica com &aacute;reas de    necrose (<a href="#fig4">Figura 4</a>). Embora plasm&oacute;citos e histi&oacute;citos    estejam presentes, n&atilde;o se observam c&eacute;lulas epiteli&oacute;ides,    c&eacute;lulas gigantes multinucleadas ou granulomas.<sup>3,10</sup> Verifica-se    fibroplasia no tecido celular subcut&acirc;neo e ao redor da les&atilde;o. Ocasionalmente    pode ser constatada fibrose estendendo-se sob a forma de septos. A celularidade    da fibroplasia &eacute; vari&aacute;vel, tendendo &agrave; hialiniza&ccedil;&atilde;o    em les&otilde;es mais antigas.<sup>13,21</sup></font></p>     <p align="center"><a name="fig2"></a></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a9fig02.jpg"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="fig3"></a></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a9fig03.jpg"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="fig4"></a></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a9fig04.jpg"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">As les&otilde;es s&atilde;o marcadamente vasculares, os capilares, numerosos, e seu endot&eacute;lio, proeminente e sem atipias citol&oacute;gicas.<sup>13,21</sup> Pequenas art&eacute;rias apresentam hiperplasia ou fibrose das t&uacute;nicas &iacute;ntima e muscular. Raramente observam-se art&eacute;rias de grande calibre. Em les&otilde;es mais antigas existem fibrose mais acentuada, fol&iacute;culos linf&oacute;ides menos ativos, infiltrado inflamat&oacute;rio menos intenso e componente vascular relativamente menos exuberante.<sup>13,15,21</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Devido &agrave; natureza benigna da DK, o tratamento consiste desde a observa&ccedil;&atilde;o e acompanhamento em casos discretos e assintom&aacute;ticos at&eacute; excis&atilde;o cir&uacute;rgica conservativa, embora as les&otilde;es tendam a recidivar com certa freq&uuml;&ecirc;ncia. Outras op&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas menos utilizadas incluem cortic&oacute;ides intralesionais, ciclosporina, pentoxifilina e radioterapia.<sup>22-27</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Hiperplasia angiolinf&oacute;ide com eosinofilia (HALE) </b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em 1969, Wells e Whimpster<sup>5</sup> estudaram nove pacientes com n&oacute;dulos subcut&acirc;neos persistentes na cabe&ccedil;a e no pesco&ccedil;o e os descreveram sob o nome de “hiperplasia angiolinf&oacute;ide com eosinofilia subcut&acirc;nea” (HALE). Wilson-Jones e Bleehen<sup>28</sup> descreveram les&otilde;es semelhantes e as publicaram no mesmo ano e no mesmo peri&oacute;dico sob a denomina&ccedil;&atilde;o “n&oacute;dulos angiomatosos inflamat&oacute;rios com vasos sang&uuml;&iacute;neos anormais ocorrendo no couro cabeludo e orelhas – granuloma piog&ecirc;nico pseudo ou at&iacute;pico”. Em 1983, Enzinger e Weiss,<sup>29</sup> em seu livro Soft Tissue Tumor propuseram a express&atilde;o “hemangioma epiteli&oacute;ide” para essa forma&ccedil;&atilde;o vascular incomum e distinta.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A HALE &eacute; doen&ccedil;a rara que se manifesta    pela presen&ccedil;a de p&aacute;pulas e n&oacute;dulos d&eacute;rmicos, medindo    cerca de dois a 3cm e de colora&ccedil;&atilde;o variando do castanho-claro    ao rosa (<a href="#fig5">Figura 5</a>). Ocorre predominantemente na regi&atilde;o    da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o, e principalmente ao redor do ouvido externo    de pacientes jovens. Parece haver maior incid&ecirc;ncia no sexo feminino, sendo    mais comum em pacientes com idades entre 20 e 50 anos, com pico de incid&ecirc;ncia    entre 30 e 33 anos.<sup>21,30</sup> Embora sua patogenia permane&ccedil;a indefinida    e alguns autores a considerem uma rea&ccedil;&atilde;o vasoproliferativa anormal,    trabalhos recentes<sup>11,13</sup> tendem a consider&aacute;-la neoplasia vascular    benigna ou m&aacute;-forma&ccedil;&atilde;o vascular secund&aacute;ria a um    shunt arteriovenoso subcut&acirc;neo, que eventualmente pode estar associado    a trauma pr&eacute;vio. A eosinofilia no sangue perif&eacute;rico &eacute; freq&uuml;entemente    ausente na HALE, assim como os n&iacute;veis de IgE, que se encontram normais.<sup>13</sup></font></p>     <p><a name="fig5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a9fig05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Histopatologicamente a HALE caracteriza-se predominantemente    por prolifera&ccedil;&atilde;o vascular e infiltra&ccedil;&atilde;o inflamat&oacute;ria    (<a href="#fig6">Figura 6</a>).