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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fundamentos da fotografia digital em Dermatologia]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Dermatologista da disciplina de Telemedicina Faculdade de Medicina da Universidade de Sáo Paulo Pós-graduando (doutorado) da disciplina de Telemedicina da Faculdade de Medicina da Universidade de Sáo Paulo]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Digital technology has promoted a great popularization of photographic registration in several medical areas. Because of its visual nature, dermatology has incorporated the benefits of this tool in clinical practice and research. This article aims to offer guidance to the dermatologist who is unfamiliar with this technology, providing basic understanding for the best use of digital photography equipment.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana" size="2"><b>ARTIGO DE REVIS&Atilde;O</b></font></p>               <p>&nbsp;</p>               <p><font face="Verdana" size="4"><a name="topo"></a><b>Fundamentos da fotografia digital em Dermatologia <a href="#nota"><sup>*</sup></a></b></font></p>               <p>&nbsp;</p>               <p>&nbsp;</p>               <p><font face="Verdana" size="2"><b>H&eacute;lio Amante Miot<sup>I</sup>; Maur&iacute;cio Pedreira Paix&atilde;o<sup>II</sup>; Francisco Macedo Paschoal<sup>III</sup></b></font></p>                <p><font face="Verdana" size="2"> <sup>I</sup>Professor doutor substituto do Departamento    de Dermatologia e Radioterapia da Faculdade de Medicina de Botucatu - FMB-Unesp    - Botucatu (SP), Brasil    <br>   <sup>II</sup>Dermatologista da disciplina de Telemedicina da Faculdade de Medicina    da Universidade de S&aacute;o Paulo - USP - S&atilde;o Paulo (SP). P&oacute;s-graduando    (doutorado) da disciplina de Telemedicina da Faculdade de Medicina da Universidade    de S&aacute;o Paulo - USP - S&atilde;o Paulo (SP). Especializa&ccedil;&atilde;o    em Cirurgia Dermatol&oacute;gica pela Faculdade de Medicina do ABC, Santo Andr&eacute;    (SP), Brasil    <br>   <sup>III</sup>Professor doutor, auxiliar de ensino da Faculdade de Medicina    do ABC - Santo Andr&eacute; (SP), Brasil</font></p>               <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>               ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>               <p>&nbsp;</p>  <hr size="1" noshade>               <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>               <p><font face="Verdana" size="2">A tecnologia digital promoveu grande populariza&ccedil;&atilde;o do registro fotogr&aacute;fico em diversas &aacute;reas m&eacute;dicas. A dermatologia, por sua natureza visual, vem absorvendo os benef&iacute;cios dessa ferramenta na pr&aacute;tica cl&iacute;nica e na pesquisa. Este artigo visa orientar o dermatologista n&atilde;o familiarizado com essa tecnologia, oferecendo no&ccedil;&otilde;es para o melhor uso do equipamento de fotografia digital.</font></p>                <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave:</b> Dermatologia; Fotografia; M&eacute;todos</font></p>  <hr size="1" noshade>               <p>&nbsp;</p>               <p>&nbsp;</p>               <p><font face="Verdana" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>               <p><font face="Verdana" size="2">A dermatologia, pela grande rela&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas morfol&oacute;gicas das les&otilde;es com o diagn&oacute;stico, &eacute; considerada especialidade com importante componente visual, favorecendo o desenvolvimento de t&eacute;cnicas de representa&ccedil;&atilde;o iconogr&aacute;ficas.</font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">O Departamento de Imagem da SBD incentiva a documenta&ccedil;&atilde;o fotogr&aacute;fica na pr&aacute;tica dermatol&oacute;gica, abrangendo assist&ecirc;ncia, ensino e pesquisa. Nesse &iacute;nterim, a tecnologia digital veio reduzir os custos, aumentar a versatilidade e a produtividade, e proporcionar a populariza&ccedil;&atilde;o do uso de fotografia na especialidade.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">&Eacute; importante salientar que a fotografia dermatol&oacute;gica, ao contr&aacute;rio da fotografia art&iacute;stica, valoriza elementos de realidade e verossimilhan&ccedil;a, ou seja, que permitam o reconhecimento das les&otilde;es documentadas com fidelidade, em qualquer tempo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Este artigo visa orientar o dermatologista n&atilde;o familiarizado com essa tecnologia para o melhor uso da fotografia digital em sua especialidade.</font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b>DIFEREN&Ccedil;AS ENTRE A FOTOGRAFIA DIGITAL E A TRADICIONAL</b></font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">A tecnologia digital veio modificar o conceito de registro fotogr&aacute;fico. Dessa forma, o registro fotoqu&iacute;mico que ocorria nas pel&iacute;culas (filmes), foi substitu&iacute;do por um sensor eletr&ocirc;nico que transforma diferentes intensidades de luz em sinais digitalizados, sendo posteriormente armazenados como um arquivo de computador. Todavia, em uma c&acirc;mera digital, seu corpo, sistema de lentes e estrutura mec&acirc;nica, bem como as t&eacute;cnicas fotogr&aacute;ficas utilizadas, em nada diferem da fotografia tradicional.<sup>1</sup></font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">Cada ponto luminoso da imagem captado pelo sensor eletr&ocirc;nico denomina-se pixel, e o arranjo ordenado de pixels de diferentes intensidades de cor forma a imagem digital.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Todo pixel refere uma intensidade de cor vermelha, verde e azul (sistema RGB – Red, Green, Blue), cuja combina&ccedil;&atilde;o resulta em uma cor do espectro luminoso, variando do preto (aus&ecirc;ncia de cor) ao branco (m&aacute;xima intensidade de cor R, G e B).