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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Autism is a strongly genetic disorder, with an estimated heritability of greater than 90%. A combination of phenotypic heterogeneity and the likely involvement of multiple interacting loci have hampered efforts at gene discovery. As a consequence, the genetic etiology of the spectrum of autism related disorders remains largely unknown. Over the past several years, the convergence of rapidly advancing genomic technologies, the completion of the human genome project, and increasingly successful collaborative efforts to increase the number of patients available for study have led to the first solid clues to the biological origins of these disorders. This paper will review the literature to date summarizing the results of linkage, cytogenetic, and candidate gene studies with a focus on recent progress. In addition, promising avenues for future research are considered.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Transtorno autístico]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Ligação (Genética)]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGOS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="verdana"> <B><a name="tx"></a>Autismo: gen&eacute;tica</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Abha R Gupta<SUP>I, II</SUP>; Matthew W State<sup>I,    III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><SUP>I</SUP>Child Study Center, Yale University    School of Medicine, New Haven    <br>   <SUP>II</SUP>Departamento de Pediatria,    Yale University School of Medicine, New Haven    <br>   <SUP>III</SUP>Departamento de Gen&eacute;tica,    Yale University School of Medicine, New Haven</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="VERDANA"> <B>RESUMO</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O autismo &eacute; um transtorno fortemente gen&eacute;tico,    com uma herdabilidade estimada de mais de 90%. Uma combina&ccedil;&atilde;o    de heterogeneidade fenot&iacute;pica e o prov&aacute;vel envolvimento de m&uacute;ltiplos    <i>loci </i>que interagem entre si dificultam    os esfor&ccedil;os de descobertas de genes. Conseq&uuml;entemente, a etiologia    gen&eacute;tica dos transtornos relacionados ao autismo permanece, em grande    parte, desconhecida. Nos &uacute;ltimos anos, a converg&ecirc;ncia entre tecnologias    gen&ocirc;micas em r&aacute;pido avan&ccedil;o, a finaliza&ccedil;&atilde;o    do projeto genoma humano e os crescentes e exitosos esfor&ccedil;os em colabora&ccedil;&atilde;o    para aumentar o n&uacute;mero de pacientes dispon&iacute;veis para estudo conduziram    &agrave;s primeiras pistas s&oacute;lidas sobre as origens biol&oacute;gicas    desses transtornos. Este artigo revisar&aacute; a literatura at&eacute; nossos    dias, resumindo os resultados de estudos de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica,    citogen&eacute;ticos e de genes candidatos com um foco no progresso recente.    Al&eacute;m disso, s&atilde;o consideradas as vias promissoras para pesquisas    futuras. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Descritores:</B> Transtorno aut&iacute;stico;    Gen&eacute;tica; Liga&ccedil;&atilde;o (Gen&eacute;tica); Citogen&eacute;tica;    Associa&ccedil;&atilde;o </font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Introdu&ccedil;&atilde;o </B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre os transtornos psiqui&aacute;tricos, o    autismo e os transtornos do espectro do autismo (TEAs) possuem as mais fortes    evid&ecirc;ncias de terem bases gen&eacute;ticas, ainda que a busca dos genes    espec&iacute;ficos que contribuem para essas s&iacute;ndromes de desenvolvimento,    que s&atilde;o freq&uuml;entemente devastadoras, tenha se mostrado extraordinariamente    dif&iacute;cil. Recentemente, os avan&ccedil;os nas tecnologias gen&ocirc;micas,    a finaliza&ccedil;&atilde;o do seq&uuml;enciamento do genoma humano, a crescente    disponibilidade de grandes conjuntos de amostras gen&eacute;ticas de indiv&iacute;duos    afetados e um renovado compromisso com a pesquisa da gen&eacute;tica do autismo,    tanto por parte das ag&ecirc;ncias governamentais quanto das funda&ccedil;&otilde;es    privadas, fundiram-se para resultar num grande progresso. As primeiras evid&ecirc;ncias    reproduz&iacute;veis que implicam regi&otilde;es cromoss&ocirc;micas e genes    espec&iacute;ficos nos transtornos do espectro do autismo j&aacute; foram apresentadas.    Nos pr&oacute;ximos anos, h&aacute; poucas d&uacute;vidas de que os m&uacute;ltiplos    alelos dos transtornos do espectro do autismo ser&atilde;o definidos e confirmados    e que significativos avan&ccedil;os ser&atilde;o feitos para o entendimento    de como essas anormalidades gen&eacute;ticas podem levar a comprometimentos    globais de desenvolvimento. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><B>O autismo &eacute; um transtorno gen&eacute;tico    </B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">H&aacute; muito se avalia que os genes desempenham    um papel central na fisiopatologia do autismo e de suas condi&ccedil;&otilde;es    relacionadas. Ainda que esses c&aacute;lculos tenham sido feitos na aus&ecirc;ncia    do conhecimento dos genes causadores da doen&ccedil;a, os dados s&atilde;o mesmo    assim convincentes. Como um todo, a herdabilidade, que &eacute; a propor&ccedil;&atilde;o    de vari&acirc;ncia fenot&iacute;pica atribu&iacute;vel a causas gen&eacute;ticas,    &eacute; calculada em aproximadamente 90%.<SUP>1</SUP> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma importante linha de evid&ecirc;ncias a esse    respeito &eacute; a que se deriva da compara&ccedil;&atilde;o do grau em que    o diagn&oacute;stico do autismo &eacute; compartilhado entre g&ecirc;meos monozig&oacute;ticos    (MZ) e digiz&oacute;ticos (DZ). Como os MZ s&atilde;o geneticamente id&ecirc;nticos    e os DZ partilham a mesma quantidade de DNA que qualquer par de irm&atilde;os,    o achado de um &iacute;ndice maior de concord&acirc;ncia (partilhando o diagn&oacute;stico)    entre pares MZ sugeriria que os genes t&ecirc;m uma importante contribui&ccedil;&atilde;o    &agrave; etiologia de um transtorno. No caso dos TEAs, os &iacute;ndices observados    de concord&acirc;ncia para o autismo estritamente diagnosticado s&atilde;o de    60% em g&ecirc;meos MZ contra 0% em g&ecirc;meos DZ.<SUP>1</SUP> Poder-se-ia    esperar que este &uacute;ltimo n&uacute;mero se aproximasse do &iacute;ndice    de recorr&ecirc;ncia de irm&atilde;os se a amostra contivesse um grupo maior.    Para diagn&oacute;sticos de espectro mais amplo, os &iacute;ndices de concord&acirc;ncia    s&atilde;o de 92% contra 10%,<SUP>1</SUP> que s&atilde;o &iacute;ndices altamente    divergentes e sugerem um forte componente gen&eacute;tico do risco. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No mesmo sentido, pode-se adivinhar uma estimativa    aproximada da contribui&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica determinando o risco    de se ter um transtorno se houver um parente afetado e comparar-se isso com    o risco encontrado na popula&ccedil;&atilde;o geral. Essa quantidade &eacute;    conhecida como <font face="Symbol">l</font> ou mais especificamente como <font face="Symbol">l</font><SUB>s</SUB>    se os irm&atilde;os forem o ponto de compara&ccedil;&atilde;o. A atual melhor    estimativa do &iacute;ndice de recorr&ecirc;ncia quando uma crian&ccedil;a tem    um irm&atilde;o com autismo &eacute; de aproximadamente 2,2%.<SUP>2</SUP> Quando    se compara isso com a preval&ecirc;ncia do autismo na popula&ccedil;&atilde;o    geral, que aumentou nos &uacute;ltimos 40 anos de aproximadamente 4 em 10.000    para entre 10 e 13 por 10.000, ou de 0,13%,<SUP>3</SUP> o <font face="Symbol">l</font><SUB>s</SUB>    resultante &eacute; de 20, dando grande apoio &agrave; contribui&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&Eacute; importante salientar que, apesar de    que os dados de g&ecirc;meos e familiares indicam claramente os mecanismos gen&eacute;ticos    na etiologia desses transtornos, os padr&otilde;es de transmiss&atilde;o observados    n&atilde;o correspondem &agrave;s expectativas Mendelianas. Em resumo, na maioria    dos casos parece n&atilde;o haver uma correspond&ecirc;ncia direta e simples    entre ter uma anormalidade gen&eacute;tica &uacute;nica e ter autismo. De fato,    os dados d&atilde;o suporte &agrave; no&ccedil;&atilde;o de que, na grande maioria    dos indiv&iacute;duos, os m&uacute;ltiplos <I>loci</I> interagem para levar    a manifesta&ccedil;&otilde;es da s&iacute;ndrome. Mesmo que seja amplamente    aceito que n&atilde;o h&aacute; um gene &uacute;nico do autismo, &eacute; dif&iacute;cil    predizer o n&uacute;mero de regi&otilde;es gen&eacute;ticas, ou <I>loci</I>,    que contribuem para ele. Estimou-se que aproximadamente 15 genes possam estar    envolvidos.<SUP>4</SUP> No entanto, isso pode acabar sendo uma significativa    subestima&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero total que pode levar ao desenvolvimento    de um fen&oacute;tipo aut&iacute;stico ou aumentar o risco disso. Essa complexidade    gen&eacute;tica parece ser a regra e n&atilde;o a exce&ccedil;&atilde;o para    a maioria das condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas mais comuns. No entanto,    a descoberta de genes no autismo pode representar um desafio ainda maior que    em outras condi&ccedil;&otilde;es, tais como hipertens&atilde;o ou diabetes,    devido &agrave;s particularidades do diagn&oacute;stico, particularmente nas    fronteiras da s&iacute;ndrome, e atual aus&ecirc;ncia de qualquer marcador biol&oacute;gico    que possa distinguir de forma confi&aacute;vel um indiv&iacute;duo afetado de    um n&atilde;o afetado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Frente a esses obst&aacute;culos, os pesquisadores    basearam-se em tr&ecirc;s abordagens para identificar os genes da doen&ccedil;a    nos TEAs: an&aacute;lise de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica, an&aacute;lise    citogen&eacute;tica e estudos de genes candidatos. Cada uma delas &eacute; descrita    abaixo junto com uma revis&atilde;o seletiva dos achados at&eacute; o presente.    