<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1806-3713</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Jornal Brasileiro de Pneumologia]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[J. bras. pneumol.]]></abbrev-journal-title>
<issn>1806-3713</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1806-37132007000300018</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.1590/S1806-37132007000300018</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aplicação do índice antropométrico para avaliação do Pectus excavatum em pacientes submetidos à técnica de Nuss: relato de 2 casos]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Application of the anthropometric index for the assessment of Pectus excavatum in patients submitted to the Nuss technique: two cases]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brigato]]></surname>
<given-names><![CDATA[Rodrigo Ribeiro]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Campos]]></surname>
<given-names><![CDATA[José Ribas Milanez de]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Jatene]]></surname>
<given-names><![CDATA[Fabio Biscegli]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A03"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade de São Paulo  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[São Paulo SP]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Universidade de São Paulo  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[São Paulo SP]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A03">
<institution><![CDATA[,Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina Hospital das Clínicas]]></institution>
<addr-line><![CDATA[São Paulo SP]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2007</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2007</year>
</pub-date>
<volume>33</volume>
<numero>3</numero>
<fpage>347</fpage>
<lpage>350</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1806-37132007000300018&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1806-37132007000300018&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1806-37132007000300018&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O Pectus excavatum (PEX) é a deformidade congênita mais freqüente da parede torácica anterior e é definido como o afundamento da porção média ou inferior da região esternal no sentido da coluna vertebral. Há muitos modos de medir a deformidade. Neste trabalho, damos ênfase a um método objetivo de avaliação ou mensuração do PEX, o índice antropométrico para PEX (IA-PEX). O IA-PEX foi desenvolvido pelo Serviço de Cirurgia Torácica do Instituto do Coração - Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Este índice afere a deformidade por medidas antropométricas realizadas durante o exame físico. Relatamos, neste trabalho, dois casos de pacientes com PEX tratados pela técnica minimamente invasiva de Nuss e avaliados pelo IA-PEX. As medidas foram realizadas sempre no local de maior deformidade. Os pacientes foram medidos no dia da operação e também após o período de 60 dias da cirurgia. O IA-PEX permitiu mensurar adequadamente o defeito. Os resultados de pós-operatório de ambos os pacientes foram satisfatórios.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Pectus excavatum (PEX) is the most frequent congenital deformity of the anterior chest wall and is defined as the dislocation of the medial or inferior portion of the sternal region toward the spinal column. There are various ways to measure the deformity. In this study, we present an objective method of assessing such deformity, the anthropometric index for PEX (AI-PEX). The AI-PEX was developed in the Thoracic Surgery Department of the Heart Institute - University of São Paulo School of Medicine Hospital das Clínicas. The anthropometric measurements are taken during the physical examination. We herein report two cases involving patients with PEX assessed using the AI-PEX and treated with the minimally invasive Nuss technique. The measurements were always taken at the point of greatest deformity. The patients were assessed on the day of the operation and again at 60 days after the surgery. The AI-PEX allowed us to obtain a satisfactory assessment of the defect. In both patients, the post-operative evolution was favorable.