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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise da marcha no plano inclinado e declinado de adultas e idosas com diferentes volumes de atividades semanais]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Gait analysis on incline and decline surfaces of adult and elderly women with different volume of weekly activities]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Walking is one of the most natural human movements; however, its efficiency decreases with age progression, mainly during the transposition of incline surfaces, where the risk of accident increases. OBJECTIVE: To evaluate the differences in gait patterns between active (ACT) and sedentary (SED) elderly compared to adult individuals (ADU) during locomotion on incline surface (ramp). METHODS: Forty-five subjects (15 ADU, 15 ACT and 15 SED) walked up and down a ramp with 10% of inclination. The kinematic (Vicon MX-13) and kinetic (Force Plate AMTI) analysis of the gait variables was performed. RESULTS: Reduction on amplitude and impulse power around SED and ACT ankle was identified during the incline gait on the ramp compared with ADU. Major differences between ADU and SED/ACT groups concerning displacement velocity during decline gait were identified, probably due to elastic muscle limitations around the hip. CONCLUSION: Apparently, the level of physical activity does not influence on the SED and ACT gait; however, an IPAQ limitation in accurately classify this level, may have affected the results. Future longitudinal studies in which individuals are submitted to different physical activity volume are necessary to confirm these findings.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO ORIGINAL     <br>   APARELHO LOCOMOTOR NO EXERC&Iacute;CIO E NO ESPORTE</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="enda"></a><b>An&aacute;lise da marcha no plano inclinado e  declinado de adultas e idosas com diferentes volumes de atividades semanais</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Ricardo Martins de Souza<sup>I</sup>; Andr&eacute; Luiz F&eacute;lix Rodacki<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, Faculdades Integradas do Brasil - UniBrasil - Curitiba, PR    <br>   <sup>II</sup>Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, Universidade Federal do Paran&aacute; - UFPR - Curitiba, PR</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <a href="#end">Correspond&ecirc;ncia </a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A marcha &eacute; um dos mais naturais movimentos humanos, por&eacute;m com o envelhecimento, sua efici&ecirc;ncia vai se reduzindo, principalmente durante a transposi&ccedil;&atilde;o de superf&iacute;cies inclinadas, onde o risco de acidentes aumenta.     <br>   <b>OBJETIVO:</b>  Avaliar as diferen&ccedil;as do padr&atilde;o da marcha de indiv&iacute;duos idosos ativos (ATI) e sedent&aacute;rios (SED) em rela&ccedil;&atilde;o aos indiv&iacute;duos adultos (ADU) durante a locomo&ccedil;&atilde;o em um terreno inclinado (rampa).     <br>   <b>M&Eacute;TODOS:</b>  Quarenta e cinco indiv&iacute;duos (15 ADU, 15 ATI e 15 SED) caminharam, subindo e descendo uma rampa com 10% de inclina&ccedil;&atilde;o. A an&aacute;lise cinem&aacute;tica (Vicon MX-13) e cin&eacute;tica (Plataforma de For&ccedil;a AMTI) de vari&aacute;veis relacionadas com a marcha foi realizada.     <br>   <b>RESULTADOS:</b>  Foram identificadas redu&ccedil;&otilde;es na amplitude e pot&ecirc;ncia do impulso ao redor do tornozelo dos indiv&iacute;duos SED e ATI em compara&ccedil;&atilde;o aos ADU durante a subida da rampa. Na descida, as principais diferen&ccedil;as entre o grupo ADU e os grupos SED e ATI foram com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; velocidade de deslocamento, provavelmente por limita&ccedil;&otilde;es musculares de ordem el&aacute;stica, principalmente ao redor do quadril.     <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b>  Aparentemente, o n&iacute;vel de atividades f&iacute;sicas n&atilde;o influenciou a marcha dos SED e ATI; entretanto, uma limita&ccedil;&atilde;o do IPAQ de conseguir classificar adequadamente diferentes n&iacute;veis de atividades f&iacute;sicas pode ter influenciado o resultado. Futuros estudos longitudinais nos quais os indiv&iacute;duos s&atilde;o submetidos a diferentes volumes de atividades f&iacute;sicas di&aacute;rias s&atilde;o necess&aacute;rios para que os resultados aqui encontrados possam ser confirmados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-chave:</b>  rampa, cinem&aacute;tica, atividade f&iacute;sica, cin&eacute;tica. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A incid&ecirc;ncia de quedas aumenta acima dos 65 anos e possui severas consequ&ecirc;ncias em termos de morbidade, mortalidade e custos associados<sup>1,2</sup>. Algumas an&aacute;lises t&ecirc;m revelado que aproximadamente 25% das pessoas com mais de 65 anos e 35% das pessoas com mais de 75 anos sofrem, em m&eacute;dia, uma queda por ano<sup>3</sup>. Nos Estados Unidos, aproximadamente 10% dos casos de morte ocorridos no ambiente de trabalho (6.083 casos), 590 mortes (&#126;10%) foram ocasionadas por quedas, independente da faixa et&aacute;ria. Dentre essas mortes, a grande maioria (&#126;85%) foi registrada durante a transposi&ccedil;&atilde;o de pisos em diferentes n&iacute;veis, como rampas, degraus e escadas<sup>4</sup>. Logo, a transposi&ccedil;&atilde;o de n&iacute;veis requer especial aten&ccedil;&atilde;o, especialmente de idosos, que possuem maior risco de quedas quando comparados aos jovens, sendo que essa atividade demanda esfor&ccedil;os expressivamente maiores do que aqueles observados no terreno plano<sup>5</sup> e constituem um desafio consider&aacute;vel. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As rampas oferecem uma op&ccedil;&atilde;o mais acess&iacute;vel na transposi&ccedil;&atilde;o de desn&iacute;veis, todavia, a mudan&ccedil;a de n&iacute;vel durante a locomo&ccedil;&atilde;o ainda representa um desafio que &eacute; fortemente influenciado pelas caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas do plano inclinado. No Brasil, a ABNT<sup>6</sup> determina os par&acirc;metros associados ao tamanho e &agrave; inclina&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima da rampa. Entretanto, o comportamento da marcha dos idosos durante a transposi&ccedil;&atilde;o de superf&iacute;cies inclinadas ainda tem sido descrito de forma bastante limitada. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma das maiores limita&ccedil;&otilde;es no entendimento sobre a marcha em terreno inclinado &eacute; que a maior parte dos estudos analisou indiv&iacute;duos jovens e saud&aacute;veis<sup>7-11</sup>. Em situa&ccedil;&otilde;es de maior desafio, como ocorre em planos inclinados, acentuadas modifica&ccedil;&otilde;es no padr&atilde;o normal da marcha dos idosos podem ocorrer, principalmente em fun&ccedil;&atilde;o das limita&ccedil;&otilde;es mec&acirc;nicas e neuromusculares que acompanham o envelhecimento<sup>12,13</sup>. Similarmente ao que ocorre no plano, espera-se que um padr&atilde;o senil de locomo&ccedil;&atilde;o em superf&iacute;cies inclinadas seja menos seguro e no qual os idosos s&atilde;o mais suscet&iacute;veis &agrave;s quedas quando comparados aos jovens. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A atividade f&iacute;sica tem sido proposta como uma forma efetiva de melhorar a capacidade de realizar atividades di&aacute;rias, a mobilidade e a locomo&ccedil;&atilde;o de idosos<sup>14-16</sup>. Assim, espera-se que idosos com maior volume de atividades semanais apresentem padr&otilde;es de locomo&ccedil;&atilde;o diferenciados durante a locomo&ccedil;&atilde;o em superf&iacute;cies inclinadas em compara&ccedil;&atilde;o com aqueles observados em idosos com baixo n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica. Portanto, as hip&oacute;teses de que a) os idosos apresentam um padr&atilde;o que inclui mudan&ccedil;as em um conjunto de par&acirc;metros cinem&aacute;ticos durante  o plano inclinado em compara&ccedil;&atilde;o ao plano e que b) idosos fisicamente ativos apresentam padr&otilde;es de marcha que demonstram menor risco de quedas do que idosos inativos (sedent&aacute;rios) foram testadas. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>M&Eacute;TODOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quinze adultos e 30 idosos voluntariaram a participar do estudo. Antes do in&iacute;cio do experimento, todos os participantes foram informados sobre os procedimentos do estudo, de acordo com o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Os procedimentos experimentais deste estudo tiveram a aprova&ccedil;&atilde;o do Conselho de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade Paranaense (UNIPAR), sob o protocolo 18227/2009, atendendo &agrave; resolu&ccedil;&atilde;o 196/96. Os participantes foram alocados em tr&ecirc;s grupos: adultos maduros (ADU), idosos ativos (ATI) e idosos sedent&aacute;rios (SED). Os idosos foram classificados em fun&ccedil;&atilde;o do volume (em minutos) das atividades f&iacute;sicas realizadas semanalmente, as quais foram determinadas com o question&aacute;rio IPAQ (vers&atilde;o 6, validado para a popula&ccedil;&atilde;o brasileira)<sup>17</sup>. A partir do IPAQ, o tempo total (em minutos) destinado &agrave;s atividades f&iacute;sicas semanais foi determinado. Os idosos com maior volume de horas em atividades f&iacute;sicas semanais foram alocados no grupo ATI, enquanto aqueles com menor volume semanal de atividades foram inclu&iacute;dos no grupo SED. A <a href="#tab1">tabela 1</a> demonstra as caracter&iacute;sticas antropom&eacute;tricas dos participantes e o tempo semanal despendido com atividades f&iacute;sicas. </font></p>     <p><a name="tab1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbme/v18n4/a08tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram inclu&iacute;dos no estudo participantes capazes de realizar atividades di&aacute;rias sem aux&iacute;lio externo, sem hist&oacute;rico de fraturas, cirurgias articulares, lombalgias ou qualquer outro tipo de condi&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica que pudesse interferir no padr&atilde;o da marcha nos seis meses que precederam o estudo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A an&aacute;lise das vari&aacute;veis antropom&eacute;tricas n&atilde;o indicou diferen&ccedil;as quanto &agrave; massa dos participantes (p <u>&gt;</u> 0,05). Entretanto, os idosos apresentaram menor estatura quando comparados aos adultos (p <u>&lt;</u> 0,05). O tempo total ocupado com atividades f&iacute;sicas semanais foi similar entre ADU e ATI, sendo que ambos os grupos apresentaram maior atividade semanal que o SED (63,7% e 223,6% maiores, respectivamente). O n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica entre idosos ativos e sedent&aacute;rios permite inferir que uma diferen&ccedil;a consider&aacute;vel entre os grupos pode ser obtida. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A marcha foi analisada em duas condi&ccedil;&otilde;es experimentais que envolveram a locomo&ccedil;&atilde;o na subida e na descida de uma rampa. A an&aacute;lise ocorreu em uma &uacute;nica sess&atilde;o e os sujeitos foram avaliados descal&ccedil;os. A avalia&ccedil;&atilde;o da marcha na rampa ocorreu sobre uma superf&iacute;cie de madeira (5,0m de comprimento e 1,0m de largura) inclinada a 10%, a qual foi revestida com um tapete emborrachado para que a tarefa pudesse ser executada sem a interfer&ecirc;ncia do cal&ccedil;ado. Ao final da rampa, foi colocado um patamar de 1,0 x 1,0m. A inclina&ccedil;&atilde;o foi estabelecida dentro dos limites m&aacute;ximos recomendados pela ABNT (2004) para a constru&ccedil;&atilde;o de rampas de acesso<sup>7</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Cada participante realizou 10 percursos em cada condi&ccedil;&atilde;o experimental, num total de 20 percursos; todavia, apenas os tr&ecirc;s primeiros ciclos v&aacute;lidos foram selecionados para an&aacute;lise. A velocidade de deslocamento n&atilde;o foi controlada e os participantes foram orientados a caminhar "normalmente". Um ciclo v&aacute;lido foi considerado quando os marcadores corporais foram capturados e corretamente processados, permitindo a completa reconstru&ccedil;&atilde;o do movimento. Al&eacute;m disso, para que uma tentativa fosse considerada como v&aacute;lida, os sujeitos pisaram inteiramente sobre a superf&iacute;cie da plataforma de for&ccedil;as (vide descri&ccedil;&atilde;o abaixo). Os dados foram normalizados em fun&ccedil;&atilde;o da dura&ccedil;&atilde;o do ciclo da marcha (contatos sucessivos do calcanhar com o solo) e a m&eacute;dia agrupada de tr&ecirc;s ciclos v&aacute;lidos foi calculada para cada participante em cada uma das condi&ccedil;&otilde;es experimentais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A an&aacute;lise