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Cada pixel registrado &eacute; codificado por uma localiza&ccedil;&atilde;o topogr&aacute;fica na imagem fotogr&aacute;fica e uma intensidade de cor. Essa codifica&ccedil;&atilde;o permite que os editores de imagem realizem opera&ccedil;&otilde;es com as fotografias digitais, modificando esses c&oacute;digos, e os pesquisadores realizem mensura&ccedil;&otilde;es como c&aacute;lculos de dist&acirc;ncias, &aacute;reas, intensidades de cor e reconhecimento de padr&otilde;es nas imagens digitais.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O n&uacute;mero total de pixels de uma fotografia digital chama-se resolu&ccedil;&atilde;o. Nesse caso, quanto maior o n&uacute;mero de pixels (maior resolu&ccedil;&atilde;o), maiores a dimens&atilde;o da imagem registrada, o n&uacute;mero de detalhes percebido e o tamanho do arquivo de computador gerado.<sup>2</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Portanto, pixel &eacute; a estrutura elementar que forma a imagem digital.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b>TIPOS DE C&Acirc;MERA DIGITAL</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Basicamente as c&acirc;meras digitais se dividem em compactas e profissionais, e sua escolha deve basear-se no conhecimento t&eacute;cnico e na perspectiva de seu uso, ao menos, por um per&iacute;odo de alguns anos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As c&acirc;meras compactas evolu&iacute;ram quanto &agrave; capacidade de fotometria, focagem, resolu&ccedil;&atilde;o, fun&ccedil;&atilde;o macro e controle de par&acirc;metros fotogr&aacute;ficos, como abertura do diafragma, velocidade do obturador, sensibilidade de filme, entre outros. S&atilde;o os modelos mais freq&uuml;entemente adquiridos pelos dermatologistas sob o argumento de praticidade, portabilidade e bom custo/benef&iacute;cio.<sup>3</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Contudo, a falta do controle da intensidade do flash nas macrofotografias, os efeitos decorrentes do &acirc;ngulo de incid&ecirc;ncia da luz do flash, a dificuldade de focagem a menos de 10cm da les&atilde;o, o controle manual do foco e a menor durabilidade s&atilde;o alguns elementos que dep&otilde;em contra a escolha de um equipamento compacto.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As c&acirc;meras profissionais (SLR – Single Lens Reflex) geralmente s&atilde;o mais dur&aacute;veis e permitem troca de objetivas e filtros, acoplamento de diferentes modalidades de flash, lentes para dermatoscopia (como o Dermaphoto<sup>TM</sup>, utilizado para foto dermatosc&oacute;pica) e adaptadores para aquisi&ccedil;&atilde;o de fotografia ultravioleta, n&atilde;o encontrando limites para a documenta&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es cut&acirc;neas. O maior custo de aquisi&ccedil;&atilde;o da c&acirc;mera e dos acess&oacute;rios, maior n&uacute;mero de controles fotogr&aacute;ficos, seu peso e tamanho s&atilde;o elementos que podem desfavorecer a escolha de uma c&acirc;mera profissional. As inova&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas resultam no lan&ccedil;amento peri&oacute;dico de in&uacute;meros modelos de c&acirc;meras pelos fabricantes, resultando na r&aacute;pida obsolesc&ecirc;ncia do equipamento digital. Esses elementos apontam para a necessidade do conhecimento t&eacute;cnico adequado para uma escolha cuidadosa na compra, com base no tipo de demanda fotogr&aacute;fica desejada.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O <a href="#qua1">quadro 1</a> apresenta os principais    fabricantes de c&acirc;meras digitais e seus sites institucionais, cuja consulta    permite acessar as especifica&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas de cada modelo    de c&acirc;mera e acess&oacute;rios comercializados.</font></p>     <p><a name="qua1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a10qua01.gif"  usemap="#Map" border="no">    <map name="Map">      <area shape="rect" coords="171,86,340,101" href="http://www.agfahome.com" target="_blank">     <area shape="rect" coords="172,104,315,118" href="http://www.canon.com" target="_blank">     <area shape="rect" coords="172,122,311,134" href="http://www.casio.com" target="_blank">     <area shape="rect" coords="170,139,326,152" href="http://www.fujifilm.com" target="_blank">     <area shape="rect" coords="170,158,296,171" href="http://www.hp.com" target="_blank">     <area shape="rect" coords="171,177,319,186" href="http://www.kodak.com" target="_blank">     <area shape="rect" coords="171,192,372,204" href="http://www.koniaminolta.com" target="_blank">     <area shape="rect" coords="171,209,378,221" href="http://www.kyoceraimaging.com" target="_blank">     <area shape="rect" coords="169,227,360,238" href="http://www.leica-camera.com" target="_blank">     <area shape="rect" coords="171,246,317,255" href="http://www.nikon.com" target="_blank">     <area shape="rect" coords="171,262,336,274" href="http://www.olympus.com" target="_blank">     <area shape="rect" coords="172,278,345,292" href="http://www.panasonic.com" target="_blank">     <area shape="rect" coords="169,299,325,308" href="http://www.pentax.com" target="_blank">     <area shape="rect" coords="170,311,337,327" href="http://www.samsung.com" target="_blank">     <area shape="rect" coords="171,332,308,343" href="http://www.sony.com" target="_blank">     <area shape="rect" coords="171,349,322,359" href="http://www.vivitar.com" target="_blank">   </map> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Vale ressaltar que a escolha do tipo de c&acirc;mera precisa atender &agrave; expectativa de uso do equipamento pelo dermatologista.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>REQUISITOS M&Iacute;NIMOS PARA FOTOGRAFIA DIGITAL DERMATOL&Oacute;GICA </b> </font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Existem diversos elementos que se mostram essenciais para a adequada pr&aacute;tica da fotografia dermatol&oacute;gica digital e devem ser considerados antes da compra do equipamento digital.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>1. Lentes </b> </font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Apesar da moderna tecnologia de pol&iacute;meros, as lentes de cristal ainda se sobrep&otilde;em ao desempenho das acr&iacute;licas que comp&otilde;em muitas das c&acirc;meras compactas.