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Parede torácica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Cirurgia torácica vídeo-assistida]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Tórax em funil]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Thoracic wall]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Thoracic surgery, Video-assisted]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Funnel chest]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RELATO DE CASO</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Aplica&ccedil;&atilde;o    do &iacute;ndice antropom&eacute;trico para avalia&ccedil;&atilde;o do <i>Pectus    excavatum</i> em pacientes submetidos &agrave; t&eacute;cnica de Nuss: relato    de 2 casos<a href="#back"><sup>*</sup></a></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Rodrigo Ribeiro    Brigato<sup>I</sup>; Jos&eacute; Ribas Milanez de Campos<sup>II</sup>; Fabio    Biscegli Jatene<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Cirurgi&atilde;o    Pl&aacute;stico Doutor. Universidade de S&atilde;o Paulo &#150; USP &#150; S&atilde;o    Paulo (SP) Brasil    <br>   <sup>II</sup>Cirurgi&atilde;o Tor&aacute;cico Doutor. Universidade de S&atilde;o    Paulo &#150; USP &#150; S&atilde;o Paulo (SP) Brasil    <br>   <sup>III</sup>Professor Titular. Departamento de Cardiopneumologia do Hospital    das Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo    &#150; HCFMUSP&nbsp;&#150; S&atilde;o&nbsp;Paulo (SP) Brasil</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O <i>Pectus excavatum</i>    (PEX) &eacute; a deformidade cong&ecirc;nita mais freq&uuml;ente da parede tor&aacute;cica    anterior e &eacute; definido como o afundamento da por&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia    ou inferior da regi&atilde;o esternal no sentido da coluna vertebral. H&aacute;    muitos modos de medir a deformidade. Neste trabalho, damos &ecirc;nfase a um    m&eacute;todo objetivo de avalia&ccedil;&atilde;o ou mensura&ccedil;&atilde;o    do PEX, o &iacute;ndice antropom&eacute;trico para PEX (IA-PEX). O IA-PEX foi    desenvolvido pelo Servi&ccedil;o de Cirurgia Tor&aacute;cica do Instituto do    Cora&ccedil;&atilde;o - Hospital das Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina    da Universidade de S&atilde;o Paulo. Este &iacute;ndice afere a deformidade    por medidas antropom&eacute;tricas realizadas durante o exame f&iacute;sico.    Relatamos, neste trabalho, dois casos de pacientes com PEX tratados pela t&eacute;cnica    minimamente invasiva de Nuss e avaliados pelo IA-PEX. As medidas foram realizadas    sempre no local de maior deformidade. Os pacientes foram medidos no dia da opera&ccedil;&atilde;o    e tamb&eacute;m ap&oacute;s o per&iacute;odo de 60 dias da cirurgia. O IA-PEX    permitiu mensurar adequadamente o defeito. Os resultados de p&oacute;s-operat&oacute;rio    de ambos os pacientes foram satisfat&oacute;rios.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Descritores: </b>Parede tor&aacute;cica; Cirurgia tor&aacute;cica v&iacute;deo-assistida; T&oacute;rax em funil.</font></p>  <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>  Pectus    Excavatum</i> (PEX) &eacute; a deformidade mais freq&uuml;ente da parede tor&aacute;cica    anterior, caracterizada pela diminui&ccedil;&atilde;o do di&acirc;metro antero-posterior    da caixa tor&aacute;cica, principalmente na por&ccedil;&atilde;o mais caudal    do esterno. &Eacute; tr&ecirc;s vezes mais freq&uuml;ente no sexo masculino.    Pode ser sim&eacute;trico (mais comum) ou assim&eacute;trico; quando assim&eacute;trico    a maior depress&atilde;o &eacute;, predominantemente, &agrave; direita.<sup>(1)</sup></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A etiologia &eacute; desconhecida e a patog&ecirc;nese mais aceita seria atribu&iacute;da ao crescimento desordenado e anormal das cartilagens condro-costais.<sup>(2)</sup> Embora haja descri&ccedil;&otilde;es de tratamento cl&iacute;nico ou conservador que sugerem remodela&ccedil;&atilde;o esquel&eacute;tica atrav&eacute;s do uso de &oacute;rteses, os resultados demonstrados s&atilde;o ruins ou question&aacute;veis, principalmente quando se trata das deformidades de retra&ccedil;&atilde;o.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O PEX tamb&eacute;m apresenta indica&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica controversa. Como a maioria dos pacientes &eacute; assintom&aacute;tica, o objetivo principal do tratamento nem sempre &eacute; melhorar a condi&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica atrav&eacute;s da redu&ccedil;&atilde;o da compress&atilde;o card&iacute;aca e/ou pulmonar, mas sim corrigir a deformidade da parede tor&aacute;cica anterior. O tratamento do PEX grave ou acentuado &eacute; aceito pela maioria dos autores como cir&uacute;rgico e, a indica&ccedil;&atilde;o do tratamento, baseia-se nos achados est&eacute;ticos, funcionais e de qualidade de vida dos pacientes.