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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O eixo hipotálamo-pituitária-adrenal, a função dos receptores de glicocorticóides e sua importância na depressão]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVES: Changes in the hypothalamic-pituitary-adrenocortical (HPA) system are characteristic of depression. Because the effects of glucocorticoids are mediated by intracellular receptors including, most notably, the glucocorticoid receptor (GR), several studies have examined the number and/or function of GRs in depressed patients. METHODS: Review scientific evidences have consistently demonstrated that GR function is impaired in major depression, resulting in reduced GR-mediated negative feedback on the HPA axis and increased production and secretion of CRF in various brain regions postulated to be involved in the causality of depression. RESULTS: This article summarizes the literature on GR in depression and on the impact of antidepressants on the GR in clinical and preclinical studies, and supports the concept that impaired GR signalling is a key mechanism in the pathogenesis of depression, in the absence of clear evidence of decreased GR expression. The data also indicate that antidepressants have direct effects on the GR, leading to enhanced GR function and increased GR expression. Although the effects of antidepressants on glucocorticoid hormones and their receptors are relevant for the therapeutic action of these drugs, the molecular mechanisms underlying these effects are unclear. We propose that antidepressants in humans could inhibit steroid transporters localised on the blood-brain barrier and in neurones, like the multidrug resistance p-glycoprotein, and thus increase the access of cortisol to the brain and the glucocorticoid-mediated negative feedback on the HPA axis. CONCLUSION: Enhanced cortisol action in the brain might prove to be a successful approach to maximise therapeutic antidepressant effects. Hypotheses regarding the mechanism of these receptor changes involve non-steroid compounds that regulate GR function via second messenger pathways. Research in this field will lead to new insights into the pathophysiology and treatment of affective disorders.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Estresse]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p ALIGN="right"><font size="2" face="Verdana"><b>REVIS&Atilde;O</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="verdana"><B><a name="tx"></a>O eixo hipot&aacute;lamo-pituit&aacute;ria-adrenal,    a fun&ccedil;&atilde;o dos receptores de glicocortic&oacute;ides e sua import&acirc;ncia    na depress&atilde;o</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Mario F Juruena; Anthony J Cleare;    Carmine M Pariante</b></FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Division of Psychological Medicine,    Section of Neurobiology of Mood Disorders, Institute of Psychiatry, University    of London e Affective Disorders Unit, South London Maudsley Trust, London, UK</FONT></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#end">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><B>RESUMO</B></FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>OBJETIVO:</b> As mudan&ccedil;as    no eixo hipot&aacute;lamo-pituit&aacute;ria-adrenal (HPA) s&atilde;o caracter&iacute;sticas    da depress&atilde;o. Devido aos efeitos dos glicocortic&oacute;ides serem mediados    por receptores intracelulares, como os receptores de glicocortic&oacute;ides    (RGs), in&uacute;meros estudos examinaram o n&uacute;mero e/ou fun&ccedil;&atilde;o    dos RGs em pacientes com depress&atilde;o.    <br>   <b>M&Eacute;TODOS:</b> Os autores fazem uma revis&atilde;o das evid&ecirc;ncias    cient&iacute;ficas dos estudos que t&ecirc;m consistentemente demonstrado que    a fun&ccedil;&atilde;o dos RGs est&aacute; prejudicada na depress&atilde;o maior,    em conseq&uuml;&ecirc;ncia da redu&ccedil;&atilde;o da resposta do eixo HPA    ao feedback negativo mediado pelos RGs e a um aumento na produ&ccedil;&atilde;o    e secre&ccedil;&atilde;o de HLC em v&aacute;rias regi&otilde;es cerebrais, sugerindo    que esses mecanismos est&atilde;o envolvidos na etiologia da depress&atilde;o    e no tratamento antidepressivo.    <br>   <b>RESULTADOS:</b> Esta revis&atilde;o faz um resumo da literatura atual sobre    RG na depress&atilde;o e sobre o impacto dos antidepressivos nos RGs em estudos    cl&iacute;nicos e pr&eacute;-cl&iacute;nicos, e d&aacute; suporte ao conceito    de que a sinaliza&ccedil;&atilde;o deficiente dos RGs &eacute; parte fundamental    na fisiopatogenia da depress&atilde;o, na aus&ecirc;ncia de evid&ecirc;ncias    claras de redu&ccedil;&atilde;o na express&atilde;o dos RGs. Embora os efeitos    dos antidepressivos nos horm&ocirc;nios glicocortic&oacute;ides e seus receptores    sejam relevantes para a a&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica dessas drogas,    os mecanismos moleculares subjacentes a esses efeitos ainda n&atilde;o est&atilde;o    esclarecidos. Estudos indicam que os antidepressivos t&ecirc;m efeitos diretos    nos RGs, levando a uma melhora da fun&ccedil;&atilde;o e a um aumento da express&atilde;o    dos RGs. N&oacute;s propomos que, em humanos, os antidepressivos podem inibir    os transportadores de ester&oacute;ides localizados na barreira hemato-liqu&oacute;rica    e nos neur&ocirc;nios, como o complexo de resist&ecirc;ncia a m&uacute;ltiplas    drogas glicoprote&iacute;na-p ("multidrug resistance p-glycoprotein"),    e podem aumentar o acesso do cortisol ao c&eacute;rebro e o feedback negativo    mediado por glicocorticoides no eixo HPA.    <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b> O aumento da a&ccedil;&atilde;o    do cortisol no c&eacute;rebro pode ser uma abordagem eficaz para maximizar os    efeitos terap&ecirc;uticos dos antidepressivos. Hip&oacute;teses referentes    aos mecanismos destes receptores envolvem compostos n&atilde;o ester&oacute;ides    que regulam a fun&ccedil;&atilde;o dos RGs via segundos mensageiros. A pesquisa    nesta &aacute;rea trar&aacute; novos entendimentos &agrave; fisiopatologia e    ao tratamento dos transtornos afetivos, em especial na depress&atilde;o.</FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana"><B>Descritores:</b> Estresse; Depress&atilde;o;    Hipot&aacute;lamo; Hidrocortisona; Antidepressivos; Neuroendocrinologia; Citocinas;    Pseudoneuroimunologia</FONT></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><B>Introdu&ccedil;&atilde;o</B></FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os horm&ocirc;nios desempenham um papel cr&iacute;tico    no desenvolvimento e express&atilde;o de uma ampla gama de comportamentos. Um    aspecto da influ&ecirc;ncia dos horm&ocirc;nios no comportamento &eacute; a    sua potencial contribui&ccedil;&atilde;o para a fisiopatologia dos transtornos    psiqui&aacute;tricos e para o mecanismo de a&ccedil;&atilde;o dos psicotr&oacute;picos,    particularmente na depress&atilde;o maior. De todos os eixos end&oacute;crinos,    o eixo hipot&aacute;lamo-pituit&aacute;ria-adrenal (HPA) tem sido o mais amplamente    estudado.<sup>1-2</sup> Este eixo exerce um papel fundamental na resposta aos    est&iacute;mulos externos e internos, incluindo os estressores psicol&oacute;gicos.    Anormalidades na fun&ccedil;&atilde;o do eixo HPA t&ecirc;m sido descritas em    pessoas que experimentam transtornos psiqui&aacute;tricos. Al&eacute;m disso,    &eacute; bem conhecido o papel fundamental do estresse como precipitante de    epis&oacute;dios de transtornos psiqui&aacute;tricos em indiv&iacute;duos predispostos.<SUP>1</SUP>    Essas anormalidades parecem estar relacionadas &agrave;s mudan&ccedil;as na    capacidade dos glicocortic&oacute;ides circulantes em exercer seu feedback negativo    na secre&ccedil;&atilde;o dos horm&ocirc;nios do eixo HPA por meio da liga&ccedil;&atilde;o    aos receptores de mineralocortic&oacute;ides (RM) e glicocortic&oacute;ides    (RG) nos tecidos do eixo HPA.<SUP>2,3-6</SUP> De fato, na depress&atilde;o melanc&oacute;lica    &eacute; descrito que h&aacute; desregula&ccedil;&atilde;o do feedback negativo    no eixo HPA levando &agrave; hipercortisolemia.<SUP>2,6</SUP> Assim como a depress&atilde;o    melanc&oacute;lica, um espectro de outros transtornos pode estar associado &agrave;    ativa&ccedil;&atilde;o aumentada e prolongada do eixo HPA, incluindo anorexia    nervosa, com ou sem desnutri&ccedil;&atilde;o, transtorno obsessivo-compulsivo,    p&acirc;nico, alcoolismo cr&ocirc;nico, abstin&ecirc;ncia de &aacute;lcool e    narc&oacute;ticos, exerc&iacute;cio excessivo, diabetes mellitus mal controlado,    abuso sexual na inf&acirc;ncia e hipertiroidismo.<SUP>7</SUP> Outro grupo de    doen&ccedil;as &eacute; caracterizado pela hipoativa&ccedil;&atilde;o do sistema    de estresse, em vez de ativa&ccedil;&atilde;o permanente, na qual a secre&ccedil;&atilde;o    cronicamente reduzida de horm&ocirc;nio liberador de corticotropina (HLC) pode    resultar em hiporreatividade patol&oacute;gica e feedback negativo intensificado    do eixo HPA. Pacientes com transtorno de estresse p&oacute;s-traum&aacute;tico,    depress&atilde;o sazonal, depress&atilde;o at&iacute;pica e s&iacute;ndrome    da fadiga cr&ocirc;nica entram nessa categoria (ver <a href="#tab01">Tabela    1</a>). Da mesma forma, pacientes com fibromialgia apresentam excre&ccedil;&atilde;o    urin&aacute;ria de cortisol livre diminu&iacute;da e freq&uuml;entemente queixam-se    de fadiga. Pacientes com hipotiroidismo tamb&eacute;m possuem clara evid&ecirc;ncia    de hiposecre&ccedil;&atilde;o de HLC.<SUP>8-11 </SUP>Finalmente, a hip&oacute;tese    de que os antidepressivos exer&ccedil;am seus efeitos cl&iacute;nicos por meio    da modula&ccedil;&atilde;o direta dos horm&ocirc;nios glicocortic&oacute;ides    e de seus receptores &eacute; um dos mais impactantes e inovadores modelos dos    mecanismos de a&ccedil;&atilde;o dessa classe de f&aacute;rmacos.<SUP>12-13</sup></FONT></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p ALIGN="center"><img src="/img/revistas/rbp/v26n3/a09tab01.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbp/v26n3/a09fig01.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Revisaremos as evid&ecirc;ncias    que embasam que: 1) a hiperatividade do eixo HPA exerce um importante papel    na patog&ecirc;nese da depress&atilde;o maior; 2) essa hiperatividade deve-se,    em especial, &agrave; defici&ecirc;ncia de feedback negativo no eixo HPA pelos    horm&ocirc;nios glicocortic&oacute;ides circulantes; 3) essa defici&ecirc;ncia    na inibi&ccedil;&atilde;o por <I>feedback </I>relaciona-se com uma fun&ccedil;&atilde;o    diminu&iacute;da dos receptores de glicocortic&oacute;ides (RG), que medeiam    os efeitos dos horm&ocirc;nios glicocortic&oacute;ides, incluindo o feedback    negativo no eixo HPA; e 4) os antidepressivos atuam revertendo essas altera&ccedil;&otilde;es    na fun&ccedil;&atilde;o dos RGs e dessa forma normalizam a hiperatividade do    eixo HPA em pacientes com depress&atilde;o maior. </FONT></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><B>A regula&ccedil;&atilde;o do    eixo HPA</B></FONT></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">A atividade do eixo HPA &eacute;    governada pela secre&ccedil;&atilde;o de HLC e vasopressina (AVP) pelo hipot&aacute;lamo,    os quais, por sua vez, ativam a secre&ccedil;&atilde;o do horm&ocirc;nio adrenocorticotr&oacute;pico    (ACTH) pela pituit&aacute;ria, que finalmente estimula a secre&ccedil;&atilde;o    de glicocortic&oacute;ides pelo c&oacute;rtex adrenal.<SUP>2</SUP> Os glicocortic&oacute;ides,    ent&atilde;o, interagem com seus receptores em m&uacute;ltiplos tecidos-alvo,    incluindo o eixo HPA, onde s&atilde;o respons&aacute;veis pela inibi&ccedil;&atilde;o    negativa por feedback da secre&ccedil;&atilde;o do ACTH pela pituit&aacute;ria    e do HLC a partir do hipot&aacute;lamo. Embora os glicocortic&oacute;ides regulem    a fun&ccedil;&atilde;o de quase todos os tecidos do corpo, o efeito fisiol&oacute;gico    mais conhecido desses horm&ocirc;nios &eacute; a regula&ccedil;&atilde;o do    metabolismo energ&eacute;tico. Os efeitos antiinflamat&oacute;rios e imunossupressores    dos glicocortic&oacute;ides s&atilde;o evidentes em doses farmacol&oacute;gicas,    ao passo que, fisiologicamente, esses horm&ocirc;nios possuem um importante    papel regulat&oacute;rio no sistema imunol&oacute;gico.