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<article-id pub-id-type="doi">10.1590/S1517-86922012000300010</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prevalência de lesões em atletas do futsal feminino brasileiro: um estudo retrospectivo]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Prevalence of injuries in female athletes of Brazilian futsal: a retrospective study]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Comunitária da Região de Chapecó  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[INTRODUCTION: Futsal has become one of the most popular modalities in the international scenario. There are not many articles in the literature which report injuries in the female gender. OBJECTIVE: The purpose of this study was to identify the prevalence of injuries in female athletes of Brazilian futsal. METHODS: The sample corresponded to the athletes who participated in the National League of Futsal from 2011, totalizing 135 athletes. The prevalence of injuries reported during the entire 2010 season was investigated. RESULTS: Out of the 135 athletes, 73 (54.1%) presented some kind of injury and 104 injuries were identified. Lower limb injuries accounted for 86.5% of the total, 28.9% (n = 30) on the ankle, 24% (n = 25) on the thigh and 23.1% on the knee (n = 24). Regarding the kind, 51.9% (n = 54) occurred without contact and 46.1% (n = 48) by direct contact. 59.6% of injuries occurred during technical/tactical or physical training (n = 62) and 40.4% (n = 42) occurred during during games. 58.6% of injuries occurred for the first time and 40.4% were recurrent. No association between physiotherapeutic follow-up in training and competitions and the number and severity of injuries was found. Furthermore, no correlation between the dominant limb and hemi-body of the injury was found. CONCLUSIONS: The Brazilian women's futsal athletes have high prevalence of injuries, especially in the ankle, thigh and knee, and they mainly occur during training. Injuries that occur without contact with another opponent prevail in relation to with contact injury, a fact that contradicts the other findings in the literature. The number of first injuries was higher in comparison to recurrences, while in severity, moderate injuries were more common. In order to minimize the number of injuries, specific strategies are needed for prevention, focusing on the ankle, knee and thigh segments.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[futebol de salão]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[lesões esportivas]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[mulheres]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[athletic injuries]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[women]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"> <font size="2"><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">ARTIGO ORIGINAL    <br>   APARELHO LOCOMOTOR NO EXERC&Iacute;CIO E NO ESPORTE</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Preval&ecirc;ncia de les&otilde;es em atletas do futsal feminino brasileiro: um estudo retrospectivo </font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Araceli Gayardo; Sinara Busatto Matana; M&aacute;rcia Regina da Silva</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Universidade Comunit&aacute;ria da Regi&atilde;o de Chapec&oacute; &#150;   Unochapec&oacute;, SC</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O:</b> O futsal vem se destacando no cen&aacute;rio   internacional como uma das modalidades em maior ascens&atilde;o. Na literatura, s&atilde;o   escassos os estudos que relatam as les&otilde;es no g&ecirc;nero feminino nesta modalidade. <br />   <b>OBJETIVO:</b> O objetivo deste estudo foi identificar a preval&ecirc;ncia de les&otilde;es em   atletas do futsal feminino brasileiro. <br />   <b>M&Eacute;TODOS:</b> A amostra correspondeu &agrave;s   atletas que participaram da Liga Nacional de Futsal 2011, totalizando 135   atletas. Investigou-se a preval&ecirc;ncia de les&otilde;es apresentadas durante toda a   temporada de 2010. <br />   <b>RESULTADOS:</b> Das 135 atletas, 73 (54,1%) apresentaram algum   tipo de les&atilde;o, sendo identificados 104 traumas. As les&otilde;es nos membros   inferiores corresponderam a 86,5% do total, com 28,9% (n = 30) no tornozelo, 24%   (n = 25) na coxa e o joelho correspondeu a 23,1% (n = 24). Quanto &agrave; forma,   51,9% (n = 54) ocorreram sem contato e 46,1% (n = 48) por contato direto.   