<sup>(2)</sup></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">N&atilde;o existe ainda consenso sobre t&eacute;cnica cir&uacute;rgica definitiva ou consagrada como ideal, e a compara&ccedil;&atilde;o de resultados das diferentes t&eacute;cnicas &eacute; dif&iacute;cil, principalmente quando s&atilde;o empregados m&eacute;todos subjetivos de avalia&ccedil;&atilde;o da deformidade. Como &eacute; comum pacientes com PEX apresentarem problemas psicol&oacute;gicos ou retra&ccedil;&atilde;o social, a avalia&ccedil;&atilde;o subjetiva dos resultados &eacute;, muitas vezes, complexa ou question&aacute;vel.<sup>(3)</sup></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com a finalidade    de criar um m&eacute;todo simples e objetivo para avaliar a deformidade, a Disciplina    de Cirurgia Tor&aacute;cica do Instituto do Cora&ccedil;&atilde;o (Hospital    das Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo)    desenvolveu o &iacute;ndice antropom&eacute;trico para PEX (IA-PEX).<sup>(4)</sup>    Para c&aacute;lculo do IA-PEX bastam duas medidas: medida A, definida pela maior    dist&acirc;ncia antero-posterior (<a href="#f1">Figura 1</a>), e medida B, maior    profundidade do defeito (<a href="#f2">Figura&nbsp;2</a>). S&atilde;o considerados    normais os pacientes com IA-PEX menor que 0,12; os que apresentam valores do    IA-PEX maiores ou iguais a 0,12 s&atilde;o portadores de PEX. Este &iacute;ndice    &eacute; obtido simplesmente pelo exame f&iacute;sico do paciente portador de    PEX em consult&oacute;rio; ou seja, o IA-PEX n&atilde;o depende de exames de    radiol&oacute;gicos ou de imagem, o que implica em redu&ccedil;&atilde;o de    custos e morbidade. Pode avaliar, al&eacute;m da deformidade, o resultado cir&uacute;rgico,    independentemente da t&eacute;cnica operat&oacute;ria empregada.</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/jbpneu/v33n3/16f1.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/jbpneu/v33n3/16f2.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A seguir, relatamos dois casos de pacientes que foram submetidos &agrave; corre&ccedil;&atilde;o do PEX pela t&eacute;cnica minimamente invasiva de Nuss<sup>(5,6)</sup> e que foram tamb&eacute;m avaliados atrav&eacute;s do IA-PEX.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Relato dos casos</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O primeiro paciente, caso 1, 14 anos, do sexo masculino, branco. O segundo, caso 2, 20 anos, tamb&eacute;m do sexo masculino, branco. Ambos apresentavam fun&ccedil;&atilde;o card&iacute;aca e pulmonar normais, sem qualquer sintoma ou queixa cl&iacute;nica pr&eacute;via; portanto, o procedimento cir&uacute;rgico foi indicado com o objetivo de minimizar as altera&ccedil;&otilde;es estruturais da parede tor&aacute;cica anterior e facilitar a inclus&atilde;o social dos pacientes. Altera&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas foram identificadas no caso 1, sendo que os pais consideravam o filho incapaz de exercer atividade f&iacute;sica e social normal para a idade.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tamb&eacute;m ambos apresentavam deformidade mais acentuada na por&ccedil;&atilde;o caudal do esterno. N&atilde;o havia altera&ccedil;&otilde;es evidentes em musculatura peitoral ou no man&uacute;brio; a posi&ccedil;&atilde;o deformada dos arcos costais foi considerada compensat&oacute;ria e como a respons&aacute;vel pela redu&ccedil;&atilde;o do di&acirc;metro antero-posterior da caixa tor&aacute;cica. Os pacientes foram examinados em duas oportunidades: no dia da opera&ccedil;&atilde;o e novamente medidos no 60º dia de p&oacute;s-operat&oacute;rio. As medidas cl&iacute;nicas para obten&ccedil;&atilde;o do IA-PEX foram realizadas com paciente em dec&uacute;bito dorsal horizontal, em mesa plana paralela ao piso e durante inspira&ccedil;&atilde;o profunda. O valor num&eacute;rico da rela&ccedil;&atilde;o da segunda medida pela primeira fornece o &iacute;ndice: IA-PEX&nbsp;=&nbsp;B/A. Portanto, o &iacute;ndice varia entre 0&nbsp;e&nbsp;1, sendo que, quanto menor, tamb&eacute;m menor a deformidade.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A t&eacute;cnica cir&uacute;rgica desenvolvida por Nuss<sup>(6)</sup> para tratamento do PEX &eacute; descrita como minimamente invasiva, pois, sob a vis&atilde;o direta atrav&eacute;s de v&iacute;deo-toracoscopia uma barra met&aacute;lica curva (moldada de acordo com a deformidade de cada paciente) &eacute; inserida da parede tor&aacute;cica lateral direita para a esquerda e fixada em posi&ccedil;&atilde;o retroesternal no ponto de maior deformidade. Ap&oacute;s sua introdu&ccedil;&atilde;o, sofre uma rota&ccedil;&atilde;o de 180&deg; para que a curvatura da barra e a da parede tor&aacute;cica anterior sejam coincidentes. Estabilizadores met&aacute;licos subcut&acirc;neos nas extremidades da barra a mant&ecirc;m em posi&ccedil;&atilde;o correta at&eacute; sua retirada, que se d&aacute;, em geral, ap&oacute;s 36 meses.