<sup>13,15,30</sup> O componente vascular &eacute;    composto por capilares agrupados ao redor de vasos arteriais ou venosos, dilatados    e at&iacute;picos, formando uma arquitetura lobular e algumas vezes envoltos    por um estroma fibromix&oacute;ide (<a href="#fig7">Figura 7</a>).<sup>13</sup>    Esses capilares apresentam endot&eacute;lio protuso, com n&uacute;cleos arredondados    e algumas vezes poligonais (<a href="#fig8">Figura 8</a>). Um ou mais vac&uacute;olos    citoplasm&aacute;ticos podem ser observados nas c&eacute;lulas endoteliais anormais.    A les&atilde;o pode crescer inteiramente em um vaso sang&uuml;&iacute;neo ou    originar-se da parede vascular.<sup>21</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="fig6"></a></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a9fig06.jpg"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="fig7"></a></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a9fig07.jpg"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="fig8"></a></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a9fig08.jpg"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">O componente inflamat&oacute;rio caracteriza-se por infiltrado superficial e profundo, nodular e difuso, composto predominantemente por linf&oacute;citos, eosin&oacute;filos em n&uacute;mero vari&aacute;vel, plasm&oacute;citos e mast&oacute;citos. Fol&iacute;culos linf&oacute;ides s&atilde;o raros ou ausentes na maioria dos casos. O infiltrado inflamat&oacute;rio tende a ser menos consp&iacute;cuo em les&otilde;es papulosas do que em les&otilde;es nodulares.<sup>13,21</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Al&eacute;m de DK, o diagn&oacute;stico diferencial de HALE deve incluir angiossarcoma, hemangioma, hemangioendotelioma e rea&ccedil;&atilde;o a picada de insetos.<sup>15</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Angiossarcomas podem ser distinguidos de HALE por apresentar atipia nuclear com hipercromatismo, atividade mit&oacute;tica e pela raridade de eosin&oacute;filos no infiltrado inflamat&oacute;rio. Hemangiomas n&atilde;o apresentam infiltrado inflamat&oacute;rio intr&iacute;nseco e raramente mostram c&eacute;lulas endoteliais aumentadas, protusas ou com citoplasma eosinof&iacute;lico. Al&eacute;m das caracter&iacute;sticas acima, o hemangioendotelioma tem crescimento reticulado caracter&iacute;stico.<sup>15,21</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Rea&ccedil;&otilde;es a picada de inseto ou rea&ccedil;&otilde;es a vacinas podem apresentar caracter&iacute;sticas inflamat&oacute;rias em comum com HALE, por&eacute;m raramente demonstram um componente vascular exuberante.<sup>15</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O tratamento de HALE &eacute; sempre um desafio.<sup>20,31</sup> Excis&atilde;o cir&uacute;rgica, incluindo os segmentos arteriais e venosos na base da les&atilde;o, parece ser o mais eficaz. Recentemente, a cirurgia de Mohs<sup>32</sup> foi utilizada como forma de poupar mais tecido e controlar margens. Outras op&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas menos utilizadas incluem isotretinoina, interferon, pentoxifilina, imiquimod, crioterapia e laser.<sup>33-40</sup></font></p>      <p>&nbsp;</p>               <p><font face="Verdana" size="3"><b>DISCUSS&Atilde;O </b></font></p>        <p><font face="Verdana" size="2"> Por muitos anos, autores de publica&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas na l&iacute;ngua inglesa utilizaram as express&otilde;es HALE e DK como sin&ocirc;nimas.<sup>13</sup> Ainda hoje, na &uacute;ltima edi&ccedil;&atilde;o do livro Dermatology in General Medicine, de Fitzpatrick e colaboradores,<sup>14</sup> ainda persiste a d&uacute;vida a respeito de as duas entidades representarem doen&ccedil;as distintas. A dificuldade em distingui-las deve-se em parte &agrave; raridade de DK na literatura ocidental e &agrave;s caracter&iacute;sticas comuns &agrave;s duas doen&ccedil;as.<sup>3,13</sup></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">HALE e DK apresentam as seguintes caracter&iacute;sticas    histopatol&oacute;gicas<sup>13</sup> comuns: ambas podem envolver a derme e    o tecido celular subcut&acirc;neo, apresentam infiltrado inflamat&oacute;rio    composto por linf&oacute;citos e eosin&oacute;filos, vasos sang&uuml;&iacute;neos    com c&eacute;lulas endoteliais que podem ser protusas e com citoplasma abundante,    e fibroplasia, t&ecirc;m plasm&oacute;citos no infiltrado inflamat&oacute;rio    e poupam estruturas anexiais epiteliais e n&atilde;o epiteliais (<a href="#qua1">Quadro    1</a>).