<SUP>5</sup></FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">V&aacute;rios fatores regulam a atividade do eixo    HPA. H&aacute; evid&ecirc;ncia de inerva&ccedil;&atilde;o direta catecolamin&eacute;rgica,    seroton&eacute;rgica e dopamin&eacute;rgica nos neur&ocirc;nios produtores de    HLC no hipot&aacute;lamo e esses e outros neurotransmissores parecem influenciar    a libera&ccedil;&atilde;o de HLC. Por exemplo, a serotonina exerce uma influ&ecirc;ncia    estimuladora no HLC, por meio dos subtipos de receptores 5-HT<sub>1A</sub>,    5-HT<sub>1B</sub>, 5-HT<sub>1C</sub> e 5-HT<sub>2</sub>. A norepinefrina possui    um efeito mais vari&aacute;vel, sendo estimulat&oacute;ria em doses baixas (via    receptores alpha1) e inibit&oacute;ria em doses altas (via receptores beta).<SUP>14</sup></FONT></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><B>Anormalidades do eixo HPA na    depress&atilde;o</B></FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">A hiperatividade do eixo HPA na depress&atilde;o    maior &eacute; um dos achados mais consistentes em psiquiatria. Um percentual    significativo de pacientes com depress&atilde;o maior apresenta concentra&ccedil;&otilde;es    aumentadas de cortisol (o glicocortic&oacute;ide end&oacute;geno nos seres humanos)    no plasma, na urina e no fluido cerebrospinal (LCR); resposta exagerada de cortisol    ap&oacute;s estimula&ccedil;&atilde;o com horm&ocirc;nio adrenocortitr&oacute;pico    (ACTH); e aumento tanto da pituit&aacute;ria como das gl&acirc;ndulas adrenais.<SUP>2,3,6,14-15</SUP>    Hipertrofia da adrenal tem sido encontrada em pacientes deprimidos e esse achado    provavelmente explica porque a resposta do cortisol ao HLC &eacute; similar    em indiv&iacute;duos deprimidos e em controles, j&aacute; que a gl&acirc;ndula    adrenal aumentada &eacute; capaz de compensar a resposta achatada de ACTH ao    HLC, geralmente observada em pacientes deprimidos.<SUP>2</SUP> Tamb&eacute;m    foi observado volume pituit&aacute;rio aumentado nesses pacientes, o que pode    ser considerado um marcador da ativa&ccedil;&atilde;o excessiva do eixo HPA.<SUP>16</SUP>    Em um recente estudo, o primeiro epis&oacute;dio de psicose foi associado ao    volume aumentado da pituit&aacute;ria, sugerindo que isso se deva &agrave; hiperativa&ccedil;&atilde;o    do eixo HPA. Menor volume pituit&aacute;rio em indiv&iacute;duos com psicose    estabelecida pode tamb&eacute;m ser conseq&uuml;&ecirc;ncia de repetidos epis&oacute;dios    de hiperatividade do eixo HPA.<SUP>17</SUP> </FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em geral, as altera&ccedil;&otilde;es no eixo HPA    aparecem em pacientes com depress&atilde;o cr&ocirc;nica e epis&oacute;dios    depressivos graves. Al&eacute;m disso, essas altera&ccedil;&otilde;es parecem    ser estado-dependentes, tendendo a se resolver com a resolu&ccedil;&atilde;o    da s&iacute;ndrome depressiva.<SUP>12</sup></FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Achados provindos de m&uacute;ltiplas linhas    de pesquisa t&ecirc;m fornecido evid&ecirc;ncias de que, durante a depress&atilde;o,    a disfun&ccedil;&atilde;o de estruturas l&iacute;mbicas, incluindo o hipot&aacute;lamo    e o hipocampo, resulta na hipersecre&ccedil;&atilde;o de HLC e AVP, o que, por    sua vez, induz a ativa&ccedil;&atilde;o pituit&aacute;rio-adrenal. Al&eacute;m    disso, as concentra&ccedil;&otilde;es de HLC no l&iacute;quido cefalo raquidiano    (LCR) est&atilde;o aumentadas em pacientes deprimidos n&atilde;o-medicados e    foi encontrado um menor n&uacute;mero de receptores de HLC no c&oacute;rtex    frontal de v&iacute;timas de suic&iacute;dio.<SUP>18</SUP> V&aacute;rios estudos    forneceram evid&ecirc;ncias de que o HLC pode desempenhar um papel nos sinais    e sintomas comportamentais da depress&atilde;o (libido diminu&iacute;da, apetite    diminu&iacute;do, altera&ccedil;&otilde;es psicomotoras e dist&uacute;rbios    de sono).</FONT></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbp/v26n3/a09tab02.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Ainda que os mecanismos pelos quais o HLC extra-hipotal&acirc;mico    est&aacute; elevado na depress&atilde;o n&atilde;o tenham sido entendidos, os    n&iacute;veis elevados de HLC no hipot&aacute;lamo s&atilde;o considerados como    relacionados &agrave; altera&ccedil;&atilde;o de inibi&ccedil;&atilde;o por    feedback pelos glicocortic&oacute;ides end&oacute;genos. Dados confirmando a    no&ccedil;&atilde;o de que a inibi&ccedil;&atilde;o por <I>feedback </I>mediada    por glicocortic&oacute;ides encontra-se deficiente na depress&atilde;o maior    prov&ecirc;m de v&aacute;rios estudos<SUP>3</SUP> que demonstram n&atilde;o    haver supress&atilde;o da secre&ccedil;&atilde;o de cortisol. Esses estudos    foram complementados por muitos testes da fun&ccedil;&atilde;o neuroend&oacute;crina    que examinaram a supress&atilde;o de ACTH e de corticoster&oacute;ides pelo    glicocortic&oacute;ide sint&eacute;tico dexametasona (DEX) – teste de supress&atilde;o    da dexametasona (TSD). O TSD revelou que uma alta propor&ccedil;&atilde;o de    pacientes com diferentes transtornos afetivos possuem n&iacute;veis de cortisol    elevados,<SUP>19</SUP> escapando dessa forma do efeito supressor do DEX. Depois    que o HLC foi descoberto e caracterizado por Vale et al,<SUP>20</SUP> estudos    iniciais empregando HLC ovino ou humano em indiv&iacute;duos deprimidos demonstraram    que a resposta do ACTH ap&oacute;s inje&ccedil;&atilde;o desse neuropept&iacute;deo    encontrava-se diminu&iacute;da, sugerindo que os receptores de HLC estavam desensibilizados    devido &agrave; hiposensibiliza&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga pelo HLC hiper-secretado.<SUP>21-22</SUP>    O teste da fun&ccedil;&atilde;o neuroend&oacute;crina mais sens&iacute;vel para    detectar a desregula&ccedil;&atilde;o do eixo HPA combina o TSD e o teste de    estimula&ccedil;&atilde;o do HLC (teste DEX/HLC).<SUP>23-25</SUP> De fato, Heuser    et al<SUP>25</SUP> conclu&iacute;ram, a partir de seus estudos, que a sensibilidade    desse teste &eacute; maior que 80%, dependendo da idade e sexo. Enquanto a resposta    do ACTH ap&oacute;s est&iacute;mulo pelo HLC est&aacute; achatada em indiv&iacute;duos    deprimidos, o tratamento pr&eacute;vio com DEX produz o efeito oposto e, paradoxalmente,    aumenta a secre&ccedil;&atilde;o de ACTH ap&oacute;s HLC. De forma semelhante,    a secre&ccedil;&atilde;o de cortisol induzido pelo HLC &eacute; muito maior    em pacientes que foram tratados previamente com DEX do que naqueles n&atilde;o    tratados. A interpreta&ccedil;&atilde;o dos achados acima &eacute; a seguinte:    o DEX, devido a sua baixa liga&ccedil;&atilde;o &agrave; globulina carregadora    de corticoster&oacute;ide e seu menor acesso ao c&eacute;rebro,<SUP>26</SUP>    atua primariamente na pituit&aacute;ria para suprimir o ACTH. A diminui&ccedil;&atilde;o    subseq&uuml;ente de cortisol e a incapacidade do DEX em compensar n&iacute;veis    mais baixos de cortisol no tecido nervoso criam uma situa&ccedil;&atilde;o que    &eacute; detectada pelos elementos reguladores centrais do sistema HPA como    uma adrenalectomia parcial e transit&oacute;ria. Em resposta a essa situa&ccedil;&atilde;o,    a secre&ccedil;&atilde;o de neuropept&iacute;deos centrais capazes de ativar    a secre&ccedil;&atilde;o do ACTH – em especial o HLC e a vasopressina – &eacute;    aumentada. Quando a vasopressina &eacute; infundida em baixa freq&uuml;&ecirc;ncia    em controles tratados previamente com DEX, infus&atilde;o concomitante de HLC    induz uma resposta do ACTH e do cortisol que &eacute; similar ao perfil de secre&ccedil;&atilde;o    hormonal dos indiv&iacute;duos depressivos que recebem o teste combinado DEX/HLC,    mas sem tratamento simult&acirc;neo com vasopressina.<SUP>27</sup></FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">H&aacute;, no entanto, algumas    limita&ccedil;&otilde;es a esse teste. Em particular, a farmacodin&acirc;mica    e a farmacocin&eacute;tica do DEX diferem notavelmente da do cortisol. O DEX    se acopla somente ao RG (n&atilde;o ao RM) <I>in vivo</I>, n&atilde;o se acopla    &agrave; globulina carregadora de cortisol (CBG) e possui uma meia-vida muito    maior comparada ao cortisol.<SUP>4,28</SUP> Em resposta a essas preocupa&ccedil;&otilde;es,    desenvolvemos recentemente um teste supressor do eixo HPA utilizando prednisolona,    que &eacute; similar aos glicocortic&oacute;ides end&oacute;genos.<SUP>29</SUP>    A prednisolona &eacute; um glicocortic&oacute;ide sint&eacute;tico semelhante    ao cortisol em sua farmacodin&acirc;mica (liga-se tanto ao RM e RG, quanto ao    CBG) e farmacocin&eacute;tica (sua meia-vida &eacute; similar &agrave; do cortisol).<SUP>28</SUP>    Propomos que a prednisolona em dosagem de 5 mg (que acarreta a supress&atilde;o    parcial do eixo HPA), junto com a avalia&ccedil;&atilde;o do cortisol salivar,    pode ser utilizada para investigar tanto o feedback negativo mediado pelo glicocortic&oacute;ide    deficiente quanto o intensificado, em amostras maiores de pacientes com transtornos    psiqui&aacute;tricos.</FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">&Eacute; interessante que estudos    recentes encontraram que o cortisol, por si pr&oacute;prio, tem um acesso limitado    ao c&eacute;rebro humano.<SUP>30 </SUP>Portanto, n&atilde;o est&aacute; claro    at&eacute; o momento se o DEX &eacute; ou n&atilde;o capaz de compensar no c&eacute;rebro    os n&iacute;veis s&eacute;ricos baixos de cortisol, j&aacute; que n&atilde;o    est&aacute; claro, em primeiro lugar, quanto do cortisol circulante &eacute;    capaz de entrar no c&eacute;rebro em circunst&acirc;ncias normais.</FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Acredita-se que a hiperatividade    do eixo HPA na depress&atilde;o maior &eacute; secund&aacute;ria &agrave; hipersecre&ccedil;&atilde;o    de HLC. O HLC possui efeitos comportamentais similares em animais e em pacientes    deprimidos, incluindo altera&ccedil;&otilde;es na atividade, apetite e sono.<SUP>14</SUP>    Al&eacute;m disso, pacientes deprimidos exibem concentra&ccedil;&otilde;es mais    elevadas de HLC no LCR, assim como de HLC mRNA e prote&iacute;na no n&uacute;cleo    paraventricular (PVN) do hipot&aacute;lamo (amostras p&oacute;s-mortem), e uma    resposta achatada de ACTH ao est&iacute;mulo com HLC.<SUP>2,6</SUP> Os resultados    de resposta achatada do horm&ocirc;nio adrenocorticotr&oacute;pico (ACTH) ao    HLC humano<SUP>22</SUP> e ovino,<SUP>26</SUP> os n&iacute;veis elevados de HLC    no LCR,<SUP>31</SUP> o menor n&uacute;mero de s&iacute;tios receptores de HLC    no c&oacute;rtex frontal de pacientes com depress&atilde;o que cometeram suic&iacute;dio,<SUP>32</SUP>    o maior n&uacute;mero de neur&ocirc;nios produtores de HLC no n&uacute;cleo    paraventricular hipotal&acirc;mico de pacientes com depress&atilde;o,<SUP>33</SUP>    e o achado de que concentra&ccedil;&otilde;es de HLC no flu&iacute;do medular    diminuem durante tratamento de longo prazo com fluoxetina ou amitriptilina<SUP>34</SUP>    d&atilde;o sustenta&ccedil;&atilde;o &agrave; id&eacute;ia de que o HLC &eacute;    o neuropept&iacute;deo-chave respons&aacute;vel pelas altera&ccedil;&otilde;es    do eixo HPA na depress&atilde;o.</FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Intensas pesquisas pr&eacute;-cl&iacute;nicas    t&ecirc;m investigado se os sinais e sintomas psicol&oacute;gicos da depress&atilde;o    est&atilde;o tamb&eacute;m relacionados &agrave; hipersecre&ccedil;&atilde;o    de HLC e vasopressina e como os antidepressivos funcionam para tratar tanto    o aspecto neuroend&oacute;crino como o comportamental dessa desregula&ccedil;&atilde;o.    V&aacute;rios grupos de pesquisa formularam uma hip&oacute;tese relacionando    a desregula&ccedil;&atilde;o hormonal aberrante de resposta ao estresse &agrave;    etiologia da depress&atilde;o e propuseram que os antidepressivos podem atuar    por meio da normaliza&ccedil;&atilde;o dessas altera&ccedil;&otilde;es do eixo    HPA.