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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Comparação da função muscular isocinética dos membros inferiores entre idosos caidores e não caidores]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Isokinetic muscle function comparison of lower limbs among elderly fallers and non-fallers]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to identify whether there are differences between the performance of muscular groups of ankle, knee and hip among elderly people who didn't have falls and individuals who reported falls in the last six months. The study included 81 elderly aged 65 or older: 56 non-faller subjects (G1) and 25 faaller subjects (G2). To obtain the level of physical activity, the questionnaire Human Activity Profile was used, and the muscle function of the lower limbs was assessed using isokinetic dynamometer. The groups did not differ regarding age (p=0.925), duration (p=0.065) and frequency (p=0.302) of the practice of physical exercise, body mass index (BMI) (p=0.995) and level of physical activity (p=0.561). The G2 showed a lower performance of peak torque of left knee flexion and extension (p=0.027 and p=0.030, respectively) and work proportional to body weight (p=0.040) of left knee flexion at 60°/s; peak torque and work proportional to body weight of bilaterally knee flexion and extension at 180°/s (p<0.05) and average power of right and left knee extension (p=0.03). Most variables of ankle and hip joints did not differ between groups. Only peak torque of left hip extension was significantly higher in the non-faller group (p=0.035). It is important to consider knee muscle function in the clinical evaluation of elderly in order to make the intervention more assertive and thus to prevent falls.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>PESQUISA    ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Compara&ccedil;&atilde;o    da fun&ccedil;&atilde;o muscular isocin&eacute;tica dos membros inferiores entre    idosos caidores e n&atilde;o caidores</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Isokinetic muscle    function comparison of lower limbs among elderly fallers and non-fallers</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Juliana da Silva    Antero-Jacquemin<sup>I</sup>; Priscilla Santos<sup>I</sup>; Patr&iacute;cia    Azevedo Garcia<sup>II</sup>; Ros&acirc;ngela Corr&ecirc;a Dias<sup>III</sup>;    Jo&atilde;o Marcos Domingues Dias<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Fisioterapeuta    pela UFMG - Belo Horizonte (MG), Brasil    <br>   <sup>II</sup>Professora Mestre Assistente da Universidade de Bras&iacute;lia    (UnB) - Bras&iacute;lia (DF), Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Professor(a) Doutor(a) Associado(a) do Departamento de Fisioterapia    da UFMG - Belo Horizonte (MG), Brasil</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O objetivo deste    estudo foi identificar se h&aacute; diferen&ccedil;as entre o desempenho muscular    de tornozelo, joelho e quadril em idosos com e sem relato de queda nos &uacute;ltimos    seis meses. Foram inclu&iacute;dos 81 idosos com 65 anos ou mais: 56 negaram    quedas (G1) e 25 relataram quedas (G2). Utilizou-se o question&aacute;rio perfil    de atividade humana para medir o n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica, e    o dinam&ocirc;metro isocin&eacute;tico para mensurar os par&acirc;metros f&iacute;sicos    da fun&ccedil;&atilde;o muscular. Os grupos n&atilde;o diferiram entre si em    rela&ccedil;&atilde;o &agrave; idade (p=0,925), dura&ccedil;&atilde;o (p=0,065)    e frequ&ecirc;ncia (p=0,302) da pr&aacute;tica do exerc&iacute;cio f&iacute;sico,    &iacute;ndice de massa corp&oacute;rea (p=0,995) e n&iacute;vel de atividade    f&iacute;sica (p=0,561). O G2 apresentou menor desempenho para as vari&aacute;veis    pico de torque de flex&atilde;o e extens&atilde;o de joelho esquerdo (p=0,027    e p=0,030, respectivamente) e trabalho por peso corporal (p=0,040) de flex&atilde;o    de joelho esquerdo a 60&#176;/s; pico de torque e trabalho por peso corporal    de flex&atilde;o e extens&atilde;o de joelho a 180&#176;/s bilateralmente (p&lt;0,050);    e pot&ecirc;ncia m&eacute;dia de