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<journal-title><![CDATA[Acta Ortopédica Brasileira]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Acompanhamento do paciente tratado de osteossarcoma]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Hospital de Câncer de Barretos Departamento de Pediatria Oncológica ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Hospital de Câncer de Barretos Núcleo de Apoio ao Pesquisador ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: To evaluate the value of post-treatment follow-up in Osteosarcoma patients. METHODS: Data were collected through a clinical record, with socio-demographic and clinical data, and information relating to the medical appointment. Descriptive analysis of the data was carried out. The Chi-squared test was used to associate the independent variables with attendance at scheduled follow-up appointments. RESULTS: We found a recurrence in 59.6% of cases, of which 58% were lung related; 44% presented clinical complaints and arrived on the scheduled date of the appointment. There was no statistically significant association between the demographic characteristics and early attendance of follow-up visits. 81.3% of the cases who came for the appointment earlier than originally scheduled presented complaints compared those who did not (p=0.005). Of the cases who presented recurrence, 12.9% attended an appointment late and those who did not present recurrence, 47.6% were late for the appointment (p=0,006). CONCLUSION: It is seen that the patients who came for an earlier appointment presented more complaints and were associated with the positive result of the exams carried out. The patients who had recurrence and came for an earlier appointment did not present a statistically significant difference in recurrence-free survival. It was observed that distance was not a predominant factor in late attendance at appointments. Level of Evidence II, Retrospective Study.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Osteossarcoma]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Neoplasias ósseas]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Recaída]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana" size="2"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana" size="4"><b>Acompanhamento do paciente tratado de osteossarcoma</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Gisele Eiras Martins<sup>I</sup>; Stela Verzinhasse    Perez<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>I</sup>Departamento de Pediatria Oncol&oacute;gica,    Hospital de C&acirc;ncer de Barretos - Barretos, SP, Brasil    <br>   <sup>II</sup>N&uacute;cleo de Apoio ao Pesquisador, Hospital de C&acirc;ncer    de Barretos - Barretos, SP, Brasil</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>OBJETIVO:</b> Avaliar o valor do acompanhamento    do p&oacute;s tratamento nos portadores de osteossarcoma.    <br>   <b>M&Eacute;TODOS:</b> Dados coletados atrav&eacute;s de uma ficha cl&iacute;nica,    com registros s&oacute;cios demogr&aacute;ficos, cl&iacute;nicos e referentes    a consulta. Realizada a an&aacute;lise descritiva dos dados. Para associa&ccedil;&atilde;o    das vari&aacute;veis independentes ao comparecimento &agrave; consulta, utilizou-se    teste qui-quadrado.    <br>   <b>RESULTADOS:</b> Observamos recidiva em 59,6% dos casos sendo 58% pulmonar.    Desses casos 44,4% apresentavam queixa cl&iacute;nica e compareceram na data    marcada em consulta. N&atilde;o houve associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente    significativa entre as caracter&iacute;sticas demogr&aacute;ficas com o comparecimento    precoce. 81,3% dos casos que adiantaram a consulta apresentavam queixas quando    comparados com os que n&atilde;o adiantaram (p=0,005). Dos casos que apresentaram    recidiva, 12,9% compareceram atrasados em alguma consulta e os n&atilde;o recidivados,47,6%    atrasaram na consulta (p=0,006).    <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b> Verificou-se que os pacientes que adiantaram a consulta    apresentavam mais queixas e estavam associadas ao resultado positivo dos exames    realizados. Os pacientes que recidivaram e adiantaram a consulta n&atilde;o    apresentaram diferen&ccedil;a estatisticamente significativa na sobrevida livre    de recidiva.Observou-se que a dist&acirc;ncia n&atilde;o foi fator preponderante    para comparecimento atrasado &agrave;s consultas. <b><i>N&iacute;vel de evid&ecirc;ncia    II, Estudo Retrospectivo.</i></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Descritores:</b> Osteossarcoma. Neoplasias    &oacute;sseas. Reca&iacute;da.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">O c&acirc;ncer na inf&acirc;ncia &eacute; raro    e foi estimado pelo Instituto Nacional do C&acirc;ncer (INCA), no bi&ecirc;nio    2008/2009, em cerca de 9.890 novos casos. Nos Estados Unidos, aproximadamente,    um em cada 7.000 crian&ccedil;as de zero a 14 anos s&atilde;o diagnosticadas    , por ano, com c&acirc;ncer. Assim, como em pa&iacute;ses desenvolvidos, no    Brasil o c&acirc;ncer j&aacute; representa a segunda causa de mortalidade proporcionalmente    entre crian&ccedil;as e adolescentes de 1 a 19 anos, em todas as regi&otilde;es.<sup>1</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O osteossarcoma (OS) &eacute; o tumor &oacute;sseo    maligno prim&aacute;rio mais comum.