<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1517-8692</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista Brasileira de Medicina do Esporte]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev Bras Med Esporte]]></abbrev-journal-title>
<issn>1517-8692</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1517-86922012000400005</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.1590/S1517-86922012000400005</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação da força de preensão palmar frente à terapia com mobilização neural]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Assessment of hand grip strength after neural mobilization]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Araujo]]></surname>
<given-names><![CDATA[Bruna Formentão]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nascimento]]></surname>
<given-names><![CDATA[Cassiane Merigo do]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Busarello]]></surname>
<given-names><![CDATA[Fernanda de Oliveira]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Natália Boneti]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Baroni]]></surname>
<given-names><![CDATA[Marina Pegoraro]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[Alberito Rodrigo de]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bertolini]]></surname>
<given-names><![CDATA[Gladson Ricardo Flor]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Estadual do Oeste do Paraná Curso de Fisioterapia ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Cascavel PR]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,UFRN Faculdade de Ciências da Saúde do Trairí ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>08</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>08</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<volume>18</volume>
<numero>4</numero>
<fpage>242</fpage>
<lpage>245</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1517-86922012000400005&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1517-86922012000400005&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1517-86922012000400005&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[INTRODUÇÃO: A mobilização neural é uma técnica que visa a restauração do movimento e da elasticidade do sistema nervoso; contudo, ainda são poucos os estudos que avaliam sua eficácia sobre variáveis clínicas. OBJETIVO: Avaliar a força de preensão palmar em indivíduos submetidos à intervenção com mobilização neural. Metodologia: Estudo cruzado em que compuseram a amostra 20 sujeitos, com média de idade de 19,5 ± 0,92 anos, divididos em dois grupos (G1 e G2) que receberam, a cada semana, uma sessão única de intervenção de forma que o G1 recebeu mobilização neural e o G2 alongamentos convencionais para o supraespinal na primeira semana; o inverso aconteceu na segunda semana, em que o G1 recebeu alongamentos convencionais para o supraespinal e o G2 a mobilização neural. Os alongamentos para o supraespinal serviram apenas como placebo e não impuseram tensão aos nervos em estudo. As mobilizações neurais foram aplicadas nos nervos radial, mediano e ulnar. A força de preensão palmar foi avaliada por meio de um dinamômetro de preensão palmar em vários momentos: antes e imediatamente, 20 minutos e uma hora após cada intervenção. RESULTADOS: Não houve resultados significativos para a mobilização neural, nem para o alongamento. CONCLUSÃO: A mobilização neural não foi eficaz para produzir o aumento da força de preensão palmar em indivíduos saudáveis.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[INTRODUCTION: Neural mobilization is a technique that seeks the restoration of motion and elasticity of the nervous system; however, there are few studies evaluating its effectiveness on clinical variables. OBJECTIVE: To assess hand grip strength among individuals undergoing intervention with neural mobilization. Methodology: a crossover study in which 20 subjects were sampled, mean age 19.5 ± 0.92 years, divided in two groups (G1 and G2) that received each week a single intervention session so that G1 received neural mobilization and G2 was submitted to conventional stretching exercises for the supraspinal in the first week. The opposite happened on the second week, in which G1 was submitted to conventional stretching exercises for the supraspinal and G2 received neural mobilization. Stretching for the supraspinal served only as placebo and did not impose tension to the nerves under study. The neural mobilization was applied in the radial, median and ulnar nerves. The hand grip strength was assessed using a grip dynamometer at various times: before and immediately after, 20 minutes and one hour after each intervention. RESULTS: no significant results were found for the neural mobilization or the stretch. CONCLUSION: Neural mobilization was not effective to produce increase in hand grip strength in healthy subjects.