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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito de diferentes intervalos de recuperação entre as séries sobre o desempenho muscular no exercício leg-press em idosas não treinadas]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: To assess the influence of two different rest intervals (RI) between sets in the leg-press exercise on the number and sustainability of repetitions and total volume in untrained elderly women. METHODS: Eleven untrained elderly women (66.5 ± 5.0 years; 59.2 ± 9.1 kg; 146.4 ± 34.9 cm) were submitted to two experimental sessions of resistance exercise with intensity of 15 maximum repetitions. Each experimental session consisted of three sets performed until muscle fatigue with an RI of one (RI-1) or 3 minutes (RI-3). The experimental sessions were separated by at least 48 hours. All participants performed both protocols and a balanced cross-over outlining was used to determine the experimental sessions order. RESULTS: For both RI between sets, significant reduction (P < 0.05) in the number and sustainability of repetitions was observed from the first to the second and third sets, and the second to the third sets. Significant differences (P < 0.05) between the RI were observed in the two final sets. The total volume of the session with RI-3 was statistically higher (20.4%, P < 0.05) when compared with RI-1 session. CONCLUSION: The number and sustainability of repetitions and the total volume of training in untrained elderly women are influenced by the RI employed between sets. Longer RI should be used when the training goal is to increase training volume through the sustainability of repetitions. Conversely, a shorter RI should be used when the goal is to obtain higher levels of muscle fatigue.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO ORIGINAL     <br>   CL&Iacute;NICA M&Eacute;DICA DO EXERC&Iacute;CIO E DO ESPORTE</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <a name="enda"></a><b>Efeito de diferentes intervalos de recupera&ccedil;&atilde;o entre as s&eacute;ries sobre o desempenho muscular no exerc&iacute;cio <i>leg-press</i> em idosas n&atilde;o treinadas</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Jos&eacute; Claudio Jambassi Filho;  Andr&eacute; Luiz Demantova Gurj&atilde;o;  Mar&iacute;lia Ceccato;  Raquel Gon&ccedil;alves;  Luiza Herm&iacute;nia Gallo;  Sebasti&atilde;o Gobbi</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">UNESP - Univ Estadual Paulista, Instituto de Bioci&ecirc;ncias, DEF, Laborat&oacute;rio de Atividade F&iacute;sica e Envelhecimento (LAFE) Rio Claro/SP - Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <a href="#end">Correspond&ecirc;ncia </a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>OBJETIVO:</b>  Verificar a influ&ecirc;ncia de dois diferentes intervalos de recupera&ccedil;&atilde;o (IR) entre as s&eacute;ries no exerc&iacute;cio <i>leg-press</i> sobre o n&uacute;mero e sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es e no volume total, em idosas n&atilde;o treinadas.     <br>   <b>M&Eacute;TODOS:</b>  Onze idosas (66,5 ± 5,0 anos; 59,2 ± 9,1kg; 146,4 ± 34,9cm) foram submetidas a duas sess&otilde;es experimentais de exerc&iacute;cios com pesos com intensidade de 15 repeti&ccedil;&otilde;es m&aacute;ximas. Cada sess&atilde;o experimental foi composta por tr&ecirc;s s&eacute;ries realizadas at&eacute; a fadiga muscular utilizando IR de um (IR-1) ou tr&ecirc;s minutos (IR-3). As sess&otilde;es experimentais foram separadas por, no m&iacute;nimo, 48 horas. Todas as participantes realizaram ambos os protocolos e um delineamento cross-over balanceado foi utilizado para determinar a ordem das sess&otilde;es experimentais.     <br>   <b>RESULTADOS:</b>  Para ambos os IR entre as s&eacute;ries, redu&ccedil;&otilde;es significativas (<i>P</i> &lt; 0,05) no n&uacute;mero e na sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es foram observadas da primeira para a segunda e terceira s&eacute;ries e da segunda para a terceira s&eacute;ries. Diferen&ccedil;as significativas (<i>P</i> &lt; 0,05) entre os IR foram observadas nas duas s&eacute;ries finais. O volume total da sess&atilde;o realizada com IR-3 foi estatisticamente superior (20,4%; <i>P</i> &lt; 0,05) quando comparada a sess&atilde;o IR-1.     <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b>  O n&uacute;mero e a sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es e o volume total de treino de idosas n&atilde;o treinadas s&atilde;o influenciados pelo IR empregado entre as s&eacute;ries. Maiores IR devem ser utilizados quando a finalidade for otimizar o volume de treino por meio da sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es. Em contrapartida, menores IR devem ser utilizados quando a meta for obter maiores n&iacute;veis de fadiga muscular. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-chave:</b>  envelhecimento, exerc&iacute;cio resistido, fadiga muscular, resist&ecirc;ncia muscular. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A realiza&ccedil;&atilde;o de exerc&iacute;cios com pesos (EP) &eacute; uma estrat&eacute;gia segura e eficaz para a manuten&ccedil;&atilde;o e o desenvolvimento de diferentes express&otilde;es da for&ccedil;a muscular de adultos idosos, bem como um importante contribuinte para a melhora da funcionalidade e manuten&ccedil;&atilde;o da independ&ecirc;ncia<sup>1,2</sup>. Para alcan&ccedil;ar estes benef&iacute;cios, diferentes vari&aacute;veis devem ser consideradas na prescri&ccedil;&atilde;o de EP, tais como: intensidade, volume, frequ&ecirc;ncia semanal, velocidade de contra&ccedil;&atilde;o, ordem dos exerc&iacute;cios e dura&ccedil;&atilde;o do intervalo de recupera&ccedil;&atilde;o (IR) entre as s&eacute;ries e exerc&iacute;cios<sup>3</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diferentes estudos t&ecirc;m demonstrado que a dura&ccedil;&atilde;o do IR entre as s&eacute;ries afeta significativamente as respostas metab&oacute;licas, hormonais e da for&ccedil;a muscular<sup>4-7</sup>. Al&eacute;m disso, quando s&eacute;ries m&uacute;ltiplas s&atilde;o realizadas at&eacute; a fadiga muscular, sem altera&ccedil;&otilde;es da intensidade absoluta, a dura&ccedil;&atilde;o do IR entre as s&eacute;ries tem influ&ecirc;ncia significativa no n&uacute;mero de repeti&ccedil;&otilde;es (NR) das s&eacute;ries subsequentes<sup>8-11</sup>. Ao considerar que o NR realizado em cada s&eacute;rie &eacute; um dos componentes do volume total de  treino, a manipula&ccedil;&atilde;o do IR pode ser uma das estrat&eacute;gias quando se prioriza treinos com maiores volumes por meio do NR. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em adultos idosos, diferentes estudos t&ecirc;m empregado exerc&iacute;cios isocin&eacute;ticos na tentativa de compreender o efeito de diferentes IR no desempenho muscular das s&eacute;ries subsequentes<sup>12-14</sup>. Embora os resultados destes estudos apresentem importantes informa&ccedil;&otilde;es a respeito das altera&ccedil;&otilde;es da for&ccedil;a e da pot&ecirc;ncia muscular em s&eacute;ries m&uacute;ltiplas, esses achados n&atilde;o podem ser aplicados para exerc&iacute;cios isoinerciais, os quais s&atilde;o amplamente prescritos com diferentes objetivos para adultos idosos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em exerc&iacute;cios isoinerciais, Jambassi Filho <i>et al.</i> <sup>15</sup> investigaram o efeito de dois diferentes IR (90 <i>versus</i> 180 segundos) entre as s&eacute;ries no desempenho muscular (NR e volume total) dos flexores de cotovelo em idosas treinadas. Os achados mostraram que nenhum dos IR adotados foi suficiente para promover a sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es nas s&eacute;ries subsequentes. No entanto, similar ao verificado em adultos jovens, o IR mais longo proporcionou um volume total significativamente maior em compara&ccedil;&atilde;o ao IR mais curto. Embora este estudo auxilie na compreens&atilde;o do efeito de diferentes IR entre s&eacute;ries no desempenho muscular de idosas, tais resultados n&atilde;o podem ser extrapolados para o desempenho de membros inferiores devido a poss&iacute;veis diferen&ccedil;as no processo de envelhecimento do sistema neuromuscular entre membros<sup>16</sup>. Em adi&ccedil;&atilde;o, Willardson e Burkett<sup>17</sup> t&ecirc;m demonstrado, em adultos jovens, respostas diferenciadas na sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es de membros superiores e inferiores ao empregar o mesmo IR entre s&eacute;ries. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m disso, outros fatores tamb&eacute;m podem influenciar o desempenho muscular por meio da manipula&ccedil;&atilde;o do IR entre as s&eacute;ries, tais como: composi&ccedil;&atilde;o das fibras musculares, magnitude da carga levantada, recupera&ccedil;&atilde;o ativa ou passiva, ordem dos exerc&iacute;cios, hist&oacute;rico e <i>status</i> de treinamento<sup>18</sup>. Neste sentido, torna-se necess&aacute;rio avaliar a rela&ccedil;&atilde;o entre o IR e o desempenho muscular de membros inferiores de idosas quando utilizadas cargas delineadas para o desenvolvimento da resist&ecirc;ncia muscular. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Assim, o objetivo do presente estudo foi verificar a influ&ecirc;ncia de dois diferentes IR (um e tr&ecirc;s minutos) entre as s&eacute;ries, no n&uacute;mero e na sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es e no volume total no exerc&iacute;cio <i>leg-press</i> , em idosas n&atilde;o treinadas. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>MATERIAIS E M&Eacute;TODOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Delineamento experimental</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Durante o per&iacute;odo experimental do estudo, cada participante compareceu ao laborat&oacute;rio por cinco ocasi&otilde;es diferentes (intervaladas por, no m&iacute;nimo, 48 horas) e foram instru&iacute;das a n&atilde;o realizarem qualquer atividade f&iacute;sica intensa. O objetivo das tr&ecirc;s primeiras visitas foi determinar as cargas absolutas referentes a 15 repeti&ccedil;&otilde;es m&aacute;ximas (RM). Nas duas visitas subsequentes, as sess&otilde;es experimentais foram conduzidas adotando-se IR de um minuto (IR-1) ou IR de tr&ecirc;s minutos (IR-3). Todas as participantes realizaram ambos os protocolos e um delineamento <i>cross-over</i> balanceado foi utilizado para determinar a ordem das sess&otilde;es experimentais. Com o objetivo de minimizar as influ&ecirc;ncias das varia&ccedil;&otilde;es circadianas na for&ccedil;a muscular, as participantes realizaram todas as sess&otilde;es no mesmo hor&aacute;rio. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Sujeitos</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As participantes da comunidade local foram recrutadas por meio de convite em locais p&uacute;blicos, divulga&ccedil;&atilde;o em jornais escritos, radiodifus&atilde;o e indica&ccedil;&atilde;o pessoal de idosos de um programa de EP. Atenderam inicialmente o convite 12 mulheres idosas. Por raz&otilde;es n&atilde;o relacionadas com a interven&ccedil;&atilde;o, uma participante n&atilde;o completou o protocolo de avalia&ccedil;&otilde;es. Desta forma, o presente estudo foi conclu&iacute;do com 11 mulheres idosas (66,5 ± 5,0 anos; 59,2 ± 9,1kg; 146,4 ± 34,9cm). Como crit&eacute;rio de inclus&atilde;o, as participantes deveriam: a) ter idade igual ou superior a 60 anos; b) n&atilde;o apresentar contraindica&ccedil;&otilde;es absolutas de ordem cardiovascular, muscular, articular ou &oacute;ssea dos membros inferiores ou neurol&oacute;gica para a realiza&ccedil;&atilde;o de EP; c) n&atilde;o terem participado regularmente de nenhum programa de treinamento com pesos ao longo dos &uacute;ltimos seis meses precedentes ao in&iacute;cio do experimento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s receberem informa&ccedil;&otilde;es sobre as finalidades do estudo e os procedimentos aos quais seriam submetidas e concordarem em participar do estudo, as participantes assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. O estudo foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica da Universidade Estadual Paulista, de acordo com as normas da Resolu&ccedil;&atilde;o 196/96 do Conselho Nacional de Sa&uacute;de sobre pesquisa envolvendo seres humanos (protocolo n&uacute;mero 7090). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Teste de repeti&ccedil;&otilde;es m&aacute;ximas (15 RM)</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Previamente ao in&iacute;cio da determina&ccedil;&atilde;o das cargas, todas as participantes realizaram duas semanas de familiariza&ccedil;&atilde;o ao teste de RM. As participantes foram avaliadas em um aparelho <i>leg-press</i> horizontal (Righetto Fitness Equipment). O &acirc;ngulo do joelho foi ajustado em 90º e o do quadril em 110º. As pernas foram posicionadas paralelamente com pequeno afastamento lateral e os p&eacute;s apoiados na plataforma. Os bra&ccedil;os foram posicionados paralelamente ao tronco, com as m&atilde;os na barra de apoio fixada no assento. A posi&ccedil;&atilde;o inicial de todas as participantes foi registrada e empregada nas sess&otilde;es experimentais. Inicialmente, uma s&eacute;rie de 10 repeti&ccedil;&otilde;es com 50% da carga prevista para 15 RM foi realizada como aquecimento pr&eacute;vio. Ap&oacute;s 30 segundos, as participantes foram orientadas a realizar o maior NR poss&iacute;vel com a carga determinada pelo avaliador. Caso fosse executado um NR inferior ou superior a 15 RM, altera&ccedil;&otilde;es de um quilograma foram realizadas a cada duas repeti&ccedil;&otilde;es fora da zona alvo. Durante os testes, foram realizadas, no m&aacute;ximo, tr&ecirc;s tentativas por sess&atilde;o, com IR de 10 minutos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Visando reduzir erros durante os testes, a execu&ccedil;&atilde;o do exerc&iacute;cio foi monitorada pelos pesquisadores do estudo, sendo computadas apenas as repeti&ccedil;&otilde;es executadas com total amplitude do movimento. N&atilde;o foram permitidas pausas entre as fases conc&ecirc;ntricas e exc&ecirc;ntricas do movimento ou entre as repeti&ccedil;&otilde;es. Adicionalmente, est&iacute;mulos verbais foram realizados a fim de manter a motiva&ccedil;&atilde;o das participantes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Sess&otilde;es experimentais</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Previamente &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de ambas as sess&otilde;es experimentais, todas as participantes realizaram aquecimento que consistiu de uma s&eacute;rie de 10 repeti&ccedil;&otilde;es com 50% de 15 RM. Ap&oacute;s 30 segundos foi iniciada a primeira s&eacute;rie do exerc&iacute;cio. Em cada sess&atilde;o experimental, tr&ecirc;s s&eacute;ries at&eacute; a fadiga muscular conc&ecirc;ntrica foram realizadas com a carga absoluta de 15 RM. O