Durante o treinamento t&eacute;cnico/t&aacute;tico ou treinamento f&iacute;sico ocorreram 59,6% das   les&otilde;es (n = 62) e 40,4% (n = 42), durante os jogos. Das les&otilde;es, 58,6% ocorreram   pela primeira vez e 40,4% s&atilde;o recidivas. N&atilde;o foi encontrada associa&ccedil;&atilde;o entre   acompanhamento fisioterap&ecirc;utico em treinos e competi&ccedil;&otilde;es, com o n&uacute;mero e a   gravidade das les&otilde;es. Tamb&eacute;m n&atilde;o h&aacute; rela&ccedil;&atilde;o com o membro dominante e o   hemicorpo do trauma. <br />   <b>CONCLUS&Otilde;ES:</b> As atletas do futsal feminino brasileiro   apresentam grande preval&ecirc;ncia de les&otilde;es, principalmente no tornozelo, coxa e   joelho, sendo que a maioria delas ocorre nos treinamentos. Les&otilde;es que acontecem   sem contato com outro advers&aacute;rio prevaleceram em rela&ccedil;&atilde;o aos traumas com   contato, fato que se op&otilde;e aos demais achados da literatura. O n&uacute;mero de   primeiras les&otilde;es foi maior em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s recidivas e, quanto &agrave; gravidade,   prevaleceram as les&otilde;es moderadas. Para minimizar o n&uacute;mero de les&otilde;es, s&atilde;o necess&aacute;rias   estrat&eacute;gias espec&iacute;ficas de preven&ccedil;&atilde;o, enfatizando os segmentos do tornozelo,   joelho e coxa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-chave:</b> futebol de sal&atilde;o, les&otilde;es   esportivas, mulheres.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O futebol de sal&atilde;o (futsal), por ter caracter&iacute;sticas   semelhantes &agrave;s do futebol de campo, tem conquistado um grande n&uacute;mero de participantes.   Com a sua imensa prolifera&ccedil;&atilde;o, principalmente a partir do final da d&eacute;cada de   1980, o espa&ccedil;o do futsal realmente se consolidou e adquire uma import&acirc;ncia mais   destacada junto &agrave; popula&ccedil;&atilde;o<sup>1,2</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O futsal feminino vem ganhando espa&ccedil;o cada vez maior no Brasil e no mundo, sendo que o investimento   na modalidade &eacute; a tend&ecirc;ncia de todas as federa&ccedil;&otilde;es internacionais a partir de   agora. Como a modalidade luta para fazer parte do programa ol&iacute;mpico, o   fortalecimento da categoria &eacute; primordial. Em terras brasileiras a modalidade entre as mulheres, al&eacute;m de ter campeonatos   semelhantes ao masculino na Ta&ccedil;a Brasil e no Campeonato Brasileiro de Sele&ccedil;&otilde;es   desde 2005<b>,</b> ocorre tamb&eacute;m, anualmente, a Liga Nacional de Futsal Feminino.   As jogadoras brasileiras, assim como os homens,   tamb&eacute;m ganharam o mundo, sendo que est&atilde;o atuando em lugares como Estados   Unidos, Europa e &Aacute;sia<sup>3</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A evolu&ccedil;&atilde;o da pr&aacute;tica do futsal est&aacute; associada basicamente   aos aspectos t&aacute;ticos, t&eacute;cnicos e f&iacute;sicos, exigindo, em consequ&ecirc;ncia disto, cada   vez mais uma <i>performance</i> apurada do atleta. Desta forma, com a organiza&ccedil;&atilde;o de mais competi&ccedil;&otilde;es e a   tend&ecirc;ncia de as equipes a treinarem mais para se adequar a isso, o atleta &eacute;   exigido mais fisicamente, o que gera sobrecarga excessiva   de treinamento podendo desencadear a curto, m&eacute;dio ou em longo prazo, traumas de   diferentes graus no aparelho musculoesquel&eacute;tico, aumentando o risco para les&otilde;es<sup>4-8</sup>.   Al&eacute;m do mais, o esporte de competi&ccedil;&atilde;o e de rendimento implica num tempo de   exposi&ccedil;&atilde;o ao risco de les&atilde;o muito elevado, que testa continuamente os seus   limites de resist&ecirc;ncia e de adapta&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, psicol&oacute;gica e mental<sup>9</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As les&otilde;es resultantes da pr&aacute;tica do futsal e os riscos   elevados para o seu desenvolvimento t&ecirc;m sido objeto de interesse e preocupa&ccedil;&atilde;o   de profissionais da &aacute;rea da sa&uacute;de<sup>10,11</sup>. Afinal, na maioria dos casos   ela &eacute; incapacitante e determina o afastamento, por per&iacute;odos variados, dos   treinamentos e das competi&ccedil;&otilde;es, para que seja tratada de forma correta e   coerente<sup>6</sup>. No entanto, os dados encontrados na literatura sobre   les&otilde;es no futsal enfatizam o g&ecirc;nero masculino.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dessa forma, em virtude da predisposi&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es em atletas   de futsal, identific&aacute;-las no g&ecirc;nero feminino se torna importante para que se   possa planejar e implantar pr&aacute;ticas preventivas, a fim de amenizar o afastamento   da atleta por les&atilde;o. Em vista disto, o objetivo do presente estudo foi   identificar a preval&ecirc;ncia de les&otilde;es em atletas do futsal feminino brasileiro. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>METODOLOGIA</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foi realizado um estudo de car&aacute;ter quantitativo, descritivo e   delineamento transversal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A popula&ccedil;&atilde;o deste estudo correspondeu &agrave;s atletas de 11 equipes   que participaram da Liga Nacional de Futsal 2011, totalizando 147 atletas, com   idades entre 16 e 35 anos, que atuavam em equipes dos estados do Rio Grande do   Sul, Santa Catarina, S&atilde;o Paulo e Cear&aacute;. Os question&aacute;rios foram aplicados   durante a primeira fase da Liga Nacional de Futsal Feminino 2011, realizadas   nas cidades de Chapec&oacute;-SC e Ca&ccedil;ador-SC, no m&ecirc;s de abril de 2011. Primeiramente,   as pesquisadoras entraram em contato com os respons&aacute;veis pelas equipes solicitando   a autoriza&ccedil;&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es envolvidas. Ap&oacute;s, as pesquisadoras explicaram   sobre a proposta do estudo, como se daria a coleta e a preserva&ccedil;&atilde;o das   identidades dos sujeitos. As atletas que se disponibilizaram, assinaram o Termo   de Consentimento Livre e Esclarecido. Para atletas menores de 18 anos, a   assinatura do termo de consentimento foi feita pelos pais ou pelo respons&aacute;vel   legal da atleta. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o da pesquisa foram: estar vinculadas   &agrave;s equipes que disputaram o certame nacional; estar legalmente inscrita na   competi&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s da Confedera&ccedil;&atilde;o Brasileira de Futebol de Sal&atilde;o (CBFS);   estar presente na cidade sede do certame, indiferente de apresentar les&atilde;o ou   n&atilde;o; e aceitar participar voluntariamente do estudo proposto ap&oacute;s assinatura do   termo de consentimento. Foram exclu&iacute;das da pesquisa as atletas que responderam   menos de 75% do question&aacute;rio. Para tanto, dos 147   question&aacute;rios respondidos, 135 foram considerados v&aacute;lidos para a pesquisa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O instrumento utilizado foi um question&aacute;rio sobre preval&ecirc;ncia   de les&otilde;es adaptado de Silva e Zanon<sup>12</sup>, dividido em quest&otilde;es que   contemplavam a identifica&ccedil;&atilde;o da atleta, a caracteriza&ccedil;&atilde;o da pr&aacute;tica esportiva,   bem como a descri&ccedil;&atilde;o da les&atilde;o, conforme tipo, frequ&ecirc;ncia e localiza&ccedil;&atilde;o.   Analisaram-se vari&aacute;veis quanto &agrave; quantidade de treinamento, les&otilde;es apresentadas   durante toda a temporada 2010, com os respectivos segmentos corporais   acometidos, se a les&atilde;o ocorreu por contato direto ou sem contato, em qual   situa&ccedil;&atilde;o (jogo, treinamento f&iacute;sico ou treinamento t&eacute;cnico/t&aacute;tico), bem como o   tempo de afastamento decorrente de tal les&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Neste estudo, foi definido como les&atilde;o um comprometimento que   tenha apresentado no m&iacute;nimo uma das seguintes consequ&ecirc;ncias: redu&ccedil;&atilde;o da   quantidade ou do n&iacute;vel da atividade esportiva por pelo menos um dia, ou que   tenha necessitado de avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica ou tratamento<sup>13-16</sup>. A   gravidade da les&atilde;o foi determinada pelo tempo de afastamento da pr&aacute;tica   esportiva, sendo classificada em tr&ecirc;s categorias: leve (um a seis dias),   moderada (sete a 28 dias) e grave (mais de 28 dias de afastamento)<sup>17</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para an&aacute;lise dos dados obtidos foi realizada an&aacute;lise   estat&iacute;stica descritiva com frequ&ecirc;ncia (n) e percentual (%) do n&uacute;mero de les&otilde;es,   localiza&ccedil;&atilde;o, forma da les&atilde;o, situa&ccedil;&atilde;o em que ocorreu e gravidade. Para a associa&ccedil;&atilde;o   do acompanhamento de fisioterapeuta em treinos e competi&ccedil;&otilde;es com o n&uacute;mero de   les&otilde;es e a gravidade de les&otilde;es, foi utilizado o teste do Qui-quadrado, bem como   para associar o membro dominante da atleta com o hemicorpo da les&atilde;o. O n&iacute;vel de   signific&acirc;ncia adotado foi p &lt; 0,05.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este estudo foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em   Pesquisa da   Universidade Comunit&aacute;ria da Regi&atilde;o de Chapec&oacute; com protocolo de n&uacute;mero 284/10.