<sup>2</sup> &Eacute; definido pela presen&ccedil;a    de c&eacute;lulas malignas mesenquimais que produzem oste&oacute;ide ou osso    imaturo.<sup>3</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A incid&ecirc;ncia do OS na popula&ccedil;&atilde;o    em geral &eacute; de somente 2-3 casos/milh&atilde;o de pessoas por ano, mas    em adolescentes a taxa alcan&ccedil;a picos de 8 a 11 casos/milh&atilde;o de    jovens entre 15 e 19 anos.<sup>4</sup> No Brasil estima-se 350 casos/ano at&eacute;    20 anos.<sup>5</sup> Correspondendo, juntamente com o Sarcoma de Ewing, a 5%    dos c&acirc;nceres que ocorrem na inf&acirc;ncia.<sup>6</sup> J&aacute; nos    Estados Unidos, aproximadamente 560 crian&ccedil;as e adolescentes s&atilde;o    afetadas anualmente.<sup>7</sup> Informa&ccedil;&otilde;es dos registros de    c&acirc;ncer de base populacional (RCBP) sugerem que a incid&ecirc;ncia de osteossarcoma    seja maior na popula&ccedil;&atilde;o negra dos EUA, It&aacute;lia, Alemanha    e Espanha.<sup>8</sup> No Brasil, a incid&ecirc;ncia do osteossarcoma, na faixa    et&aacute;ria entre 10 e 14 anos, foi maior no RCBP de S&atilde;o Paulo.<sup>9</sup>    Atualmente, a taxa m&eacute;dia de incid&ecirc;ncia de c&acirc;ncer na inf&acirc;ncia    em nosso pa&iacute;s &eacute; 154.3 por milh&atilde;o, encontrando-se maior    incid&ecirc;ncia em crian&ccedil;as de 1-4 anos. Entre adolescentes de 15-19    anos de idade, as maiores taxas mant&eacute;m-se em S&atilde;o Paulo (264 por    milh&atilde;o), Goi&acirc;nia (251 por milh&atilde;o) e Porto Alegre (229 por    milh&atilde;o).<sup>10</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O paciente portador de osteossarcoma apresenta    uma sobrevida de at&eacute; 70% em cinco anos<sup>11</sup> para os n&atilde;o    metast&aacute;ticos e sobrevida global de at&eacute; 80%.<sup>12</sup> Quando    recaem, essa sobrevida atinge 20% em um ano, podendo atingir 40% em cinco anos,    quando &eacute; poss&iacute;vel ressec&ccedil;&atilde;o completa da met&aacute;stase    pulmonar.<sup>13</sup> A maioria dos sobreviventes ter&aacute; boa qualidade    de vida ap&oacute;s o tratamento adequado e, atualmente, a cura n&atilde;o visa    apenas a aus&ecirc;ncia de doen&ccedil;a, mas uma cura bio-psico-social e redu&ccedil;&atilde;o    do risco de seq&uuml;ela a longo prazo.<sup>14</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Esse estudo visa, portanto, avaliar os acompanhamentos    no p&oacute;s-tratamento dos pacientes pedi&aacute;tricos portadores de osteossarcoma    e determinar as caracter&iacute;sticas s&oacute;cio-demogr&aacute;ficas, cl&iacute;nicas    e de tratamento que interferem no acompanhamento desses pacientes no p&oacute;s-tratamento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>MATERIAIS E M&Eacute;TODOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Trata-se de um estudo retrospectivo realizado    na Funda&ccedil;&atilde;o Pio XII - Hospital de C&acirc;ncer de Barretos (HCB)    com os pacientes tratados de Osteossarcoma, pelo Departamento de Pediatria no    per&iacute;odo entre janeiro de 2000 a julho de 2006.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os dados foram coletados atrav&eacute;s de uma    ficha cl&iacute;nica previamente definida sob os padr&otilde;es da institui&ccedil;&atilde;o.    O preenchimento da mesma foi realizado pelo pesquisador respons&aacute;vel pelo    estudo, atrav&eacute;s de revis&atilde;o do prontu&aacute;rio no SAME (Servi&ccedil;o    de Arquivo M&eacute;dico e Estat&iacute;stica) do Hospital. Os dados foram posteriormente    digitados em um banco de dados espec&iacute;fico, utilizando-se o <i>software    Statistical Package for Social Science for Windows </i>vers&atilde;o 17.0 (SPSS    17.0). As vari&aacute;veis foram distribu&iacute;das em categorias, atualizando-as    com informa&ccedil;&otilde;es retiradas de cada ficha cl&iacute;nica.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As caracter&iacute;sticas s&oacute;ciodemogr&aacute;ficas    foram coletadas a partir de uma ficha cadastral aplicada no momento que o paciente    &eacute; admitido no hospital. As demais informa&ccedil;&otilde;es foram coletadas    ap&oacute;s revis&atilde;o detalhada dos prontu&aacute;rios. Na ficha de coleta    constavam informa&ccedil;&otilde;es s&oacute;cio-demogr&aacute;ficas (sexo,    etnia, idade, naturalidade, proced&ecirc;ncia e dist&acirc;ncia), considerando-se    como dist&acirc;ncia o tempo de deslocamento do munic&iacute;pio de resid&ecirc;ncia    at&eacute; o Hospital de C&acirc;ncer de Barretos, reputando-se como pr&oacute;ximo    quando for inferior a tr&ecirc;s horas e distante quando superior a tr&ecirc;s    horas, e cl&iacute;nicas (estadiamento, diagn&oacute;stico, tratamento e da    evolu&ccedil;&atilde;o do paciente).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">A an&aacute;lise descritiva dos dados foi realizada    por meio de frequ&ecirc;ncias absolutas e relativas, medidas de tend&ecirc;ncia    central (m&eacute;dia e mediana) e dispers&atilde;o (desvio-padr&atilde;o, m&iacute;nimo    e m&aacute;ximo). Para a an&aacute;lise das vari&aacute;veis qualitativas foi    utilizado o teste de associa&ccedil;&atilde;o pelo qui-quadrado. No caso das    vari&aacute;veis que apresentaram caselas com valores menor ou igual a cinco,    utilizou-se o teste exato de <i>Fisher</i>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na an&aacute;lise da sobrevida dos pacientes    foi utilizado o estimador do produto limite de <i>Kaplan-Meier</i> e a compara&ccedil;&atilde;o    das curvas foi realizada pelo teste de <i>log rank</i>. O tempo da sobrevida    global foi calculado entre o t&eacute;rmino do tratamento e o status final do    paciente (vivo;&oacute;bito). Quanto &agrave; sobrevida livre de doen&ccedil;a,    o tempo foi avaliado entre o t&eacute;rmino do tratamento e o aparecimento da    recidiva, destacando-se, que, para esta an&aacute;lise, foram considerados somente    os pacientes que n&atilde;o apresentavam met&aacute;stase no in&iacute;cio do    estudo.