cinem&aacute;tica foi realizada com o aux&iacute;lio de um sistema optoel&eacute;trico (Vicon Motus MX-13), composto por seis c&acirc;meras que operavam numa frequ&ecirc;ncia de 100Hz. Marcadores reflexivos esf&eacute;ricos foram fixados nos seguintes pontos anat&ocirc;micos de ambos os membros inferiores e pelve: articula&ccedil;&atilde;o metatarso-falangeal do segundo dedo, mal&eacute;olo lateral da t&iacute;bia, aspecto posterior do calc&acirc;neo, na por&ccedil;&atilde;o lateral do meio do segmento da perna, no epic&ocirc;ndilo lateral do f&ecirc;mur, na por&ccedil;&atilde;o lateral do meio do segmento da coxa, nas espinhas il&iacute;acas anterossuperiores, sacro e sobre a proje&ccedil;&atilde;o do processo espinhoso de T12. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A partir desses referenciais anat&ocirc;micos, segmentos e articula&ccedil;&otilde;es foram matematicamente criados e utilizados na avalia&ccedil;&atilde;o da tarefa. O modelo biomec&acirc;nico utilizado &eacute; similar ao modelo de Helen Hayes<sup>18</sup>. Uma plataforma de for&ccedil;a (AMTI, modelo OR6-7) foi usada para obter as for&ccedil;as de rea&ccedil;&atilde;o do solo durante a marcha. A plataforma de for&ccedil;a foi embutida na estrutura na parte final do ter&ccedil;o inferior da rampa (aproximadamente a 1,5m do in&iacute;cio do plano inclinado). A superf&iacute;cie da plataforma de for&ccedil;as coincidiu com a superf&iacute;cie do solo, n&atilde;o sendo poss&iacute;vel aos participantes identificar sua posi&ccedil;&atilde;o em nenhuma das condi&ccedil;&otilde;es experimentais. Os dados de for&ccedil;a de rea&ccedil;&atilde;o do solo foram coletados a uma frequ&ecirc;ncia de 1kHz. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Um n&uacute;mero de vari&aacute;veis cin&eacute;ticas e cinem&aacute;ticas foi analisado. As vari&aacute;veis cinem&aacute;ticas compreenderam a cad&ecirc;ncia (CAD - n&uacute;mero de passos executados por minuto), tempo total do ciclo (TTC - dura&ccedil;&atilde;o do ciclo da marcha), tempo de apoio (TA - percentual do TTC em que  o membro analisado permanece em contato com o solo), tempo de oscila&ccedil;&atilde;o (TO - percentual do TTC em que o membro analisado permanece em balan&ccedil;o), tamanho do passo (TPAS - dist&acirc;ncia entre os dois toques do calcanhar do p&eacute; analisado), velocidade da marcha (VEL - velocidade de deslocamento), velocidade de contato do calcanhar (VELC - velocidade do vetor resultante do calcanhar no instante do contato com o solo), amplitude de movimento do quadril (AMPQUA - diferen&ccedil;a entre o pico de movimento de flex&atilde;o e extens&atilde;o do quadril), amplitude de movimento do joelho (AMPJOE - diferen&ccedil;a entre o pico de movimento de flex&atilde;o e extens&atilde;o do joelho), amplitude de movimento do tornozelo (AMPTOR - diferen&ccedil;a entre o pico de movimento de flex&atilde;o dorsal e plantar do tornozelo), amplitude de rota&ccedil;&atilde;o da pelve (ROTPEL - diferen&ccedil;a entre pico de movimento de rota&ccedil;&atilde;o esquerda e direita da pelve), inclina&ccedil;&atilde;o anterior da pelve (INAPLV - diferen&ccedil;a entre pico de movimento de inclina&ccedil;&atilde;o anterior e posterior da pelve), inclina&ccedil;&atilde;o lateral da pelve (INLPLV - diferen&ccedil;a entre pico de movimento de inclina&ccedil;&atilde;o lateral direita e esquerda da pelve). As vari&aacute;veis cin&eacute;ticas envolveram os picos e as taxas de aplica&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as no in&iacute;cio da fase de apoio na dire&ccedil;&atilde;o anteroposterior e vertical foram calculadas (FYI-NI, FZINI e TXFYNI, TXFZINI, respectivamente). Os mesmos par&acirc;metros foram calculados no final do ciclo (FYFIN, FZFIN e TXFYFIN e TXFZFIN, respectivamente). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O teste de Kolmogorov-Smirnov foi aplicado e confirmou a normalidade dos dados. Um conjunto de an&aacute;lises de vari&acirc;ncia ANOVA multifatorial com medidas repetidas foi aplicado para testar as diferen&ccedil;as entre os grupos (ADU, ATI e SED). O teste de Tukey foi empregado para identificar onde as diferen&ccedil;as ocorreram. Os testes estat&iacute;sticos tiveram n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de p <u>&lt;</u> 0,05 e foram realizados atrav&eacute;s de um <i>software</i> espec&iacute;fico (Stat&iacute;stica, StatSoft USA, vers&atilde;o 7.0). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>RESULTADOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Durante os procedimentos experimentais, os participantes foram capazes de caminhar confortavelmente em todas as condi&ccedil;&otilde;es (subida e descida). Nenhum dos participantes relatou qualquer tipo de desconforto durante a realiza&ccedil;&atilde;o da tarefa e todos cumpriram de maneira satisfat&oacute;ria o protocolo proposto. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="#tab2">tabela 2</a> resume os principais resultados encontrados nas vari&aacute;veis cinem&aacute;ticas relativas &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o espa&ccedil;o-temporal do ciclo da marcha entre os ADU, ATI e SED nas condi&ccedil;&otilde;es de subida e descida da rampa. </font></p>     <p><a name="tab2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbme/v18n4/a08tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A TXFYINI do ADU (519,5 ± 191,5N.s<sup>-1</sup>) foi menor (p <u>&lt;</u> 0,05) que a do grupo SED (1.399,5 ± 1.956,6N.s<sup>-1</sup>), mas n&atilde;o diferiu do grupo ATI (p &gt; 0,05; 614,6 ± 553,9N.s<sup>-1</sup>). A TXFYFIN do ADU (1.230,8 ± 761,8N.s<sup>-1</sup>) foi maior (p <u>&lt;</u> 0,05) que a do SED (609,2 ± 394,3N.s<sup>-1</sup>), por&eacute;m n&atilde;o diferiu do ATI (p &gt; 0,05; 888,5 ± 510,3N.s<sup>-1</sup>). As outras vari&aacute;veis cin&eacute;ticas n&atilde;o apresentaram diferen&ccedil;as entre condi&ccedil;&otilde;es (p <u>&gt;</u> 0,05) e grupos (p <u>&gt;</u> 0,05). O resumo das outras vari&aacute;veis para a SUB e DES est&aacute; apresentado na <a href="#tab3">tabela 3</a>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbme/v18n4/a08tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O presente estudo visou verificar diferen&ccedil;as no comportamento entre a marcha de jovens e idosos durante a transposi&ccedil;&atilde;o de superf&iacute;cies inclinadas ascendentes e descendentes. Em adi&ccedil;&atilde;o, a influ&ecirc;ncia do volume da atividade f&iacute;sica semanal na transposi&ccedil;&atilde;o de superf&iacute;cies inclinadas foi analisada. A hip&oacute;tese de que os indiv&iacute;duos idosos apresentariam diferen&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o ao comportamento das vari&aacute;veis cinem&aacute;ticas e cin&eacute;ticas em rela&ccedil;&atilde;o aos indiv&iacute;duos mais jovens foi testada. Al&eacute;m disso, a hip&oacute;tese de que os idosos com maior n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica semanal apresentariam um padr&atilde;o de marcha mais semelhante aos jovens do que os idosos com menor atividade semanal tamb&eacute;m foi testada. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A quantidade de trabalhos que investigaram condi&ccedil;&otilde;es experimentais semelhantes ao do presente estudo &eacute; reduzida. Deste modo, foi inclu&iacute;do no presente estudo um grupo com amostra de adultos de forma a permitir compara&ccedil;&atilde;o dos resultados com os grupos idosos (ATI e SED). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Grande parte da energia necess&aacute;ria para a subida da rampa &eacute; conseguida a partir da extens&atilde;o r&aacute;pida e potente do tornozelo no final da fase de apoio<sup>19</sup>. No presente estudo, identificou-se redu&ccedil;&atilde;o na amplitude ao redor do tornozelo nos grupos ATI e SED em rela&ccedil;&atilde;o ao ADU. Al&eacute;m dessa redu&ccedil;&atilde;o da amplitude, encontrou-se diminui&ccedil;&atilde;o na TXFYINI durante a subida, que indicou uma perda da capacidade de gerar r&aacute;pida transfer&ecirc;ncia de for&ccedil;a no sentido anteroposterior. Kemoun <i>et al.