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dentre as 135 atletas, a m&eacute;dia de idade foi de 21,2 anos (&plusmn;   4,0), &iacute;ndice de massa corporal (IMC) m&eacute;dio de 22kg/m&sup2; (&plusmn; 2,26), com valores que   variaram entre 18,1 e 27,3kg/m<sup>2</sup>. O tempo de pr&aacute;tica esportiva variou   entre um e 23 anos, com uma m&eacute;dia de 10,8 anos (&plusmn; 4,3). O n&uacute;mero m&eacute;dio de   competi&ccedil;&otilde;es disputado por cada atleta no ano de 2010 foi de 7,1 (&plusmn; 3,5).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A posi&ccedil;&atilde;o t&aacute;tica das atletas investigadas compreendeu: 23   goleiras, 25 fixas, 45 alas, 20 piv&ocirc;s, 13 fixas/alas e nove alas/piv&ocirc;s. Destas,   102 tinham como membro dominante o membro inferior direito, 23 o membro   inferior esquerdo, cinco ambidestras e cinco n&atilde;o responderam esta pergunta.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Das 135 atletas, 73 apresentaram algum tipo de les&atilde;o,   totalizando 54,1% da amostra investigada. Nessas atletas, foram registradas 104   les&otilde;es.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na <a href="#tab01">tabela 1</a> s&atilde;o apresentados os locais das les&otilde;es, conforme o   segmento corporal acometido, sendo o tornozelo, a coxa e o joelho os locais com   maior n&uacute;mero de les&atilde;o. Com isso, as les&otilde;es nos membros inferiores totalizaram   86,5% de todas as les&otilde;es.</font></p>     <p><a name="tab01" id="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbme/v18n3/a10tab01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na <a href="#tab02">tabela 2</a> s&atilde;o demonstradas as situa&ccedil;&otilde;es em que aconteceram   tais les&otilde;es, a forma e o tipo das mesmas. As les&otilde;es ocorreram com maior   incid&ecirc;ncia no treinamento t&eacute;cnico/t&aacute;tico, seguido do jogo e treinamento f&iacute;sico.   A forma da les&atilde;o sem contato foi a de maior ocorr&ecirc;ncia. O n&uacute;mero de primeiras les&otilde;es   prevaleceu em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s recidivas.</font></p>     <p><a name="tab02" id="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbme/v18n3/a10tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por&eacute;m, nas les&otilde;es de tornozelo (n = 30), 17 delas (56,7%)   foram recidivas, enquanto 13 les&otilde;es no tornozelo ocorreram pela primeira vez.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na <a href="#tab03">tabela 3</a> s&atilde;o expostas as les&otilde;es conforme sua gravidade,   sendo que as les&otilde;es moderadas (entre sete e 28 dias de afastamento) foram as   que prevaleceram, seguidas das les&otilde;es graves (&gt; 28 dias) e, por &uacute;ltimo, as   les&otilde;es leves (at&eacute; seis dias de afastamento).</font></p>     <p><a name="tab03" id="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rbme/v18n3/a10tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">N&atilde;o foi encontrada associa&ccedil;&atilde;o entre o acompanhamento de   fisioterapeuta em treinos e competi&ccedil;&otilde;es com o n&uacute;mero e a gravidade de les&otilde;es.   Tamb&eacute;m n&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas em   rela&ccedil;&atilde;o ao membro dominante da atleta com o hemicorpo da les&atilde;o (p &gt; 0,05). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O futsal &eacute; um esporte que apresenta caracter&iacute;sticas   semelhantes &agrave;s do futebol de campo<sup>1</sup>. A participa&ccedil;&atilde;o feminina neste   esporte nunca foi t&atilde;o expressiva quanto atualmente, o que criou uma realidade   pr&oacute;pria para que se encarem os altos padr&otilde;es f&iacute;sicos, t&eacute;cnicos e estrat&eacute;gicos   do esporte moderno. Desta maneira, esses padr&otilde;es invariavelmente predisp&otilde;em qualquer   atleta, indiferente do g&ecirc;nero, &agrave;s les&otilde;es<sup>8</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O alto n&iacute;vel das equipes e o grande n&uacute;mero de treinos, jogos,   competi&ccedil;&otilde;es e viagens exigem que o atleta esteja muito bem preparado. O   desgaste muscular no qual o atleta &eacute; submetido pode trazer grandes efeitos   desagrad&aacute;veis ao seu organismo, inclusive acarretando les&otilde;es que podem   afast&aacute;-lo, por determinado per&iacute;odo, de suas atividades desportivas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A principal caracter&iacute;stica do futsal &eacute; o dinamismo e com a exig&ecirc;ncia das cargas de treino e dos jogos, aumenta o   risco de ocorr&ecirc;ncia de les&otilde;es<sup>5,7</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao investigar as atletas do futsal feminino brasileiro, foram   registradas 73 atletas que apresentaram algum tipo de les&atilde;o no ano de 2010,   totalizando 54,1% da amostra investigada. Dados semelhantes s&atilde;o encontrados nos   estudos de Abrah&atilde;o <i>et.al.