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para todas as an&aacute;lises estat&iacute;sticas    assumiu-se um n&iacute;vel descritivo de 5%. Os dados coletados foram digitados    e analisados no programa SPSS vers&atilde;o 17.0 para Windows.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O estudo projeto foi aprovado pela Comiss&atilde;o    de &Eacute;tica em Pesquisa do Hospital de C&acirc;ncer de Barretos e do comit&ecirc;    de &eacute;tica da Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Dos 52 pacientes avaliados e tratados de osteossarcoma,    durante o acompanhamento no Departamento de Pediatria do HCB, 42 eram de pele    branca (80,8%), 32 do sexo masculino (61,5%) e 28 tinham idade superior a 15    anos (53,8%).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">De acordo com a proced&ecirc;ncia, na amostra    que englobou oito Estados brasileiros, tais como S&atilde;o Paulo, Rond&ocirc;nia,    Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goi&aacute;s, Alagoas e Piau&iacute;,    48,1% dos pacientes eram procedentes do Estado de S&atilde;o Paulo. Em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; quilometragem, 65,4% dos pacientes residiam distante do HCB, ou seja,    com mais de tr&ecirc;s horas, 26,9% dos pacientes despendiam de 4 a 21 horas    de viagem at&eacute; o Hospital.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Quanto &agrave;s caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas,    pode-se observar que 36 (69,2%) dos pacientes avaliados n&atilde;o apresentaram    met&aacute;stases ao diagn&oacute;stico e nos demais a met&aacute;stase pulmonar    representou 23,1%, enquanto na &oacute;ssea apenas 1,9%. Dos 52 pacientes avaliados,    59,6% apresentaram recidiva e dentre essas 34,6% era pulmonar.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Caracter&iacute;sticas das consultas</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">A m&eacute;dia de realiza&ccedil;&atilde;o de    consultas por paciente foi de 4,8 (dp=3,5), sendo o m&aacute;ximo de 18 consultas.    Dentre as consultas, 25 foram realizadas em data adiantada com rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; data agendada e 23 foram realizadas em data atrasada.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A queixa observada nas consultas foi associada    com o exame radiol&oacute;gico positivo, sendo que nas consultas onde foram    relatadas as queixas, 53,8% tinham resultados positivos. Por outro lado, das    consultas que n&atilde;o foram relatadas queixas, apenas 17,3% apresentaram    resultados positivos (p&lt;0, 001). Durante o acompanhamento, 81,3% dos pacientes    que adiantaram a consulta apresentaram alguma queixa, quando comparados com    aqueles que n&atilde;o adiantaram a consulta, -se uma associa&ccedil;&atilde;o    estatisticamente significativa (p=0,005). N&atilde;o houve associa&ccedil;&atilde;o    estatisticamente significativa entre as caracter&iacute;sticas demogr&aacute;ficas    e cl&iacute;nicas com o comparecimento adiantado na consulta.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A presen&ccedil;a de recidiva tamb&eacute;m mostrou    associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa com o comparecimento    atrasado nas consultas. Dos pacientes que recidivaram, 12,9% compareceram atrasados    em alguma consulta, enquanto que dos pacientes que n&atilde;o tiveram recidiva,    47,6% atrasaram em alguma consulta (p=0,006). Apresentar queixa em qualquer    consulta est&aacute; associado com o comparecimento adiantado na consulta. Nas    consultas que os pacientes apresentaram queixa, 35% adiantaram em alguma consulta,    enquanto que nos pacientes que n&atilde;o apresentaram queixa foi de 5% (p&lt;0,    001). Nas consultas em que houve atrasos nos comparecimentos, 54,5% dos pacientes    estavam hospedados em alojamentos (p=0, 010).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>An&aacute;lise de sobrevida</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A sobrevida global dos pacientes atendidos com    osteossarcoma no HCB em 12 meses, foi de 98,1%; em 24 meses, de 78,7%; em 36    meses, de 62,4%%; e em 60 meses, de 41,0%. (<a href="#fig1">Figura 1</a>) A    sobrevida livre de evento em 12 meses foi de 72,0%; em 24 meses de 41,4%; e    em 36 e 60 meses de 36,2%. (<a href="#fig2">Figura 2</a>)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="fig1"><img src="/img/revistas/aob/v20n4/a09fig1.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="fig2"><img src="/img/revistas/aob/v20n4/a09fig2.jpg"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para os pacientes que adiantaram a consulta,    a sobrevida livre de recidiva de 12, 24 e 36 meses, foi de 76,9%, 49,9% e 37,4%,    respectivamente. Enquanto que nos pacientes que n&atilde;o adiantaram a consulta,    em 12 meses, foi de 69,3%%; em 24 e 36 meses, de 36,6%, n&atilde;o se apresentando    diferen&ccedil;a estatisticamente significativa (p=0, 625). (<a href="#fig3">Figura    3</a>)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="fig3"><img src="/img/revistas/aob/v20n4/a09fig3.