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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Qualidade de vida dos professores da área de ciências em escola pública no Rio Grande do Sul]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The investigation regarding the quality of life of science teachers and the search for improvements that ameliorate these professionals' performance in primary education schools can be a way to reduce inequalities in education in Brazil and help teachers progress, not only from the educational but also from the social viewpoint. This study aimed to analyze indicators of physical and mental quality of life among science teachers in a public school located in the interior of Rio Grande do Sul, Brazil. The information that was assessed included the demographic, economic, occupational and domestic characteristics, data on physical exertion and health, on mental health conditions, as well as the medical diagnoses most frequently mentioned by the teachers ever since they started working in the profession. The teachers brought up several complaints about their health and quality of life, such as nervousness; hoarseness; back, arm and leg pain; and tingling and swelling in the legs. It was concluded that knowledge of this evidence may contribute to preparing measures for the systematic reorganization of the work and directly influence the teachers' quality of life, affording them better performance in the activity of educating.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <P align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO</b> ARTICLE</font></P>       <P><font size="3"><b><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Qualidade de vida dos professores da &aacute;rea de ci&ecirc;ncias em  escola p&uacute;blica no Rio Grande do Sul </font></b></font></P>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3"><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quality of  life of public school science teachers in Rio Grande do Sul, Brazil</font></b></font></p>     <P>&nbsp;</P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Liliani Mathias Brum<a id="tx1"></a><a href="#nt1"><sup>1</sup></a>; Cati Reckelberg Azambuja<a id="tx2"></a><a href="#nt2"><sup>2</sup></a>; Jo&atilde;o Felipe Peres Rezer<a id="tx3"></a><a href="#nt3"><sup>3</sup></a>; Daiana Sonego Temp<a id="tx4"></a><a href="#nt4"><sup>4</sup></a>; Cristiane K&ouml;hler Carpilovsky<a id="tx5"></a><a href="#nt5"><sup>5</sup></a>; Luis Felipe Lopes<a id="tx6"></a><a href="#nt6"><sup>6</sup></a>; Maria Rosa Chitolina Schetinger<a id="tx7"></a><a href="#nt7"><sup>7</sup></a></b></font></P>     <P>&nbsp;</P>     <p>&nbsp;</p>  <hr size="1" noshade>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>RESUMO</B></font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A investiga&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida dos professores de ci&ecirc;ncias e a busca por melhorias que promovam um melhor desempenho desses profissionais no cotidiano das escolas podem ser uma forma de reduzir as desigualdades na educa&ccedil;&atilde;o no Brasil e favorecer o crescimento dos professores em n&iacute;vel educacional e social. Este estudo teve o objetivo de analisar indicadores f&iacute;sicos e mentais de qualidade de vida dos professores de ci&ecirc;ncias de uma escola p&uacute;blica localizada no interior do Rio Grande do Sul. Foram avaliadas informa&ccedil;&otilde;es acerca das caracter&iacute;sticas demogr&aacute;ficas, econ&ocirc;micas, ocupacionais, atividades dom&eacute;sticas, esfor&ccedil;os f&iacute;sicos, sa&uacute;de f&iacute;sica, sa&uacute;de mental e os diagn&oacute;sticos m&eacute;dicos mais referidos pelos professores desde o in&iacute;cio do trabalho como docente. Como resultados, encontraram-se diversas queixas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de e &agrave; qualidade de vida dos professores estudados, como nervosismo, rouquid&atilde;o, dor nas costas, bra&ccedil;os e pernas, al&eacute;m de formigamento e incha&ccedil;o nas pernas. Conclui-se que o conhecimento dessas evid&ecirc;ncias pode contribuir para a constru&ccedil;&atilde;o de medidas para a reorganiza&ccedil;&atilde;o da sistem&aacute;tica de trabalho e influenciar diretamente na qualidade de vida dos professores, gerando melhor desempenho na atividade de educar. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Palavras-chave:</B>   qualidade de vida; professores; ci&ecirc;ncia/educa&ccedil;&atilde;o; escolas. </font></P> <hr size="1" noshade>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B></font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> The investigation regarding the quality of life of science teachers and the search for improvements that ameliorate these professionals' performance in primary education schools can be a way to reduce inequalities in education in Brazil and help teachers progress, not only from the educational but also from the social viewpoint. This study aimed to analyze indicators of physical and mental quality of life among science teachers in a public school located in the interior of Rio Grande do Sul, Brazil. The information that was assessed included the demographic, economic, occupational and domestic characteristics, data on physical exertion and health, on mental health conditions, as well as the medical diagnoses most frequently mentioned by the teachers ever since they started working in the profession. The teachers brought up several complaints about their health and quality of life, such as nervousness; hoarseness; back, arm and leg pain; and tingling and swelling in the legs. It was concluded that knowledge of this evidence may contribute to preparing measures for the systematic reorganization of the work and directly influence the teachers' quality of life, affording them better performance in the activity of educating. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords:</B> quality of life; teachers; science/education; schools. </font></P> <hr size="1" noshade>     <P>&nbsp;</P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b> </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A educa&ccedil;&atilde;o &eacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o mundial na qual o trabalho docente contribui de forma significativa na forma&ccedil;&atilde;o e na transforma&ccedil;&atilde;o da sociedade. A categoria docente &eacute; uma das mais expostas a ambientes conflituosos e a alta exig&ecirc;ncia de trabalho, que podem repercutir na sa&uacute;de f&iacute;sica e mental dos professores, assim como no desenvolvimento de suas atividades profissionais (Capel, 1987; Maslach e Jackson, 1981). O estresse ocupacional pode ser constatado entre os docentes pelos seus problemas de sa&uacute;de e pela redu&ccedil;&atilde;o na frequ&ecirc;ncia ao trabalho (Reis et al., 2006). A qualidade de vida (QV) dos professores pode influenciar as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. Fatores psicol&oacute;gicos ligados ao estresse docente incluem ansiedade, depress&atilde;o, irritabilidade, hostilidade e exaust&atilde;o emocional, sendo que entre as repercuss&otilde;es org&acirc;nicas mais citadas destacam-se doen&ccedil;as cardiovasculares, labirintite, faringite, neuroses, fadiga, ins&ocirc;nia e tens&atilde;o nervosa (Reis et al., 2006). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Instituto de Estat&iacute;stica da Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Educa&ccedil;&atilde;o, Ci&ecirc;ncia e Cultura afirma que h&aacute; um decl&iacute;nio no n&uacute;mero de professores/educadores no Brasil, podendo ocasionar um d&eacute;ficit de profissionais capacitados que garantam a universaliza&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica de qualidade (Werthein e Cunha, 2009). Existe uma estimativa de que at&eacute; o ano 2015 o Brasil precisar&aacute; contratar 396 mil novos professores para garantir uma educa&ccedil;&atilde;o para todos (Vedovato e Monteiro, 2008). </font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A manuten&ccedil;&atilde;o de um ambiente escolar saud&aacute;vel e voltado para o desenvolvimento comum &eacute; um desafio, j&aacute; que acarreta indaga&ccedil;&otilde;es e incertezas sobre o funcionamento da institui&ccedil;&atilde;o escolar que deve valorizar o trabalho docente preocupandose com as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. As circunst&acirc;ncias sob as quais os docentes mobilizam as suas capacidades f&iacute;sicas, cognitivas e afetivas para atingir os objetivos da produ&ccedil;&atilde;o escolar n&atilde;o devem gerar sobreesfor&ccedil;o ou hipersolicita&ccedil;&atilde;o de suas fun&ccedil;&otilde;es psicofisiol&oacute;gicas, pois quando n&atilde;o h&aacute; tempo para a recupera&ccedil;&atilde;o do cansa&ccedil;o di&aacute;rio do professor s&atilde;o desencadeados ou precipitados os sintomas cl&iacute;nicos que explicariam os &iacute;ndices de afastamento do trabalho (Delcor et al., 2004). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esta pesquisa visou conhecer o perfil demogr&aacute;fico e ocupacional, al&eacute;m dos indicadores f&iacute;sicos e mentais de sa&uacute;de e da qualidade de vida, dos educadores das disciplinas da &aacute;rea de ci&ecirc;ncias (ci&ecirc;ncias, f&iacute;sica, qu&iacute;mica, matem&aacute;tica e biologia) de uma escola p&uacute;blica de educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica (s&eacute;ries iniciais e ensinos fundamental e m&eacute;dio) localizada na regi&atilde;o central do Rio Grande do Sul, Brasil. </font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Qualidade de vida: uma breve revis&atilde;o </b></font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O termo qualidade de vida, como vem sendo aplicado na literatura m&eacute;dica, n&atilde;o parece ter um &uacute;nico significado (Gill e Feinstein, 1994, apud Fleck et al., 1999). Termos como 'condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de', 'funcionamento social' e 'qualidade de vida' t&ecirc;m sido usados como sin&ocirc;nimos, e a pr&oacute;pria defini&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida n&atilde;o consta na maioria dos artigos que utilizam ou prop&otilde;em instrumentos para sua avalia&ccedil;&atilde;o. A qualidade de vida relacionada com a sa&uacute;de (<I>Healthrelated quality of life</I>) e estado subjetivo de sa&uacute;de (<I>Subjective health status</I>) s&atilde;o conceitos afins centrados na avalia&ccedil;&atilde;o subjetiva do paciente, mas necessariamente ligados ao impacto do estado de sa&uacute;de sobre a capacidade do indiv&iacute;duo de viver plenamente (Fleck et al., 1999). </font></P>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo Guiselini (1996), falar em qualidade de vida &eacute; pensar no caminho da longevidade, sendo seu elemento-chave, al&eacute;m de suprir necessidades b&aacute;sicas, melhorar o estilo de vida, por meio da aquisi&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos saud&aacute;veis, realizando atividade f&iacute;sica, tendo relacionamentos est&aacute;veis, duradouros, dieta saud&aacute;vel etc., pois s&oacute; assim teremos adultos saud&aacute;veis hoje e idosos amanh&atilde;. </font></p>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A qualidade de vida &eacute; um conceito particular a cada indiv&iacute;duo ou grupo, apesar de haver consenso de que ela &eacute; formada por m&uacute;ltiplos fatores, sendo essa combina&ccedil;&atilde;o associada a vari&aacute;veis como estado de sa&uacute;de, longevidade, satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho, sal&aacute;rio, lazer, rela&ccedil;&otilde;es familiares, disposi&ccedil;&atilde;o, prazer e at&eacute; mesmo a espiritualidade (Nahas, 2001). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Historicamente, os aspectos relevantes para determina&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida foram somente os materiais. Entretanto, com o passar dos tempos, houve uma evolu&ccedil;&atilde;o nesse conceito, valorizando-se aspectos como satisfa&ccedil;&atilde;o e realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, qualidade nos relacionamentos, op&ccedil;&otilde;es de lazer, acesso a eventos culturais, percep&ccedil;&atilde;o de bem-estar geral, entre outros (Rodriguez e Alves, 2008). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Apesar de existirem diversos conceitos sobre o assunto, &eacute; fato que o atendimento &agrave;s necessidades b&aacute;sicas &#150; alimento, moradia, educa&ccedil;&atilde;o e trabalho &#150; formam um componente fundamental para a avalia&ccedil;&atilde;o da QV. O tema tornou-se t&atilde;o amplo que a QV envolve diretamente o bem-estar, a felicidade, os sonhos, a dignidade, o trabalho e a cidadania (Nahas, 2001). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m da quantidade de fatores que constituem a QV, o entendimento do seu conceito torna-se muito mais f&aacute;cil de forma intuitiva do que a elabora&ccedil;&atilde;o de uma defini&ccedil;&atilde;o objetiva e fechada &#150; porque como a qualidade de vida pressup&otilde;e o atendimento &agrave;s necessidades humanas fundamentais, nada mais &eacute; do que a medida da pr&oacute;pria dignidade humana (Nahas, 2001). </font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Destaca-se, tamb&eacute;m, que pessoas com caracter&iacute;sticas e condi&ccedil;&otilde;es de vida semelhantes poder&atilde;o apresentar diferen&ccedil;as na interpreta&ccedil;&atilde;o dos indicadores de QV individuais, em raz&atilde;o de a percep&ccedil;&atilde;o individual sofrer interfer&ecirc;ncia da necessidade de cada um. Com base nesse aspecto, torna-se muito importante para o pesquisador definir claramente o contexto de seu interesse e identificar os dom&iacute;nios que ser&atilde;o avaliados, assim como os instrumentos de medida que utilizar&aacute;, a fim de evitar interpreta&ccedil;&otilde;es equivocadas (Nahas, 2001). </font></P>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A busca de um instrumento que avaliasse a qualidade de vida em uma perspectiva genuinamente internacional fez com que a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) organizasse um projeto colaborativo multic&ecirc;ntrico. O resultado deste projeto foi a elabora&ccedil;&atilde;o do WHOQOL-100, um instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida composto por cem itens (Fleck et al., 1999). </font></p>     <P>&nbsp;</P>     <P><b><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Qualidade de vida de professores da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica </font></b></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A Constitui&ccedil;&atilde;o Federal do Brasil trata os fatores de sa&uacute;de e a qualidade de vida como direitos fundamentais. Para Rodriguez e Alves (2008): </font></P>     <blockquote>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A qualidade de vida no trabalho na maioria das vezes ocorre em fun&ccedil;&atilde;o de um conjunto de fatores que independem do profissional. O que se observa &eacute; que a atribula&ccedil;&atilde;o da vida di&aacute;ria, inclusive, precisando dar aulas em diversos lugares para garantir uma vida financeira mais est&aacute;vel, acabam &#91;<I>sic</I>&#93; por levar o profissional docente a n&atilde;o perceber o n&iacute;vel de qualidade de trabalho oferecido. Muitas vezes est&atilde;o envolvidos em escolas que n&atilde;o oferecem as condi&ccedil;&otilde;es m&iacute;nimas de exercer suas atividades com dignidade, com respeito e &eacute;tica, al&eacute;m de receberem um sal&aacute;rio muito aqu&eacute;m de sua capacidade, de seu esfor&ccedil;o e, especialmente, de sua responsabilidade quanto &agrave; educa&ccedil;&atilde;o dos jovens e adolescentes sob sua responsabilidade (Rodriguez e Alves, 2008, p. 7). </font></p> </blockquote>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Superar os v&aacute;rios problemas que se enra&iacute;zam nas sociedades passa pela redefini&ccedil;&atilde;o, sem d&uacute;vida, do projeto de uma sociedade cujas estruturas devem ser repensadas seriamente, tais como o fator educa&ccedil;&atilde;o e as desestatiza&ccedil;&otilde;es, e pela renova&ccedil;&atilde;o do discurso e da a&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica tipicamente fisiol&oacute;gica e cartorial. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo Paraguay (1990), h&aacute; estudos ergon&ocirc;micos para efeito de sugest&otilde;es de mudan&ccedil;as numa organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho, com o fim de reduzir a carga laboral e por excel&ecirc;ncia a mental, com cujas medidas se possa aumentar a autonomia dos trabalhadores e ainda reduzir a press&atilde;o temporal, evitar a fadiga e o estresse. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tornando importante o alerta para o futuro, comenta Carelli (2001, p. 91): "h&aacute;bitos s&atilde;o decisivos para uma vida longa e feliz. E nunca &eacute; tarde para mudar de comportamento e reparar os estragos do fumo, &aacute;lcool e da vida sedent&aacute;ria". Fernandes (1996) relata que a qualidade de vida no trabalho &eacute; relevante para o ser humano, pois o n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o com ele trar&aacute; influ&ecirc;ncias em seu cotidiano, afetando a autoestima e consequentemente sua produtividade. </font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A dimens&atilde;o psicol&oacute;gica do ser humano ainda vagueia pelo campo da pesquisa cient&iacute;fica, carecendo de subs&iacute;dios emp&iacute;ricos devido &agrave; sua complexidade e diversidade, tornando-se reflexo da individualiza&ccedil;&atilde;o das pessoas. O estudo da motiva&ccedil;&atilde;o se aplica a todo ramo da atividade humana, em especial ao campo organizacional. Muitos estudiosos t&ecirc;m pesquisado para caracterizar os objetivos motivacionais no trabalho, entre eles Maslow, McGregor e Herzberg (Gil, 2001; Bergamini e Coda, 1997; Herzberg, 1997). </font></p>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; o conhecimento do conceito da natureza humana, da defini&ccedil;&atilde;o de trabalho e da fun&ccedil;&atilde;o individual ou social. &Eacute; inconteste que a n&atilde;o satisfa&ccedil;&atilde;o pode significar desmotiva&ccedil;&atilde;o quando as frustra&ccedil;&otilde;es s&atilde;o constantes e conduzem o sujeito at&eacute; a apatia, o descontentamento, gerando situa&ccedil;&otilde;es de estresse (Aguiar, 1992). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O impacto dos fatores estressantes sobre profiss&otilde;es que requerem condi&ccedil;&otilde;es de trabalho espec&iacute;ficas, com grau elevado de rela&ccedil;&atilde;o com o p&uacute;blico, como a do professor, tem sido estudado em outros pa&iacute;ses com a denomina&ccedil;&atilde;o de S&iacute;ndrome de <I>Burned Out</I>, ou <I>Burnout</I>, que no Brasil recebeu a denomina&ccedil;&atilde;o de S&iacute;ndrome do Esgotamento Profissional. <I>Burnout </I>seria uma s&iacute;ndrome de exaust&atilde;o emocional e de atitudes c&iacute;nicas e negativas dos profissionais em rela&ccedil;&atilde;o aos sentimentos dos indiv&iacute;duos para os quais dirigem o seu trabalho, visto que os seus recursos emocionais est&atilde;o esgotados. As consequ&ecirc;ncias da S&iacute;ndrome de <I>Burnout </I>s&atilde;o s&eacute;rias para os v&aacute;rios setores relacionados &agrave; educa&ccedil;&atilde;o: professor, aluno, institui&ccedil;&atilde;o (escola) (Reis et al., 2005). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Acredita-se que a capacidade de um indiv&iacute;duo para controlar situa&ccedil;&otilde;es potencialmente estressantes pode ter profundos efeitos sobre suas fun&ccedil;&otilde;es vitais. Assim, o estresse est&aacute; intimamente relacionado ao sentido de mudan&ccedil;a. Como desde o momento de nossa concep&ccedil;&atilde;o enfrentamos mudan&ccedil;as continuamente e a manuten&ccedil;&atilde;o da vida depende justamente da capacidade de nos adaptarmos a essas mudan&ccedil;as, podemos concluir que o estresse &eacute; inerente &agrave; vida (Delboni, 1997). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com o excessivo estresse, os indiv&iacute;duos podem apresentar sintomas e sinais evidenciadores do surgimento ou agravamento de quaisquer doen&ccedil;as. Por&eacute;m, os sinais de estresse ocupacional podem ser claros para um observador experiente, ou podem ser detectados por meio de pesquisas organizacionais ou de sinais cl&iacute;nicos constatados por um bom m&eacute;dico do trabalho. Com base nisso, programas podem ser desenvolvidos no sentido de reduzir os estressores desnecess&aacute;rios e prejudiciais aos funcion&aacute;rios e &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o. Esses programas 'antiestresse' n&atilde;o se restringem apenas a sistemas organizacionais, estilos gerenciais, t&eacute;cnicas de comunica&ccedil;&atilde;o etc. O mais indicado para evitar o estresse seria a pr&aacute;tica de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos regularmente, t&eacute;cnicas de relaxamento, medita&ccedil;&atilde;o etc. Al&eacute;m disso, cursos como gerenciamento de tempo, an&aacute;lise de problemas e tomada de decis&otilde;es e outros, bastante comuns na &aacute;rea de recursos humanos, podem fornecer subs&iacute;dios &agrave; redu&ccedil;&atilde;o do estresse e &agrave; melhoria da qualidade de vida dos indiv&iacute;duos (Lipp, 2001). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dentre as numerosas consequ&ecirc;ncias provindas do estresse e da ansiedade segundo Kaplan et al. (1997), podem-se destacar: dist&uacute;rbios cardiovasculares como a taquicardia e a hipertens&atilde;o, dist&uacute;rbios psicol&oacute;gicos como fobias, dist&uacute;rbios alimentares (anorexia, bulimia ou obesidade), ades&atilde;o a v&iacute;cios como o alcoolismo e o tabagismo, isolamento, irritabilidade, agressividade e aliena&ccedil;&atilde;o. </font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><b><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O professor e o exerc&iacute;cio da atividade educadora </font></b></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O exerc&iacute;cio do magist&eacute;rio &eacute; uma fun&ccedil;&atilde;o antiga, e os problemas decorrentes acompanham o processo desde os prim&oacute;rdios. Alguns estudos brasileiros demonstram uma rela&ccedil;&atilde;o importante entre a sa&uacute;de dos professores e suas condi&ccedil;&otilde;es de vida e de trabalho (Vedovato e Monteiro, 2008). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No setor da educa&ccedil;&atilde;o, o processo de reestrutura&ccedil;&atilde;o produtiva apresenta novas demandas que impulsionam transforma&ccedil;&otilde;es na organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho docente. A inser&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos no mercado de trabalho exige n&iacute;veis de escolariza&ccedil;&atilde;o cada vez mais elevados. Para atender &agrave;s novas demandas de organiza&ccedil;&atilde;o dos sistemas de produ&ccedil;&atilde;o, espera-se da escola e, principalmente, do docente a forma&ccedil;&atilde;o de um profissional flex&iacute;vel e polivalente. No Brasil, as transforma&ccedil;&otilde;es na organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho docente como novas exig&ecirc;ncias e as compet&ecirc;ncias requeridas modificam a atividade de ensinar e, por n&atilde;o proverem os meios compat&iacute;veis, criam uma sobrecarga de trabalho (Gasparini, Barreto e Assun&ccedil;&atilde;o, 2006). </font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O campo de a&ccedil;&atilde;o educacional do professor &eacute; a escola, &agrave; qual cabe a tarefa de assegurar aos alunos um s&oacute;lido dom&iacute;nio de conhecimentos e habilidades, fazendo com que eles tenham vis&atilde;o cr&iacute;tica sobre a sociedade na qual est&atilde;o inseridos. Desse modo, h&aacute; a forma&ccedil;&atilde;o de indiv&iacute;duos cr&iacute;ticos capazes de participar na luta pela transforma&ccedil;&atilde;o social. Ent&atilde;o, o professor exerce um importante papel na constru&ccedil;&atilde;o da sociedade (Lib&acirc;neo, 1994). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por&eacute;m, segundo Vasconcellos (1997), a atividade docente &eacute; identificada pela Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT) como uma profiss&atilde;o de alto risco, considerada a segunda categoria profissional, em n&iacute;vel mundial, a portar doen&ccedil;as de car&aacute;ter ocupacional como o estresse. O estresse pode afetar a sa&uacute;de, a qualidade de vida e a sensa&ccedil;&atilde;o de bem-estar como um todo (Lipp, 2001). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A OIT definiu as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho para os professores ao reconhecer o lugar central que estes ocupam na sociedade, uma vez que s&atilde;o os respons&aacute;veis pelo preparo do cidad&atilde;o para a vida (OIT, 1991). Tais condi&ccedil;&otilde;es buscam basicamente atingir a meta de um ensino eficaz. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A a&ccedil;&atilde;o educacional &eacute; um processo que exige o preparo do docente. Sabe-se que os professores est&atilde;o sobrecarregados de trabalho e acabam, muitas vezes, apresentando patologias f&iacute;sicas ou psicol&oacute;gicas em decorr&ecirc;ncia disso. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O cansa&ccedil;o, a falta de motiva&ccedil;&atilde;o, a aus&ecirc;ncia de incentivo e os baixos sal&aacute;rios s&atilde;o fatores que promovem o descontentamento e o adoecimento desses profissionais. As investiga&ccedil;&otilde;es de Codo (1999) sobre a sa&uacute;de mental dos professores dos ensinos fundamental e m&eacute;dio em todo o pa&iacute;s, abrangendo 1.440 escolas e 30 mil professores, revelaram que 26% da amostra estudada apresentavam exaust&atilde;o emocional. Essa propor&ccedil;&atilde;o alcan&ccedil;ou 39% no Rio Grande do Sul. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Entre as queixas de sa&uacute;de mais frequentes, est&atilde;o dores nas costas e nas pernas, e no &acirc;mbito psicoemocional, cansa&ccedil;o mental e nervosismo. A presen&ccedil;a de calos nas cordas vocais foi referida por 12% dos professores. A preval&ecirc;ncia de dist&uacute;rbios ps&iacute;quicos menores foi de 20%, associada a trabalho repetitivo, insatisfa&ccedil;&atilde;o no desempenho das atividades, ambiente intranquilo e estressante, desgaste na rela&ccedil;&atilde;o professoraluno, falta de autonomia no planejamento das atividades, ritmo acelerado de trabalho e press&atilde;o da dire&ccedil;&atilde;o (Delcor et al., 2004). Os professores nas escolas inventam, a todo instante, estrat&eacute;gias e sa&iacute;das para driblar suas dificuldades cotidianas de trabalho (Silva e Rosso, 2008). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na atualidade, o papel do professor extrapolou a media&ccedil;&atilde;o do processo de conhecimento do aluno, o que era comumente esperado. Ampliou-se a miss&atilde;o do profissional para al&eacute;m da sala de aula, a fim de garantir uma articula&ccedil;&atilde;o entre a escola e a comunidade. O professor, al&eacute;m de ensinar, deve participar da gest&atilde;o e do planejamento escolares, o que significa uma dedica&ccedil;&atilde;o mais ampla, a qual se estende &agrave;s fam&iacute;lias e &agrave; comunidade. As condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, ou seja, as circunst&acirc;ncias sob as quais os docentes mobilizam as suas capacidades f&iacute;sicas, cognitivas e afetivas para atingir os objetivos da produ&ccedil;&atilde;o escolar, podem gerar sobreesfor&ccedil;o ou hipersolicita&ccedil;&atilde;o de suas fun&ccedil;&otilde;es psicofisiol&oacute;gicas (Gasparini, Barreto e Assun&ccedil;&atilde;o, 2005). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ainda a respeito da qualidade de vida dos professores e da educa&ccedil;&atilde;o, Lib&acirc;neo afirma: </font></P>     <blockquote>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A responsabilidade social da escola e dos professores &eacute; muito grande, pois lhes cabe escolher qual concep&ccedil;&atilde;o de vida e de sociedade deve ser trazida &agrave; considera&ccedil;&atilde;o dos alunos e quais conte&uacute;dos e m&eacute;todos lhes propiciam o dom&iacute;nio dos conhecimentos e a capacidade de racioc&iacute;nio necess&aacute;rios &agrave; compreens&atilde;o da realidade social e &agrave; atividade pr&aacute;tica na profiss&atilde;o, na pol&iacute;tica e nos movimentos sociais. A qualidade da educa&ccedil;&atilde;o est&aacute; diretamente relacionada aos professores. Cabe aos governos a promo&ccedil;&atilde;o de formas para manter os professores com bom n&iacute;vel de sa&uacute;de. Atrav&eacute;s de a&ccedil;&otilde;es que promovam uma melhor qualidade de vida no trabalho se conseguir&aacute;, ao mesmo tempo, promover a sa&uacute;de dos professores e melhorar o desempenho da educa&ccedil;&atilde;o, o que levar&aacute; &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de educandos melhor preparados para atua&ccedil;&atilde;o na sociedade (Lib&acirc;neo, 1994, p. 22). </font></p> </blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Seguindo a ideia, Freire contribui para o conceito de aprendizagem ao se posicionar sobre o processo de ensinar e aprender: </font></P>     <blockquote>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ensinar n&atilde;o &eacute; transferir conte&uacute;do a ningu&eacute;m, assim como aprender n&atilde;o &eacute; memorizar o perfil do conte&uacute;do transferido no discurso vertical do professor. Ensinar e aprender t&ecirc;m que ver com o esfor&ccedil;o metodicamente cr&iacute;tico do professor de desvelar a compreens&atilde;o de algo e com o empenho igualmente cr&iacute;tico do aluno de ir entrando como sujeito em aprendizagem, no processo de desvelamento que o professor ou professora deve deflagrar. Isso n&atilde;o tem nada a ver com a transfer&ecirc;ncia de conte&uacute;do e fala da dificuldade, mas, ao mesmo tempo, da boniteza e da doc&ecirc;ncia e da dec&ecirc;ncia (Freire, 1996, p. 43). </font></p> </blockquote>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para ser professor &eacute; necess&aacute;rio ensinar, &eacute; inserir-se na hist&oacute;ria, n&atilde;o &eacute; s&oacute; estar na sala de aula, mas num imagin&aacute;rio pol&iacute;tico mais amplo (Gadotti, 1995), ou seja, assumindo um compromisso com o outro, para que este possa ser sujeito da sua hist&oacute;ria e de seu processo de aprendizagem. &Eacute; imposs&iacute;vel pensar em educa&ccedil;&atilde;o sem afirmar que "a leitura do mundo precede a leitura da palavra" (Freire, 1996, p. 42). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Assim, torna-se a escola essencial para auxiliar o aluno na formula&ccedil;&atilde;o de novos conhecimentos, sendo o lugar onde a interven&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica desencadear&aacute; o processo de ensino-aprendizagem estimulado pelo docente (Vigotsky, 2001). Em especial, o professor de biologia/ci&ecirc;ncias tem o importante papel de ser o mediador entre o aluno e o conhecimento sobre as caracter&iacute;sticas vitais e as rela&ccedil;&otilde;es entre eles e o ambiente. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo os Par&acirc;metros Curriculares Nacionais (PCN) do ensino m&eacute;dio (Brasil, 1999), &eacute; papel da escola e do professor fazer com que o aluno tome gosto pelo conhecimento e aprenda a aprender. Por&eacute;m, muitas vezes, professores doentes n&atilde;o conseguem cumprir de maneira adequada o seu papel no contexto educacional. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educa&ccedil;&atilde;o Nacional (LDB 9.394/96), artigo 35, inciso III, o professor deve auxiliar no aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a forma&ccedil;&atilde;o &eacute;tica e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento cr&iacute;tico (Brasil, 1996a). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sabe-se que o trabalho dos professores &eacute; cansativo e exige deles, al&eacute;m das horas cumpridas nas escolas, que terminem suas tarefas em casa, como corre&ccedil;&atilde;o de provas e planejamento de aulas. O estado f&iacute;sico ou emocional adoecidos s&atilde;o fatores que levam os professores a se desestimularem e a n&atilde;o proporcionarem aos alunos o aprendizado necess&aacute;rio. </font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Metodologia</b> </font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Realizou-se um estudo epidemiol&oacute;gico de corte transversal (Thomas, Nelson e Silverman, 2007) com professores de uma escola p&uacute;blica localizada em uma cidade da regi&atilde;o central do estado do Rio Grande do Sul. Foram inclu&iacute;dos todos os professores regentes nas disciplinas de ci&ecirc;ncias, f&iacute;sica, qu&iacute;mica, matem&aacute;tica e biologia em efetivo exerc&iacute;cio profissional, independentemente do tipo de v&iacute;nculo empregat&iacute;cio, totalizando o n&uacute;mero de sete profissionais. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com a Resolu&ccedil;&atilde;o n. 196, de 10 de outubro de 1996, do Conselho Nacional de Sa&uacute;de (Brasil, 1996b), este estudo respeitou os princ&iacute;pios &eacute;ticos para pesquisas envolvendo seres humanos, o qual foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa com Seres Humanos (CEP) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na coleta de dados, foi utilizado um formul&aacute;rio autoaplicado com cinco blocos de quest&otilde;es. No primeiro bloco, foram solicitadas informa&ccedil;&otilde;es acerca das caracter&iacute;sticas demogr&aacute;ficas, econ&ocirc;micas, ocupacionais e atividades dom&eacute;sticas. O segundo bloco constou de dez quest&otilde;es relativas aos esfor&ccedil;os f&iacute;sicos no trabalho, sendo as respostas quantificadas em uma escala do tipo <I>Lickert</I>, de 0 a 3 (0 = raramente; 1 = pouco frequente; 2 = frequente; e 3 = muito frequente). Este protocolo foi adaptado baseandose no <I>Job Content Questionnaire </I>(JCQ) (Karasek et al., 1998). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na pesquisa, o terceiro bloco procurou investigar a sa&uacute;de f&iacute;sica do professor. Nesta etapa, foram classificadas trinta queixas de sa&uacute;de em uma escala do tipo <I>Lickert</I>, de 0 a 4 (0 = n&atilde;o sente; 1 = raramente; 2 = pouco frequente; 3 = frequente; e 4 = muito frequente). O quarto bloco abordou a sa&uacute;de mental dos docentes avaliada por meio de um instrumento de detec&ccedil;&atilde;o de dist&uacute;rbios ps&iacute;quicos menores, o <I>Self Reporting Questionnaire20 </I>(SRQ20), que &eacute; um question&aacute;rio de identifica&ccedil;&atilde;o de dist&uacute;rbios psiqui&aacute;tricos, desenvolvido por Harding et al. (1980) e validado no Brasil para aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria (Mari e Williams, 1986) e trabalhadores de inform&aacute;tica (Fernandes e Almeida Filho, 1998). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">V&aacute;rios estudos t&ecirc;m sido realizados com esse instrumento em diferentes popula&ccedil;&otilde;es (Nascimento Sobrinho et al., 2003). Nesta pesquisa, desenvolvida com professores, buscou-se classificar como suspeitos de apresentar dist&uacute;rbios ps&iacute;quicos menores (DPM) aqueles docentes que responderam positivamente a sete ou mais quest&otilde;es dentre as vinte propostas pelo teste, como em estudos anteriores sobre as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho dos professores (Reis et al., 2005; Delcor et al., 2004; Ara&uacute;jo, Gra&ccedil;a e Ara&uacute;jo, 2003). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O &uacute;ltimo bloco incluiu quest&otilde;es acerca dos diagn&oacute;sticos m&eacute;dicos mais referidos pelos professores desde o in&iacute;cio do trabalho como docente. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A coleta de dados foi realizada no per&iacute;odo de mar&ccedil;o a setembro de 2010. Com o intuito de garantir n&iacute;veis mais elevados de padroniza&ccedil;&atilde;o, os professores foram orientados com instru&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas para o preenchimento dos question&aacute;rios. Estes foram respondidos na escola e, ap&oacute;s o preenchimento, armazenados em envelopes fechados para garantir o anonimato. Os docentes receberam informa&ccedil;&otilde;es a respeito dos objetivos e riscos da pesquisa, com a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), conforme especifica a Resolu&ccedil;&atilde;o n. 196/96 do Conselho Nacional de Sa&uacute;de (Brasil, 1996b). </font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Resultados e discuss&atilde;o</b> </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Participaram do estudo todos os docentes das disciplinas de ci&ecirc;ncias, f&iacute;sica, qu&iacute;mica, matem&aacute;tica e biologia, totalizando o n&uacute;mero de sete profissionais. Os professores pesquisados apresentavam idade m&eacute;dia de 44 anos, compreendidos entre 30 e 59 anos, sendo seis do sexo feminino e um do sexo masculino, reafirmando o predom&iacute;nio feminino na profiss&atilde;o (Silva e Rosso, 2008; Delcor et al., 2004). Quando questionados sobre o n&uacute;mero de escolas em que lecionavam, 71% afirmaram que o faziam em duas escolas, lecionando de trinta a quarenta horas semanais (85%). Estes resultados v&atilde;o ao encontro da pesquisa realizada por Silva e Rosso (2008) no Paran&aacute;, em que os autores encontraram em mais de 60% dos entrevistados a jornada de trabalho entre vinte e quarenta horas semanais, sem contar com as horas de trabalho relacionadas &agrave; profiss&atilde;o que s&atilde;o realizadas fora do ambiente escolar. O mesmo estudo revela que muitos professores alegam a falta de tempo para se especializar, ou fazer mestrado ou doutorado em alguma &aacute;rea. </font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em outro estudo, no estado de S&atilde;o Paulo, foi descrita uma jornada m&eacute;dia de trabalho semanal em mais de uma escola de, aproximadamente, 35 horas (Vedovato e Monteiro, 2008). J&aacute; os docentes pesquisados em Vit&oacute;ria da Conquista, na Bahia (Reis et al., 2005), al&eacute;m de trabalharem em outra escola (59%) e em mais de duas escolas (9%), desenvolviam outras atividades remuneradas e n&atilde;o docentes (19%), o que demonstra a desvaloriza&ccedil;&atilde;o da carreira de professor e a consequente baixa remunera&ccedil;&atilde;o. Muitos professores se veem obrigados a complementar sua renda com trabalhos alternativos, tais como aulas particulares, cria&ccedil;&atilde;o de artesanato e venda de produtos, entre outros, para garantir seu sustento e de seus familiares. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As caracter&iacute;sticas mais estressantes do trabalho docente s&atilde;o: trabalho repetitivo, intensa concentra&ccedil;&atilde;o em uma mesma tarefa por um longo per&iacute;odo, volume excessivo de trabalho, ritmo acelerado, interrup&ccedil;&atilde;o das tarefas antes de serem conclu&iacute;das, tempo insuficiente para realiza&ccedil;&atilde;o das tarefas, falta de interesse dos colegas de trabalho, exposi&ccedil;&atilde;o a hostilidades, conflitos com os colegas de trabalho e inexist&ecirc;ncia de processo democr&aacute;tico, segundo o estudo realizado em Jequi&eacute;, Bahia (Fernandes et al., 2009). Observou-se que a dedica&ccedil;&atilde;o dos professores da &aacute;rea de ci&ecirc;ncias exige longos per&iacute;odos de concentra&ccedil;&atilde;o em uma mesma tarefa para 87% deles; 71% disseram realizar suas tarefas, frequentemente, em ritmo acelerado. Resultados igualmente altos foram encontrados por Delcor et al. (2004): 51% e 67%, respectivamente. Os docentes (80%), quando questionados em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; din&acirc;mica de suas aulas de ci&ecirc;ncias, afirmaram n&atilde;o realizar exerc&iacute;cios pr&aacute;ticos com os alunos. Existe uma desmotiva&ccedil;&atilde;o natural para a n&atilde;o realiza&ccedil;&atilde;o de aulas pr&aacute;ticas pelo fato de muitas escolas n&atilde;o terem laborat&oacute;rios pr&oacute;prios ou n&atilde;o incentivarem que estas ocorram. Outros fatores encontrados na literatura dizem respeito &agrave; falta de tempo para planejamentos das atividades ou necessidade de seguir uma determina&ccedil;&atilde;o da escola de n&atilde;o aplicar a pr&aacute;tica (Kanbach, Labur&uacute; e Silva, 2005). </font></P>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m da falta de estrutura f&iacute;sica ou de h&aacute;bito de realiza&ccedil;&atilde;o das atividades experimentais, pode-se perceber que a maioria dos professores n&atilde;o v&ecirc; nesse tipo de exerc&iacute;cio uma forma de ensino eficiente, mas algo que demanda mais trabalho e horas de envolvimento. </font></p>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As m&aacute;s condi&ccedil;&otilde;es de trabalho podem estar associadas ao n&uacute;mero elevado de afastamentos de professores das salas de aula (Gasparini, Barreto e Assun&ccedil;&atilde;o, 2005). Os problemas de sa&uacute;de j&aacute; afastaram at&eacute; trinta vezes 25% dos professores, e o mesmo percentual j&aacute; sofreu dois acidentes durante a jornada docente. Este &iacute;ndice foi mais de tr&ecirc;s vezes maior do que o encontrado em Vit&oacute;ria da Conquista, que foi de 7% (Delcor et al., 2004). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A participa&ccedil;&atilde;o regular e frequente em atividades f&iacute;sicas e esportivas, mesmo que estas sejam muito diversas, constitui um elemento-chave que permite obter efeitos ben&eacute;ficos para a condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e a sa&uacute;de (Corbin, Pangrazi e Welk, 1994). Segundo Pieron (2004), a pouca frequ&ecirc;ncia na participa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o cumpre as recomenda&ccedil;&otilde;es m&iacute;nimas para que haja efeitos ligados &agrave; sa&uacute;de. Para 28% dos professores, a pr&aacute;tica de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos acontece cinco vezes por semana, e para 40%, as atividades de lazer s&atilde;o realizadas quatro vezes ao m&ecirc;s. Vedovato e Monteiro (2008) verificaram em seu estudo que 93% dos professores paulistas realizavam atividades de lazer e que 56% praticavam atividade f&iacute;sica regularmente pelo menos tr&ecirc;s vezes na semana. Em outro estudo, a atividade f&iacute;sica fora do trabalho foi referida por 38%, e 53% dos professores disseram que dedicavam algum tempo semanal ao lazer durante a semana (Delcor et al., 2004). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foi identificado, em um estudo realizado com 250 professores do ensino fundamental do munic&iacute;pio baiano de Vit&oacute;ria da Conquista (Delcor et al., 2004), que v&aacute;rios aspectos contribuem para a diminui&ccedil;&atilde;o da vitalidade do professor. Entre eles, os mais fortemente percebidos foram: ritmo acelerado de trabalho (67%), ritmo fren&eacute;tico de trabalho (54%), posi&ccedil;&otilde;es da cabe&ccedil;a e bra&ccedil;os inadequadas e inc&ocirc;modas (53%) e longos per&iacute;odos de intensa concentra&ccedil;&atilde;o em uma mesma tarefa (51%), chamando a aten&ccedil;&atilde;o para o fato de que a sa&uacute;de f&iacute;sica prejudicada pode incidir na pr&aacute;tica da doc&ecirc;ncia, acarretando maior n&uacute;mero de faltas ao trabalho, assim como maior desinteresse na realiza&ccedil;&atilde;o e na inova&ccedil;&atilde;o da pr&aacute;tica educacional (Rocha e Fernandes, 2008). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outro bloco de quest&otilde;es do <I>Job Content Questionnaire </I>(JCQ) modificado, que os professores da &aacute;rea de ci&ecirc;ncias dessa escola responderam, diz respeito aos esfor&ccedil;os f&iacute;sicos no trabalho. Quando perguntados sobre as queixas de sa&uacute;de, 28% dos professores relataram que n&atilde;o as possuem; contudo, 71% disseram t&ecirc;-las com alguma frequ&ecirc;ncia. Na pesquisa realizada por Silva e Rosso (2008), 40% dos professores apresentaram cansa&ccedil;o devido &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas impostas pelo trabalho, enquanto no trabalho de Delcor et al. (2004) 59% acusaram cansa&ccedil;o mental. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os professores de algumas escolas estaduais de S&atilde;o Paulo foram pesquisados por Vedovato e Monteiro (2008), e 95% deles consideraram o seu trabalho cansativo e desgastante, al&eacute;m de atribu&iacute;rem ao trabalho mental um grau mais extenuante (46%) do que o f&iacute;sico (30%). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O esquecimento, na maioria dos professores (57%), &eacute; uma queixa que n&atilde;o ocorre, apesar de 42% admitirem que isso aconte&ccedil;a com alguma frequ&ecirc;ncia. Este dado aproximase dos encontrados por Silva e Rosso (2008), em que metade dos professores investigados nas escolas p&uacute;blicas paranaenses de Ponta Grossa relatou ter problemas de esquecimento. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Da mesma forma que o esquecimento, a ins&ocirc;nia n&atilde;o faz parte das queixas sobre sa&uacute;de da maioria dos professores (57%); mesmo assim, 42% relataram que esse epis&oacute;dio ocorria normalmente. J&aacute; a sonol&ecirc;ncia est&aacute; presente em 71% dos docentes. </font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao serem questionados a respeito do nervosismo, 28% responderam que n&atilde;o o sentem, mas 71% experimentam essa sensa&ccedil;&atilde;o. A maior parte dos professores (57%) que participaram da pesquisa disse que n&atilde;o costuma se sentir irritada, por&eacute;m 42% relataram se sentir dessa maneira. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Queixas relacionadas &agrave; m&aacute; digest&atilde;o est&atilde;o presentes em 33% dos professores. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; indisposi&ccedil;&atilde;o g&aacute;strica causada pela azia/queima&ccedil;&atilde;o, a grande maioria (85%) afirmou n&atilde;o sentir, enquanto apenas 14% informaram essa queixa de sa&uacute;de. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A pr&aacute;tica da doc&ecirc;ncia, a longo prazo, pode levar a v&aacute;rias patologias musculoesquel&eacute;ticas e psicol&oacute;gicas, muitas vezes relacionadas a quadros &aacute;lgicos intensos, podendo acarretar absente&iacute;smo. A doc&ecirc;ncia vem sofrendo constantes altera&ccedil;&otilde;es no decorrer de sua hist&oacute;ria, embora o professor n&atilde;o tenha tido condi&ccedil;&otilde;es de criar meios para se adaptar &agrave;s mudan&ccedil;as, o que levou ao surgimento de desequil&iacute;brios na estrutura corporal e dores (Fernandes et al., 2009). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo Fernandes et al. (2009), os determinantes e condicionantes do processo sa&uacute;de-doen&ccedil;a na classe docente s&atilde;o complexos. Um dos aspectos que fazem parte dessa din&acirc;mica diz respeito &agrave;s quest&otilde;es f&iacute;sicas, relacionadas ao sistema osteomuscular dos indiv&iacute;duos. Sobre esse questionamento, os escores apresentaram semelhan&ccedil;a para dor nos bra&ccedil;os/ombros, dor/formigamento nas pernas e incha&ccedil;o nas pernas, sendo que 42% dos professores informaram que n&atilde;o t&ecirc;m esses sintomas. Por&eacute;m, verificou-se que 57% dos docentes costumam apresentar esses sintomas. A dor nas costas manifesta-se em 71% dos profissionais (<a href="#tab01">Tabela 1</a>). </font></P>     <p><a name="tab01" id="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/tes/v10n1/a08tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No estudo realizado por Delcor et al. (2004), destacaram-se as queixas de sa&uacute;de relacionadas &agrave; postura, como dor nos bra&ccedil;os/ombros (52%), dor nas costas (51%) e dor nas pernas/formigamento (47%). Silva e Rosso (2008) encontraram um indicativo de 60% de dores nas costas e na coluna dos professores por eles pesquisados, o que pode ser um reflexo da m&aacute; postura desses docentes, em p&eacute; ou sentados. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As queixas relacionadas aos problemas de uso da voz apresentam escores diferentes para cada sintoma, conforme a <a href="#tab02">Tabela 2</a>. Segundo Silva e Rosso (2008), os professores alegam que os alunos falam muito alto, o que provoca maior intensidade no uso da voz dos docentes. Nesta pesquisa, a perda tempor&aacute;ria da voz foi o sintoma que menos esteve presente nesses professores (57%), se comparada com a dor de garganta e a rouquid&atilde;o (71%). Os &iacute;ndices encontrados por Delcor et al. (2004) s&atilde;o alarmantes: 46% relataram dor na garganta, 93% deles referiram uso intensivo da voz, 62% cansavam-se para falar e 57% faziam for&ccedil;a para serem ouvidos. Al&eacute;m disso, o estudo mostrou que 59% dos professores da rede particular de ensino de Vit&oacute;ria da Conquista referiram rouquid&atilde;o nos &uacute;ltimos seis meses. </font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab02" id="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/tes/v10n1/a08tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para os professores da &aacute;rea de ci&ecirc;ncias dessa escola, as quest&otilde;es ligadas aos sintomas al&eacute;rgicos demonstraram que o entupimento nasal, a rinite e a irrita&ccedil;&atilde;o nos olhos acompanham 57% desses docentes com alguma frequ&ecirc;ncia. Tosse e coriza tamb&eacute;m est&atilde;o presentes entre os sintomas que se manifestam em 43% dos professores entrevistados, conforme a <a href="#tab03">Tabela 3</a>. No trabalho desenvolvido por Silva e Rosso (2008), 40% dos professores que participaram da pesquisa relataram ter problemas respirat&oacute;rios. </font></P>     <p><a name="tab03" id="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/tes/v10n1/a08tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="#tab04">Tabela 4</a> apresenta outras queixas de sa&uacute;de que foram relatadas pelos professores. Entre os problemas mencionados, aparecem em maior percentual a queda de cabelo, a redu&ccedil;&atilde;o da vis&atilde;o e as tonturas (57%) e os problemas digestivos (43%). </font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab04" id="tab04"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/tes/v10n1/a08tab04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com Silva e Rosso (2008), 60% dos professores das escolas p&uacute;blicas de Ponta Grossa (PR) disseram sentir falta de ar durante as aulas e tamb&eacute;m durante o trajeto at&eacute; a sala de aula, subindo e descendo escadas. Segundo esses autores, o grupo ocupacional estudado por eles apresentou altas queixas sobre seu trabalho docente, sobre os problemas relacionados com a sa&uacute;de f&iacute;sica e ps&iacute;quica e tamb&eacute;m problemas relacionados &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o do seu trabalho. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os diagn&oacute;sticos m&eacute;dicos mais referidos por esses professores, com incid&ecirc;ncia de 27%, foram calos nas cordas vocais, les&otilde;es por esfor&ccedil;os repetitivos, sinusite cr&ocirc;nica, hipertens&atilde;o arterial e lombalgia (<a href="#tab05">Tabela 5</a>). Para Vedovato e Monteiro (2008), as doen&ccedil;as com diagn&oacute;sticos m&eacute;dicos mais citadas foram: musculoesquel&eacute;ticas e respirat&oacute;rias (27%), acidentes e doen&ccedil;as digestivas (22%), transtornos mentais (21%), cardiovasculares (19%), neurol&oacute;gicas (19%), end&oacute;crinas (17%), de pele (16%) e geniturin&aacute;rias (11%). </font></P>     <p><a name="tab05" id="tab05"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/tes/v10n1/a08tab05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">J&aacute; na pesquisa realizada por Delcor et al. (2004), os diagn&oacute;sticos m&eacute;dicos referidos mais frequentes s&atilde;o: varizes em membros inferiores (36%), gastrite ou esofagite (24%), infec&ccedil;&otilde;es do trato urin&aacute;rio (18%), sinusite cr&ocirc;nica (18%), les&atilde;o por esfor&ccedil;o repetitivo (LER) (18%) e calos nas cordas vocais (13%). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com as Na&ccedil;&otilde;es Unidas, o mundo ser&aacute; mais velho, mais populoso e mais pobre aproximadamente no ano de 2050. Como as condi&ccedil;&otilde;es ao seu redor criam tens&atilde;o (estresse) e ansiedade, mais pessoas ser&atilde;o suscet&iacute;veis a transtornos mentais (Trigo, Teng e Hallak, 2007). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de mental dos professores pesquisados neste estudo demonstrou que os sintomas mais frequentes foram sentir-se nervoso, tenso ou preocupado (83%). Metade dos docentes referiu encontrar dificuldades para realizar com satisfa&ccedil;&atilde;o suas atividades di&aacute;rias. O sentimento de tristeza tamb&eacute;m foi relatado por 50% dos professores. Quest&otilde;es como assustar-se com facilidade e dificuldade de pensar com clareza estiveram presentes em 1/3 dos pesquisados. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Porto et al. (2006) realizaram um estudo transversal com professores da educa&ccedil;&atilde;o infantil e do ensino fundamental de Vit&oacute;ria da Conquista, da rede p&uacute;blica municipal e de escolas particulares. A preval&ecirc;ncia global de dist&uacute;rbios ps&iacute;quicos foi de 44% nos 1.016 professores com informa&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel entre os 1.024 investigados. As press&otilde;es na sa&uacute;de mental mundial est&atilde;o se intensificando. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Trigo, Teng e Hallak (2007), em estudo sobre a sa&uacute;de mental dos professores dos ensinos fundamental e m&eacute;dio em todo o pa&iacute;s, abrangendo 1.440 escolas e 30 mil professores, revelaram que 26% da amostra estudada apresentavam exaust&atilde;o emocional. Essa propor&ccedil;&atilde;o variou de 17% (Minas Gerais e Cear&aacute;) a 39% (Rio Grande do Sul). </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No estudo de Delcor et al. (2004), os resultados apontam uma preval&ecirc;ncia de dist&uacute;rbios ps&iacute;quicos menores em 41%, variando de 17% a 66%, a depender da escola onde o profissional se inseria, estando fortemente associada ao trabalho repetitivo, ao volume excessivo e ao ritmo acelerado de trabalho, &agrave; intensa concentra&ccedil;&atilde;o em uma mesma tarefa e ao tempo insuficiente para a realiza&ccedil;&atilde;o de outras. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A investiga&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de e trabalho de professores da rede particular de ensino do estado da Bahia destaca grande propor&ccedil;&atilde;o de adoecimento numa popula&ccedil;&atilde;o relativamente jovem, com queixas importantes relacionadas ao funcionamento ps&iacute;quico, como cansa&ccedil;o mental e nervosismo. O referido grupo apresentou maior preval&ecirc;ncia de problemas gerais de sa&uacute;de, em compara&ccedil;&atilde;o com o grupo de professores sem dist&uacute;rbios ps&iacute;quicos menores. No estudo, foram associados aos dist&uacute;rbios ps&iacute;quicos menores os fatores que dizem respeito &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho, tais como trabalho repetitivo, insatisfa&ccedil;&atilde;o no desempenho das atividades, ambiente intranquilo e estressante, desgaste da rela&ccedil;&atilde;o professoraluno, falta de autonomia no planejamento das atividades e ritmo acelerado de trabalho e press&atilde;o da dire&ccedil;&atilde;o (Gasparini, Barreto e Assun&ccedil;&atilde;o, 2006). </font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Considera&ccedil;&otilde;es finais</b> </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com base nos resultados encontrados, podemos concluir que a maioria dos sete professores da amostra estudada apresenta alguma queixa de sa&uacute;de. As queixas f&iacute;sicas de maior express&atilde;o foram as dores nas costas, pernas e bra&ccedil;os/ombros. J&aacute; o desgaste emocional foi representado pelo nervosismo, tristeza e dificuldade para realiza&ccedil;&atilde;o das atividades di&aacute;rias. Os desgastes f&iacute;sicos e emocionais identificados na pesquisa podem sugerir um d&eacute;ficit na qualidade de vida desses docentes, assim como uma desqualifica&ccedil;&atilde;o intelectual, em &acirc;mbito tanto individual quanto coletivo. </font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Essas evid&ecirc;ncias, por sua vez, poder&atilde;o gerar e sustentar medidas para a reorganiza&ccedil;&atilde;o da sistem&aacute;tica de trabalho e influenciar diretamente na qualidade de vida dos professores e na atividade de educar. Atualmente, o professor se depara, na escola, com a necessidade de desempenhar v&aacute;rios pap&eacute;is, muitas vezes contradit&oacute;rios, que lhe exigem manter o equil&iacute;brio em v&aacute;rias situa&ccedil;&otilde;es. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outros estudos devem ser somados a este para podermos avaliar a qualidade de vida dos educadores, j&aacute; que diversos problemas relacionados &agrave; atividade docente, &agrave; sa&uacute;de e &agrave; seguran&ccedil;a no trabalho devem ser considerados. As reflex&otilde;es e as a&ccedil;&otilde;es geradas devem visar &agrave; busca de alternativas para poss&iacute;veis modifica&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o s&oacute; na esfera de seu trabalho e de suas rela&ccedil;&otilde;es interpessoais, mas tamb&eacute;m na ampla gama de fatores que determinam aspectos constituintes da qualidade de vida, para que os professores exer&ccedil;am sua atividade profissional com satisfa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diante disso, &eacute; urgente que a sociedade, como um todo, reflita sobre esse problema e comece a enxergar os professores como pessoas que precisam de tempo para cuidar da sua sa&uacute;de, ou seja: os professores devem buscar ter suas horas de lazer e descanso para que possam, saudavelmente, exercer sua grande miss&atilde;o. </font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Colaboradores</b> </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este manuscrito, cujo conte&uacute;do foi proposto e organizado por Liliani Mathias Brum, &eacute; fruto de an&aacute;lise, elabora&ccedil;&atilde;o e reda&ccedil;&atilde;o comum realizada por todos os autores. Os dados apresentados s&atilde;o parte da tese de doutorado em Educa&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncia <I>Qu&iacute;mica da vida e sa&uacute;de</I>, Universidade Federal de Santa Maria, a qual foi aprovada pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa com Seres Humanos. Os autores afirmam n&atilde;o haver conflito de interesses. </font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Notas</b> </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a id="nt1"></a><a href="#tx1"><sup>1</sup></a> Coordenadora do Servi&ccedil;o de Per&iacute;cia M&eacute;dica da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil. Mestre em Nanoci&ecirc;ncias pelo Centro Universit&aacute;rio Franciscano (Unifra/RS). <a href="mailto:lilianibrum@gmail.com">lilianibrum@gmail.com</a> Correspond&ecirc;ncia: Rua Bar&atilde;o do Triunfo, 2.031, apto. 403, CEP 97015070, Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil. </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a id="nt2"></a><a href="#tx2"><sup>2</sup></a> Pesquisadora do N&uacute;cleo de Estudos em Exerc&iacute;cio F&iacute;sico e Sa&uacute;de da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil. Mestre em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). <a href="mailto:cati.razambuja@hotmail.com">cati.razambuja@hotmail.com</a></font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a id="nt3"></a><a href="#tx3"><sup>3</sup></a> Biom&eacute;dico. Graduado em Biomedicina pelo Centro Universit&aacute;rio Franciscano (Unifra), Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil.<a href="mailto:joaofprezer@hotmail.com">joaofprezer@hotmail.com</a></font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a id="nt4"></a><a href="#tx4"><sup>4</sup></a> Professora de Biologia na Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica na Secretaria Estadual de Educa&ccedil;&atilde;o do Rio Grande do Sul, Brasil. Mestre em Educa&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). <a href="mailto:daianatemp@yahoo.com.br">daianatemp@yahoo.com.br</a></font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a id="nt5"></a><a href="#tx5"><sup>5</sup></a> Professora do Departamento de Morfologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil. Mestre em Educa&ccedil;&atilde;o pelo Centro Universit&aacute;rio Franciscano (Unifra). <a href="mailto:criskoh@terra.com.br">criskoh@terra.com.br</a></font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a id="nt6"></a><a href="#tx6"><sup>6</sup></a> Professor associado do Departamento de Ci&ecirc;ncias Administrativas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil. Doutor em Engenharia de Produ&ccedil;&atilde;o pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). <a href="mailto:lflopes67@yahoo.com.br">lflopes67@yahoo.com.br</a></font></P>     <P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a id="nt7"></a><a href="#tx7"><sup>7</sup></a> Professora associada do Departamento de Qu&iacute;mica do Centro de Ci&ecirc;ncias Naturais e Exatas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil. Doutora em Bioqu&iacute;mica pela Universidade Federal do Paran&aacute; (UFPR). <a href="mailto:mariachitolina@gmail.com">mariachitolina@gmail.com</a></font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Refer&ecirc;ncias</b> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">AGUIAR, Maria A. F. <I>Psicologia aplicada &agrave; administra&ccedil;&atilde;o</I>. S&atilde;o Paulo: Excellus e Consultoria, 1992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1981-7746201200010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">ARA&Uacute;JO, T&acirc;nia M.; GRA&Ccedil;A, Cl&aacute;udia C.; ARA&Uacute;JO, Edna. Estresse ocupacional e sa&uacute;de: contribui&ccedil;&otilde;es do modelo demandacontrole. <I>Ci&ecirc;ncia & Sa&uacute;de Coletiva</I>, Rio de Janeiro, v. 8, n. 4, p. 9911003, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1981-7746201200010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">BERGAMINI, Cec&iacute;liaW.; CODA, Roberto (Orgs.). <I>Psicodin&acirc;mica da vida organizacional</I>: motiva&ccedil;&atilde;o e lideran&ccedil;a. 2. ed. S&atilde;o Paulo: Atlas, 1997.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1981-7746201200010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">BRASIL. Lei n. 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educa&ccedil;&atilde;o Nacional. <I>Di&aacute;rio Oficial da Rep&uacute;blica Federativa do Brasil</I>, Poder Executivo, Bras&iacute;lia, DF, n. 248, 23 dez. 1996a.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1981-7746201200010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">______. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Conselho Nacional de Sa&uacute;de. Resolu&ccedil;&atilde;o n. 196, de 10 de outubro de 1996b. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.datasus.gov.br/conselho/resol96/ RES19696.htm" target="_blank">www.datasus.gov.br/conselho/resol96/ RES19696.htm</a>&gt;. Acesso em: 1 jun. 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S1981-7746201200010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">______. Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o. <I>Par&acirc;metros Curriculares Nacionais</I>: Ensino M&eacute;dio. Bras&iacute;lia: Secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dia e Tecnol&oacute;gica, 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S1981-7746201200010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">CAPEL, Susan. The incidence of and influences on stress and burnout in secondary school teachers. <I>British Journal of Educational Psychology</I>, Edinburg, v. 57, p. 279288, 1987.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S1981-7746201200010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">CARELLI, Gabriela. O poder grisalho: ricos como nunca, idosos americanos trocam o pijama pelos prazeres da vida. Sess&atilde;o Sociedade. <I>Veja</I>, S&atilde;o Paulo, ed. 1700, ano 34, n. 19, p. 9192, 16 maio 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S1981-7746201200010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">CODO, Wanderley (Coord.). <I>Educa&ccedil;&atilde;o</I>: carinho e trabalho. Petr&oacute;polis: Vozes, 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S1981-7746201200010000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">CORBIN, Charles B.; PANGRAZI, Robert P.; WELK, Greg J. Toward an understanding of appropriate physical activity levels for youth. President's Council on Physical Fitness and Sports Research Digest Phys. <I>Fitness Res. Digest</I>, Rockville,v. 1, n. 8, p. 18, 1994.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S1981-7746201200010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">DELBONI, Thais H. <I>Vencendo o stress</I>. S&atilde;o Paulo: Makron Books, 1997.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S1981-7746201200010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">DELCOR, Nuria S. et al. Condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e sa&uacute;de dos professores da rede particular de ensino de Vit&oacute;ria da Conquista, Bahia, Brasil. <I>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica</I>, Rio de Janeiro, v. 20, n. 1, p. 187196, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S1981-7746201200010000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">FERNANDES, Eda. <I>Qualidade de vida no trabalho</I>: como medir para melhorar. Salvador: Casa da Qualidade, 1996.