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A anestesia geral sempre deve ser complementada por cateter peridural de infus&atilde;o cont&iacute;nua, que deve ser mantido, no m&iacute;nimo, at&eacute; o terceiro dia p&oacute;s-operat&oacute;rio, a fim de se evitar dor intensa e facilitar a fisioterapia respirat&oacute;ria dos pacientes. O tempo cir&uacute;rgico m&eacute;dio foi de 90 min. Os pacientes permaneceram internados por cinco dias, sendo em UTI as primeiras 24 h ap&oacute;s a cirurgia a fim de se garantir o adequado controle dos sinais vitais e da analgesia.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na <a href="#t1">Tabela    1</a>, observam-se os valores pr&eacute; e p&oacute;s-operat&oacute;rios dos    pacientes com os respectivos &iacute;ndices. O tratamento proposto corrigiu    a deformidade da parede tor&aacute;cica anterior em ambos os casos.</font></p>      <p><a name="t1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/jbpneu/v33n3/16t1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os valores obtidos pelo IA-PEX pr&eacute; e p&oacute;s-operat&oacute;rio demonstraram a redu&ccedil;&atilde;o da deformidade esternal em ambos os pacientes ap&oacute;s o tratamento cir&uacute;rgico pela t&eacute;cnica de Nuss e os contornos tor&aacute;cicos assumiram uma apar&ecirc;ncia esteticamente mais pr&oacute;xima da normalidade. Al&eacute;m disso, gostar&iacute;amos de ressaltar que as medidas que servem de base para c&aacute;lculo do IA-PEX foram obtidas na face externa da parede tor&aacute;cica, ou seja, correlacionam-se muito mais com a apar&ecirc;ncia dos pacientes, o que torna os dados da deformidade mais fidedignos e condizentes com observa&ccedil;&otilde;es dos m&eacute;dicos, familiares e, inclusive, do pr&oacute;prio paciente. Dessa forma, a deformidade est&eacute;tica n&atilde;o &eacute; subestimada ou maximizada como acontece quando levamos em considera&ccedil;&atilde;o medidas aferidas de radiografia e/ou tomografia computadorizada do t&oacute;rax, que levam em considera&ccedil;&atilde;o as superf&iacute;cies &oacute;sseas (internas) representadas nos exames. Portanto, o IA-PEX &eacute; um m&eacute;todo objetivo, por&eacute;m leva em considera&ccedil;&atilde;o a apar&ecirc;ncia externa do t&oacute;rax, muito importante numa deformidade em que a apar&ecirc;ncia &eacute; valorizada e diretamente relacionada &agrave; qualidade de vida dos pacientes.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por se tratar de um &iacute;ndice objetivo e num&eacute;rico, obtido apenas pelo exame f&iacute;sico, &eacute; poss&iacute;vel que m&eacute;dicos de uma mesma especialidade ou de especialidades correlatas possam us&aacute;-lo ou compreendam, com facilidade, seus resultados. Assim, pode ser empregado na compara&ccedil;&atilde;o dos resultados de um mesmo paciente, entre diferentes grupos operados em diversos servi&ccedil;os ou at&eacute; entre pacientes operados com diferentes t&eacute;cnicas cir&uacute;rgicas.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esta t&eacute;cnica minimamente invasiva com o auxilio da v&iacute;deo-toracoscopia foi desenvolvida por Nuss baseada na maleabilidade da parede tor&aacute;cica (de crian&ccedil;as, adultos ou mesmo de idosos) e no uso das &oacute;rteses met&aacute;licas e r&iacute;gidas (ortop&eacute;dicas) em ossos longos, o que proporcionava excelente resultado est&eacute;tico e funcional. As principais vantagens desta t&eacute;cnica sobre a convencional (aberta, desenvolvida por Robicsek<sup>(1)</sup>) s&atilde;o: menor trauma cir&uacute;rgico sobre as estruturas da parede tor&aacute;cica anterior, menor tempo cir&uacute;rgico, m&iacute;nima perda sangu&iacute;nea e o resultado est&eacute;tico imediato.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As principais cr&iacute;ticas &agrave; t&eacute;cnica de Nuss relacionam-se ao custo do material cir&uacute;rgico, &agrave; limita&ccedil;&atilde;o provis&oacute;ria dos movimentos da caixa tor&aacute;cica por 30&nbsp;dias para se evitar o deslocamento precoce da barra e ao controle rigoroso da analgesia nos primeiros dias de p&oacute;s-operat&oacute;rio.