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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O ensino da Saúde Coletiva na Universidade Estadual de Londrina: da análise documental à percepção dos estudantes]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The teaching of Collective Health at the Londrina State University: from document analysis to student perception]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The National Curricular Directives for undergraduates in the health area were approved in 2002, in an attempt to break the biomedical paradigm with regards to the production of knowledge and professions. With the purpose of adapting to those directives, the Physiotherapy course at the State University of Londrina reformulated its curriculum and, included among the alterations, it expanded the class hours and restructured the Collective Health discipline. The purpose of this study was to analyze whether the Collective Health content of the new curriculum covers the formation of abilities under the curricular directives, as well as evaluating student perceptions with regards to their formation for working with basic health care. Accordingly, a documentary analysis of the content of interviews given by graduating students in the last semester of their courses was carried out. It was ascertained that the content analyzed covers essential aspects of social sciences and humanities in health, and that the apprenticeship in basic health care was what most provided experience in team work. Despite assessing the Collective Health classes positively, the students suggested that the theoretical discussions be more articulated to the apprenticeship, because, accordingly, there would be greater opportunities for learning the work of physiotherapy in the basic health care arena more effectively.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO</b>    ARTICLE</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>O    ensino da Sa&uacute;de Coletiva na Universidade Estadual de Londrina: da an&aacute;lise    documental &agrave; percep&ccedil;&atilde;o dos estudantes</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>The teaching    of Collective Health at the Londrina State University: from document analysis    to student perception</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Flavia Guilherme    Gon&ccedil;alves<a href="#back1"><sup>1</sup></a>; Br&iacute;gida Gimenez Carvalho<a href="#back2"><sup>2</sup></a>;    Celita Salmaso Trelha<a href="#back3"><sup>3</sup></a></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> As Diretrizes    Curriculares Nacionais para as gradua&ccedil;&otilde;es da &aacute;rea da sa&uacute;de    foram aprovadas em 2002, na tentativa de romper com o paradigma biom&eacute;dico    na produ&ccedil;&atilde;o de conhecimentos e das profiss&otilde;es. Visando    a adequar-se &agrave;quelas diretrizes, o curso de Fisioterapia da Universidade    Estadual de Londrina reformulou sua grade curricular e, dentre as altera&ccedil;&otilde;es,    ampliou a carga hor&aacute;ria e reestruturou as disciplinas de Sa&uacute;de    Coletiva. O objetivo deste estudo foi analisar se as ementas de Sa&uacute;de    Coletiva do novo curr&iacute;culo contemplam a forma&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias    previstas nas diretrizes curriculares, bem como avaliar a percep&ccedil;&atilde;o    dos estudantes sobre sua forma&ccedil;&atilde;o para atuar na aten&ccedil;&atilde;o    b&aacute;sica. Para isso, procedeu-se &agrave; an&aacute;lise documental das    ementas e de conte&uacute;do das entrevistas com graduandos do &uacute;ltimo    semestre do curso. P&ocirc;de-se constatar que as ementas analisadas contemplam    conte&uacute;dos essenciais das ci&ecirc;ncias sociais e humanas na sa&uacute;de,    e que o est&aacute;gio na aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica foi o que mais    propiciou a viv&ecirc;ncia do trabalho em equipe. Os estudantes, apesar de avaliarem    positivamente as aulas de Sa&uacute;de Coletiva, sugeriram que as discuss&otilde;es    te&oacute;ricas fossem mais articuladas ao est&aacute;gio, pois, desse modo,    haveria mais oportunidades de apreender de forma mais efetiva a atua&ccedil;&atilde;o    do fisioterapeuta na aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:    </b> fisioterapia; curr&iacute;culo; aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica; ensino    superior.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> The National Curricular    Directives for undergraduates in the health area were approved in 2002, in an    attempt to break the biomedical paradigm with regards to the production of knowledge    and professions. With the purpose of adapting to those directives, the Physiotherapy    course at the State University of Londrina reformulated its curriculum and,    included among the alterations, it expanded the class hours and restructured    the Collective Health discipline. The purpose of this study was to analyze whether    the Collective Health content of the new curriculum covers the formation of    abilities under the curricular directives, as well as evaluating student perceptions    with regards to their formation for working with basic health care. Accordingly,    a documentary analysis of the content of interviews given by graduating students    in the last semester of their courses was carried out. It was ascertained that    the content analyzed covers essential aspects of social sciences and humanities    in health, and that the apprenticeship in basic health care was what most provided    experience in team work. Despite assessing the Collective Health classes positively,    the students suggested that the theoretical discussions be more articulated    to the apprenticeship, because, accordingly, there would be greater opportunities    for learning the work of physiotherapy in the basic health care arena more effectively.</font>  </p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b>    physiotherapy; curriculum; basic health care; higher education.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>&Eacute; necess&aacute;rio      (...) enfrentar politicamente o 'fetiche da tecnologia' vinculado &agrave;      concep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de como 'bem de consumo' (e n&atilde;o      como um direito), para que se reconhe&ccedil;a, sem nenhum desmerecimento      aos outros servi&ccedil;os de sa&uacute;de e especialidades, a urg&ecirc;ncia      de se inverter a propor&ccedil;&atilde;o de profissionais especializados na      aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;queles      dedicados a outros servi&ccedil;os de sa&uacute;de (Brasil, 2010).