flex&atilde;o de joelhos direito e esquerdo    (p=0,030). A maioria das vari&aacute;veis do tornozelo e quadril n&atilde;o    apresentou diferen&ccedil;as entre os grupos. Apenas a vari&aacute;vel pico    de torque de extens&atilde;o de quadril esquerdo foi significativamente maior    no G1 (p=0,035). &Eacute; importante considerar a fun&ccedil;&atilde;o muscular    do joelho na avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica de idosos para direcionar    a interven&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica e a preven&ccedil;&atilde;o de    quedas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Descritores:</b>    idoso; for&ccedil;a muscular; extremidade inferior; acidentes por quedas; dinam&ocirc;metro    de for&ccedil;a muscular.</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">The aim of this    study was to identify whether there are differences between the performance    of muscular groups of ankle, knee and hip among elderly people who didn't have    falls and individuals who reported falls in the last six months. The study included    81 elderly aged 65 or older: 56 non-faller subjects (G1) and 25 faaller subjects    (G2). To obtain the level of physical activity, the questionnaire Human Activity    Profile was used, and the muscle function of the lower limbs was assessed using    isokinetic dynamometer. The groups did not differ regarding age (p=0.925), duration    (p=0.065) and frequency (p=0.302) of the practice of physical exercise, body    mass index (BMI) (p=0.995) and level of physical activity (p=0.561). The G2    showed a lower performance of peak torque of left knee flexion and extension    (p=0.027 and p=0.030, respectively) and work proportional to body weight (p=0.040)    of left knee flexion at 60&#176;/s; peak torque and work proportional to body    weight of bilaterally knee flexion and extension at 180&#176;/s (p&lt;0.05)    and average power of right and left knee extension (p=0.03). Most variables    of ankle and hip joints did not differ between groups. Only peak torque of left    hip extension was significantly higher in the non-faller group (p=0.035). It    is important to consider knee muscle function in the clinical evaluation of    elderly in order to make the intervention more assertive and thus to prevent    falls.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b>    aged; muscle strength; lower extremity; accidental falls; muscle strength dynamometer.</font></p> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O envelhecimento    &eacute; um processo inerente aos seres vivos, que se expressa pela perda da    capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o do organismo a situa&ccedil;&otilde;es    de estresse f&iacute;sico e pela diminui&ccedil;&atilde;o da funcionalidade<sup>1-4</sup>.    Uma das principais altera&ccedil;&otilde;es ocorre no sistema musculoesquel&eacute;tico,    que sofre perda gradativa da massa muscular, conhecida como sarcopenia. A consequ&ecirc;ncia    direta &eacute; a diminui&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a muscular, associada    a desordens do equil&iacute;brio, redu&ccedil;&atilde;o da velocidade de marcha    e decl&iacute;nio funcional, que predisp&otilde;em &agrave;s quedas<sup>5,6</sup>.    A queda tem sido apontada como um problema de sa&uacute;de p&uacute;blica entre    idosos, em decorr&ecirc;ncia das poss&iacute;veis fraturas, medo de cair, restri&ccedil;&atilde;o    de atividades e isolamento social, aumento da depend&ecirc;ncia, do risco de    institucionaliza&ccedil;&atilde;o, da mortalidade e dos custos socioecon&ocirc;micos<sup>6-8</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Cham et al.