<sup>(7)</sup></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os pacientes foram medidos ap&oacute;s 60 dias da opera&ccedil;&atilde;o para que pud&eacute;ssemos pesquisar complica&ccedil;&otilde;es agudas. A literatura recomenda manter as barras met&aacute;licas por pelo menos 36 meses para evitar recidiva da deformidade. Portanto, nossos pacientes foram medidos ainda com as barras, sendo os resultados preliminares. Por&eacute;m, a presen&ccedil;a das barras n&atilde;o interfere na demonstra&ccedil;&atilde;o da aplicabilidade pr&aacute;tica do IA-PEX.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Como o tempo cir&uacute;rgico e de interna&ccedil;&atilde;o &eacute; relativamente menor na t&eacute;cnica de Nuss, o custo total do tratamento pode n&atilde;o ser maior que o de outras t&eacute;cnicas operat&oacute;rias (de Ravitch ou de Robicsek, por exemplo). Nossos dois pacientes n&atilde;o apresentaram queixas ou complica&ccedil;&otilde;es importantes e, assim como os familiares, demonstraram satisfa&ccedil;&atilde;o com resultado cir&uacute;rgico imediato.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Robicsek F, Daugherty HK, Mullen DC, Harbold NB Jr, Hall DG, Jackson RD, et al. Technical considerations in the surgical management of pectus excavatum and carinatum. Ann Thorac Surg. 1974;18(6):549-64.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000055&pid=S1806-3713200700030001800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Wu PC, Knauer EM, McGowan GE, Hight DW. Repair of pectus excavatum deformities in children: a new perspective of treatment using minimal access surgical technique. Arch Surg. 2001;136(4):419-24.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000056&pid=S1806-3713200700030001800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Fonkalsrud EW, Beanes S, Hebra A, Adamson W, Tagge E. Comparison of minimally invasive and modified Ravitch pectus excavatum repair. J Pediatr Surg. 2002;37(3):413-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000057&pid=S1806-3713200700030001800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Rebeis EB, Samano MN, Dias CTS, Fernandez A, Campos JRM, Jatene FB, et al. &Iacute;ndice antropom&eacute;trico para classifica&ccedil;&atilde;o quantitativa do pectus excavatum. J Bras Pneumol. 2004;30(6):501-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000058&pid=S1806-3713200700030001800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Molik KA, Engum SA, Rescorla FJ, West KW, Scherer LR, Grosfeld JL. Pectus excavatum repair: experience with standard and minimal invasive techniques. J Pediatr Surg. 2001;36(2):324-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000059&pid=S1806-3713200700030001800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Nuss D, Kelly RE Jr, Croitoru DP, Katz ME. A 10-year review of a minimally invasive technique for the correction of pectus excavatum. J Pediatr Surg. 1998;33(4):545-52.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S1806-3713200700030001800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Hebra A, Swoveland    B, Egbert M, Tagge EP, Georgeson K, Othersen HB Jr, et al. Outcome analysis    of minimally invasive repair of pectus excavatum: review of 251 cases. J Pediatr    Surg. 2000;35(2):252-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000061&pid=S1806-3713200700030001800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/jbpneu/v33n3/seta.gif" border="0"></a><b>    Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Rodrigo Ribeiro Brigato    <br>   Rua Onze de Agosto, 798 apto. 81, Campos El&iacute;seos    <br>   CEP 14085-030, Ribeir&atilde;o Preto, SP, Brasil    <br>   Tel 55 16    3979-6749    <br>   Fax 55 16 3916-5208    <br>   E-mail: <a href="mailto:rrbrigato@incor.usp.br">rrbrigato@incor.usp.br</a></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido para publica&ccedil;&atilde;o    em 18/4/2006. Aprovado, ap&oacute;s revis&atilde;o, em 1/6/2006.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top">*</a>    Trabalho realizado no Servi&ccedil;o de Cirurgia Tor&aacute;cica do Hospital    das Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo    - S&atilde;o Paulo (SP) Brasil.</font></p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Robicsek]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Daugherty]]></surname>
<given-names><![CDATA[HK]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mullen]]></surname>
<given-names><![CDATA[DC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Harbold]]></surname>
<given-names><![CDATA[NB Jr]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hall]]></surname>
<given-names><![CDATA[DG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jackson]]></surname>
<given-names><![CDATA[RD]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Technical considerations in the surgical management of pectus excavatum and carinatum]]></article-title>