</i></font></p> </blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O texto constitucional    federal define como uma das atribui&ccedil;&otilde;es do Sistema &Uacute;nico    de Sa&uacute;de (SUS) o ordenamento da forma&ccedil;&atilde;o de recursos humanos    para esse setor (Brasil, 1988, art. 200). No entanto, a forma&ccedil;&atilde;o    dos profissionais de sa&uacute;de &eacute; reconhecidamente uma &aacute;rea    cr&iacute;tica no processo de implementa&ccedil;&atilde;o do sistema de sa&uacute;de.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A incompatibilidade    entre a proposta de reorienta&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica    (AB) do SUS - especialmente pautada na Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia,    e a grande parte dos recursos humanos que nele atuam - resulta do modelo de    ensino que tradicionalmente tem-se baseado na assist&ecirc;ncia individual,    curativa e especializada, em detrimento dos aspectos de promo&ccedil;&atilde;o    e preven&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de coletiva.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na tentativa de    romper com o paradigma biologicista e medicalizante, hospitaloc&ecirc;ntrico    e procedimento-centrado ainda hegem&ocirc;nico, foram aprovadas em 2002 as Diretrizes    Curriculares Nacionais (DCN) (Brasil, 2002) para atender aos novos desafios    da contemporaneidade, na produ&ccedil;&atilde;o de conhecimentos e na produ&ccedil;&atilde;o    das profiss&otilde;es (Ceccim e Feuerwerkwer, 2004).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Associa&ccedil;&atilde;o    Brasileira de Ensino de Fisioterapia (Abenfisio) em parceria com Organiza&ccedil;&atilde;o    Pan-Americana de Sa&uacute;de (Opas) e o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (MS)    buscam, cada vez mais, sensibilizar e envolver docentes, discentes, gestores    e servi&ccedil;os para as quest&otilde;es que abrangem as mudan&ccedil;as nos    cursos de gradua&ccedil;&atilde;o. Dentre as atividades propostas por estas    institui&ccedil;&otilde;es, pode ser citada a articula&ccedil;&atilde;o entre    as inst&acirc;ncias formadoras e os servi&ccedil;os de sa&uacute;de, para produzir    movimentos que garantam a inclus&atilde;o dos estudantes em quest&otilde;es    de gest&atilde;o dos servi&ccedil;os e da participa&ccedil;&atilde;o social    por meio de viv&ecirc;ncias pr&aacute;ticas no SUS (Rocha et al., 2008).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outra atividade    proposta foi o est&iacute;mulo e apoio &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es    formadoras para desencadearem mudan&ccedil;as curriculares com implanta&ccedil;&atilde;o    e/ou amplia&ccedil;&atilde;o de disciplinas de ci&ecirc;ncias sociais e humanas,    entre elas, as de Sa&uacute;de Coletiva (SC) nas grades curriculares dos cursos    de gradua&ccedil;&atilde;o. O fortalecimento desta &aacute;rea nos curr&iacute;culos    habilita o futuro profissional a identificar aspectos humanos e sociais envolvidos    no processo sa&uacute;de-doen&ccedil;a e a propor a&ccedil;&otilde;es voltadas    &agrave; sa&uacute;de da coletividade (Salm&oacute;ria e Camargo, 2008).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Visando a adequar-se    &agrave;s novas diretrizes, o curso de Fisioterapia da Universidade Estadual    de Londrina (UEL) reformulou seu projeto pol&iacute;tico pedag&oacute;gico em    2005, com sua implanta&ccedil;&atilde;o no ano de 2006 (UEL, 2005). Esta mudan&ccedil;a    buscou assegurar nas diversas disciplinas, tanto nas j&aacute; existentes como    nas que foram inclusas, o equil&iacute;brio do conhecimento nas diferentes &aacute;reas    e n&iacute;veis de aten&ccedil;&atilde;o para garantir uma forma&ccedil;&atilde;o    generalista em conformidade com as DCN.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando as    mudan&ccedil;as curriculares implantadas no curso de Fisioterapia da UEL, este    estudo teve a inten&ccedil;&atilde;o de analisar se as ementas das disciplinas    de SC do novo curr&iacute;culo contemplam a forma&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias    previstas nas diretrizes curriculares, bem como a percep&ccedil;&atilde;o dos    estudantes sobre sua forma&ccedil;&atilde;o para atuar na aten&ccedil;&atilde;o    b&aacute;sica.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Metodologia</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Trata-se de uma    pesquisa de natureza qualitativa, realizada em duas etapas: a primeira por meio    da an&aacute;lise documental dos planos de ensino das disciplinas de SC I, II,    III e est&aacute;gio curricular obrigat&oacute;rio do curso de Fisioterapia    da UEL; a segunda por interm&eacute;dio de entrevistas realizadas com 11 estudantes    do &uacute;ltimo semestre do curso que j&aacute; haviam cumprido o est&aacute;gio    obrigat&oacute;rio em SC.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A an&aacute;lise    dos planos de ensino foi alocada em eixos de acordo com sub&aacute;reas da Sa&uacute;de    Coletiva referidas pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o    em Sa&uacute;de Coletiva: Epidemiologia e Planejamento e Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas    de Sa&uacute;de (Abrasco, 2010).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As entrevistas    foram gravadas nas depend&ecirc;ncias do ambulat&oacute;rio de fisioterapia    do Hospital Universit&aacute;rio da UEL entre os meses de novembro e dezembro    de 2010. Ap&oacute;s transcri&ccedil;&atilde;o, as grava&ccedil;&otilde;es foram    apagadas. Para preservar a identidade dos estudantes, usaram-se letras e n&uacute;meros    para cada participante: E1,..., E11. Os sujeitos foram selecionados por meio    de amostragem de conveni&ecirc;ncia e o n&uacute;mero foi determinado pela satura&ccedil;&atilde;o    das respostas (Boni e Quaresma, 2005).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A fim de possibilitar    um agrupamento de temas e a categoriza&ccedil;&atilde;o do material discursivo    (Bardin, 1995), foi elaborado um roteiro semiestruturado com as seguintes quest&otilde;es    norteadoras: o que voc&ecirc; poderia dizer sobre a aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica    (AB) dentro do SUS? O que achou da sua forma&ccedil;&atilde;o em SC para atuar    na AB? Quais as contribui&ccedil;&otilde;es do fisioterapeuta na AB? Como foi    sua forma&ccedil;&atilde;o para o trabalho em equipe inter e multiprofissional?