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os pacientes selecionados foram acompanhados    por uma mesma equipe m&eacute;dica e em hospital especializado, com capacita&ccedil;&atilde;o    multiprofissional, com utiliza&ccedil;&atilde;o de equipamentos de qualidade    controlada, confiabilidade dos exames de imagens e condi&ccedil;&otilde;es para    aplica&ccedil;&atilde;o de um mesmo protocolo de tratamento, contribuindo para    a confiabilidade dos dados.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Existem, tamb&eacute;m, desvantagens como o vi&eacute;s    pass&iacute;vel de ocorrer, vez que s&atilde;o avaliados dados preexistentes    em prontu&aacute;rios, submetendo-se aos riscos de uma anota&ccedil;&atilde;o    incompleta. Outra desvantagem &eacute; o pequeno n&uacute;mero de pacientes    envolvidos no estudo.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Como descrito anteriormente a respeito da raridade    do osteossarcoma, resulta expl&iacute;cita a limita&ccedil;&atilde;o da casu&iacute;stica,    apesar do estudo ter sido desenvolvido em um dos centros com os maiores &iacute;ndices    de OS do Pa&iacute;s. Uma das principais hip&oacute;teses da expressividade    no HCB em rela&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero de pacientes arrolados no estudo,    s&atilde;o a refer&ecirc;ncia da equipe de ortopedia oncol&oacute;gica, o f&aacute;cil    acesso ao agendamento de casos novos e o programa de preven&ccedil;&atilde;o    estabelecido pelo HCB, que atinge Estados long&iacute;nquos, como Rond&ocirc;nia,    que &eacute; o segundo Estado de maior proced&ecirc;ncia do estudo.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Segundo an&aacute;lise realizada por de Camargo    et al.<sup>10</sup> a incid&ecirc;ncia do osteossarcoma mant&eacute;m-se maior    no Estado de S&atilde;o Paulo, como citado anteriormente, por Parkin et al.<sup>9</sup>,    confirmado tamb&eacute;m por este estudo. Entretanto,o modelo ideal seria o    estudo multic&ecirc;ntrico, que validaria todos os resultados encontrados.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Existem diversos estudos nacionais relacionados    ao osteossarcoma (tratamento, recidiva, resultados do Grupo Cooperativo Brasileiro),    mas n&atilde;o direcionados exclusivamente ao acompanhamento do osteossarcoma,    sob o ponto de vista de uma &uacute;nica institui&ccedil;&atilde;o, como o presente    estudo.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Dentre os principais, podemos citar o de Castro    et al.<sup>15</sup>, que relata a experi&ecirc;ncia do servi&ccedil;o de oncologia    pedi&aacute;trica da Santa Casa de Miseric&oacute;rdia de S&atilde;o Paulo com    o osteossarcoma. Este trabalho teve como objetivo descrever as caracter&iacute;sticas    cl&iacute;nicas laboratoriais de 60 casos de crian&ccedil;as e adolescentes    com o osteossarcoma, determinando as taxas de sobrevida livre de evento e a    sobrevida global. Os resultados foram similares ao deste estudo e da literatura    m&eacute;dica internacional e, ainda concluiu ser fundamental o diagn&oacute;stico    precoce, assim como novos estudos para aprimoramento do manuseio e do tratamento    voltado para a melhora da qualidade de vida. A literatura m&eacute;dica internacional    descreve que os adolescentes s&atilde;o os mais afetados e essa doen&ccedil;a    &eacute; mais comum na segunda d&eacute;cada de vida, ou seja, na faixa de 20    anos.<sup>16</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Sabe-se que, atualmente, a cura n&atilde;o est&aacute;    fixada apenas na doen&ccedil;a, mas tamb&eacute;m na qualidade de vida ap&oacute;s    o tratamento, mesmo que essa esteja relacionada aos efeitos tardios da terapia    inicial. Assim, cada vez se faz mais necess&aacute;rio o desenvolvimento de    estrat&eacute;gias apropriadas de acompanhamento a longo prazo para os sobreviventes    de c&acirc;ncer.<sup>17</sup> Existem numerosos trabalhos norte-americanos e    europeus relacionados &agrave; qualidade de vida do sobrevivente do osteossarcoma,    atrav&eacute;s de diversos tipos de avalia&ccedil;&otilde;es. No estudo de Renard    et al.<sup>18</sup> utilizou-se um sistema de pontua&ccedil;&atilde;o da <i>Musculoskeletal    Tumor Society</i>, pelo qual foi demonstrado melhor fun&ccedil;&atilde;o dos    membros inferiores em pacientes que foram submetidos &agrave; cirurgia conservadora,    ao inv&eacute;s de amputa&ccedil;&atilde;o.<sup>18</sup> Por&eacute;m, outros    pesquisadores n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;as no resultado entre esses    dois grupos, como &eacute; o caso de Nagarajan et al.<sup>19</sup>, que n&atilde;o    encontraram diferen&ccedil;as de resultado funcional em 528 pacientes do <i>Childhood    Cancer Survivor Study</i>, usando a escala TESS (<i>Toronto Extremity Salvage    Score</i>).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Esta escala consta de um question&aacute;rio    auto aplic&aacute;vel, com 30 quest&otilde;es avaliando o desempenho em atividades    di&aacute;rias, sendo que, uma alta pontua&ccedil;&atilde;o significa alto n&iacute;vel    funcional.