<sup>9</sup>    mostraram a import&acirc;ncia da estrat&eacute;gia de controle postural biomec&acirc;nico,    refletida nos ajustes posturais das articula&ccedil;&otilde;es dos membros inferiores,    na compreens&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o entre marcha e quedas. Observaram    que os elevados momentos de for&ccedil;a do joelho e quadril produzidos durante    o desequil&iacute;brio na marcha indicam a influ&ecirc;ncia dessas articula&ccedil;&otilde;es    na recupera&ccedil;&atilde;o do equil&iacute;brio, e que o tornozelo atua apenas    passivamente na tentativa de evitar a queda. Em contrapartida, outros autores<sup>10,11</sup>    reportaram a atua&ccedil;&atilde;o do tornozelo como a primeira estrat&eacute;gia    de controle postural em uma situa&ccedil;&atilde;o de perturba&ccedil;&atilde;o    &acirc;ntero-posterior na postura ereta, convergindo com Guimar&atilde;es<sup>6</sup>    e Pinho<sup>8</sup>, que demonstraram uma rela&ccedil;&atilde;o entre a diminui&ccedil;&atilde;o    da for&ccedil;a muscular de tornozelo e a ocorr&ecirc;ncia de quedas em idosos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tem sido reportado    que a organiza&ccedil;&atilde;o da resposta muscular pode representar uma sinergia    flexora, e que a ativa&ccedil;&atilde;o precoce de tibiais anteriores e b&iacute;ceps    femorais atua na flex&atilde;o do tornozelo e joelho, respectivamente, para    direcionar o corpo &agrave; base de suporte de forma estrat&eacute;gica para    evitar quedas<sup>10</sup>. Alguns estudos mostraram ainda que menores picos    de torque e pot&ecirc;ncia nos extensores e flexores de joelho, dorsiflexores    e flexores plantares do tornozelo est&atilde;o associados aos idosos caidores<sup>12</sup>,    e que a articula&ccedil;&atilde;o do quadril mostra-se relevante em situa&ccedil;&otilde;es    de instabilidade anteroposterior e m&eacute;dio-lateral<sup>11</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Neste contexto,    apesar da rela&ccedil;&atilde;o entre a redu&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a    muscular dos membros inferiores e o aumento do n&uacute;mero de quedas j&aacute;    ter sido descrita na literatura internacional<sup>13,14</sup>, a rela&ccedil;&atilde;o    entre queda e o comprometimento espec&iacute;fico por grupo muscular dos membros    inferiores ainda n&atilde;o foi bem definida para idosos brasileiros. Assim,    o objetivo deste estudo foi identificar se h&aacute; diferen&ccedil;a entre    o desempenho dos grupos musculares do tornozelo, joelho e quadril em idosos    que sofreram quedas e idosos que n&atilde;o apresentaram quedas nos &uacute;ltimos    seis meses.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>METODOLOGIA</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este estudo transversal    foi realizado com 81 idosos (42 mulheres e 39 homens) com 65 anos ou mais (74,93&#177;7,18),    comunit&aacute;rios, independentes e capazes de deambular sem aux&iacute;lio.    Os sujeitos eram volunt&aacute;rios e foram recrutados em grupos de conviv&ecirc;ncia    ou por demanda volunt&aacute;ria. Os idosos foram divididos em dois grupos,    de acordo com o autorrelato de queda(s) nos &uacute;ltimos seis meses: G1, com    56 idosos que negaram quedas; e G2, com 25 idosos que relataram uma ou mais&nbsp;quedas.    Foram exclu&iacute;dos os idosos que apresentaram altera&ccedil;&otilde;es cognitivas    no miniexame do estado mental<sup>15</sup>, doen&ccedil;as neurol&oacute;gicas    diagnosticadas ou fraturas recentes (&uacute;ltimos tr&ecirc;s meses) nos membros    inferiores. A queda foi definida como um evento n&atilde;o intencional que resulta    na mudan&ccedil;a de posi&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo para um n&iacute;vel    mais baixo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; posi&ccedil;&atilde;o inicial<sup>8</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A vari&aacute;vel    n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica foi obtida pelo escore ajustado de atividade    (EAA) do question&aacute;rio perfil de atividade humana (PAH)<sup>16</sup>.    Para medir os par&acirc;metros da fun&ccedil;&atilde;o muscular (pico de torque,    trabalho proporcional ao peso corporal e pot&ecirc;ncia m&eacute;dia) utilizou-se    o dinam&ocirc;metro isocin&eacute;tico Biodex System 3 Pro, equipamento que    possibilita avaliar quantitativamente a for&ccedil;a, pot&ecirc;ncia e resist&ecirc;ncia    muscular<sup>17,18</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os dados foram    coletados por dois examinadores treinados. Os participantes assinaram o Termo    de Consentimento Livre e Esclarecido aprovado no Comit&ecirc; de &Eacute;tica    da Universidade Federal de Minas Gerais (492/07).