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<journal-title><![CDATA[Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aptidão cardiorrespiratória em adolescentes estimada pelo teste de corrida e/ou caminhada de 9 minutos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to analyze estimation of cardiorespiratory fitness (CRF) in adolescents aged 10 to 12 years by means of the 9-minute run/walk test. A total of 115 adolescents (61 boys and 54 girls) took part in the study. Mean age was 12.2±0.9 and 12.1±0.7 years, body mass 47.5±13.6 and 45.0±13.2 kg, height 150.9±7.7and 150.4±7.3 cm, and VO2peak 49.9±9.5 and 42.2±7.4 mL/kg/min in boys and girls respectively. The subjects performed a maximal treadmill test and a 9-minute run/walk field test (9-minute test). The relationship between VO2 and the 9-minute test was analyzed by Pearson's correlation coefficient. The difference between the proportions of adolescents who met health criteria and agreement between the CRF cutoff points proposed in the Physical Best and Fitnessgram batteries was analyzed with McNemar's test and the Kappa statistic respectively. The significance level was set at 5%. There was moderate correlation (r=0.64) between the 9-minute test and directly measured VO2peak in the sample as a whole. Gender-stratified analysis showed higher correlation in boys (r=0.59) than in girls (r=0.43). There were significant differences between the tested cutoff points (P<0.001) and weak agreement (Kappa = 0.19) in relation to CRF. These findings suggest that the 9-minute test appears to be a valid indicator of CRF in adolescents between the ages of 10 and 12. However, care should be taken when choosing cutoff points for classification of cardiorespiratory fitness.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Aptidão cardiorrespiratória]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGO  ORIGINAL</b></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="top"></a>Aptid&atilde;o  cardiorrespirat&oacute;ria em adolescentes estimada pelo teste de corrida e/ou  caminhada de 9 minutos</b></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Ana  Carolina Paludo<sup>I</sup>; Mariana Biagi Batista<sup>II</sup>; H&eacute;lio  Serassuelo J&uacute;nior<sup>I</sup>; Edilson Serpeloni Cyrino<sup>I</sup>; Enio  Ricardo Vaz Ronque<sup>I</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Universidade  Estadual de Londrina. Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o Associado.  Londrina, PR, Brasil    <br> <sup>II</sup>Faculdade Dom Bosco. Corn&eacute;lio Proc&oacute;pio,  PR, Brasil</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Endere&ccedil;o  para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p><hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Analisar  a estimativa da aptid&atilde;o cardiorrespirat&oacute;ria (ACR) em adolescentes  de 10 a 12 anos a partir da aplica&ccedil;&atilde;o do teste de corrida e/ou caminhada  de 9 minutos. Participaram 115 adolescentes (61 rapazes e 54 mo&ccedil;as), idade  m&eacute;dia de 12,2(0,9) e 12,1(0,7) anos, massa corporal 47,5(13,6) e 45,0(13,2)  kg, estatura 150,9(7,7) e 150,4(7,3) cm e VO<sub>2</sub>pico 49,9(9,5) e 42,2(7,4)mL/kg/min  em rapazes e mo&ccedil;as, respectivamente. Os sujeitos realizaram um teste m&aacute;ximo  na esteira e um teste de campo de corrida e/ou caminhada de 9 minutos (9 min).  A rela&ccedil;&atilde;o entre o VO<sub>2</sub> e o teste 9 min foi analisada pelo  coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o de <i>Pearson.</i> A diferen&ccedil;a  entre as propor&ccedil;&otilde;es dos adolescentes que atenderam os crit&eacute;rios  de sa&uacute;de e a concord&acirc;ncia entre os pontos de corte propostos pelo  <i>Physical Best</i> e o <i>Fitnessgram</i> para a ACR foi analisada com o teste  de <i>McNemar</i> e o &iacute;ndice <i>Kappa</i>, respectivamente, com signific&acirc;ncia  de 5%. O teste de 9 min demonstrou uma correla&ccedil;&atilde;o moderada (r=0,64)  com o VO<sub>2</sub> pico mensurado diretamente, para ambos os sexos, e de forma  estratificada, apresentou maiores valores nos meninos (r=0,59) em rela&ccedil;&atilde;o  &agrave;s meninas (r=0,43). Os pontos de corte apresentaram diferen&ccedil;as  em sua classifica&ccedil;&atilde;o (<i>P</i>&lt; 0,001) e uma fraca concord&acirc;ncia  (<i>Kappa=</i>0,19) em rela&ccedil;&atilde;o a classifica&ccedil;&atilde;o da  ACR. Os resultados apontam que o teste de 9 min parece ser um indicador v&aacute;lido  da ACR de adolescentes de 10 a 12 anos, contudo, deve-se ter cautela na escolha  dos pontos de corte para a classifica&ccedil;&atilde;o desse componente.