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[terapia por exercício]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[força da mão]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[dinamômetro de força muscular]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[exercise therapy]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[hand strength]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[muscle strength dynamometer]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO ORIGINAL     <br>   APARELHO LOCOMOTOR NO EXERC&Iacute;CIO E NO ESPORTE</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <a name="enda"></a><b>Avalia&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a de preens&atilde;o palmar frente &agrave; terapia com mobiliza&ccedil;&atilde;o neural</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Bruna Forment&atilde;o Araujo<sup>I</sup>; Cassiane Merigo do Nascimento<sup>I</sup>; Fernanda de Oliveira Busarello<sup>I</sup>; Nat&aacute;lia Boneti Moreira<sup>I</sup>; Marina Pegoraro Baroni<sup>II</sup>; Alberito Rodrigo de Carvalho<sup>I</sup>; Gladson Ricardo Flor Bertolini<sup>I</sup></b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual do Oeste do Paran&aacute; (Unioeste) - Cascavel, PR    <br>   <sup>II</sup>Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de do Trair&iacute; - FACISA/UFRN </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <a href="#end">Correspond&ecirc;ncia </a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O:</b>  A mobiliza&ccedil;&atilde;o neural &eacute; uma t&eacute;cnica que visa a restaura&ccedil;&atilde;o do movimento e da elasticidade do sistema nervoso; contudo, ainda s&atilde;o poucos os estudos que avaliam sua efic&aacute;cia sobre vari&aacute;veis cl&iacute;nicas.     <br>   <b>OBJETIVO:</b>  Avaliar a for&ccedil;a de preens&atilde;o palmar em indiv&iacute;duos submetidos &agrave; interven&ccedil;&atilde;o com mobiliza&ccedil;&atilde;o neural. Metodologia: Estudo cruzado em que compuseram a amostra 20 sujeitos, com m&eacute;dia de idade de 19,5 ± 0,92 anos, divididos em dois grupos (G1 e G2) que receberam, a cada semana, uma sess&atilde;o &uacute;nica de interven&ccedil;&atilde;o de forma que o G1 recebeu mobiliza&ccedil;&atilde;o neural e o G2 alongamentos convencionais para o supraespinal na primeira semana; o inverso aconteceu na segunda semana, em que o G1 recebeu alongamentos convencionais para o supraespinal e o G2 a mobiliza&ccedil;&atilde;o neural. Os alongamentos para o supraespinal serviram apenas como placebo e n&atilde;o impuseram tens&atilde;o aos nervos em estudo. As mobiliza&ccedil;&otilde;es neurais foram aplicadas nos nervos radial, mediano e ulnar. A for&ccedil;a de preens&atilde;o palmar foi avaliada por meio de um dinam&ocirc;metro de preens&atilde;o palmar em v&aacute;rios momentos: antes e imediatamente, 20 minutos e uma hora ap&oacute;s cada interven&ccedil;&atilde;o.     <br>   <b>RESULTADOS:</b>  N&atilde;o houve resultados significativos para a mobiliza&ccedil;&atilde;o neural, nem para o alongamento.     <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b>  A mobiliza&ccedil;&atilde;o neural n&atilde;o foi eficaz para produzir o aumento da for&ccedil;a de preens&atilde;o palmar em indiv&iacute;duos saud&aacute;veis. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-chave:</b>  terapia por exerc&iacute;cio, for&ccedil;a da m&atilde;o, dinam&ocirc;metro de for&ccedil;a muscular. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A m&atilde;o do homem possui objetivos m&uacute;ltiplos pela sua alta complexidade. Como &oacute;rg&atilde;o sensorial, &eacute; uma extens&atilde;o do c&eacute;rebro no fornecimento de informa&ccedil;&otilde;es do ambiente. Ela tamb&eacute;m assume um papel importante como &oacute;rg&atilde;o do sistema locomotor, pois tem grande influ&ecirc;ncia na efici&ecirc;ncia social e criativa do homem. Assim, consegue fazer minuciosas distin&ccedil;&otilde;es sobre o meio externo, pois combina for&ccedil;a e destreza. Os movimentos realizados pela m&atilde;o, como a preens&atilde;o e a manipula&ccedil;&atilde;o de objetos, s&atilde;o essenciais &agrave; vida di&aacute;ria e algumas tarefas exigem a manuten&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a de preens&atilde;o por um longo per&iacute;odo de tempo, provocando uma s&eacute;rie de doen&ccedil;as<sup>1</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A mobiliza&ccedil;&atilde;o do sistema nervoso vem sendo utilizada para restaurar o movimento e a elasticidade deste sistema, promovendo o retorno &agrave;s fun&ccedil;&otilde;es normais. A t&eacute;cnica parte do princ&iacute;pio de um comprometimento da mec&acirc;nica do sistema nervoso envolvendo movimento, elasticidade, condu&ccedil;&atilde;o e fluxo axoplasm&aacute;tico, pode resultar em outras disfun&ccedil;&otilde;es do sistema nervoso ou em estruturas que recebam sua inerva&ccedil;&atilde;o<sup>2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O restabelecimento da biomec&acirc;nica adequada, por meio do movimento e/ou tens&atilde;o, permite recuperar a distensibilidade e a fun&ccedil;&atilde;o normal do sistema nervoso, bem como das estruturas comprometidas<sup>2</sup>. A mobiliza&ccedil;&atilde;o neural &eacute; uma t&eacute;cnica espec&iacute;fica, destinada a abordar doen&ccedil;as neurog&ecirc;nicas e, ap&oacute;s a sua aplica&ccedil;&atilde;o, h&aacute; diminui&ccedil;&atilde;o da intensidade da dor e melhora dos sintomas relacionados<sup>3,4</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo Shacklock <i>et al.