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Na fotografia de les&otilde;es dermatol&oacute;gicas, o registro de imagens com alta amplia&ccedil;&atilde;o de tamanho em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s les&otilde;es originais ou a capacidade de aproxima&ccedil;&atilde;o da c&acirc;mera com a pele s&atilde;o poss&iacute;veis utilizando-se a macrofotografia.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Nas c&acirc;meras digitais profissionais, a escolha de objetivas macro de 75-110mm mostra-se adequada para a pr&aacute;tica cl&iacute;nica. Nos modelos compactos, por raz&otilde;es t&eacute;cnicas, o uso de lentes de 12-25mm pode oferecer desempenho bastante satisfat&oacute;rio para o dermatologista.<sup>4,5</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Nas c&acirc;meras compactas h&aacute; a op&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o macro, que pode ser habilitada nos comandos da c&acirc;mera, permitindo focagem a dist&acirc;ncias menores que 50-80cm, como ocorre na maioria das fotos dermatol&oacute;gicas. Existem ainda c&acirc;meras digitais n&atilde;o t&atilde;o compactas com fun&ccedil;&atilde;o macro superior &agrave; dos modelos compactos, apresentando dist&acirc;ncia m&iacute;nima de focagem de 5cm ou at&eacute; menos.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Outro recurso de baixo custo empregado na documenta&ccedil;&atilde;o de imagens pr&oacute;ximas &eacute; o uso das lentes close-up, que, adaptadas nas objetivas, permitem grande aproxima&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m sob risco de desfocagem e aberra&ccedil;&otilde;es crom&aacute;ticas na periferia da fotografia.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Dessa forma, as fotografias dermatol&oacute;gicas com maior n&iacute;vel de aproxima&ccedil;&atilde;o devem ser registradas usando o modo (ou objetiva) macro. </font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>2. Flash </b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A fotografia dermatol&oacute;gica se beneficia do uso do flash para aumentar sua qualidade, havendo grande variedade de modelos que cumprem diferentes fun&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas.<sup>5</sup> As c&acirc;meras compactas trazem, incorporados a seu corpo, flashes que geralmente n&atilde;o podem ser calibrados para uso a dist&acirc;ncias pequenas, podendo resultar em hiperexposi&ccedil;&atilde;o luminosa. Apesar disso, os flashes incorporados mostram-se adequados para a maioria dos registros dermatol&oacute;gicos; entretanto, a escolha de um flash auxiliar permite maior flexibilidade nas formas de representa&ccedil;&atilde;o das les&otilde;es.<sup>1,6</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Outra situa&ccedil;&atilde;o desfavor&aacute;vel que ocorre nas macrofotografias que empregam flash incorporado &agrave; c&acirc;mera &eacute; o efeito da angula&ccedil;&atilde;o da luz, resultando em sombra unilateral na imagem obtida.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Muitas c&acirc;meras digitais compactas apresentam ainda a possibilidade de instala&ccedil;&atilde;o de flashes externos por meio de um adaptador (hot shoe), o que amplia as op&ccedil;&otilde;es de controle da qualidade da foto pelo usu&aacute;rio.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os flashes anulares e os gemelares representam os equipamentos auxiliares externos mais vers&aacute;teis para a fotografia de les&otilde;es cut&acirc;neas, cuja abordagem t&eacute;cnica extrapola os objetivos deste artigo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A op&ccedil;&atilde;o “redu&ccedil;&atilde;o de olhos vermelhos” deve ser desativada para as fotografias dermatol&oacute;gicas, pois nas fotografias usando modo macro, pode haver desfocagem ou mesmo tremor enquanto o flash preliminar estiver sendo disparado.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em resumo, o flash deve sempre ser um par&acirc;metro valorizado na macrofotografia dermatol&oacute;gica.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>3. Zoom</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Devido &agrave;s caracter&iacute;sticas da fotografia no contexto dermatol&oacute;gico, a proximidade com o paciente faz com que o zoom seja um recurso menos utilizado, em benef&iacute;cio da aproxima&ccedil;&atilde;o da c&acirc;mera. Ainda assim deve-se preferir o uso do zoom &oacute;ptico, que se efetiva pela movimenta&ccedil;&atilde;o das lentes, ao zoom digital, pois este &uacute;ltimo pode resultar em perda da qualidade fotogr&aacute;fica, devendo, portanto, ser desativado para a pr&aacute;tica dermatol&oacute;gica. Em algumas c&acirc;meras digitais compactas, o uso do recurso macro s&oacute; adquire boa focagem autom&aacute;tica caso n&atilde;o seja utilizada qualquer amplitude de zoom.<sup>1</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">De maneira geral, aproxima&ccedil;&otilde;es da imagem utilizando zoom &oacute;ptico de at&eacute; 30-40&#37; (1,3-1,4) s&atilde;o utilizadas para reduzir a luminosidade dos flashes incorporados, que n&atilde;o podem ser regulados para macrofotografia, bem como para reduzir a deformidade de &aacute;reas proeminentes do relevo cut&acirc;neo, como o nariz.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Destaque-se, portanto, que as fotografias dermatol&oacute;gicas, quando necess&aacute;rio, devem ser registradas usando apenas zoom &oacute;ptico, e n&atilde;o o digital.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>4. Resolu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A escolha da resolu&ccedil;&atilde;o adequada para o registro fotogr&aacute;fico deve considerar o uso posterior da fotografia: arquivamento, teledermatologia, composi&ccedil;&atilde;o de aula, impress&atilde;o/revela&ccedil;&atilde;o, publica&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, p&ocirc;steres, homepage na Internet, pesquisa, entre outros.