<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1517-8692</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista Brasileira de Medicina do Esporte]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev Bras Med Esporte]]></abbrev-journal-title>
<issn>1517-8692</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1517-86922012000400003</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.1590/S1517-86922012000400003</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estudo comparativo da independência funcional e qualidade de vida entre idosos ativos e sedentários]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Comparative study of functional independence and quality of life among active and sedentary elderly]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gomes Neto]]></surname>
<given-names><![CDATA[Mansueto]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Castro]]></surname>
<given-names><![CDATA[Marcelle Fernandes de]]></given-names>
</name>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,UFBA  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,União Metropolitana de Educação e Cultura  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>08</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>08</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<volume>18</volume>
<numero>4</numero>
<fpage>234</fpage>
<lpage>237</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1517-86922012000400003&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1517-86922012000400003&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1517-86922012000400003&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[INTRODUÇÃO: O sedentarismo tem sido apontado como fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas em idosos; assim, a atividade física tem sido preconizada como forma de prevenção destas doenças, porém existe uma escassez de estudos que relacionem o sedentarismo e a prática de atividade física com a independência funcional (IF) e a qualidade de vida (QV) desta população. OBJETIVO: Comparar a IF e a QV entre idosos ativos e sedentários. MÉTODOS: Foi realizado um estudo, analítico, comparativo e de caráter temporal transversal, tendo como amostra 30 idosos de ambos os sexos, divididos em dois grupos. O grupo 1 foi composto por 15 idosos ativos e o grupo 2, por 15 idosos sedentários. Para avaliação da IF foi utilizada a medida de independência funcional, para a QV foi utilizado o questionário perfil de saúde de Nottingham, já adaptados e validados no Brasil. Como os dados foram não paramétricos, foi utilizado o teste de Mann-Whitney para comparação entre os grupos; a análise foi realizada com o software SPSS versão 14.0, sendo estabelecido um nível de significância &#945; = 0,05. RESULTADOS: A média de idade do grupo 1 foi de 68,06 ± 7,82, e no grupo 2 a média foi de 71,20 ± 10,26. Na comparação das médias não foi encontrada diferença significativa, p = 0,12. Na comparação da IF e QV, o grupo 1 apresentou melhores resultados que o grupo 2, com p = 0,001 e p = 0,016, respectivamente. CONCLUSÃO: Destaca-se a importância da realização da atividade física para manutenção de uma boa IF e QV em idosos.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[INTRODUCTION: Physical inactivity has been implicated as a risk factor for development of chronic diseases in the elderly. Thus, physical activity has been advocated as a way of preventing these diseases; however, few studies have correlated sedentarism and practice of physical functional independence (FI) and quality of life (QOL) in this population. OBJECTIVE: To compare the FI and QOL between active and sedentary elderly. METHODS: An analytical, comparative study of cross-temporal character was conducted with a sample of 30 patients of both sexes, divided into two groups. Group 1 was composed of 15 active elderly and group 2 of 15 sedentary elderly individuals. For evaluation of the FI, the measurement of functional independence was used, while for the QOL, the Nottingham Health Profile questionnaire, already adapted and validated in Brazil, was used. Since the data were nonparametric, the Mann-Whitney test was used for comparison between groups and the analysis applied the SPSS software version 14.0 with significance level of &#945; = 0.05. RESULTS: mean age of group 1 was 68.06 ± 7.82 while in group 2 it was 71.20 ± 10.26, presenting no significant difference p = 0.12. When FI and QOL were compared, group 1 presented better results than group 2, p = 0.001 and p = 0.016, respectively. CONCLUSION: This study highlights the importance of physical activity practice for maintenance of good FI and QOL in the elderly.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[sedentarismo]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[atividade física]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[envelhecimento]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[physical activity]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[aging]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[quality of life]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO ORIGINAL     <br>   CL&Iacute;NICA M&Eacute;DICA DO EXERC&Iacute;CIO E DO ESPORTE</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="enda"></a><b>Estudo comparativo da independ&ecirc;ncia  funcional e qualidade de vida entre idosos ativos e sedent&aacute;rios</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Mansueto Gomes Neto<sup>I</sup>; Marcelle Fernandes de Castro<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Fisioterapeuta, Mestre em Ci&ecirc;ncias da Reabilita&ccedil;&atilde;o pela UFMG, Docente da UFBA e Uni&atilde;o Metropolitana de Educa&ccedil;&atilde;o e Cultura  (UNIME)    <br>   <sup>II</sup>Fisioterapeuta, Graduada pela Uni&atilde;o Metropolitana de Educa&ccedil;&atilde;o e Cultura  (UNIME) </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <a href="#end">Correspond&ecirc;ncia </a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O:</b> O sedentarismo tem sido apontado como fator de risco para o desenvolvimento de doen&ccedil;as cr&ocirc;nico-degenerativas em idosos; assim, a atividade f&iacute;sica tem sido preconizada como forma de preven&ccedil;&atilde;o destas doen&ccedil;as, por&eacute;m existe uma escassez de estudos que relacionem o sedentarismo e a pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica com a independ&ecirc;ncia funcional (IF) e a qualidade de vida (QV) desta popula&ccedil;&atilde;o.     <br>   <b>OBJETIVO:</b> Comparar a IF e a QV entre idosos ativos e sedent&aacute;rios.     <br>   <b>M&Eacute;TODOS:</b> Foi realizado um estudo, anal&iacute;tico, comparativo e de car&aacute;ter temporal transversal, tendo como amostra 30 idosos de ambos os sexos, divididos em dois grupos. O grupo 1 foi composto por 15 idosos ativos e o grupo 2, por 15 idosos sedent&aacute;rios. Para avalia&ccedil;&atilde;o da IF foi utilizada a medida de independ&ecirc;ncia funcional, para a QV foi utilizado o question&aacute;rio perfil de sa&uacute;de de Nottingham, j&aacute; adaptados e validados no Brasil. Como os dados foram n&atilde;o param&eacute;tricos, foi utilizado o teste de Mann-Whitney para compara&ccedil;&atilde;o entre os grupos; a an&aacute;lise foi realizada com o <i>software</i> SPSS vers&atilde;o 14.0, sendo estabelecido um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,05.     <br>   <b>RESULTADOS:</b> A m&eacute;dia de idade do grupo 1 foi de 68,06 ± 7,82, e no grupo 2 a m&eacute;dia foi de 71,20 ± 10,26. Na compara&ccedil;&atilde;o das m&eacute;dias n&atilde;o foi encontrada diferen&ccedil;a significativa, p = 0,12. Na compara&ccedil;&atilde;o da IF e QV, o grupo 1 apresentou melhores resultados que o grupo 2, com p = 0,001 e p = 0,016, respectivamente.     <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b> Destaca-se a import&acirc;ncia da realiza&ccedil;&atilde;o da atividade f&iacute;sica para manuten&ccedil;&atilde;o de uma boa IF e QV em idosos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-chave:</b> sedentarismo, atividade f&iacute;sica, envelhecimento. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A expectativa de vida dos idosos aumentou significativamente nos &uacute;ltimos anos, o que proporcionou um crescimento acentuado da popula&ccedil;&atilde;o geri&aacute;trica, que est&aacute; para atingir, aproximadamente, 15 milh&otilde;es de pessoas, o que representa um total de 9% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira<sup>1</sup>. &Agrave; medida que aumenta a idade cronol&oacute;gica, as pessoas tornam-se menos ativas e a sua independ&ecirc;ncia funcional diminui; esta pode ser definida como a capacidade de realizar as atividades de des</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">locamento, atividades de autocuidado, sono adequado e participa&ccedil;&atilde;o em atividades ocupacionais e recreativas de forma independente<sup>2</sup>. As altera&ccedil;&otilde;es decorrentes do envelhecimento associadas &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da capacidade funcional e &agrave; inatividade podem levar a um impacto na qualidade de vida (QV) desses idosos. Entende-se por qualidade de vida "a percep&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo sobre sua posi&ccedil;&atilde;o na vida, dentro do contexto de cultura e sistema de valores nos quais vive, e em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s suas metas, expectativas e padr&otilde;es sociais"<sup>3</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com a Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBME) e a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)<sup>4</sup>,  o exerc&iacute;cio f&iacute;sico regular melhora a qualidade e a expectativa de vida do idoso beneficiando-o em v&aacute;rios aspectos principalmente na preven&ccedil;&atilde;o de incapacidades. A pr&aacute;tica na atividade f&iacute;sica moderada e regular contribui para preservar as estruturas org&acirc;nicas e o bem-estar f&iacute;sico e mental<sup>5</sup>. Desse modo, verifica-se que a pr&aacute;tica de exerc&iacute;cio f&iacute;sico pode prevenir e inibir uma s&eacute;rie de fatores que afetam a vida dos idosos, dentre os quais est&atilde;o: a atua&ccedil;&atilde;o em prol da profilaxia de doen&ccedil;as e a melhoria dos fatores de risco para o desenvolvimento de in&uacute;meras patologias<sup>6,7</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em um estudo realizado por Mota (2006)<sup>7</sup>, que teve como objetivo comparar o n&iacute;vel de qualidade de vida entre participantes de programas de atividade f&iacute;sica e n&atilde;o participantes, a amostra foi constitu&iacute;da de 88 sujeitos divididos em dois grupos: o grupo experimental (GE, n = 46; homens = 34,8%), que estava envolvido num programa de atividade f&iacute;sica investigando o impacto do exerc&iacute;cio regular na aptid&atilde;o f&iacute;sica e na capacidade funcional e sa&uacute;de em indiv&iacute;duos de ambos os sexos com mais de 65 anos de idade; e o grupo de controle (GC, n = 42; homens = 47,6%), que n&atilde;o estava envolvido em nenhum programa regular de atividade f&iacute;sica. Nesse estudo foram encontradas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre ambos os grupos. O GE teve um desempenho superior em todos os dom&iacute;nios do question&aacute;rio utilizado quando comparado com o GC. Foi observada a influ&ecirc;ncia positiva que a atividade f&iacute;sica exerce em fatores cruciais para a independ&ecirc;ncia dos idosos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outro estudo, realizado por Fernandes <i>et al.</i> <sup>8</sup> , teve como objetivo investigar os n&iacute;veis de atividade f&iacute;sica de adultos em idade avan&ccedil;ada e a sua influ&ecirc;ncia nos dom&iacute;nios da satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida, autoestima e crescimento pessoal. A amostra foi constitu&iacute;da por 168 indiv&iacute;duos de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 60 e os 95 anos. Os resultados evidenciam que cerca de 40% da amostra era fisicamente inativa, enquanto somente 31,5% dos idosos eram ativos. Os resultados das an&aacute;lises comparativas e correlacionais demonstraram que os idosos ativos tinham n&iacute;veis superiores de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida, autoestima e crescimento pessoal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A rela&ccedil;&atilde;o entre envelhecimento e exerc&iacute;cios f&iacute;sicos tem sido objeto de estudo de in&uacute;meros trabalhos cient&iacute;ficos atuais. Embora haja muitos estudos mostrando os benef&iacute;cios da atividade f&iacute;sica na preven&ccedil;&atilde;o de fatores de risco associados &agrave;s doen&ccedil;as cr&ocirc;nico-degenerativas em idosos, ainda existe na literatura escassez de pesquisas que mostrem  o impacto do sedentarismo e da pr&aacute;tica de atividades f&iacute;sicas na IF e na QV desta popula&ccedil;&atilde;o. O estudo da QV de idosos ativos e sedent&aacute;rios &eacute; necess&aacute;rio para delinear a associa&ccedil;&atilde;o entre atividade f&iacute;sica e QV<sup>9</sup>. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi comparar a IF e a QV entre idosos ativos e sedent&aacute;rios. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esta pesquisa se caracteriza como um estudo de campo quantitativo, anal&iacute;tico, comparativo, transversal. O crit&eacute;rio de inclus&atilde;o da pesquisa se restringe a idosos com faixa et&aacute;ria maior que 60 anos de idade, de ambos os sexos, que deambulem de forma independente. Foram considerados ativos os idosos que praticavam atividade f&iacute;sica no m&iacute;nimo h&aacute; tr&ecirc;s meses. Os idosos que responderam ao question&aacute;rio frequentavam uma academia de gin&aacute;stica localizada na cidade de Lauro de Freitas, e os demais foram da comunidade adjacente ou pr&oacute;xima &agrave; regi&atilde;o da academia, para diminuir a possibilidade de vi&eacute;s de sele&ccedil;&atilde;o. A pesquisa adotou os princ&iacute;pios &eacute;ticos dispostos na Resolu&ccedil;&atilde;o do Conselho Nacional de Sa&uacute;de (nº196/96), a qual obteve aprova&ccedil;&atilde;o do comit&ecirc; de &eacute;tica de uma institui&ccedil;&atilde;o de ensino superior sob o parecer (CEP 01.450-2009). Os participantes da amostra foram informados sobre a garantia da privacidade e sigilo das informa&ccedil;&otilde;es e que seus resultados seriam divulgados em trabalhos cient&iacute;ficos. Todos os participantes assinaram  o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados do estudo foram obtidos pela aplica&ccedil;&atilde;o de dois question&aacute;rios: perfil de sa&uacute;de de Nottingham (PSN)<sup>10</sup> e a medida de independ&ecirc;ncia funcional (MIF)<sup>11</sup>, e ainda foram colhidos dados sociodemogr&aacute;ficos (idade, sexo, escolaridade, hipertens&atilde;o (HAS), ra&ccedil;a e, caso praticasse atividade f&iacute;sica, qual era a modalidade). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O PSN quantifica a QV dos entrevistados de acordo com par&acirc;metros preestabelecidos e validados. Este instrumento j&aacute; foi previamente adaptado e validado para a popula&ccedil;&atilde;o idosa no Brasil<sup>10</sup> e utiliza uma linguagem de f&aacute;cil interpreta&ccedil;&atilde;o, fornece uma medida simples da sa&uacute;de f&iacute;sica, social e emocional do indiv&iacute;duo, sendo considerado clinicamente v&aacute;lido para distinguir pacientes com diferentes n&iacute;veis de disfun&ccedil;&atilde;o e para detectar altera&ccedil;&otilde;es importantes no quadro de sa&uacute;de do paciente ao longo do tempo. O perfil de sa&uacute;de de Nottingham &eacute; uma escala que cont&eacute;m 38 itens, agrupados em seis se&ccedil;&otilde;es: habilidade f&iacute;sica, n&iacute;vel energ&eacute;tico, dor, rea&ccedil;&otilde;es emocionais, qualidade do sono e isolamento social. Quanto menor a pontua&ccedil;&atilde;o (um ponto para cada resposta "sim"), melhor a percep&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo da sua qualidade de vida, sendo o escore 0 indicador de sa&uacute;de perfeita<sup>10</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade funcional foi utilizada a medida de independ&ecirc;ncia funcional (MIF), uma escala que j&aacute; foi adaptada e validada para a popula&ccedil;&atilde;o idosa no Brasil<sup>11</sup>. A medida de independ&ecirc;ncia funcional foi desenvolvida na d&eacute;cada de 1980 por uma for&ccedil;a-tarefa norte-americana, organizada pela Academia Americana de Medicina F&iacute;sica e Reabilita&ccedil;&atilde;o, e seu objetivo foi criar um instrumento capaz de medir o grau de solicita&ccedil;&atilde;o de cuidados de terceiros que o paciente portador de defici&ecirc;ncia exige para realiza&ccedil;&atilde;o de tarefas motoras e cognitivas. A valida&ccedil;&atilde;o da MIF foi feita por diversos trabalhos e, basicamente, envolveu a avalia&ccedil;&atilde;o de propriedades psicom&eacute;tricas e a compara&ccedil;&atilde;o com outros instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o funcional. O seu campo motor &eacute; composto de 13 itens e subdividido em quatro categorias: cuidados pessoais, controle de esf&iacute;ncter, mobilidade/transfer&ecirc;ncia, locomo&ccedil;&atilde;o. O cognitivo &eacute; composto de cinco itens e em duas categorias: comunica&ccedil;&atilde;o e cogni&ccedil;&atilde;o social. Para cada item atribui-se uma nota, que pode ser: 1 - assist&ecirc;ncia total; 2 - alta assist&ecirc;ncia; 3 - assist&ecirc;ncia moderada; 4 - assist&ecirc;ncia m&iacute;nima; 5 - supervis&atilde;o; 6 - independ&ecirc;ncia modificada; 7 - independ&ecirc;ncia total. O total m&aacute;ximo &eacute; 126 pontos, que indica independ&ecirc;ncia total e a m&iacute;nima &eacute; de 18 pontos, indicativo de depend&ecirc;ncia total<sup>11</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Estat&iacute;stica descritiva foi realizada para an&aacute;lise dos dados demogr&aacute;ficos e cl&iacute;nicos; os dados de vari&aacute;veis cont&iacute;nuas foram avaliados como medidas de tend&ecirc;ncia central e dispers&atilde;o e expressos como m&eacute;dias e desvio padr&atilde;o; os dados de vari&aacute;veis dicot&ocirc;micas ou categ&oacute;ricas foram avaliados com medidas de frequ&ecirc;ncia e expressos como percentagens. Para an&aacute;lise da normalidade dos dados foi utilizado o teste de Kolmogorov-Smirnov. Como os dados foram distribu&iacute;dos de forma n&atilde;o param&eacute;trica, o teste de Mann-Whitney foi utilizado para compara&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis do estudo independ&ecirc;ncia funcional e qualidade de vida entre os grupos. A an&aacute;lise foi realizada com uso do <i>software</i> SPSS (Statistical Package for the Social Sciences) para Windows (vers&atilde;o 14.0) e foi estabelecido um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,05. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>RESULTADOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Fizeram parte da amostra 30 idosos, com o m&iacute;nimo de 60 anos de idade, sendo que 15 eram ativos e 15 eram sedent&aacute;rios. No grupo de idosos ativos, a m&eacute;dia de idade em anos foi de 68,06 ± 7,82 e no grupo de idosos sedent&aacute;rios, de 71,20 ± 10,26, sendo que esta diferen&ccedil;a n&atilde;o foi estatisticamente significativa (p = 0,46). Dos 15 indiv&iacute;duos do grupo de idosos ativos, 46,6% eram do sexo masculino e 53,4% eram do sexo feminino; j&aacute; no grupo de idosos sedent&aacute;rios, 20% eram do sexo masculino, enquanto 80% eram do sexo feminino, sendo que esta diferen&ccedil;a n&atilde;o foi estatisticamente significativa (p = 0,12). Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; hipertens&atilde;o, dos 15 idosos ativos, 33% eram hipertensos e 67% n&atilde;o apresentavam hipertens&atilde;o; e dos 15 idosos sedent&aacute;rios, 67% eram hipertensos e 33% n&atilde;o apresentavam hipertens&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="#tab1">tabela 1</a> mostra as m&eacute;dias e os desvios padr&atilde;o das vari&aacute;veis do estudo em compara&ccedil;&atilde;o do grupo de idosos ativos e do grupo de idosos sedent&aacute;rios. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; medida de independ&ecirc;ncia funcional nas tarefas motoras (MIFM), no grupo de idosos ativos a m&eacute;dia foi de 89,93 ± 2,25 e no grupo de sedent&aacute;rios a m&eacute;dia foi de 84,10 ± 11,74, sendo que esta diferen&ccedil;a foi estatisticamente significativa (p = 0,01); em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; medida de independ&ecirc;ncia funcional nas tarefas cognitivas (MIFC), no grupo de idosos ativos a m&eacute;dia foi de 33,66 ± 2,74 e no grupo de sedent&aacute;rios a m&eacute;dia foi de 31,93 ± 5,03, sendo que esta diferen&ccedil;a n&atilde;o foi estatisticamente significativa (p = 0,90); em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; medida de independ&ecirc;ncia funcional, o resultado total (MIFT) no grupo de idosos ativos, a m&eacute;dia foi de 123,60 ± 3,29 e no grupo de sedent&aacute;rios a m&eacute;dia foi de 111,53 ± 17,14, sendo que n&atilde;o houve diferen&ccedil;a estatisticamente significativa (p = 0,05); em rela&ccedil;&atilde;o ao PSN, no grupo de idosos ativos a m&eacute;dia foi de 5,00 ± 6,50 e no grupo de sedent&aacute;rios a m&eacute;dia foi de 10,33 ± 6,75, sendo que esta diferen&ccedil;a foi estatisticamente significativa (p = 0,01). </font></p>     <p><a name="tab1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbme/v18n4/a03tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados encontrados nesta pesquisa mostram que a atividade f&iacute;sica est&aacute; associada a uma boa IF do indiv&iacute;duo. Foi observada uma influ&ecirc;ncia positiva em fatores cruciais para a independ&ecirc;ncia dos idosos. Foram obtidos valores mais elevados em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; IF no grupo de idosos ativos em dom&iacute;nios diferentes como cuidados pessoais, controle de esf&iacute;ncter e locomo&ccedil;&atilde;o. Em rela&ccedil;&atilde;o ao desempenho cognitivo, n&atilde;o houve diferen&ccedil;a entre os grupos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados obtidos em rela&ccedil;&atilde;o com a MIFM indicam que a IF dos idosos ativos foi superior, o que corrobora outros estudos que comprovam que quanto mais ativa &eacute; uma pessoa menos limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas ela tem<sup>12,13</sup>. Os idosos que t&ecirc;m por h&aacute;bito a pr&aacute;tica de atividades f&iacute;sicas t&ecirc;m uma desacelera&ccedil;&atilde;o nas modifica&ccedil;&otilde;es ocorrentes, quer na estrutura do indiv&iacute;duo quer na funcionalidade dos aparelhos e sistemas que comp&otilde;em a sua estrutura corporal<sup>3,14</sup>. A pr&aacute;tica da atividade f&iacute;sica incide beneficamente nas altera&ccedil;&otilde;es decorrentes do processo de envelhecimento, auxiliando a manuten&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es<sup>12</sup>, isso pode contribuir para manter e/ou melhorar a for&ccedil;a, a flexibilidade, a coordena&ccedil;&atilde;o e o equil&iacute;brio, elementos da aptid&atilde;o f&iacute;sica essenciais para manter a capacidade funcional no idoso<sup>15</sup>. Al&eacute;m de beneficiar a capacidade funcional, o exerc&iacute;cio f&iacute;sico promove melhora na aptid&atilde;o f&iacute;sica<sup>12</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica conduzida por Spirduso e Cronin<sup>16</sup>, que determinou se um programa de atividade f&iacute;sica influencia no bem-estar e no retardo da depend&ecirc;ncia de idosos, foi identificado, a partir dos estudos inclu&iacute;dos na revis&atilde;o, que um programa de atividade f&iacute;sica de longo prazo est&aacute; relacionado com o retardo da instala&ccedil;&atilde;o de incapacidade e maior independ&ecirc;ncia dos idosos na realiza&ccedil;&atilde;o de atividades de vida di&aacute;ria. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No presente estudo n&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa no resultado da MIFC entre os grupos. Outros estudos evidenciam a melhora espec&iacute;fica da mem&oacute;ria e na capacidade de tomar decis&otilde;es com o exerc&iacute;cio, ou atividade f&iacute;sica regular. Esses autores baseiam sua conclus&atilde;o na an&aacute;lise de horm&ocirc;nios e enzimas corporais que estariam presentes na circula&ccedil;&atilde;o tanto na realiza&ccedil;&atilde;o de atividades f&iacute;sicas como na evoca&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria e na tomada de decis&otilde;es<sup>17,18</sup>. Al&eacute;m disso, o exerc&iacute;cio f&iacute;sico leva o indiv&iacute;duo a uma maior participa&ccedil;&atilde;o social, resultando em bom n&iacute;vel de bem-estar biopsicof&iacute;sico, fatores esses que contribuem para a melhoria de sua qualidade de vida<sup>18</sup>. Santos e Andrade<sup>15</sup>, em seu estudo, afirmam que os idosos com d&eacute;ficit cognitivo com altera&ccedil;&atilde;o de aten&ccedil;&atilde;o e mem&oacute;ria t&ecirc;m cinco vezes mais chance de sofrerem queda, pois o controle postural e a manuten&ccedil;&atilde;o do equil&iacute;brio sofrem influ&ecirc;ncia da fun&ccedil;&atilde;o cognitiva. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; QV, os dados obtidos atrav&eacute;s dos dom&iacute;nios do PSN nos mostrou que o grupo de idosos ativos tem melhor QV do que o grupo de idosos sedent&aacute;rios. Quanto maior a dificuldade do idoso em realizar atividades de vida di&aacute;ria (AVD) pior sua percep&ccedil;&atilde;o em importantes dom&iacute;nios da QV<sup>3,14</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O resultado obtido neste estudo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; QV avaliada pelo PSN mostrou que, em todos os dom&iacute;nios avaliados, os idosos ativos apresentaram melhor desempenho quando comparados aos sedent&aacute;rios, principalmente no dom&iacute;nio IS (intera&ccedil;&atilde;o social). Com rela&ccedil;&atilde;o a esse dom&iacute;nio, os resultados encontram embasamento em Rodrigues <i>et al.