</i><sup>4</sup> com uma equipe de futsal masculino e de Jacobson e Tegner<sup>17</sup> na liga   sueca de futebol feminino. Em outras pesquisas, o n&uacute;mero de les&otilde;es atingiu uma   porcentagem maior<sup>15,18,19</sup>. O futebol feminino europeu, investigado durante uma temporada,   mostrou incid&ecirc;ncia mais baixa de les&otilde;es correspondendo a 41% da amostra<sup>20</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os membros inferiores foram os mais acometidos, totalizando   86,5% de todas as les&otilde;es, confirmando os achados da literatura quanto &agrave; alta   preval&ecirc;ncia de les&otilde;es nesses segmentos, no futebol e futsal<sup>6,15,17-23</sup>.   A despropor&ccedil;&atilde;o entre os segmentos corporais pode ser atribu&iacute;da &agrave; maior demanda   da extremidade inferior no esporte<sup>14</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto aos locais mais acometidos, houve predom&iacute;nio de les&otilde;es   no tornozelo, que tamb&eacute;m confirmou outros estudos j&aacute; realizados no futebol   feminino e futsal masculino<sup>4-6,11,14,18-20,23</sup>. A grande incid&ecirc;ncia   de les&otilde;es no joelho n&atilde;o &eacute; novidade, visto que a alta preval&ecirc;ncia de les&otilde;es   neste local tamb&eacute;m foi encontrada na literatura em geral<sup>6,11,14,15,17,19,20</sup>.   J&aacute; o alto n&uacute;mero de les&otilde;es musculares na coxa surpreendeu, sendo que a frequ&ecirc;ncia   foi semelhante ao n&uacute;mero de les&otilde;es no tornozelo e joelho. Uma grande incid&ecirc;ncia   de les&otilde;es na coxa foi encontrada no futebol feminino sueco<sup>15</sup> e   alem&atilde;o<sup>17</sup>. Tais achados podem ser atribu&iacute;dos &agrave; menor massa muscular   que a mulher apresenta em rela&ccedil;&atilde;o ao homem, tendo menos for&ccedil;a. A for&ccedil;a da   mulher &eacute; limitada principalmente pela sua reduzida taxa de testosterona e pela   presen&ccedil;a de horm&ocirc;nios reprodutivos<sup>8,24,25</sup>. Essas caracter&iacute;sticas   podem contribuir para a maior predisposi&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es nesse segmento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Levando em conta o n&uacute;mero de les&otilde;es no treinamento   t&eacute;cnico/t&aacute;tico e no treinamento f&iacute;sico, elas totalizaram 59,6% (n = 62) das les&otilde;es.   Le Gall <i>et.al</i>.<sup>18</sup> e Tegnander <i>et al</i>.<sup>22</sup> tiveram resultados semelhantes em seus estudos, com maior n&uacute;mero de les&otilde;es no   treinamento do que em jogos. Isso pode ser explicado pelo n&uacute;mero de treinamento   ser maior do que o n&uacute;mero de jogos durante toda a temporada. Por&eacute;m, em   contrapartida, Dantas e Silva<sup>5</sup> e Faude <i>et. al.</i><sup>15</sup> encontraram um n&uacute;mero maior   de les&otilde;es durante os jogos. Mesmo o n&uacute;mero de jogos sendo bem menor em rela&ccedil;&atilde;o   ao n&uacute;mero de treinos, a preval&ecirc;ncia de les&otilde;es em jogos foi alta (n = 42). Isso   pode ser explicado pela maior competitividade e agressividade dos jogos, pois,   &agrave; medida que aumenta o n&iacute;vel de competi&ccedil;&atilde;o, aumenta tamb&eacute;m o risco de les&atilde;o<sup>5,10</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave; forma de les&atilde;o, 51,9% (n = 54) ocorreram sem contato   e 46,1% (n = 48) por contato direto; duas atletas n&atilde;o relataram a forma como a   les&atilde;o ocorreu. Tais achados se op&otilde;em aos encontrados na literatura, nos quais a   maior parte das les&otilde;es ocorreu atrav&eacute;s do contato com outro jogador<sup>5,6,14,21,23,26,27</sup>.   Os padr&otilde;es de les&otilde;es em mulheres podem ser uma consequ&ecirc;ncia de fatores   estruturais, mec&acirc;nicos, neuromusculares ou a combina&ccedil;&atilde;o destes. Um contribuinte   em potencial pode ser referente &agrave; diferen&ccedil;a entre os g&ecirc;neros na estabilidade   articular a partir da tens&atilde;o muscular ativa (rigidez)<sup>25</sup>. Essa alta   taxa de incid&ecirc;ncia de les&otilde;es sem contato pode tamb&eacute;m ser um indicativo de que   as atletas tiveram uma prepara&ccedil;&atilde;o inadequada para a demanda de jogos e   competi&ccedil;&otilde;es que o calend&aacute;rio exigia<sup>14</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na pesquisa, 58,6% das atletas tiveram a les&atilde;o pela