<sup>7</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em nenhum dos casos acima encontram-se argumentos irrefut&aacute;veis para o uso de mais de 2Mpx (1Mpx = 1.000.000 pixels) como rotina, sendo que a decis&atilde;o do uso de menores resolu&ccedil;&otilde;es pode representar uma importante funcionalidade de armazenamento, transfer&ecirc;ncia e edi&ccedil;&atilde;o das fotografias.<sup>4,8</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A maior parte dos projetores multim&iacute;dia dispon&iacute;veis no mercado apresenta capacidade de proje&ccedil;&atilde;o inferior a 1,4Mpx, ou seja, mesmo selecionando fotografias com maiores resolu&ccedil;&otilde;es, as proje&ccedil;&otilde;es convencionais dessas imagens depender&atilde;o da capacidade do projetor. Dessa forma, a composi&ccedil;&atilde;o de uma aula ou caso cl&iacute;nico com imagens de grandes resolu&ccedil;&otilde;es (superiores a 3Mpx) resulta em maior sobrecarga do processamento, podendo tornar a apresenta&ccedil;&atilde;o lenta, sem o ganho de qualidade que um maior n&uacute;mero de pixels poderia pressupor.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O <a href="#qua2">quadro 2</a> apresenta sugest&otilde;es    de resolu&ccedil;&otilde;es m&iacute;nimas adequadas para impress&atilde;o em    papel fotogr&aacute;fico ou publica&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas, de    acordo com o tamanho final desejado.</font></p>     <p><a name="qua2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a10qua02.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Um estudo controlado n&atilde;o demonstrou diferen&ccedil;a na impress&atilde;o de fotografias de les&otilde;es cut&acirc;neas com densidade de pontos de 200 ou 300dpi (pontos por polegada).<sup>9</sup> A confec&ccedil;&atilde;o de p&ocirc;steres ou pain&eacute;is pode ser menos rigorosa (100dpi) em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s necessidades de altas resolu&ccedil;&otilde;es, pela dist&acirc;ncia a que &eacute; realizada sua leitura.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em ambos os casos, a escolha de resolu&ccedil;&atilde;o de 1,3Mpx (1.280x960 pixels) mostra-se suficiente e por essa raz&atilde;o foi adotada como padr&atilde;o no Departamento de Dermatologia e Radioterapia da Faculdade de Medicina da Unesp de Botucatu.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em exemplo, pode-se questionar qual seria a amplia&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima poss&iacute;vel do tamanho de uma foto impressa de 1,3Mpx (1.280x960 pixels), tomando como limite uma resolu&ccedil;&atilde;o visual m&iacute;nima aceit&aacute;vel de 100dpi. De forma simplificada, sabe-se que 100dpi equivalem a aproximadamente 39,4 pontos por cent&iacute;metro. Se a foto tem 1.280 pixels no eixo horizontal e 960 pixels no eixo vertical, ent&atilde;o poderia ser representada medindo 32,5cm de largura e 24,4cm de altura.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por outro lado, sempre que houver a certeza pr&eacute;via &agrave; tomada da fotografia de que se  necessite editar a imagem para retirar algum aspecto indesejado, ou mesmo para concentrar a aten&ccedil;&atilde;o em apenas um elemento da foto (cirurgias, detalhes, polui&ccedil;&atilde;o visual do fundo, adere&ccedil;os), deve ser empregada resolu&ccedil;&atilde;o superior &agrave; convencional, tendo em vista que ser&aacute; desprezada uma significativa quantidade de pixels.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Dessa forma, tendo em vista que grandes resolu&ccedil;&otilde;es n&atilde;o representam necessariamente ganho de qualidade fotogr&aacute;fica, &eacute; poss&iacute;vel afirmar que as fotografias dermatol&oacute;gicas, na pr&aacute;tica di&aacute;ria, podem ser registradas com a resolu&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima de 1,3Mpx.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>5. Compress&atilde;o </b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As imagens digitais podem ser gravadas em arquivos de diferentes formatos. Basicamente, a diferen&ccedil;a inerente a esses formatos &eacute; o grau de compress&atilde;o dos dados, gerando arquivos de diferentes tamanhos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Uma imagem captada originalmente pela c&acirc;mera digital &eacute; representada por um arquivo grande e sem compacta&ccedil;&atilde;o (arquivo em formato RAW), que representa certa dificuldade de manuseio, edi&ccedil;&atilde;o e transfer&ecirc;ncia. Por esse motivo, as c&acirc;meras utilizam sistemas eficientes para compress&atilde;o das imagens.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">H&aacute; diversos algoritmos computacionais que s&atilde;o empregados na compress&atilde;o das imagens digitais, alguns deles sem resultar em preju&iacute;zo para a qualidade fotogr&aacute;fica (lossless), como os arquivos .TIFF (Tagged Image File Format) e .PNG (Portable Network Graphics).<sup>2</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os mais usados, por&eacute;m, s&atilde;o os arquivos .JPEG (Joint Photographic Experts Group), que resultam em certa perda de qualidade (lossy) das fotografias em favor de maior redu&ccedil;&atilde;o no tamanho dos arquivos resultantes. Essa perda de qualidade &eacute; pouco percept&iacute;vel exceto se a fotografia for ampliada e, evidentemente, depende do grau de compress&atilde;o empregado.<sup>10</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A compress&atilde;o pode ser controlada selecionando o tipo de arquivo de imagem desejado e a qualidade da compress&atilde;o (varia normalmente, em .JPEG, de um sexto a 1/40 do tamanho do arquivo original). Na maioria das vezes, o controle da qualidade da imagem (compress&atilde;o) na c&acirc;mera n&atilde;o se refere &agrave; porcentagem de redu&ccedil;&atilde;o do tamanho do arquivo, mas a termos ling&uuml;&iacute;sticos de qualidade, como best, alta ou fine, indicando menor compress&atilde;o; normal, standard ou medium, referindo-se &agrave; compress&atilde;o intermedi&aacute;ria; ou basic, baixa ou low, indicando maior compress&atilde;o.