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave</b>:  Adolescentes; Aptid&atilde;o cardiorrespirat&oacute;ria; Teste de campo; Pontos  de corte.</font></p><hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nos  &uacute;ltimos anos, alguns estudos t&ecirc;m apontado que a aptid&atilde;o cardiorrespirat&oacute;ria  (ACR) tem sido associada com desfechos de sa&uacute;de em crian&ccedil;as e adolescentes,  sendo que &iacute;ndices satisfat&oacute;rios desse componente s&atilde;o relacionados  com baixos valores de adiposidade abdominal e total, perfil cardiovascular saud&aacute;vel  e baixos escores metab&oacute;licos<sup>1,2</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para  obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es sobre a ACR, o consumo m&aacute;ximo  de oxig&ecirc;nio (VO<sub>2</sub>m&aacute;x) vem sendo considerado um dos principais  indicadores da pot&ecirc;ncia aer&oacute;bia em crian&ccedil;as e adolescentes<sup>3,4</sup>  . Sua determina&ccedil;&atilde;o pode ser realizada de forma direta, por ergoespirometria,  que proporciona uma medida bastante v&aacute;lida do VO<sub>2</sub>m&aacute;x.<sup>5</sup>.  Em contrapartida, h&aacute; necessidade de equipamentos de alto custo operacional,  avaliadores especializados e demanda de tempo prolongado em cada medi&ccedil;&atilde;o,  o que se torna invi&aacute;vel em avalia&ccedil;&otilde;es populacionais.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nesse  sentido, uma alternativa para a verifica&ccedil;&atilde;o da ACR s&atilde;o os  testes de campo, que apresentam como principais vantagens o baixo custo operacional,  a f&aacute;cil administra&ccedil;&atilde;o, a possibilidade de avalia&ccedil;&atilde;o  de um grande n&uacute;mero de sujeitos simultaneamente, al&eacute;m de propiciar  ao avaliado a realiza&ccedil;&atilde;o do teste no ambiente espec&iacute;fico  da sua pr&aacute;tica cotidiana<sup>6</sup>. Entre os testes de campo mais utilizados  para avalia&ccedil;&atilde;o da ACR em estudos com crian&ccedil;as e adolescentes  est&atilde;o: o teste de corrida e/ou caminhada de uma milha<sup>7</sup>, teste  de corrida e/ou caminhada de nove minutos<sup>7</sup> e o teste vai-e-vem de 20  metros<sup>8</sup> .</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No  Brasil, um dos testes de campo mais utilizados para avalia&ccedil;&atilde;o a  ACR em crian&ccedil;as e adolescentes &eacute; o teste de corrida/caminhada de  nove minutos (9 min)<sup>9-12</sup>. Este teste tem sido utilizado como uma adapta&ccedil;&atilde;o  do teste de 12 minutos de Cooper<sup>7</sup> para jovens menores de 12 anos de  idade, al&eacute;m de representar uma alternativa para avalia&ccedil;&atilde;o  da ACR por algumas baterias de testes motores, tanto no &acirc;mbito nacional  como internacional<sup>6,13,14</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por  outro lado, apesar das diversas vantagens apresentadas pelos testes de campo,  algumas vari&aacute;veis s&atilde;o de dif&iacute;cil controle durante a sua aplica&ccedil;&atilde;o  como a sobrecarga imposta que, no caso do teste de 9 min, &eacute; feita pelo  controle subjetivo da intensidade; interfer&ecirc;ncias ambientais (temperatura  e umidade) e motiva&ccedil;&atilde;o, e por n&atilde;o se tratar de uma avalia&ccedil;&atilde;o  direta da ACR e sim de uma estimativa, os erros na medi&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o  podem ser maiores<sup>6</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m  disso, considerando que a ACR possui estreita rela&ccedil;&atilde;o com fatores  de risco para sa&uacute;de desde a inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia, parece  importante a investiga&ccedil;&atilde;o de testes de campo que possam ser eficientes  na avalia&ccedil;&atilde;o e classifica&ccedil;&atilde;o da ACR nesta popula&ccedil;&atilde;o.  