primeira   vez e 40,4% foram recidivas. Uma atleta n&atilde;o relatou o tipo de les&atilde;o. Tais   resultados s&atilde;o compat&iacute;veis com a literatura, a qual relata que o n&uacute;mero de les&otilde;es   por recidivas tamb&eacute;m &eacute; menor do que o da primeira les&atilde;o<sup>13,17,18</sup>. Independentemente dos   mecanismos, as les&otilde;es podem ocorrer sem haver hist&oacute;ria anterior de les&atilde;o   (primeira les&atilde;o), ou serem recidiva de les&atilde;o anterior, ou seja, existir uma   hist&oacute;ria passada de les&atilde;o nessa estrutura (pelo menos uma vez)<sup>9</sup>. Em   contrapartida, nas les&otilde;es de tornozelo relatadas no presente estudo, 17 delas   (56,7%) foram recidivas, resultado semelhante aos encontrados nos estudos de   S&ouml;derman <i>et al.</i><sup>20</sup>,   em que 56% das les&otilde;es de tornozelo foram re-les&otilde;es.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; gravidade das les&otilde;es, determinada pelo tempo de   afastamento da pr&aacute;tica esportiva, 55 (52,9%) foram les&otilde;es moderadas, 35 (33,7%)   graves, cinco (4,8%) leves e nove (8,6%) atletas n&atilde;o responderam o tempo de   afastamento. Observou-se alta taxa de les&otilde;es moderadas e graves. Resultado   similar foi registrado no futsal masculino holand&ecirc;s com 27% de les&otilde;es graves<sup>13</sup>.   Estudos realizados no futebol feminino corresponderam a um n&uacute;mero de les&otilde;es   graves menores do que os encontrados no futsal, com as les&otilde;es graves variando   entre seis e 15% de todas as les&otilde;es<sup>15,18-20,23</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por ser um estudo retrospectivo, acredita-se   que muitas les&otilde;es leves e moderadas n&atilde;o tenham sido descritas, pois n&atilde;o   interferiram muito no processo de treinos e jogos da atleta, e, por tal motivo,   n&atilde;o tenham sido lembradas pelas mesmas. Junge e Dvorak<sup>28</sup> sugerem a realiza&ccedil;&atilde;o de estudos prospectivos   justificando que quanto mais curto o per&iacute;odo dos sintomas e h&aacute; mais tempo ocorreu a les&atilde;o, mais f&aacute;cil de o epis&oacute;dio ser esquecido. Outra forma de registrar e evitar o esquecimento das   les&otilde;es tamb&eacute;m pode ser obtido atrav&eacute;s do uso de di&aacute;rio de registro para as atletas, e/ou ainda com o uso de filmagem dos   treinos e competi&ccedil;&otilde;es. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mesmo que os locais de les&otilde;es, as situa&ccedil;&otilde;es em que ocorrem e   os mecanismos difiram em algumas popula&ccedil;&otilde;es investigadas, &eacute; consenso na   literatura que estrat&eacute;gias de preven&ccedil;&atilde;o s&atilde;o a melhor forma de minimizar a   incid&ecirc;ncia de les&otilde;es<sup>10,14,15,18,21,23,29</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As atletas do futsal feminino brasileiro apresentam grande   preval&ecirc;ncia de les&otilde;es, principalmente no tornozelo, coxa e joelho, sendo que a   maioria delas ocorre nos treinamentos. Les&otilde;es que acontecem sem contato com   outro advers&aacute;rio prevaleceram em rela&ccedil;&atilde;o aos traumas com contato, fato que se   op&otilde;e aos demais achados da literatura. O n&uacute;mero de primeiras les&otilde;es foi maior   em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s recidivas e, quanto &agrave; gravidade, prevaleceram as les&otilde;es   moderadas. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para minimizar o n&uacute;mero de les&otilde;es, observa-se a necessidade de   se implantar estrat&eacute;gias espec&iacute;ficas de preven&ccedil;&atilde;o, enfatizando os segmentos do   tornozelo, joelho e coxa, uma vez que os resultados obtidos mostraram que as   atletas do futsal feminino brasileiro apresentaram grande preval&ecirc;ncia de les&otilde;es   nesses segmentos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave; alta taxa de les&otilde;es musculares na coxa, sugere-se a   realiza&ccedil;&atilde;o de estudos que abordem as retra&ccedil;&otilde;es musculares, especialmente da   musculatura adutora de quadril, isquiotibiais e quadr&iacute;ceps femoral para   analisar e verificar a rela&ccedil;&atilde;o com o &iacute;ndice de les&otilde;es. Outro item que pode ser   investigado &eacute; a rela&ccedil;&atilde;o do alongamento muscular e o treinamento de for&ccedil;a na   pr&aacute;tica esportiva <i>versus</i> les&otilde;es musculares.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s les&otilde;es sem contato, s&atilde;o necess&aacute;rias informa&ccedil;&otilde;es   mais espec&iacute;ficas acerca do mecanismo de les&atilde;o, para que sejam criados m&eacute;todos   preventivos direcionados e eficazes.