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Compress&otilde;es JPEG de at&eacute; 1/20 do tamanho original podem representar imagens fotogr&aacute;ficas adequadas para impress&atilde;o, visualiza&ccedil;&atilde;o, transfer&ecirc;ncia e edi&ccedil;&atilde;o.<sup>11</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>6. Outros elementos </b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A maioria das c&acirc;meras fotogr&aacute;ficas digitais trabalha com uma variedade de mais de 16,7 milh&otilde;es de cores (24bits de profundidade de cor equivalem a 224 cores), o que ultrapassa a capacidade discriminat&oacute;ria do olho humano, podendo gerar resultados compar&aacute;veis aos dos filmes convencionais.<sup>12,13</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A tecnologia da capta&ccedil;&atilde;o de uma quarta camada de cor, adotada por alguns fabricantes, pode incrementar a capacidade discriminat&oacute;ria na percep&ccedil;&atilde;o de detalhes de contraste e satura&ccedil;&atilde;o da imagem.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por outro lado, as cores das fotografias podem sofrer interfer&ecirc;ncia da ilumina&ccedil;&atilde;o local (foco cir&uacute;rgico, luz fluorescente, falta de ilumina&ccedil;&atilde;o), necessitando calibragem adequada do controle de balan&ccedil;o de branco (white balance) e do uso de flash para corrigir essa nuan&ccedil;a. Mesmo c&acirc;meras compactas possuem satisfat&oacute;rios sistemas autom&aacute;ticos de compensa&ccedil;&atilde;o de ilumina&ccedil;&atilde;o, algumas permitindo at&eacute; a calibragem do n&iacute;vel de branco mais veross&iacute;mil a partir da focaliza&ccedil;&atilde;o de uma folha de papel em branco submetida &agrave; ilumina&ccedil;&atilde;o do ambiente da foto.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O visor de cristal l&iacute;quido (LCD) &eacute; um dos elementos mais importantes da fotografia digital, porque n&atilde;o s&oacute; facilita o enquadramento do objeto fotografado, como d&aacute; id&eacute;ia sobre o aspecto final da foto, antes mesmo de ser registrada. Outra fun&ccedil;&atilde;o fundamental do LCD &eacute; a visualiza&ccedil;&atilde;o imediata das fotografias ap&oacute;s seu registro, permitindo que as mesmas sejam refeitas caso o resultado n&atilde;o seja o desejado.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">C&acirc;meras com LCD de pequenas dimens&otilde;es ou baixa resolu&ccedil;&atilde;o dificultam a visualiza&ccedil;&atilde;o do plano de focagem, muitas vezes gerando surpresas desagrad&aacute;veis quando da observa&ccedil;&atilde;o na tela do computador. Um dos motivos do sucesso de vendas de algumas c&acirc;meras compactas em detrimento de outras marcas similares foi a ado&ccedil;&atilde;o do LCD com mais de 2x2 polegadas (mais de 5x5cm).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">As c&acirc;meras digitais apresentam ainda o recurso da focagem autom&aacute;tica, que deve ser habilitado pelo usu&aacute;rio, facilitando, antes do disparo, o ajuste autom&aacute;tico e travamento da focagem ao pressionar metade do percurso do bot&atilde;o de disparo da fotografia. Essa t&eacute;cnica deve ser assimilada para a obten&ccedil;&atilde;o de fotografias com melhor qualidade.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A fonte de energia para o funcionamento das c&acirc;meras digitais pode ser uma bateria recarreg&aacute;vel ou conjunto de pilhas recarreg&aacute;veis de Ni-Cd, pilhas convencionais alcalinas ou n&atilde;o (estas &uacute;ltimas n&atilde;o s&atilde;o preferidas por sua curta autonomia), ou adaptadores de corrente alternada fornecidos pelos fabricantes. Alguns desses dispositivos podem ser recarregados diretamente pela c&acirc;mera digital (algumas baterias) ou demandar carregadores avulsos.<sup>1</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Deve-se, pois, estar atento &agrave; autonomia do n&uacute;mero de fotografias e &agrave; praticidade de recarga desses dispositivos ao adquirir uma c&acirc;mera digital.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Outro elemento que precisa ser considerado na fotografia digital &eacute; o tipo de m&iacute;dia em que s&atilde;o armazenadas as imagens registradas. Enquanto diversas c&acirc;meras possuem mem&oacute;ria interna, os cart&otilde;es de mem&oacute;ria t&ecirc;m predominado na ind&uacute;stria digital, al&eacute;m de existirem op&ccedil;&otilde;es em disquete (praticamente em desuso), miniCD, microdrive e miniDVD.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O tipo de dispositivo de mem&oacute;ria utilizado repercute na forma como o computador pessoal ir&aacute; reconhec&ecirc;-lo e na autonomia fotogr&aacute;fica dispon&iacute;vel, j&aacute; que diferentes dispositivos apresentam conex&otilde;es e drivers pr&oacute;prios para a conex&atilde;o com o computador, assim como diferentes capacidades de armazenamento.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Deve-se, pois, refletir sobre a funcionalidade, capacidade de armazenamento e acessibilidade do dispositivo de mem&oacute;ria de acordo com o computador em uso e as circunst&acirc;ncias de trabalho.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As c&acirc;meras fotogr&aacute;ficas digitais podem gerar pequenos filmes digitais com som, por&eacute;m, da mesma forma que as filmadoras digitais podem gerar fotografias, o menor controle de par&acirc;metros t&eacute;cnicos gera resultados de qualidade inferior aos dos aparelhos desenvolvidos para esse fim.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A edi&ccedil;&atilde;o das fotos registradas representa outra etapa importante no dom&iacute;nio da tecnologia digital em dermatologia. Empregando-a adequadamente, al&eacute;m da possibilidade do acesso a cada pixel da imagem, diferentes estrat&eacute;gias para manipula&ccedil;&atilde;o das fotos s&atilde;o poss&iacute;veis. Diversas alternativas de softwares com essa finalidade s&atilde;o comercializados (Adobe Photoshop<sup>TM</sup>, CorelPhotopaint<sup>TM</sup>, Microsoft PhotoEditor<sup>TM</sup>, PaintShop Pro<sup>TM</sup>, entre outros).