</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A pesquisa foi    submetida e aprovada pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da UEL.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados e    discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>An&aacute;lise    documental dos planos de ensino das disciplinas de Sa&uacute;de Coletiva</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O curso de Fisioterapia    da UEL foi implantado em 1979 e, desde ent&atilde;o, passou por tr&ecirc;s reformas    curriculares, sendo que a atual iniciou-se em 2006. Nessa nova proposta, aumentou-se    o n&uacute;mero de disciplinas de SC, passando de apenas uma, denominada Fisioterapia    Preventiva e Sa&uacute;de P&uacute;blica com 136 horas, para quatro disciplinas    SC I, II, III e Est&aacute;gio Curricular Obrigat&oacute;rio, totalizando 382    horas. Esta carga hor&aacute;ria est&aacute; dividida em 120 horas de aulas    te&oacute;ricas e 262 de aulas pr&aacute;ticas, conforme o <a href="#q1">Quadro    1</a>.</font></p>     <p><a name="q1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/tes/v10n2/07q01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para an&aacute;lise    das ementas propostas foi realizado um agrupamento do conte&uacute;do program&aacute;tico    em dois eixos: Epidemiologia e Planejamento e Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas    de Sa&uacute;de (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/tes/v10n2/07t01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dentre os conte&uacute;dos    propostos nas disciplinas, verificou-se que an&aacute;lise das condi&ccedil;&otilde;es    de sa&uacute;de e diagn&oacute;stico situacional, territ&oacute;rio e &aacute;rea    de abrang&ecirc;ncia e plano de interven&ccedil;&atilde;o individual e coletivo    foram abordados em tr&ecirc;s s&eacute;ries do curso. J&aacute; os conte&uacute;dos    relacionados &agrave; vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria e epidemiol&oacute;gica    e trabalho em equipe, em apenas uma s&eacute;rie.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pode-se observar    que o eixo de Planejamento e Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas de Sa&uacute;de    apresenta um maior detalhamento em termos de conte&uacute;dos abordados e maior    contato dos estudantes com estes conte&uacute;dos durante a gradua&ccedil;&atilde;o,    se comparado ao eixo de epidemiologia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os dois eixos abordam    temas variados demonstrando a diversidade de campos e maneiras de atua&ccedil;&atilde;o    do fisioterapeuta, cumprindo com o objetivo das ementas de cada disciplina.    O papel desse profissional na AB tamb&eacute;m necessita ser discutido de forma    ampliada, pois</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote>       <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este novo profissional      precisa ter um conv&iacute;vio interdisciplinar e estabelecer novas fronteiras      do conhecimento, transitar por todos os setores que visem contemplar as rela&ccedil;&otilde;es      entre sa&uacute;de, ambiente e desenvolvimento permeados pela &eacute;tica e      responsabilidade (Viana, 2005, p. 31).</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Mesmo com o estabelecimento    das DCN em 2002, as quais preconizam que fisioterapeutas tenham uma forma&ccedil;&atilde;o    generalista para atuar nos diversos n&iacute;veis de aten&ccedil;&atilde;o &agrave;    sa&uacute;de, e apesar de v&aacute;rias experi&ecirc;ncias acad&ecirc;micas    j&aacute; terem inclu&iacute;do a AB como campo de forma&ccedil;&atilde;o, cabe    ressaltar que a atua&ccedil;&atilde;o do fisioterapeuta nessa &aacute;rea &eacute;    relativamente nova. O projeto de lei n. 4.261/2004 foi umas das primeiras iniciativas    para incluir a categoria no Programa Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (Silva e    Da Ros, 2007). Posteriormente, em 2008, com a aprova&ccedil;&atilde;o da portaria    GM n. 154, que criou o N&uacute;cleo de Apoio &agrave; Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia    (Brasil, 2008), &eacute; que o trabalho do fisioterapeuta na AB foi oficializado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Embora houvesse    espa&ccedil;os reduzidos para atua&ccedil;&atilde;o na AB, os conte&uacute;dos    das ementas de SC da UEL j&aacute; constavam na nova grade curricular desde    2006. O curr&iacute;culo anterior contava com apenas uma disciplina - Fisioterapia    Preventiva e Sa&uacute;de P&uacute;blica -, que era dada apenas na segunda s&eacute;rie    do curso. O atual conta com quatro disciplinas, o que caracteriza um grande    avan&ccedil;o no campo da SC e da AB.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>An&aacute;lise    das entrevistas com os estudantes</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>A aten&ccedil;&atilde;o    b&aacute;sica no SUS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao discorrerem    sobre a AB no SUS, os estudantes apontam como pontos positivos: uma proposta    interessante que conta com excelentes profissionais dentro das unidades de sa&uacute;de    da fam&iacute;lia (USF), que trabalham com qualidade e dedica&ccedil;&atilde;o.    Compreendem que, embora haja a&ccedil;&otilde;es muito curativas centradas na    demanda espont&acirc;nea e na figura do m&eacute;dico, h&aacute; tamb&eacute;m    preocupa&ccedil;&atilde;o em executar a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o    de doen&ccedil;as e de promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de da comunidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Indicam como fragilidade    o desconhecimento da popula&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s    possibilidades de desenvolvimento de a&ccedil;&otilde;es de promo&ccedil;&atilde;o    e preven&ccedil;&atilde;o na USF, pois acham que os usu&aacute;rios procuram    a unidade preferencialmente para a&ccedil;&otilde;es curativas. Na opini&atilde;o    dos estudantes, este fato contribui para a manuten&ccedil;&atilde;o do modelo    hegem&ocirc;nico, acarretando o aumento da demanda, que nem sempre consegue    ser atendida em suas necessidades. Essa l&oacute;gica influencia at&eacute;    mesmo a organiza&ccedil;&atilde;o das atividades em grupos, as quais s&atilde;o    dirigidas para indiv&iacute;duos que j&aacute; possuem alguma doen&ccedil;a    instalada, como grupos de pessoas com hipertens&atilde;o, diabetes e lombalgias.    