<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1517-7599</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Per Musi]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Per musi]]></abbrev-journal-title>
<issn>1517-7599</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Escola de Música da UFMG]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1517-75992012000100007</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.1590/S1517-75992012000100007</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Abordagem ecológica para avaliação dos determinantes de comportamentos preventivos: proposta de inventário aplicado aos músicos]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Ecological approach to evaluate of preventive behavior: proposal of an inventory applied to musicians]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fragelli]]></surname>
<given-names><![CDATA[Thaís Branquinho Oliveira]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Günther]]></surname>
<given-names><![CDATA[Isolda de Araújo]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,UnB  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Brasília DF]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,UnB  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Brasília DF]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<numero>25</numero>
<fpage>73</fpage>
<lpage>84</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1517-75992012000100007&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1517-75992012000100007&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1517-75992012000100007&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O presente trabalho teve por objetivo construir um inventário para avaliar os determinantes do comportamento saudável presente nos ambientes social e físico, relacionado à prevenção de lesões ocupacionais em músicos. O processo de construção do inventário baseou-se nas diretrizes para construção de instrumentos psicológicos preconizadas por PASQUALI (1999) e na conceituação formulada pela perspectiva ecológica. A partir desse referencial propõe-se um modelo para analisar o comportamento preventivo fundamentado em três componentes: a) as crenças de profissionais da música sobre o comportamento preventivo; b) uma avaliação das condições de trabalho disponibilizadas nos espaços para a prática musical; c) e a influência social no meio musical.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aimed at developing an inventory to assess social and physical environments determinants that influence the healthy behavior related to prevention of occupational injuries in musicians. The process of constructing the inventory is based on the guidelines for construction of psychological instruments by PASQUALI (1999) and the concept formulated by the ecological perspective. From this theoretical standpoint it is proposed a model to examine the preventive behavior based on three components: a) the beliefs of musicians on preventive behavior, b) an assessment of working conditions available in space for music practice, c) and social influence in the musical environment.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[lesões ocupacionais]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[saúde do músico]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[comportamento saudável]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[occupational injuries]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[musicians' health]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[health behavior]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGOS    CIENT&Iacute;FICOS</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Abordagem    ecol&oacute;gica para avalia&ccedil;&atilde;o dos determinantes de comportamentos    preventivos: proposta de invent&aacute;rio aplicado aos m&uacute;sicos</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Ecological approach    to evaluate of preventive behavior: proposal of an inventory applied to musicians</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Tha&iacute;s    Branquinho Oliveira Fragelli<sup>I</sup>; Isolda de Ara&uacute;jo G&uuml;nther<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>UnB,    Bras&iacute;lia, DF, <a href="mailto:tbranquinho@unb.br">tbranquinho@unb.br</a>    <br>   <sup>II</sup>UnB, Bras&iacute;lia, DF, <a href="mailto:isolda@unb.br">isolda@unb.br</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> O presente trabalho    teve por objetivo construir um invent&aacute;rio para avaliar os determinantes    do comportamento saud&aacute;vel presente nos ambientes social e f&iacute;sico,    relacionado &agrave; preven&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es ocupacionais em    m&uacute;sicos. O processo de constru&ccedil;&atilde;o do invent&aacute;rio    baseou-se nas diretrizes para constru&ccedil;&atilde;o de instrumentos psicol&oacute;gicos    preconizadas por PASQUALI (1999) e na conceitua&ccedil;&atilde;o formulada pela    perspectiva ecol&oacute;gica. A partir desse referencial prop&otilde;e-se um    modelo para analisar o comportamento preventivo fundamentado em tr&ecirc;s componentes:    a) as cren&ccedil;as de profissionais da m&uacute;sica sobre o comportamento    preventivo; b) uma avalia&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho    disponibilizadas nos espa&ccedil;os para a pr&aacute;tica musical; c) e a influ&ecirc;ncia    social no meio musical.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-Chave:</b>    les&otilde;es ocupacionais; sa&uacute;de do m&uacute;sico; comportamento saud&aacute;vel.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> This study aimed    at developing an inventory to assess social and physical environments determinants    that influence the healthy behavior related to prevention of occupational injuries    in musicians. The process of constructing the inventory is based on the guidelines    for construction of psychological instruments by PASQUALI (1999) and the concept    formulated by the ecological perspective. From this theoretical standpoint it    is proposed a model to examine the preventive behavior based on three components:    a) the beliefs of musicians on preventive behavior, b) an assessment of working    conditions available in space for music practice, c) and social influence in    the musical environment.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b>    occupational injuries; musicians' health; health behavior.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>1.Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O interesse de    pesquisadores pelos comportamentos saud&aacute;veis busca entender os determinantes    desses, bem como o processo de escolha de tais comportamentos. Tal conhecimento    auxilia no desenvolvimento e na implementa&ccedil;&atilde;o de interven&ccedil;&otilde;es    em sa&uacute;de p&uacute;blica para indiv&iacute;duos e comunidades (NOAR; ZIMMERMAN,    2005).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Comportamentos    saud&aacute;veis s&atilde;o definidos como qualquer atividade empreendida para    proporcionar preven&ccedil;&atilde;o e/ou detec&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;a    ou a melhoria da sa&uacute;de e do bem-estar (CONNER; NORMAN, 1996). Nesta perspectiva,    considera-se que as les&otilde;es podem ser prevenidas por meio de mudan&ccedil;as    no comportamento e baseadas em pesquisas que esclare&ccedil;am a maneira como    se processam as escolhas desses comportamentos, fator de suma import&acirc;ncia    na manuten&ccedil;&atilde;o, melhoria e recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de    (GIELEN; SLEET, 2003). As consequ&ecirc;ncias desse procedimento podem implicar    na redu&ccedil;&atilde;o de custos m&eacute;dicos e de mortes prematuras (GLANZ;    LEWIS; RIMER, 1997).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">V&aacute;rios s&atilde;o    os modelos propostos para entender como se processam as escolhas dos comportamentos    saud&aacute;veis preventivos e de seus determinantes, no entanto, a <i>perspectiva    ecol&oacute;gica</i> se apresenta como uma abordagem abrangente que tenta explicar    como o ambiente influencia o comportamento e como a pessoa influencia o ambiente    (SALLIS; OWEN,1997). Para compreender o paradigma ecol&oacute;gico faz-se necess&aacute;rio    um envolvimento multidisciplinar que possibilite analisar a natureza da interrela&ccedil;&atilde;o    das pessoas com seu ambiente f&iacute;sico e sociocultural. Esta abordagem tem    contribu&iacute;do para a elabora&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de    promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de e de interven&ccedil;&atilde;o com a    finalidade de contribuir para o bem estar do indiv&iacute;duo (STOKOLS, 1992).    De acordo com STOKOLS (1992), o ambiente, pode ser compreendido por meio de    quatro perspectivas:</font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">i. A salubridade      de uma situa&ccedil;&atilde;o e o bem estar dos indiv&iacute;duos s&atilde;o      influenciados pelos ambientes f&iacute;sico e social acrescido de atributos      pessoais. Assim sendo, a din&acirc;mica pessoa vs. ambiente &eacute; entendida      por meio da interrela&ccedil;&atilde;o entre fatores ambientais e pessoais;</font></p>       <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ii. Ambientes      podem ser descritos a partir de v&aacute;rios significados como: f&iacute;sico      e/ou social; o objetivo (real) e/ou o subjetivo (percebido); pelos atributos      (temperatura, espa&ccedil;o) e, finalmente, por construtos te&oacute;ricos      (<i>behavior setting</i> ou clima social);</font></p>       <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">iii. . O estudo      pode ocorrer nos n&iacute;veis do indiv&iacute;duo, dos pequenos grupos, das      organiza&ccedil;&otilde;es ou de amostras da popula&ccedil;&atilde;o;</font></p>       <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">iv. As pessoas      influenciam seus ambientes e estes, por sua vez, exercem alguma influ&ecirc;ncia      sobre o comportamento de sa&uacute;de das pessoas.</font></p> </blockquote>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>2. Comportamentos    saud&aacute;veis relacionados &agrave; preven&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es    ocupacionais musculoesquel&eacute;ticas</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Segundo WHITING    e ZERNICKE (2001) considera-se les&atilde;o musculoesquel&eacute;tica qualquer    dano causado por trauma f&iacute;sico sofrido pelos tecidos do corpo. Esses    autores tamb&eacute;m afirmam que as les&otilde;es s&atilde;o acompanhadas de    custos f&iacute;sicos, emocionais e econ&ocirc;micos, como por exemplo, a perda    de tempo e da fun&ccedil;&atilde;o normal.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Neste contexto,    com uma vis&atilde;o no futuro, programas de preven&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m    sido implementados em empresas com objetivo de reduzir os encargos referentes    aos custos m&eacute;dicos, de obter maior satisfa&ccedil;&atilde;o de seus funcion&aacute;rios    e de melhorar a produtividade. Dentre as estrat&eacute;gias b&aacute;sicas adotadas    no controle e na preven&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es incluem-se as mudan&ccedil;as    no comportamento para a ado&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos saud&aacute;veis    dentro das organiza&ccedil;&otilde;es (WHITING; ZERNICKE, 2001), como por exemplo,    os comportamentos de uso de equipamentos de prote&ccedil;&atilde;o individual,    a ado&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicas de alongamentos e de postura corporal    adequada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A postura corporal,    definida como uma posi&ccedil;&atilde;o do corpo para uma determinada atividade    ou a maneira como se sustenta o corpo (LEHMKUL; SMITH apud KISNER; COLBY, 1992),    &eacute; um fator importante na preserva&ccedil;&atilde;o das estruturas musculoesquel&eacute;ticas,    sendo apontada por pesquisadores como um requisito para o sucesso em programas    preventivos (BRACCIALLI; VILARTA, 2000). Assim, considera-se importante as orienta&ccedil;&otilde;es,    n&atilde;o apenas quanto ao uso do mobili&aacute;rio no trabalho est&aacute;tico,    aquele em que h&aacute; contra&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua para manter    determinada posi&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m quanto a ter uma boa postura    corporal no trabalho din&acirc;mico, aquele em que h&aacute; a altern&acirc;ncia    entre contra&ccedil;&atilde;o e relaxamento muscular (IIDA, 2003).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A ado&ccedil;&atilde;o    de postura corporal inadequada ou antifisiol&oacute;gica contribui para um envelhecimento    precoce das estruturas (NASCIMENTO; MORAES, 2000) e relaciona-se &agrave; etiologia    das les&otilde;es ocupacionais musculoesquel&eacute;ticas. O tempo m&aacute;ximo    de perman&ecirc;ncia em certas posturas denominadas inadequadas, at&eacute;    que se iniciem sintomas pode variar entre um a cinco minutos (IIDA, 2003).