<SUP>3,5,15</SUP> Enquanto a n&atilde;o-supress&atilde;o por DEX no TSD    e no teste DEX/HLC provavelmente representa uma defici&ecirc;ncia da inibi&ccedil;&atilde;o    por feedback na pituit&aacute;ria,<SUP>4,35</SUP> a responsividade deficiente    ao teste de hidrocortisona em pacientes deprimidos sugere que essas altera&ccedil;&otilde;es    de <I>feedback </I>tamb&eacute;m ocorram no c&eacute;rebro.<SUP>36</sup></FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Estudos realizados tanto em animais    como em humanos sugerem que o estresse nas fases iniciais de desenvolvimento    pode induzir altera&ccedil;&otilde;es persistentes na capacidade do eixo HPA    em responder ao estresse na vida adulta e que esse mecanismo pode levar a uma    maior suscetibilidade &agrave; depress&atilde;o.<SUP>37</SUP> &Eacute; interessante    que a hiperatividade persistente do eixo HPA tamb&eacute;m tem sido associada    a &iacute;ndices mais altos de reca&iacute;da.<SUP>38-40</SUP> Estudos conduzidos    com pacientes que estavam recebendo uma gama de antidepressivos mostraram que    aqueles que n&atilde;o tiveram uma normaliza&ccedil;&atilde;o no n&iacute;vel    do cortisol ap&oacute;s tratamento com DEX tenderam a ter pior desfecho em termos    de re-hospitaliza&ccedil;&atilde;o, suic&iacute;dio e recorr&ecirc;ncia de depress&atilde;o.<SUP>38</SUP>    Dois relatos recentes descreveram um estudo prospectivo analisando a rela&ccedil;&atilde;o    entre os resultados do teste DEX/HLC e o desfecho cl&iacute;nico. Especificamente,    Zobel et al<SUP>39-40</SUP> descreveram uma coorte de pacientes que receberam    o teste DEX/HLC em duas ocasi&otilde;es distintas: na primeira semana ap&oacute;s    a admiss&atilde;o (ou ap&oacute;s come&ccedil;arem o primeiro tratamento com    antidepressivos) e alguns dias antes da alta. Os pacientes foram seguidos por    seis meses ap&oacute;s a alta. O estudo encontrou que aqueles pacientes que    tiveram um aumento nos n&iacute;veis de cortisol ap&oacute;s o teste DEX/HLC    entre a admiss&atilde;o e a alta tenderam a recair durante o per&iacute;odo    de seguimento, ao passo que aqueles que mostraram uma diminui&ccedil;&atilde;o    nos n&iacute;veis de cortisol ap&oacute;s o teste DEX/HLC tenderam a permanecer    clinicamente est&aacute;veis no per&iacute;odo de seguimento. Dessa forma, esses    estudos sugerem que a avalia&ccedil;&atilde;o do eixo HPA durante o tratamento    antidepressivo pode ser &uacute;til para identificar aqueles com maior risco    de reca&iacute;da (ver <a href="#tab03">Tabela 3</a>).<SUP>2,6,14-15,25</sup></FONT></p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p ALIGN="center"><img src="/img/revistas/rbp/v26n3/a09tab03.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Devido a uma ampla variedade de    estressores ativarem comprovadamente o eixo hipot&aacute;lamo-pituit&aacute;ria-adrenal    (HPA) e devido aos glicocortic&oacute;ides serem o produto final da ativa&ccedil;&atilde;o    do eixo HPA, esses horm&ocirc;nios t&ecirc;m sido mais comumente vistos como    os <I>agents provocateurs, </I>ou at&eacute; – em casos extremos – como a corporifica&ccedil;&atilde;o    da patologia induzida pelo estresse. De fato, tem sido sugerido que a prolongada    superprodu&ccedil;&atilde;o de glicocortic&oacute;ides – seja como resultado    de um estresse em curso ou de uma predisposi&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica    para a hiperatividade do eixo HPA – danifica as estruturas cerebrais (especialmente    o hipocampo) essenciais para o controle do eixo HPA.<SUP>41</SUP> Tem-se levantado    a hip&oacute;tese de que esse dano, por sua vez, leve a um circuito de pr&oacute;-alimenta&ccedil;&atilde;o    (<I>feedforward</I>) em que os estressores permanentes estimulem a superprodu&ccedil;&atilde;o    de glicocortic&oacute;ides indefinidamente (a "hip&oacute;tese da cascata    de glicocortic&oacute;ides"). Devido &agrave; capacidade das altas concentra&ccedil;&otilde;es    de glicocortic&oacute;ides alterarem o funcionamento celular podendo levar a    um grande n&uacute;mero de enfermidades, considera-se que essa superprodu&ccedil;&atilde;o    de horm&ocirc;nios glicocortic&oacute;ides contribua diretamente para muitas    das seq&uuml;elas comportamentais e psicol&oacute;gicas associadas ao estresse    cr&ocirc;nico.<SUP>41-42</sup></FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">No entanto, apesar da popularidade da hip&oacute;tese    da cascata de glicocortic&oacute;ides, cada vez mais dados fornecem evid&ecirc;ncias    de que, al&eacute;m do excesso de glicocortic&oacute;ides, sua sinaliza&ccedil;&atilde;o    insuficiente pode desempenhar um papel significativo no desenvolvimento e express&atilde;o    da patologia dos transtornos relacionados ao estresse. </FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Ainda que n&atilde;o ocorram conjuntamente, tanto    o hipocortisolismo como a responsividade reduzida aos glicocortic&oacute;ides    (como determinado por testes de supress&atilde;o com dexametasona) foram encontrados    de forma confi&aacute;vel. Transtornos psiqui&aacute;tricos relacionados ao    estresse tamb&eacute;m foram associados &agrave; inflama&ccedil;&atilde;o/ativa&ccedil;&atilde;o    do sistema autoimune, &agrave; eleva&ccedil;&atilde;o do t&ocirc;nus do SNC    e &agrave; hipersecre&ccedil;&atilde;o de HLC, que s&atilde;o todos consistentes    com regula&ccedil;&atilde;o insuficiente de hiper-responsividade ao estresse    mediada por glicocortic&oacute;ide. Finalmente, os antidepressivos, fundamentais    no tratamento de transtornos relacionados ao estresse, foram regularmente associados    &agrave; intensifica&ccedil;&atilde;o da sinaliza&ccedil;&atilde;o por glicocortic&oacute;ides.    </FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Definimos a sinaliza&ccedil;&atilde;o    insuficiente por glicocortic&oacute;ides como qualquer estado em que a capacidade    de sinaliza&ccedil;&atilde;o por glicocortic&oacute;ides seja inadequada para    controlar sistemas responsivos ao estresse relevantes, seja como resultado de    uma diminui&ccedil;&atilde;o da biodisponibilidade hormonal (e.g., hipocortisolismo)    ou como resultado de responsividade atenuada aos glicocortic&oacute;ides (e.g.,    secund&aacute;ria &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da sensibilidade do receptor    dos glicocortic&oacute;ides). Assim definida, a sinaliza&ccedil;&atilde;o insuficiente    pelos glicocortic&oacute;ides n&atilde;o implica nenhum mecanismo espec&iacute;fico    ou defici&ecirc;ncia absoluta, mas, ao contr&aacute;rio, tem seu foco no ponto    final da atividade glicocortic&oacute;ide. A pergunta fundamental &eacute; se    a mensagem do glicocortic&oacute;ide est&aacute; chegando de uma forma adequada    ao ambiente (externo e interno) em que um organismo se encontra. Dessa forma,    mesmo no caso de hipersecre&ccedil;&atilde;o de glicocortic&oacute;ides, pode    existir uma insufici&ecirc;ncia glicocortic&oacute;ide se a sensibilidade reduzida    ao glicocortic&oacute;ide em tecidos-alvo relevantes sobrepujar o excesso de    horm&ocirc;nio circulante.<SUP>43 </sup></FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Estudos neuroend&oacute;crinos    recentes fornecem evid&ecirc;ncia de que h&aacute; insuficiente sinaliza&ccedil;&atilde;o    glicocortic&oacute;ide em transtornos neuropsiqui&aacute;tricos relacionados    ao estresse. Altera&ccedil;&atilde;o da regula&ccedil;&atilde;o por feedback    das principais respostas ao estresse, especialmente inflama&ccedil;&atilde;o/ativa&ccedil;&atilde;o    imunol&oacute;gica, por outro lado, pode contribuir para a patologia relacionada    ao estresse, incluindo altera&ccedil;&otilde;es no comportamento, sensibilidade    &agrave; insulina, metabolismo &oacute;sseo e respostas de imunidade adquirida.    Desde uma perspectiva evolutiva, a sinaliza&ccedil;&atilde;o glicocortic&oacute;ide    reduzida, tanto alcan&ccedil;ada no n&iacute;vel do horm&ocirc;nio ou de seu    receptor, pode impulsionar a prontid&atilde;o imune e aumentar a reatividade.    A &ecirc;nfase na sinaliza&ccedil;&atilde;o glicocortic&oacute;ide insuficiente    em patologias relacionadas ao estresse encoraja o desenvolvimento de estrat&eacute;gias    terap&ecirc;uticas para intensificar as vias de sinaliza&ccedil;&atilde;o glicocortic&oacute;ide.<SUP>44</sup></FONT></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><B>O receptor glicocortic&oacute;ide</B></FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os horm&ocirc;nios ester&oacute;ides    (e.g., glicocortic&oacute;ides, estr&oacute;geno, testosterona e mineralocortic&oacute;ides)    s&atilde;o pequenas mol&eacute;culas liposol&uacute;veis que se difundem atrav&eacute;s    das membranas celulares. Ao contr&aacute;rio dos receptores dos horm&ocirc;nios    prot&eacute;icos, que est&atilde;o localizados na membrana celular, os receptores    desses ligantes est&atilde;o localizados no citoplasma. Em resposta ao acoplamento    ao ligante, os receptores de horm&ocirc;nios ester&oacute;ides translocam-se    para o n&uacute;cleo, onde regulam a express&atilde;o de certos genes por meio    da liga&ccedil;&atilde;o a elementos de resposta hormonal espec&iacute;ficos    (ERHs) em suas regi&otilde;es regulat&oacute;rias. Os glicocortic&oacute;ides    mediam suas a&ccedil;&otilde;es, incluindo a regula&ccedil;&atilde;o do feedback    do eixo HPA, por meio de dois subtipos distintos de receptores de corticoster&oacute;ide    intracelular, referidos como receptor mineralocortic&oacute;ide (RM) e RG.<SUP>4,45</SUP>    O RM tem alta afinidade pelos corticoster&oacute;ides end&oacute;genos e considera-se    que desempenhem um papel na regula&ccedil;&atilde;o das flutua&ccedil;&otilde;es    circadianas desses horm&ocirc;nios (especialmente na secre&ccedil;&atilde;o    de ACTH durante a queda progressiva diurna na secre&ccedil;&atilde;o do cortisol).    Ao contr&aacute;rio do RM, o RG possui uma alta afinidade pelo DEX e uma menor    afinidade pelos corticoster&oacute;ides end&oacute;genos. Portanto, acredita-se    que o RG seja mais importante na regula&ccedil;&atilde;o da resposta ao estresse    quando os n&iacute;veis end&oacute;genos de glicocortic&oacute;ides est&atilde;o    altos. Spencer et al<SUP>46</SUP> e de Kloet et al<SUP>4</SUP> esclareceram    que a ativa&ccedil;&atilde;o do RG &eacute; necess&aacute;ria para a regula&ccedil;&atilde;o    por feedback do HPA quando os n&iacute;veis de glicocortic&oacute;ides est&atilde;o    altos (resposta ao estresse, pico circadiano), mas que o RM tamb&eacute;m desempenha    um papel importante na modula&ccedil;&atilde;o da regula&ccedil;&atilde;o dependente    de RG. </FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Como mencionamos antes, de acordo com o modelo    de "tr&aacute;fego nucleo-citoplasm&aacute;tico" da a&ccedil;&atilde;o do RG    (ver <a href="#fig02">Figura 2</a>), o RG em sua forma "inativa" reside essencialmente    no citoplasma em associa&ccedil;&atilde;o com um complexo multim&eacute;trico    de prote&iacute;nas chaperones moleculares, incluindo diversas prote&iacute;nas    de choque t&eacute;rmico (HSPs).<SUP>47</SUP> Ap&oacute;s ser acoplado ao ester&oacute;ide,    o RG sofre uma altera&ccedil;&atilde;o de conforma&ccedil;&atilde;o ("ativa&ccedil;&atilde;o"),    dissocia-se do complexo das prote&iacute;nas chaperones moleculares e transloca-se    do citoplasma para o n&uacute;cleo, onde pode acoplar-se aos elementos de resposta    glicocortic&oacute;ide (ERGs) no DNA ou interagir com outros fatores de transcri&ccedil;&atilde;o.<SUP>48</SUP>    Os ERGs podem designar tanto uma regula&ccedil;&atilde;o positiva como negativa    aos genes aos quais est&atilde;o acoplados. O RG ativado n&atilde;o pode se    acoplar novamente ao ligante j&aacute; que, para isso, &eacute; necess&aacute;ria    a associa&ccedil;&atilde;o com o complexo das prote&iacute;nas chaperone moleculares    para manter o receptor em um estado conformacional receptivo ao horm&ocirc;nio.<SUP>47</SUP>    Os RGs possuem uma baixa afinidade mas alta capacidade para cortisol e s&atilde;o    muito responsivos a altera&ccedil;&otilde;es nas concentra&ccedil;&otilde;es    de cortisol. Enquanto se considera que os RMs possam estar envolvidos na atividade    inibit&oacute;ria t&ocirc;nica no eixo HPA, os RGs parecem "desligar" a produ&ccedil;&atilde;o    de cortisol em per&iacute;odos de estresse.<SUP>49</sup></FONT></p>     <p><a name="fig02"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p ALIGN="center"><img src="/img/revistas/rbp/v26n3/a09fig02.