Apontam, assim, o distanciamento entre a pr&aacute;tica profissional nas USF    e as propostas estabelecidas na Pol&iacute;tica Nacional de Aten&ccedil;&atilde;o    B&aacute;sica, bem como a necessidade de envolvimentos de diversas institui&ccedil;&otilde;es    e atores em prol do alcance das mudan&ccedil;as pretendidas.</font></p>     <blockquote>        ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A articula&ccedil;&atilde;o      entre gestores de sa&uacute;de e as diversas institui&ccedil;&otilde;es formadoras,      bem como seu compromisso institucional com a proposta da educa&ccedil;&atilde;o      permanente s&atilde;o elementos fundamentais para que todas essas mudan&ccedil;as      tenham o potencial de acontecer (Brasil, 2003).</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Embora haja esse    descompasso, relatam que a AB oferece um bom servi&ccedil;o e que o SUS, em    todas as suas inst&acirc;ncias, deveria ser mais valorizado: "O SUS precisa    de mais reconhecimento, tanto pelos funcion&aacute;rios que atuam nele, quanto    das pessoas que recebem atendimento (E5)".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi observado entre    os estudantes uma confus&atilde;o sem&acirc;ntica entre SC e AB, pois as usam    como se sin&ocirc;nimos fossem. Poucos relacionam SC &agrave; aten&ccedil;&atilde;o    ambulatorial e/ou hospitalar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A SC caracteriza-se    por um campo multidisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar que se aproxima    "do planejamento, da gest&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas    de sa&uacute;de, institucionalizadas em programas e servi&ccedil;os do Sistema    &Uacute;nico de Sa&uacute;de" (Luz, 2009, p. 305), compreendendo todos os n&iacute;veis    de aten&ccedil;&atilde;o. J&aacute; a AB &eacute; definida pela PNAB como um    conjunto de a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de que engloba promo&ccedil;&atilde;o,    preven&ccedil;&atilde;o, diagn&oacute;stico, tratamento e reabilita&ccedil;&atilde;o.    &Eacute; desenvolvida por interm&eacute;dio do exerc&iacute;cio de pr&aacute;ticas    gerenciais e sanit&aacute;rias, democr&aacute;ticas e participativas, sob a    forma de trabalho em equipe, dirigidas a popula&ccedil;&otilde;es de territ&oacute;rios,    e &eacute; considerada a porta de entrada preferencial do sistema de sa&uacute;de    (Brasil, 2006).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essa dificuldade    de conceitua&ccedil;&atilde;o poderia ser trabalhada promovendo-se a integra&ccedil;&atilde;o    com outras &aacute;reas descritas pelas DCN - como conhecimentos fisioterap&ecirc;uticos    e ci&ecirc;ncias sociais e humanas - n&atilde;o devendo necessariamente ficar    a encargo das disciplinas de SC.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Percebeu-se que    os estudantes tamb&eacute;m usam as palavras 'preven&ccedil;&atilde;o' e 'promo&ccedil;&atilde;o'    sem muita distin&ccedil;&atilde;o. Segundo Buss (2003), as a&ccedil;&otilde;es    preventivas t&ecirc;m car&aacute;ter de impedir o aparecimento de doen&ccedil;as    espec&iacute;ficas, utilizando-se de divulga&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o    cient&iacute;fica e de propostas para a ado&ccedil;&atilde;o de novos h&aacute;bitos.    J&aacute; a promo&ccedil;&atilde;o vai al&eacute;m da preven&ccedil;&atilde;o,    uma vez que as a&ccedil;&otilde;es visam &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o    das condi&ccedil;&otilde;es de vida para o aumento da sa&uacute;de e do bem-estar    geral e n&atilde;o se restringem a uma doen&ccedil;a espec&iacute;fica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Percep&ccedil;&atilde;o    sobre as disciplinas de Sa&uacute;de Coletiva</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os entrevistados    relataram que o per&iacute;odo de aproxima&ccedil;&atilde;o da USF nos primeiros    anos do curso foi muito importante, pois se sentiram mais familiarizados com    o territ&oacute;rio e at&eacute; mesmo com alguns usu&aacute;rios com quem j&aacute;    haviam tido contato em outros momentos, como visitas domiciliares e atividades    desenvolvidas em grupos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As atividades realizadas    'extramuros' da USF antes da quarta s&eacute;rie foram significantes para os    estudantes, no sentido de vivenciar a atua&ccedil;&atilde;o do fisioterapeuta    em locais como associa&ccedil;&otilde;es de moradores, empresas de transporte    coletivo e, principalmente, nas escolas. Em rela&ccedil;&atilde;o a este &uacute;ltimo    local, a fala dos estudantes prolongava-se, explicando detalhadamente &agrave;    entrevistadora como aconteciam essas atividades com crian&ccedil;as e com os    adolescentes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Segundo Gallo (2005),    as experi&ecirc;ncias 'extramuros', ou seja, aquelas desenvolvidas nos equipamentos    sociais existentes no territ&oacute;rio de abrang&ecirc;ncia da unidade, s&atilde;o    importantes para incentivar a criatividade nos estudantes e ampliar as possibilidades    de abordagem integral tanto em n&iacute;vel individual quanto coletivo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os entrevistados    ressaltam a import&acirc;ncia de todas as disciplinas te&oacute;ricas e pr&aacute;ticas    para a forma&ccedil;&atilde;o e apontam, especialmente, o conte&uacute;do sobre    o territ&oacute;rio e &aacute;rea de abrang&ecirc;ncia e o trabalho em equipe,    iniciadas na segunda s&eacute;rie, como fundamentais para seu processo de ensino/aprendizagem.    No entanto, manifestaram que, por vezes, os conte&uacute;dos trabalhados em    sala de aula foram repetitivos, espa&ccedil;ados e desarticulados das aulas    pr&aacute;ticas, principalmente no que tange &agrave;s atividades de promo&ccedil;&atilde;o    e preven&ccedil;&atilde;o. Na opini&atilde;o dos estudantes este fato prejudicou    o est&aacute;gio, provocando inseguran&ccedil;a para o desenvolvimento desse    tipo de a&ccedil;&atilde;o: "A gente chega l&aacute; <i>pra</i> promover a sa&uacute;de    e da&iacute; fica um pouco perdido, &eacute; preciso preparo" (E2).