NR realizado em cada s&eacute;rie foi registrado. A seguinte equa&ccedil;&atilde;o foi empregada para verificar a varia&ccedil;&atilde;o percentual do NR da primeira s&eacute;rie em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; zona alvo (15 RM): </font>&#916;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">% = &#91;(NR da 1ª s&eacute;rie x 100) /15&#93;. Com o intuito de calcular o percentual de manuten&ccedil;&atilde;o do NR em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; primeira s&eacute;rie, a seguinte equa&ccedil;&atilde;o foi empregada: sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es (%) = &#91;(NR da 2ª s&eacute;rie ou 3ª s&eacute;rie x 100) /NR da 1ª s&eacute;rie&#93;. O volume total de cada sess&atilde;o experimental foi calculado pela soma do NR das tr&ecirc;s s&eacute;ries, multiplicado pela carga absoluta em quilogramas (</font>&#931;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> repeti&ccedil;&otilde;es x carga). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As participantes foram instru&iacute;das a executarem cada repeti&ccedil;&atilde;o em aproximadamente um segundo na fase conc&ecirc;ntrica e em dois segundos na fase exc&ecirc;ntrica. O tempo total da execu&ccedil;&atilde;o das repeti&ccedil;&otilde;es (TTER) de cada s&eacute;rie, definida com o in&iacute;cio da primeira repeti&ccedil;&atilde;o at&eacute; o ponto da fadiga muscular, foi registrado manualmente por um cron&ocirc;metro digital<sup>19</sup>. O tempo sob tens&atilde;o das musculaturas envolvidas no exerc&iacute;cio <i>leg-press</i> foi definido como a somat&oacute;ria do TTER das tr&ecirc;s s&eacute;ries. Com objetivo de obter o tempo m&eacute;dio de cada repeti&ccedil;&atilde;o por s&eacute;rie, o TTER de cada s&eacute;rie foi dividido pelo NR realizado da respectiva s&eacute;rie (s.R<sup>-1</sup>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Procedimentos estat&iacute;sticos</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Posterior &agrave; confirma&ccedil;&atilde;o da distribui&ccedil;&atilde;o normal (teste de Shapiro Wilk) e hemogeneidade (teste de Levene) dos dados, procedimentos descritivos (m&eacute;dia ± desvio padr&atilde;o da m&eacute;dia) foram utilizados. A ANOVA two-way para medidas repetidas no segundo fator, foi empregada para as compara&ccedil;&otilde;es entre as diferentes condi&ccedil;&otilde;es (IR-1 e IR-3) e momentos (primeira, segunda e terceira s&eacute;ries - para o NR, sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es, TTER de cada s&eacute;rie e TTER/NR). O teste post hoc de Fischer para compara&ccedil;&otilde;es m&uacute;ltiplas, foi empregado para a identifica&ccedil;&atilde;o das diferen&ccedil;as espec&iacute;ficas nas vari&aacute;veis em que a ANO-VA mostrou diferen&ccedil;a significante. O tamanho do efeito (hp<sup>2</sup>) para os efeitos principais (condi&ccedil;&otilde;es x momentos) e intera&ccedil;&otilde;es (condi&ccedil;&otilde;es x momentos) tamb&eacute;m foi calculado. O teste <i>t</i> de Student para amostras dependentes foi utilizado para comparar o NR das sess&otilde;es de teste-reteste, volume total e o somat&oacute;rio das tr&ecirc;s s&eacute;ries para NR, TTER e TTER/NR entre as sess&otilde;es experimentais (IR-1 e IR-3). Em adi&ccedil;&atilde;o, o coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o intraclasse (ICC) foi utilizado para avaliar a confiabilidade no teste-reteste de 15 RM. O n&iacute;vel de signific&acirc;ncia adotado para todas as an&aacute;lises foi de <i>P</i> &lt; 0,05. Os procedimentos estat&iacute;sticos foram realizados no programa Statistica<sup>TM</sup>, vers&atilde;o 7.0. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>RESULTADOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O ICC (R) para o teste de 15 RM foi de 0,89 (IC 95%; 0,67 - 0,97). Em adi&ccedil;&atilde;o, diferen&ccedil;as significativas n&atilde;o foram observadas (P = 0,6) entre  o NR realizado nas sess&otilde;es teste-reteste. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados para o NR, TTER, TTER/NR por s&eacute;rie e o total de cada vari&aacute;vel para os diferentes IR s&atilde;o mostrados na <a href="#tab1">tabela 1</a>. Foram observadas intera&ccedil;&otilde;es condi&ccedil;&atilde;o x momento significativas (<i>P</i> &lt; 0,05) para o NR (F<sub>(1,10)</sub> = 11,8; h<sub>p</sub><sup>2</sup> = 0,37) e TTER (F<sub>(1,10)</sub> = 8,13; h<sub>p</sub><sup>2</sup> = 0,29). Para o TTER/NR, somente o efeito principal de momento significativo (F<sub>(1,10)</sub> = 3,73; h<sub>p</sub><sup>2</sup> = 0,16) foi observado. Para ambos os IR, o NR reduziu significativamente (<i>P</i> &lt; 0,05) da primeira para a segunda e terceira s&eacute;ries quando comparadas &agrave; primeira. Os IR-1 e IR-3 tamb&eacute;m demonstraram redu&ccedil;&otilde;es significativas (<i>P</i> &lt; 0,05) no NR da segunda para a terceira s&eacute;ries. Diferen&ccedil;as significativas (<i>P</i> &lt; 0,05) entre os IR foram observadas nas duas s&eacute;ries