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os participantes    foram entrevistados para registrar as vari&aacute;veis cl&iacute;nico-demogr&aacute;ficas    e determinar o n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica. Para a realiza&ccedil;&atilde;o    da avalia&ccedil;&atilde;o isocin&eacute;tica, os indiv&iacute;duos realizaram    movimentos de flex&atilde;o e extens&atilde;o das articula&ccedil;&otilde;es    de tornozelo, joelho e quadril, bilateralmente. Foram observados os princ&iacute;pios    do teste isocin&eacute;tico; os participantes foram encorajados verbalmente    e familiarizados com o equipamento realizando tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es    do movimento. A ordem de avalia&ccedil;&atilde;o foi aleatorizada por meio de    sorteio de tr&ecirc;s envelopes opacos contendo o nome das articula&ccedil;&otilde;es.    Os testes foram feitos com contra&ccedil;&otilde;es conc&ecirc;ntricas, velocidades    angulares constantes de 60&#186;/s (cinco repeti&ccedil;&otilde;es) para tornozelo,    de 60&#186;/s (cinco repeti&ccedil;&otilde;es) e 180&#186;/s (15 repeti&ccedil;&otilde;es)    para joelho e de 60&#186;/s (cinco repeti&ccedil;&otilde;es) e 120&#186;/s (15    repeti&ccedil;&otilde;es) para quadril. A velocidade angular de 60&#176;/s foi    usada para obter a vari&aacute;vel "pico de torque" e caracterizou o par&acirc;metro    for&ccedil;a muscular<sup>19</sup>. As velocidades de 120 e 180&#176;/s foram    usadas para obter a "pot&ecirc;ncia m&eacute;dia" e caracterizaram a vari&aacute;vel    pot&ecirc;ncia muscular<sup>17,19</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para testar o tornozelo,    na posi&ccedil;&atilde;o sentada, o joelho foi posicionado a 30&#186; de flex&atilde;o    e o eixo do dinam&ocirc;metro, alinhado com o mal&eacute;olo lateral. A amplitude    de movimento (ADM) testada foi de 10&#186; de dorsiflex&atilde;o a 30&#186;    de flex&atilde;o plantar. As avalia&ccedil;&otilde;es do joelho foram realizadas    com o idoso sentado na cadeira com 85&#186; de inclina&ccedil;&atilde;o do encosto,    com o eixo do aparelho alinhado ao epic&ocirc;ndilo lateral do f&ecirc;mur e    a almofada da alavanca posicionada 3 cm acima do mal&eacute;olo lateral. A ADM    testada foi de 85&#186; a partir do &acirc;ngulo de 90&#186; de flex&atilde;o    do joelho. O quadril foi testado em ortostatismo, com apoio dos membros superiores,    em um dispositivo estabilizador<sup>20</sup>, fixado em posi&ccedil;&atilde;o    neutra, com eixo do dinam&ocirc;metro alinhado superior e anteriormente ao troc&acirc;nter    maior e a almofada da alavanca posicionada no ter&ccedil;o distal da coxa, logo    acima da patela.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As an&aacute;lises    estat&iacute;sticas foram processadas no programa SPSS 15.0 e a distribui&ccedil;&atilde;o    dos dados foi verificada com o teste Kolmogorov-Smirnov. Utilizou-se o teste    <i>t</i> de Student, com avalia&ccedil;&atilde;o da homocedasticidade (teste    de Levene), e considerou-se n&iacute;vel de signific&acirc;ncia </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">=0,05<sup>21</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As caracter&iacute;sticas    cl&iacute;nico-demogr&aacute;ficas e antropom&eacute;tricas dos idosos est&atilde;o    descritas na <a href="#t1">Tabela 1</a>. Considerando a recomenda&ccedil;&atilde;o    do Col&eacute;gio Americano de Medicina do Esporte<sup>22</sup>, 50% dos idosos    n&atilde;o caidores e 60% dos caidores relataram pr&aacute;tica de exerc&iacute;cio    f&iacute;sico regular. No question&aacute;rio PAH, 58,9% dos n&atilde;o caidores    e 52,2% dos&nbsp;caidores foram classificados como ativos, e&nbsp;39,3%&nbsp;dos    n&atilde;o caidores e 43,5% dos caidores como moderadamente ativos. Os grupos    n&atilde;o apresentaram diferen&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o ao EAA (PAH),    ao &iacute;ndice de massa corporal (IMC), estatura, massa corp&oacute;rea, dura&ccedil;&atilde;o    e frequ&ecirc;ncia do exerc&iacute;cio f&iacute;sico.