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Segundo o Conselho    Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito),</font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O fisioterapeuta      precisa entender que vai promover a aten&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica      de sua &aacute;rea, mas ao redor est&atilde;o inseridas outras quest&otilde;es,      como doen&ccedil;as end&ecirc;micas, por exemplo, tem que conhecer o perfil      epidemiol&oacute;gico se deseja agir como agente formador de id&eacute;ias      e a&ccedil;&otilde;es, enfim como educador e planejador (Coffito, 2000, p.      17).</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Percep&ccedil;&atilde;o    sobre a forma&ccedil;&atilde;o para atua&ccedil;&atilde;o inter e multiprofissional</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao serem questionados    sobre a atua&ccedil;&atilde;o em equipe inter e multiprofissional, os entrevistados    relataram com satisfa&ccedil;&atilde;o a experi&ecirc;ncia vivida na USF. Embora    n&atilde;o tenham desenvolvido muitas a&ccedil;&otilde;es conjuntas com outros    profissionais, oportunizaram, nos mais diversos espa&ccedil;os da USF, discuss&otilde;es    de casos, as quais se deram durante conversas informais e de forma prof&iacute;cua,    com agentes comunit&aacute;rios de sa&uacute;de, auxiliares de enfermagem, enfermeiros,    m&eacute;dicos e profissionais de educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica. Esse    contato fez com que reconhecessem a import&acirc;ncia da troca de saberes e    de diferentes olhares da equipe para maior resolutividade dos casos, uma das    condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para reorganiza&ccedil;&atilde;o    da aten&ccedil;&atilde;o (Brasil, 2006).</font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Todas as fases      educativas implicadas na forma&ccedil;&atilde;o de uma equipe multiprofissional      de sa&uacute;de, seja em regime escolar ou n&atilde;o, s&atilde;o permeadas      atualmente pelo discurso da reorganiza&ccedil;&atilde;o dos modelos de aten&ccedil;&atilde;o      e das pr&aacute;ticas de sa&uacute;de, sobretudo no &acirc;mbito das pol&iacute;ticas      que configuram o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) dos brasileiros      (Mello, Moys&eacute;s e Moys&eacute;s 2010, p. 683-684).</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com os    estudantes, conte&uacute;dos sobre trabalho em equipe foram abordados n&atilde;o    s&oacute; pelas disciplinas de SC, mas tamb&eacute;m pela disciplina de Habilidades.    Relatam que &eacute; no est&aacute;gio de SC que vislumbram a possibilidade    real dessa atua&ccedil;&atilde;o, pois, em analogia com a atua&ccedil;&atilde;o    no est&aacute;gio hospitalar, dizem que, por mais que haja a oportunidade de    discuss&atilde;o de casos, n&atilde;o h&aacute; intera&ccedil;&atilde;o entre    os profissionais. "L&aacute; na UBS deu para perceber que d&aacute; para trabalhar    em equipe" (E2).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar disso, consideram    que a disciplina de SC pouco teorizou sobre o trabalho em equipe. Relatam que    durante a gradua&ccedil;&atilde;o tiveram uma breve explana&ccedil;&atilde;o    sobre os profissionais que atuavam na USF e suas atribui&ccedil;&otilde;es,    mas n&atilde;o foi enfatizada a atua&ccedil;&atilde;o integrada com a ESF e    do N&uacute;cleo de Apoio a Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (NASF).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As experi&ecirc;ncias    sobre trabalho em equipe inter e multiprofissional mais lembradas durantes as    entrevistas estavam atreladas &agrave; participa&ccedil;&atilde;o em atividades    extracurriculares, como o Grupo de Estudos sobre o Envelhecimento, Programa    de Educa&ccedil;&atilde;o pelo Trabalho para a Sa&uacute;de (PET-Sa&uacute;de)    e Projeto de Extens&atilde;o sobre a Sa&uacute;de do Cadeirante quanto &agrave;    Pr&aacute;tica de Esporte e Inclus&atilde;o Social. "Dentro da sala de aula    tivemos uma no&ccedil;&atilde;o de como seria trabalhar em equipe, mas o que    mais trouxe para n&oacute;s essa no&ccedil;&atilde;o foram os est&aacute;gios    n&atilde;o obrigat&oacute;rios" (E3).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&Eacute; importante    destacar que, ao citarem o trabalho em equipe, limitaram-se a discorrer sobre    a discuss&atilde;o de casos e a&ccedil;&otilde;es em grupos e n&atilde;o mencionaram    conte&uacute;dos e habilidades abordados, tanto no eixo da Epidemiologia como    quanto o do Planejamento e Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas, que poderiam ter    sido trabalhados em equipe, uma vez que comp&otilde;em o campo de compet&ecirc;ncia    e de responsabilidade de todos os profissionais da sa&uacute;de. Por campo entendem-se</font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">os saberes e      responsabilidades comuns ou confluentes a v&aacute;rias profiss&otilde;es      ou especialidades. Todo o saber b&aacute;sico, por exemplo, sobre o processo      sa&uacute;de-doen&ccedil;a. Conhe-cimentos sobre o funcionamento corporal,      sobre a rela&ccedil;&atilde;o profissional/paciente, sobre risco epidemiol&oacute;gico      e regras gerais de promo&ccedil;&atilde;o e preven&ccedil;&atilde;o (Campos,      2007, p. 249).</font></p> </blockquote>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Contribui&ccedil;&atilde;o    do fisioterapeuta na aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os alunos possuem    na ementa dos quatro anos do curso a defini&ccedil;&atilde;o e a atribui&ccedil;&atilde;o    do papel do fisioterapeuta na SC e na AB, enquanto n&uacute;cleo de compet&ecirc;ncia    e responsabilidade. Por n&uacute;cleo entende-se "o conjunto de saberes e responsabilidades    espec&iacute;ficos a cada profiss&atilde;o ou especialidade"; seria a aglutina&ccedil;&atilde;o    de conhecimentos e a conforma&ccedil;&atilde;o de um determinado padr&atilde;o    concreto, demarcaria a identidade profissional. "O n&uacute;cleo marcaria, dessa    forma, a diferen&ccedil;a entre os membros de uma equipe" (Campos, 2007, p.    248).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, dentre as    atribui&ccedil;&otilde;es do fisioterapeuta na AB destacadas pelos alunos, aparecem    aquelas comuns aos demais profissionais da sa&uacute;de: promo&ccedil;&atilde;o,    preven&ccedil;&atilde;o, reabilita&ccedil;&atilde;o individual e em grupo e    visitas domiciliares que visam a melhorar a qualidade de vida do indiv&iacute;duo,    sua fam&iacute;lia e comunidade (Brasil, 2006). Al&eacute;m disso, os fisioterapeutas    podem atuar nos diversos ciclos de vida dos seres humanos de forma integrada    &agrave; equipe multiprofissional.