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">V&aacute;rios grupos de pesquisa    sugeriram que a hiper-reatividade do eixo HPA na depress&atilde;o pode ser devido    a uma anormalidade do RG no n&iacute;vel l&iacute;mbico-hipocampal.<SUP>3,5,15,50</SUP>    Essa anormalidade resulta numa falta de ou resist&ecirc;ncia ao glicocortic&oacute;ide.    De fato, v&aacute;rios achados em depress&atilde;o s&atilde;o consistentes com    uma anormalidade do RG. Mais not&aacute;vel &eacute; o fato de que os pacientes    com depress&atilde;o n&atilde;o exibam a maioria dos sintomas f&iacute;sicos    do excesso de corticoster&oacute;ide, apesar da presen&ccedil;a freq&uuml;ente    de hipercortisolismo,<SUP>51</SUP> sugerindo que os RGs perif&eacute;ricos possam    ser anormais ou insens&iacute;veis na depress&atilde;o. Consistentemente com    o fato de que o RG &eacute; mais importante na regula&ccedil;&atilde;o do eixo    HPA quando os n&iacute;veis end&oacute;genos dos glicocortic&oacute;ides est&atilde;o    elevados,<SUP>4</SUP> e que os pacientes com depress&atilde;o maior exibem feedback    negativo prejudicado do eixo HPA no contexto de n&iacute;veis elevados de cortisol    circulante,<SUP>2</SUP> v&aacute;rios estudos t&ecirc;m descrito uma fun&ccedil;&atilde;o    reduzida do RG em pacientes deprimidos (resist&ecirc;ncia do RG) e que os antidepressivos    atuam revertendo essas supostas altera&ccedil;&otilde;es do RG.<SUP>5</SUP>    </FONT></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><B>Receptores de glicocortic&oacute;ide    na depress&atilde;o</B></FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">V&aacute;rios estudos avaliaram    o RG em pacientes com depress&atilde;o maior. Em geral, esses estudos mediram    o n&uacute;mero de RG diretamente ou examinaram a influ&ecirc;ncia <I>in vitro    </I>ou <I>in vivo </I>dos glicocortic&oacute;ides nas fun&ccedil;&otilde;es    conhecidas por serem reguladas pelo RG. H&aacute; informa&ccedil;&otilde;es    limitadas com rela&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero e fun&ccedil;&atilde;o    do RG no sistema nervoso central.</FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em geral, os estudos n&atilde;o    encontraram altera&ccedil;&otilde;es na express&atilde;o total do RG, mas encontraram    menos RG na fra&ccedil;&atilde;o citos&oacute;lica celular (revisada em cinco    deles). Esses estudos sugerem que as altera&ccedil;&otilde;es do RG observadas    na depress&atilde;o s&atilde;o provavelmente secund&aacute;rias &agrave; compartimentaliza&ccedil;&atilde;o    nuclear do RG (ativa&ccedil;&atilde;o e, portanto, transloca&ccedil;&atilde;o    para o n&uacute;cleo e, conseq&uuml;entemente, reduzido n&iacute;vel de RG no    citoplasma). &Eacute; certamente mat&eacute;ria de especula&ccedil;&atilde;o    at&eacute; que ponto se podem fazer infer&ecirc;ncias sobre a fun&ccedil;&atilde;o    dos receptores de corticoster&oacute;ides no SNC a partir de estudos sobre RGs    perif&eacute;ricos, tais como RGs de linf&oacute;citos, que podem n&atilde;o    refletir precisamente os RGs na pituit&aacute;ria e no c&eacute;rebro.<SUP>52</SUP>    Recentemente, um estudo cerebral p&oacute;s-mortem encontrou uma reduzida express&atilde;o    g&ecirc;nica de RG no lobo frontal e hipocampo e uma express&atilde;o g&ecirc;nica    reduzida de RG e RM no lobo frontal, n&atilde;o somente em pacientes com depress&atilde;o    maior, mas tamb&eacute;m em pacientes com esquizofrenia e transtorno bipolar.<SUP>53</SUP>    Esses estudos fornecem evid&ecirc;ncias sugestivas de que o eixo HPA pode estar    anormal em alguns pacientes com transtorno bipolar e esquizofrenia e d&atilde;o    sustenta&ccedil;&atilde;o &agrave; vis&atilde;o de que a desregula&ccedil;&atilde;o    do eixo HPA pode ter um papel em diferentes transtornos psiqui&aacute;tricos.<SUP>54</SUP>    No entanto, outro estudo p&oacute;s-mortem realizado por Lopez et al<SUP>55</SUP>    n&atilde;o encontrou diferen&ccedil;as no RG mRNA (mas menos RM mRNA) no hipocampo    de seis v&iacute;timas de suic&iacute;dio com hist&oacute;ria de depress&atilde;o,    comparados com um grupo de seis controles.</FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">O estresse cr&ocirc;nico tamb&eacute;m    tem sido associado &agrave; hiperativa&ccedil;&atilde;o do eixo HPA e &agrave;    fun&ccedil;&atilde;o alterada do RG. Este estudo avaliou o impacto dos glicocortic&oacute;ides    na fun&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas perif&eacute;ricas (fun&ccedil;&atilde;o    imune), sabidamente inibidas pela ativa&ccedil;&atilde;o do RG, e, em particular,    a conhecida capacidade do DEX de inibir a capacidade das c&eacute;lulas mononucleares    sangu&iacute;neas perif&eacute;ricas de proliferarem em resposta a mit&oacute;genos    policlonais. Por exemplo, tem sido sugerido que n&iacute;veis de cortisol cronicamente    elevados podem produzir um estado de resist&ecirc;ncia aos ester&oacute;ides,    habilitando os linf&oacute;citos a responderem com menos intensidade aos GCs.    Um trabalho recentemente produzido por nosso grupo<SUP>56</SUP> revelou que    o estresse cr&ocirc;nico (i.e., cuidar de pacientes dementes) em seres humanos    est&aacute; associado a eleva&ccedil;&otilde;es significativas nos n&iacute;veis    de cortisol e reduzida sensibilidade linfoc&iacute;tica aos GCs <I>in vitro</I>.    Esses dados sugerem que as eleva&ccedil;&otilde;es cr&ocirc;nicas no cortisol    podem ser subjacentes &agrave; resist&ecirc;ncia dos RGs em humanos. </FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Estudos explorando as diferen&ccedil;as    entre a fun&ccedil;&atilde;o dos RGs em indiv&iacute;duos depressivos e controles    encontraram resultados bem mais consistentes, deparando-se com o fato de que    os linf&oacute;citos de indiv&iacute;duos n&atilde;o-respondedores &agrave;    supress&atilde;o por DEX foram mais consistentemente resistentes ao efeito inibit&oacute;rio    da DEX administrada <I>in vitro</I>.<SUP>3,5</SUP> Al&eacute;m disso, os poucos    estudos que investigaram altera&ccedil;&otilde;es na sensibilidade do RG <I>in    vitro </I>e <I>in vivo </I>nos mesmos pacientes encontraram uma not&aacute;vel    consist&ecirc;ncia de resposta. Kok et al<SUP>57</SUP> demonstraram que o cortisol    estimula a produ&ccedil;&atilde;o de imunoglobulinas (IgG e IgM) <I>in vitro    </I>em controles saud&aacute;veis, ao passo que somente a produ&ccedil;&atilde;o    de IgG estava aumentada em pacientes deprimidos.</FONT></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Na maior parte desses estudos,    os linf&oacute;citos de pacientes deprimidos n&atilde;o-respondedores &agrave;    supress&atilde;o por DEX, de acordo com o TSD, s&atilde;o mais resistentes ao    efeito inibit&oacute;rio do DEX administrado <I>in vitro </I>comparado aos pacientes    deprimidos que respondem &agrave; supress&atilde;o no TSD; somado a isso, parece    haver uma correla&ccedil;&atilde;o inversa entre a concentra&ccedil;&atilde;o    de cortisol plasm&aacute;tico e a inibi&ccedil;&atilde;o da resposta proliferativa    induzida pela DEX, sugerindo um v&iacute;nculo entre a hipercortisolemia e a    resist&ecirc;ncia a respostas mediadas por RG <I>in vitro</I>. Ap&oacute;s a    recupera&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, a hipercortisolemia tende a se resolver    e a sensibilidade dos linf&oacute;citos &agrave; DEX retorna aos n&iacute;veis    controle. No entanto, pesquisas em nosso laborat&oacute;rio relataram recentemente    que a resist&ecirc;ncia adquirida ao RG pode ser demonstrada em pacientes deprimidos    resistentes ao tratamento (DRT) na aus&ecirc;ncia de n&iacute;veis de cortisol    salivar basal elevados. Foi observado que a supress&atilde;o induzida por GC    da prolifera&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas T e da produ&ccedil;&atilde;o    de citocinas <I>in vitro </I>&eacute; geralmente menos marcada na depress&atilde;o    resistente ao tratamento (DRT), comparada com controles saud&aacute;veis.<SUP>58</SUP>    Em outro estudo, observouse que o impacto da administra&ccedil;&atilde;o <I>in    vivo </I>de DEX na redistribui&ccedil;&atilde;o linfocit&aacute;ria &eacute;    maior no grupo controle do que em pacientes DRT.<SUP>59 </SUP>Em geral, as medidas    da fun&ccedil;&atilde;o linfocit&aacute;ria <I>in vitro </I>ou <I>in vivo </I>demonstram    que as c&eacute;lulas de pacientes DRT parecem ser menos sens&iacute;veis aos    ester&oacute;ides. &Eacute; tentador, no entanto, especular que a resist&ecirc;ncia    aos antidepressivos nessa amostra de pacientes possa estar relacionada &agrave;    resist&ecirc;ncia aos ester&oacute;ides. Ainda que comumente agrupados, o hipercortisolismo    e a resist&ecirc;ncia aos glicoc&oacute;rtic&oacute;ides n&atilde;o necessariamente    ocorrem conjuntamente e podem representar estados distintos de disfun&ccedil;&atilde;o    do eixo HPA ou, pelo menos, diferentes pontos ao longo de uma evolu&ccedil;&atilde;o    da patologia do eixo HPA.<SUP>60-61</SUP> </FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">&Eacute; interessante que os achados    desses estudos tenham sido confirmados recentemente por um estudo <I>in vivo</I>,    mostrando que pacientes deprimidos possuem uma resposta vasoconstritora reduzida    &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o t&oacute;pica de beclometasona em compara&ccedil;&atilde;o    a controles saud&aacute;veis emparelhados.<SUP>62</SUP> Esse achado &eacute;    sugestivo de uma sensibilidade disfuncional dos RGs perif&eacute;ricos na medida    em que a resposta vasoconstritora &agrave; beclometasona &eacute; mediada por    esses receptores e fornece uma confirma&ccedil;&atilde;o adicional para a hip&oacute;tese    de uma anormalidade do RG na depress&atilde;o.<SUP>50</SUP> Novamente, utilizando    o TSD como uma medida da ativa&ccedil;&atilde;o do eixo HPA, n&atilde;o foi    encontrada diferen&ccedil;a na sensibilidade d&eacute;rmica &agrave; beclometasona    entre pacientes com resultados normais e anormais nos resultados do TSD. Esses    achados sugerem que a fun&ccedil;&atilde;o RG perif&eacute;rica &eacute; anormal    na depress&atilde;o, mas que a resposta vasoconstritora &agrave; beclometasona    n&atilde;o &eacute; necessariamente um efeito secund&aacute;rio da hipercortisolemia    ou da hiperatividade do eixo HPA.<SUP>62</SUP> Consistente com a presen&ccedil;a    de resist&ecirc;ncia do RG na depress&atilde;o maior, Maguire et al<SUP>63</SUP>    encontraram que, apesar de terem maiores concentra&ccedil;&otilde;es de cortisol    plasm&aacute;tico em compara&ccedil;&atilde;o aos controles, pacientes deprimidos    melanc&oacute;licos n&atilde;o exibem aumento nos n&iacute;veis de sialiltransferases    plasm&aacute;ticas. As sialitransferases s&atilde;o uma fam&iacute;lia de enzimas    que participam do metabolismo da cadeia de oligossacar&iacute;deos e s&atilde;o    conhecidas por serem estimuladas pelos glicocortic&oacute;ides por meio do RG.    N&atilde;o foram encontradas altera&ccedil;&otilde;es no acoplamento de RG entre    os grupos. Esses achados sugerem que a fun&ccedil;&atilde;o deficiente dos RGs,    e n&atilde;o seu n&uacute;mero, est&aacute; relacionada &agrave; sensibilidade    diminu&iacute;da dos n&iacute;veis de sialiltransferase plasm&aacute;tica ao    cortisol em pacientes deprimidos.</FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Apesar dos dados acima fornecerem    s&oacute;lida evid&ecirc;ncia de que h&aacute; resist&ecirc;ncia aos glicocortic&oacute;ides    na depress&atilde;o maior, existem alguns dados que sugerem que a sensibilidade    aos glicocortic&oacute;ides em pacientes deprimidos permanece intacta, pelo    menos em alguns compartimentos do corpo. Especificamente, foi demonstrado que    pacientes deprimidos exibem deposi&ccedil;&atilde;o de gordura intra-abdominal,<SUP>64</SUP>    que tamb&eacute;m &eacute; observada em enfermidades m&eacute;dicas caracterizadas    por hipercortisolemia, como por exemplo a s&iacute;ndrome de Cushing e ap&oacute;s    o tratamento prolongado com glicocortic&oacute;ides. Esses achados sugerem que    os RGs intra-abdominais podem manter sua sensibilidade aos glicocortic&oacute;ides,    ao passo que outros tipos de tecidos/c&eacute;lulas s&atilde;o resistentes.    