<source><![CDATA[Ann Thorac Surg]]></source>
<year>1974</year>
<volume>18</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>549-64</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wu]]></surname>
<given-names><![CDATA[PC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Knauer]]></surname>
<given-names><![CDATA[EM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McGowan]]></surname>
<given-names><![CDATA[GE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hight]]></surname>
<given-names><![CDATA[DW]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Repair of pectus excavatum deformities in children: a new perspective of treatment using minimal access surgical technique]]></article-title>
<source><![CDATA[Arch Surg]]></source>
<year>2001</year>
<volume>136</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>419-24</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fonkalsrud]]></surname>
<given-names><![CDATA[EW]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Beanes]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hebra]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Adamson]]></surname>
<given-names><![CDATA[W]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tagge]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Comparison of minimally invasive and modified Ravitch pectus excavatum repair]]></article-title>
<source><![CDATA[J Pediatr Surg]]></source>
<year>2002</year>
<volume>37</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>413-7</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rebeis]]></surname>
<given-names><![CDATA[EB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Samano]]></surname>
<given-names><![CDATA[MN]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dias]]></surname>
<given-names><![CDATA[CTS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fernandez]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Campos]]></surname>
<given-names><![CDATA[JRM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jatene]]></surname>
<given-names><![CDATA[FB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Índice antropométrico para classificação quantitativa do pectus excavatum]]></article-title>
<source><![CDATA[J Bras Pneumol]]></source>
<year>2004</year>
<volume>30</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>501-7</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Molik]]></surname>
<given-names><![CDATA[KA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Engum]]></surname>
<given-names><![CDATA[SA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rescorla]]></surname>
<given-names><![CDATA[FJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[West]]></surname>
<given-names><![CDATA[KW]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Scherer]]></surname>
<given-names><![CDATA[LR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Grosfeld]]></surname>
<given-names><![CDATA[JL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Pectus excavatum repair: experience with standard and minimal invasive techniques]]></article-title>
<source><![CDATA[J Pediatr Surg]]></source>
<year>2001</year>
<volume>36</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>324-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nuss]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kelly]]></surname>
<given-names><![CDATA[RE Jr]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Croitoru]]></surname>
<given-names><![CDATA[DP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Katz]]></surname>
<given-names><![CDATA[ME]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A 10-year review of a minimally invasive technique for the correction of pectus excavatum]]></article-title>
<source><![CDATA[J Pediatr Surg]]></source>
<year>1998</year>
<volume>33</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>545-52</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hebra]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Swoveland]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Egbert]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tagge]]></surname>
<given-names><![CDATA[EP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Georgeson]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Othersen]]></surname>
<given-names><![CDATA[HB Jr]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Outcome analysis of minimally invasive repair of pectus excavatum: review of 251 cases]]></article-title>
<source><![CDATA[J Pediatr Surg]]></source>
<year>2000</year>
<volume>35</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>252-7</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