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outro comportamento    que as pesquisas relacionam como fator que contribui para a sa&uacute;de musculoesquel&eacute;tica    refere-se &agrave; ado&ccedil;&atilde;o de exerc&iacute;cio ou gin&aacute;stica    laboral, envolvendo, basicamente, exerc&iacute;cios de alongamento (MARTINS;    MICHELS, 2001).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os indiv&iacute;duos    que apresentam um melhor condicionamento f&iacute;sico e uma maior flexibilidade    possuem menor probabilidade de sofrerem les&otilde;es e maior capacidade de    recupera&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s terem sofrido alguma les&atilde;o. Assim,    o alongamento regular pode contribuir para a preven&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es,    para redu&ccedil;&atilde;o da rigidez articular, para redu&ccedil;&atilde;o    da retra&ccedil;&atilde;o de m&uacute;sculos e de tend&otilde;es e, consequentemente,    da dor muscular relacionada ao exerc&iacute;cio da atividade (WHITING; ZERNICKE,    2001), ao mesmo tempo que possibilita a manuten&ccedil;&atilde;o da flexibilidade    e diminui o risco de doen&ccedil;as ocupacionais (NASCIMENTO; MORAES, 2000).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>3. Perspectiva    ecol&oacute;gica: referencial te&oacute;rico</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A perspectiva ecol&oacute;gica    prop&otilde;e que os comportamentos s&atilde;o influenciados por vari&aacute;veis    intrapessoais ou individuais, socioculturais e do ambiente f&iacute;sico e que    estas vari&aacute;veis interagem entre si (SALLIS; OWEN, 1997).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3.1. Fatores    intrapessoais</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Segundo o modelo    de cren&ccedil;as em sa&uacute;de, a avalia&ccedil;&atilde;o do comportamento    &eacute; composta por duas cren&ccedil;as, sendo uma relacionada aos benef&iacute;cios    ou efic&aacute;cia do comportamento de sa&uacute;de recomendado, e outra relacionada    aos custos ou barreiras para executar o comportamento (SHEERAN; ABRAHAM, 1999;    CONNER, 2002) traduzindo, portanto, uma rela&ccedil;&atilde;o custo/benef&iacute;cio.    Segundo DELA COLETA (2004) a percep&ccedil;&atilde;o dos benef&iacute;cios decorrentes    do comportamento &eacute; condi&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria, por&eacute;m    n&atilde;o suficiente, para a ades&atilde;o volunt&aacute;ria. Assim, para este    modelo desenvolvido nesse artigo foram consideradas as cren&ccedil;as nos comportamentos    preventivos com o objetivo de observar a avalia&ccedil;&atilde;o do comportamento,    traduzindo uma rela&ccedil;&atilde;o custo/benef&iacute;cio conforme relacionado    anteriormente. No que tange a esse aspecto, parece ser plaus&iacute;vel que    as pessoas tendam a adotar comportamentos que acreditem trazer benef&iacute;cios    para si que, por sua vez, devem ser percebidos como capazes de superar as barreiras    para a ado&ccedil;&atilde;o de um comportamento adequado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3.2. Fatores    socioculturais</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Organiza&ccedil;&atilde;o    Mundial de Sa&uacute;de (OMS) considera que os comportamentos s&atilde;o socialmente    determinados e que a escolha dos mesmos &eacute; realizada a partir das alternativas    dispon&iacute;veis aos indiv&iacute;duos e das facilidades inerentes &agrave;    escolha. Dessa maneira, os comportamentos n&atilde;o s&atilde;o est&aacute;ticos,    estando na depend&ecirc;ncia do processo de socializa&ccedil;&atilde;o, i. e,    da influ&ecirc;ncia dos pais, familiares, amigos, dos professores, constituindo    assim, um processo din&acirc;mico, sempre baseado na re-interpreta&ccedil;&atilde;o    (OLIVEIRA, 2005) e re-significa&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o.    Segundo STOKOLS (1992), &eacute; importante observar o contexto social onde    o indiv&iacute;duo vive e/ou trabalha. A compreens&atilde;o do impacto social    relacionado ao comportamento saud&aacute;vel contribui para o planejamento de    uma interven&ccedil;&atilde;o efetiva com condi&ccedil;&otilde;es de prevenir    ou reduzir os riscos de adoecimento (HEANEY, ISRAEL, 1997).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3.3. Ambiente    f&iacute;sico</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">STOKOLS (1992)    adverte que a salubridade de uma situa&ccedil;&atilde;o e o bem-estar dos participantes    s&atilde;o influenciados n&atilde;o s&oacute; pelo ambiente social, mas tamb&eacute;m    pelo ambiente f&iacute;sico. Nessa perspectiva, o ambiente f&iacute;sico pode    conter fatores que favorecem ou dificultam a ado&ccedil;&atilde;o e/ou mudan&ccedil;a    de comportamentos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As condi&ccedil;&otilde;es    de trabalho prec&aacute;rias como, por exemplo, equipamentos e/ou postos ergonomicamente    inadequados podem estar associados a n&iacute;veis mais elevados de perigo ou    de risco f&iacute;sico. Acrescentam-se ainda os n&iacute;veis inadequados de    temperatura, de ru&iacute;do e ou jornadas de trabalho estafantes e cont&iacute;nuas,    que influenciariam diretamente a sa&uacute;de e o bem-estar dos trabalhadores    (STOKOLS, 1992; GRZYWACZ&nbsp;, FUQUA, 2000).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>4. M&eacute;todo</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>4.1.Etapas de    valida&ccedil;&atilde;o do invent&aacute;rio</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O processo de constru&ccedil;&atilde;o    do presente invent&aacute;rio envolveu tr&ecirc;s etapas. A primeira etapa consistiu    na formula&ccedil;&atilde;o e escolha dos itens. Em seguida, os itens foram    submetidos &agrave; an&aacute;lise sem&acirc;ntica a um grupo de quatro m&uacute;sicos,    com a finalidade de verificar sua pertin&ecirc;ncia, a compreens&atilde;o e    a adequa&ccedil;&atilde;o da linguagem a ser utilizada no estudo da popula&ccedil;&atilde;o    alvo. Prosseguindo, o invent&aacute;rio foi exposto &agrave; an&aacute;lise    de quatro ju&iacute;zes para verificar o conte&uacute;do, a formata&ccedil;&atilde;o    e para definir a melhor disposi&ccedil;&atilde;o dos itens. Como resultado desta    primeira an&aacute;lise, alguns itens foram inclu&iacute;dos, outros alterados    substancialmente, modificados ou exclu&iacute;dos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na segunda etapa,    foi realizado um estudo piloto com 17 m&uacute;sicos com o objetivo de refinar    o invent&aacute;rio e submet&ecirc;-lo a uma segunda avalia&ccedil;&atilde;o    sem&acirc;ntica, para eliminar poss&iacute;veis d&uacute;vidas que pudessem    surgir no ato da aplica&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na terceira etapa,    o invent&aacute;rio foi aplicado a uma amostra de 136 m&uacute;sicos com a finalidade    de testar seu potencial emp&iacute;rico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O instrumento que    resultou desse processo &eacute; composto por uma escala de <i>cren&ccedil;as    de profissionais de m&uacute;sica</i> sobre o <i>comportamento preventivo</i>;    uma avalia&ccedil;&atilde;o das <i>condi&ccedil;&otilde;es de trabalho dos espa&ccedil;os    para a pr&aacute;tica musical</i>; uma escala da <i>influ&ecirc;ncia social    no grupo musical.