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Triques,   PD. A pr&aacute;tica precoce do futsal por crian&ccedil;as em situa&ccedil;&atilde;o de treinamento. Rev   Saberes e Fazeres Educativos 2005;4:33-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1517-8692201200030001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Rezer   R, Saad MA. Futebol e Futsal: possibilidades e limita&ccedil;&otilde;es da pr&aacute;tica pedag&oacute;gica   em escolinhas. Chapec&oacute;: Argos, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1517-8692201200030001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Confedera&ccedil;&atilde;o   Brasileira de Futebol de Sal&atilde;o. <a href="http://www.futsaldobrasil.com.br/2009/cbfs/origem.php" target="_blank">http://www.futsaldobrasil.com.br/2009/cbfs/origem.php</a>.   (acesso em: 10 de junho de 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1517-8692201200030001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Abrah&atilde;o   GS, Caixeta LF, Barbosa LR, Siqueira DP, Carvalho LC, Matheus JP. Incid&ecirc;ncia   das les&otilde;es ortop&eacute;dicas por segmento anat&ocirc;mico associado &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o da   frequ&ecirc;ncia e intensidade da dor em uma equipe de futebol amador. BRJB 2009;3:152-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1517-8692201200030001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Dantas   JA, Silva MR. Frequ&ecirc;ncia das les&otilde;es nos membros inferiores no futsal   profissional. Rev Fac Ci Sa&uacute;de 2007;4:220-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1517-8692201200030001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Kurata DM, Junior JM, Nowotny JP. Incid&ecirc;ncia de Les&otilde;es em   Atletas Praticantes de Futsal. Inicia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica CESUMAR 2007;9:45-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1517-8692201200030001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Moreira   D, Godoy JR, Braz RG, Machado GF, Santos HF. Abordagem cinesiol&oacute;gica do chute   no futsal e suas implica&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas. R Bras Ci e Mov 2004;12:81-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1517-8692201200030001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Sim&otilde;es   AC. Mulher e Esporte: mitos e verdades. S&atilde;o Paulo: Manole, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1517-8692201200030001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Oliveira   R. Les&otilde;es nos Jovens Atletas: conhecimento dos fatores de risco para melhor   prevenir. Revista Portuguesa de Fisioterapia no Desporto 2007;13:33-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1517-8692201200030001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Brito   J, Soares J, Rebelo NA. Preven&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es do ligamento cruzado anterior em   futebolistas. Rev Bras Med Esporte 2009;15:62-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1517-8692201200030001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Ribeiro   CZ, Akashi PM, Sacco IC, Pedrinelli A. Rela&ccedil;&atilde;o entre altera&ccedil;&otilde;es posturais e   les&otilde;es do aparelho locomotor em atletas de futebol de sal&atilde;o. Rev Bras Med   Esporte 2003;9:91-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1517-8692201200030001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Silva   MR, Zanon CS. Avalia&ccedil;&atilde;o postural de jogadores de futebol de sal&atilde;o. 2001.   Monografia (P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Fisioterapia em Ortopedia e Traumatologia). ACE,   Joinville, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1517-8692201200030001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Van   Hespen A, Stege JP, Stubbe JH. Soccer and futsal injuries in the netherlands. Br J Sports   Med 2011;45:330.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1517-8692201200030001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Ribeiro   RN, Costa, LO. An&aacute;lise Epidemiol&oacute;gica de Les&otilde;es no Futebol de Sal&atilde;o Durante o   XV Campeonato Brasileiro de Sele&ccedil;&otilde;es Sub 20. Rev Bras Med Esporte 2006;12:1-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1517-8692201200030001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Faude O,   Junge A,   Kindermann W,   Dvorak J.   Injuries in female soccer players: a prospective study in the German national   league. Am J Sports   Med 2005;33:1694-700.