</font></p>     <p><a name="qua1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a9qua01.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Apesar dessas caracter&iacute;sticas em comum,    HALE e DK podem ser facilmente diferenciadas uma da outra (<a href="/img/revistas/abd/v81n2/a9qua02.gif">Quadro    2</a>). J&aacute; no pequeno aumento do microsc&oacute;pio, HALE caracteriza-se    por vasos sang&uuml;&iacute;neos dilatados, algumas vezes com formatos bizarros    e irregulares, e com c&eacute;lulas endoteliais aumentadas e protusas com citoplasma    abundante. Esses vasos freq&uuml;entemente s&atilde;o circundados por um anel    de fibroplasia contendo mucina. Em contraste, DK caracteriza-se histopatologicamente    no pequeno aumento por infiltrado inflamat&oacute;rio nodular e difuso em toda    a extens&atilde;o da derme e al&eacute;m, dominado por fol&iacute;culos linf&oacute;ides    associados &agrave; fibroplasia, que substitui muito do tecido celular subcut&acirc;neo.<sup>13,21</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Em maiores aumentos, HALE caracteriza-se por c&eacute;lulas endoteliais aumentadas e muitas vezes poligonais, com vac&uacute;olos proeminentes em seu citoplasma. Esses vac&uacute;olos n&atilde;o est&atilde;o presentes em DK. Embora eosin&oacute;filos estejam presentes em ambas as enfermidades, eles podem ser poucos ou praticamente ausentes em HALE, mas sempre abundantes em DK. Por &uacute;ltimo, enquanto fol&iacute;culos linf&oacute;ides s&atilde;o uma condi&ccedil;&atilde;o sine qua non para o diagn&oacute;stico de DK, eles est&atilde;o presentes em menos de 10&#37; dos casos de HALE.<sup>13</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Clinicamente tamb&eacute;m ocorrem diferen&ccedil;as importantes que permitem distinguir DK de HALE, particularmente o maior di&acirc;metro das les&otilde;es, o maior tempo de evolu&ccedil;&atilde;o e a colora&ccedil;&atilde;o eritematosa ou purp&uacute;rica da HALE, refletindo a natureza vascular do processo.<sup>4,13</sup></font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">A HALE &eacute; considerada m&aacute;-forma&ccedil;&atilde;o vascular resultante de um shunt arteriovenoso. O processo &eacute; predominantemente vascular, e outras altera&ccedil;&otilde;es, como fol&iacute;culos linf&oacute;ides e eosin&oacute;filos, parecem ser secund&aacute;rias. Em contraste, DK parece ter base imunol&oacute;gica, refletindo os in&uacute;meros fol&iacute;culos linf&oacute;ides e eosin&oacute;filos que a constituem. A no&ccedil;&atilde;o ainda presente entre alguns autores de que HALE e DK s&atilde;o parte de uma mesma doen&ccedil;a n&atilde;o tem respaldo cl&iacute;nico, histopatol&oacute;gico ou biol&oacute;gico. Histopatologicamente, as duas enfermidades podem ser diferenciadas de imediato j&aacute; em um pequeno aumento do microsc&oacute;pio, e outras caracter&iacute;sticas constatadas em maiores aumentos, confirmando e permitindo sua diferencia&ccedil;&atilde;o.</font> </p>       <p>&nbsp;</p>            <p><font face="Verdana" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>                <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">1. Kimm HT, Szeto C. Eosinophilic hyperplastic lymphogranuloma, comparison with Mikulicz's disease. Proc Chin Med Soc. 1937;1:329.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0365-0596200600020000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">2. Kimura T, Yoshimura S, Ishikawa E. On the unusual granulation combined with hyperplastic changes of lymphatic tissues. Trans Soc Pathol Jpn. 1948;37:179-80.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0365-0596200600020000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">3. Kung IT, Gibson JB, Bannatyne PM. Kimura's disease: a clinico-pathological study of 21 cases and its distinction from angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia. Pathology. 1984;16:39-44.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0365-0596200600020000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">4. Kuo TT, Shih LY, Chan HL. Kimura's disease. Involvement of regional lymph nodes and distinction from angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia. Am J Surg Pathol. 1988;12:843-54.