</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A escala que diz    respeito &agrave;s <i>cren&ccedil;as de profissionais de m&uacute;sica</i> sobre    o <i>comportamento preventivo</i> foi composta por 20 itens, com amplitude de    cinco pontos, a saber: 1- "Discordo totalmente"; 2- "Discordo"; 3- "Nem concordo    nem discordo"; 4- "Concordo" e, 5- "Concordo totalmente". Buscou-se refletir    nessa escala as dimens&otilde;es te&oacute;ricas, os benef&iacute;cios e as    barreiras, para realiza&ccedil;&atilde;o dos passos envolvidos no alongamento,    na ado&ccedil;&atilde;o de uma postura corporal adequada, dimens&otilde;es descritas    no modelo proposto pela perspectiva ecol&oacute;gica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A escala de <i>condi&ccedil;&otilde;es    de trabalho dos espa&ccedil;os para a pr&aacute;tica musical</i> foi composta    por 12 itens igualmente com amplitude de cinco pontos. Entretanto foi utilizada    uma escala de frequ&ecirc;ncia comparando os diferentes espa&ccedil;os de ensaio    do instrumentista, considerando n&atilde;o apenas os encontros regulares com    o grupo, que abrangeu as seguintes categorias: 1- "Nunca"; 2- "Raramente"; 3-    "Ocasionalmente"; 4- "Frequentemente" e 5- "Sempre".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A escala de influ&ecirc;ncia    social no grupo musical foi composta por 21 itens com amplitude de cinco pontos:    1- "Discordo totalmente"; 2- "Discordo"; 3- "Nem concordo nem discordo"; 4-    "Concordo" e, 5- "Concordo totalmente". Elaborou-se o instrumento de maneira    que as dimens&otilde;es propostas no modelo estivessem refletidas em seus itens.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>4.2.Participantes</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A amostra foi do    tipo n&atilde;o-probabil&iacute;stica, composta por 136 m&uacute;sicos profissionais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram visitados    nove grupos de institui&ccedil;&otilde;es do Distrito Federal e do estado de    Goi&aacute;s, perfazendo um total de 254 question&aacute;rios distribu&iacute;dos.    Destes, 136 question&aacute;rios retornaram sendo 112 de respondentes do sexo    masculino e 22 do sexo feminino. A m&eacute;dia de idade foi de 37,92 anos (dp=10,20).    Dentre os respondentes dezenove s&atilde;o saxofonistas, sendo os instrumentistas    os mais representativos da amostra. O tempo de pr&aacute;tica di&aacute;ria    variou entre uma e oito horas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O n&uacute;mero    de anos de pr&aacute;tica do instrumento variou entre um e 44 anos e o tempo    de atua&ccedil;&atilde;o no grupo, entre um e 28 anos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O resumo dos dados    demogr&aacute;ficos &eacute; apresentado no <a href="/img/revistas/pm/n25/07e01.jpg">Ex. 1</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>5. Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>5.1.Primeira    escala: cren&ccedil;as de profissionais da m&uacute;sica sobre comportamento    preventivo</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O primeiro passo    foi verificar, por meio da an&aacute;lise dos componentes principais, se a matriz    era fatoriz&aacute;vel. Para tanto, alguns crit&eacute;rios foram considerados,    como o <i>Kayser-Meyer-Olkin</i> (KMO) que postula que a matriz &eacute; tanto    mais fatoriz&aacute;vel quanto mais pr&oacute;ximo de 1 (um), indicando, desta    forma, que as vari&aacute;veis t&ecirc;m muito em comum. O resultado do KMO    foi 0,762, considerado mediano na classifica&ccedil;&atilde;o de Kaiser (PASQUALI,    2005). Outra avalia&ccedil;&atilde;o realizada foi a do teste de esfericidade    de Bartlett, na qual o qui-quadrado demonstrou um valor significativo. O resumo    dos resultados pode ser visualizado no <a href="#e2">Ex.2</a>.</font></p>     <p><a name="e2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/pm/n25/07e02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para decidir o    n&uacute;mero de fatores a ser extra&iacute;do da matriz efetuou-se a an&aacute;lise    dos componentes principais, cujo resultado evidenciou dois dados relevantes:    (1) o determinante 0,008 que, por ser um valor pr&oacute;ximo a zero, indica    um n&uacute;mero pequeno de fatores; (2) a an&aacute;lise dos <i>eigen values</i>    maior ou igual a 1. PEREZ-NEBRA (2005), no entanto, recomenda o crit&eacute;rio    de corte acima de dois, para maior confiabilidade do fator, mesmo que neste    caso ocorra menor vari&acirc;ncia explicada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s esta    an&aacute;lise explorat&oacute;ria e de posse dos dados de fatorabilidade, uma    vez sabida sua viabilidade de rota&ccedil;&atilde;o e fatora&ccedil;&atilde;o,    foi realizada a an&aacute;lise de <i>principal axis factoring</i> (PAF) com    rota&ccedil;&atilde;o obl&iacute;qua, por permitir que os fatores apare&ccedil;am    correlacionados respeitando os fen&ocirc;menos, uma vez que n&atilde;o h&aacute;    suporte te&oacute;rico para esperar que os fen&ocirc;menos sejam independentes    entre si (PASQUALI, 2005).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Realizou-se tamb&eacute;m,    a an&aacute;lise da consist&ecirc;ncia interna, por meio do coeficiente <i>alpha    de Cronbach</i>. O resumo das an&aacute;lises ser&aacute; apresentado no <a href="/img/revistas/pm/n25/07e03.jpg">Ex.3</a>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>5.2. Segunda    escala: condi&ccedil;&otilde;es de trabalho dos espa&ccedil;os para a pr&aacute;tica    musical</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Efetuou-se a    an&aacute;lise explorat&oacute;ria por meio da an&aacute;lise dos componentes    principais e, de posse dos dados de fatorabilidade foi realizado o procedimento    de principal axis factoring</i> (PAF) uma vez que esta an&aacute;lise produz    estimativas precisas das cargas fatoriais, embora sem rota&ccedil;&atilde;o,    j&aacute; que esta escala se apresentou como sendo unifatorial (<a href="#e4">Ex.4</a>    e <a href="/img/revistas/pm/n25/07e05.jpg">Ex.5</a>).