No entanto, s&atilde;o escassos os trabalhos que pesquisaram a validade do teste  de 9 min, bem como a concord&acirc;ncia entre a classifica&ccedil;&atilde;o da  ACR obtida pela an&aacute;lise direta do VO<sub>2</sub> e pelo indicador fornecido  pelo teste de 9 min, utilizando classifica&ccedil;&otilde;es sugeridas por baterias  de testes motores<sup>14</sup>, particularmente em jovens brasileiros.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Diante  das informa&ccedil;&otilde;es discutidas, o presente estudo tem como objetivo  analisar a estimativa da aptid&atilde;o cardiorrespirat&oacute;ria (ACR) em adolescentes  de 10 a 12 anos a partir da aplica&ccedil;&atilde;o do teste de corrida e/ou caminhada  de 9 minutos e, posteriormente, analisar a concord&acirc;ncia entre os pontos  de corte propostos pelo Physical Best e Fitnessgram para ACR.</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>PROCEDIMENTOS  METODOL&Oacute;GICOS</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Sujeitos</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  amostra foi composta por 115 adolescentes, sendo 61 rapazes (12,25 &#177; 0,9  anos) e 54 mo&ccedil;as (12,06 &#177; 0,7 anos), regularmente matriculados em  uma institui&ccedil;&atilde;o de ensino do munic&iacute;pio de Londrina - Paran&aacute;.  Foram adotados como crit&eacute;rios de inclus&atilde;o: pertencer &agrave; faixa  et&aacute;ria preestabelecida e estar regularmente matriculado na escola p&uacute;blica  selecionada e, como crit&eacute;rios de exclus&atilde;o: apresentar algum problema  f&iacute;sico que impedisse temporariamente ou definitivamente o indiv&iacute;duo  de ser submetido &agrave; administra&ccedil;&atilde;o dos testes motores e a n&atilde;o  assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido pelo respons&aacute;vel.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os  sujeitos e seus respons&aacute;veis foram previamente informados sobre a proposta  do estudo e os procedimentos aos quais seriam submetidos e, assinaram um Termo  de Consentimento Livre e Esclarecido. O projeto foi submetido e aprovado pelo  Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade Estadual de Londrina  (CEPE/UEL 202/07), de acordo com as normas da Resolu&ccedil;&atilde;o 196/96 do  Conselho Nacional de Sa&uacute;de sobre pesquisa envolvendo seres humanos.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Antropometria</b></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  massa corporal dos sujeitos foi obtida em uma balan&ccedil;a digital, da marca  Urano, modelo PS 180, com precis&atilde;o de 0,1kg e, a estatura foi determinada  por uma fita antropom&eacute;trica fixada &agrave; parede com precis&atilde;o  de 0,1 cm, de acordo com os procedimentos descritos por Gordon et al.<sup>15</sup>.  Todos os indiv&iacute;duos foram medidos e pesados com roupas leves e descal&ccedil;os.  A partir das medidas de massa corporal e estatura, calculou-se o &iacute;ndice  de massa corporal (IMC), por meio do quociente massa corporal/estatura<sup>2</sup>,sendo  a massa corporal expressa em quilogramas (kg) e a estatura em metros (m).</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Medida  Direta do VO<sub>2</sub></b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  consumo de oxig&ecirc;nio (VO<sub>2</sub>) avaliado por m&eacute;todo direto foi  obtido por espirometria de circuito aberto, com a realiza&ccedil;&atilde;o de  um teste progressivo e m&aacute;ximo em erg&ocirc;metro de esteira. O teste teve  in&iacute;cio com um aquecimento de tr&ecirc;s minutos, a uma velocidade de 6  km/h e 0% de inclina&ccedil;&atilde;o, posteriormente, a inclina&ccedil;&atilde;o  passou a 1% e a velocidade era aumentada em 1 km/h a cada minuto, mantendo-se  a mesma inclina&ccedil;&atilde;o, sucessivamente, at&eacute; a finaliza&ccedil;&atilde;o  do teste.