<sup>14</sup> A discuss&atilde;o sobre as t&eacute;cnicas de manipula&ccedil;&atilde;o de fotografias digitais transcende o objetivo deste artigo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Tamb&eacute;m &eacute; importante o usu&aacute;rio estar ciente de que, mesmo em uma fotografia digital usando o padr&atilde;o JPEG, existem dados incorporados ao c&oacute;digo do arquivo que cont&eacute;m informa&ccedil;&otilde;es sobre o n&uacute;mero de s&eacute;rie da m&aacute;quina, abertura do diafragma, velocidade do obturador, resolu&ccedil;&atilde;o, compress&atilde;o, entre outros, servindo, ali&aacute;s, como auditoria da autenticidade da foto. Esses dados formam o que se denomina de EXIF (Exchange Image Format) metadata, e podem ser perdidos ao se manipular uma foto por um determinado software de edi&ccedil;&atilde;o.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">&Eacute; importante frisar que, independente da possibilidade de edi&ccedil;&atilde;o futura de uma foto, deve-se fazer a melhor captura daquele instante em particular, ou seja, registr&aacute;-lo da forma mais fidedigna poss&iacute;vel.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b>T&Eacute;CNICA FOTOGR&Aacute;FICA </b> </font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">O conhecimento detalhado do funcionamento da c&acirc;mera digital sem o emprego da t&eacute;cnica fotogr&aacute;fica adequada n&atilde;o garante fotografias de boa qualidade.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O entendimento e a padroniza&ccedil;&atilde;o do enquadramento, composi&ccedil;&atilde;o, apar&ecirc;ncia do fundo, &acirc;ngulos de abordagem, ilumina&ccedil;&atilde;o, fotometria, profundidade do campo, entre outros aspectos, devem ser perseguidos pelos dermatologistas que desejem aprimorar a qualidade de sua documenta&ccedil;&atilde;o iconogr&aacute;fica. Dessa forma, a boa fotografia dermatol&oacute;gica nasce de um planejamento fotogr&aacute;fico cuidadoso, antes da considera&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">H&aacute; farta literatura (relacionada &agrave; fotografia convencional) e cursos ministrados durante os eventos cient&iacute;ficos dermatol&oacute;gicos que abrangem esses aspectos.<sup>1,6,15</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Enfim, as fotografias dermatol&oacute;gicas digitais devem ser registradas utilizando a melhor t&eacute;cnica fotogr&aacute;fica poss&iacute;vel.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>ARQUIVAMENTO / BACKUP </b> </font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As c&acirc;meras digitais s&atilde;o aparelhos destinados ao registro fotogr&aacute;fico, n&atilde;o representando um sistema adequado para arquivamento de fotografias. Os arquivos das fotografias devem ser, logo que poss&iacute;vel, transferidos para o computador, onde devem ser armazenados, catalogados, e, eventualmente, deletados e editados, esvaziando a mem&oacute;ria da c&acirc;mera para uma nova s&eacute;rie de registros fotogr&aacute;ficos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As estruturas adequadas para a organiza&ccedil;&atilde;o das fotografias digitais no computador s&atilde;o os bancos de dados de imagens, que podem ser integrados a sistemas de registro cl&iacute;nico do tipo prontu&aacute;rio eletr&ocirc;nico. H&aacute; diversos sistemas comerciais adequados &agrave; pr&aacute;tica dermatol&oacute;gica dispon&iacute;veis no mercado brasileiro.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Por outro lado, podem ser obtidos gratuitamente    sistemas organizadores de fotografias como o Adobe Photoshop Album Starter Edition    3.0<sup>TM</sup> (<a href="http://www.adobe.com" target="_blank">http://www.adobe.com</a>);    alguns softwares que acompanham as c&acirc;meras digitais permitem a recupera&ccedil;&atilde;o    de arquivos de fotografias segundo caracter&iacute;sticas informadas previamente.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">&Eacute; importante a realiza&ccedil;&atilde;o    peri&oacute;dica de c&oacute;pias de seguran&ccedil;a das fotografias digitais,    uma vez que os computadores pessoais s&atilde;o pass&iacute;veis de defeito,    roubo, fraude, dano ou invas&atilde;o. O <a href="#qua3">quadro 3</a> lista    a capacidade de armazenamento de diferentes m&iacute;dias digitais.</font></p>     <p><a name="qua3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/a10qua03.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Preferencialmente, os arquivos armazenados nos backups devem ser as c&oacute;pias das imagens originais, n&atilde;o submetidas a qualquer edi&ccedil;&atilde;o, ainda que tenha sido feita troca do nome ou reorienta&ccedil;&atilde;o da imagem. Esse cuidado favorece a realiza&ccedil;&atilde;o de auditorias para a averigua&ccedil;&atilde;o da autenticidade das fotografias digitais.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os gravadores de CD e de DVD s&atilde;o os mais utilizados para a realiza&ccedil;&atilde;o de backup, devendo-se guardar as m&iacute;dias em local seguro, longe do computador, devidamente rotuladas.</font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b>DIGITALIZA&Ccedil;&Atilde;O DE IMAGENS </b></font></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os diapositivos ou as fotografias em papel encontram na digitaliza&ccedil;&atilde;o uma alternativa aos efeitos do tempo e dos danos decorrentes da estocagem.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Aparelhos de scanner de mesa comuns s&atilde;o capazes de digitalizar fotografias em papel com alta qualidade, devendo-se utilizar 24bits de profundidade de cor e resolu&ccedil;&atilde;o de at&eacute; 500dpi.<sup>9</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O emprego de scanners de slides representa a forma mais eficiente de digitaliza&ccedil;&atilde;o de diapositivos. O custo da aquisi&ccedil;&atilde;o desses aparelhos deve ser contemplado frente a seu emprego futuro, uma vez que h&aacute; empresas que terceirizam esses servi&ccedil;os. Uma recomenda&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica mais criteriosa pode se basear no uso m&iacute;nimo de 24bits de profundidade de cor e resolu&ccedil;&atilde;o entre 500-700dpi.