</i> <sup>5</sup> , as estruturas nervosas podem ser ativadas, mais facilmente, com a aplica&ccedil;&atilde;o de uma for&ccedil;a mec&acirc;nica. Os autores tamb&eacute;m ressaltam a import&acirc;ncia de integrar fatores como a fisiologia com enfoque neural, a sensibilidade do tecido neural e os efeitos dos deslizamentos nas estruturas adjacentes ao sistema nervoso, afirmando que os testes neurodin&acirc;micos distinguem o tecido nervoso normal e anormal por meio da sua mecanossensibilidade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Durante a mobiliza&ccedil;&atilde;o do sistema nervoso a abordagem deve ser eficaz e com progress&otilde;es espec&iacute;ficas. O tratamento pode ser baseado com &ecirc;nfase nas categorias de diagn&oacute;stico e progress&otilde;es sistem&aacute;ticas. As t&eacute;cnicas de mobiliza&ccedil;&atilde;o neural incluem movimentos repetitivos dos segmentos, os quais reproduzem os sintomas e produzem uma combina&ccedil;&atilde;o de movimentos distais para segmentos mais proximais<sup>6</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a de preens&atilde;o palmar, v&aacute;lida e confi&aacute;vel, &eacute; utilizada para comparar a efetividade de v&aacute;rios procedimentos, definir metas de tratamento e avaliar a funcionalidade do paciente<sup>7</sup>. O instrumento utilizado para avaliar a preens&atilde;o palmar &eacute; o dinam&ocirc;metro, que mensura a for&ccedil;a de preens&atilde;o que o indiv&iacute;duo consegue realizar. Al&eacute;m de verificar a for&ccedil;a da m&atilde;o e do membro superior, a for&ccedil;a de preens&atilde;o palmar pode ser utilizada como indicador de um estado geral de for&ccedil;a, assim, sendo aplicada em testes de aptid&atilde;o f&iacute;sica. Ela tamb&eacute;m fornece um &iacute;ndice de integridade funcional da extremidade superior<sup>8</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Alguns estudos demonstram que a for&ccedil;a de preens&atilde;o &eacute; diretamente proporcional &agrave; idade at&eacute; os 32 anos e, a partir da&iacute;, torna-se inversamente proporcional. Tamb&eacute;m foi verificado que indiv&iacute;duos do sexo masculino apresentam maior for&ccedil;a de preens&atilde;o quando comparado aos do sexo feminino<sup>7-9</sup>. Al&eacute;m disso, observou-se que atividades de aquecimento antes do teste resultam em aumento da for&ccedil;a de preens&atilde;o<sup>7</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Devido &agrave; precariedade de conhecimentos sobre o assunto, a literatura carece de resultados em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o da mobiliza&ccedil;&atilde;o neural, como um procedimento de altera&ccedil;&atilde;o na for&ccedil;a muscular. Assim, o objetivo deste estudo foi avaliar a for&ccedil;a de preens&atilde;o palmar em indiv&iacute;duos saud&aacute;veis, submetidos &agrave; interven&ccedil;&atilde;o com mobiliza&ccedil;&atilde;o neural.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>MATERIAIS E M&Eacute;TODOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Caracteriza&ccedil;&atilde;o do estudo </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O estudo caracteriza-se como anal&iacute;tico, intervencional, do tipo ensaio cl&iacute;nico, quantitativo, duplo-cego, cruzado e com amostra por conveni&ecirc;ncia. A interven&ccedil;&atilde;o foi realizada no Laborat&oacute;rio de Estudo de Les&otilde;es e de Recursos Fisioterap&ecirc;uticos da Universidade Estadual do Oeste do Paran&aacute; (Unioeste), <i>campus</i> de Cascavel. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Amostra</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Participaram do estudo 20 volunt&aacute;rias, do g&ecirc;nero feminino, com idade de 19,5 ± 0,92 anos. Os indiv&iacute;duos assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, sendo o projeto previamente aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa com Humanos da Unioeste, sob parecer 198/2010-CEP. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o foram indiv&iacute;duos saud&aacute;veis, sem altera&ccedil;&otilde;es ou ferimentos de pele, altera&ccedil;&otilde;es t&aacute;teis, dor aguda ou cr&ocirc;nica, neuropatias ou qualquer tipo de hipersensibilidade. E os crit&eacute;rios de exclus&atilde;o da amostra foram: uma falta durante o per&iacute;odo de interven&ccedil;&atilde;o ou o relato de realiza&ccedil;&atilde;o de qualquer outro tratamento que pudesse interferir nos resultados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Procedimentos</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As participantes foram divididas, aleatoriamente, em dois grupos de 10 indiv&iacute;duos cada. O primeiro grupo (G1) recebeu interven&ccedil;&atilde;o por meio de mobiliza&ccedil;&atilde;o neural e o segundo (G2), de alongamentos convencionais, durante a primeira semana. Na segunda semana o G1 recebeu alongamentos convencionais e o G2 o protocolo de mobiliza&ccedil;&atilde;o neural.  Foram realizados protocolos com mobiliza&ccedil;&atilde;o neural do nervo mediano, ulnar e radial e alongamentos convencionais que n&atilde;o produziram estiramentos dos nervos em an&aacute;lise. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Avalia&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a de preens&atilde;o palmar</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a de preens&atilde;o palmar foi realizada por meio de um dinam&ocirc;metro de preens&atilde;o palmar anal&oacute;gico, marca North Coast<sup>&reg;</sup>, que verifica a for&ccedil;a em libras por cent&iacute;metro quadrado (l/cm<sup>2</sup>), com escala de 0,5l/cm<sup>2</sup>. O procedimento foi realizado antes e logo ap&oacute;s as manobras de mobiliza&ccedil;&atilde;o neural e de alongamento, 20 minutos e uma hora depois destes. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A manobra utilizada para aferir a for&ccedil;a por meio do dinam&ocirc;metro foi de acordo com o recomendado pela Sociedade Americana de Terapeutas de M&atilde;o, que recomenda que o sujeito esteja sentado com o ombro aduzido e neutramente rodado, cotovelo flexionado a 90º, antebra&ccedil;o em posi&ccedil;&atilde;o neutra e o punho entre 0º e 30º de extens&atilde;o e 0º a 15º de desvio ulnar<sup>8</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Mobiliza&ccedil;&atilde;o neural</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A mobiliza&ccedil;&atilde;o neural foi realizada partindo da posi&ccedil;&atilde;o em que  o volunt&aacute;rio n&atilde;o sentia desconforto, estabelecida durante um teste. Realizaram-se, ent&atilde;o, ao final da amplitude predita, oscila&ccedil;&otilde;es lentas e consecutivas da extremidade envolvida, por um minuto<sup>3</sup>, permitindo ao indiv&iacute;duo descanso de tr&ecirc;s minutos, em apenas uma sess&atilde;o. A ordem do posicionamento dos segmentos at&eacute; se atingir a amplitude de teste foi rigorosamente seguida conforme &eacute; preconizado para cada nervo e est&aacute; descrita abaixo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a mobiliza&ccedil;&atilde;o do nervo mediano, o volunt&aacute;rio foi posicionado em dec&uacute;bito dorsal, com depress&atilde;o de cintura escapular, extens&atilde;o de cotovelo, punho, dedos e polegar, abdu&ccedil;&atilde;o e rota&ccedil;&atilde;o externa de ombro. Para o nervo radial, utilizou-se a posi&ccedil;&atilde;o inicial do nervo mediano, com rota&ccedil;&atilde;o medial do ombro, flex&atilde;o de punho, desvio ulnar e flex&atilde;o do polegar. Finalmente, para o nervo ulnar o volunt&aacute;rio foi posicionado em dec&uacute;bito dorsal, com rota&ccedil;&atilde;o lateral e abdu&ccedil;&atilde;o de glenoumeral, punho estendido e o antebra&ccedil;o pronado. O cotovelo foi totalmente flexionado e foi feita a depress&atilde;o do ombro pelo examinador. A cabe&ccedil;a dos volunt&aacute;rios estava em inclina&ccedil;&atilde;o para o lado oposto durante todos os tipos de mobiliza&ccedil;&atilde;o<sup>2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Alongamento convencional</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O grupo de alongamento convencional, no presente estudo, comportou-se como placebo, e nele foram realizados alongamentos do supraespinal, por meio de uma adu&ccedil;&atilde;o horizontal do membro superior, mantendo os ombros alinhados e pressionando-os para baixo por 30 segundos e descansando por 30 segundos, alternadamente at&eacute; completar o tempo estipulado de tr&ecirc;s minutos, no total. Durante  o alongamento, a cabe&ccedil;a do volunt&aacute;rio estava em posi&ccedil;&atilde;o neutra, sem qualquer tipo de inclina&ccedil;&atilde;o lateral ou rota&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>An&aacute;lise estat&iacute;stica</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados foram avaliados quanto &agrave; sua normalidade pelo teste de Kolmogorov-Smirnov. Sendo a distribui&ccedil;&atilde;o normal, utilizou-se o teste ANOVA com medidas repetidas e o p&oacute;s-teste de Tukey para avalia&ccedil;&atilde;o dos diferentes momentos intragrupo, e o teste <i>t</i> de <i>Student</i> pareado para a avalia&ccedil;&atilde;o intergrupo, visto que os indiv&iacute;duos que constitu&iacute;am os grupos eram os mesmos. O n&iacute;vel de signific&acirc;ncia aceito foi de 5%. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>RESULTADOS</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A compara&ccedil;&atilde;o para o G1 no in&iacute;cio da primeira semana com o in&iacute;cio da segunda semana, bem como para o G2, n&atilde;o apresentaram diferen&ccedil;as significativas (p = 0,1212 e p = 0,8411, respectivamente), indicando que n&atilde;o havia diferen&ccedil;as entre os valores basais, entre uma e outra semana, ou seja, n&atilde;o havia efeito combinado do tratamento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Comparando os diferentes momentos de avalia&ccedil;&atilde;o, tanto para mobiliza&ccedil;&atilde;o neural (<a href="#fig1">figura 1</a>) como para o alongamento (<a href="#fig2">figura 2</a>), n&atilde;o houve diferen&ccedil;as significativas (p &gt; 0,05). </font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbme/v18n4/a05fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbme/v18n4/a05fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados das duas interven&ccedil;&otilde;es, mobiliza&ccedil;&atilde;o neural e alongamento foram comparados entre eles, nos distintos per&iacute;odos, sendo evidenciado que tamb&eacute;m n&atilde;o houve diferen&ccedil;as significativas (p &gt; 0,05). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O sistema nervoso &eacute; capaz de se adaptar a cargas mec&acirc;nicas, mas se os mecanismos adaptativos falharem, o sistema nervoso torna-se vulner&aacute;vel a diversas afec&ccedil;&otilde;es, alterando assim a neurodin&acirc;mica<sup>10</sup>. Quando h&aacute; les&atilde;o no sistema nervoso, h&aacute; consequente deforma&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica das fibras nervosas e isquemia local, ocorrendo diminui&ccedil;&atilde;o do fluxo axoplasm&aacute;tico e consequente altera&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o nervosa<sup>11</sup>. Assim, a for&ccedil;a muscular depende da integridade do sistema nervoso central e perif&eacute;rico<sup>12</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo Butler<sup>11</sup>, a mobiliza&ccedil;&atilde;o neural pode ser utilizada para sinais e sintomas originados de comprometimento biomec&acirc;nico ou de rea&ccedil;&otilde;es inflamat&oacute;rias que levem a altera&ccedil;&otilde;es da neurodin&acirc;mica. Desta forma, a mobiliza&ccedil;&atilde;o tem o objetivo de restabelecer o equil&iacute;brio din&acirc;mico entre o movimento dos tecidos neurais e suas interfaces, reduzindo press&otilde;es intr&iacute;nsecas do tecido neural e, consequentemente, promovendo uma fun&ccedil;&atilde;o fisiol&oacute;gica &oacute;tima<sup>10</sup>, o que, segundo Butler<sup>11</sup>, ocorre via melhora no fluxo axoplasm&aacute;tico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No entanto, para estruturas que n&atilde;o se encontram com altera&ccedil;&otilde;es da neurodin&acirc;mica, a literatura n&atilde;o esclarece se a mobiliza&ccedil;&atilde;o neural poderia atuar otimizando a sua fun&ccedil;&atilde;o, apesar de ter uso na pr&aacute;tica cl&iacute;nica, com vistas a efeitos preventivos e na melhora de desempenho f&iacute;sico, por poss&iacute;veis melhoras do fluxo axoplasm&aacute;tico. Assim, no presente estudo utilizou-se da mobiliza&ccedil;&atilde;o neural em jovens saud&aacute;veis, sem aparente comprometimento da neurodin&acirc;mica, objetivando verificar os efeitos da mobiliza&ccedil;&atilde;o neural sobre a for&ccedil;a de preens&atilde;o palmar e foi verificado que esta fun&ccedil;&atilde;o foi apenas mantida. Ou seja, a hip&oacute;tese que a mobiliza&ccedil;&atilde;o neural, dos nervos mediano, radial e ulnar, direta ou indiretamente respons&aacute;veis pela for&ccedil;a de preens&atilde;o palmar pudesse melhorar o fluxo axoplasm&aacute;tico e desta forma produzir um melhor recrutamento das unidades motoras e com isto um aumento na for&ccedil;a muscular de preens&atilde;o, n&atilde;o foi observada. Acredita-se que  o desenho do estudo cruzado n&atilde;o tenha interferido nos resultados, visto que os grupos n&atilde;o alteraram significativamente seus valores basais de uma semana para outra. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em revis&atilde;o de Ramo<i>s et al.</i> <sup>12</sup>, verificando a influ&ecirc;ncia do alongamento muscular sobre a for&ccedil;a muscular, verificou-se que, apesar das controv&eacute;rsias, a maioria dos estudos indica que o alongamento reduz a for&ccedil;a muscular, devido a fatores como: altera&ccedil;&otilde;es nas propriedades viscoel&aacute;sticas do m&uacute;sculo e musculotendinosa, altera&ccedil;&otilde;es no comprimento/tens&atilde;o da fibra muscular e ainda devido a fatores neurol&oacute;gicos. Assim, no presente estudo, n&atilde;o foi realizado alongamento dos m&uacute;sculos diretamente respons&aacute;veis pela preens&atilde;o, visando n&atilde;o contaminar os resultados; mesmo que na semana anterior o indiv&iacute;duo tivesse realizado a mobiliza&ccedil;&atilde;o neural (com consequente alongamento da musculatura respons&aacute;vel pela preens&atilde;o), novamente salienta-se que n&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa entre as semanas, na compara&ccedil;&atilde;o dentro do grupo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">J&aacute; a t&eacute;cnica de mobiliza&ccedil;&atilde;o neural pode causar um alongamento da musculatura envolvida no teste de for&ccedil;a de preens&atilde;o palmar, o que poderia vir a colaborar para que n&atilde;o houvesse aumento na for&ccedil;a de preens&atilde;o palmar ap&oacute;s execu&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica, inclusive podendo ocorrer redu&ccedil;&atilde;o desta. Contudo, como tal diminui&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;a n&atilde;o foi vista, acredita-se que o procedimento n&atilde;o causou as altera&ccedil;&otilde;es relatadas por Ramos <i>et al.</i> <sup>12</sup>, por causa dos movimentos c&iacute;clicos e a n&atilde;o manuten&ccedil;&atilde;o est&aacute;tica da posi&ccedil;&atilde;o do punho e m&atilde;o no final da amplitude de movimento, ou pelo tempo restrito em que a t&eacute;cnica foi utilizada (apenas um minuto para cada nervo). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; de fundamental import&acirc;ncia que os fisioterapeutas realizem tratamentos efetivos e baseados em evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas. Apesar dos bons resultados da utiliza&ccedil;&atilde;o da mobiliza&ccedil;&atilde;o neural na pr&aacute;tica cl&iacute;nica, ainda s&atilde;o poucos os estudos que abordam os efeitos da utiliza&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica. H&aacute; ind&iacute;cios que mostram que a mobiliza&ccedil;&atilde;o neural pode contribuir para o ganho da amplitude de movimento (ADM)<sup>13</sup>, manuten&ccedil;&atilde;o da elasticidade e da extensibilidade nervosa<sup>2,6,10</sup> e influenciando tamb&eacute;m na intensidade da nocicep&ccedil;&atilde;o<sup>3,4,6,10,14</sup>. No entanto, s&atilde;o raros estudos que mostram os efeitos da mobiliza&ccedil;&atilde;o neural em indiv&iacute;duos saud&aacute;veis, como no de Parreira <i>et al.</i> <sup>15</sup>, no qual os autores observaram que a mobiliza&ccedil;&atilde;o do nervo radial produziu ganhos de amplitude de movimento, nos testes de eleva&ccedil;&atilde;o da perna retificada e <i>slump</i>, ou seja, em membros inferiores. Devido a tal escassez, houve limita&ccedil;&atilde;o para comparar os resultados encontrados, ou seja, a aus&ecirc;ncia de efeitos, com outros estudos. Sugere-se, ent&atilde;o, que mais  trabalhos sejam realizados sobre o tema, inclusive com estudos n&atilde;o cruzados, para nortear a atua&ccedil;&atilde;o de fisioterapeutas que se utilizam   desta t&eacute;cnica, n&atilde;o apenas de forma curativa, mas tamb&eacute;m preventiva e na melhora de desempenho.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com a metodologia utilizada neste trabalho, pode-se concluir que  a mobiliza&ccedil;&atilde;o neural n&atilde;o foi eficaz para produzir o aumento da for&ccedil;a   de preens&atilde;o palmar em indiv&iacute;duos saud&aacute;veis.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>REFER&Ecirc;NCIAS</b> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Esteves AC, Reis DC, Caldeira RM, Leite RM, Moro ARP, Borges Junior NB. For&ccedil;a de preens&atilde;o, lateralidade, sexo e caracter&iacute;sticas antropom&eacute;tricas da m&atilde;o de crian&ccedil;as em idade escolar. Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum 2005;2:69-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1517-8692201200040000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Oliveira Junior HF, Teixeira AH. Mobiliza&ccedil;&atilde;o do sistema nervoso: Avalia&ccedil;&atilde;o e tratamento. Fisioter Mov 2007;20:41-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1517-8692201200040000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Bertolini GRF, Silva TS, Trindade DL, Ciena AP, Carvalho AR. Neural mobilization and static stretching in an experimental sciatic model - an experimental study. Rev Bras Fisioter 2009;13:493-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1517-8692201200040000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Coppieters MW, Stappaerts KH, Wouters LL, Janssens K. Aberrant protective force generation during neural provocation testing and the effect of treatment in patients with neurogenic cervicobrachial pain. J Manipulative Physiol Ther 2003;26:99-106.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1517-8692201200040000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Shacklock M, Donoso CG, L&oacute;pez MOL. Hacia un enfoque cl&iacute;nico-cient&iacute;fico en el diagn&oacute;stico con test neurodin&aacute;micos (tensi&oacute;n neural). Fisioterapia 2007;29:288-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1517-8692201200040000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Kostopoulos D. Treatment of carpal tunnel syndrome: a review of the non-surgical approaches with emphasis in neural mobilization. J Bodyw Mov Ther 2004;8:2-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1517-8692201200040000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Figueiredo IM, Sampaio RF, Mancini MC, Silva FCM, Souza MAP. Teste de for&ccedil;a de preens&atilde;o utilizando  o dinam&ocirc;metro Jamar<sup>&reg;</sup>. Acta Fisiatr 2007;14:104-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1517-8692201200040000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Moreira D, &Aacute;lvarez RRA, Gogoy JR, Cambraia AN. Abordagem sobre preens&atilde;o palmar utilizando o dinam&ocirc;metro JAMAR<sup>&reg;</sup>: uma revis&atilde;o de literatura. Rev Bras Ci&ecirc;ncia Mov 2003;11:95-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1517-8692201200040000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Barbosa AR, Souza JMP, Lebr&atilde;o ML, Marucci MF. Rela&ccedil;&atilde;o entre estado nutricional e for&ccedil;a de preens&atilde;o manual em idosos do munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo, Brasil: dados da pesquisa SABE. Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum 2006;8:37-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1517-8692201200040000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Ellis RF, Hing WA. Neural mobilization: a systematic review of randomized controlled trials with an analysis of therapeutic efficacy. J Man Manip Ther 2008;16:8-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1517-8692201200040000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Butler DS. Mobiliza&ccedil;&atilde;o do sistema nervoso. S&atilde;o Paulo: Manole; 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1517-8692201200040000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Ramos GV, Santos RR, Gon&ccedil;alves A. Influ&ecirc;ncia do alongamento sobre a for&ccedil;a muscular: uma breve revis&atilde;o sobre as poss&iacute;veis causas. Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum. 2007;9:203-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1517-8692201200040000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Santos CF, Domingues CA. Avalia&ccedil;&atilde;o pr&eacute; e p&oacute;s-mobiliza&ccedil;&atilde;o neural para ganho de ADM em flex&atilde;o de quadril por meio de alongamento de isquiotibiais. Conscientia e Sa&uacute;de 2007;7:487-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1517-8692201200040000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Shacklock M, Donoso CG, L&oacute;pez MOL. Tratamiento manual de dolor lumbar y ci&aacute;tica con neurodin&aacute;mica cl&iacute;nica. Fisioterapia 2007;29:312-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1517-8692201200040000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Parreira RB, Bedin AO, Salgado ASI, Busto R, Achour Junior A. Efeito da mobiliza&ccedil;&atilde;o neural em sujeitos saud&aacute;veis. Ter Man 2009;7:15-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1517-8692201200040000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="end"></a><a href="#enda"><img src="/img/revistas/rbme/v18n4/seta.jpg" border="0"></a><b> Correspond&ecirc;ncia:</b>     <br>   Gladson Ricardo Flor Bertolini    <br>   Colegiado de Fisioterapia - Unioeste    <br>   Rua Universit&aacute;ria, 2.069, Jardim Universit&aacute;rio Caixa Postal 711    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   85819-110 - Cascavel, PR     <br>   E-mail: <a href="mailto:gladson_ricardo@yahoo.com.br">gladson_ricardo@yahoo.com.br</a> </font></p>            ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Esteves]]></surname>
<given-names><![CDATA[AC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Reis]]></surname>
<given-names><![CDATA[DC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Caldeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[RM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leite]]></surname>
<given-names><![CDATA[RM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moro]]></surname>
<given-names><![CDATA[ARP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Borges Junior]]></surname>
<given-names><![CDATA[NB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Força de preensão, lateralidade, sexo e características antropométricas da mão de crianças em idade escolar]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum]]></source>
<year>2005</year>
<volume>2</volume>
<page-range>69-75</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira Junior]]></surname>
<given-names><![CDATA[HF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Teixeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[AH]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Mobilização do sistema nervoso: Avaliação e tratamento]]></article-title>
<source><![CDATA[Fisioter Mov]]></source>
<year>2007</year>
<volume>20</volume>
<page-range>41-53</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bertolini]]></surname>
<given-names><![CDATA[GRF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[TS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Trindade]]></surname>
<given-names><![CDATA[DL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ciena]]></surname>
<given-names><![CDATA[AP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[AR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Neural mobilization and static stretching in an experimental sciatic model: an experimental study]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Fisioter]]></source>
<year>2009</year>
<volume>13</volume>
<page-range>493-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Coppieters]]></surname>
<given-names><![CDATA[MW]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stappaerts]]></surname>
<given-names><![CDATA[KH]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wouters]]></surname>
<given-names><![CDATA[LL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Janssens]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Aberrant protective force generation during neural provocation testing and the effect of treatment in patients with neurogenic cervicobrachial pain]]></article-title>
<source><![CDATA[J Manipulative Physiol Ther]]></source>
<year>2003</year>
<volume>26</volume>
<page-range>99-106</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Shacklock]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Donoso]]></surname>
<given-names><![CDATA[CG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[López]]></surname>
<given-names><![CDATA[MOL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Hacia un enfoque clínico-científico en el diagnóstico con test neurodinámicos (tensión neural)]]></article-title>
<source><![CDATA[Fisioterapia]]></source>
<year>2007</year>
<volume>29</volume>
<page-range>288-97</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kostopoulos]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Treatment of carpal tunnel syndrome: a review of the non-surgical approaches with emphasis in neural mobilization]]></article-title>