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  protocolo utilizado foi testado em estudo piloto pr&eacute;vio, no qual adolescentes  com as mesmas caracter&iacute;sticas e faixa et&aacute;ria, alcan&ccedil;aram  seu esfor&ccedil;o m&aacute;ximo em um intervalo de tempo entre oito e 12 minutos,  o que vem sendo recomendado para a obten&ccedil;&atilde;o de indicadores da pot&ecirc;ncia  aer&oacute;bia em jovens<sup>16</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para  mensura&ccedil;&atilde;o do VO<sub>2</sub> durante o teste, foi utilizado um analisador  de gases port&aacute;til modelo K4 b2 (Cosmed, Rome, Italy), que forneceu informa&ccedil;&otilde;es  dos par&acirc;metros respirat&oacute;rios a cada respira&ccedil;&atilde;o, registrando-se  a m&eacute;dia em intervalos de 15 segundos. Antes de cada dia de avalia&ccedil;&atilde;o,  foi feita a calibra&ccedil;&atilde;o dos mecanismos analisadores de oxig&ecirc;nio  e di&oacute;xido de carbono, de acordo com as recomenda&ccedil;&otilde;es do fabricante.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para  o encerramento do teste, foram adotados os seguintes crit&eacute;rios: a) exaust&atilde;o  volunt&aacute;ria do sujeito, com o pedido de encerramento do teste; b) alcan&ccedil;ar  a frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca m&aacute;xima predita para idade (220 - idade);  c) raz&atilde;o de trocas respirat&oacute;rias superior a 1,1; d) a detec&ccedil;&atilde;o  do plat&ocirc; na curva de VO<sub>2</sub>, definido por um aumento inferior a  2 ml/kg/min no VO<sub>2</sub> com a mudan&ccedil;a de est&aacute;gio no teste.  Portanto, quando o sujeito manifestou uma ou mais destas caracter&iacute;sticas  o teste foi encerrado e, ent&atilde;o, o maior valor de VO<sub>2</sub> obtido  foi considerado o VO<sub>2</sub> pico.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Teste  de Corrida e/ou Caminhada de 9 minutos (9 min.)</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  teste de corrida/caminhada de 9 min. foi realizado em uma pista oficial de atletismo  (400 m). Os sujeitos foram orientados a percorrer a m&aacute;xima dist&acirc;ncia  poss&iacute;vel no tempo de 9 min, al&eacute;m disso, aconselhados a manter o  ritmo de passadas, embora fosse permitido caminhar, trotar ou correr no decorrer  do teste. Ap&oacute;s o t&eacute;rmino do teste, os sujeitos foram instru&iacute;dos  a continuar caminhando, para facilitar o processo de recupera&ccedil;&atilde;o.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  dist&acirc;ncia foi controlada atrav&eacute;s do n&uacute;mero de voltas dadas  na pista, somando-se os metros adicionais. Um avaliador previamente treinado foi  respons&aacute;vel por controlar e anotar a dist&acirc;ncia percorrida pelos sujeitos.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Classifica&ccedil;&atilde;o  da Aptid&atilde;o Cardiorrespirat&oacute;ria</b></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para  classifica&ccedil;&atilde;o dos valores de VO<sub>2</sub> mensurados de forma  direta, foram utilizados os pontos de corte propostos recentemente pelo Fitnessgram<sup>17</sup>,  e os sujeitos foram classificados como atende e n&atilde;o atende ao crit&eacute;rio  de sa&uacute;de para ACR.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No  caso do teste de 9 min, foi utilizada a dist&acirc;ncia total (m) percorrida no  teste como indicador da ACR. Para tanto, recorreu-se aos valores de corte sugeridos  pelo <i>Physical Best</i><sup>14</sup>e adaptado para o teste de 9 min.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>An&aacute;lise  Estat&iacute;stica</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  teste de normalidade de <i>Kolmogorov-Smirnov</i> foi utilizado e indicou que  as vari&aacute;veis apresentaram distribui&ccedil;&atilde;o normal, com exce&ccedil;&atilde;o  para idade, massa corporal e IMC. A amostra foi descrita atrav&eacute;s de mediana  e intervalo interquartil. Para compara&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas  descritivas entre os sexos, foi utilizado o teste U de Mann Whitney.