finais, proporcionando um NR total significativamente maior (19,9%; <i>P</i> &lt; 0,05) para o IR-3 em compara&ccedil;&atilde;o ao IR-1. Comportamento similar foi verificado para o TTER para as duas s&eacute;ries subsequentes; entretanto, diferen&ccedil;as significativas (<i>P</i> &lt; 0,05) entre os IR foram observadas somente na segunda s&eacute;rie. O tempo total sob tens&atilde;o foi significativamente maior para o IR-3 (17,8%; <i>P</i> &lt; 0,05) em compara&ccedil;&atilde;o ao IR-1. Somente o IR-1 apresentou aumento significativo (<i>P</i> &lt; 0,05) para o tempo m&eacute;dio das repeti&ccedil;&otilde;es (TTER/NR) na segunda e terceira s&eacute;ries em compara&ccedil;&atilde;o &agrave; primeira, sem diferen&ccedil;as significativas (P &gt; 0,05) entre os IR. </font></p>     <p><a name="tab1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbme/v18n4/a01tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es, efeitos principais de condi&ccedil;&atilde;o (F<sub>(1,10)</sub> = 20,43; hp<sup>2</sup> = 0,50), momento (F<sub>(1,10)</sub> = 204,04; hp<sup>2</sup> = 0,91) e intera&ccedil;&atilde;o condi&ccedil;&atilde;o x momento (F<sub>(1,10)</sub> = 9,27; hp<sup>2</sup> = 0,32) significativos (<i>P</i> &lt; 0,05) foram verificados (<a href="#fig1">figura 1</a>). Ambos os IR apresentaram redu&ccedil;&otilde;es significativas (<i>P</i> &lt; 0,05) na sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es da primeira para a segunda e terceira s&eacute;ries e da segunda para a terceira s&eacute;rie. Entretanto, sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es significativamente maior (<i>P</i> &lt; 0,05) foi observada na segunda e terceira s&eacute;ries quando a sess&atilde;o experimental foi realizada com IR-3. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbme/v18n4/a01fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O volume total de cada sess&atilde;o experimental &eacute; apresentado na <a href="#fig2">figura 2</a>. A sess&atilde;o experimental realizada com o IR-3 apresentou volume total significativamente superior (20,4%; <i>P</i> &lt; 0,01) em compara&ccedil;&atilde;o ao IR-1. </font></p>     <p><a name="fig2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbme/v18n4/a01fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O objetivo do presente estudo foi analisar o comportamento do n&uacute;mero e da sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es e do volume total no exerc&iacute;cio <i>leg-press</i> em sess&otilde;es realizadas utilizando diferentes IR entre as s&eacute;ries (um e tr&ecirc;s minutos). Independente do IR adotado, as participantes n&atilde;o conseguiram manter o n&uacute;mero e a sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; primeira s&eacute;rie (<a href="#tab1">tabela 1</a> e <a href="#fig1">figura 1</a>, respectivamente). Contudo, a sess&atilde;o realizada com IR-3 apresentou NR total (<a href="#tab1">tabela 1</a>), a sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es (<a href="#fig1">figura 1</a>) e o volume total (<a href="#fig2">figura 2</a>) maiores quando comparado &agrave; sess&atilde;o realizada com IR-1. O tempo m&eacute;dio das repeti&ccedil;&otilde;es aumentou significativamente nas s&eacute;ries subsequentes quando empregado o IR-1. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Estes achados s&atilde;o similares aos descritos por outros estudos realizados em adultos jovens. Willardson e Burkett<sup>20</sup> demonstraram que  o emprego de IR mais longos acarreta em maior sustentabilidade no NR em compara&ccedil;&atilde;o aos IR mais curtos. A maior sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es entre as s&eacute;ries levou ao aumento significativo do volume de treino. Esse comportamento tamb&eacute;m foi observado nas idosas n&atilde;o treinadas do presente estudo. Os resultados indicam que, similar aos adultos jovens, o emprego de IR mais longos pode ser uma estrat&eacute;gia para promover aumento do volume de treino de idosas n&atilde;o treinadas sem a necessidade de altera&ccedil;&otilde;es na intensidade absoluta ou no n&uacute;mero de s&eacute;ries. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em exerc&iacute;cios isocin&eacute;ticos, alguns estudos realizados com adultos idosos t&ecirc;m verificado diferen&ccedil;as no desempenho muscular nas s&eacute;ries subsequentes quando diferentes IR s&atilde;o utilizados<sup>12-14</sup>. Bottaro <i>et al</i>. <sup>12</sup>, por exemplo, compararam diferentes IR (um e dois minutos) sobre o pico de torque (PT) e trabalho total (TT) em idosos n&atilde;o treinados. Tr&ecirc;s s&eacute;ries de 10 repeti&ccedil;&otilde;es foram realizadas com velocidade angular de 60º&#183;s<sup>-1</sup> na extens&atilde;o de joelhos. Decl&iacute;nios significativos (10,6%) no PT ocorreram entre a primeira e a terceira s&eacute;ries somente quando o IR-1 foi utilizado. Na terceira s&eacute;rie, o TT foi significativamente menor para  o IR-1 quando comparado com o IR-2. Corroborando estes achados, Theou <i>et al.