</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/fp/v19n1/08t01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com as    <a href="/img/revistas/fp/v19n1/08t02.jpg">Tabela 2</a> e <a href="/img/revistas/fp/v19n1/08t03.jpg">3</a>,    os idosos caidores (G2) apresentaram d&eacute;ficit significativo nas vari&aacute;veis    pico de torque, trabalho por peso corporal e pot&ecirc;ncia m&eacute;dia do    joelho em rela&ccedil;&atilde;o aos n&atilde;o caidores (G1). A maioria das    vari&aacute;veis do tornozelo e quadril n&atilde;o apresentou diferen&ccedil;as    significativas entre os grupos. Apenas a vari&aacute;vel pico de torque de extens&atilde;o    de quadril esquerdo foi significativamente maior no G1(p=0,035).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O estudo comparou    a fun&ccedil;&atilde;o muscular isocin&eacute;tica de membros inferiores de    idosos que n&atilde;o apresentaram quedas (G1) e que apresentaram quedas (G2)    nos &uacute;ltimos seis meses, e demonstrou menor desempenho muscular especificamente    para a articula&ccedil;&atilde;o do joelho de G2. Os dois grupos de idosos n&atilde;o    diferiram entre si em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; idade (p=0,925), IMC (p=0,995),    dura&ccedil;&atilde;o (p=0,065) e frequ&ecirc;ncia (p=0,302) da pr&aacute;tica    de exerc&iacute;cio, n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica (p=0,561) e domin&acirc;ncia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; fun&ccedil;&atilde;o muscular do joelho, encontrou-se que o ponto em    que a for&ccedil;a m&aacute;xima &eacute; produzida (pico de torque) demonstrou    diferen&ccedil;a significativa entre os grupos para os movimentos de flex&atilde;o    e extens&atilde;o a 180&#176;/s e para os movimentos de flex&atilde;o de extens&atilde;o    de joelho esquerdo a 60&#176;/s. Observou-se tamb&eacute;m diferen&ccedil;a    entre os grupos para a quantidade de for&ccedil;a produzida pelo m&uacute;sculo    ao longo de toda a amplitude de movimento (trabalho proporcional ao peso corporal)    para flex&atilde;o e extens&atilde;o dos joelhos, principalmente a 180&#176;/s.    Outra diferen&ccedil;a significativa observada foi a habilidade do m&uacute;sculo    em gerar for&ccedil;a em um determinado tempo (pot&ecirc;ncia m&eacute;dia)    para flex&atilde;o bilateral de joelho a 180&#176;/s. Esses achados convergem    com a literatura, que sugere que os idosos que caem produzem menores picos de    torque e pot&ecirc;ncia nos extensores e flexores de joelho<sup>12</sup> e que    as contra&ccedil;&otilde;es em alta velocidade s&atilde;o mais afetadas com    o envelhecimento que as contra&ccedil;&otilde;es lentas<sup>11</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Marigold et al.<sup>10</sup>    demonstraram que a resposta reativa de recupera&ccedil;&atilde;o do equil&iacute;brio    ap&oacute;s escorregar revela o b&iacute;ceps femoral e tibial anterior como    os primeiros a serem ativados, seguidos do gastrocn&ecirc;mio e, s&oacute; ent&atilde;o,    do reto femoral. Outro estudo<sup>11</sup>, que analisou a atividade eletromiogr&aacute;fica    das musculaturas de membros inferiores tamb&eacute;m em situa&ccedil;&otilde;es    de perturba&ccedil;&atilde;o do equil&iacute;brio, descreveu a utiliza&ccedil;&atilde;o    da estrat&eacute;gia do tornozelo e do quadril e revelou a import&acirc;ncia    da sinergia muscular de ativa&ccedil;&atilde;o da musculatura do joelho para    auxiliar no retorno do equil&iacute;brio. Esses relatos refor&ccedil;am a influ&ecirc;ncia    dos m&uacute;sculos do joelho na preven&ccedil;&atilde;o das quedas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Embora esteja documentado    o papel da ativa&ccedil;&atilde;o dos m&uacute;sculos do tornozelo como estrat&eacute;gia    para evitar quedas<sup>11</sup> e que haja rela&ccedil;&atilde;o entre a diminui&ccedil;&atilde;o    da for&ccedil;a muscular de flexores plantares e a ocorr&ecirc;ncia de quedas    em idosos<sup>6,8</sup>, este estudo n&atilde;o encontrou diferen&ccedil;as    significativas em nenhuma das vari&aacute;veis de for&ccedil;a dessa musculatura    entre os grupos estudados. Cham et al.<sup>9</sup> demonstraram que, em estrat&eacute;gia    r&aacute;pida, para evitar quedas em superf&iacute;cies escorregadias, o tornozelo    age como uma articula&ccedil;&atilde;o passiva, n&atilde;o sendo primordial    para evitar a queda. Segundo Shumway-Cook<sup>11</sup>, a estrat&eacute;gia    de atua&ccedil;&atilde;o do tornozelo para manter o equil&iacute;brio parece    ser mais requisitada em situa&ccedil;&otilde;es de menor perturba&ccedil;&atilde;o    e em superf&iacute;cie de apoio firme.