<source><![CDATA[J Bodyw Mov Ther]]></source>
<year>2004</year>
<volume>8</volume>
<page-range>2-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Figueiredo]]></surname>
<given-names><![CDATA[IM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sampaio]]></surname>
<given-names><![CDATA[RF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mancini]]></surname>
<given-names><![CDATA[MC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[FCM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Souza]]></surname>
<given-names><![CDATA[MAP]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Teste de força de preensão utilizando o dinamômetro Jamar®]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Fisiatr]]></source>
<year>2007</year>
<volume>14</volume>
<page-range>104-10</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Álvarez]]></surname>
<given-names><![CDATA[RRA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gogoy]]></surname>
<given-names><![CDATA[JR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cambraia]]></surname>
<given-names><![CDATA[AN]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Abordagem sobre preensão palmar utilizando o dinamômetro JAMAR®: uma revisão de literatura]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Ciência Mov]]></source>
<year>2003</year>
<volume>11</volume>
<page-range>95-9</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Barbosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[AR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Souza]]></surname>
<given-names><![CDATA[JMP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lebrão]]></surname>
<given-names><![CDATA[ML]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marucci]]></surname>
<given-names><![CDATA[MF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relação entre estado nutricional e força de preensão manual em idosos do município de São Paulo, Brasil: dados da pesquisa SABE]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum]]></source>
<year>2006</year>
<volume>8</volume>
<page-range>37-44</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ellis]]></surname>
<given-names><![CDATA[RF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hing]]></surname>
<given-names><![CDATA[WA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Neural mobilization: a systematic review of randomized controlled trials with an analysis of therapeutic efficacy]]></article-title>
<source><![CDATA[J Man Manip Ther]]></source>
<year>2008</year>
<volume>16</volume>
<page-range>8-22</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Butler]]></surname>
<given-names><![CDATA[DS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Mobilização do sistema nervoso]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Manole]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ramos]]></surname>
<given-names><![CDATA[GV]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[RR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gonçalves]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Influência do alongamento sobre a força muscular: uma breve revisão sobre as possíveis causas]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum]]></source>
<year>2007</year>
<volume>9</volume>
<page-range>203-6</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<label>13</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[CF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Domingues]]></surname>
<given-names><![CDATA[CA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação pré e pós-mobilização neural para ganho de ADM em flexão de quadril por meio de alongamento de isquiotibiais]]></article-title>
<source><![CDATA[Conscientia e Saúde]]></source>
<year>2007</year>
<volume>7</volume>
<page-range>487-95</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<label>14</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Shacklock]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Donoso]]></surname>
<given-names><![CDATA[CG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[López]]></surname>
<given-names><![CDATA[MOL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Tratamiento manual de dolor lumbar y ciática con neurodinámica clínica]]></article-title>
<source><![CDATA[Fisioterapia]]></source>
<year>2007</year>
<volume>29</volume>
<page-range>312-20</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<label>15</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Parreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[RB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bedin]]></surname>
<given-names><![CDATA[AO]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Salgado]]></surname>
<given-names><![CDATA[ASI]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Busto]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Achour Junior]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito da mobilização neural em sujeitos saudáveis]]></article-title>
<source><![CDATA[Ter Man]]></source>
<year>2009</year>
<volume>7</volume>
<page-range>15-20</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