<sup>20</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O tratamento ideal do osteossarcoma &eacute;    a poliquimioterapia e cirurgia, pois, quando ocorre reca&iacute;da, o resgate    &eacute; limitado e a sobrevida &eacute; muito ruim, chegando a 20%, dependendo    do tipo de reca&iacute;da, sendo a maioria pulmonar.<sup>21</sup> Sabe-se que    o tratamento da reca&iacute;da pulmonar deve ser imperativo quando poss&iacute;vel,    pois a sobrevida de pacientes com ressec&ccedil;&atilde;o de met&aacute;stase    pulmonar &eacute; muito expressiva, conforme demonstrado por Bacci et al.<sup>22</sup>    que avaliaram 235 pacientes com reca&iacute;da depois de terapia neoadjuvante,    e, dentre os pacientes tratados com cirurgia, foi poss&iacute;vel a cura em    25% da amostra. Dando continuidade a esse estudo, Briccoli et al.<sup>23</sup>    reafirmaram os dados com 323 pacientes com osteossarcoma, concluindo que nos    pacientes com doen&ccedil;a pulmonar ressec&aacute;vel tratado com quimioterapia    adjuvante e neoadjuvante, a toracotomia deve ser sempre considerada, independentemente    do n&uacute;mero de ressec&ccedil;&otilde;es pr&eacute;vias.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Aproximadamente 50% das recidivas de OS ocorreram    dentro de 18 meses do t&eacute;rmino da terapia e apenas 5% desenvolveram recidivas    al&eacute;m de cinco anos. Ferrari et al.<sup>24</sup> buscaram a identifica&ccedil;&atilde;o    de fatores preditivos na reca&iacute;da tardia de osteossarcoma n&atilde;o metast&aacute;tico.    O estudo foi realizado num per&iacute;odo de 14 anos, no Instituto Rizzoli,    comparando 2 grupos de pacientes: os com reca&iacute;da tardia (&gt; 4 anos    de acompanhamento) e os com reca&iacute;da precoce. A reca&iacute;da tardia    foi detectada em 3,7% de 648 pacientes do estudo. A ressec&ccedil;&atilde;o    cir&uacute;rgica completa foi atingida em 79% desses pacientes com reca&iacute;da    tardia e sobrevida p&oacute;s reca&iacute;da foi de 65%, comparada com os 20%    de sobrevida nos pacientes com reca&iacute;da precoce. DHL, tipo de cirurgia    e resposta histol&oacute;gica n&atilde;o mostraram diferen&ccedil;as significativas    entre os pacientes com reca&iacute;da precoce e tardia. Fatores cl&iacute;nicos    preditivos para a reca&iacute;da tardia n&atilde;o foram identificados, portanto,    o acompanhamento prolongado &eacute; recomendado para todos os pacientes. Em    outras duas grandes s&eacute;ries, os locais mais acometidos da doen&ccedil;a    foram: pulm&atilde;o (65,8%), osso (8-10%), local (4-7%) e combinada (10-15%),    concluindo-se tamb&eacute;m que o controle do OS recidivados depende da completa    ressec&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica do local acometido. Se n&atilde;o for    poss&iacute;vel a cirurgia, a progress&atilde;o e morte s&atilde;o certas. Portanto,    o fator progn&oacute;stico mais importante na primeira reca&iacute;da &eacute;    a ressec&ccedil;&atilde;o completa, com uma taxa de sobrevida, em cinco anos,    de 20 a 45% para a metast&aacute;tica pulmonar e de 20% para outros s&iacute;tios.    Nessa amostra, a recidiva pulmonar foi tamb&eacute;m mais incidente, por&eacute;m,    n&atilde;o se dispondo dos dados de ressecabilidade e continuidade do tratamento,    visto que o estudo encerra-se no momento da recidiva.<sup>24</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O que &eacute; mais desafiante na detec&ccedil;&atilde;o    da recidiva, n&atilde;o &eacute; o diagn&oacute;stico nos pacientes sintom&aacute;ticos,    porque esses procuraram o hospital antes data marcada, quando necess&aacute;rio,    mas sim os pacientes assintom&aacute;ticos com diagn&oacute;stico da recidiva    na consulta de rotina e aqueles sintom&aacute;ticos que por algum motivo n&atilde;o    procuraram o atendimento precocemente. Existe elevada propor&ccedil;&atilde;o    dos que n&atilde;o adiantaram a consulta e apresentaram recidiva, na ordem de    quase 2:1. Conclui-se, assim, que se deve valorizar a queixa do paciente e da    fam&iacute;lia, antecipando-se sempre as consultas quando as queixas s&atilde;o    pertinentes. Portanto, novos estudos s&atilde;o necess&aacute;rios para se detectar    o real motivo daqueles que recidivaram, que n&atilde;o tiveram queixa e nem    adiantaram a consulta; e aqueles que recidivaram, tiveram queixa e n&atilde;o    adiantaram a consulta.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">V&aacute;rios fatores estariam envolvidos no    atraso do diagn&oacute;stico e alguns deles persistem envolvidos durante o seguimento,    como dist&acirc;ncia ao centro especializado, condi&ccedil;&otilde;es de transporte    e alojamento, al&eacute;m da disponibilidade para realiza&ccedil;&atilde;o de    exames. Nos pacientes da amostra estudada, verificou-se que os que atrasaram    &agrave; consulta, a maioria dependiam de alojamento. &Agrave; vista deste dado,    discute-se se os atrasos ocorreram devido demora para a libera&ccedil;&atilde;o    da verba de viagem pelo sistema do Tratamento Fora De Domic&iacute;lio - TFD,    que pode decorrer de atraso de relat&oacute;rio m&eacute;dico, ou ainda, devido    relat&oacute;rios incompletos ou falta de verba p&uacute;blica para o atendimento.    