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o    ao desempenho muscular do quadril, embora todas as vari&aacute;veis medidas    tenham apresentado tend&ecirc;ncia de ser inferior entre os idosos que relataram    quedas (G2), apenas o pico de torque de extens&atilde;o de quadril esquerdo    demonstrou diferen&ccedil;a significativa entre os grupos. Os resultados de    Pinho et al.<sup>8</sup> convergem com tais achados, uma vez que tamb&eacute;m    n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;as significativas para a fun&ccedil;&atilde;o    muscular de quadril entre os grupos de idosos estudados. Tem sido reportado,    contudo, que a articula&ccedil;&atilde;o do quadril &eacute; respons&aacute;vel    por estabelecer o equil&iacute;brio para evitar quedas<sup>11</sup>. Neste sentido,    Ploutz-Snyder et al.<sup>3</sup> demonstraram que a for&ccedil;a de extens&atilde;o    dos membros inferiores est&aacute; associada &agrave; capacidade de evitar uma    queda ap&oacute;s uma perturba&ccedil;&atilde;o da marcha e pode ser usada para    identificar o risco de quedas em idosos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Embora n&atilde;o    tenham sido observadas diferen&ccedil;as significativas entre os grupos quanto    ao desempenho muscular de quadril e tornozelo, todas as vari&aacute;veis mensuradas    apresentaram valores inferiores no G2. Possivelmente, o modo como os grupos    foram divididos pode ter dificultado evidenciar diferen&ccedil;as significativas.    O fato de se considerar caidores idosos os que ca&iacute;ram apenas uma vez    pode ter influenciado a signific&acirc;ncia estat&iacute;stica do G2, uma vez    que tais participantes podem ter ca&iacute;do por motivos acidentais e n&atilde;o    necessariamente devido a uma altera&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o    muscular<sup>23</sup>. Considerando que a queda tem m&uacute;ltiplos fatores    causais, incluindo extr&iacute;nsecos, como piso escorregadio, m&aacute; ilumina&ccedil;&atilde;o    ou terrenos irregulares, seria poss&iacute;vel reduzir a probabilidade de uma    queda por fatores ambientais, incluindo-se no G2 apenas idosos considerados    caidores recorrentes, ou seja, que ca&iacute;ram duas ou mais vezes no per&iacute;odo    de um ano<sup>24</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando as    limita&ccedil;&otilde;es do estudo, recomenda-se que em investiga&ccedil;&otilde;es    futuras amostras maiores sejam utilizadas, a fim de contribuir para maior generaliza&ccedil;&atilde;o    dos resultados encontrados, e que sejam inclu&iacute;dos no grupo que relatou    queda apenas idosos considerados caidores recorrentes, para eliminar o efeito    de quedas ocasionais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Idosos que referem    algum epis&oacute;dio de queda nos &uacute;ltimos seis meses revelam menores    valores de pico de torque, trabalho proporcional ao peso corporal e pot&ecirc;ncia    m&eacute;dia em alta velocidade angular (180&#176;/s) para o joelho quando comparados    com idosos que n&atilde;o ca&iacute;ram. Assim, &eacute; importante considerar    a fun&ccedil;&atilde;o muscular do joelho durante a avalia&ccedil;&atilde;o    cl&iacute;nica de idosos, para direcionar a interven&ccedil;&atilde;o, torn&aacute;-la    mais assertiva e, assim, evitar o primeiro evento de queda ou sua recorr&ecirc;ncia.    Para isso, sugere-se que as musculaturas dos joelhos sejam treinadas, principalmente    em alta velocidade e em atividades funcionais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. WHO. World Health    Organization. World report on violence and health. &#91;cited 2012 Mar 4&#93;.    