<sup>9</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Fotografias e slides armazenados dessa forma podem ser reeditados por softwares sem preju&iacute;zo de qualidade, devendo ser redimensionados (100dpi) para as exposi&ccedil;&otilde;es corriqueiras, como aulas, p&ocirc;steres, entre outras.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>ASPECTOS &Eacute;TICOS E LEGAIS </b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A populariza&ccedil;&atilde;o da fotografia digital, a simplicidade e o baixo custo do seu registro favoreceram o aumento do n&uacute;mero de documenta&ccedil;&otilde;es fotogr&aacute;ficas na pr&aacute;tica dermatol&oacute;gica. Na se&ccedil;&atilde;o de fotografia do Departamento de Dermatologia da Unesp de Botucatu, a ado&ccedil;&atilde;o da tecnologia digital proporcionou um incremento de mais de 80&#37; no n&uacute;mero de fotografias anuais de pacientes.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">H&aacute; o entendimento de que a imagem da les&atilde;o do paciente documentada durante a consulta, por representar informa&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica real, comp&otilde;e parte do seu prontu&aacute;rio m&eacute;dico. Dessa forma, seu registro, uso, modifica&ccedil;&atilde;o, dele&ccedil;&atilde;o ou exposi&ccedil;&atilde;o devem ser autorizados pelo paciente ou respons&aacute;vel legal, preferencialmente por escrito, ainda que no prontu&aacute;rio m&eacute;dico.<sup>16,17</sup></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Cabe lembrar que o uso exclusivo da fotografia digital como evid&ecirc;ncia judicial pode ser contestado sob o argumento da facilidade de manipula&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica – exceto quando o registro cl&iacute;nico detalhado no prontu&aacute;rio m&eacute;dico for substanciado pela fotografia digital com a autenticidade devidamente periciada.<sup>16</sup></font></p>      <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="3"><b>OUTROS USOS DA FOTOGRAFIA DIGITAL </b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Al&eacute;m do registro de les&otilde;es de pacientes na pr&aacute;tica cl&iacute;nica e dermatoscopia, e da possibilidade de manipula&ccedil;&atilde;o e composi&ccedil;&atilde;o de fotografias, educa&ccedil;&atilde;o, simula&ccedil;&atilde;o de procedimentos (cirurgias) e emprego em teledermatologia, a fotografia digital tornou-se uma ferramenta importante na quantifica&ccedil;&atilde;o de vari&aacute;veis em pesquisa aplicada.<sup>18-28</sup> Seu emprego na mensura&ccedil;&atilde;o de dimens&otilde;es lineares e &aacute;reas, na quantifica&ccedil;&atilde;o de cores, no reconhecimento de padr&otilde;es, nas contagens automatizadas e medidas comparativas de texturas constitui outras aplica&ccedil;&otilde;es que fogem ao escopo deste artigo.<sup>2,29,30</sup></font></p>            <p>&nbsp;</p>            <p><font face="Verdana" size="3"><b>CONCLUS&Atilde;O </b></font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">A documenta&ccedil;&atilde;o fotogr&aacute;fica na pr&aacute;tica dermatol&oacute;gica foi facilitada pela tecnologia digital. O esmero no emprego da melhor t&eacute;cnica fotogr&aacute;fica e o conhecimento detalhado das fun&ccedil;&otilde;es da c&acirc;mera, progressivamente, levam ao aumento de qualidade do registro fotogr&aacute;fico e de sua verossimilhan&ccedil;a cl&iacute;nica.</font> </p>             <p>&nbsp;</p>            <p><font face="Verdana" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>                <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">1. Papier A, Peres MR, Bobrow M, Bhatia A. The digital imaging system and dermatology. Int J Dermatol. 2000;39:561-75.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0365-0596200600020001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">2. Kenet RD. Digital Imaging in dermatology. Clin Dermatol. 1995;13:381-92.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0365-0596200600020001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">3. Scheinfeld NS, Flanigan K, Moshiyakhov M, Weinberg JM. Trends in the use of cameras and computer technology among dermatologists in New York City 2001–2002. Dermatol Surg. 2003;29:822-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0365-0596200600020001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">4. Siegel DM. Resolution in digital imaging: enough already? Semin Cutan Med Surg. 2002;21:209-15.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0365-0596200600020001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">5. Pibernat MR, Castaño ALH, Bravo-Piris J. La imagen en dermatolog&iacute;a - Fotograf&iacute;a m&eacute;dica. Barcelona: Masson; 2000. p.1-132.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0365-0596200600020001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">6. Pak HS. Dermatologic Photography &#91;homepage&#93;    American Telemedicine Association; 1999. &#91;Acesso em 20 mar 2005&#93;. Dispon&iacute;vel    em: <a href="http://www.atmeda.org/ICOT/telederm%20Forms/GuidetoDermatologicPhotography.pdf" target="_blank">http://www.atmeda.org/ICOT/telederm&#37;20Forms/GuidetoDermatologicPhotography.pdf</a>.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0365-0596200600020001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">7. Bittorf A, Fartasch M, Schuler G, Diepgen TL. Resolution requirements for digital images in dermatology. J Am Acad Dermatol. 1997;(2 Pt 1):195-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0365-0596200600020001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">8. Ratner D, Thomas CO, Bickers D. The uses of digital photography in dermatology. J Am Acad Dermatol. 1999;41(5 Pt 1):749-56.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0365-0596200600020001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">9. Tanaka M. Minimum requirements for digital images in dermatological publications. Clin Exp Dermatol. 1999;24:427.