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para  verificar a rela&ccedil;&atilde;o entre o VO<sub>2</sub>pico e a dist&acirc;ncia  percorrida no teste de 9 minutos, foi utilizado o Coeficiente de Correla&ccedil;&atilde;o  Linear de<i>Pearson</i>. O teste de <i>McNemar</i> foi aplicado para verificar  as diferen&ccedil;as entre as propor&ccedil;&otilde;es de adolescentes na classifica&ccedil;&atilde;o  da ACR entre os pontos de corte, o &iacute;ndice <i>Kappa</i> foi empregado para  verificar a concord&acirc;ncia entre as propor&ccedil;&otilde;es. O n&iacute;vel  de signific&acirc;ncia adotado foi de 5% e todas as informa&ccedil;&otilde;es  foram processadas no pacote estat&iacute;stico SPSS 17.0.</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>RESULTADOS</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As  caracter&iacute;sticas da amostra investigada referente &agrave; antropometria  e aos testes motores s&atilde;o descritas na <a href="#t1">Tabela 1</a>, de acordo  com o sexo. Observa-se diferen&ccedil;a significante estatisticamente apenas na  dist&acirc;ncia percorrida no teste de 9 min e nos valores de VO<sub>2</sub> pico,  no qual os rapazes apresentaram valores superiores em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s  mo&ccedil;as.</font></p>    <p><a name="t1"></a></p>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rbcdh/v14n4/04t01.jpg"></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  <a href="#f1">figura 1</a> representa a correla&ccedil;&atilde;o entre os valores  de VO<sub>2</sub> pico e a dist&acirc;ncia percorrida no teste de 9 min. Observa-se  uma correla&ccedil;&atilde;o moderada<sup>19</sup> (r= 0,64) entre essas duas  vari&aacute;veis, sendo explicada por 40% das vari&acirc;ncias compartilhadas,  em ambos os sexos. Quando a an&aacute;lise foi estabelecida separadamente por  sexo, nota-se que para os rapazes essa rela&ccedil;&atilde;o apresenta-se mais  favor&aacute;vel (r= 0,59) do que para as mo&ccedil;as (r= 0,43).</font></p>    <p><a name="f1"></a></p>    <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><img src="/img/revistas/rbcdh/v14n4/04f01.jpg"></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  concord&acirc;ncia entre a classifica&ccedil;&atilde;o da ACR por meio dos valores  de VO<sub>2</sub> pico e a dist&acirc;ncia percorrida no teste de 9 min &eacute;  apresentada na <a href="#t2">tabela 2</a>. O teste de <i>McNemar</i> apontou diferen&ccedil;as  entre as formas de classificar a ACR e o &iacute;ndice <i>Kappa</i> classificou  como fraca (0,19) a concord&acirc;ncia entre os pontos de corte estudados.</font></p>    <p><a name="t2"></a></p>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rbcdh/v14n4/04t02.jpg"></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  estimativa da ACR pelo teste de 9 min estudada no presente estudo refere-se &agrave;  an&aacute;lise dos indicadores fornecidos por um teste de campo (dist&acirc;ncia  percorrida)comparado com a medida crit&eacute;rio, chamada de padr&atilde;o ouro  (an&aacute;lise do VO<sub>2</sub> de forma direta) ainda pouco elucidado na literatura  na popula&ccedil;&atilde;o pedi&aacute;trica.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  teste de 9 min apresentou uma correla&ccedil;&atilde;o moderada (r=0,64) quando  comparado aos valores de VO<sub>2</sub> mensurados diretamente nos adolescentes  investigados. Drinkard et al.<sup>19</sup> tamb&eacute;m observaram uma correla&ccedil;&atilde;o  moderada (r= 0,63) em adolescentes obesos na faixa et&aacute;ria de 12 a 17 anos  entre o teste de 9 min e avalia&ccedil;&atilde;o direta do VO<sub>2</sub> obtida  em cicloerg&ocirc;metro.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Percebe-se  que ao analisar a validade de testes de campo que se baseiam em tempo fixo para  a sua realiza&ccedil;&atilde;o, observamos que os valores de validade que variam  de fraca a moderada para a popula&ccedil;&atilde;o jovem, como encontrado no presente  estudo. &Eacute; o caso do teste de corrida e/ou caminhada de 12 minutos (r=0,72)<sup>19</sup>  e o teste de caminhada de 6 minutos<sup>20</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quando  analisado a validade do teste de 9 min em rela&ccedil;&atilde;o ao sexo, nota-se  que os valores s&atilde;o distintos, sendo maiores para os rapazes (r=0,59) do  