Avaliable from: <a href="http://www.who.int/violence_injury_prevention/violence/world_report/en/" target="_blank">http://www.who.int/violence_injury_prevention/violence/world_report/en/</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S1809-2950201200010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Carvalho J,    Soares JMC. Envelhecimento e for&ccedil;a muscular - breve revis&atilde;o. Rev    Port Cien Desp. 2004;4(3):79-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000061&pid=S1809-2950201200010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Ploutz-Snyder    LL, Manini T, Ploutz-Snyder RJ, Wolf DA. Functionally relevant thresholds of    quadriceps femoris strength. J Gerontol A Biol Sci Med Sci. 2002;57(4):B144-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S1809-2950201200010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Matsudo S, Matsudo    V, Barros T. Impacto do envelhecimento nas vari&aacute;veis antropom&eacute;tricas,    neuromotoras e metab&oacute;licas da aptid&atilde;o f&iacute;sica. Ver Bras    Ci&ecirc;nc e Mov. 2000;8:21-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S1809-2950201200010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Faria JC, Machala    CC, Dias RC, Dias JMD. Import&acirc;ncia do treinamento de for&ccedil;a na reabilita&ccedil;&atilde;o    da fun&ccedil;&atilde;o muscular, equil&iacute;brio e mobilidade de idosos.    Acta Fisi&aacute;trica. 2003;10(3):133-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S1809-2950201200010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Guimar&atilde;es    JMN, Farinatti PTV. An&aacute;lise descritiva de vari&aacute;veis teoricamente    associadas ao risco de quedas em mulheres idosas. Rev Bras Med Esporte. 2005;11(5):299-305.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1809-2950201200010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Ramos LR, Toniolo    J, Cendoroglo MS, Garcia JT, Najas MS, Perracini M, et al. Two-year follow-up    study of elderly residents in S. Paulo, Brazil: methodology and preliminary    results. Rev Saude Publica. 1998;32(5):397-407.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1809-2950201200010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Pinho L, Dias    RC, Freire MTF, Tavares CF, Dias JMD. Avalia&ccedil;&atilde;o isocinetica da    fun&ccedil;&atilde;o muscular do quadril e do tornozelo em idosos que sofrem    quedas. Rev Bras Fisioter. 2005;9(1):93-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1809-2950201200010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Cham R, Redfern    MS. Lower extremity corrective reactions to slip events. J Biomech. 2001;34(11):1439-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1809-2950201200010000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Marigold DS,    Patla AE. Strategies for dynamic stability during locomotion on a slippery surface:    effects of prior experience and knowledge. J Neurophysiol. 2002;88(1):339-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1809-2950201200010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Shumway-Cook    A, Woollacott MH. Controle postural normal. In: Shumway-Cook A, Woollacott MH,    editores. Controle motor - teoria e aplica&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas.    2a ed. Barueri: Manole; 2003. p. 153-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1809-2950201200010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Whipple RH,    Wolfson LI, Amerman PM. The relationship of knee and ankle weakness to falls    in nursing home residents: an isokinetic study. J Am Geriatr Soc. 1987;35(1):13-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1809-2950201200010000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Pizzigalli    L, Filippini A, Ahmaidi S, Jullien H, Rainoldi A. Prevention of falling risk    in elderly people: the relevance of muscular strength and symmetry of lower    limbs in postural stability. J Strength Cond Res. 2011;25(2):567-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1809-2950201200010000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Bento PC, Pereira    G, Ugrinowitsch C, Rodacki AL. Peak torque and rate of torque development in    elderly with and without fall history. Clin Biomech. 2010;25(5):450-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1809-2950201200010000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Louren&ccedil;o    RA, Veras RP. Mini-exame do estado mental: caracter&iacute;sticas psicom&eacute;tricas    em idosos ambulatoriais. Rev Saude Publica. 