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os entrevistados    mencionaram ainda como um dos pap&eacute;is do fisioterapeuta a realiza&ccedil;&atilde;o    de atividades na sala de espera, as quais s&atilde;o compat&iacute;veis com    a Pol&iacute;tica Nacional de Humaniza&ccedil;&atilde;o, que incentiva a utiliza&ccedil;&atilde;o    dos espa&ccedil;os dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de como ferramenta para    facilitar e otimizar o processo de trabalho. Segundo Pimentel (2009, p. 6),    a sala de espera &eacute; um espa&ccedil;o que favorece "a express&atilde;o,    a escuta, a troca entre os atores do complexo cen&aacute;rio da sa&uacute;de,    al&eacute;m de ser um espa&ccedil;o de media&ccedil;&atilde;o entre os usu&aacute;rios    e os profissionais".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Sobre as fun&ccedil;&otilde;es    do fisioterapeuta, os alunos ressaltam que esse profissional na AB atua como    'porta de entrada' dos servi&ccedil;os de fisioterapia, cabendo-lhe, assim,    avaliar e realizar o encaminhamento correto para cada caso. Essa constata&ccedil;&atilde;o    refor&ccedil;a o papel da AB como reorganizadora da aten&ccedil;&atilde;o (Brasil,    2006).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Contudo, as principais    atividades da fisioterapia elencadas foram aquelas dirigidas para a pr&aacute;tica    curativa, como os atendimentos individuais na USF, visitas domiciliares, grupos    de agravos espec&iacute;ficos - hipertens&atilde;o, diabetes e altera&ccedil;&otilde;es    posturais. Ou seja, ainda h&aacute; tra&ccedil;os de uma forma&ccedil;&atilde;o    permeada pelo modelo tradicional.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Considera&ccedil;&otilde;es    finais</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As disciplinas    de Sa&uacute;de Coletiva implantadas na reforma curricular do curso de Fisioterapia    da UEL visam a forma&ccedil;&atilde;o de profissionais com compet&ecirc;ncias    para atuar no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para os estudantes,    a forma&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica dessas disciplinas foi boa, embora repetitiva;    as aulas pr&aacute;ticas, por sua vez, foram insuficientes para a assimila&ccedil;&atilde;o    dos objetivos propostos nas ementas. Essa rela&ccedil;&atilde;o soa como incoerente,    j&aacute; que as aulas pr&aacute;ticas ultrapassam em 142 horas as aulas te&oacute;ricas.    No entanto, essa incoer&ecirc;ncia pode ser explicada pelo fato de os estagi&aacute;rios    n&atilde;o terem mencionado conte&uacute;dos referentes ao eixo da Epidemiologia    e de Planejamento e Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A forma&ccedil;&atilde;o    do fisioterapeuta para atuar em equipe inter e multiprofissional ficou mais    evidenciada nas atividades extracurriculares do que nas curriculares. Todavia,    foram nos est&aacute;gios da aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica que os alunos    tiveram o maior contato com a atua&ccedil;&atilde;o em equipe, quando comparados    com os est&aacute;gios realizados no ambiente ambulatorial e hospitalar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Desta forma, conclui-se    que a &aacute;rea de Sa&uacute;de Coletiva no curso de Fisioterapia da UEL,    apesar de algumas fragilidades no que tange &agrave;s aulas pr&aacute;ticas,    possui nas ementas e conte&uacute;dos program&aacute;ticos, aspectos fundamentais    para a forma&ccedil;&atilde;o do egresso, contemplando as importantes &aacute;reas    do conhecimento em Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas das DCN.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&Eacute; not&aacute;vel    o avan&ccedil;o que as disciplinas de Sa&uacute;de Coletiva tiveram dentro da    &uacute;ltima reforma curricular do curso em foco. Por&eacute;m, neste estudo    foi observada a necessidade de uma maior integra&ccedil;&atilde;o entre os conte&uacute;dos    te&oacute;ricos e as atividades pr&aacute;ticas desenvolvidas nos est&aacute;gios,    a fim de que o egresso possa assumir os espa&ccedil;os da fisioterapia na aten&ccedil;&atilde;o    b&aacute;sica com maior clareza, tendo em vista o leque de possibilidades de    atua&ccedil;&atilde;o necess&aacute;rias para a reorganiza&ccedil;&atilde;o    da aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica dentro do SUS.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pode-se perceber    que a Sa&uacute;de Coletiva &eacute; destacada dentro de disciplinas espec&iacute;ficas    direcionadas para a aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, por&eacute;m, ela n&atilde;o    se enquadra apenas nos conte&uacute;dos de ci&ecirc;ncias sociais e humanas    e vai al&eacute;m da aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria. Assim, de forma    ampliada, a Sa&uacute;de Coletiva poderia ser abordada conjuntamente com outros    conte&uacute;dos de espec&iacute;ficos da profiss&atilde;o, garantindo a forma&ccedil;&atilde;o    generalista preconizada pelas DCN nos diversos n&iacute;veis da aten&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O recorte feito    por este trabalho, com base na an&aacute;lise da grade curricular e na percep&ccedil;&atilde;o    dos alunos sobre sua forma&ccedil;&atilde;o para atua&ccedil;&atilde;o na aten&ccedil;&atilde;o    b&aacute;sica, n&atilde;o esgota as possibilidades de investiga&ccedil;&atilde;o    desta tem&aacute;tica. Fica evidente a necessidade de novas an&aacute;lises,    a serem realizadas por outros sujeitos (professores ou egressos, por exemplo),    que poderiam ser distintas das apresentadas aqui. Entretanto, este estudo pode    contribuir para o aprimoramento do curr&iacute;culo dos cursos de gradua&ccedil;&atilde;o    em Fisioterapia, uma vez que apresenta sugest&otilde;es que minimizariam as    dificuldades e fragilidades percebidas pelos sujeitos desta pesquisa.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Contribui&ccedil;&otilde;es    das autoras</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Flavia Guilherme    Gon&ccedil;alves elaborou o estudo bibliogr&aacute;fico, realizou as entrevistas    e redigiu parte do texto. Br&iacute;gida Gimenez Carvalho realizou levantamento    bibliogr&aacute;fico, corre&ccedil;&otilde;es e redigiu parte do texto. Celita    Salmaso Trelha procedeu ao levantamento bibliogr&aacute;fico e corre&ccedil;&otilde;es    do texto.