</i> <sup>19</sup> encontraram resultados similares em indiv&iacute;duos idosos quedantes quando comparados a sujeitos da mesma faixa et&aacute;ria que n&atilde;o sofreram acidentes. Indiv&iacute;duos com maiores propens&otilde;es &agrave;s quedas apresentaram redu&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as ao redor do tornozelo e redu&ccedil;&atilde;o das amplitudes de movimento desta articula&ccedil;&atilde;o. Isso indica que os idosos s&atilde;o mais propensos &agrave; ocorr&ecirc;ncia de quedas em compara&ccedil;&atilde;o com adultos, e que o n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica semanal n&atilde;o foi capaz de diminuir os riscos durante a transposi&ccedil;&atilde;o de planos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Redu&ccedil;&otilde;es na amplitude articular durante tarefas din&acirc;micas s&atilde;o causadas por modifica&ccedil;&otilde;es do tecido muscular, que envolve: a) a perda da capacidade el&aacute;stica, o que limita o pico de flex&atilde;o e extens&atilde;o de todas as articula&ccedil;&otilde;es; e b) a diminui&ccedil;&atilde;o da capacidade contr&aacute;til, o que diminui a pot&ecirc;ncia gerada na transi&ccedil;&atilde;o da fase de apoio para a fase de oscila&ccedil;&atilde;o, e que, por consequ&ecirc;ncia, determina o tamanho do passo<sup>13</sup>. Essas redu&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m podem estar associadas &agrave; necessidade do idoso em realizar a tarefa com mais cautela e seguran&ccedil;a, empregando uma estrat&eacute;gia de controle motor espec&iacute;fica<sup>20</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Christiansen<sup>21</sup> conseguiu modificar par&acirc;metros do padr&atilde;o motor da marcha, como a velocidade de deslocamento, com um programa de exerc&iacute;cios de alongamento dos m&uacute;sculos extensores do tornozelo e flexores do quadril, mostrando real limita&ccedil;&atilde;o causada por essa musculatura em indiv&iacute;duos mais velhos. Os m&uacute;sculos biarticulares ao redor dessas articula&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m como uma de suas fun&ccedil;&otilde;es utilizarem sua capacidade el&aacute;stica para acumular e transferir energia e controlar o movimento na articula&ccedil;&atilde;o adjacente<sup>22</sup>. Essa capacidade &eacute; parcialmente reduzida no indiv&iacute;duo idoso pelas modifica&ccedil;&otilde;es nos tecidos que reduzem sua elasticidade. Estudos pr&eacute;vios mostraram que a ado&ccedil;&atilde;o de programas de exerc&iacute;cios de alongamento<sup>23-25</sup> e de for&ccedil;a<sup>14</sup> contribuem de forma positiva para a diminui&ccedil;&atilde;o do risco de quedas durante a marcha. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A redu&ccedil;&atilde;o da amplitude articular do tornozelo tamb&eacute;m pode ter influenciado a aplica&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as no solo, principalmente no SED. Tal redu&ccedil;&atilde;o foi observada sobre a taxa de aplica&ccedil;&atilde;o da Fy no sentido anteroposterior, que acabou por interferir na capacidade de empurrar o solo, causando um menor tamanho do passo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Durante a descida, as modifica&ccedil;&otilde;es encontradas foram diferentes daquelas identificadas durante a subida da rampa. Os idosos apresentaram diferen&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos adultos, principalmente nas vari&aacute;veis que determinam ou influenciam a velocidade do deslocamento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No presente experimento, a redu&ccedil;&atilde;o da velocidade durante a descida pode ter sido influenciada por um conjunto de fatores. Parte da redu&ccedil;&atilde;o da velocidade pode ter ocorrido pela menor capacidade de alongamento da musculatura flexora do quadril, que determina a amplitude da passada. As redu&ccedil;&otilde;es na amplitude articular, que s&atilde;o geralmente encontradas em idosos, podem ter reduzido a movimenta&ccedil;&atilde;o p&eacute;lvica, que determinou uma redu&ccedil;&atilde;o da amplitude de inclina&ccedil;&atilde;o lateral da pelve (ILPV). Essa inclina&ccedil;&atilde;o lateral tem sido descrita como determinante do tamanho do passo<sup>26</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m da reduzida capacidade de gerar torque ao redor das articula&ccedil;&otilde;es, a descida da rampa demanda contra&ccedil;&otilde;es exc&ecirc;ntricas, que acabam sendo mais dif&iacute;ceis de controlar por uma musculatura fragilizada como &eacute; a encontrada em idosos sedent&aacute;rios. Esperava-se que a demanda envolvida na subida e descida da rampa fosse causar maiores ajustes nos idosos sedent&aacute;rios, que possuem menor capacidade de gerar torque. Todavia, os idosos apresentaram diferen&ccedil;as em compara&ccedil;&atilde;o ao grupo de adultos, indicando