2006;40(4):712-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1809-2950201200010000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Souza AC, Magalh&atilde;es    LC, Teixeira-Salmela LF. Adapta&ccedil;&atilde;o transcultural e an&aacute;lise    das propriedades psicom&eacute;tricas da vers&atilde;o brasileira do Perfil    de Atividade Humana. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2006;22(12):2623-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1809-2950201200010000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Dvir Z. Isocin&eacute;tico:    avalia&ccedil;&otilde;es musculares, interpreta&ccedil;&otilde;es e aplica&ccedil;&otilde;es    cl&iacute;nicas. 1a ed. S&atilde;o Paulo: Manole; 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1809-2950201200010000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Perrin DH.    Isokinetic exercise and assessment. In: Human Kinetics Publishers, editor. Interpreting    and isokinetic evaluation. Champaign: Human Kinetics Publishers; 1993. p. 59-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1809-2950201200010000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Gomes WF. Impacto    de um programa estruturado de fisioterapia aqu&aacute;tica em idosas com osteoartrite    de joelho &#91;disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Belo Horizonte, MG: Universidade    Federal de Minas Gerais, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1809-2950201200010000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Oliveira A.    Estudo comparativo do desempenho muscular isocin&eacute;tico do quadril de jovens    e idosos utilizando um dispositivo estabilizador &#91;disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Belo Horizonte, MG: Universidade Federal de Minas Gerais, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1809-2950201200010000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Portney LG,    Watkins MP. Foundations of clinical research - applications to practice. 2nd    ed. New Jersey: Prentice Hall; 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1809-2950201200010000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Nelson ME,    Rejeski WJ, Blair SN, Duncan PW, Judge JO, King AC, et al. Physical activity    and public health in older adults: recommendation from the American College    of Sports Medicine and the American Heart Association. Med Sci Sports Exerc.    2007;39(8):1435-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1809-2950201200010000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Gates S, Smith    LA, Fisher JD, Lamb SE. Systematic review of accuracy of screening instruments    for predicting fall risk among independently living older adults. J Rehabil    Res Dev. 2008;45(8):1105-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1809-2950201200010000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Tinetti ME,    Speechley M, Ginter SF. Risk factors for falls among elderly persons living    in the community. N Engl J Med. 1988;319(26):1701-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1809-2950201200010000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/fp/v19n1/seta.jpg" border="0"></a>    Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>     <br>   Patr&iacute;cia Azevedo Garcia    <br>   Universidade de Bras&iacute;lia - Ceil&acirc;ndia    <br>   Colegiado de Fisioterapia - QNN 14 - &Aacute;rea Especial - Ceil&acirc;ndia    Sul    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   CEP: 72220-140 - Bras&iacute;lia (DF), Brasil    <br>   E-mail: <a href="mailto:patriciaagarcia@unb.br">patriciaagarcia@unb.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apresenta&ccedil;&atilde;o:    abr. 2011    <br>   Aceito para publica&ccedil;&atilde;o: dez. 2011    <br>   Fonte de financiamento: nenhuma    <br>   Conflito de interesses: nada a declarar</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudo desenvolvido    no Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)    - Belo Horizonte (MG), Brasil.    <br>   Parecer de aprova&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; de &Eacute;tica e Pesquisa    da UFMG n&#186; 492/07 </font></p>     ]]></body>
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