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>An&aacute;lise de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica</B>    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dada a atual incerteza com rela&ccedil;&atilde;o    aos mecanismos gen&eacute;ticos ou celulares espec&iacute;ficos subjacentes,    muitos pesquisadores tentaram "uma clonagem posicional" por meio de    an&aacute;lises de liga&ccedil;&atilde;o do genoma completo. No fundo, os estudos    de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica simplesmente avaliam a transmiss&atilde;o    de um segmento cromoss&ocirc;mico de uma gera&ccedil;&atilde;o a outra dentro    das fam&iacute;lias e procuram vincular a presen&ccedil;a desse intervalo de    DNA com a presen&ccedil;a do fen&oacute;tipo de interesse. Dada a suposi&ccedil;&atilde;o    de que na maioria dos casos &eacute; improv&aacute;vel que uma contribui&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica para o autismo seja transmitida de uma forma Mendeliana simples    (i.e. n&atilde;o &eacute; prov&aacute;vel que seja simplesmente dominante, recessiva    ou ligada ao cromossomo X), muitos pesquisadores optaram por abordagens "n&atilde;o-param&eacute;tricas"    para a vincula&ccedil;&atilde;o, que n&atilde;o se ap&oacute;iam como primeira    hip&oacute;tese em um modo preciso de heran&ccedil;a. Em estudos com pares de    irm&atilde;os afetados, isso &eacute; feito avaliando se os irm&atilde;os aut&iacute;sticos    compartilham alguma regi&atilde;o do genoma mais freq&uuml;entemente do que    seria esperado pelo acaso. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em estudos de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica,    a estat&iacute;stica mais comum apresentada &eacute; o escore de logaritmo de    chances (LOD), que representa o algoritmo da propor&ccedil;&atilde;o de probabilidade    de observar os presentes dados utilizando um modelo de liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica comparado a um modelo de recombina&ccedil;&atilde;o livre (ou    sem liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica). Utilizando os crit&eacute;rios mais    amplamente aceitos para avaliar os estudos de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica,    um escore LOD de 3,6 em uma an&aacute;lise de pares de irm&atilde;os sugere    que exista uma probabilidade de 5% de ver este resultado por acaso em um &uacute;nico    estudo de todo o genoma e &eacute; uma evid&ecirc;ncia de uma liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica significativa.<SUP>5</SUP> Um escore LOD de 2,2 &eacute; considerado    como uma evid&ecirc;ncia "sugestiva" de liga&ccedil;&atilde;o e um    escore LOD de 5,4 &eacute; considerado como liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica    altamente significativa. Traduzindo esses limiares em uma forma mais tang&iacute;vel:    poder-se-ia esperar ver um pico significativo (2,2) por acaso uma vez a cada    an&aacute;lise do genoma, ou um pico significativo (3,6) por acaso no m&iacute;nimo    uma vez em cada 20 an&aacute;lises publicadas (isso, provavelmente, &eacute;    uma subestima&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que existe um vi&eacute;s em dire&ccedil;&atilde;o    &agrave; publica&ccedil;&atilde;o de dados positivos). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">At&eacute; hoje, houve mais de uma dezena de    estudos gen&ocirc;micos publicados na literatura sobre autismo. Apesar do crescente    tamanho das amostras e da consider&aacute;vel sofistica&ccedil;&atilde;o metodol&oacute;gica,    tem havido uma inc&ocirc;moda aus&ecirc;ncia de acordo direto entre os estudos.    De fato, at&eacute; muito recentemente n&atilde;o havia inst&acirc;ncias relatadas    em que foi identificada liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica em dois estudos    distintos, precisamente nos mesmos marcadores gen&eacute;ticos ou entre marcadores    sobrepostos no genoma. Isso provavelmente    reflete em parte a heterogeneidade fenot&iacute;pica e gen&eacute;tica antes    discutida. Os pesquisadores t&ecirc;m tentado enfrentar essas dificuldades aumentando    ainda mais os tamanhos de suas amostras por meio de esfor&ccedil;os de colabora&ccedil;&atilde;o    internacional, focando-se na reprodu&ccedil;&atilde;o de intervalos gen&eacute;ticos    espec&iacute;ficos a partir de pesquisas individuais, combinando resultados    de mais de um estudo e reavaliando os dados, e tentando identificar subgrupos    mais homog&ecirc;neos de pacientes que podem tornar o mapeamento gen&eacute;tico    mais poderoso. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Atualmente, apesar dos resultados conflitantes,    achados promissores e padr&otilde;es interessantes surgiram a partir desses    estudos gen&ocirc;micos. Por exemplo, muitos pesquisadores identificaram regi&otilde;es    nos cromossomos 2 e 7, que apresentam sugestiva ou significativa liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica com o autismo. Tr&ecirc;s grupos relataram evid&ecirc;ncias    implicando o cromossomo 2, achados que se fortalecem quando as amostras s&atilde;o    estruturadas. Em um estudo com 152 pares de irm&atilde;os afetados (PIAs), um    escore de logaritmo de chances multiponto (ELCM) de 3,74 foi calculado em 2q31.1.    Quando se analisou o subconjunto de PIAs que preencheu crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos    "estritos" (n = 127), o ELCM aumentou para 4,80. Ressalte-se que os    crit&eacute;rios "estritos" inclu&iacute;ram 84 PIAs em que um irm&atilde;o    preenchia crit&eacute;rios de TID que n&atilde;o fosse o autismo.<SUP>6</SUP>    Uma an&aacute;lise gen&ocirc;mica independente identificou uma liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica sugestiva dentro do mesmo grupo cromoss&ocirc;mico<SUP>7</SUP>    e um terceiro estudo mais focado tamb&eacute;m identificou uma sugestiva liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica quando os pacientes foram estratificados com base em certas    caracter&iacute;sticas de linguagem (discutidas em maior detalhe abaixo).<SUP>8</SUP>    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O cromossomo 7q &eacute; a regi&atilde;o mais    freq&uuml;entemente implicada nos estudos gen&ocirc;micos. Em uma inst&acirc;ncia,    um escore LOD de 3,55 foi relatado no grupo 7q32.1-34.<SUP>9</SUP> Apesar desse    achado e de quatro an&aacute;lises gen&ocirc;micas que forneceram evid&ecirc;ncias    adicionais de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica no bra&ccedil;o longo deste    cromossomo, os resultados t&ecirc;m sido de dif&iacute;cil interpreta&ccedil;&atilde;o.<SUP>10</SUP>    Nenhum trabalho reproduziu qualquer outro estudo precisamente na mesma regi&atilde;o    cromoss&ocirc;mica. Al&eacute;m disso, no maior estudo gen&ocirc;mico publicado    at&eacute; hoje (345 fam&iacute;lias multiplex), em ess&ecirc;ncia n&atilde;o    foi identificada evid&ecirc;ncia de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica ao    longo de toda a regi&atilde;o, com um escore LOD m&aacute;ximo de 1,3 tel&ocirc;meros    identificados no l&oacute;cus identificado acima.<SUP>11</SUP> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No entanto, o cromossomo 7q continua sendo uma    &aacute;rea de intenso interesse por v&aacute;rias raz&otilde;es: primeiro,    como observamos, m&uacute;ltiplos sinais sugestivos de liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica foram relatados nesse intervalo e, mesmo que estejam dispersos    em uma grande &aacute;rea, n&atilde;o &eacute; incomum que os picos de liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica sejam amplos e variem segundo os estudos.<SUP>12</SUP> Uma segunda    fonte de interesse foi a identifica&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios rearranjos    de cromossomos envolvendo este intervalo de pacientes com TEA (<a href="#tab01">Tabela    1</a>). Finalmente, numerosas transcri&ccedil;&otilde;es com express&atilde;o    cerebral mapeiam o bra&ccedil;o longo do cromossomo 7 e possuem fun&ccedil;&otilde;es    conhecidas que poderiam plausivelmente estar envolvidas na fisiopatologia de    TEAs. Estes incluem o <I>FOXP2</I> (<I>forkhead box P2</I>) no 7q31.1,    que &eacute; mutado em um grave transtorno de fala e de linguagem,<SUP>13</SUP>    e <I>EN2 (engrailed), </I>discutido em detalhe abaixo, que produziu fortes    evid&ecirc;ncias de associa&ccedil;&atilde;o com autismo em estudos recentes.</font></p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbp/v28s1/a05tab01.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como observamos, em um esfor&ccedil;o para aumentar    a homogeneidade gen&eacute;tica dos indiv&iacute;duos afetados, v&aacute;rios    grupos possuem amostras estratificadas utilizando uma variedade de medidas fenot&iacute;picas.    Dois grupos o fizeram utilizando os crit&eacute;rios de retardo de fala de express&otilde;es    (PSD) ap&oacute;s os 36 meses de idade. Um estudo com 95 fam&iacute;lias relatou    um escore m&aacute;ximo de liga&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-param&eacute;trica    multiponto (NPL) de 2,39 no 2q31.3. Quando um subconjunto de 49 fam&iacute;lias    que preencheu um diagn&oacute;stico "restrito" de autismo e que tinham    PSD foi analisado, o escore de logaritmo de chances aumentou para 3,32.<SUP>7    </SUP>Um segundo grupo focou no bra&ccedil;o longo do cromossomo 2 e encontrou    um ELCM de 1,12 no 2q33 ao estudar 99 fam&iacute;lias. Isto, subseq&uuml;entemente,    aumentou para 2,86 em um subconjunto de 45 fam&iacute;lias com TEA.<SUP>8</SUP>    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Esses exemplos sugerem que pode ser de consider&aacute;vel    valia a divis&atilde;o das amostras em subgrupos e identificar os denominados    endofen&oacute;tipos, ou seja, tra&ccedil;os herd&aacute;veis mensur&aacute;veis    que est&atilde;o presentes no caminho entre o gene e a s&iacute;ndrome. Intuitivamente,    essa &eacute; uma no&ccedil;&atilde;o atraente: se o autismo n&atilde;o &eacute;    uma entidade &uacute;nica, mas uma cole&ccedil;&atilde;o de fen&oacute;tipos    superpostos, resultante da a&ccedil;&atilde;o combinada de m&uacute;ltiplos    alelos de risco, parece l&oacute;gico que uma abordagem que analise em detalhe    a apresenta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica em seus componentes biologicamente    relevantes poderia ser mais poderosa do que uma que se ap&oacute;ie nos crit&eacute;rios    diagn&oacute;sticos-padr&atilde;o. Evidentemente, em qualquer momento em que    se fa&ccedil;am m&uacute;ltiplas compara&ccedil;&otilde;es, elas est&atilde;o    sujeitas a um maior risco de obter falsos positivos. Conseq&uuml;entemente,    &eacute; preciso ser cauteloso ao interpretar um resultado inicialmente negativo    de uma liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica que melhora ap&oacute;s m&uacute;ltiplas    an&aacute;lises subseq&uuml;entes, a n&atilde;o ser que estas tenham sido levadas    em conta ao estabelecer-se um limiar estat&iacute;stico apropriado. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Al&eacute;m dos cromossomos 2 e 7, as regi&otilde;es    nos cromossomos 1, 5 e 16 revelaram algumas evid&ecirc;ncias de liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica em intervalos sobrepostos em mais de um estudo (<a href="#tab01">Tabela    1</a>). Pelo contr&aacute;rio, &eacute; interessante notar que poucos dos estudos    gen&ocirc;micos fornecem evid&ecirc;ncias de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica    no cromossomo 15q11-13, o s&iacute;tio mais freq&uuml;ente de anormalidades    cromoss&ocirc;micas (al&eacute;m do s&iacute;tio do cromossomo Fr&aacute;gil    X) detectados no TEA. Um grupo utilizou um novo m&eacute;todo estat&iacute;stico    conhecido como <I>an&aacute;lise de subgrupos ordenados</I> (ASO) e identificou    evid&ecirc;ncias de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica com o fen&oacute;tipo    "insist&ecirc;ncia na repeti&ccedil;&atilde;o". A abordagem aumentou    o escore de logaritmo de chances da regi&atilde;o 15q11-13 no <I>locus GABRB3</I>    de 1,45 para 4,71, sob um modelo dominante de heran&ccedil;a.<SUP>14</SUP> O    <I>GABRB3</I>, que codifica o receptor de GABA, o principal neurotransmissor    inibidor cerebral, foi estudado como um gene candidato para o autismo (ver abaixo),    com resultados inconsistentes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Talvez os mais animadores entre os achados recentes    tenham focado sua aten&ccedil;&atilde;o no cromossomo 17q. Um estudo com 345    fam&iacute;lias multiplex do banco de dados <I>Autism Genetic Resource Exchange    </I>(AGRE) produziu um escore LOD mais alto, de 2,83 no 17q11.<SUP>11</SUP>    Similarmente, um estudo com 158 fam&iacute;lias multiplex produziu um escore    LOD mais alto, 2,9, no 17q11.2.<SUP>15</SUP> Dada a predomin&acirc;ncia masculina    no autismo (propor&ccedil;&atilde;o homens:mulheres = 4:1), foi levantada a    hip&oacute;tese de que as amostras estratificadas por g&ecirc;nero podem revelar    os <I>loci</I> que predisp&otilde;em os meninos a este transtorno. 257 fam&iacute;lias    do AGRE foram subdivididas em grupos afetados com somente homens e os que continham    apenas mulheres. As an&aacute;lises de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica    produziram um escore LOD de 3,2 no 17q11 no conjunto total de dados, que aumentou    para 4,3 nas fam&iacute;lias somente com homens.<SUP>16</SUP> &Eacute; de se    salientar que esses resultados foram replicados nos mesmos marcadores em uma    amostra independente de 91 fam&iacute;lias, com escore LOD de 4,1 no 17q11-21    no grupo afetado somente com homens.<SUP>17</SUP> Esse achado representou a    primeira replica&ccedil;&atilde;o formal de um achado de liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica de autismo apresentado    na literatura. Um gene candidato atraente no intervalo &eacute; o <I>SLC6A4</I>,    que codifica o transportador de serotonina, envolvido na recapta&ccedil;&atilde;o    da serotonina da sinapse. Hiperserotonemia das plaquetas &eacute; encontrada    em um ter&ccedil;o dos indiv&iacute;duos com autismo,<SUP>18</SUP> representando    um dos mais antigos e confi&aacute;veis achados em psiquiatria biol&oacute;gica.    De forma similar, o gene <I>ITGB3</I> (integrina beta-3) mapeado no 17q21 &eacute;    uma mol&eacute;cula de ades&atilde;o celular expressa neuronalmente que foi    identificada como um <I>locus</I> de caracter&iacute;stica quantitativa (LCQ)    para n&iacute;veis de serotonina em homens,<SUP>19</SUP> sugerindo que ele tamb&eacute;m    pode ser considerado como um forte gene candidato. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Caracteristicamente, maiores tamanhos de amostras    possuem maior poder para detectar os genes da enfermidade do que amostras menores.    Isso n&atilde;o &eacute; necessariamente verdadeiro em um transtorno gen&eacute;tico    complexo como o autismo, pois aumentar o tamanho da amostra pode servir para    somente diluir a presen&ccedil;a de cada um dos v&aacute;rios genes da enfermidade.    Esse problema tem sido enfrentado pelo uso da probabilidade posterior de liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica (PPL), um m&eacute;todo estat&iacute;stico desenhado para analisar    conjuntos de dados heterog&ecirc;neos. As 345 fam&iacute;lias AGRE foram subdivididas    em seis classes de acordo com o diagn&oacute;stico de autismo ou de outro TID    e a presen&ccedil;a de retardo de express&otilde;es orais ap&oacute;s 36 meses.    A estat&iacute;stica de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica &eacute; calculada    e atualizada quando os subconjuntos s&atilde;o analisados seq&uuml;encialmente,    incluindo a heterogeneidade dentro e atrav&eacute;s dos subconjuntos. A maior    probabilidade de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica, 55% (&gt; 2% favorece    a liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica), foi calculada para 1q23-24, uma regi&atilde;o    que n&atilde;o foi detectada pelo estudo original com essas fam&iacute;lias.    Para efetuar a compara&ccedil;&atilde;o, quando os subconjuntos foram agrupados,    tratando as fam&iacute;lias como um grupo homog&ecirc;neo como no estudo original,    a probabilidade diminuiu para 1,7% nesse <I>locus</I>. Foi calculada tamb&eacute;m    uma probabilidade de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica de 15% em 17q11.<SUP>20</SUP>    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Certamente, a escassez de achados altamente significativos    e a dificuldade de replicar a liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica nos marcadores    individuais t&ecirc;m sido um desapontamento para aqueles que procuram identificar    os alelos de risco para o autismo. Dado o crescente n&uacute;mero de pesquisas    gen&ocirc;micas, pode-se esperar que m&uacute;ltiplas regi&otilde;es produzam    escores de logaritmo de chances entre 2 e 3,6 simplesmente por acaso. Por outro    lado, estudos recentes t&ecirc;m come&ccedil;ado a apontar repetidamente um    pequeno n&uacute;mero de intervalos cromoss&ocirc;micos e pelo menos uma replica&ccedil;&atilde;o    formal j&aacute; foi confirmada. Esses achados se somaram &agrave; crescente    disponibilidade de amostras de autismo e conjuntos de dados gen&ocirc;micos,    aos custos decrescentes de genotipagem de alta resolu&ccedil;&atilde;o e aos    resultados promissores de outras abordagens de descoberta de genes, discutidos    abaixo, e s&atilde;o todas raz&otilde;es para consider&aacute;vel otimismo.    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>An&aacute;lise citogen&eacute;tica</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Avaliava-se, durante um certo per&iacute;odo,    que as crian&ccedil;as com retardo de desenvolvimento e/ou autismo continham    anormalidades cromoss&ocirc;micas em maior freq&uuml;&ecirc;ncia do que a popula&ccedil;&atilde;o    com desenvolvimento normal. Por exemplo, uma recente revis&atilde;o mostrou    que 78 de 1.826 cari&oacute;tipos (4,3%) em crian&ccedil;as com autismo eram    anormais. Mesmo quando aquelas com cromossomo X Fr&aacute;gil foram exclu&iacute;das,    54 (3,0%) eram anormais.<SUP>21 </SUP>Foram encontradas anormalidades em cada    um dos cromossomos e existe uma sobreposi&ccedil;&atilde;o em somente poucos    intervalos (<a href="#tab01">Tabela 1</a>). Esses achados d&atilde;o suporte    &agrave; no&ccedil;&atilde;o de que nenhuma variante gen&eacute;tica ou rearranjo    cromoss&ocirc;mico &uacute;nico tem probabilidade    de ser respons&aacute;vel por uma significativa propor&ccedil;&atilde;o de pacientes    com autismo. No entanto, o estudo sobre as anormalidades cromoss&ocirc;micas    pode ser significativo, tanto para prop&oacute;sitos cl&iacute;nicos como de    pesquisa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Do ponto de vista cl&iacute;nico, a an&aacute;lise    cromoss&ocirc;mica (e outros testes gen&eacute;ticos) em pacientes com TEA pode    apontar para uma s&iacute;ndrome conhecida, como a s&iacute;ndrome do cromossomo    X Fr&aacute;gil ou de Angelman, ou para a presen&ccedil;a de uma transposi&ccedil;&atilde;o    ou outro rearranjo cromoss&ocirc;mico que podem requerer aconselhamento gen&eacute;tico.    Certamente, o achado de caracter&iacute;sticas sindr&ocirc;micas ou de dismorfologia    n&atilde;o-espec&iacute;fica em exame sugeriria que a citogen&eacute;tica padr&atilde;o    deve ser realizada. Como discutido mais em detalhe abaixo, a alta incid&ecirc;ncia    relativa de muta&ccedil;&otilde;es do cromossomo X Fr&aacute;gil em pacientes    diagnosticados com TEA sugere que o teste da ocorr&ecirc;ncia dessa s&iacute;ndrome    deva ser a rotina. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&Agrave; medida que as tecnologias gen&ocirc;micas    avan&ccedil;am, a quest&atilde;o que surge &eacute; se ser&atilde;o necess&aacute;rios    mais estudos cromoss&ocirc;micos com maior resolu&ccedil;&atilde;o. Por exemplo,    os estudos moleculares dos rearranjos subtelom&eacute;ricos demonstram uma maior    preval&ecirc;ncia desses entre os pacientes com retardo mental, com um &iacute;ndice    m&eacute;dio de 4,6% nos v&aacute;rios estudos.<SUP>22</SUP> Os achados em pacientes    com TEA t&ecirc;m sido mais equ&iacute;vocos. Um estudo que examinou 10 crian&ccedil;as    com autismo identificou uma dele&ccedil;&atilde;o &uacute;nica em 2q37.<SUP>23</SUP>    No entanto, outra busca por anormalidades subtelomericas n&atilde;o encontrou    nenhuma entre 50 crian&ccedil;as com TEA.<SUP>24</SUP> Um terceiro estudo, o    maior at&eacute; hoje, tamb&eacute;m n&atilde;o encontrou rearranjos em 71 pacientes.<SUP>25</SUP>    Hoje em dia, os estudos s&atilde;o muito pequenos para determinar definitivamente    se os estudos citogen&eacute;ticos moleculares desse tipo devem ser uma parte    rotineira de um trabalho inicial com TEA. No entanto, tendo em vista os achados    em pacientes com retardo mental, &eacute; claro que uma crian&ccedil;a que apresenta    uma clara dismorfologia ou um retardo significativo deve ser estudada dessa    forma. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Do ponto de vista da pesquisa, as anormalidades    cromoss&ocirc;micas oferecem uma grande perspectiva para a r&aacute;pida identifica&ccedil;&atilde;o    de regi&otilde;es candidatas para a descoberta de genes. Esse &eacute; particularmente    o caso das transposi&ccedil;&otilde;es equilibradas e invers&otilde;es cromoss&ocirc;micas    em que dois "pontos de ruptura" diferentes interrompem a arquitetura    cromoss&ocirc;mica normal. Da mesma forma, pequenas dele&ccedil;&otilde;es podem    apontar para intervalos cromoss&ocirc;micos que mere&ccedil;am maior estudo.    O valor desses tipos de achados tem sido repetidamente demonstrado em rela&ccedil;&atilde;o    aos transtornos de desenvolvimento. Inicialmente, foi identificado o gene da    s&iacute;ndrome de Angelman como o resultado de uma rara transposi&ccedil;&atilde;o    que interrompe o gene <I>UBE3A</I>.<SUP>26</SUP> Obviamente, o gene do cromossomo    X Fr&aacute;gil foi inicialmente localizado como resultado de reveladores achados    citogen&eacute;ticos. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Mais recentemente, as anormalidades cromoss&ocirc;micas    t&ecirc;m levado &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia de genes    <I>NLGN</I> (neuroligina) como fortes candidatos para o envolvimento no retardo    do desenvolvimento e no autismo. Baseado na observa&ccedil;&atilde;o inicial    de que tr&ecirc;s das oito meninas com dele&ccedil;&otilde;es em Xp22.3 tinham    caracter&iacute;sticas aut&iacute;sticas,<SUP>27</SUP> um grupo de pesquisa    escolheu estudar 158 indiv&iacute;duos com TEA para rastrear muta&ccedil;&otilde;es    em genes dentro desse intervalo.<SUP>28</SUP> Uma muta&ccedil;&atilde;o <I>frameshift</I>    em <I>NLGN4</I> foi identificada em dois irm&atilde;os afetados, um com autismo    e outro com transtorno de Asperger, bem como em sua m&atilde;e, que n&atilde;o    estava afetada. Previa-se que essa substitui&ccedil;&atilde;o levaria ao significativo    truncamento da prote&iacute;na resultante, que est&aacute; envolvida na sinaptog&ecirc;nese.    O achado representou a primeira identifica&ccedil;&atilde;o de uma muta&ccedil;&atilde;o    claramente funcional que segregou em pacientes com autismo sem outros achados    f&iacute;sicos. O <I>NLGN3</I> foi tamb&eacute;m rastreado nessa amostra e foi    encontrada uma muta&ccedil;&atilde;o pontual em um amino&aacute;cido altamente    conservado em uma segunda fam&iacute;lia que incluiu dois irm&atilde;os afetados    (um com autismo e outro com transtorno de Asperger) e sua m&atilde;e n&atilde;o-afetada.<SUP>28</SUP>    Logo ap&oacute;s a publica&ccedil;&atilde;o desses achados, uma segunda muta&ccedil;&atilde;o    <I>frameshift</I> em <I>NLGN4</I> foi identificada por um grupo de pesquisadores    independente, que realizou uma an&aacute;lise de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica    em 13 membros afetados de um grande pedigree: dois com autismo, um com TID-SOE    e o resto com retardo mental.<SUP>29</SUP> Esses resultados representam uma    replica&ccedil;&atilde;o independente dos achados iniciais e sugerem que uma    muta&ccedil;&atilde;o &uacute;nica nesse gene pode levar a um retardo no desenvolvimento    somente e/ou a fen&oacute;tipos do espectro do autismo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar de que esses resultados, particularmente    em rela&ccedil;&atilde;o ao <I>NLGN4</I>, sejam bastante entusiastas e forne&ccedil;am    uma grande perspectiva para a pesquisa sobre as conseq&uuml;&ecirc;ncias moleculares    de uma muta&ccedil;&atilde;o relacionada ao autismo, a freq&uuml;&ecirc;ncia    em que os <I>NLGNs</I> podem contribuir para o autismo idiop&aacute;tico parece    ser baixa, como seria de se esperar com base nos achados iniciais. N&atilde;o    foram descobertas muta&ccedil;&otilde;es em <I>NLGN3</I> e <I>NLGN4</I> em um    total de 292 pacientes em dois estudos.<SUP>30-31</SUP> Quatro muta&ccedil;&otilde;es    "missenses" (de sentido alterado) em <I>NLGN4</I> foram encontradas    em 148 pacientes,<SUP>32</SUP> embora as muta&ccedil;&otilde;es n&atilde;o tivessem    segregado claramente em TEA quando os familiares dos quatro casos foram rastreados.    Al&eacute;m disso, a presen&ccedil;a de um hom&oacute;logo de <I>NLGN4</I> no    cromossomo Y levou a questionar se a perda de uma c&oacute;pia, observada nos    pacientes acima descritos, realmente resulta na aus&ecirc;ncia desse produto    g&ecirc;nico em homens. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O s&iacute;tio mais freq&uuml;ente de anormalidades    cromoss&ocirc;micas encontrado em pacientes aut&iacute;sticos sem caracter&iacute;sticas    sindr&ocirc;micas envolve a regi&atilde;o 15q11-13. A presen&ccedil;a de duplica&ccedil;&otilde;es    de segmentos de DNA torna essa regi&atilde;o vulner&aacute;vel a rearranjos.    A dele&ccedil;&atilde;o da c&oacute;pia herdada da m&atilde;e leva &agrave;    s&iacute;ndrome de Angelman, ao passo que a dele&ccedil;&atilde;o da c&oacute;pia    herdada do pai leva &agrave; s&iacute;ndrome de Prader-Willi, devido aos genes    impressos que se expressam a partir de somente um ou de outro cromossomo. A    duplica&ccedil;&atilde;o do cromossomo materno, mas n&atilde;o do paterno, nessa    regi&atilde;o foi relatada numerosas vezes em TEAs.<SUP>33</SUP> V&aacute;rios    genes candidatos s&atilde;o mapeados nesse intervalo, mas muta&ccedil;&otilde;es    claras ainda n&atilde;o foram identificadas e nenhuma associa&ccedil;&atilde;o    de alelos comuns foi demonstrada de forma conclusiva. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como observamos, as anormalidades no cromossomo    7q tamb&eacute;m foram encontradas em numerosos casos de TEA. A combina&ccedil;&atilde;o    de dados de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica, a presen&ccedil;a de <I>loci</I>    relacionados &agrave; linguagem e o fato de que m&uacute;ltiplos genes candidatos    intrigantes s&atilde;o mapeados nesse intervalo t&ecirc;m atra&iacute;do consider&aacute;vel    interesse de pesquisadores de autismo. Achou-se que uma transposi&ccedil;&atilde;o    de heran&ccedil;a materna entre os cromossomos 7 e 13, t(7;13)(q31.3;q21)mat    interrompeu o gene <I>RAY1,</I> um supressor da tumorigenicidade.<SUP>34</SUP>    Em um segundo caso, encontrou-se que uma transposi&ccedil;&atilde;o equilibrada    em dois g&ecirc;meos monozig&oacute;ticos concordantes para o autismo interrompeu    a nova transcri&ccedil;&atilde;o <I>AUTS2</I><SUP>35</SUP> em 7q11.2, que &eacute;    altamente expressa no c&eacute;rebro. No entanto, n&atilde;o foram encontradas    muta&ccedil;&otilde;es em quaisquer dos genes em pacientes em pacientes de TEA    citogeneticamente normais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Al&eacute;m de <I>RAY1</I> e<I> AUTS2</I>, encontrou-se    que outros rearranjos em indiv&iacute;duos com TEA interrompem os seguintes    genes: <I>PAX3</I> (gene da fam&iacute;lia    BOX emparelhado 3) em 2q36.1, <I>MMP16</I> (metaloproteinase,  neurobeaquina    16) em 8q21.3, <I>NBEA</I> (neurobeaquina) em 13q13.3, <I>GRPR</I> (receptor    de pept&iacute;deo liberador de gastrina) em Xp22.2 e <I>A2BP1</I> (prote&iacute;na    1 ligante da ataxina 2) em 16p13.2 (revisados em <SUP>21</SUP>). Al&eacute;m    disso, n&atilde;o foram ainda relatadas associa&ccedil;&otilde;es de alelos    comuns desses genes nem muta&ccedil;&otilde;es funcionais raras em uma popula&ccedil;&atilde;o    maior em indiv&iacute;duos afetados. A aten&ccedil;&atilde;o voltou-se &agrave;s    crian&ccedil;as com a s&iacute;ndrome de dele&ccedil;&atilde;o 22q11 (s&iacute;ndrome    de DiGeorge, s&iacute;ndrome Velo-cardio-facial), algumas das quais possuem    d&eacute;ficits de habilidades sociais. Um estudo relatou que um ter&ccedil;o    de 32 indiv&iacute;duos com a s&iacute;ndrome de dele&ccedil;&atilde;o 22q11    preencheu crit&eacute;rios para TEA.<SUP>36</SUP> N&atilde;o foi identificada    uma transcri&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica nesse intervalo que contribu&iacute;sse    para esses achados. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Genes candidatos</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os estudos de genes candidatos s&atilde;o divididos    <I>groso modo </I>em dois tipos, os que buscam determinar se uma variante comum    de um gene atribui um risco maior para o fen&oacute;tipo de autismo (estudos    de associa&ccedil;&atilde;o de genes candidatos) e os que buscam determinar    se muta&ccedil;&otilde;es raras, funcionais, poderiam estar presentes em um    gene de grande efeito no autismo ou nas condi&ccedil;&otilde;es relacionadas    (rastreamento de muta&ccedil;&otilde;es). Ultimamente, os pesquisadores t&ecirc;m    combinado ambas an&aacute;lises, especialmente ao estudarem os genes candidatos    implicados pela sua localiza&ccedil;&atilde;o dentro de um intervalo de liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica, uma regi&atilde;o de interrup&ccedil;&atilde;o devido a uma    ou mais anormalidades cromoss&ocirc;micas, ou implicados em uma s&iacute;ndrome    relacionada como o transtorno de Rett. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Mais de 100 genes foram avaliados quanto &agrave;    associa&ccedil;&atilde;o com TEA, com m&uacute;ltiplos resultados positivos;    no entanto, a replica&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m sido a exce&ccedil;&atilde;o    e n&atilde;o a regra. &Agrave; medida que o uso das estrat&eacute;gias de associa&ccedil;&atilde;o,    que s&atilde;o essencialmente a vers&atilde;o do geneticista de um estudo de    caso-controle, tem crescido em popularidade, a propens&atilde;o de resultados    falso-positivos, ou pelo menos de achados n&atilde;o replic&aacute;veis, tem    sido amplamente observada.<SUP>37</SUP> As raz&otilde;es para essa observa&ccedil;&atilde;o    s&atilde;o motivo de debate e est&atilde;o al&eacute;m do escopo desta discuss&atilde;o.    