</i> quando citam que idosos que praticam uma determinada atividade f&iacute;sica regularmente apresentam menos casos depressivos, principalmente quando ela &eacute; realizada em grupo de pessoas com idades semelhantes, no qual ocorre grande socializa&ccedil;&atilde;o e surgem novos interesses e amizades<sup>19</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com o desenvolvimento de atividades, os idosos comp&otilde;em um novo ciclo de amizade e demonstram melhorias significativas em suas rela&ccedil;&otilde;es sociais. Assim, os estudos realizados por Oliveira<sup>20</sup> e Santar&eacute;m<sup>21</sup> mostram que o exerc&iacute;cio desperta um sentimento de bem-estar e de equil&iacute;brio emocional. O bem-estar f&iacute;sico &eacute; relevante para lidar com quase todos os eventos estressantes, particularmente os que exigem grande mobiliza&ccedil;&atilde;o<sup>22,23</sup>. Para Carvalho e Papaleo<sup>24</sup>, nenhuma doen&ccedil;a tem efeito t&atilde;o devastador sobre o idoso quanto a solid&atilde;o e a inatividade. Portanto, as pr&aacute;ticas f&iacute;sicas s&atilde;o importantes na QV do idoso, al&eacute;m de levantar sua autoestima, autoconfian&ccedil;a e uma intera&ccedil;&atilde;o social. Estes fatores podem gerar uma melhor percep&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua sa&uacute;de. Na atual sociedade contempor&acirc;nea, QV, satisfa&ccedil;&atilde;o ou bem-estar psicol&oacute;gico s&atilde;o atributos para o que se designa uma velhice bem sucedida, e esta depende do equil&iacute;brio entre as limita&ccedil;&otilde;es e as potencialidades da pessoa, que lhe permite lidar com as inevit&aacute;veis perdas decorrentes do envelhecimento<sup>5,25</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; importante ressaltar que a maioria dos idosos ativos (67%) n&atilde;o apresentava hipertens&atilde;o. Segundo Ciolac e Guimar&atilde;es em<sup>26</sup> e Pollock <i>et al.</i> em<sup>27</sup>, a pr&aacute;tica regular de exerc&iacute;cio f&iacute;sico tem demonstrado prevenir  o aumento da press&atilde;o arterial associado &agrave; idade, mesmo em indiv&iacute;duos com risco aumentado de desenvolv&ecirc;-la<sup>26,27</sup>. Como tamb&eacute;m indiv&iacute;duos hipertensos t&ecirc;m sido tradicionalmente desencorajados a realizar exerc&iacute;cio devido ao receio de precipitar um evento cerebrovascular ou card&iacute;aco. Por&eacute;m, estudos investigando o efeito de longo per&iacute;odo de treinamento com exerc&iacute;cio resistido sobre a press&atilde;o sangu&iacute;nea de repouso n&atilde;o documentaram efeitos delet&eacute;rios, sugerindo que indiv&iacute;duos hipertensos n&atilde;o devem evitar sua pr&aacute;tica, pois ela proporciona grandes benef&iacute;cios para a qualidade de vida, principalmente de indiv&iacute;duos idosos<sup>27</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por meio dos resultados desta pesquisa, pode-se ressaltar a import&acirc;ncia da pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica para a popula&ccedil;&atilde;o de idosos, sendo que cada vez o exerc&iacute;cio f&iacute;sico deve ser exercido a fim de evitar consequ&ecirc;ncias funcionais delet&eacute;rias do envelhecimento, melhorando sua independ&ecirc;ncia e qualidade de vida. O exerc&iacute;cio pode contribuir para uma velhice mais saud&aacute;vel, com manuten&ccedil;&atilde;o da autonomia e conserva&ccedil;&atilde;o da capacidade funcional, podendo retardar o aparecimento de complica&ccedil;&otilde;es e contribuindo para um bem-estar ps&iacute;quico e social. O presente estudo apresenta algumas limita&ccedil;&otilde;es. Em primeiro lugar, a generaliza&ccedil;&atilde;o dos resultados &eacute; limitada porque a amostra &eacute; pequena e a caracter&iacute;stica temporal do estudo &eacute; transversal. Este fato reduz a possibilidade para determinar a causa e efeito. Em segundo lugar, no momento da aplica&ccedil;&atilde;o dos question&aacute;rios, um n&uacute;mero significativo de idosos demonstrou muita impaci&ecirc;ncia ao responder &agrave;s quest&otilde;es, o que pode vir a influenciar de alguma forma o resultado. Vale destacar que o trabalho realizado apresentou como vantagem o seu baixo custo, em raz&atilde;o da centraliza&ccedil;&atilde;o das atividades realizadas. Sugere-se a realiza&ccedil;&atilde;o de novos estudos com amostras maiores e de car&aacute;ter longitudinal para documentar o impacto do exerc&iacute;cio na qualidade de vida de idosos sedent&aacute;rios. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A pr&aacute;tica regular da atividade f&iacute;sica mostrou ser um fator importante para a popula&ccedil;&atilde;o idosa, podendo trazer benef&iacute;cios significativos na independ&ecirc;ncia funcional e uma melhor percep&ccedil;&atilde;o destes sobre sua QV. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>REFER&Ecirc;NCIAS</b> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Brasil. Censo Demogr&aacute;fico de 2000, dispon&iacute;vel em Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.ibge.gov/home/estatistica/população" target="_blank">HTTP://www.ibge.gov/home/estatistica/população</a>, acessado em 09 de junho de 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000059&pid=S1517-8692201200040000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Matsudo SM, Matsudo VKR, Neto TLB. Atividade f&iacute;sica e envelhecimento: aspectos epidemiol&oacute;gicos. Rev Bras Med Esporte 2011;7:2-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000061&pid=S1517-8692201200040000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Alexandre TS, Cordeiro CC, Ramos LR. Fatores associados &agrave; qualidade de vida em idosos com osteoartrite de joelho. Revista Fisioterapia e Pesquisa 2008;15:326-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S1517-8692201200040000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. N&oacute;brega ACL, et al. Posi&ccedil;&atilde;o Oficial da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia: Atividade F&iacute;sica e Sa&uacute;de no Idoso. Rev Bras Med Esporte 1999;5:207-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S1517-8692201200040000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Pascoal M, et al. Qualidade de vida, terceira idade e atividades f&iacute;sicas. Motriz 2006;12:217-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S1517-8692201200040000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Guite ZL. Estimula&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e pesquisa; In: Velhice aspectos biopsicossomais. 