Em apoio a essa possibilidade, estudos tamb&eacute;m mostraram densidade mineral    &oacute;ssea diminu&iacute;da em pacientes deprimidos,<SUP>65-66</SUP> j&aacute;    que glicocortic&oacute;ides elevados tamb&eacute;m t&ecirc;m sido associados    &agrave; perda &oacute;ssea.</FONT></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><B>Mecanismos moleculares de resist&ecirc;ncia    dos RGs na depress&atilde;o</B></FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Como discutido previamente, os    dados sobre RGs n&atilde;o s&atilde;o convincentes a favor da hiporegula&ccedil;&atilde;o    (<I>downregulation</I>) dos RGs secund&aacute;ria ao hipercortisolismo na depress&atilde;o    maior. No entanto, &eacute; conceb&iacute;vel que o hipercortisolismo possa    sobrecarregar a capacidade de reciclagem dos RGs com conseq&uuml;ente diminui&ccedil;&atilde;o    da capacidade da c&eacute;lula de responder &agrave; estimula&ccedil;&atilde;o    subseq&uuml;ente. No entanto, uma segunda possibilidade &eacute; que a fun&ccedil;&atilde;o    RG esteja alterada na depress&atilde;o maior por meio de mecanismos independentes    de liga&ccedil;&atilde;o.<SUP>3,5</SUP> O conceito da regula&ccedil;&atilde;o    "independente de liga&ccedil;&atilde;o covalente" da fun&ccedil;&atilde;o    dos RGs deriva de achados de que a fun&ccedil;&atilde;o receptora de ester&oacute;ide    &eacute; regulada n&atilde;o somente pela liga&ccedil;&atilde;o ao ester&oacute;ide,    mas tamb&eacute;m pelas vias de transdu&ccedil;&atilde;o de sinal, impulsionadas    por compostos n&atilde;o relacionados a ester&oacute;ides.<SUP>67</SUP> Por    exemplo, pesquisas demonstraram que a fun&ccedil;&atilde;o dos RGs pode ser    influenciada por uma mir&iacute;ade de compostos n&atilde;o-ester&oacute;ides,    incluindo citocinas pr&oacute;-inflamat&oacute;rias, tais como interleucina-1,<SUP>68-69</SUP>    participantes da cascata de AMPc, como a prote&iacute;na quinase A (PKA).<SUP>70</SUP>    O restante desta revis&atilde;o ser&aacute; focado em dois mecanismos que t&ecirc;m    sido investigados em nosso laborat&oacute;rio e que s&atilde;o alvos potenciais    do tratamento com antidepressivos: as citocinas pr&oacute;-inflamat&oacute;rias    e os transportadores de horm&ocirc;nios ester&oacute;ides. No entanto, outros    fatores n&atilde;o revisados aqui poderiam tamb&eacute;m estar envolvidos na    resist&ecirc;ncia adquirida pelos RGs na depress&atilde;o. A fosforila&ccedil;&atilde;o    do RG e/ou de outros coativadores de receptores de ester&oacute;ides pela prote&iacute;na    quinase dependente de AMPc possui um papel relevante na regula&ccedil;&atilde;o    da fun&ccedil;&atilde;o dos RGs. Esses achados s&atilde;o particularmente intrigantes    tendo em conta o fato de que pacientes deprimidos exibem fun&ccedil;&atilde;o    de prote&iacute;na G reduzida em c&eacute;lulas mononucleares<SUP>71</SUP> e    reduzida atividade de prote&iacute;na quinase dependente de AMPc em culturas    de fibroblastos.<SUP>72 </SUP>Dessa forma, &eacute; poss&iacute;vel que uma    interrup&ccedil;&atilde;o na via AMPc/PKA descrita na depress&atilde;o maior    esteja ligada &agrave; resist&ecirc;ncia dos RGs nesse transtorno e que os antidepressivos    possam superar essas altera&ccedil;&otilde;es nos receptores por meio de um    efeito direto nessa via. Vale ressaltar que foi recentemente demonstrado que    uma liga&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-covalente b-isoforme do RG humano (hGRb)    pode tamb&eacute;m estar implicada na resist&ecirc;ncia adquirida aos ester&oacute;ides.    O hGRb heterodimerisa com o hGRa ligado covalentemente e se transloca para o    n&uacute;cleo para atuar como um inibidor negativo dominante do receptor cl&aacute;ssico.    Dessa forma, uma alta express&atilde;o de hGRb poderia participar no desenvolvimento    da resist&ecirc;ncia adquirida ao ester&oacute;ide, ao passo que uma express&atilde;o    anormalmente alta de hGRa e baixa de hGRb poderiam levar ao estado de hipersensibilidade    ao glicocortic&oacute;ide.<SUP>73</SUP> &Eacute; poss&iacute;vel que a propor&ccedil;&atilde;o    GRa/GRb possa estar alterada nos n&atilde;o-respondedores ao TSD, levando &agrave;    resist&ecirc;ncia adquirida dos GRs. N&atilde;o podemos excluir a participa&ccedil;&atilde;o    das altera&ccedil;&otilde;es no sistema de transdu&ccedil;&atilde;o de RG (e.g.,    express&atilde;o alterada de AP-1 e NF-kB, prote&iacute;nas de choque t&eacute;rmico)    na promo&ccedil;&atilde;o da sensibilidade dos tecidos aos glicocortic&oacute;ides.<SUP>74</SUP>    Em resumo, v&aacute;rios mecanismos podem mediar a "resist&ecirc;ncia adquirida    ao ester&oacute;ide" (ver <a href="#tab03">Tabela 3</a>) e exploraremos    alguns desses mecanismos em maiores detalhes a seguir. </FONT></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><B>Antidepressivos e o receptor    de glicocortic&oacute;ide</B></FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">A hip&oacute;tese de que os antidepressivos exer&ccedil;am    seus efeitos cl&iacute;nicos por meio da modula&ccedil;&atilde;o direta do receptor    de glicocortic&oacute;ide (RG) &eacute; um dos mais not&aacute;veis e inovadores    modelos do mecanismo de a&ccedil;&atilde;o dessa classe de drogas.<SUP>5,12,75-77</SUP>    Especificamente, estudos em pacientes deprimidos, modelos animais e celulares    demonstraram que os antidepressivos aumentam a express&atilde;o de RG, intensificam    sua fun&ccedil;&atilde;o, e promovem sua transloca&ccedil;&atilde;o nuclear;    isso, por sua vez, est&aacute; associado ao feedback negativo intensificado    pelos glicocortic&oacute;ides end&oacute;genos e, portanto, ao repouso reduzido    e atividade estimulada do eixo HPA<sup>5</sup> (ver <a href="#tab04">Tabela    4</a>). Esses efeitos, por sua vez, podem contribuir para a a&ccedil;&atilde;o    terap&ecirc;utica dessa classe de drogas (ver <a href="#fig03">Figura 3</a>).    No entanto, a rela&ccedil;&atilde;o entre a estrutura qu&iacute;mica, os mecanismos    farmacol&oacute;gicos e os efeitos conhecidos no RG ainda t&ecirc;m que ser    melhor esclarecidos.</FONT></p>     <p><a name="tab04"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p ALIGN="center"><img src="/img/revistas/rbp/v26n3/a09tab04.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p ALIGN="center"><img src="/img/revistas/rbp/v26n3/a09fig03.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Trabalhos desenvolvidos em nosso    laborat&oacute;rio e em outras partes no decorrer dos &uacute;ltimos anos t&ecirc;m    tentado compreender os mecanismos pelos quais os antidepressivos regulam o RG,    examinando essa intera&ccedil;&atilde;o <I>in vitro</I>. Descrevemos em c&eacute;lulas    L929s (fibroblastos de ratos) que a incuba&ccedil;&atilde;o com o antidepressivo    tric&iacute;clico desipramina induz a transloca&ccedil;&atilde;o do RG do citoplasma    para o n&uacute;cleo na aus&ecirc;ncia de ester&oacute;ides.<SUP>75,78</SUP>    Al&eacute;m disso, encontramos que a incuba&ccedil;&atilde;o concomitante de    desipramina e DEX leva a uma intensifica&ccedil;&atilde;o da transcri&ccedil;&atilde;o    g&ecirc;nica mediada por RG, ao passo que a incuba&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via    com desipramina seguida por DEX leva a uma redu&ccedil;&atilde;o da transcri&ccedil;&atilde;o    g&ecirc;nica mediada por RG.<SUP>75,78 </SUP>Este &uacute;ltimo achado foi recentemente    reproduzido por Budziszewska et al,<SUP>77</SUP> que tamb&eacute;m encontraram    que a incuba&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via de c&eacute;lulas L929 de fibroblastos    de ratos com v&aacute;rios antidepressivos (incluindo desipramina) reduz a transcri&ccedil;&atilde;o    g&ecirc;nica mediada por RG induzida por um tratamento subseq&uuml;ente com    corticosterona ou DEX.</FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">Alguns de nossos trabalhos mais    recentes sugerem um poss&iacute;vel papel dos transportadores de ester&oacute;ides    da membrana, tais como o complexo de resist&ecirc;ncia a m&uacute;ltiplas drogas    glicoprote&iacute;na-p (MDR PGP), na regula&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o    de RG durante o tratamento com antidepressivos e, possivelmente, na depress&atilde;o    maior. Alguns ligantes de RG, como cortisol e DEX (mas n&atilde;o a hidrocortisona),    s&atilde;o ativamente excretados das c&eacute;lulas pelo MDR PGP e outros transportadores    da membrana que pertencem &agrave; fam&iacute;lia dos transportadores de ester&oacute;ides    dependentes de ATP.<SUP>4,75,79</SUP> Tem sido extensivamente descrito que o    MDR PGP regula as concentra&ccedil;&otilde;es intracelulares de ester&oacute;ides,    secreta os metab&oacute;litos que naturalmente ocorrem e as subst&acirc;ncias    t&oacute;xicas diretamente nos tratos urin&aacute;rio e gastrointestinal, e    confere resist&ecirc;ncia ao tratamento de tumores, pois facilita a excre&ccedil;&atilde;o    dos agentes antimit&oacute;ticos.<SUP>80-81</SUP> Al&eacute;m disso, o MDR PGP    localizado na membrana apical das c&eacute;lulas endoteliais da barreira hemato-encef&aacute;lica    limita o acesso do DEX e do cortisol (mas n&atilde;o da hidrocortisona) ao c&eacute;rebro    humano, bem como &agrave;s c&eacute;lulas perif&eacute;ricas, tais como linf&oacute;citos.<SUP>82-83</SUP>    A express&atilde;o <I>in vitro </I>de MDR PGP pode induzir a resist&ecirc;ncia    do RG em uma linhagem de c&eacute;lulas de timoma,<SUP>83</SUP> reproduzindo    dessa forma uma condi&ccedil;&atilde;o similar &agrave; descrita em linf&oacute;citos    de pacientes com depress&atilde;o maior. Al&eacute;m disso, alguns antidepressivos    s&atilde;o capazes inibir o MDR PGP em c&eacute;lulas tumorais<SUP>84-86</SUP>    ao serem transportadas por esse complexo.<SUP>87</SUP> Baseados nessa evid&ecirc;ncia,    formulamos a hip&oacute;tese de que um mecanismo pelo qual os antidepressivos    regulam a fun&ccedil;&atilde;o dos RGs <I>in vitro </I>(e, teoricamente, <I>in    vivo</I>) &eacute; atrav&eacute;s da regula&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o    do MDR PGP e, portanto, do acesso intracelular aos glicocortic&oacute;ides.</FONT></p>     <p><font size="2" face="verdana">N&oacute;s exploramos recentemente    essa hip&oacute;tese examinando os efeitos de uma gama de antidepressivos na    fun&ccedil;&atilde;o RG (transcri&ccedil;&atilde;o g&ecirc;nica mediada por    RG) na presen&ccedil;a de ester&oacute;ides que s&atilde;o afetados de forma    diferenciada pelo transportador de ester&oacute;ide da membrana L929. Al&eacute;m    disso, avaliamos a capacidade do inibidor do transportador de ester&oacute;ide    da membrana, verapamil, em reverter os efeitos dos antidepressivos na fun&ccedil;&atilde;o    do RG. Ainda que n&atilde;o esteja claro se o transportador de ester&oacute;ide    da membrana das c&eacute;lulas L929 &eacute; id&ecirc;ntico ao MDR PGP,<SUP>88-89</SUP>    n&oacute;s e outros autores temos demonstrado que eles compartilham do mesmo    perfil de substratos enzim&aacute;ticos.<SUP>75,89-90</SUP> De fato, nossos    achados sugerem fortemente que uma inibi&ccedil;&atilde;o induzida por antidepressivo    (ou hiposensibiliza&ccedil;&atilde;o) do transportador de ester&oacute;ide da    membrana L929 &eacute; relevante para a intensifica&ccedil;&atilde;o <I>in vitro    </I>da fun&ccedil;&atilde;o do RG.<SUP>75 </SUP>Na realidade, encontramos que    tr&ecirc;s antidepressivos distintos (desipramina, clomipramina e paroxetina)    aumentam a fun&ccedil;&atilde;o do RG na presen&ccedil;a de DEX e cortisol (que    s&atilde;o excretados das c&eacute;lulas pelo MDR PGP), mas n&atilde;o de hidrocortisona    (que n&atilde;o &eacute; excretada por esse transportador). Al&eacute;m disso,    a clomipramina (o antidepressivo que provoca a mais forte potencializa&ccedil;&atilde;o    da transcri&ccedil;&atilde;o g&ecirc;nica mediada por RG na presen&ccedil;a    de DEX ou cortisol) n&atilde;o possui nenhum efeito na presen&ccedil;a de DEX,    ap&oacute;s o bloqueio do transportador de ester&oacute;ide com verapamil.</FONT></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">&Eacute; importante notar que nossos dados <I>in    vitro </I>s&atilde;o consistentes com estudos em animais. Por exemplo, a clomipramina    em dose de 10 mg/Kg/dia, durante dois dias, superou totalmente a resist&ecirc;ncia    a drogas anticancer&iacute;genas por tumores subcut&acirc;neos em camundongos.