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S1981-7746201200010000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">FERNANDES, Marcos H. et al. Estilo de vida de professores universit&aacute;rios: uma estrat&eacute;gia para a promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de do trabalhador. <I>Revista Brasileira em Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de</I>, Fortaleza, v. 22, n. 2, p. 9499, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S1981-7746201200010000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">FERNANDES, S&ocirc;nia R. P.; ALMEIDA FILHO, Naomar. Valida&ccedil;&atilde;o do SRQ20 em amostra de trabalhadores em inform&aacute;tica. <I>Revista Brasileira de Sa&uacute;de Ocupacional</I>, S&atilde;o Paulo, v. 89, n. 24 ?, p. 105112, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S1981-7746201200010000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">FLECK, Marcelo P. A. et al. Desenvolvimento da vers&atilde;o em portugu&ecirc;s do instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida da OMS (WHOQOL-100). <I>Revista Brasileira de Psiquiatria</I>, S&atilde;o Paulo, v. 21, n. 1, p. 1928, 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S1981-7746201200010000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">FREIRE, Paulo. <I>Pedagogia da autonomia</I>: saberes necess&aacute;rios &agrave; pr&aacute;tica educativa. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000182&pid=S1981-7746201200010000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">GADOTTI, Moacir. <I>Hist&oacute;ria das id&eacute;ias pedag&oacute;gicas</I>. S&atilde;o Paulo: &Aacute;tica, 1995.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000184&pid=S1981-7746201200010000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">GASPARINI, Sandra M.; BARRETO, Sandhi M.; ASSUN&Ccedil;&Atilde;O, Ada A. O professor, as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e os efeitos sobre sua sa&uacute;de. <I>Educa&ccedil;&atilde;o e Pesquisa</I>, S&atilde;o Paulo, v. 31, n. 2, p. 189199, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S1981-7746201200010000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">______. Preval&ecirc;ncia de transtornos mentais comuns em professores da rede municipal de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. <I>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica</I>, Rio de Janeiro, v. 22, n. 12, p. 26792691, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S1981-7746201200010000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">GIL, Ant&ocirc;nio C. <I>Gest&atilde;o de pessoas</I>: enfoque nos pap&eacute;is profissionais. S&atilde;o Paulo: Atlas, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S1981-7746201200010000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">GUISELINE, Mauro A. <I>Qualidade de vida um programa pr&aacute;tico para um corpo saud&aacute;vel</I>. 2. ed. S&atilde;o Paulo: Gente, 1996.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S1981-7746201200010000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">HARDING, Timothy W. et al. Mental disorders in primary health care: a study of their frequency and diagnosis in four developing countries. <I>Psychological Medicine</I>, Cambrigde, v. 10, n. 2, p. 231241, 1980.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S1981-7746201200010000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">HERZBERG, Frederick. Mais uma vez: como motivar seus funcion&aacute;rios? In: VROON, Victor H. (Org.). <I>Gest&atilde;o de pessoas, n&atilde;o de pessoal</I>: os melhores m&eacute;todos de motiva&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o de desempenho. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 5582. (Tradu&ccedil;&atilde;o de <I>Manage people, not personnel</I>, Harvard Business Review Book).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000196&pid=S1981-7746201200010000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">KANBACH, Bruno G.; LABUR&Uacute;, Carlos E.; SILVA, Osmar H. M. Raz&otilde;es para a n&atilde;o utiliza&ccedil;&atilde;o de atividades pr&aacute;ticas por professores de f&iacute;sica no ensino m&eacute;dio. In: SIMP&Oacute;SIO NACIONAL DE ENSINO DE F&Iacute;SICA, 16. <I>Anais</I>... Rio de Janeiro: SNEF, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000198&pid=S1981-7746201200010000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">KAPLAN, Harold I. et al. <I>Comp&ecirc;ndio de psiquiatria</I>: ci&ecirc;ncias do comportamento e psiquiatria cl&iacute;nica. 7. ed. Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas, 1997.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000200&pid=S1981-7746201200010000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">KARASEK, Robert et al. The Job Content Questionnaire (JCQ): an instrument for internationally comparative assessments of psychosocial job characteristics. <I>Journal of Occupacional Health Phsighology</I>, Washington, v. 3, n. 4, p. 322355, 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000202&pid=S1981-7746201200010000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">LIB&Acirc;NEO, Jos&eacute; C. <I>Did&aacute;tica</I>. S&atilde;o Paulo: Cortez, 1994.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000204&pid=S1981-7746201200010000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">LIPP, Marilda E. N. (Org.). <I>Pesquisas sobre </I>stress <I>no Brasil</I>: sa&uacute;de, ocupa&ccedil;&otilde;es e grupos de risco. Campinas: Papirus, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000206&pid=S1981-7746201200010000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">MARI, Jair J.; WILLIAMS, Paul. A validity study of a Psychiatric Screening Questionnaire (SRQ20) in primary care in the city of S&atilde;o Paulo. <I>Brazilizan Journal of Psychiatry</I>, S&atilde;o Paulo, v. 148, p. 2326, 1986.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000208&pid=S1981-7746201200010000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">MASLACH, Christina E.; JACKSON, Susan E. The measurement of experienced burnout. <I>Journal of Occupational Behavior</I>, Nova York, v. 2, p. 99113, 1981.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000210&pid=S1981-7746201200010000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">NASCIMENTO SOBRINHO, Carlito L. et al. Condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e sa&uacute;de mental dos m&eacute;dicos de Salvador, Bahia, Brasil. <I>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica</I>, Rio de Janeiro, v. 22, n. 1, p. 131140, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000212&pid=S1981-7746201200010000800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">NAHAS, Markus V. <I>Atividade f&iacute;sica, sa&uacute;de e qualidade de vida</I>: conceitos e sugest&otilde;es para um estilo de vida ativo. 2. ed. Londrina: Midiograf, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000214&pid=S1981-7746201200010000800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">ORGANIZA&Ccedil;&Atilde;O INTERNACIONAL DO TRABALHO (OIT). <I>Personal docente</I>: los retos del decenio de 1990. Ginebra: Oficina Internacional del Trabajo, 1991.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000216&pid=S1981-7746201200010000800034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">PARAGUAY, Ana I. B. B. Estresse, conte&uacute;do e organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho: contribui&ccedil;&atilde;o da ergonomia para melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. <I>Revista Brasileira de Sa&uacute;de Ocupacional</I>, Bras&iacute;lia, v. 18, n. 70, p. 4043, 1990.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000218&pid=S1981-7746201200010000800035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">PIERON, Maurice. Estilo de vida, pr&aacute;ticas de atividades f&iacute;sicas e esportivas, qualidade de vida. <I>Fitness & Performance Journal</I>, Rio de Janeiro, v. 3, n. 1, p. 1018, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000220&pid=S1981-7746201200010000800036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">PORTO, Lauro A. et al. Associa&ccedil;&atilde;o entre dist&uacute;rbios ps&iacute;quicos e aspectos psicossociais do trabalho de professores. <I>Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica</I>, S&atilde;o Paulo, v. 40, n. 5, p. 818826, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000222&pid=S1981-7746201200010000800037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">REIS, Eduardo J. F. B. et al. Trabalho e dist&uacute;rbios ps&iacute;quicos em professores da rede municipal de Vit&oacute;ria da Conquista, Bahia, Brasil. <I>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica</I>, Rio de Janeiro, v. 21, n. 5, p. 14801490, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000224&pid=S1981-7746201200010000800038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">______. 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Acesso em: 13 jul. 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000240&pid=S1981-7746201200010000800046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">VIGOTSKI, Lev S. <I>A constru&ccedil;&atilde;o do pensamento e da linguagem</I>. 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