</i> <sup>14</sup> verificaram o efeito de diferentes IR (15, 30 e 60 segundos) no PT em idosas treinadas. Foram realizadas tr&ecirc;s s&eacute;ries de oito RM, com velocidade angular de 60º&#183;s<sup>-1</sup> na extens&atilde;o e na flex&atilde;o de joelho. Na extens&atilde;o de joelho, decl&iacute;nios significativos na m&eacute;dia do PT entre a primeira e a terceira s&eacute;ries ocorreram somente para os IR de 15s (15%) e 30s (3,2%). Na flex&atilde;o de joelho, somente o IR de 15s ocasionou redu&ccedil;&atilde;o no PT entre as s&eacute;ries. Independente do tipo de exerc&iacute;cio empregado (isocin&eacute;tico ou isoinercial), caracter&iacute;stica da amostra (g&ecirc;nero e <i>status</i> de treinamento), NR, grupo muscular avaliado ou IR, maiores comprometimentos do desempenho muscular ocorrem quando menores IR s&atilde;o empregados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em contra&ccedil;&otilde;es isoinerciais, Jambassi Filho <i>et al.</i> <sup>15</sup> compararam o efeito de IR com 90s (IR-90) e 180s (IR-180) no desempenho muscular dos flexores de cotovelo no exerc&iacute;cio rosca <i>Scott</i> , em idosas treinadas. Similar aos achados da presente investiga&ccedil;&atilde;o, ambos IR n&atilde;o foram suficientes para manter o NR das s&eacute;ries subsequentes dentro da zona alvo preestabelecida (10-12 RM). Para os IR-90 e IR-180, o percentual de queda do NR das primeiras para as terceiras s&eacute;ries foi de 49,5% e 29,7%, respectivamente. Al&eacute;m disso, o volume total da sess&atilde;o experimental realizada com IR-90 foi estatisticamente inferior ao da sess&atilde;o com IR-180. Na presente investiga&ccedil;&atilde;o, quando o IR-3 foi utilizado, menor queda percentual (36%) foi observada no NR da primeira para a terceira s&eacute;rie em rela&ccedil;&atilde;o ao IR-1 (53%). A an&aacute;lise em conjunto desses resultados indica que, em idosas n&atilde;o treinadas, o IR &eacute; uma importante vari&aacute;vel a ser considerada quando o objetivo for a manipula&ccedil;&atilde;o do volume de treino. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na literatura est&aacute; bem estabelecido que a realiza&ccedil;&atilde;o de uma atividade intensa e de curta dura&ccedil;&atilde;o, como &eacute; o caso de EP, implica no processo de fadiga muscular, geralmente caracterizada como a redu&ccedil;&atilde;o aguda na produ&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;a muscular<sup>21</sup>. Diferentes fatores est&atilde;o associados &agrave; redu&ccedil;&atilde;o do desempenho muscular durante a realiza&ccedil;&atilde;o de EP, como, por exemplo, os metab&oacute;licos, mec&acirc;nicos e velocidade de movimento<sup>21-25</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diferentes estudos t&ecirc;m buscado investigar o efeito da velocidade de movimento no NR realizado at&eacute; a fadiga muscular. Para a mesma intensidade absoluta, a realiza&ccedil;&atilde;o de movimentos com velocidades mais r&aacute;pidas pode permitir um maior NR em compara&ccedil;&atilde;o aos movimentos realizados mais lentos<sup>23,25</sup>. Em adi&ccedil;&atilde;o, &eacute; poss&iacute;vel que a velocidade de movimento tenha maior efeito no NR realizado com intensidades mais baixas em compara&ccedil;&atilde;o &agrave;s mais altas<sup>25</sup>. Neste sentido, o controle da velocidade de movimento tem importante papel na interpreta&ccedil;&atilde;o dos resultados do protocolo experimental. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No presente estudo, n&atilde;o houve diferen&ccedil;as significativas na rela&ccedil;&atilde;o TTER/NR obtida na primeira s&eacute;rie entre os IR. No entanto, foi observado aumento significativo no TTER/NR das s&eacute;ries subsequentes ao empregar o IR-1 entre as s&eacute;ries (<a href="#tab1">tabela 1</a>), indicando redu&ccedil;&atilde;o na velocidade de execu&ccedil;&atilde;o quando comparada &agrave; primeira s&eacute;rie. Essa redu&ccedil;&atilde;o na velocidade pode estar associada ao maior comprometimento da recupera&ccedil;&atilde;o muscular promovida pelo IR-1 em compara&ccedil;&atilde;o ao IR-3, levando &agrave; redu&ccedil;&atilde;o no NR. O IR-3 permitiu um maior tempo total sob tens&atilde;o (17,8%) em consequ&ecirc;ncia de um maior NR realizado nas s&eacute;ries subsequentes. Em adi&ccedil;&atilde;o, a menor sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es ao se empregar o IR-1 proporcionou um volume total menor (20,4%) em compara&ccedil;&atilde;o ao da sess&atilde;o realizada com o IR-3 (<a href="#fig2">figura 2</a>). Embora a rela&ccedil;&atilde;o TTER/NR permita comparar o tempo m&eacute;dio gasto para a realiza&ccedil;&atilde;o de cada repeti&ccedil;&atilde;o em s&eacute;ries com diferentes NR, esta medida n&atilde;o permite distinguir o momento no qual a velocidade de movimento reduz significativamente em cada s&eacute;rie. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Conquanto, verificar o desempenho muscular no exerc&iacute;cio <i>leg-press</i> utilizando diferentes IR entre as s&eacute;ries tem importantes aplica&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas para profissionais envolvidos no delineamento de diferentes treinos, principalmente pelo fato deste exerc&iacute;cio ser frequentemente prescrito em programas de EP para idosas. A escolha do IR deve ser realizada conforme o objetivo do treino. Maiores IR devem ser utilizados quando a finalidade for otimizar a sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es, repercutindo no volume de treino. Em contrapartida, menores IR devem ser utilizados quando a meta for obter maiores n&iacute;veis de fadiga muscular. Uma limita&ccedil;&atilde;o do presente estudo foi a falta de avalia&ccedil;&atilde;o de indicadores metab&oacute;licos e neuromusculares associados &agrave; queda do desempenho muscular utilizando diferentes IR. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>CONCLUS&Atilde;O</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados deste estudo sugerem que a sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es e o volume total de treino de idosas n&atilde;o treinadas s&atilde;o significativamente influenciados pelo IR entre as s&eacute;ries. Ambos os IR n&atilde;o mantiveram a sustentabilidade das repeti&ccedil;&otilde;es nas s&eacute;ries subsequentes. Contudo, a sess&atilde;o realizada com IR-3 apresentou maior manuten&ccedil;&atilde;o do desempenho muscular e maior volume total. Futuros estudos devem ser realizados utilizando outros exerc&iacute;cios, diferentes intensidades e popula&ccedil;&otilde;es. Estudos adicionais tamb&eacute;m s&atilde;o necess&aacute;rios para determinar os mecanismos explicativos da queda do desempenho muscular utilizando diferentes IR entre as s&eacute;ries em idosas. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>AGRADECIMENTOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">CAPES; CNPq; FAPESP; FUNDUNESP; PROEX - UNESP; PROFIT; LAFE. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>REFER&Ecirc;NCIAS</b> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Hazell T, Kenno K, Jakobi J. Functional benefit of power training for older adults. J Aging Phys Act 2007;15:349-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1517-8692201200040000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Hunter GR, Mccarthy JP, Bamman MM. Effects of resistance training on older adults. Sports Med 2005;34:329-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1517-8692201200040000100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. ACSM (American College of Sports Medicine). Position stand: progression models in resistance training for healthy adults. Med Sci Sports Exerc 2009;41:687-708.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1517-8692201200040000100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Lima FV, Chagas MH, Corradi EFF, Silva GF, Souza BB, Moreira J&uacute;nior LA. Analysis of two training programs with different rest periods between series based on guidelines for muscle hypertrophy in trained individuals. Rev Bras Med Esporte 2006;12:175-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1517-8692201200040000100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Rahimi R, Qaderi M, Faraji H, Boroujerdi SS. Effects of very short rest periods on hormonal responses to resistance exercise in men. J Strength Cond Res 2010;24:1851-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1517-8692201200040000100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Ratamess NA, Falvo MJ, Mangine GT, Hoffman JR, Faigenbaum AD, Kang J. The effect of rest interval length on metabolic responses to the bench press exercise. Eur J Appl Physiol 2007;100:1-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1517-8692201200040000100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Salles BF, Sim&atilde;o R, Miranda H, Bottaro M, Fontana F, Willardson JM. Strength increases in upper and lower body are larger with longer inter-set rest intervals intrained men. J Sci Med Sport 2010;13:429-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1517-8692201200040000100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Garc&iacute;a - L&oacute;pez D, Herrero JA, Abad&iacute;a O, Garc&iacute;a - Isla FJ, Izquierdo M. The role of resting duration in the kinematic pattern of two consecutive bench press sets to failure in elite sprint kayakers. Int J Sports Med 2008;29:764-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1517-8692201200040000100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Miranda H, Fleck SJ, Sim&atilde;o R, Barreto AC, Dantas EHM, Novaes J. Effect of two different rest period lengths on the number of repetitions performed during resistance training. J Strength Cond Res 2007;21:1032-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1517-8692201200040000100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Miranda H, Sim&atilde;o R, Moreira LM, Souza RA, Souza JAA, Salles BF, et al. Effect of rest interval