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0365-0596200600020000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">5. Wells GC, Whimster IW. Subcutaneous angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia. Br J Dermatol. 1969;81:1-5.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0365-0596200600020000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">6. Reed RJ, Terazakis N. Subcutaneous angioblasticlymphoid hyperplasia with eosinophilia (Kimura’s disease). Cancer. 1972;29:489-97.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0365-0596200600020000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">7. Eveson JW, Lucas RB. Angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia. J Oral Pathol. 1979;8:103-8. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0365-0596200600020000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">8. Kim BH, Sithian N, Cucolo GF. Subcutaneous angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia (Kimura’s disease). Report of a case. Arch Dermatol. 1975;110:1246-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0365-0596200600020000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">9. Rehak A, Bou-Resli M, Mousa AM. Angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia. Dermatologica. 1980;161:157-66.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0365-0596200600020000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">10. Thompson JW, Colman M, Williamson C, Ward PH. Angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia of the external canal. Arch Otolaryngol. 1981;107:316-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0365-0596200600020000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">11. Googe PB, Harris NL, Mihm MC Jr. Kimura's disease and angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia: two distinct histopathological entities. J Cutan Pathol. 1987;14:263-71.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0365-0596200600020000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">12. Chen H, Thompson LD, Aguilera NS, Abbondanzo SL. Kimura disease: a clinicopathologic study of 21 cases. Am J Surg Pathol. 2004;28:505-13.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0365-0596200600020000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">13. Ackerman AB, Briggs PL. Differential diagnosis in dermatopathology. Vol III. Pennsylvania: Lea & Febiger; 1993. p.62-5.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0365-0596200600020000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">14. Leiferman KM, Peters MS, Gleich G. Eosinophils in cutaneous diseases. In: Fitzpatrick, Eisen, Wolff, Freedberg, and Austen. Fitzpatrick's Dermatology In General Medicine. New York: McGraw-Hill; 2003. p.959-66.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0365-0596200600020000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">15. Lever WF, Schaumburg-Lever G. Histopathology of the skin. 8th ed. Philadelphia:Lippincott; 1997. p.889-931.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0365-0596200600020000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">16. Armstrong WB, Allison G, Pena F, Kim JK. Kimura's disease: two case reports and a literature review. Ann Otol Rhinol Laryngol. 1998;107:1066-71.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0365-0596200600020000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">17. Chen H, Thompson LD, Aguilera NS, Abbondanzo SL. Kimura disease: a clinicopathologic study of 21 cases. Am J Surg Pathol. 2004;28:505-13.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S0365-0596200600020000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">18. Gumbs MA, Pai NB, Saraiya RJ, Rubinstein J, Vythilingam L, Choi YJ. Kimura's disease: a case report and literature review. J Surg Oncol. 1999;70:190-3.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0365-0596200600020000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">19. Chun SI, Ji HG. Kimura’s disease and angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia: clinical and histopathologic differences. J Am Acad Dermatol. 1992;27:954–8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0365-0596200600020000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">20. Shetty AK, Beaty MW, McGuirt W, WoodsCR, Givner LB. Kimura’s Disease: A Diagnostic Challenge. Pediatrics. 2002;110:39.