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Notas</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back1"></a><a href="#top"><sup>1</sup></a>    Fisioterapeuta do N&uacute;cleo de Apoio &agrave; Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia    (Nasf) de Londrina, Paran&aacute;, Brasil. Mestranda em Sa&uacute;de Coletiva    pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). &lt;<a href="mailto:flaviadafisio@gmail.com">flaviadafisio@gmail.com</a>&gt;    Endere&ccedil;o: Rua Paulo Barreto, 92, CEP 86015-710, Londrina, Paran&aacute;,    Brasil.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back2"></a><a href="#top"><sup>2</sup></a>    Professora do Departamento de Sa&uacute;de Coletiva da Universidade Estadual    de Londrina (UEL), Londrina, Paran&aacute;, Brasil. Doutoranda do Programa de    Gerenciamento em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da Universidade de S&atilde;o    Paulo (USP). &lt;<a href="mailto:brigidagimenez@gmail.com">brigidagimenez@gmail.com</a>&gt;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back3"></a><a href="#top"><sup>3</sup></a>    Professora do Departamento de Fisioterapia da Universidade Estadual de Londrina    (UEL), Londrina, Paran&aacute;, Brasil. Doutora em Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de    pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). &lt;<a href="mailto:celita@uel.br">celita@uel.br</a>&gt;</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ABRASCO. A P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o    em Sa&uacute;de Coletiva no Brasil: subs&iacute;dios para o debate. Of&iacute;cio    n. 393/2010. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.%20abrasco.org.br/UserFiles/File/FCPSC/2010/ABRASCO_Contribuicoes_PNPG.pdf" target="_blank">http://www.    abrasco.org.br/UserFiles/File/FCPSC/2010/ABRASCO_Contribuicoes_PNPG.pdf</a>&gt;.    Acesso em: 28 de maio 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1981-7746201200020000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BARDIN, Laurence    (Org.). <i>An&aacute;lise de conte&uacute;do</i>. Lisboa. Edi&ccedil;&otilde;es    70,1995.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1981-7746201200020000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BONI, Valdete,    QUARESMA, Silvia. J. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em ci&ecirc;ncias    sociais. <i>Revista Eletr&ocirc;nica dos P&oacute;s-Graduandos em Sociologia    Pol&iacute;tica da UFSC</i>, Florian&oacute;polis,v. 2, n. 1, p. 68-80, jan.-jul.    2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1981-7746201200020000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BRASIL. Congresso    Nacional. <i>Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica Federativa do Brasil</i>.    Bras&iacute;lia, DF: Senado Federal, 1988.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1981-7746201200020000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">______. Lei n 9.394,    de 20 de dezembro de 1996. Disp&otilde;e sobre as bases e diretrizes da educa&ccedil;&atilde;o    nacional. Bras&iacute;lia, DF: Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o e    Cultura, 1996.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1981-7746201200020000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">______. Minist&eacute;rio    da Educa&ccedil;&atilde;o. Conselho Nacional de Educa&ccedil;&atilde;o. C&acirc;mara    de Educa&ccedil;&atilde;o Superior. Resolu&ccedil;&atilde;o CNE/CES n. 4, de    19 de fevereiro de 2002. <i>Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o</i>, Bras&iacute;lia,    DF, 4 mar. 2002. Se&ccedil;&atilde;o 1, p. 11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1981-7746201200020000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">______. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Gest&atilde;o do Trabalho e da Educa&ccedil;&atilde;o    na Sa&uacute;de. Departamento de Gest&atilde;o da Educa&ccedil;&atilde;o na    Sa&uacute;de. <i>Caminhos para a mudan&ccedil;a da forma&ccedil;&atilde;o e    desenvolvimento dos profissionais de sa&uacute;de</i>: diretrizes para a a&ccedil;&atilde;o    pol&iacute;tica para assegurar educa&ccedil;&atilde;o permanente no SUS. Bras&iacute;lia,    DF: 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1981-7746201200020000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">______. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de.    Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Pol&iacute;tica Nacional    de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica/Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Secretaria    de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de, Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o    &agrave; Sa&uacute;de. Bras&iacute;lia, DF: 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1981-7746201200020000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">______. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Portaria GM/MS n. 154, de 24 de janeiro de 2008. Cria e estabelece    os crit&eacute;rios para credenciamento dos N&uacute;cleos de Apoio &agrave;    Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia - Nasf. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.saude.%20gov.br/dab" target="_blank">http://www.saude.    gov.br/dab</a>&gt;. Acesso em: 14 mar. 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1981-7746201200020000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">______. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de.    Pol&iacute;tica Nacional de Humaniza&ccedil;&atilde;o. Aten&ccedil;&atilde;o    B&aacute;sica/Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o    &agrave; Sa&uacute;de, Pol&iacute;tica Nacional de Humaniza&ccedil;&atilde;o.    Bras&iacute;lia, DF: 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1981-7746201200020000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BUSS, Paulo M.    Uma introdu&ccedil;&atilde;o ao conceito de promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de.    In: CZERESNIA, D.; FREITAS, C. M. (Orgs.). <i>Promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de</i>:    conceitos, reflex&otilde;es, tend&ecirc;ncias. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz,    2003. p. 15-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1981-7746201200020000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CAMPOS, Gast&atilde;o    W. S. Subjetividade e administra&ccedil;&atilde;o de pessoal: considera&ccedil;&otilde;es    sobre modos de gerenciar o trabalho em equipes de sa&uacute;de. In: MERHY, Emerson.    E., ONOCKO, Rosana. (Orgs.). <i>Agir em sa&uacute;de</i>: um desafio para o    p&uacute;blico. S&atilde;o Paulo: Hucitec, 2007. p. 229-266.