Poder&aacute; ocorrer, ainda, face o adiamento do exame pelo Departamento de    Radiologia por quebra de aparelho ou qualquer outra causa. A &uacute;nica certeza    que se tem &eacute; relacionada &agrave; vaga no alojamento, pois, nenhum paciente    pertencente ao servi&ccedil;o atrasa &agrave; consulta por esse motivo, vez    que quando ocorre a lota&ccedil;&atilde;o o servi&ccedil;o responsabiliza-se    pelo alocamento dos pacientes. Discutindo essas hip&oacute;teses, imp&otilde;e-se    saber qual o real papel do TFD. Esse &oacute;rg&atilde;o, institu&iacute;do    pela Portaria n&ordm; 55, da Secretaria de Assist&ecirc;ncia &agrave; Sa&uacute;de    (Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de), constitui-se no instrumento legal que garante,    atrav&eacute;s do SUS, o tratamento m&eacute;dico a pacientes portadores de    doen&ccedil;as n&atilde;o trat&aacute;veis no munic&iacute;pio de origem, por    falta de condi&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas.<sup>25</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Observa-se que a utiliza&ccedil;&atilde;o de    recursos do TFD submete-se a um processo burocr&aacute;tico extenso e que depende    de v&aacute;rios fatores, especialmente da familiaridade do m&eacute;dico daquele    &oacute;rg&atilde;o com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; oncologia pedi&aacute;trica,    a quem cabe avaliar a necessidade do acompanhamento adequado no p&oacute;s tratamento.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A segunda discuss&atilde;o &eacute; quanto ao    poder aquisitivo de cada Estado, pois n&atilde;o adianta ser direito do paciente    receber tratamento fora de seu domic&iacute;lio se o Estado n&atilde;o disp&otilde;e    de verba para o atendimento. Devido a extens&atilde;o de nosso Pa&iacute;s,    existem lugares que n&atilde;o possuem m&iacute;nimo acesso &agrave; sa&uacute;de,    &agrave; cultura ou qualquer outra informa&ccedil;&atilde;o, mesmo porque a    exclus&atilde;o social tamb&eacute;m existe nas regi&otilde;es sul e sudeste    do Brasil, complicando-se, assim, o programa de acompanhamento do p&oacute;s    tratamento, confirmando o que foi revelado no estudo, ou seja, que a dist&acirc;ncia    n&atilde;o se constitui na &uacute;nica causa do atraso &agrave; consulta. N&atilde;o    possui no HCB, ou melhor, nesse estudo, pacientes procedentes de uma das 10    cidades classificadas como mais pobres do pa&iacute;s, avaliadas pelo &iacute;ndice    de exclus&atilde;o social (IES), existindo, sim, Estados de proced&ecirc;ncia    como o Estado do Piau&iacute;, localizado acima do Tr&oacute;pico de Capric&oacute;rnio,    que sofre ainda mais com a exclus&atilde;o social.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os dados do IES revelam que 2.290 cidades brasileiras,    equivalente a 42% do total de munic&iacute;pios, onde vivem 21% da popula&ccedil;&atilde;o    do Pa&iacute;s, apresentam altos &iacute;ndices de exclus&atilde;o social. Em    contrapartida, apenas 200 cidades (3,6% do total), apresentam um padr&atilde;o    de vida adequado.<sup>26</sup> Mais de 25% dos brasileiros vivem em condi&ccedil;&otilde;es    prec&aacute;rias, com baixa renda, sem emprego formal e baixo acesso &agrave;    educa&ccedil;&atilde;o. Segundo o IES, os dados revelam que nas regi&otilde;es    Norte e Nordeste do Brasil parece consolidar-se um quadro hist&oacute;rico de    exclus&atilde;o, que obstacularizam a acompanhamento e tratamento adequado do    c&acirc;ncer em geral.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A terceira discuss&atilde;o est&aacute; relacionada    ao adiamento dos exames radiol&oacute;gicos, onde muitas vezes a equipe m&eacute;dica    s&oacute; toma conhecimento ao detectar a aus&ecirc;ncia do paciente na consulta    agendada. Para essa solu&ccedil;&atilde;o, um mecanismo de retaguarda deveria    ser criado, pois muitos pacientes assintom&aacute;ticos, sem evid&ecirc;ncia    de urg&ecirc;ncia, podem ser prejudicados por n&atilde;o detec&ccedil;&atilde;o    precoce da recidiva. Com rela&ccedil;&atilde;o aos pacientes sintom&aacute;ticos,    que procuram o hospital e necessitam realizar exames de urg&ecirc;ncia, mas    n&atilde;o podem aguardar a manuten&ccedil;&atilde;o de um aparelho de radiologia,    constitui-se filosofia do HCB, torn&aacute;-lo prioridade, realizando-se o exame    necess&aacute;rio de qualquer maneira.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Abordados os pontos sociais e operacionais, que    podem interferir no atraso do diagn&oacute;stico da recidiva, sabe-se que o    exame precoce da recidiva pulmonar vai interferir principalmente na qualidade    de vida do paciente, pois, sendo poss&iacute;vel ser ressecado, experimenta-se    uma melhora na qualidade de sobrevida, embora n&atilde;o seja de maneira estatisticamente    significativa, como foi visto neste trabalho, onde a sobrevida livre de recidiva    n&atilde;o foi diferente daqueles que recidivaram e n&atilde;o adiantaram a    consulta.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Isso implica que novos estudos moleculares s&atilde;o    necess&aacute;rios para termos cada vez mais o perfil detalhado do paciente,    como &eacute; o caso dos marcadores de atividade tumoral, que podem interferir    na resposta ao tratamento e na reca&iacute;da, permitindo-se um investimento    em novos estudos multic&ecirc;ntricos para a descoberta de novas drogas e novos    marcadores. Diante de dificuldade de resposta nos pacientes recidivados, Zhao    et al.