que para as mo&ccedil;as (r=0,43), explicando 35% contra 18% dos resultados apontado  pelas mo&ccedil;as. Esse comportamento apresenta-se semelhante aos estudos encontrados  na literatura em outros testes de campo para estimativa da ACR, que apontam valores  superiores de validade obtidos pelo sexo masculino<sup>21-23</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao  analisar a validade do teste de 9 min deve-se ter cautela em sua interpreta&ccedil;&atilde;o,  pois apenas a an&aacute;lise realizada pela dist&acirc;ncia percorrida no teste  n&atilde;o permite uma compara&ccedil;&atilde;o entre os escores do VO<sub>2</sub>  pico e valores absolutos de VO<sub>2</sub> resultantes do pr&oacute;prio teste.  A maioria dos testes de campo para determina&ccedil;&atilde;o da ACR apresenta  um modelo matem&aacute;tico que permite a convers&atilde;o dos resultados obtidos  no teste (seja em tempo ou em dist&acirc;ncia) em valores preditivos de VO<sub>2</sub>  pico, no caso da popula&ccedil;&atilde;o pedi&aacute;trica. At&eacute; o presente  momento n&atilde;o existe na literatura uma equa&ccedil;&atilde;o de regress&atilde;o  que permita converter a dist&acirc;ncia percorrida no teste de 9 min em valores  preditivos de VO<sub>2</sub>pico. Talvez a exist&ecirc;ncia de um modelo matem&aacute;tico  possa ajustar a validade do teste, como no caso do teste de campo vai-e-vem de  20 metros que os valores de validade apresentaram-se maiores quando preditos pela  equa&ccedil;&atilde;o proposta por L&eacute;ger et al. do que quando analisados  pela dura&ccedil;&atilde;o do teste (r= 0,73 e 0,69 respectivamente)<sup>21</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Identificado  que o teste de 9 min possa ser um indicador da condi&ccedil;&atilde;o cardiovascular  em crian&ccedil;as e adolescentes, torna-se importante verificar a sua capacidade  de avaliar os n&iacute;veis de ACR, existentes na literatura atrav&eacute;s de  normas de refer&ecirc;ncias.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim,  o presente estudo buscou analisar a concord&acirc;ncia entre a classifica&ccedil;&atilde;o  da ACR por pontos de corte apresentados na literatura, nos quais observam-se diferen&ccedil;as  significantes na forma de classifica&ccedil;&atilde;o do componente cardiorrespirat&oacute;rio  entre as duas formas, apontadas pelo teste de <i>McNemar</i> e a concord&acirc;ncia  entre eles foi apontada como fraca pelo &iacute;ndice <i>Kappa</i>(0,19).</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os  baixos valores observados tanto na estimativa do teste quanto na concord&acirc;ncia  entre as classifica&ccedil;&otilde;es da ACR, apresentados pelos indiv&iacute;duos  do presente estudo, podem ser muitas vezes explicados por fatores intr&iacute;nsecos  como a motiva&ccedil;&atilde;o por parte do avaliado e do avaliador na execu&ccedil;&atilde;o  do teste tanto na pista quanto em ambiente laboratorial, bem como fatores extr&iacute;nsecos,  no que diz respeito ao controle de vari&aacute;veis como o clima e a velocidade  de corrida no teste de campo.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim,  para finalizar, o presente estudo aponta como limita&ccedil;&atilde;o a faixa  et&aacute;ria estreita avaliada e o n&uacute;mero de escolares participantes no  estudo, bem como a falta de an&aacute;lises mais robustas em rela&ccedil;&atilde;o  estimativa do teste de 9 min, pelo fato deste ainda n&atilde;o apresentar como  resultado final os valores de VO<sub>2</sub>pico. Por&eacute;m, vale a pena ressaltar  que estudos desta natureza ainda s&atilde;o escassos na literatura, sendo este  o primeiro que buscou avaliar a validade do teste.</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Conclui-se  que, na presente amostra de adolescentes, a correla&ccedil;&atilde;o entre o teste  de 9 min e o VO<sub>2</sub> foi considerada moderada em ambos os sexos, apresentando  melhores valores nos rapazes quando comparado &agrave;s mo&ccedil;as.