No entanto, &agrave; luz das dificuldades generalizadas n&atilde;o somente em    rela&ccedil;&atilde;o ao autismo, mas no caso de m&uacute;ltiplos transtornos    cl&iacute;nicos, &eacute; claro que a replica&ccedil;&atilde;o verdadeira em    uma amostra independente, implicando o mesmo alelo no mesmo <I>locus</I>, &eacute;    o padr&atilde;o segundo o qual os estudos de varia&ccedil;&otilde;es comuns    t&ecirc;m que ser realizados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com rela&ccedil;&atilde;o ao autismo, o <I>SLC6A4    </I>&eacute; um gene candidato com um hist&oacute;rico longo e vener&aacute;vel.    Como se observou, a transcri&ccedil;&atilde;o codifica o transportador de serotonina,    que medeia a recapta&ccedil;&atilde;o de serotonina da sinapse. O interesse    nesse gene e em seus produtos prot&eacute;icos deriva de um papel plaus&iacute;vel    da serotonina nos comportamentos repetitivos observados em pacientes, bem como    no achado altamente confi&aacute;vel de um maior n&iacute;vel de serotonina    plaquet&aacute;ria em um substancial subconjunto de indiv&iacute;duos autistas.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Dois polimorfismos de n&uacute;mero vari&aacute;vel    de repeti&ccedil;&otilde;es em s&eacute;rie (VNTR), um no promotor (alelos HTTLPR-s    curto e HTTLPR-l longo) e outro no segundo intron, s&atilde;o conhecidos por    alterar a express&atilde;o do transportador e presumivelmente o n&iacute;vel    de serotonina na sinapse, e t&ecirc;m sido o tema de m&uacute;ltiplos estudos.<SUP>38</SUP>    Os resultados t&ecirc;m sido contradit&oacute;rios. Alguns grupos t&ecirc;m    relatado excessiva transmiss&atilde;o do alelo curto, ao passo que outros relataram    excessiva transmiss&atilde;o do alelo longo ou uma maior associa&ccedil;&atilde;o    aos polimorfismos de um &uacute;nico par de    bases (SNPs) na regi&atilde;o. Outros, ainda, n&atilde;o encontraram nenhuma    associa&ccedil;&atilde;o significativa de <I>SLC6A4</I> com o TEA. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No entanto, &eacute; interessante que essa transcri&ccedil;&atilde;o    n&atilde;o diminuiu, parcialmente porque o gene evoluiu recentemente de um candidato    biol&oacute;gico plaus&iacute;vel a um gene implicado por m&uacute;ltiplos esfor&ccedil;os    de clonagem posicional. Como se observou, a evid&ecirc;ncia a favor de um gene    do autismo no cromossomo 17q tem sido bastante forte, especialmente com rela&ccedil;&atilde;o    a um alelo de risco espec&iacute;fico por sexo. Em uma an&aacute;lise de liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica envolvendo 341 fam&iacute;lias, um escore LOD de 5,8 foi calculado    em 17q11.2 com um modelo recessivo de transmiss&atilde;o. Esse escore aumentou    para 8,0 nas 202 fam&iacute;lias que somente tinham pacientes masculinos e diminuiu    para 0,06 nas 138 fam&iacute;lias que continham pacientes femininos.<SUP>39    </SUP>Somente evid&ecirc;ncia nominal de associa&ccedil;&atilde;o foi encontrada    quando dois SNPs foram avaliados e os pesquisadores conclu&iacute;ram que eles    n&atilde;o poderiam ser respons&aacute;veis pelo pico de liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica observado. Como resultado, escolheram rastrear a muta&ccedil;&atilde;o    no promotor e nos exons codificadores nas 120 fam&iacute;lias com os mais altos    escores LODs espec&iacute;ficos de fam&iacute;lias. Quatro varia&ccedil;&otilde;es    de seq&uuml;&ecirc;ncias que modificaram amino&aacute;cidos altamente conservados    foram identificadas. Em cada caso, os dados de segrega&ccedil;&atilde;o foram    inconclusivos, mas, em geral, deram apoio a uma rela&ccedil;&atilde;o entre    o alelo e o status afetado. Al&eacute;m disso, an&aacute;lises subseq&uuml;entes    sugeriram que as varia&ccedil;&otilde;es de c&oacute;digo foram associadas &agrave;    maior gravidade de comportamentos r&iacute;gidos e compulsivos. Esses dados    sugerem que m&uacute;ltiplas variantes raras de <I>SLC6A4</I> podem contribuir    para o TEA.<SUP>39 </SUP>No entanto, o estudo intensivo desse intervalo em busca    de uma variante comum que poderia ser respons&aacute;vel pelos sinais de liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica replicados continua. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Outros sistemas neurotransmissores t&ecirc;m    sido investigados no autismo. Estudos sobre os genes de receptores GABA-A em    15q11-13 foram brevemente descritos acima; n&atilde;o foi encontrada associa&ccedil;&atilde;o    consistente com varia&ccedil;&otilde;es seq&uuml;enciais. O mesmo &eacute; verdade    para os genes que codificam os receptores D2, D3 e D5; tirosina hidroxilase;    e dopamina beta hidroxilase (revisados em <SUP>40</SUP>). Os genes do receptor    de glutamato, <I>GRIK2</I> em 6q21<SUP>41</SUP> e <I>GRM8</I> em 7q31-33,<SUP>42</SUP>    t&ecirc;m sido associados ao autismo em estudos &uacute;nicos e necessitam de    mais pesquisas. O <I>SLC25A12</I>, que codifica o transportador de aspartato/glutamato    mitocondrial, recebeu aten&ccedil;&atilde;o pois est&aacute; localizado em 2q31.1,    um <I>locus</I> para o qual foram calculados altos escores LOD por dois estudos    de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica gen&ocirc;mica (<I>genome-wide</I>).    A associa&ccedil;&atilde;o entre dois SNPs no gene e TEA foi relatada em dois    estudos independentes.<SUP>43-44</SUP> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">H&aacute; uma longa lista de genes, muitos no    cromossomo 7, que eram considerados como candidatos posicionais e/ou funcionais    promissores, mas n&atilde;o foram associados de forma conclusiva ao TEA at&eacute;    agora. Alguns que merecem men&ccedil;&atilde;o incluem: <I>HOXA1</I> em 7p15.2    e <I>HOXB1 </I>em 17q21.32 (<I>homeobox</I>), que regulam o desenvolvimento    do metenc&eacute;falo; <I>DLX6</I> (<I>distal-less homeobox</I>) em 7q21.3,    que regula o desenvolvimento do c&eacute;rebro anterior; <I>RELN</I> (<I>reelin</I>)    em 7q22.1, que est&aacute; envolvido na migra&ccedil;&atilde;o neuronal; o <I>FOXP2</I>    (<I>forkhead box P2</I>) em 7q31.1, que est&aacute; envolvido no transtorno    de fala e linguagem; o <I>NRCAM</I> em 7q31.1, uma mol&eacute;cula de ades&atilde;o    celular neuronal; o <I>WNT2</I> (s&iacute;tio de integra&ccedil;&atilde;o 2    do MMTV <I>wingless-type</I>) em 7q31.2 est&aacute; envolvido no desenvolvimento    do SNC e interage com o DVL1, de que os ratos<I> knockout</I> possuem menor    intera&ccedil;&atilde;o social; o <I>AVPR1A</I> (receptor 1A de arginina vasopressina)    em 12q14.2, que influencia o comportamento de afilia&ccedil;&atilde;o em ratos    transg&ecirc;nicos; e a ADA (adenosina    deaminase) em 20q13.12, que est&aacute; envolvida na edi&ccedil;&atilde;o do    mRNA. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Finalmente, e mais recentemente, os resultados    mais animadores foram relatados em rela&ccedil;&atilde;o ao <I>EN2 engrailed</I>    em 7q36.3.<SUP>45-46 </SUP>O <I>EN2</I> &eacute; um gene <I>homeobox</I> que    regula o desenvolvimento do cerebelo. Ele atraiu a aten&ccedil;&atilde;o pelo    fato de que as anormalidades do cerebelo encontram-se entre os achados mais    consistentes dos estudos patol&oacute;gicos e de neuroimagem em TEA. Os ratos    que expressam o <I>EN2</I> mutante ou falta de prote&iacute;nas exibem uma patologia    cerebelar similar aos achados p&oacute;s-mortem em algumas amostras de TEA.    Seu <I>locus</I> cromoss&ocirc;mico tamb&eacute;m tem sido um foco de aten&ccedil;&atilde;o    com base nos estudos de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica (revisados    em <SUP>47</SUP>). Portanto, o <I>EN2</I> &eacute; tanto um gene candidato funcional    quanto posicional. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Inicialmente, quatro SNPs foram analisados, dois    no intron &uacute;nico do <I>EN2</I> e um em cada um dos exons dos flancos.    Foi encontrada uma significativa associa&ccedil;&atilde;o entre dois SNPs intr&ocirc;nicos    e TEA em 167 fam&iacute;lias AGRE.<SUP>45</SUP> Um estudo subseq&uuml;ente analisou    os quatro SNPs e um adicional, 14, abarcando o gene por inteiro. Foi tamb&eacute;m    detectada uma significativa associa&ccedil;&atilde;o com dois SNPs intr&ocirc;nicos    em 222 fam&iacute;lias diferentes AGRE e em 129 fam&iacute;lias NIMH.<SUP>46    </SUP>Portanto, a associa&ccedil;&atilde;o foi replicada em estudos populacionais    m&uacute;ltiplos independentes. O conjunto total de 518 fam&iacute;lias (2,336    indiv&iacute;duos) &eacute; um dos maiores estudos de associa&ccedil;&atilde;o    realizados em TEA. O valor p do hapl&oacute;tipo (alelo) que cont&eacute;m os    dois SNPs do conjunto total foi de 0,00000035, fornecendo forte evid&ecirc;ncia    de que o <I>EN2</I> &eacute; um gene da suscetibilidade para o TEA. Al&eacute;m    disso, dada a alta freq&uuml;&ecirc;ncia do hapl&oacute;tipo na amostra (aproximadamente    67%), o risco atribu&iacute;vel da popula&ccedil;&atilde;o foi calculado em    40%, i.e. as varia&ccedil;&otilde;es de seq&uuml;&ecirc;ncias em <I>EN2</I>    podem influenciar at&eacute; 40% dos casos de TEA. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Previu-se que os dois SNPs intr&ocirc;nicos recaiam    nos sites de vincula&ccedil;&atilde;o consensuais dos fatores de transcri&ccedil;&atilde;o.    No entanto, s&atilde;o os alelos n&atilde;o-associados que abolem a liga&ccedil;&atilde;o    aos fatores.<SUP>46</SUP> Portanto, o alelo de risco preciso ainda deve ser    determinado, mas esse importante estudo deve atrair mais interesse e energia    na investiga&ccedil;&atilde;o do <I>EN2.</I> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Dire&ccedil;&otilde;es futuras</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Seja ao descrever as an&aacute;lises de liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica, os estudos citogen&eacute;ticos ou as estrat&eacute;gias de    associa&ccedil;&atilde;o, a discuss&atilde;o precedente destaca tanto os obst&aacute;culos    com que se deparam os pesquisadores da gen&eacute;tica do autismo quanto o tremendo    avan&ccedil;o do &uacute;ltimo per&iacute;odo. Levou um certo tempo, mas a &aacute;rea    est&aacute; para cumprir com a promessa de identificar os m&uacute;ltiplos genes    do autismo. Al&eacute;m dos tipos de abordagens metodol&oacute;gicas j&aacute;    observados acima, tais como a tentativa amplamente disseminada de identificar    endofen&oacute;tipos &uacute;teis, v&aacute;rios outros desenvolvimentos recentes    t&ecirc;m dado uma not&aacute;vel contribui&ccedil;&atilde;o aos avan&ccedil;os    recentes e continuar&atilde;o a estimular o progresso nessa &aacute;rea. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A <I>disponibilidade de biomateriais</I>: talvez    o avan&ccedil;o isolado mais importante na &uacute;ltima d&eacute;cada foi o    que teve o menor impulso tecnol&oacute;gico; &eacute; a disponibilidade do DNA    e de linhas celulares de pacientes bem caracterizados. Basta olhar para o n&uacute;mero    de artigos que agradecem ao <I>Autism Genetic Resource Exchange</I> para ter    uma id&eacute;ia do impacto que t&ecirc;m na &aacute;rea a ampla dissemina&ccedil;&atilde;o    de dados fenot&iacute;picos e amostras biol&oacute;gicas de alta qualidade.    Esse esfor&ccedil;o por parte da funda&ccedil;&atilde;o privada <I>Cure Autism    Now </I>para criar um banco de DNA e de fen&oacute;tipos livremente dispon&iacute;vel,    inclusive por Internet, uniu-se ao<I> National Institute of Mental Health,</I>    nos EUA, com o resultado de que talentosos    pesquisadores de fora da &aacute;rea s&atilde;o capazes agora de testar facilmente    novas hip&oacute;teses em conjuntos amostrais aos quais n&atilde;o teriam possibilidade    de acessar no passado. Por outro lado, grupos com longa dedica&ccedil;&atilde;o    &agrave; gen&eacute;tica do autismo t&ecirc;m podido aumentar os n&uacute;meros    de indiv&iacute;duos inclu&iacute;dos em seus estudos ou utilizar essas amostras    p&uacute;blicas para conjuntos de replica&ccedil;&otilde;es antes, ambos os    problemas cr&iacute;ticos no esfor&ccedil;o de encontrar os genes que contribuem    para aumentos relativamente pequenos de risco. Similarmente, os pesquisadores    foram agrupados para formar cons&oacute;rcios nacionais e internacionais que    est&atilde;o aumentando a ordem de magnitude do tamanho das amostras. Aliado    ao forte comprometimento com o financiamento da pesquisa nos EUA por parte de    organiza&ccedil;&otilde;es como a <I>National Association for Autism Research</I>    (NAAR) e a <I>Autism Speaks,</I> que se soma ao do governo federal, o atual    otimismo &eacute; bem justificado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O <I>avan&ccedil;o das tecnologias gen&ocirc;mica</I>:    um segundo contribuinte para a acelera&ccedil;&atilde;o na pesquisa gen&eacute;tica    de alta qualidade foi o desenvolvimento de tecnologias de alto rendimento e    baixo custo, especialmente na &aacute;rea de genotipagem. O esteio, tanto dos    estudos de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica como dos de associa&ccedil;&atilde;o,    &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o de marcadores polim&oacute;rficos de DNA,    conhecida como genotipagem. Progressos recentes em tecnologias de micro-arranjo    (em que muitos milhares de pontos de DNA podem ser dispostos em um &uacute;nico    slide microsc&oacute;pico) permitem, atualmente, que os pesquisadores investiguem    centenas de milhares de SNPs em uma simples rea&ccedil;&atilde;o de hibridiza&ccedil;&atilde;o    e com custo comparativamente baixo. Essa capacidade permite que pequenos laborat&oacute;rios    realizem an&aacute;lises de liga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica gen&ocirc;micas    de forma r&aacute;pida e abriu as portas para um novo tipo de an&aacute;lise,    conhecida como associa&ccedil;&atilde;o gen&ocirc;mica global. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como observado acima, o estudo de associa&ccedil;&atilde;o    caso-controle comum envolveu a especifica&ccedil;&atilde;o de uma hip&oacute;tese    sobre um gene ou um conjunto de genes que se acredita exercerem um papel no    autismo, que s&atilde;o ent&atilde;o testados para determinar se um polimorfismo    do DNA no ou pr&oacute;ximo do(s) gene(s), &eacute; mais comum em indiv&iacute;duos    afetados em compara&ccedil;&atilde;o aos n&atilde;o-afetados. Por raz&otilde;es    que est&atilde;o al&eacute;m do escopo desta revis&atilde;o, para obterem &ecirc;xito,    tais estudos precisam escolher um marcador, que &eacute; bem pr&oacute;ximo    a qualquer altera&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica que esteja levando &agrave;    doen&ccedil;a ou a um aumento do risco. Com o recente desenvolvimento de plataformas    de genotipagem com base em micro-arranjos que cont&ecirc;m 300-500.000 marcadores,    h&aacute; cobertura mais do que suficiente do genoma para buscar uma associa&ccedil;&atilde;o    sem ter que escolher <I>a priori</I> um &uacute;nico gene ou conjunto de genes.    A pot&ecirc;ncia desse tipo de abordagem foi recentemente demonstrada em v&aacute;rios    estudos que relataram a identifica&ccedil;&atilde;o de um gene da degenera&ccedil;&atilde;o    macular relacionado &agrave; idade.<SUP>48 </SUP>H&aacute; uma grande anima&ccedil;&atilde;o    na &aacute;rea sobre alavancar esses m&eacute;todos para realizar clonagem posicional    no autismo e em transtornos relacionados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><I>Avan&ccedil;os em tecnologias citogen&eacute;ticas:    </I>de forma similar, a tecnologia de micro-arranjo est&aacute; transformando    a identifica&ccedil;&atilde;o de dele&ccedil;&otilde;es ou duplica&ccedil;&otilde;es    cromoss&ocirc;micas, um m&eacute;todo hoje conhecido como an&aacute;lise do    n&uacute;mero de c&oacute;pias. H&aacute; v&aacute;rias novas t&eacute;cnicas    dispon&iacute;veis para realizar isso; uma que &eacute; amplamente utilizada    &eacute; conhecida como hibridiza&ccedil;&atilde;o gen&ocirc;mica comparativa,    baseada em matrizes ou aCGH. Esse m&eacute;todo utiliza o DNA de pacientes e    o DNA de controles rotulados com diferentes cores, por meio de uma etiqueta    fluorescente. Quantidades iguais de materiais de pacientes e de controles s&atilde;o    hibridizados nas regi&otilde;es conhecidas do genoma humano   que est&atilde;o pr&eacute;-arranjadas em um slide. Se o paciente e o controle    tiverem n&uacute;meros de c&oacute;pias iguais em um <I>locus</I> dado, as cores    se misturam de forma homog&ecirc;nea. Se o paciente perdeu (deletou) um <I>locus</I>,    somente a cor do controle &eacute; visualizada. Ao contr&aacute;rio, se o paciente    possui c&oacute;pias extras em um <I>locus</I> (duplica&ccedil;&atilde;o), a    cor do paciente predomina. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com os micro-arranjos hoje dispon&iacute;veis,    esse tipo de an&aacute;lise pode identificar altera&ccedil;&otilde;es no n&uacute;mero    de c&oacute;pias menores do que 50.000 pares de bases, o que &eacute; aproximadamente    100 vezes mais sens&iacute;vel do que a citogen&eacute;tica de alta resolu&ccedil;&atilde;o    padr&atilde;o - e a resolu&ccedil;&atilde;o ainda est&aacute; aumentando a um    ritmo r&aacute;pido. A t&eacute;cnica j&aacute; foi utilizada para identificar    muito mais dele&ccedil;&otilde;es e duplica&ccedil;&otilde;es no genoma humano    do que se imaginava anteriormente.<SUP>49</SUP> No entanto, &agrave; medida    que essas tecnologias foram desenvolvidas, tornou-se mais claro que h&aacute;    uma varia&ccedil;&atilde;o estrutural muito maior no genoma humano normal do    que se suspeitava. Conseq&uuml;entemente, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel    extrair uma conclus&atilde;o simples de que, por exemplo, uma pequena regi&atilde;o    perdida de um cromossomo em um paciente com autismo est&aacute; relacionada    ao aparecimento de sintomas, mesmo que o intervalo contenha um gene candidato    interessante. De fato, houve muitas inst&acirc;ncias de perdas de n&uacute;mero    de c&oacute;pias em importantes genes com express&atilde;o cerebral que foram    encontradas em indiv&iacute;duos aparentemente normais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar de se ter que enfrentar essas complexidades    inesperadas, a capacidade de identificar altera&ccedil;&otilde;es cromoss&ocirc;micas    microsc&oacute;picas cont&eacute;m um elemento tremendamente promissor. &Eacute;    prov&aacute;vel que em certas inst&acirc;ncias, dele&ccedil;&otilde;es ou duplica&ccedil;&otilde;es    anteriormente ocultas apontem para um gene com grande efeito no autismo que    seja relevante somente para um pequeno n&uacute;mero de pacientes, como foi    o caso do <I>NLGN</I>. Parece tamb&eacute;m crescentemente prov&aacute;vel que    as varia&ccedil;&otilde;es no n&uacute;mero de c&oacute;pias podem contribuir    para o risco da doen&ccedil;a de uma forma mais complexa, analogamente aos outros    tipos de varia&ccedil;&atilde;o gen&ocirc;mica, tais como os SNPs, que &agrave;s    vezes alteram sutilmente a fun&ccedil;&atilde;o prot&eacute;ica. Ser&aacute;    desafiador e animador explorar essas possibilidades. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Conclus&otilde;es</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ap&oacute;s v&aacute;rias d&eacute;cadas de progressos    hesitantes, toda a &aacute;rea da gen&eacute;tica do autismo est&aacute; se    movimentando em um ritmo not&aacute;vel. Nos &uacute;ltimos anos, foi identificada    uma muta&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica especifica no <I>NLGN4</I> como sendo    respons&aacute;vel por casos de retardo mental e/ou comprometimentos gerais    de desenvolvimento; o <I>EN2</I> surgiu como um forte candidato para a associa&ccedil;&atilde;o    com o fen&oacute;tipo do autismo e uma regi&atilde;o de liga&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica no cromossomo 17q foi confirmada em amostras independentes utilizando    crit&eacute;rios estat&iacute;sticos rigorosos. Esse &eacute; somente um punhado    de recentes e animadoras descobertas na &aacute;rea, que oferecem a perspectiva    de amplos caminhos para um avan&ccedil;o real. Obviamente, a identifica&ccedil;&atilde;o    de alelos de risco ou muta&ccedil;&otilde;es de causas raras &eacute; somente    um importante passo para desvendar a biologia dos TEAs e &eacute; um esfor&ccedil;o    que ir&aacute; requerer as contribui&ccedil;&otilde;es combinadas de uma variedade    de &aacute;reas, incluindo geneticistas, pesquisadores cl&iacute;nicos, neurobi&oacute;logos    do desenvolvimento e profissionais de neuroimagem. Ainda que o objetivo final    de alavancar uma compreens&atilde;o da fisiopatologia para desenvolver novos    tratamentos e para revelar estrat&eacute;gias de preven&ccedil;&atilde;o ainda    esteja no horizonte, sabemos claramente hoje que come&ccedil;amos a dar os primeiros    passos nessa dire&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><B>Refer&ecirc;ncias </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>1</b>. Bailey A, Le Couteur A, Gottesman I,    Bolton P, Simonoff E, Yuzda E, Rutter M. Autism as a strongly genetic disorder:    evidence from a British twin study. <I>Psychol Med</I>. 