</font></p>     <p><a name="e4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/pm/n25/07e04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>5.3. Terceira    escala: influ&ecirc;ncia social no grupo musical</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram efetuadas    as mesmas an&aacute;lises anteriores e, de posse dos dados de fatorabilidade,    foi realizada a rota&ccedil;&atilde;o conforme apresentado no <a href="#e6">Ex.6</a>    e <a href="/img/revistas/pm/n25/07e07.jpg">Ex.7</a>.</font></p>     <p><a name="e6"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/pm/n25/07e06.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>6. Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As an&aacute;lises    efetuadas revelam que os tr&ecirc;s componentes das escalas e o conte&uacute;do    de seus itens refletem as dimens&otilde;es te&oacute;ricas que fundamentaram    a constru&ccedil;&atilde;o do invent&aacute;rio. Assim, considerando a escala    de <i>cren&ccedil;as de profissionais de m&uacute;sica sobre comportamento preventivo</i>,    os itens pertencentes ao <b>fator 1</b> relacionam a teoria de cren&ccedil;as    dos benef&iacute;cios que o comportamento preventivo pode oferecer, considerando    que as cargas fatoriais mais altas t&ecirc;m maior influ&ecirc;ncia sobre a    interpreta&ccedil;&atilde;o dos fatores (HAIR, ANDERSON, TATHAM, BLACK, 2005).    Os resultados dos quatro itens com carga de sinal oposto podem ser interpretados    como uma correla&ccedil;&atilde;o negativa com os demais itens, indicando, portanto,    a mesma dire&ccedil;&atilde;o do fator (PASQUALI, 2005). Por sua vez, os itens    do <b>fator 2</b>, correspondem &agrave;s barreiras enfrentadas na realiza&ccedil;&atilde;o    dos comportamentos preventivos. Foram eliminados dois itens: "Fazer alongamentos    exige grande esfor&ccedil;o" e "A dor pode ser causada por alongamentos", uma    vez que apresentaram cargas inferiores a 0,30.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A an&aacute;lise    da escala de <i>condi&ccedil;&otilde;es de trabalho dos espa&ccedil;os para    a pr&aacute;tica musical</i> indicou um fator &uacute;nico no que se refere    &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. Quatro itens foram eliminados    por apresentarem carga inferior a 0,30. S&atilde;o eles: "A altura da cadeira    favorece uma boa postura corporal"; "A altura das estantes pode ser regulada    de acordo com a minha necessidade"; "O espa&ccedil;o entre as cadeiras &eacute;    suficiente para que eu me sinta confort&aacute;vel" e "O apoio do encosto favorece    uma boa postura corporal".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quanto &agrave;    escala de <i>influ&ecirc;ncia social no grupo musical</i> os itens que comp&otilde;em    o <b>fator 1</b> mostraram rela&ccedil;&atilde;o com os comportamentos compartilhados    pelo grupo. Por outro lado, os resultados dos itens do <b>fator 2</b> corresponderam    &agrave;s normas subjetivas quanto ao comportamento preventivo. Foram exclu&iacute;dos    cinco itens por apresentarem carga inferior a 0,30. S&atilde;o eles: "&Eacute;    importante para o grupo ter orienta&ccedil;&otilde;es sobre boa postura corporal";    "H&aacute; poucas oportunidades para trocar ideias com colegas sobre preven&ccedil;&atilde;o    de dor"; "H&aacute; falta de apoio no grupo para implementa&ccedil;&atilde;o    de projetos de preven&ccedil;&atilde;o de dor"; "Alongamentos para desempenhar    a atividade de tocar atrapalham o grupo" e "Realizar pausas para alongamentos    no ensaio provoca rea&ccedil;&otilde;es negativas dos colegas".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nesta an&aacute;lise    foram obtidos <i>alpha de Cronbach</i> em n&iacute;veis considerados adequados    o que &eacute; indicativo de validade interna. De acordo com o referencial te&oacute;rico,    tamb&eacute;m foram obtidas dimens&otilde;es que refletiram aspectos tanto do    ambiente f&iacute;sico quanto do ambiente social.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma limita&ccedil;&atilde;o    observada no esfor&ccedil;o de valida&ccedil;&atilde;o do presente invent&aacute;rio,    diz respeito &agrave; sua generaliza&ccedil;&atilde;o, uma vez que, em face    da pouca representatividade dos participantes alerta-se que os resultados ficam    restritos &agrave; amostra estudada, indicando a necessidade de testes em amostras    representativas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma segunda limita&ccedil;&atilde;o    refere-se &agrave; terminologia utilizada que necessita de adapta&ccedil;&otilde;es    para se adequar ao grupo a ser pesquisado. Recomenda-se, por conseguinte, que    os poss&iacute;veis refinamentos sem&acirc;nticos realizados em estudos futuros    levem em conta a necessidade da utiliza&ccedil;&atilde;o desse invent&aacute;rio    em profissionais m&uacute;sicos de diferentes modalidades instrumentais e atuando    em diferentes contextos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em s&iacute;ntese,    esse artigo apresentou um instrumento que se prop&otilde;e a estudar os fatores    determinantes de comportamentos preventivos, espec&iacute;ficos para a popula&ccedil;&atilde;o    de m&uacute;sicos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>7. Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BRACCIALLI, LMP;    VILARTA, R. Aspectos a Serem Considerados na Elabora&ccedil;&atilde;o de Programas    de Preven&ccedil;&atilde;o e Orienta&ccedil;&atilde;o de Problemas Posturais.    <i>Revista Paulista de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica</i>, 14(2), 2000,    159-171.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1517-7599201200010000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CONNER,M. Health    Behaviors. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://userpage.fu-berlin.de/%7Eschuez/folien/conner2002" target="_blank">http://userpage.fu-berlin.de/~schuez/folien/conner2002.pdf</a>.    Acessado em: 14/11/2006, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1517-7599201200010000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CONNER, M; NORMAN,    P. The Role of Social Cognition in Health Behaviors. In: CONNER, M; NORMAN,    P (eds). <i>Predicting Health Behavior</i> (pp 1 - 22). Philadelphia: Open University    Press, 1996.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1517-7599201200010000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">DELA COLETA, MF(Org).    <i>Modelos para pesquisa e modifica&ccedil;&atilde;o de comportamentos de sa&uacute;de:    teorias, estudos e instrumentos.</i> Taubat&eacute;: Cabral, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1517-7599201200010000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">GIELEN, AC; SLEET,    D. Application of Behavior-Change Theories and Methods to Injury Prevention.    <i>Epidemiologic Reviews</i>, 25, 2003, 65-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1517-7599201200010000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">GLANZ, K; LEWIS,    FM; RIMER, BK. The scope of health promotion and health education. In GLANZ,    K; LEWIS, FM; RIMER, BK (eds), <i>Health Behavior and Health Education</i> (pp.    3- 18). San Francisco: Jossey Bass, 1997.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1517-7599201200010000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">GRZYWACZ, JG; FUQUA,    J. The social ecology of health: leverage points and linkages.&nbsp;<i>Behavioral    Medicine,</i>&nbsp;26(3),101-116, 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1517-7599201200010000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">HAIR, JF; ANDERSON,    RE; TATHAM, RL BLACK, WC. An&aacute;lise fatorial. In: Em J HAIR, JF; ANDERSON,    RE; TATHAM, RL BLACK, WC. <i>An&aacute;lise multivariada de dados</i> (pp. 89-124).    Porto Alegre: Bookman, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1517-7599201200010000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">HEANEY, CA; ISRAEL,    BA. <i>Social Networks and Social Support</i>. In: GLANZ, K; LEWIS, KF, RIMER,    BK (eds), <i>Health Behavior and Health Education</i> (pp. 179- 205). San Francisco:    Jossey Bass, 1997.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1517-7599201200010000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">IIDA, I. <i>Ergonomia    Projeto e Produ&ccedil;&atilde;o</i>. S&atilde;o Paulo: Edgard Bluncher, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1517-7599201200010000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">KISNER, C; COLBY,    LA. <i>A Coluna: postura</i>. In KISNER, C; COLBY, LA <i>Exerc&iacute;cios Terap&ecirc;uticos:    Fundamentos e T&eacute;cnicas</i> (pp.429- 471). S&atilde;o Paulo: Manole, 1992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1517-7599201200010000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">MARTINS, CO; MICHELS,    G. Sa&uacute;de X Lucro: Quem Ganha com um Programa de Promo&ccedil;&atilde;o    da Sa&uacute;de do Trabalhador?<i>Revista Brasileira de Cineantropometria Desempenho    Humano,</i> 3(1), 95-101, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1517-7599201200010000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">NASCIMENTO, NM,    MORAES, RAS. <i>Exerc&iacute;cios Laborativos</i>. In NASCIMENTO, NM, MORAES,    RAS, <i>Fisioterapia nas empresas</i> (pp.153- 202). Taba Cultural, 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1517-7599201200010000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">NOAR, SM; ZIMMERMAN,    RS. Health Behavior Theory and Cumulative Knowledge Regarding Health Behaviors:    Are We Moving in the Right Direction? <i>Health Education Research</i>, 20(3),    275-290, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1517-7599201200010000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">OLIVEIRA, D. L.    A 'nova' sa&uacute;de p&uacute;blica e a promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de    via educa&ccedil;&atilde;o: entre a tradi&ccedil;&atilde;o e a inova&ccedil;&atilde;o.    <i>Revista Latino-Americana de Enfermagem</i>, 13 (3), 423-31, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1517-7599201200010000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PASQUALI, L. <i>Testes    Referentes a Construto: Teoria e Modelo de Constru&ccedil;&atilde;o.</i> In    PASQUALI, L (ed), <i>Instrumentos Psicol&oacute;gicos: Manual Pr&aacute;tico    de Elabora&ccedil;&atilde;o</i>. Bras&iacute;lia: LabPAM/IBAPP, 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1517-7599201200010000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PASQUALI, L. <i>An&aacute;lise    Fatorial para Pesquisadores</i>. Bras&iacute;lia: LabPAM, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1517-7599201200010000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PEREZ-NEBRA, AR.    <i>Medindo a imagem do destino tur&iacute;stico</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o    de mestrado. Universidade de Bras&iacute;lia, Bras&iacute;lia, Distrito Federal,    Brasil, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1517-7599201200010000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SALLIS, JF; OWEN,    N. Ecological Models. In GLANZ, K; LEWIS, FM; RIMER, BK. (eds), <i>Health Behavior    and Health Education</i> (pp. 403- 424). San Francisco: Jossey Bass, 1997.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1517-7599201200010000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SHEERAN, P; ABRAAM,    C. The Health Belief Model. In CONNER, M; NORMAN, P (eds). <i>Predicting Health    Behavior</i> (pp 23 - 61). Philadelphia: Open University Press, 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1517-7599201200010000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">STOKOLS, D. Establishing    and Maintaining Healthy Environments. <i>American Psychologist</i>, 47 (1),    6-22, 1992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1517-7599201200010000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">WHITING,WC; ZERNICKE,    RF. <i>Introdu&ccedil;&atilde;o &agrave; Les&atilde;o</i>. In WHITING,WC; ZERNICKE,    RF, <i>Biomec&acirc;nica da Les&atilde;o Musculoesquel&eacute;tica</i> (pp.1    -13).Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1517-7599201200010000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Tha&iacute;s    Branquinho Oliveira Fragelli</b> &eacute; Fisioterapeuta pela Universidade Estadual    de Goi&aacute;s (UEG) e especialista em Fisioterapia Neurofuncional pela Universidade    de Bras&iacute;lia (UnB), mestre em Psicologia Social do Trabalho e das Organiza&ccedil;&otilde;es    pela UnB. Lecionou no Centro de Ensino Profissional/ Escola de M&uacute;sica    de Bras&iacute;lia ministrando a disciplina Prote&ccedil;&atilde;o ao Trabalho/    Preven&ccedil;&atilde;o a LER/DORT. Realizou palestras e cursos relacionados    &agrave; preven&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es em m&uacute;sicos. Atualmente    &eacute; doutoranda em Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de na UnB.    <br>   <b>Isolda de Ara&uacute;jo G&uuml;nther</b> possui gradua&ccedil;&atilde;o em    Psicologia pela Universidade Cat&oacute;lica de Pernambuco, especializa&ccedil;&atilde;o    em Psicologia Cl&iacute;nica pela Universidade Federal de Pernambuco, mestrado    em Psicologia Social pela Universidade Federal da Para&iacute;ba, doutorado    em Psicologia do Desenvolvimento pela Michigan State University, p&oacute;s-doutorado    pela City University of New York e pela Carl von Ossietzky Universit&auml;t    Oldenburg. Atualmente &eacute; pesquisadora associada s&ecirc;nior no Instituto    de Psicologia da UnB.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Invent&aacute;rio    para avalia&ccedil;&atilde;o dos determinantes de comportamentos preventivos    para m&uacute;sicos (IADCP-MUS)</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Qual a import&acirc;ncia,    para voc&ecirc;, de realizar alongamentos ao tocar seu instrumento?Assinale    a alternativa mais compat&iacute;vel com a sua opini&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/pm/n25/07s01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Postura corporal    &eacute; a maneira como se posiciona o corpo para executar o instrumento. Nas    afirma&ccedil;&otilde;es a seguir assinale a alternativa mais compat&iacute;vel    com a sua opini&atilde;o:</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/pm/n25/07s02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os Espa&ccedil;os    de ensaio s&atilde;o todos os locais em que voc&ecirc; costuma praticar seu    instrumento. Com rela&ccedil;&atilde;o aos seus Espa&ccedil;os de Ensaio, indique    com que frequ&ecirc;ncia ocorre as seguintes situa&ccedil;&otilde;es:</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/pm/n25/07s03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Assinale a alternativa    mais coerente com a sua opini&atilde;o que se relaciona a este grupo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/pm/n25/07s04.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[ ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[BRACCIALLI]]></surname>
<given-names><![CDATA[LMP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[VILARTA]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aspectos a Serem Considerados na Elaboração de Programas de Prevenção e Orientação de Problemas Posturais]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Paulista de Educação Física]]></source>
<year>2000</year>
<volume>14</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>159-171</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CONNER]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Health Behaviors]]></source>
<year>2002</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CONNER]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[NORMAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The Role of Social Cognition in Health Behaviors]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[CONNER]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[NORMAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Predicting Health Behavior]]></source>
<year>1996</year>
<page-range>1 - 22</page-range><publisher-loc><![CDATA[Philadelphia ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Open University Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[DELA COLETA]]></surname>
<given-names><![CDATA[MF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Modelos para pesquisa e modificação de comportamentos de saúde: teorias, estudos e instrumentos]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-loc><![CDATA[Taubaté ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Cabral]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GIELEN]]></surname>
<given-names><![CDATA[AC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SLEET]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Application of Behavior-Change Theories and Methods to Injury Prevention]]></article-title>
<source><![CDATA[Epidemiologic Reviews]]></source>
<year>2003</year>
<volume>25</volume>
<page-range>65-76</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GLANZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LEWIS]]></surname>
<given-names><![CDATA[FM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[RIMER]]></surname>
<given-names><![CDATA[BK]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The scope of health promotion and health education]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[GLANZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LEWIS]]></surname>
<given-names><![CDATA[FM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[RIMER]]></surname>
<given-names><![CDATA[BK]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Health Behavior and Health Education]]></source>
<year>1997</year>
<page-range>3- 18</page-range><publisher-loc><![CDATA[San Francisco ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Jossey Bass]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GRZYWACZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[JG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FUQUA]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The social ecology of health: leverage points and linkages]]></article-title>
<source><![CDATA[Behavioral Medicine]]></source>
<year>2000</year>
<volume>26</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>101-116</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[HAIR]]></surname>
<given-names><![CDATA[JF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ANDERSON]]></surname>
<given-names><![CDATA[RE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[TATHAM]]></surname>
<given-names><![CDATA[RL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BLACK]]></surname>
<given-names><![CDATA[WC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise fatorial]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[HAIR]]></surname>
<given-names><![CDATA[JF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ANDERSON]]></surname>
<given-names><![CDATA[RE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[TATHAM]]></surname>
<given-names><![CDATA[RL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BLACK]]></surname>
<given-names><![CDATA[WC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Análise multivariada de dados]]></source>
<year>2005</year>
<page-range>89-124</page-range><publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Bookman]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[HEANEY]]></surname>
<given-names><![CDATA[CA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ISRAEL]]></surname>
<given-names><![CDATA[BA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Social Networks and Social Support]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[GLANZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LEWIS]]></surname>