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0365-0596200600020001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">10. Wootton R, Oakley A. Teledermatology. London: Royal Society of Medicine Press; 2002. p.1-41.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0365-0596200600020001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">11. Maass M, Kiuru A, Kormano M. Effectiveness of radiological image data compression. Telemed J E Health. 2001;7:267-71.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0365-0596200600020001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">12. Guyton AC. Tratado de fisiologia m&eacute;dica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan; 1992. p.447.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0365-0596200600020001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">13. Tachakra S. Colour Perception in telemedicine. J Telemed Telecare. 1999;5:211-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0365-0596200600020001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">14. Perniciaro, C. Electronic manipulation to enhance medical photographs. Mayo Clin Proc. 1993;68:1220-1.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0365-0596200600020001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">15. Schosser RH, Kendrick JP. Dermatologic photography. Dermatol Clin. 1987;5:445-61.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0365-0596200600020001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">16. Scheinfeld N. Photographic images, digital imaging, dermatology, and the law. Arch Dermatol. 2004; 140:473-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S0365-0596200600020001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">17. Chavez AE, Dagum P, Koch RJ, Newman JP. Legal issues of computer imaging in plastic surgery: a primer. Plast Reconstr Surg. 1997;100:1601-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S0365-0596200600020001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">18. Diepgen TL, Eysenbach G. Digital images in dermatology and the dermatology online atlas on the World Wide Web. J Dermatol. 1998;25:782-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0365-0596200600020001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">19. Eedy DJ, Wootton R. Teledermatology: a review. Br J Dermatol. 2001; 144:696-707.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0365-0596200600020001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">20. Miot HA, Paix&atilde;o MP, Wen CL. Teledermatologia: passado, presente e futuro. An Bras Dermatol. 2005;80:523-32.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S0365-0596200600020001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">21. Helm TN, Wirth PB, Helm KF. Inexpensive digital photography in clinical dermatology and dermatologic surgery. Cutis. 2000;65:103-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S0365-0596200600020001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">22. Pak HS. Advances in digital imaging in dermatology. Adv Dermatol. 2001;17:47-75.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S0365-0596200600020001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">23. Berg D. A simple tool for teaching flap design with digital images. Dermatol Surg. 2001;27:1043-5.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S0365-0596200600020001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">24. Niamtu J. Techno pearls for digital image management. Dermatol Surg. 2002;28:946-50.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0365-0596200600020001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">25. Goldberg DJ. Digital photography, confidentiality, and teledermatology. Arch Dermatol. 2004;140:477-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S0365-0596200600020001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">26. Kittler H. Use of digital dermoscopy to monitor melanocytic lesions: risks and benefits. J Drugs Dermatol. 2003;2:309-11.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0365-0596200600020001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">27. Fawcett RS, Widmaier EJ, Cavanaugh SH. Digital technology enhances dermatology teaching in a family medicine residency. Fam Med. 2004;36:89-91.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S0365-0596200600020001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">28. Kvedar JC, Edwards RA, Menn ER, Mofid M, Gonzalez E, Dover J, et al. The substitution of digital images for dermatologic physical examination. Arch Dermatol. 1997;133:161-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S0365-0596200600020001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">29. Voigt H, Classen R. Computer vision and digital imaging technology in melanoma detection. Semin Oncol. 2002;29:308-27.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S0365-0596200600020001000029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">30. Levell NJ, Lawrence CM. The use of a digitizer to measure area in dermatology. Physiol Meas. 1993;14:401-10.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0365-0596200600020001000030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>               <p>&nbsp;</p>               <p><font face="Verdana" size="2"><a name="end"></a><a href="#topo"><img src="/img/revistas/abd/v81n2/seta.gif"  border="0"></a>    <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia </b>         ]]></body>
<body><![CDATA[<br>H&eacute;lio Amante Miot     <br>Departamento de Dermatologia da FMB-UNESP      <br>Campus Rubi&atilde;o Jr              <br>18618-000 - Botucatu - SP      <br>Tel./Fax: (14) 3882-4922       <br>E-mail: <a href="mailto:heliomiot@fmb.unesp.br">heliomiot@fmb.unesp.br</a></font></p>               <p><font face="Verdana" size="2">Conflito de interesse declarado: Nenhum  </font></p>               <p>&nbsp;</p>               <p>&nbsp;</p>               <p><font face="Verdana" size="2"><a name="nota"></a><a href="#topo">*</a> Trabalho    realizado no Departamento de Imagem da Sociedade Brasileira de Dermatologia,    Brasil. </font></p>      ]]></body>
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