que outros fatores que acompanham o envelhecimento influenciam mais a transposi&ccedil;&atilde;o do plano do que o n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O aumento da inclina&ccedil;&atilde;o da superf&iacute;cie para a descida aumenta a magnitude das for&ccedil;as de rea&ccedil;&atilde;o do solo, principalmente no sentido anteroposterior<sup>6</sup>. A taxa de aumento dessa for&ccedil;a est&aacute; diretamente relacionada com a velocidade do contato do calcanhar com o solo, que acaba aumentando a taxa de transfer&ecirc;ncia de for&ccedil;as entre o p&eacute; e o plano. Caso a superf&iacute;cie n&atilde;o ofere&ccedil;a o atrito necess&aacute;rio durante  o contato do calcanhar, a probabilidade do deslizamento de p&eacute; e da ocorr&ecirc;ncia de escorreg&otilde;es e queda aumenta. No presente estudo, principalmente em idosos com menor atividade f&iacute;sica, a velocidade de contato do p&eacute; com o solo aumentou, o que pode indicar o aumento de risco de acidentes durante essa tarefa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A partir dos resultados encontrados &eacute; poss&iacute;vel concluir que o padr&atilde;o da marcha dos indiv&iacute;duos &eacute; diretamente influenciado pelo terreno em que a locomo&ccedil;&atilde;o acontece. Indiv&iacute;duos idosos ATI e SED sofrem modifica&ccedil;&otilde;es no padr&atilde;o motor da tarefa de forma significativamente diferente que os sujeitos ADU, indicando maior dificuldade na manuten&ccedil;&atilde;o de um padr&atilde;o considerado menos suscet&iacute;vel &agrave;s quedas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Aparentemente, n&atilde;o foram identificadas diferen&ccedil;as significativas no padr&atilde;o motor da marcha que pudessem ter sido influenciadas pelo diferente volume de atividade f&iacute;sica semanal. Entretanto, isso pode ter sido resultado da incapacidade que o question&aacute;rio utilizado teria de identificar diferentes tipos e intensidades das atividades realizadas, o que pode influenciar diretamente a capacidade f&iacute;sica dos indiv&iacute;duos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Futuros estudos longitudinais que pudessem comparar a influ&ecirc;ncia de programas sistematizados e controlados de atividades f&iacute;sicas sobre os padr&otilde;es motores da marcha s&atilde;o necess&aacute;rios. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>REFER&Ecirc;NCIAS</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Honeycutt PH, Ramsey P. Factor contributing to falls in elderly men living in the community. Geriatr Nurs 2002;23:5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1517-8692201200040000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Scarborough DM, Krebs DE, Harris BA. Quadriceps muscle strenght and dynamic stability in elderly persons. Gait Posture 1999;10:10-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1517-8692201200040000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Van Die&euml;n JH, Pijnapples M, Bobbert MF. Age-related intrinsic limitations in preventing a trip and regaining balance after a trip. Safety Science 2005;43:437-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1517-8692201200040000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Toscano G, Windau J. Fatal work injuries: results from the 1992 national census. Month Larb Rev 1993;39-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1517-8692201200040000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Hunter LC, Hendrix EC, Dean JC. The cost of walking down hill: is the preferred gait energetically optimal? J Biomech 2010;43:1910-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1517-8692201200040000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. ABNT. Norma brasileira NBR9050: acessibilidade &agrave; edifica&ccedil;&otilde;es, mobili&aacute;rio, espa&ccedil;os e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2004 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1517-8692201200040000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Redfern MS, Dipasquale J. Biomechanics of descending ramps. Gait Posture 1997;6:119-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1517-8692201200040000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Cham R, Redefern, MS. Change in gait when anticipating slippery floors. Gait Posture 2002a;15:159-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1517-8692201200040000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Mcintosh AS, Beatty KT, Dwan LN, Vickers DR. Gait dynamics on inclined walkway. J Biomech 2006;39:2491-502.