<given-names><![CDATA[KF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[RIMER]]></surname>
<given-names><![CDATA[BK]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Health Behavior and Health Education]]></source>
<year>1997</year>
<page-range>179- 205</page-range><publisher-loc><![CDATA[San Francisco ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Jossey Bass]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[IIDA]]></surname>
<given-names><![CDATA[I]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Ergonomia Projeto e Produção]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Edgard Bluncher]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[KISNER]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[COLBY]]></surname>
<given-names><![CDATA[LA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A Coluna: postura]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[KISNER]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[COLBY]]></surname>
<given-names><![CDATA[LA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Exercícios Terapêuticos: Fundamentos e Técnicas]]></source>
<year>1992</year>
<page-range>429- 471</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Manole]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MARTINS]]></surname>
<given-names><![CDATA[CO]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MICHELS]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Saúde X Lucro: Quem Ganha com um Programa de Promoção da Saúde do Trabalhador?]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Cineantropometria Desempenho Humano]]></source>
<year>2001</year>
<volume>3</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>95-101</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[NASCIMENTO]]></surname>
<given-names><![CDATA[NM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MORAES]]></surname>
<given-names><![CDATA[RAS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Exercícios Laborativos]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[NASCIMENTO]]></surname>
<given-names><![CDATA[NM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MORAES]]></surname>
<given-names><![CDATA[RAS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Fisioterapia nas empresas]]></source>
<year>2000</year>
<page-range>153- 202</page-range><publisher-name><![CDATA[Taba Cultural]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[NOAR]]></surname>
<given-names><![CDATA[SM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ZIMMERMAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[RS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Health Behavior Theory and Cumulative Knowledge Regarding Health Behaviors: Are We Moving in the Right Direction?]]></article-title>
<source><![CDATA[Health Education Research]]></source>
<year>2005</year>
<volume>20</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>275-290</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[OLIVEIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A 'nova' saúde pública e a promoção da saúde via educação: entre a tradição e a inovação]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Latino-Americana de Enfermagem]]></source>
<year>2005</year>
<volume>13</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>423-31</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[PASQUALI]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Testes Referentes a Construto: Teoria e Modelo de Construção]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[PASQUALI]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Instrumentos Psicológicos: Manual Prático de Elaboração]]></source>
<year>1999</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[LabPAM/IBAPP]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[PASQUALI]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Análise Fatorial para Pesquisadores]]></source>
<year>2005</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[LabPAM]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[PEREZ-NEBRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[AR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Medindo a imagem do destino turístico]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SALLIS]]></surname>
<given-names><![CDATA[JF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[OWEN]]></surname>
<given-names><![CDATA[N]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Ecological Models]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[GLANZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LEWIS]]></surname>
<given-names><![CDATA[FM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[RIMER]]></surname>
<given-names><![CDATA[BK]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Health Behavior and Health Education]]></source>
<year>1997</year>
<page-range>403- 424</page-range><publisher-loc><![CDATA[San Francisco ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Jossey Bass]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SHEERAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ABRAAM]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The Health Belief Model]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[CONNER]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[NORMAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Predicting Health Behavior]]></source>
<year>1999</year>
<page-range>23 - 61</page-range><publisher-loc><![CDATA[Philadelphia ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Open University Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[STOKOLS]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Establishing and Maintaining Healthy Environments]]></article-title>
<source><![CDATA[American Psychologist]]></source>
<year>1992</year>
<volume>47</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>6-22</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[WHITING]]></surname>
<given-names><![CDATA[WC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ZERNICKE]]></surname>
<given-names><![CDATA[RF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Introdução à Lesão]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[WHITING]]></surname>
<given-names><![CDATA[WC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ZERNICKE]]></surname>
<given-names><![CDATA[RF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Biomecânica da Lesão Musculoesquelética]]></source>
<year>2001</year>
<page-range>1 -13</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Guanabara Koogan]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