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  classifica&ccedil;&atilde;o da ACR dos adolescentes a partir dos pontos de corte  proposto pelo Fitnessgram para o VO<sub>2</sub> obtido de forma direta foi diferente  da obtida pelo teste de 9 minutos, utilizando os pontos de corte proposto pelo  Physical Best. Al&eacute;m disso, a concord&acirc;ncia entre os pontos de corte  mostrou-se fraca.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Neste  sentido, deve-se ter cautela na interpreta&ccedil;&atilde;o do teste de campo  de 9min como indicador do componente cardiorrespirat&oacute;rio em escolares e  na classifica&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de ACR, no qual se pode correr  o risco de um adolescente com as mesmas caracter&iacute;sticas da amostra analisada  ser classificado de forma distinta de acordo com o indicador da ACR utilizado</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS  BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1.  Armstrong N. Aptid&atilde;o aer&oacute;bica de crian&ccedil;as e adolescentes.  J Pediatr2006;82:406-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1980-0037201200040000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2.  Ortega FB, Ruiz JR, Castilho MJ, Sjostrom M. Physical fitness in childhood and  adolescence: a powerful marker of health. Int J Obes 2008;33:1-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1980-0037201200040000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3.  Astrand PO, Rodahl K. Textbook of work physiology. New York: McGraw Hill, 1986.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1980-0037201200040000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4.  Armstrong N, Welsman JR, Winsley R. Is a peak VO2 a maximal index of children&acute;s  aerobic fitness? Int J Sports Med 1996;17:356-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1980-0037201200040000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5.  Bassett Jr DR, Howley ET, Thompson DL, King GS, Strath SJ, Mc Laughlin JE et al.  Validity of inspiratory and expiratory methods of measuring gas exchange with  a computerized system. J Appl Physiol 2001;91:218-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1980-0037201200040000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6.  Guedes DP, Guedes JERP. Manual pr&aacute;tico para avalia&ccedil;&atilde;o em  educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica. S&atilde;o Paulo: Manole; 2006. p. 346-415.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1980-0037201200040000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7.  Cooper KH. A means of assessing maximal oxygen uptake. J Am Med Assoc 1968;203:135-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1980-0037201200040000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8.  L&eacute;ger LA, Mercier D, Gadoury C, Lambert J. The multistage 20-meter shuttle  run test for aerobic fitness. J Sport Sci 1988;6:93-101.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1980-0037201200040000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9.  Farias ES, Carvalho WRG, Gon&ccedil;alves EM, Guerra Jr G. Efeito da atividade  f&iacute;sica programada sobre a aptid&atilde;o f&iacute;sica em escolares adolescentes.  Bras Cineantropom Desempenho Hum 2010,12(2):98-105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1980-0037201200040000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10.  Luguetti CN, Nicolai AH, Bohme MTS. Indicadores de aptid&atilde;o f&iacute;sica  de escolares da regi&atilde;o centro-oeste da cidade de S&atilde;o Paulo. Rev  Bras Cineantropom Desempenho Hum 2010,12(5):331-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1980-0037201200040000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11.  Ronque ERV, Cyrino ES, D&oacute;rea V, Serassuelo Jr H, Galdi EHG, Arruda M. Diagn&oacute;stico  da aptid&atilde;o f&iacute;sica em escolares de alto n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico:  avalia&ccedil;&atilde;o referenciada por crit&eacute;rios de sa&uacute;de. Rev  Bras Med Esporte 2007;13: 71-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1980-0037201200040000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12.  