1995;25(1):63-78. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1516-4446200600050000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>2</B>. Fombonne E. Epidemiological studies    of pervasive developmental disorders. In: Volkmar FR, Paul R, Klin A, Cohen    D, editors. Handbook of Autism and Pervasive Developmental Disorders.    3rd ed. New Jersey: John Wiley and Sons, Inc; 2005. Volume 1, Section 1, Chapter    2, p. 42-69. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1516-4446200600050000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>3</B>. Szatmari P, Jones MB, Zwaigenbaum L,    MacLean JE. Genetics of autism: overview and new directions. <I>J Autism Dev    Disord</I>. 1998;28(5):351-68. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1516-4446200600050000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>4</B>. Risch N, Spiker D, Lotspeich L, Nouri    N, Hinds D, Hallmayer J, Kalaydjieva L, McCague P, Dimiceli S, Pitts T, Nguyen    L, Yang J, Harper C, Thorpe D, Vermeer S, Young H, Hebert J, Lin A, Ferguson    J, Chiotti C, Wiese-Slater S, Rogers T, Salmon B, Nicholas P, Petersen PB, Pingree    C, McMahon W, Wong DL, Cavalli-Sforza LL, Kraemer HC, Myers RM. A genomic screen    of autism: evidence for a multilocus etiology. <I>Am J Hum Genet</I>. 1999;65(2):493-507.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1516-4446200600050000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>5</B>. Lander E, Kruglyak L. Genetic dissection    of complex traits: guidelines for interpreting and reporting linkage results.    <I>Nat Genet</I>. 1995;11(3):241-7. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1516-4446200600050000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>6</B>. International Molecular Genetic Study    of Autism Consortium (IMGSAC). A genomewide screen for autism: strong evidence    for linkage to chromosomes 2q, 7q, and 16p. <I>Am J Hum Genet</I>. 2001;69(3):570-81.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1516-4446200600050000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>7</B>. Buxbaum JD, Silverman JM, Smith CJ,    Kilifarski M, Reichert J, Hollander E, Lawlor BA, Fitzgerald M, Greenberg DA,    Davis KL. Evidence for a susceptibility gene for autism on chromosome 2 and    for genetic heterogeneity. <I>Am J Hum Genet</I>. 2001;68(6):1514-20. Erratum    in: <I>Am Hum Genet.</I> 2001;69(2):470. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1516-4446200600050000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>8</B>. Shao Y, Raiford KL, Wolpert CM, Cope    HA, Ravan SA, Ashley-Koch AA, Abramson RK, Wright HH, DeLong RG, Gilbert JR,    Cuccaro ML, Pericak-Vance MA. Phenotypic homogeneity provides increased support    for linkage on chromosome 2 in autistic disorder. <I>Am J Hum Genet</I>. 2002;70(4):1058-61.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1516-4446200600050000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>9</B>. International Molecular Genetic Study    of Autism Consortium (IMGSAC). A full genome screen for autism with evidence    for linkage to a region on chromosome 7q. <I>Hum Mol Genet</I>. 1998;7(3):571-8.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1516-4446200600050000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>10</B>. Wassink TH, Brzutowicz LM, Bartlett    CW, Szatmari P. The search for autism disease genes. <I>Ment Retard Dev Disabil    Res Rev</I>. 2004;10(4):272-83. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1516-4446200600050000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>11</B>. Yonan AL, Alarcon M, Cheng R, Magnusson    PKE, Spence SJ, Palmer AA, Grunn A, Juo SH, Terwilliger JD, Liu J, Cantor RM,    Geschwind DH, Gilliam TC. A genomewide screen of 345 families for autism-susceptibility    loci. <I>Am J Hum Genet</I>. 2003;73(4):886-97. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1516-4446200600050000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>12</B>. Rutter M. Genetic influences and autism.    In: Volkmar FR, Paul R, Klin A, Cohen D, editors. Handbook of Autism and Pervasive    Developmental Disorders. 3rd ed. New Jersey: John Wiley and Sons, Inc; 2005.    Volume 1, Section 3, Chapter 16, p. 425-52. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1516-4446200600050000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>13</B>. Lai CS, Fisher SE, Hurst JA, Vargha-Kadem    F, Monaco AP. A forkhead-domain gene is mutated in a severe speech and language    disorder. <I>Nature</I>. 2001;413(6855):519-23. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1516-4446200600050000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>14</B>. Shao Y, Cuccaro ML, Hauser ER, Raiford    KL, Menold MM, Wolpert CM, Ravan SA, Elston L, Decena K, Donnelly SL, Abramson    RK, Wright HH, DeLong GR, Gilbert JR, Pericak-Vance MA. Fine mapping of autistic    disorder to chromosome 15q11-q13 by use of phenotypic subtypes. <I>Am J Hum    Genet</I>. 2003;72(3):539-48. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1516-4446200600050000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>15</B>. McCauley JL, Li C, Jiang L, Olson    LM, Crockett G, Gainer K, Folstein SE, Haines JL, Sutcliffe JS. Genome-wide    and ordered-subset linkage analyses provide support for autism loci on 17q and    19p with evidence of phenotypic and interlocus genetic correlates. <I>BMC Med    Genet</I>. 2005;6:1. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1516-4446200600050000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>16</B>. Stone JL, Merriman B, Cantor RM, Yonan    AL, Gilliam TC, Geschwind DH, Nelson SF. Evidence for sex-specific risk alleles    in autism spectrum disorder. <I>Am J Hum Genet</I>. 2004;75(6):1117-23. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1516-4446200600050000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>17</B>. Cantor RM, Kono N, Duvall JA, Alvarez-Retuerto    A, Stone JL, Alarcon M, Nelson SF, Geschwind DH . Replication of autism linkage:    fine-mapping peak at 17q21. <I>Am J Hum Genet</I>. 2005;76(6):1050-6. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1516-4446200600050000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>18</B>. Leventhal BL, Cook EH Jr, Morford    M, Ravitz A, Freedman DX. Relationships of whole blood serotonin and plasma    norepinephrine within families. <I>J Autism Dev Disord</I>. 1990;20(4):499-511.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1516-4446200600050000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>19</B>. Weiss LA, Veenstra-VanderWeele J,    Newman DL, Kim SJ, Dytch H, McPeek MS, Cheng S, Ober C, Cook EH Jr, Abney M.    Genome-wide association study identifies ITGB3 as a QTL for whole blood serotonin.    <I>Eur J Hum Genet</I>. 2004;12(11):949-54. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1516-4446200600050000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>20</B>. Bartlett CW, Goedken R, Vieland VJ.    Effects of updating linkage evidence across subsets of data: reanalysis of the    autism genetic resource exchange data set. <I>Am J Hum Genet</I>. 2005;76(4):688-95.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1516-4446200600050000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>21</B>. Veenstra-VanderWeele J, Christian    Sl, Cook EH Jr. Autism as a paradigmatic complex genetic disorder. <I>Annu Rev    Genomics Hum Genet</I>. 2004;5:379-405. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1516-4446200600050000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>22</B>. Xu J, Chen Z. Advances in molecular    cytogenetics for the evaluation of mental retardation. <I>Am J Med Genet Part    C Semin Med Genet.</I> 2003;117(1):15-24. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1516-4446200600050000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>23</B>. Wolff DJ, Clifton K, Karr C, Charles    J. Pilot assessment of the subtelomeric regions of children with autism: detection    of a 2q deletion. <I>Genet Med</I>. 2002;4(1):10-4. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1516-4446200600050000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>24</B>. Keller K, Williams C, Wharton P, Paulk    M, Bent-Williams A, Gray B, Ward A, Stalker H, Wallace M, Carter R, Zori R.    Routine cytogenetic and FISH studies for 17p11/15q11 duplications and subtelomeric    rearrangement studies in children with autism spectrum disorders. <I>Am J Med    Genet Part A</I>. 2003;117(2):105-11. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1516-4446200600050000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>25</B>. Battaglia A, Bonaglia MC. The yield    of subtelomeric FISH analysis in the evaluation of autistic spectrum disorders.    <I>Am J Med Genet Part C Semin Med Genet</I>. 2006;142(1):8-12. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1516-4446200600050000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>26</B>. Kishino T, Lalande M, Wagstaff J.    UBE3A/E6-AP mutations cause Angelman Syndrome. <I>Nat Genet</I>. 1997;15(1):70-3.    Erratum in: <I>Nat Genet.</I> 1997;15(4):411. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1516-4446200600050000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>27</B>. Thomas NS, Sharp AJ, Browne CE, Skuse    D, Hardie C, Dennis NR. Xp deletions associated with autism in three females.    <I>Hum Genet</I>. 1999;104(1):43-8. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1516-4446200600050000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>28</B>. Jamain S, Quach H, Betancur C, Rastam    M, Colineaux C, Gillberg IC, Soderstrom H, Giros B, Leboyer M, Gillberg C, Bourgeron    T. Mutations of the X-linked genes encoding neuroligins NLGN3 and NLGN4 are    associated with autism. <I>Nat Genet</I>. 2003;34(1):27-9. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1516-4446200600050000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>29</B>. Laumonnier F, Bonnet-Brilhault F,    Gomot M, Blanc R, David A, Moizard MP, Raynaud M, Ronce N, Lemonnier E, Calvas    P, Laudier B, Chelly J, Fryns JP, Ropers HH, Hamel BC, Andres C, Barthelemy    C, Moraine C, Briault S. X-linked mental retardation and autism are associated    with a mutation in the NLGN4 gene, a member of the neuroligin family. <I>Am    J Hum Genet</I>. 