2º edi&ccedil;&atilde;o. Guanabara Koogan, S&atilde;o Paulo, 2002; p. 144-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1517-8692201200040000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Mota J. Atividade f&iacute;sica e qualidade de vida associada &agrave; sa&uacute;de em idosos participantes e n&atilde;o participantes em um programa regular da atividade f&iacute;sica. Portugal. Faculdade do Desporto da Universidade de Porto 2006;20:219-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1517-8692201200040000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Fernandes HM, Raposo JV, Pereira E, Ramalho J, Oliveira AS. Influ&ecirc;ncia da actividade f&iacute;sica na sa&uacute;de mental positiva de idosos. Revista Motriz 2009;5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1517-8692201200040000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Acree LS, et al. Physical activity is related to quality of life in older adults. Health and Quality of Life Outcomes 2006;4:1-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1517-8692201200040000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Teixeira-Salmela LF, Magalh&atilde;es CM, Sousa AC, Lima MC, Lima RCM, Goulart F. Adapta&ccedil;&atilde;o do Perfil de Sa&uacute;de de Nottingham: um instrumento simples de avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica 2004;20;905-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1517-8692201200040000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Riberto M, Miyazaki MH, Juc&aacute; SSH, Sakamoto H, Pinto PPN, Battistella LR. Valida&ccedil;&atilde;o da Vers&atilde;o Brasileira da Medida de Independ&ecirc;ncia Funcional. Acta Fisiatr 2004;11:72-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1517-8692201200040000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Santini J, Blessmann EL. Benef&iacute;cios da atividade f&iacute;sica na sa&uacute;de do idoso. Rev Corp em movimento 2003;103-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1517-8692201200040000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Franchi KMB, Junior RMB. Atividade f&iacute;sica: uma necessidade para a boa sa&uacute;de na terceira idade. In: RBPS 2005;18:152-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1517-8692201200040000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Dantas EHM, Flexibilidade Alongamento e Flexionamento, 4. Ed. Rio de Janeiro: Shape, 1999; p. 47-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1517-8692201200040000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Santos MLC, Andrade MC. Incid&ecirc;ncia de quedas relacionada aos fatores de riscos em idosos institucionalizados. Revista Baiana de Sa&uacute;de P&uacute;blica 2005;29:57-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1517-8692201200040000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Spirduso WW, Cronin DL. Exercise dose-response effects on quality of life and independent living in older adults. Med Sci Sports Exerc 2001;S598-608.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1517-8692201200040000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Santos DL, Milano ME, Rosat R. Exerc&iacute;cio f&iacute;sico e mem&oacute;ria. Rev Paulista de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica 1998;12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1517-8692201200040000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Hanna KM, Antunes RF, Santos RC, Ronaldo VT, Santos OFA, Bueno M TM. Exerc&iacute;cio f&iacute;sico e fun&ccedil;&atilde;o cognitiva: uma revis&atilde;o. Rev Bras Med Esporte 2006;12:108-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1517-8692201200040000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Rodrigues SR, Silva CM, Barbosa DM, Santos MP, Pinto MRA. A qualidade de vida f&iacute;sica e mental de idosos praticantes e n&atilde;o praticantes de caminhada na cidade de Campo Azul. Dez. 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1517-8692201200040000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Pinheiro JES, Freitas EV, N&eacute;ri AL, Can&ccedil;ado FAX, Gorzoni ML, Rocha SM. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002, p.196-200.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1517-8692201200040000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Cheik NC, Reis IT, Heredia RAG, Ventura MLV. Efeitos do exerc&iacute;cio f&iacute;sico e da atividade f&iacute;sica na depress&atilde;o e ansiedade em indiv&iacute;duos idosos. Rev Bras Ci e Mov 2003;11:45-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1517-8692201200040000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Faria AJR, et al. Atividade f&iacute;sica para terceira idade. Artigos (on-line), 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1517-8692201200040000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Marques AA. Pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica nos idosos: as quest&otilde;es pedag&oacute;gicas. Horizonte. 1996;8(74).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1517-8692201200040000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. Carvalho ETF, Papaleo MN. Geriatria: fundamentos, cl&iacute;nica e terap&ecirc;utica. S&atilde;o Paulo, SP: Atheneu, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1517-8692201200040000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. Mazo GZ, Cardoso FL, Aguiar DL. Programa de Hidrogin&aacute;stica para idosos: Motiva&ccedil;&atilde;o, auto-estima e auto-imagem. IN: Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum 2006;8:67-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1517-8692201200040000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26. Ciolac GE, Guimar&atilde;es VG. Exerc&iacute;cio f&iacute;sico e s&iacute;ndrome metab&oacute;lica. Exerc&iacute;cio f&iacute;sico e s&iacute;ndrome metab&oacute;lica. Rev Bras Med Esporte 2004;10:319-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1517-8692201200040000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">27. Pollock ML, Franklin BA, Balady GJ, Chaitman BL, Fleg JL, Fletcher B, et al. Exerc&iacute;cio resistido em indiv&iacute;duos com e sem doen&ccedil;a cardiovascular: benef&iacute;cios, l&oacute;gica, seguran&ccedil;a e prescri&ccedil;&atilde;o: um alerta da Comiss&atilde;o do exerc&iacute;cio, reabilita&ccedil;&atilde;o e preven&ccedil;&atilde;o, o Conselho de cardiologia cl&iacute;nica, a American Heart Association. Circulation 2000;101:828-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1517-8692201200040000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="end"></a><a href="#enda"><img src="/img/revistas/rbme/v18n4/seta.jpg" border="0"></a><b> Correspond&ecirc;ncia:</b>     <br>   Rua Joaquim F. Nascimento, n 102 apt 601, Pituba    <br>   Salvador, BA. Brasil     <br>   Email: <a href="mailto:netofisio@gmail.com">netofisio@gmail.com</a></font></p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>Brasil</collab>
<source><![CDATA[Censo Demográfico de 2000]]></source>
<year></year>
<publisher-name><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Matsudo]]></surname>
<given-names><![CDATA[SM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matsudo]]></surname>
<given-names><![CDATA[VKR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Neto]]></surname>
<given-names><![CDATA[TLB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Atividade física e envelhecimento: aspectos epidemiológicos]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Med Esporte]]></source>
<year>2011</year>
<volume>7</volume>
<page-range>2-13</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Alexandre]]></surname>