<SUP>85</SUP>    Ressalte-se que a dose utilizada neste estudo est&aacute; dentro dos limites    (10-20 mg/Kg/dia) utilizados na maioria dos estudos em animais que demonstram    hiper-sensibiliza&ccedil;&atilde;o de RG por antidepressivos tric&iacute;clicos.<sup>5</sup>    Um artigo recente de Uhr et al<SUP>87 </SUP>descreveu que a amitriptilina, mas    n&atilde;o a fluoxetina, &eacute; transportada pelo MDR PGP. Por outro lado,    nossos dados s&atilde;o tamb&eacute;m consistentes com o estudo de Przegalinski    et al<SUP>9,1</SUP> que mostram que o tratamento pr&eacute;vio de ratos com    nifedipina (outro inibidor de MDR PGP) evita a hiper-sensibiliza&ccedil;&atilde;o    de RG do hipocampo induzida pelo tratamento cr&ocirc;nico com desipramina, amitriptilina    ou eletroconvulsoterapia. Mais ainda, nossa hip&oacute;tese de que a modula&ccedil;&atilde;o    dos transportadores de ester&oacute;ides da membrana &eacute; importante para    os efeitos dos antidepressivos nos RGs &eacute; uma explica&ccedil;&atilde;o    potencial sobre como drogas qu&iacute;mica e farmacologicamente n&atilde;o relacionadas    podem ter efeitos similares nos RGs. Na verdade, os antidepressivos, assim como    outros inibidores de transportadores de ester&oacute;ides da membrana, parecem    modular o MDR PGP, interagindo diretamente com os fosfolip&iacute;dios da membrana    – um efeito que n&atilde;o &eacute; mediado pelos receptores e est&aacute; relacionado    &agrave;s propriedades fisico-qu&iacute;micas das drogas, ou seja, liposolubilidade    e carga el&eacute;trica.<SUP>79</SUP> Finalmente, nossos dados s&atilde;o consistentes    com todas as evid&ecirc;ncias <I>in vivo</I>, em humanos e animais, dando sustenta&ccedil;&atilde;o    &agrave; no&ccedil;&atilde;o de que o tratamento com antidepressivos aumenta    a fun&ccedil;&atilde;o dos RGs.<SUP>5</SUP> Portanto, parece plaus&iacute;vel    que os efeitos dos antidepressivos <I>in vivo </I>estejam relacionados principalmente    aos efeitos nos transportadores de ester&oacute;ides da membrana, levando a    uma fun&ccedil;&atilde;o dos RGs aumentada, e propomos que os transportadores    de ester&oacute;ides de membrana, especialmente os que regulam o acesso dos    glicocortic&oacute;ides ao c&eacute;rebro <I>in vivo</I>, como a MDR PGP, podem    ser um alvo fundamental para a a&ccedil;&atilde;o antidepressiva. </FONT></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbp/v26n3/a09fig04.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Em s&iacute;ntese, os efeitos dos    glicocortic&oacute;ides s&atilde;o mediados pelos RGs. V&aacute;rios estudos    t&ecirc;m demonstrado que a fun&ccedil;&atilde;o do RG encontra-se prejudicada    na depress&atilde;o maior, resultando em reduzido feedback negativo mediado    por RG no eixo HPA e produ&ccedil;&atilde;o e secre&ccedil;&atilde;o aumentadas    de HLC em v&aacute;rias regi&otilde;es cerebrais possivelmente envolvidas na    etiologia da depress&atilde;o. O conceito da sinaliza&ccedil;&atilde;o deficiente    pelo RG &eacute; um mecanismo chave na patog&ecirc;nese da depress&atilde;o.    Os dados indicam que os antidepressivos t&ecirc;m efeitos diretos no RG, conduzindo    &agrave; fun&ccedil;&atilde;o intensificada e &agrave; express&atilde;o aumentada    do RG. O mecanismo de altera&ccedil;&atilde;o desses receptores envolve tamb&eacute;m    componentes n&atilde;o-ester&oacute;ides, tais como citocinas e neurotransmissores.    Al&eacute;m disso, evid&ecirc;ncias que sugerem que os transportadores de ester&oacute;ides    da membrana, como a glicoprote&iacute;na-p MDR, podem ser alvos fundamentais    do tratamento antidepressivo. As pesquisas nesta &aacute;rea est&atilde;o conduzindo    a novos <I>insights </I>na fisiopatologia e tratamento dos transtornos afetivos.</FONT></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><B>Refer&ecirc;ncias</B></FONT></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">1. Checkley S. The neuroendocrinology    of depression and chronic stress. Br Med Bull. 1996;52(3):597-617. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1516-4446200400030000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">2. Nemeroff CB. The corticotropin-releasing    factor (CRF hypothesis of depression: new findings and new directions. Mol Psychiatry.    1996;1(4):336.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1516-4446200400030000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">3. Juruena MF, Cleare AJ, Bauer    ME, Pariante CM. Molecular mechanism of GR sensitivity and relevance for affective    disorders for special issue Acta Neuropsychiatrica. 2003;15(3):354-67.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1516-4446200400030000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">4. de Kloet ER, Vreugdenhil E,    Oitzl MS, Joels M. Brain corticosteroid receptor balance in health and disease.    Endocr Rev. 1998;19(3):269-301.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1516-4446200400030000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">5. Pariante CM, Miller AH. Glucocorticoid    receptors in major depression: relevance to pathophysiology and treatment. Biol    Psychiatry. 2001;49(5):391-404.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1516-4446200400030000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">6. Gold PW, Goodwin FK, Chrousos    GP. Clinical and biochemical manifestation of depression. Relation to the neurobiology    of stress. N Engl J Med. 1988;319(7):;413-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1516-4446200400030000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->Erratum in: N Engl J Med. 1988;319921):1428.</FONT></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">7. Tsigos C, Chrousos GP. Hypothalamic–pituitary–adrenal    axis, neuroendocrine factors and stress. J Psychosom Res. 200253(4):865-71.    </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1516-4446200400030000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">8. Kellner M, Yehuda R. Do panic    disorder and posttraumatic stress disorder share a common psychoneuroendocrinology?    Psychoneuroendocrinology. 1999;24(5):485-504.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1516-4446200400030000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">9. Cleare AJ, Blair D, Chambers    S, Wessely S. Urinary free cortisol in chronic fatigue syndrome. Am J Psychiatry.    2001;158(4):641-3.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1516-4446200400030000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">10. Cleare AJ, Miell J, Heap E,    Sookdeo S, Young L, Malhi GS, et al. Hypothalamo -pituitary-adrenal axis function    in chronic fatigue syndrome, and the effects of low-dose hydrocortisone therapy.    J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(8):3545-54.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1516-4446200400030000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">11. Gold PW, Chrousos GP. Organization    of the stress system and its dysregulation in melancholic and atypical depression:    high vs low CRH/NE states. Mol Psychiatry. 2002;7(3):254-75.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1516-4446200400030000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">12. Holsboer F. The corticosteroid    receptor hypothesis of depression. Neuropsychopharmacology. 2000;23(5):477-501.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1516-4446200400030000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">13. McQuade R, Young AH. Future    therapeutic targets in mood disorders: the glucocorticoid receptor. Br J Psychiatry.    2000;177:390-5.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1516-4446200400030000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">14. Owens MJ, Nemeroff CB. The    ole of HLC in the pathophysiology of affective disorders. New York: John Wiley    &amp; Sons; 1993. (Laboratory and Clinical Studies, 172).</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1516-4446200400030000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">15. Holsboer F, Barden N. Antidepressants    and hypothalamic-pituitaryadrenocortical regulation. Endocr Rev. 1996;17:187-205.    </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1516-4446200400030000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">16. Axelson DA, Doraiswamy PM,    Boyko OB, Rodrigo EP, McDonald WM, Ritchie JC, et al. In vivo assessment of    pituitary volume with magnetic resonance imaging and systematic stereology:    relationship to dexamethasone suppression test results in patients. Psychiatry    Res. 1992;44(1):63-70.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1516-4446200400030000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">17. Pariante CM, Vassilopoulou    K, Velakoulis D, Phillips L, Soulsby B, Wood SJ, et al. Pituitary volume in    psychosis. Br J Psychiatry. 2004;185:5-10.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1516-4446200400030000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">18. Heuser IJ, Bissette G, Dettling    M, Schweiger U, Gotthardt U, Schmider J, et al. Cerebrospinal fluid concentrations    of corticotropin-releasing-hormone vasopressin, and somatostatin in depressed    patients and healthy controls: response to amitriptyline treatment. Depress    Anxiety. 1998;8(2):71-9.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1516-4446200400030000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">19. Carroll J. Clinical applications    of the dexamethasone suppression test for endogenous depression. Pharmacopsychiatria.    1982;15(1):19-24.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1516-4446200400030000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">20. Vale W, Spiess I, Rivier C,    Rivier J. Characterization of a 41-residue ovine hypothalamic peptide that stimulates    secretion of corticotropin and betaendorphin. Science. 1981;213(4514):1394-7.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1516-4446200400030000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">21. Gold PW, Loriaux DL, Roy A,    Kling MA, Calabrese JR, Kellner CH, et al. Responses to corticotrophin-releasing    hormone in the hyporcortisolism of depression and Cushing's disease. N Engl    J Med.1986;314(21):1329-35.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1516-4446200400030000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">22. Holsboer F, Gerken A, von Bardeleben    U, Grimm W, Beyer H, Muller OA, Stalla GK. Human corticotropinreleasing hormone    (HLC) in patients with depression, alcoholism and panic disorder. Biol Psychiatry.    1986;21(7):601-11.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1516-4446200400030000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">23. von Bardeleben U, Holsboer    F. Cortisol response to a combined dexamethasone- hHLC challenge in patients    with depression. J Neuroendocrinol. 1989;1:485-8.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1516-4446200400030000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">24. von Bardeleben U, Holsboer    F. Effect of age upon the cortisol response to human corticotropin-releasing    hormone in depressed patients pretreated with dexamethasone. Biol Psychiatry.    1991;29(10):1042-50.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1516-4446200400030000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">25. Heuser I, Yassouridis A, Holsboer    F. The combined dexamethasone/CRH test: A refined laboratory test for psychiatric    disorders. J Psychiatr Res. 1994;28(4):341-56.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1516-4446200400030000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">26. Meijer OC, de Lange ECM, Breimer    DD, de Boer AC, Workel JO, de Kloet ER. Penetration of dexamethasone into brain    glucocorticoid targets is enhanced in mdrlAP-glycoprotein knockout mice. Endocrinology.    1998;139(4):1789-93.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1516-4446200400030000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">27. von Bardeleben U, Holsboer    F, Stalla GK, Muller OA. Combined administration of human corticotropin-releasing    factor and lysine vasopressin induces cortisol escape from dexamethasone suppression    in healthy subjects. Life Sci. 1985;37(17):1613-9.