2004;74(3):552-7. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1516-4446200600050000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>30</B>. Gauthier J, Bonnel A, St-Onge J, Karemera    L, Laurent S, Mottron L, Frombonne E, Joober R, Rouleau GA. NLGN3/NLGN4 gene    mutations are not responsible for autism in the Quebec population. <I>Am J Med    Genet Part B Neuropsychiatric Genet</I>. 2005;132(1):74-5. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1516-4446200600050000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>31</B>. Vincent JB, Kolozsvari D, Roberts    WS, Bolton PE, Gurling HM, Scherer SW. Mutation screening of X-chromosomal neuroligin    genes: no mutations in 196 autism probands. <I>Am J Med Genet part B Neuropsychiatric    Genet</I>. 2004;129(1):82-4. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1516-4446200600050000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>32</B>. Yan J, Oliveira G, Coutinho A, Yang    C, Feng J, Katz C, Sram J, Bockholt A, Jones IR, Craddock N, Cook EH Jr, Vicente    A, Sommer SS. Analysis of the neuroligin 3 and 4 genes in autism and other neuropsychiatric    patients. <I>Mol Psychiatry</I>. 2005;10(4):329-32. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1516-4446200600050000500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>33</B>. Cook EH Jr, Lindgren V, Leventhal    BL, Courchesne R, Lincoln A, Shulman C, Lord C, Courchesne E. Autism or atypical    autism in maternally but not paternally derived proximal 15q duplication. <I>Am    J Hum Genet</I>. 1997;60(4):928-34. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1516-4446200600050000500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>34</B>. Vincent JB, Herbrick JA, Gurling HM,    Bolton PF, Roberts W, Scherer SW. Identification of a novel gene on chromosome    7q31 that is interrupted by a translocation breakpoint in an autistic individual.    <I>Am J Hum Genet</I>. 2000;67(2):510-4. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1516-4446200600050000500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>35</B>. Sultana R, Yu CE, Yu J, Munson J,    Chen D, Hua W, Estes A, Cortes F, de la Barra F, Yu D, Haider ST, Trask BJ,    Green ED, Raskind WH, Disteche CM, Wijsman E, Dawson G, Storm DR, Schellenberg    GD, Villacres EC. Identification of a novel gene on chromosome 7q11.2 interrupted    by a translocation breakpoint in a pair of autistic twins. <I>Genomics</I>.    2002;80(2):129-34. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1516-4446200600050000500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>36</B>. Niklasson L, Rasmussen P, Oskarsdottir    S, Gillberg C. 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The genetics of autism. <I>Pediatrics</I>. 2004;113(5):e472-86. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1516-4446200600050000500040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>41</B>. Jamain S, Betancur C, Quach H, Philippe    A, Fellous M,Giros B, Gillberg C, Leboyer M, Bourgeron T. Linkage and association    of the glutamate receptor 6 gene with autism. <I>Mol Psychiatry</I>. 2002;7(3):302-10.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1516-4446200600050000500041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>42</B>. Serajee FJ, Zhong H, Nabi R, Huq AH.    The metabotropic glutamate receptor 8 gene at 7q31: partial duplication and    possible association with autism. <I>J Med Genet</I>. 2003:40(4):e42. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1516-4446200600050000500042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>43</B>. Ramoz N, Reichert JG, Smith CJ, Silverman    JM, Bespalova IN, Davis KL, Buxbaum JD. Linkage and association of the mitochondrial    aspartate/glutamate carrier SLC25A12 gene with autism. <I>Am J Psychiatry</I>.    2004;161(4):662-9. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1516-4446200600050000500043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>44</B>. Segurado R, Conroy J, Meally E, Fitzgerald    M, Gill M, Gallagher L. Confirmation of association between autism and the mitochondrial    aspartate/glutamate carrier SLC25A12 gene on chromosome 2q31. <I>Am J Psychiatry</I>.    2005;162(11):2182-4. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1516-4446200600050000500044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>45</B>. Gharani N, Benayed R, Mancuso V, Brzustowicz    LM, Millonig JH. Association of the homeobox transcription factor, engrailed    2, 3, with autism spectrum disorder. <I>Mol Psychiatry</I>. 2004;9(5):474-84.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1516-4446200600050000500045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>46</B>. Benayed R, Gharani N, Rossman I, Mancuso    V, Lazar G, Kamdar S, Bruse SE, Tischfield S, Smith BJ, Zimmerman RA, Dicicco-Bloom    E, Brzustowicz LM, Millonig JH. 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Three autism candidate genes: a synthesis of human genetic analysis    with other disciplines. <I>Int J Devl Neuroscience</I>. 2005;23(2-3):221-34.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1516-4446200600050000500047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>48</B>. Klein RJ, Zeiss C, Chew EY, Tsai JY,    Sackler RS, Haynes C, Henning AK, SanGiovanni JP, Mane SM, Mayne ST, Bracken    MB, Ferris FL, Ott J, Barnstable C, Hoh J. 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Auranen M, Vanhala R, Varilo T, Ayers    K, Kempas E, Ylisaukko-Oja T, Sinsheimer JS, Peltonen L, Jarvela I. A genomewide    screen for autism-spectrum disorders; evidence for a major susceptibility locus    on chromosome 3q25-27. <I>Am J Hum Genet</I>. 2002;71(4):777-90. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1516-4446200600050000500050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>51</B>. Ylisaukko-oja T, Nieminen-von Wendt    T, Kempas E, Sarenius S, Varilo T, von Wendt L, Peltonen L, Jarvela I. Genome-wide    scan for loci of Asperger syndrome. <I>Mol Psychiatry.</I> 2004;9(2):161-8.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1516-4446200600050000500051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>52</B>. Buxbaum JD, Silverman J, Keddache    M, Smith CJ, Hollander E, Ramoz N, Reichert JG. Linkage analysis for autism    in a subset families with obsessive-compulsive behaviors: evidence for an autism    susceptibility gene on chromosome 1 and further support for susceptibility genes    on chromosome 6 and 19. <I>Mol Psychiatry</I> 2004;9(2):144-50. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1516-4446200600050000500052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>53</B>. Alarcon M, Yonan AL, Gilliam TC, Cantor    RM, Geschwind DH. Quantitative genome scan and Ordered-Subsets Analysis of autism    endophenotypes support language QTLs. <I>Mol Psychiatry. </I>2005;10(8):747-57.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1516-4446200600050000500053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>54</B>. Liu J, Nyholt DR, Magnussen P, Parano    E, Pavone P, Geschwind D, Lord C, Iversen P, Hoh J, the Autism Genetic Resource    Exchange Consortium, Ott J, Gilliam TC. 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Corrected and republished in: <I>Am J Med Genet</I>. 2001;105(8):609-15.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1516-4446200600050000500056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>57</B>. Bradford Y, Haines J, Hutcheson H,    Gardiner M, Braun T, Sheffield V, Cassavant T, Huang W, Wang K, Vieland V, Folstein    S, Santangelo S, Piven J. Incorporating language phenotypes strengthens evidence    of linkage to autism. <I>Am J Med Genet</I>. 2001;105:539-47. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1516-4446200600050000500057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>58</B>. Ashley-Koch A, Wolpert CM, Menold    MM, Zaeem L, Basu S, Donnelly SL, Ravan SA, Powell CM, Qumsiyeh MB, Aylsworth    AS, Vance JM, Gilbert JR, Wright HH, Abramson RK, DeLong GR, Cuccaro ML, Pericak-Vance    MA. Genetic studies of autistic disorder and chromosome 7. <I>Genomics.</I>    1999;61:227-36. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1516-4446200600050000500058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>59</B>. Alarcon M, Cantor RM, Liu J, Gilliam    TC, Geschwind DH. Evidence for a language quantitative trait locus on chromosome    7q in multiplex autism families. <I>Am J Hum Genet.</I> 2002;70(1):60-71. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1516-4446200600050000500059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>60</B>. Molloy CA, Keddache M, Martin LJ.    Evidence for linkage on 21q and 7q in a subset of autism characterized by developmental    regression. <I>Mol Psychiatry.</I> 2005;10(8):741-6. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1516-4446200600050000500060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>61</B>. Shao Y, Wolpert CM, Raiford KL, Menold    MM, Donnelly SL, Ravan SA. Genomic screen and follow-up analysis for autistic    disorder. <I>Am J Med Genet.</I> 2002;114(1):99-105. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S1516-4446200600050000500061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><B>62</B>. Vincent JB, Melmer G, Bolton PF, Hodgkinson    S, Holmes D, Curtis D, Gurling HMD. Genetic linkage analysis of the X chromosome    in autism, with emphasis on the fragile X region. <I>Psychiatr Genet</I>. 2005;15:83-90.    </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1516-4446200600050000500062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"> <a name="end"></a><a href="#tx"><img src="/img/revistas/rbp/v28s1/seta.gif" border="0"></a>    <B>Correspond&ecirc;ncia</B>    <br>   Matthew W. State    <br>   Child Study Center    <br>   230 South Frontage Road, Yale University    <br>   CT 06520 New Haven    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   E-mail: <a href="mailto:matthew.state@yale.edu">matthew.state@yale.edu</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Financiamento: Bolsas T32 MH18268 (Programa    de Treinamento em Transtornos Neuropsicol&oacute;gicos Infantis) para ARG e    NIH K23 RR16118 para MWS    <br>   Conflito de interesses: Inexistente</font></p>      ]]></body><back>
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