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1981-7746201200020000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CECCIM, Ricardo    B., FEUERWERKER, Laura C. M. Mudan&ccedil;a na gradua&ccedil;&atilde;o das profiss&otilde;es    de sa&uacute;de sob o eixo da integralidade. <i>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>,    Rio de Janeiro, v. 20, n. 5, p. 1.400-1.410, set.-out. 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1981-7746201200020000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">COFFITO (Conselho    Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional). Sa&uacute;de p&uacute;blica:    omiss&atilde;o ou responsabilidade? <i>Revista Coffito</i>, S&atilde;o Paulo,    n. 7 p. 16-17, jun. 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1981-7746201200020000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">GALLO, D. L. L.    <i>A fisioterapia no Programa Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia</i>: percep&ccedil;&otilde;es    em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; atua&ccedil;&atilde;o profissional e forma&ccedil;&atilde;o    universit&aacute;ria. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Sa&uacute;de Coletiva)    - Londrina, Universidade Estadual de Londrina, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1981-7746201200020000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">LUZ, Madel T. Complexidade    do campo da sa&uacute;de coletiva: multidisciplinaridade, interdisciplinaridade    e transdisciplinaridade de saberes e pr&aacute;ticas - an&aacute;lise s&oacute;cio-hist&oacute;rica    de uma trajet&oacute;ria paradigm&aacute;tica. <i>Sa&uacute;de e Sociedade</i>,    S&atilde;o Paulo, v. 18, n. 2, p. 304-311, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1981-7746201200020000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">MELLO, Ana L&uacute;cia.    S. F.; MOYS&Eacute;S, Simone T.; MOYS&Eacute;S, Samuel. J. A universidade promotora    de sa&uacute;de e as mudan&ccedil;as na forma&ccedil;&atilde;o profissional.    <i>Interface - Comunica&ccedil;&atilde;o, Sa&uacute;de, Educa&ccedil;&atilde;o</i>,    Botucatu, v. 14, n. 34, p. 683-692, jul.-set. 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1981-7746201200020000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">PIMENTEL, A. F.    <i>A musicoterapia na sala de espera em uma unidade b&aacute;sica de sa&uacute;de</i>:    os usu&aacute;rios rompem o sil&ecirc;ncio. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado    em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social) - Rio de Janeiro, Programa    Eicos/Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1981-7746201200020000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ROCHA, Vera et    al. As diretrizes curriculares e as mudan&ccedil;as na forma&ccedil;&atilde;o    de profissionais fisioterapeutas. In: F&Oacute;RUM NACIONAL DE ENSINO EM FISIOTERAPIA    DA ABENFISIO. Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, <i>Revista    Coffito</i>, Bras&iacute;lia, Ano IX, n. 26, p. 22-25, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1981-7746201200020000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SALM&Oacute;RIA,    Jordana G., CAMARGO, Wander A. Uma aproxima&ccedil;&atilde;o dos signos - fisioterapia    e sa&uacute;de - aos aspectos humanos e sociais. <i>Sa&uacute;de e Sociedade</i>,    S&atilde;o Paulo, v. 17, n. 1, p. 73-84, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1981-7746201200020000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SILVA, D. J.; DA    ROS, M. A. Inser&ccedil;&atilde;o de profissionais de fisioterapia na equipe    de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia e Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de: desafios    na forma&ccedil;&atilde;o. <i>Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Coletiva</i>,    Rio de Janeiro, v. 12, n. 6, p. 1.673-1.681, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1981-7746201200020000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">UNIVERSIDADE ESTADUAL    DE LONDRINA. Resolu&ccedil;&atilde;o Cepe n. 350/2005. Reformula o Projeto Pol&iacute;tico-Pedag&oacute;gico    do Curso de Fisioterapia, a ser implantado a partir do ano letivo de 2006. Dispon&iacute;vel    em: &lt;<a href="http://www.uel.br/prograd/?content=pp/pp.html" target="_blank">http://www.uel.br/prograd/?content=pp/pp.html</a>&gt;.    Acesso em: 28 de maio 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1981-7746201200020000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">VIANA, S. B. P.    <i>Compet&ecirc;ncias dos fisioterapeutas para a aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica    em sa&uacute;de da fam&iacute;lia</i>: avalia&ccedil;&atilde;o dos professores    e egressos da Univali. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado Profissionalizante    em Sa&uacute;de e Gest&atilde;o do Trabalho). Itaja&iacute;. Universidade do    Vale do Itaja&iacute;, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S1981-7746201200020000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em 29/07/2011    <br>   Aprovado em 07/11/2011</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[ ]]></body><back>
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<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>ABRASCO</collab>
<source><![CDATA[A Pós-Graduação em Saúde Coletiva no Brasil: subsídios para o debate. Ofício n. 393/2010]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
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<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
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<surname><![CDATA[BARDIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[Laurence]]></given-names>
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<source><![CDATA[Análise de conteúdo]]></source>
<year>1995</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Edições 70]]></publisher-name>
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<nlm-citation citation-type="journal">
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<surname><![CDATA[BONI]]></surname>
<given-names><![CDATA[Valdete]]></given-names>
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<surname><![CDATA[QUARESMA]]></surname>
<given-names><![CDATA[Silvia. J.]]></given-names>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em ciências sociais]]></article-title>
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