<given-names><![CDATA[TS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cordeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[CC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ramos]]></surname>
<given-names><![CDATA[LR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fatores associados à qualidade de vida em idosos com osteoartrite de joelho]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Fisioterapia e Pesquisa]]></source>
<year>2008</year>
<volume>15</volume>
<page-range>326-32</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nóbrega]]></surname>
<given-names><![CDATA[ACL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Posição Oficial da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia: Atividade Física e Saúde no Idoso]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Med Esporte]]></source>
<year>1999</year>
<volume>5</volume>
<page-range>207-11</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pascoal]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Qualidade de vida, terceira idade e atividades físicas]]></article-title>
<source><![CDATA[Motriz]]></source>
<year>2006</year>
<volume>12</volume>
<page-range>217-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Guite]]></surname>
<given-names><![CDATA[ZL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estimulação Física e pesquisa]]></article-title>
<source><![CDATA[Velhice aspectos biopsicossomais]]></source>
<year>2002</year>
<edition>2</edition>
<page-range>144-7</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Guanabara Koogan]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mota]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Atividade física e qualidade de vida associada à saúde em idosos participantes e não participantes em um programa regular da atividade física]]></source>
<year>2006</year>
<volume>20</volume>
<page-range>219-25</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fernandes]]></surname>
<given-names><![CDATA[HM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Raposo]]></surname>
<given-names><![CDATA[JV]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ramalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[AS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Influência da actividade física na saúde mental positiva de idosos]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Motriz]]></source>
<year>2009</year>
<volume>5</volume>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Acree]]></surname>
<given-names><![CDATA[LS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Physical activity is related to quality of life in older adults]]></article-title>
<source><![CDATA[Health and Quality of Life Outcomes]]></source>
<year>2006</year>
<volume>4</volume>
<page-range>1-6</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Teixeira-Salmela]]></surname>
<given-names><![CDATA[LF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Magalhães]]></surname>
<given-names><![CDATA[CM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[AC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lima]]></surname>
<given-names><![CDATA[MC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lima]]></surname>
<given-names><![CDATA[RCM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Goulart]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Adaptação do Perfil de Saúde de Nottingham: um instrumento simples de avaliação da qualidade de vida]]></article-title>
<source><![CDATA[Cad Saúde Pública]]></source>
<year>2004</year>
<volume>20</volume>
<page-range>905-14</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Riberto]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Miyazaki]]></surname>
<given-names><![CDATA[MH]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jucá]]></surname>
<given-names><![CDATA[SSH]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sakamoto]]></surname>
<given-names><![CDATA[H]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinto]]></surname>
<given-names><![CDATA[PPN]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Battistella]]></surname>
<given-names><![CDATA[LR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Validação da Versão Brasileira da Medida de Independência Funcional]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Fisiatr]]></source>
<year>2004</year>
<volume>11</volume>
<page-range>72-6</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santini]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Blessmann]]></surname>
<given-names><![CDATA[EL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Benefícios da atividade física na saúde do idoso]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Corp em movimento]]></source>
<year>2003</year>
<page-range>103-15</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<label>13</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Franchi]]></surname>
<given-names><![CDATA[KMB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Junior]]></surname>
<given-names><![CDATA[RMB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Atividade física: uma necessidade para a boa saúde na terceira idade]]></article-title>
<source><![CDATA[RBPS]]></source>
<year>2005</year>
<volume>18</volume>
<page-range>152-6</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<label>14</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dantas]]></surname>
<given-names><![CDATA[EHM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Flexibilidade Alongamento e Flexionamento]]></source>
<year>1999</year>
<edition>4</edition>
<page-range>47-53</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Shape]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<label>15</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[MLC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Andrade]]></surname>
<given-names><![CDATA[MC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Incidência de quedas relacionada aos fatores de riscos em idosos institucionalizados]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Baiana de Saúde Pública]]></source>
<year>2005</year>
<volume>29</volume>
<page-range>57-68</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<label>16</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Spirduso]]></surname>
<given-names><![CDATA[WW]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cronin]]></surname>
<given-names><![CDATA[DL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Exercise dose-response effects on quality of life and independent living in older adults]]></article-title>
<source><![CDATA[Med Sci Sports Exerc]]></source>
<year>2001</year>
<page-range>S598-608</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<label>17</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[DL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Milano]]></surname>