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1516-4446200400030000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">28. Orth DN, Kovacs WJ. The adrenal    cortex. In: Wilson JD, Foster DW, Kronenberg HM, Larsen PR, editors. Williams    textbook of endocrinology, 9<SUP>th</SUP> ed. Philadelphia: W.B. Saunders 1998.    p. 517-664.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1516-4446200400030000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">29. Pariante CM, Papadopoulos AS,    Poon L, Checkley SA, English J, Kerwin RW, et al. A novel prednisolone suppression    test for the hypothalamic-pituitary-adrenal axis. Biol Psychiatry. 2002;51(11):922-30.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1516-4446200400030000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">30. Karssen AM, Meijer OC, van    der Sandt IC, Lucassen PJ, de Lange EC, de Boer AG, et al. Multidrug resistance    P-glycoprotein hampers the access of cortisol but not of corticosterone to mouse    and human brain. Endocrinology. 2001;142(6):2686-94.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1516-4446200400030000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">31. Nemeroff CB, Widerlov E, Bissette    C, Walleus H, Karlsson I, EkLund K, et al. Elevated concentrations of CSF corticotropin-releasing    factor-like immunoreactivity in depressed patients. Science. 1984;226(4680):1342-4.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1516-4446200400030000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">32. Nemeroff CB, Owens MJ, Bissette    G, Andorn AC, Stanley M. Reduced corticotropin- releasing factor (HLC) binding    sites in the frontal cortex of suicide victims. Arch Gen Psychiatry. 1988;45(6):377-9.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1516-4446200400030000900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">33 Raadsheer FC, Hoogendijk WIG,    Stam FC, Tilders FHJ, Swaab DF. Increased numbers of corticotropinreleasing    hormone expressing neurons in the hypothalamic paraventricular nucleus of depressed    patients. Neuroendocrinology. 1994;60:436-44.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1516-4446200400030000900033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">34. de Bellis MD, Gold PW, Geracioti    TD Jr, Listwak SI, Kling MA. Association of fluoxetine treatment with reductions    in CSF concentrations of corticotropinreleasing hormone and arginine vasopressin    in patients with major depression. Am J Psychiatry. 1993;150(4):656-7.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1516-4446200400030000900034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">35. Miller AH, Spencer RL, Pulera    M, Kang S, McEwen BS, Stein M. Adrenal steroid receptor activation in rat brain    and pituitary following dexamethasone: Implications for the dexamethasone suppression    test. Biol Psychiatry. 1992;32(10):850-69.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1516-4446200400030000900035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">36. Young EA, Haskett RF, Murphy.Weinberg    V, Watson SI, Akil H. Loss of glucocorticoid fast feedback in depression. Arch    Gen Psychiatry. 1991;48(8):693-9.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1516-4446200400030000900036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">37. Glover V, O'Connor TG. Effects    of antenatal stress and anxiety: Implications for development and psychiatry    Br J Psychiatry. 2002;180:389-91.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1516-4446200400030000900037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">38. Ribeiro SCM, Tandon R, Grunhaus    L, Greden JF. The DST as a predictor of outcome in depression: a meta-analysis.    Am J Psychiatry. 1993;150(11):1618-29.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1516-4446200400030000900038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">39. Zobel AW, Yassouridis A, Frieboes    RM, Holsboer F. Prediction of medium-term outcome by cortisol response to the    combined dexamethasone-CRH test in patients with remitted depression. Am J Psychiatry.    1999;156(6):949-51.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1516-4446200400030000900039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">40. Zobel AW, Nickel T, Sonntag    A, Uhr M, Holsboer F, Ising M. Cortisol response in the combined dexamethasone/CRH    test as predictor of relapse in patients with remitted depression a prospective    study. J Psychiatr Res. 2001;35(2):83-94.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1516-4446200400030000900040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">41. Sapolsky RM. Glucocorticoid    toxicity in the hippocampus: reversal by supplementation with brain fuels. J    Neurosci. 1986;6(8):2240-4.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1516-4446200400030000900041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">42. McEwen BS, Seeman T. Protective    and damaging effects of mediators of stress. Elaborating and testing the concepts    of allostasis and allostatic load. Ann N Y Acad Sci. 1999;896:30-47.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1516-4446200400030000900042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">43. Sapolsky RM, Romero M, Munck    AU. How do glucocorticoids influence stress responses? integrating permissive,    suppressive, stimulatory, and preparative actions. Endocr Rev. 2000;21(1):55-89.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1516-4446200400030000900043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">44. Raison CL, Miller AH. When    not enough is too much: the role of insufficient glucocorticoid signaling in    the pathophysiology of stress-related disorders. Am J Psychiatry. 2003;160(9):1554-65.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S1516-4446200400030000900044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">45. McEwen BS. The neurobiology    of stress: from serendipity to clinical relevance. Brain Res. 2000;886(1-2):172-89.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1516-4446200400030000900045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">46. Spencer RL, Kim PJ, Kalman    BA, Cole MA. Evidence for mineralocorticoid receptor facilitation of glucocorticoid    receptor-dependent regulation of hypothalamic-pituitary-adrenal axis activity.    Endocrinology. 1998;139(6):2718-26.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1516-4446200400030000900046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">47. Pratt WB. The role of heat    shock proteins in regulating the function, folding, and trafficking of the glucocorticoid    receptor. J Biol Chem. 1993;268(29):21455-8.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1516-4446200400030000900047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">48. Guiochon-Mantel A, Delabre    K, Lescop P, Milgrom E. The Ernst Schering Poster Award. Intracellular traffic    of steroid hormone receptors. J Steroid Biochem Mol Biol. 1996;56(1-6):3-9.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1516-4446200400030000900048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">49. Reul JM, de Kloet ER. Two receptor    systems for corticosterone in rat brain: microdistribution and differential    occupation. Endocrinology. 1985;117(6):2505-11.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1516-4446200400030000900049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">50. Modell S, Yassouridis A, Huber    I, Holsboer F. Corticosteroid receptor function is decreased in depressed patients.    Neuroendocrinology. 1997;65(3):216-22.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1516-4446200400030000900050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">51. Murphy BEP. Treatment of major    depression with steroid suppressive drugs. J Steroid Biochem Mol Biol. 1991;39(92):239-44.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1516-4446200400030000900051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">52. Gametchu B. Glucocorticoid    receptor-like antigen in lymphoma cell membranes: correlation to cell lysis.    Science. 1987;236(4800):456-61. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1516-4446200400030000900052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font size="2" face="verdana">53. Webster MJ, O'Grady J, Orthmann C, Weickert    C. Decreased glucocorticoid receptor mRNA levels in individuals with depression,    bipolar disorder and schizophrenia &#91abstract&#93; Schizophr Res. 2000;41(1):111.&#91Presented    10<sup>th</sup> Biennial Winter Workshop on Schizophrenia. Davos, Switzerland,    February 5-11, 2000&#93;. </FONT></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">54. Cotter D, Pariante CM. Stress    on the progress of the developmental hypothesis of schizophrenia? Br J Psychiatry.    2002;181:363-5.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1516-4446200400030000900053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">55. Lopez JF, Chalmers DT, Little    KI, Watson SJ. E. Bennett Research Award. Regulation of serotonin 1A, glucocorticoid    and mineralocorticoid receptor in rat and human hippocampus: Implications for    the neurobiology of depression. Biol Psychiatry. 1998;43(8):547-73.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1516-4446200400030000900054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">56. Bauer M, Vedhara K, Perks P,    Wilcock G, Lightman S, Shanks N. Chronic stress in caregivers of dementia patients    is associated with reduced lymphocyte sensitivity to glucocorticoids. J Neuroimmunol.    2000;103(1):84-92.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1516-4446200400030000900055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">57. Kok F, Heijnen C, Bruijn J,    Westenberg H, Van Ree J. Immunoglobulin production in vitro in major depression:    a pilot study on the modulating action of endogenous cortisol. Biol Psychiatry.    1995;38(4):217-26.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S1516-4446200400030000900056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">58. Bauer ME, Papadopoulus A, Poon    L, Perks P, Lightman SL, Checkley S, et al. Altered glucocorticoid immunoregulation    in treatment resistant depression. Psychoneuroendocrinology. 2003 ;28(1):49-65.    </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S1516-4446200400030000900057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">59. Bauer M, Papadopoulos A, Poon    L, Perks P, Lightman S, Checkley S, Shanks N. Dexamethasone-induced effects    on lymphocyte distribution and expression of adhesion molecules in treatment    resistant major depression. Psychiatry Res. 2002;113(1-2):1-15.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S1516-4446200400030000900058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">60. Asnis GM, Haibreich U, Ryan    ND, Rabinowicz H, Puig-Antich J, Nelson B, et al. The relationship of the dexamethasone    suppression test (1 mg and 2 mg) to basal plasma cortisol levels in endogenous    depression. Psychoneuroendocrinology. 1987;12(4):295-301.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S1516-4446200400030000900059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">61. Miller AH, Sastry G, Speranza    Jr AJ, Lawlor BA, Mohs RC, Ryan TM, et al. Lack of association between cortisol    hypersecretion and nonsuppression on the DST in patients with Alzheimer's disease.    Am J Psychiatry. 1994;151(2):267-70.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S1516-4446200400030000900060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">62. Cotter P, Mulligan O, Landau    S, Papadopoulos A, Lightman S, Checkley S. Vasoconstrictor response to topical    beclomethasone in major depression. Psychoneuroendocrinology. 2002;27(4):475-87.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S1516-4446200400030000900061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">63. Maguire TM, Thakore J, Dinan    TG, Hopwood S, Breen KC. Plasma sialyltransferase levels in psychiatric disorders    as a possible indicator of HPA axis function. Biol Psychiatry. 1997;41(11):1131-6.    </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S1516-4446200400030000900062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">64. Thakore JH, Richards PJ, Reznek    RH, Martin A, Dinan TG. Increased intra-abdominal fat deposition in patients    with major depression illness as measured by computed tomography. Biol Psychiatry.    