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1517-8692201200040000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Cham R, Redefern MS. Heel contact dynamics during slip events on level and inclined surfaces. Safety Science 2002b;40:559-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1517-8692201200040000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Leroux A, Fung J, Barbeau H. Postural adaptation to walking on inclined surface: I. Normal strategies. Gait Posture 2002;15:64-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1517-8692201200040000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Gajdosik RL, Linden DWV, Williams AK. Influence on age and length and passive elastic stiffness characteristics of the calf muscle-tendon units of women. Phys Ther1999;79:827-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1517-8692201200040000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Prince F, Corriveau H, H&eacute;bert R, Winter DA. Gait in elderly. Gait Posture 1997;5:128-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1517-8692201200040000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Lamoureux E, Sparrow WA, Murphy A, Newton RU. The effect of improved strength on obstacle negotiation in community-living older adults. Gait Posture 2003;17:273-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1517-8692201200040000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Wolf SL, Barnhart HX, Kutner NG, McNeely E, Coogler C, Xu T, Atlanta FICSIT Group. Reducing frailty and falls in older persons: an investigation of tai chi computerized balance training. J Am Geriatr Soci 2003;51:1794-803.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1517-8692201200040000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Lan C, Lai JS, Chen SY, Wong MK. Tai chi chuan to improve muscular strength and endurance in elderly individuals: a pilot study. Arch Phys Med Rehabil2000;81:604-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1517-8692201200040000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Pardini R, Matsudo SM, Ara&uacute;jo T, Matsudo V, Andrade E, Braggion G, et al. Valida&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio internacional de n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica (IPAQ - vers&atilde;o 6): estudo piloto em adultos jovens brasileiros. Rev Bras Cie Mov2001;9:45-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1517-8692201200040000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Kabada MP, Ramakrishnan ME, Wooteten J, Gainey J, Gorton G, Cochran GVB. Repeatability of kinematic, kinetic and electromyographic data in normal adult walk. Journal of Orthopaedic Research 1989;7:849-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1517-8692201200040000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Kemoun G, Thomie P, Boisson D, Guieu J. Ankle dorsiflexion delay can predict falls in the elderly. J Rehabil Med 2002;34:278-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1517-8692201200040000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Noble JW, Ritsma BR, Frank JS, Prentice SD. Locomotor strategies for walking up inclined surfaces in older adults. Abstract from the 14th Conference of the Canadian Society for Biomechanics 2006. Waterloo, ON, Canada.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1517-8692201200040000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Christiansen CL. The effects of hip and ankle stretching on gait function of older people. 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Kerrigan DC, Lee LW, Collins JJ, Riley PO, Lipsitz LA. Reduce hip extension during walking: healthy elderly and fallers versus young adults. ArchPhys MedRehabil2001;82:26-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1517-8692201200040000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. Kerrigan DC, Xenopoulos-Odsson A, Sullivan MJ, Lelas JJ, Riley PO. Effect of a hip flexor-stretching program on gait in the elderly. 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