<sup>27</sup> publicaram um estudo que avaliou a efic&aacute;cia da pirarubicin    associada &agrave; quimioterapia em pacientes com met&aacute;stases pulmonares.    Esse estudo avaliou o efeito e rea&ccedil;&otilde;es adversas da pirarubicin    (THF) associada &agrave; cisplatina ou ifosfamida e analisou a rela&ccedil;&atilde;o    entre o efeito terap&ecirc;utico e express&atilde;o da glicoprote&iacute;na-p    e topoisomerase-II. N&atilde;o houve diferen&ccedil;a na sobrevida global e    na sobrevida livre de progress&atilde;o entre o uso da cisplatina e ifosfamida,    mas, teve efeito na negativa&ccedil;&atilde;o da glicoprote&iacute;na-p e/ou    topoisomerase-II. Portanto, para os pacientes com reca&iacute;da pulmonar a    THF associada &agrave; quimioterapia foi efetiva.<sup>27</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">&Eacute; indiscut&iacute;vel que o seguimento    do paciente com c&acirc;ncer &eacute; necess&aacute;rio, por&eacute;m, a d&uacute;vida    &eacute; qual a forma e periodicidade. V&aacute;rias f&oacute;rmulas foram desenvolvidas    na tentativa de descobrir o melhor acompanhamento, como a f&oacute;rmula de    Collins, por&eacute;m ela n&atilde;o se aplica a todos os tipos de tumores sendo    o OS um desses.<sup>28</sup> N&atilde;o existe uma unanimidade para um esquema    de acompanhamento para o OS, sendo concordante apenas a sua importancia.<sup>4</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Portanto, diante da imperiosa necessidade de    acompanhamento do paciente tratado de OS, v&aacute;rios aspectos ainda precisam    ser bem estudados, como o custo e efetividade do tratamento do c&acirc;ncer    infantil, e, consequentemente, do p&oacute;s tratamento e at&eacute; mesmo do    cuidado paliativo. Sabe-se que o peso econ&ocirc;mico do c&acirc;ncer &eacute;    substancial por&eacute;m,&eacute; poss&iacute;vel estimar custos diretos e indiretos    para um grande n&uacute;mero de pacientes portadores de c&acirc;ncer, usando    bancos de dados relacionados com as caracter&iacute;sticas s&oacute;cio demogr&aacute;ficas,    geogr&aacute;ficas e do tipo de que melhorariam as pesquisas e a qualidade do    tratamento, do acompanhamento e at&eacute; do morrer.<sup>29</sup></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Assim, conclui-se que a queixa observada nas    consultas est&aacute; associada ao resultado do exame positivo, n&atilde;o havendo    associa&ccedil;&atilde;o entre as caracter&iacute;sticas demogr&aacute;ficas    e cl&iacute;nicas com rela&ccedil;&atilde;o ao comparecimento adiantado &agrave;s    consultas. Os pacientes que n&atilde;o apresentaram recidivas atrasaram mais    para comparecer &agrave; consulta em rela&ccedil;&atilde;o aos recidivados.    J&aacute; a avalia&ccedil;&atilde;o mostrou uma associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente    significativa entre os pacientes que adiantaram em qualquer consulta e os que    possu&iacute;am queixas. Nas consultas em que houveram atrasos nos comparecimentos,    54,5% dos pacientes estavam hospedados em alojamento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">1. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Instituto    Nacional de C&acirc;ncer. Estimativa/2008 incid&ecirc;ncia de c&acirc;ncer no    Brasil. Rio de Janeiro: INCA; 2007. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=1793" target="_blank">http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=1793</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1413-7852201200040000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">2. Wu PK, Chen WM, Chen CF, Lee OK, Haung CK,    Chen TH. Primary osteogenic sarcoma with pulmonary metastasis: clinical results    and prognostic factors in 91 patients. Jpn J Clin Oncol. 2009;39(8):514-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1413-7852201200040000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">3. Huvos A. Bone tumors: diagnosis, treatment    and prognosis. 2nd ed. Philadelphia: W.B. Saunders; 1991.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1413-7852201200040000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">4. Bielack S, Carrle D, Casali PG; ESMO Guidelines    Working Group. Osteosarcoma: ESMO clinical recommendations for diagnosis, treatment    and follow-up. Ann Oncol. 2009;20(Suppl 4):137-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1413-7852201200040000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">5. IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e    Estat&iacute;stica. Censo demogr&aacute;fico 2000. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.ibge.gov.br" target="_blank">http://www.ibge.gov.br</a>.    Acessado em 2010 jun 12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1413-7852201200040000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">6. Little J. Introduction. In: Epidemiology of    childhood cancer. Lyon: International Agency for Research on Cancer: World Health    Organization; 1999. p.1-9. (IARC Scientific Publications, 149).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1413-7852201200040000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">7. Messerschmitt PJ, Garcia RM, Abdul-Karim FW,    Greenfield EM, Getty PJ. Osteosarcoma. J Am Acad Orthop Surg. 2009;17(8):515-27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1413-7852201200040000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">8. Parkin DM, Stiller CA, Draper GJ, Bieber CA,    Terracini B, Young JL. International incidence of childhood cancer. Lyon: International    Agency for Research on Cancer; 1988. (IARC Scientific Publications, 87).