<given-names><![CDATA[ME]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rosat]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Exercício físico e memória]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Paulista de Educação Física]]></source>
<year>1998</year>
<volume>12</volume>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<label>18</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hanna]]></surname>
<given-names><![CDATA[KM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Antunes]]></surname>
<given-names><![CDATA[RF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[RC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ronaldo]]></surname>
<given-names><![CDATA[VT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[OFA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bueno]]></surname>
<given-names><![CDATA[M TM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Exercício físico e função cognitiva: uma revisão]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Med Esporte]]></source>
<year>2006</year>
<volume>12</volume>
<page-range>108-14</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<label>19</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rodrigues]]></surname>
<given-names><![CDATA[SR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[CM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barbosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[DM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[MP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinto]]></surname>
<given-names><![CDATA[MRA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A qualidade de vida física e mental de idosos praticantes e não praticantes de caminhada na cidade de Campo Azul]]></source>
<year>Dez.</year>
<month> 2</month>
<day>00</day>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<label>20</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pinheiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[JES]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Freitas]]></surname>
<given-names><![CDATA[EV]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Néri]]></surname>
<given-names><![CDATA[AL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cançado]]></surname>
<given-names><![CDATA[FAX]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gorzoni]]></surname>
<given-names><![CDATA[ML]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rocha]]></surname>
<given-names><![CDATA[SM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Tratado de Geriatria e Gerontologia]]></source>
<year>2002</year>
<page-range>196-200</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Guanabara Koogan]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<label>21</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cheik]]></surname>
<given-names><![CDATA[NC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Reis]]></surname>
<given-names><![CDATA[IT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Heredia]]></surname>
<given-names><![CDATA[RAG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ventura]]></surname>
<given-names><![CDATA[MLV]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos do exercício físico e da atividade física na depressão e ansiedade em indivíduos idosos]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Ci e Mov]]></source>
<year>2003</year>
<volume>11</volume>
<page-range>45-52</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<label>22</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Faria]]></surname>
<given-names><![CDATA[AJR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Atividade física para terceira idade]]></source>
<year>1998</year>
<publisher-name><![CDATA[Artigos (on-line)]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<label>23</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Marques]]></surname>
<given-names><![CDATA[AA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prática de atividade física nos idosos: as questões pedagógicas]]></article-title>
<source><![CDATA[Horizonte]]></source>
<year>1996</year>
<volume>8</volume>
<numero>74</numero>
<issue>74</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<label>24</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[ETF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Papaleo]]></surname>
<given-names><![CDATA[MN]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo^eSP SP]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Atheneu]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<label>25</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mazo]]></surname>
<given-names><![CDATA[GZ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cardoso]]></surname>
<given-names><![CDATA[FL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Aguiar]]></surname>
<given-names><![CDATA[DL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Programa de Hidroginástica para idosos: Motivação, auto-estima e auto-imagem]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum]]></source>
<year>2006</year>
<volume>8</volume>
<page-range>67-72</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<label>26</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ciolac]]></surname>
<given-names><![CDATA[GE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Guimarães]]></surname>
<given-names><![CDATA[VG]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Exercício físico e síndrome metabólica: Exercício físico e síndrome metabólica]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Med Esporte]]></source>
<year>2004</year>
<volume>10</volume>
<page-range>319-24</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<label>27</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pollock]]></surname>
<given-names><![CDATA[ML]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Franklin]]></surname>
<given-names><![CDATA[BA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Balady]]></surname>
<given-names><![CDATA[GJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chaitman]]></surname>
<given-names><![CDATA[BL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fleg]]></surname>
<given-names><![CDATA[JL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fletcher]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Exercício resistido em indivíduos com e sem doença cardiovascular: benefícios, lógica, segurança e prescrição: um alerta da Comissão do exercício, reabilitação e prevenção, o Conselho de cardiologia clínica, a American Heart Association]]></article-title>
<source><![CDATA[Circulation]]></source>
<year>2000</year>
<volume>101</volume>
<page-range>828-33</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