1997;41(11):1140-2.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S1516-4446200400030000900063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">65. Schweiger U, Deuschle M, Korner    A, Lammers CH, Schmider J, Gotthard U, et al. Low lumbar bone mineral density    in patients with major depression. Am J Psychiatry. 1994;151(11):1691-3.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S1516-4446200400030000900064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">66. Michelson D, Stratakis C, Hill    L, Reynolds J, Galliven E, Chrousos G, Gold P. Bone mineral density in women    with depression. N Engl J Med.1996;335(16):1176-81.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S1516-4446200400030000900065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">67. O'Malley BW, Schrader WT, Mani    S, Smith C, Weigel NL, Conneely OM, et al. An alternative ligand independent    pathway for activation of steroid receptors. Recent Prog Horm Res. 1995;50:333-47.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S1516-4446200400030000900066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">68. Miller AH, Pariante CM, Pearce    BD. Effects of cytokines on glucocorticoid receptor expression and function:    Glucocorticoid resistance and relevance to depression. Adv Exp Med Biol. 1999;461:107-16.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S1516-4446200400030000900067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">69 Pariante CM, Pearce BD, Pisell    TL, Sanchez CI, Po C, Su C, Miller AH. The proinflammatory cytokine, interleukin-1    alpha, reduces glucocorticoid receptor translocation and function. Endocrinology.    1999;140(9):4359-66.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S1516-4446200400030000900068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">70. Rangarajan PN, Umesono K, Evans    RM. Modulation of glucocorticoid receptor function by protein kinase A Mol Endocrinol.    1992;6(9):1451-7.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S1516-4446200400030000900069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">71. Avissar S, Nechamkin Y, Roitman    G, Schreiber G. Reduced G protein functions and immunoreactive levels in mononuclear    leukocyts of patients with depression. Am J Psychiatry. 1997;154(2):211-7.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S1516-4446200400030000900070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">72. Shelton RC, Mainer DH, Sulser    F. cAMP-dependent protein kinase activity in major depression. Am J Psychiatry.    1996;153(8):1037-42.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S1516-4446200400030000900071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">73. Castro M, Elliot S, Kino T,    Bamberger C, Karl M, Webster E, Chrousos G. The non-ligand binding beta-isoform    of the human glucocorticoid receptor (hGC-beta): tissue levels, mechanism of    action, and potential physiologic role. Mol Med. 1996;2(5):597-607.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S1516-4446200400030000900072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">74. Bronnegard M, Stierna P, Marcus    C. Glucocorticoid resistant syndromes - molecular basis and clinical presentations.    J Neuroendocrinol. 1996;8(6):405-15.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S1516-4446200400030000900073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">75. Pariante CM, Makoff A, Lovestone    S, Feroli S, Heyden A, Miller AH, Kerwin RW. Antidepressants enhance glucocorticoid    receptor function in vitro by modulating the membrane steroid transporters.    Br J Pharmacol. 2001;13496):1335-43.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S1516-4446200400030000900074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">76. Barden N. Regulation of corticosteroid    receptor gene expression in depression and antidepressant action. J Psychiatry    Neurosci. 1999;24(1):25-39.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S1516-4446200400030000900075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font size="2" face="verdana">77. Budziszewska B, Jaworska-Feil L, Kajta M, Lason    W. Antidepressant drugs inhibit glucocorticoid receptor mediated gene transcription-<font face="Symbol">a</font>    possible mechanism. Br J Pharmacol. 2000;130(6):1385-93.</FONT></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">78. Pariante CM, Pearce BD, Pisell    TL, Owens MJ, Miller AH. Steroid-independent translocation of the glucocorticoid    receptor by the antidepressant desipramine. Mol Pharmacol. 1997;52(4):571-81.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S1516-4446200400030000900077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">79. Pariante CM, Pearce BD, Pisell    TL, Su C, Miller AH. The steroid receptor antagonists, RU486 and RU40555, activate    glucocorticoid receptor translocation and are not excreted by the steroid hormone    transporter in L929 cells. J Endocrinol. 2001;169(2):309-20.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S1516-4446200400030000900078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">80. Krishna R, Mayer LD. Multidrug    resistance (MDR) in cancer. Mechanisms, reversal using modulators of MDR and    the role of MDR modulators in influencing the pharmacokinetics of anticancer    drugs. Eur J Pharm Sci. 2000;11(4):265-83.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S1516-4446200400030000900079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">81. Ueda K, Okamura N, Hirai M,    Tanigawara Y, Saeki T, Kioka N, / et al. Human P-glycoprotein transports cortisol,    aldosterone, and dexamethasone, but not progesterone. J Biol Chem. 1992;267(34):24248-52.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S1516-4446200400030000900080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">82. de Kloet ER, Meijer OC, Vreugdenhil    E, Joels M.The Yin and Yang of nuclear receptors: symposium on nuclear receptors    in brain, Oegstgeest, The Netherlands, 13-14 April 2000. 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Varga A, Nugel H, Baehr R,    Marx U, Hever A, Nacsa J, Ocsovsky I, Molnar J. Reversal of multidrug resistance    by amitriptyline in vitro. Anticancer Res. 1996;16(1):209-12.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000184&pid=S1516-4446200400030000900083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">85. Merry S, Hamilton TG, Flanigan    P, Freshney RI, Kaye SB. Circumvention of pleiotropic drug resistance in subcutaneous    tumours in vivo with verapamil and clomipramine. Eur J Cancer. 1991; 27(1):31-4.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S1516-4446200400030000900084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">86. Szab&oacute; D, Szab&oacute;    Jr G, Ocsovszki I, Aszalos A, Moln&aacute;r J. Anti-psychotic drugs reverse    multidrug resistance of tumor cell lines and human AML cell ex-vivo. Cancer    Lett. 1999;1399(1):115-9.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S1516-4446200400030000900085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font size="2" face="verdana">87. Uhr M, Steckler T, Yassouridis A, Holsboer    F. Penetration of amitriptyline, but not fluoxetine, into brain is enhanced    in mice with blood-brain barrier deficiency due to MDR1<font face="Symbol">a</font>    p-glycoprotein gene disruption. Neuropsychopharmacology. 2000;22(4):380-7.</FONT></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">88. Kralli A, Yamamoto KR. An FK506-sensitive    transporter selectively decreases intracellular levels and potency of steroid    hormones. J Biol Chem. 1996;271(29):17152-6.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S1516-4446200400030000900087&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">89. Marsaud V, Mercier-Bodard C,    Fortin D, Le Bihan S, Renoir JM. Dexamethasone and triamcinolone acetonide accumulation    in mouse fibroblasts is differently modulated by the immunosuppressants cyclosporin    A, FK506, rapamycin and their analogues, as well as by other p-glycoprotein    ligands. J Steroid Biochem Molec Biol. 1998;66(1-2):11-25.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S1516-4446200400030000900088&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">90. Medh RD, Lay RH, Schmidt TJ.    Agonist-speciffic modulation of glucocorticoid receptor-mediated transcription    by immunosuppressants. Mol Cell Endocrinol. 1998;138(1-2):11-23.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S1516-4446200400030000900089&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">91. Przegalinski E, Budziszewska    B, Siwanowicz J, Jaworska L. The effect of repeated combined treatment with    nifedipine and antidepressant drugs or electroconvulsive shock on the hippocampal    corticosteroid receptors in rats. Neuropharmacology. 1993;32(12):1397-400.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000191&pid=S1516-4446200400030000900090&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">92. Pariante CM, Thomas SA, Lovestone    S, Makoff A, Kerwin RW. Do antidepressants regulate how cortisol affects the    brain? Psychoneuroendocrinology. 2004;29(4):423-47.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S1516-4446200400030000900091&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">93. Pariante CM, Kim RB, Makoff    A, Kerwin RW. Antidepressant fluoxetine enhances glucocorticoid receptor function    in vitro by modulating membrane steroid transporters. Br J Pharmacol. 2003;139(6):1111-8.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S1516-4446200400030000900092&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">94. Pariante CM, Hye A, Williamson R, Makoff    A, Lovestone S, Kerwin RW. The antidepressant clomipramine regulates cortisol    intracellular concentrations and glucocorticoid receptor expression in fibroblasts    and rat primary neurones. Neuropsychopharmacology. 2003;28(9):1553-61.</FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S1516-4446200400030000900093&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">95. Lowy M, Gormley    G, Reder A, Meltzer H. Immune function, glucocorticoid receptor regu lation,    and depression. In: Miller, A. (Ed.), Depressive Disorders &amp; Immunity. American    Psychiatric Press, Washington, DC, 1989, pp. 107&#150;133.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000195&pid=S1516-4446200400030000900094&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">96. Moalli P &amp;    Rosen S. Glucocorticoid receptors and resistance to glucocorticoids in hematologia    malignancies. Leuk Lymph 1994; 15: 363-374.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000196&pid=S1516-4446200400030000900095&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">97. Cypcar D &amp;    Busse W. Steroid-resistant asthma. J Allergy Clin Immunol 1993; 92: 362-372.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000197&pid=S1516-4446200400030000900096&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">98. Hennebold J    &amp; Daynes R. Microenvironmental control of glucocorticoid functions in immune    regulation. In: Rook G &amp; Lightman S. Steroid hormones and the T-cell cytokine    profile. London: Springer-Verlag. 1997, pp. 101-134. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000198&pid=S1516-4446200400030000900097&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">99. Rosner W. Plasma    steroid-binding proteins. Endocr Metab Clin North Amer 1991; 20: 697-720.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S1516-4446200400030000900098&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">100. Adcock I,    Lane S, Brown C, Peters M, Lee T, Barnes P. Differences in binding of glucocorticoid    receptor to DNA in steroid-resistant asthma. J Immunol 1995; 154; 3500-3505.    </font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000200&pid=S1516-4446200400030000900099&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
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<body><![CDATA[<br>   Aceito em 30.06.2004</FONT></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O arquivo dispon&iacute;vel    sofreu corre&ccedil;&otilde;es conforme ERRATA publicada no Volume 26 N&uacute;mero    4 da revista.</font></p>      ]]></body><back>
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