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1413-7852201200040000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">9. Parkin DM, Stiller CA, Nectoux J. International    variations in the incidence of childhood bone tumours. 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Osteossarcoma:    experi&ecirc;ncia de oncologia pedi&aacute;trica da Santa Casa de Miseric&oacute;rdia    de S&atilde;o Paulo. Rev Bras Ortop. 2008;43(1):108-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1413-7852201200040000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">16. Link MP, Eilber F. Osteossarcoma. In: Pizzo    PA, Poplack DG, editors. Principles and practice of pediatric oncology. 3rd    ed. 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Renard AJ, Veth RP, Schreuder HW, van Loon    CJ, Koops HS, van Horn JR. Function and complications after ablative and limb-salvage    therapy in lower extremity sarcoma of bone. J Surg Oncol. 2000;73(4):198-205.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1413-7852201200040000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">19. Nagarajan R, Neglia JP, Clohisy DR, Robison    LL. Limb salvage and amputation in survivors of pediatric lower-extremity bone    tumors: what are the long-term implications? J Clin Oncol. 2002;20(22):4493-501.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1413-7852201200040000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">20. Robert RS, Ottaviani G, Huh WW, Palla S,    Jaffe N. Psychosocial and functional outcomes in long-term survivors of osteosarcoma:    a comparison of limb-salvage surgery and amputation. Pediatr Blood Cancer. 2010;54(7):990-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1413-7852201200040000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->    </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">21. Kempf-Bielack B, Bielack SS, J&uuml;rgens    H, Branscheid D, Berdel WE, Exner GU, et al. Osteosarcoma relapse after combined    modality therapy: an analysis of unselected patients in the Cooperative Osteosarcoma    Study Group (COSS). 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Acta Oncol. 2005;44(7):748-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1413-7852201200040000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">23. Briccoli A, Rocca M, Salone M, Guzzardella    GA, Balladelli A, Bacci G. High grade osteosarcoma of the extremities metastatic    to the lung: long-term results in 323 patients treated combining surgery and    chemotherapy, 1985-2005. 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Saiba o que &eacute; tratamento fora do domic&iacute;lio-TFD.    Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.mp.go.gov.br/portalweb/hp/2/docs/cartilha-tfd-sespa.pdf" target="_blank">http://www.mp.go.gov.br/portalweb/hp/2/docs/cartilha-tfd-sespa.pdf</a>.    Acessado em 2010 jun 12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1413-7852201200040000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">26. Prattein. &Iacute;ndice de Exclus&atilde;o    Social identifica crescimento de novos exclu&iacute;dos no Brasil. Dispon&iacute;vel    em: <a href="http://prattein.publier.com.br/texto.asp?id=45" target="_blank">http://prattein.publier.com.br/texto.asp?id=45</a>.    Acessado em 2010 jun 10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1413-7852201200040000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">27. Zhao H, Yao Y, Wang Z, Lin F, Sun Y, Chen    P. Therapeutic effect of pirarubicin-based chemotherapy for osteosarcoma patients    with lung metastasis. J Chemother. 2010;22(2):119-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1413-7852201200040000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">28. Paulino AC. Collins' law revisited: can we    reliably predict the time to recurrence in common pediatric tumors? Pediatr    Hematol Oncol. 2006;23(1):81-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1413-7852201200040000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">29. Chang S, Long SR, Kutikova L, Bowman L, Finley    D, Crown WH, Bennett CL. Estimating the cost of cancer: results on the basis    of claims data analyses for cancer patients diagnosed with seven types of cancer    during 1999 to 2000. 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<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="end" href="#top"><img src="/img/revistas/aob/v20n4/seta.jpg" border="0"></a> <font face="Verdana" size="2"><b>Correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Departamento de Pediatria Oncol&oacute;gica    <br>   Hospital de C&acirc;ncer de Barretos    <br>   Rua Antenor Duarte Vilela, 1331 - 14784-400 - Barretos - SP. Brasil    <br>   E-mail: <a href="mailto:giseleeiras@hotmail.com">giseleeiras@hotmail.com</a></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Artigo recebido em 04/07/2010, aprovado em 09/05/2011.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Trabalho realizado no Hospital do C&acirc;ncer,    Barretos, Universidade de S&atilde;o Paulo, programa de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o-Oncologia.    SP, Brasil.</font></p>     ]]></body>
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