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1517-8692201200030001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. S&ouml;derman K, Alfredson H, Pietil&auml; T, Werner S.   Risk factors for leg injuries in female soccer players: a prospective   investigation during one out-door season. Knee Surg   Sports Traumatol Arthrosc 2001;9:313-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1517-8692201200030001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Jacobson I, Tegner Y.   Injuries among Swedish female elite football players: a prospective population   study. Scand J Med   Sci Sports 2007;17:84-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1517-8692201200030001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Le Gall F,   Carling C,   Reilly T.   Injuries in young elite female soccer players: an 8-season prospective study. Am J Sports   Med 2008;36:276-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1517-8692201200030001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Engstr&ouml;m B, Johansson C, Tornkvist H. Soccer injuries among elite   female players. Am J Sports Med 1991;19:372-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1517-8692201200030001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. S&ouml;derman K,   Adolphson J,   Lorentzon R,   Alfredson H.   Injuries in adolescent female players in European football: a   prospective study over one outdoor soccer season Scand J Med   Sci Sports 2001;11:299-304.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1517-8692201200030001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. <cite>Junge A, Dvorak J. </cite>Injury risk of   playing football in Futsal World Cups. <cite>Br     J Sports Med</cite> 2010;44:1089-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1517-8692201200030001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Tegnander A,   Olsen OE,   Moholdt TT,   Engebretsen   L, Bahr R.   Injuries in Norwegian female elite soccer: a prospective one-season cohort   study. Knee Surg   Sports Traumatol Arthrosc   2008;16:194-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1517-8692201200030001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Junge A, Dvorak J. Injuries in female football players in top-level   international tournaments. Br J Sports Med 2007;41(Suppl I):i3-i7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1517-8692201200030001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. Weineck   J. Biologia do Esporte. S&atilde;o Paulo: Manole, 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1517-8692201200030001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. Andrews JR, Harrelson GL, Wilk KE. Reabilita&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica do   atleta. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1517-8692201200030001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26. Bortoli   R, Bortoli AL, M&aacute;rquez S. Incidencia causas y prevenci&oacute;n de lesiones deportivas   en el futbol sala. Arch Med   Deporte 2001;18:205-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1517-8692201200030001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">27. Hoy   K, Lindblad BE, Terkelsen CJ,   Helleland HE,   Terkelsen CJ.   European soccer injuries. A prospective epidemiologic and socioeconomic study. Am J Sports   Med 1992;20:318-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1517-8692201200030001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">28. Junge A, Dvorak J. Influence   of definition and data collection on the incidence of injuries in football. Am   J Sports Med 2000;28:S40-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1517-8692201200030001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">29. Hagglund   M, Walden M, Ekstrand J. Injuries among male and female elite football players.   Scand J Med   Sci Sports 2009;19:819-27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1517-8692201200030001000029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="end"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rbme/v18n3/seta.jpg" border="0"></a> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Correspond&ecirc;ncia:</b><br />   M&aacute;rcia Regina da Silva    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Caixa Postal: 412    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">89801-973 &#150; Chapec&oacute;, SC<br />     E-mail: <a href="mailto:marciaf@unochapeco.edu.br">marciaf@unochapeco.edu.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Todos os autores declararam n&atilde;o haver qualquer potencial conflito   de interesses referente a este artigo.</font></p>      ]]></body><back>
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