length on the volume completed during upper body resistance exercise. J Sports Sci Med 2009;8:388-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1517-8692201200040000100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Willardson JM, Burkett LN. The effect of rest interval length on bench press performance with heavy vs. light load. J Strength Cond Res 2006a;20:396-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1517-8692201200040000100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Bottaro M, Ernesto C, Celes R, Farinatti PT, Brown LE, Oliveira RJ. Effects of age and rest interval on strength recovery. Int J Sports Med 2010;31:22-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1517-8692201200040000100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Ernesto C, Bottaro M, Silva FM, Sales MPM, Celes RS, Oliveira RJ. Effects of different rest intervals on isokinetic muscle performance among older adults. Rev Bras Fisioter 2009;13:65-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1517-8692201200040000100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Theou O, Gareth JR, Brown LE. Effect of rest interval on strength recovery in young and old women. J Strength Cond Res 2008;22:1876-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1517-8692201200040000100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Jambassi Filho JC, Gurj&atilde;o ALD, Gon&ccedil;alves R, Barboza BHV, Gobbi S. The effect of different recovery intervals between sets of strength training on muscular force in trained older women. Rev Bras Med Esporte 2010;16:113-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1517-8692201200040000100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Ferreira L, Gobbi S, Gobbi LT. An explanatory mechanism for the different decline in limb strength in older women. Arch Gerontol Geriatric 2009;49:373-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1517-8692201200040000100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Willardson JM, Burkett LN. The effect of rest interval length on the sustainability of squat and bench press repetitions. J Strength Cond Res 2006b;20:400-3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1517-8692201200040000100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Willardson JM. A brief review: Factors affecting the length of the rest interval between resistance exercise sets. J Strength Cond Res 2006;20:978-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1517-8692201200040000100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Brandenburg J, Docherty D. The Effect of Training Volume on the Acute Response and Adaptations to Resistance Training. Inter J Sports Physiol Perform 2006;1:108-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1517-8692201200040000100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Willardson JM, Burkett LN. A comparison of 3 different rest intervals on the exercise volume completed during a workout. J Strength Cond Res 2005;19:23-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1517-8692201200040000100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Allen DG, Lamb GD, Westerblad H. Skeletal Muscle Fatigue: Cellular Mechanisms. Physiol Rev 2008;88:287-332.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1517-8692201200040000100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Fitts RH. The cross-bridge cycle and skeletal muscle fatigue. J Appl Physiol 2008;104:551-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1517-8692201200040000100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Hatfield DL, Kraemer WJ, Spiering BA, Hakkinen K, Volek JS, Shimano T, et al. The impact of velocity of movement on performance factors in resistance exercise. J Strength Cond Res 2006;20:760-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1517-8692201200040000100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. Kent-Braun JA. Skeletal muscle fatigue in old age: whose advantage? Exerc Sport Sci Rev 2009;37:3-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1517-8692201200040000100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. Sakamoto A, Sinclair PJ. Effect of movement velocity on the relationship between training load and the number of repetitions of bench press. J Strength Cond Res 2006;20:523-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1517-8692201200040000100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="end"></a><a href="#enda"><img src="/img/revistas/rbme/v18n4/seta.jpg" border="0"></a><b> Correspond&ecirc;ncia:</b>     <br>   Laborat&oacute;rio de Atividade F&iacute;sica e Envelhecimento, Universidade Estadual Paulista - Rio Claro/SP    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Avenida 24 A, 1515. Bairro: Bela Vista     <br>   CEP: 13506-900 Rio Claro, SP     <br>   e-mail: <a href="mailto:jambassifilho@yahoo.com.br">jambassifilho@yahoo.com.br</a> </font></p>          ]]></body><back>
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