Serassuelo Jr H, Rodrigues AR, Cyrino ES, Ronque EV, Oliveira SRS, Sim&otilde;es  AC. Aptid&atilde;o f&iacute;sica relacionada &agrave; sa&uacute;de em escolares  de baixo n&iacute;vel socion&ocirc;mico do munic&iacute;pio de Camb&eacute;/PR.  Rev Educ F&iacute;s/UEM 2005;16:5-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1980-0037201200040000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13.  Gaya A, Silva GMG. PROESP-BR: Observat&oacute;rio permanente dos indicadores de  sa&uacute;de e fatores de prote&ccedil;&atilde;o esportiva em crian&ccedil;as  e jovens. Manual de aplica&ccedil;&atilde;o de medidas e testes, normas e crit&eacute;rios  de avalia&ccedil;&atilde;o, 2007. Dispon&iacute;vel em &lt;<a href="http://WWW.proesp.ufrgs.br" target="_blank">http://WWW.proesp.ufrgs.br</a>&gt;  &#91; 2010 abr 10&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1980-0037201200040000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14.  AAHPERD. Physical Best. Reston, VA: American Alliance for Health, Physical Education,  Recreation and Dance, 1988.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1980-0037201200040000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15.  Gordon CC, Chumlea WC, Roche AF. Stature, recumbent length and weight. In: Lohman  TG&lt; Roche AF, Martoreli R, editors. Anthropometric standardizing reference  manual. Champaign, Illinois: Human Kinetics Book; 1988.p. 3-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1980-0037201200040000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16.  Rowland TW. Pediatric laboratory exercise testing: clinical guidelines. Human  Kinetics Publishers: 1993.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1980-0037201200040000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17.  Welk GJ, Laurson KR, Eisenmann JC, Cureton KJ. Development of youth aerobic- capacity  standards using receiver operating characteristic curves. Am J Prev Med 2011;41(4S):S111-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1980-0037201200040000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18.  Vincent J. Statistics in kinesiology. Champaign, Illinois: Human Kinetics Books,  1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1980-0037201200040000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19.  Drinkard B, McCann S, McDuffie J, Uwaifo GI, Nicholson J, Yanovski JA. Relationship  between walk/run performance and cardiorespiratory fitness in adolescents who  are overweight. 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Liu NY, Plowman SA, Looney MA. The reliability and validity of the 20-meter shuttle  test in American students 12 to 15 years old. Res Q Exerc Sport 1992;63:360-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1980-0037201200040000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22.  Mahoney C. 20-MST and PWC 170 validity in non-Caucasian children in the UK. Br  J Sport Med 1992;26:45-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1980-0037201200040000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23.  McVeigh SK, Payne AC, Scott S. The reliability and validity of the 20-meter shuttle  test as a predictor of peak oxygen uptake in Edinburgh school children, age 13  to 14 years. Pediatric ExercSci 1995;7:69-79.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1980-0037201200040000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">  <b><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rbcdh/v14n4/seta.jpg" border="0"></a>  Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia    <br> </b> Enio Ricardo Vaz Ronque.    <br>  Grupo de Estudo e Pesquisa em Atividade F&iacute;sica e Exerc&iacute;cio - GEPAFE.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>  Centro de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte,    <br> Universidade Estadual  de Londrina.    <br> Rodovia Celso Garcia Cid, km 380, Campus Universit&aacute;rio.    <br>  CEP 86051-990 - Londrina, PR. Telefone: (43) 3378-0735.    <br> E-mail:<a href="mailto:enioronque@uel.br">enioronque@uel.br</a></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido  em 12/12/11    <br> Revisado em 10/01/12    <br> Aprovado em 06/02/12</font></p>      ]]></body><back>
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