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0365-0596200600020000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">21. Urabe A, Tsuneyoshi M, Enjoji M. Epithelioid hemangioma versus Kimura’s disease. Am J Pathol. 1987;11:758-66.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0365-0596200600020000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">22. Kaneko K, Aoki M, Hattori S, Sato M, Kawana S. Successful treatment of Kimura's disease with cyclosporine. J Am Acad Dermatol. 1999;41(5 Pt 2):893-4.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0365-0596200600020000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">23. Hongcharu W, Baldassano M, Taylor CR. Kimura’s disease with oral ulcers: response to pentoxifylline. J Am Acad Dermatol. 2000;43:905-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0365-0596200600020000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">24. Itami J, Arimizu N, Miyoshi T, Ogata H, Miura K. Radiation therapy in Kimura’s disease. Acta Oncol. 1989;28:511-4.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0365-0596200600020000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">25. Pasyk KA, Elsenety EN, Schelbert EB. Angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia-acquired port-wine-stain-like lesions: attempt at treatment with the argon laser. Head Neck Surg. 1988;10:269-79.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0365-0596200600020000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">26. Katagiri K, Itami S, Hatano Y, Yamaguchi T, Takayasu S. In vivo expression of IL-4, IL-5, IL-13 and IFN-gamma mRNAs in peripheral blood mononuclear cells and effect of cyclosporin A in a patient with Kimura's disease. Br J Dermatol. 1997;137:972-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0365-0596200600020000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">27. Abrahamson TG, Davis DA. Angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia responsive to pulsed dye laser. J Am Acad Dermatol. 2003;49:S195-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0365-0596200600020000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">28. Wilson-Jones E, Bleehen SS. 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Tabata H, Ishikawa O, Ohnishi K, Ishikawa H. Kimura’s disease with marked proliferation of HLA-DR+ CD4+ T cells in the skin, lymph node, and peripheral blood. Dermatology. 1992;184:145-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0365-0596200600020000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">31. Mehregan AH, Shapiro L. Angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia. Arch Dermatol. 1971; 103: 50-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0365-0596200600020000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">32. Miller CJ, Iofreda MD, Ammirati CT. Mohs Micrographic Surgery for Angiolymphoid. Hyperplasia with Eosinophilia. Dermatol Surg. 2004;30:1169-73.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0365-0596200600020000900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">33. Cooper SM, Dawber RP, Millard P. Angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia treated by cryosurgery. 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Angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia successfully treated with a long-pulsed tunable dye laser. Dermatol Surg. 2000;26:211-4.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0365-0596200600020000900035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">36. Nomura K, Sasaki C, Murai T, Mitsuhashi Y, Sato S. Angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia: successful treatment with indomethacin farnesil. 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A case of angiolymphoid hyperplasia with eosinophilia treated with intralesional interferon alfa-2a. Arch Dermatol. 2000;136:837–9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0365-0596200600020000900040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>               <p>&nbsp;</p>               <p><font face="Verdana" size="2"><a name="end"></a><a href="#topo"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/seta.gif"  border="0"></a>    <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia </b>         <br>Pedro Leonardo Briggs             <br>Rua Volunt&aacute;rios da P&aacute;tria, 445/1207        <br>22270-000 - Rio de Janeiro – RJ</font></p>               <p><font face="Verdana" size="2">Conflito de interesse declarado: Nenhum  </font></p>               ]]></body>
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