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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[BACKGROUND: There are few reports available in the literature assessing in-hospital outcomes of diabetic patients undergoing contemporary percutaneous coronary intervention (PCI). Our objective was to assess the acute post-PCI outcomes of a large series of diabetic and non-diabetic patients treated consecutively. METHODS: From August 2006 to February 2012, 6,011 patients were submitted to PCI and were included in Hospital Bandeirantes Registry. The technique and devices for the procedure were chosen by the operators. Clinical outcomes were recorded at the time of hospital discharge. RESULTS: Diabetic patients were older and more often female, with a higher prevalence of comorbidities and risk factors for coronary artery disease, except for smoking. However, most of the characteristics related to lesion complexity did not differ between groups. In diabetics, the number of treated vessels (1.6 ± 0.8 vs. 1.4 ± 0.7; P < 0.01) was higher and the use of smaller stents (2.9 ± 0.5 mm vs. 3 ± 0.5 mm; P < 0,01) was more frequent. Procedural success rate of 95.5% was achieved in both groups. In-hospital outcomes did not differ regarding the incidence of major adverse cardiac and cerebrovascular events (3.3% vs. 2.8%; P = 0.79), death (1% vs. 1.1%; P = 0.90), acute myocardial infarction (2% vs. 2.4%; P = 0.35), stroke (0.1% in both groups), and emergency revascularization (0.3% in both groups). Hypertension was the variable that best explained the occurrence of major adverse cardiac and cerebrovascular events [odds ratio (OR) 2.68, 95% confidence interval (95% CI) 1.13-6.38; P = 0.026). CONCLUSIONS: Diabetes adds more clinical complexity to PCI, but has no significant impact on in-hospital outcomes.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2"><b>ARTIGO  ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="4"><b><a name="topo"></a>Resultados hospitalares da   interven&ccedil;&atilde;o coron&aacute;ria percut&acirc;nea em diab&eacute;ticos</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="3"><b>In-hospital outcomes of   percutaneous coronary intervention in diabetics</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2"><b>Leonardo dos Santos Coelho <sup>I</sup>; Marcelo Jos&eacute; de Carvalho Cantarelli <sup>II</sup>; H&eacute;lio Jos&eacute; Castello Junior<sup>III</sup>;   Rosaly Gon&ccedil;alves<sup>IV</sup>; Silvio Gioppato<sup>V</sup>; Evandro Karlo Pracchia Ribeiro<sup>VI</sup>; Jo&atilde;o Batista de Freitas Guimar&atilde;es<sup>VII</sup>; Julio C&eacute;sar Francisco Vardi<sup>VIII</sup>; Patricia Teixeira da Silva<sup>IX</sup>; Roberto Sim&otilde;es de Almeida<sup>X</sup>;   Fabio Peixoto Ganassin<sup>XI</sup>; Marcelo Mendes Farinazzo<sup>XII</sup></b></font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2"><sup>I</sup> Especialista em Cardiologia. M&eacute;dico estagi&aacute;rio do Servi&ccedil;o de Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Bandeirantes. S&atilde;o Paulo, SP, Brasil    <br> <sup>II</sup> Doutor em Cardiologia. Especialista em Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista. Coordenador   do Servi&ccedil;o de Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista do   Hospital Bandeirantes. S&atilde;o Paulo, SP, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>III</sup> Mestre em Cardiologia. Especialista em Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista. MBA em   Gest&atilde;o de Sa&uacute;de. Coordenador do Servi&ccedil;o de   Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Bandeirantes.   S&atilde;o Paulo, SP, Brasil    <br> <sup>IV</sup> Mestre em Cardiologia. Especialista em Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista. M&eacute;dico   assistente do Servi&ccedil;o de Hemodin&acirc;mica e Cardiologia   Intervencionista do Hospital Bandeirantes. S&atilde;o Paulo, SP, Brasil    <br> <sup>V</sup> Mestre em Cardiologia. Especialista em Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista. M&eacute;dico   assistente do Servi&ccedil;o de Hemodin&acirc;mica e Cardiologia   Intervencionista do Hospital Bandeirantes. S&atilde;o Paulo, SP, Brasil    <br> <sup>VI</sup> Especialista em   Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista. M&eacute;dico assistente do   Servi&ccedil;o de Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista do Hospital   Bandeirantes. S&atilde;o Paulo, SP, Brasil    <br> <sup>VII</sup> Especialista em Hemodin&acirc;mica   e Cardiologia Intervencionista. M&eacute;dico assistente do Servi&ccedil;o de   Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Bandeirantes.   S&atilde;o Paulo, SP, Brasil    <br> <sup>VIII</sup> Especialista em   Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista. M&eacute;dico assistente do   Servi&ccedil;o de Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista do Hospital   Bandeirantes. S&atilde;o Paulo, SP, Brasil    <br> <sup>IX</sup> Especialista em   Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista. M&eacute;dico assistente do   Servi&ccedil;o de Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista do Hospital   Bandeirantes. S&atilde;o Paulo, SP, Brasil    <br> <sup>X</sup> Especialista em Cardiologia. M&eacute;dico estagi&aacute;rio do Servi&ccedil;o de Hemodin&acirc;mica e   Cardiologia Intervencionista do Hospital Bandeirantes. S&atilde;o Paulo, SP,   Brasil    <br> <sup>XI</sup> M&eacute;dico   estagi&aacute;rio do Servi&ccedil;o de Hemodin&acirc;mica e Cardiologia   Intervencionista do Hospital Bandeirantes. S&atilde;o Paulo, SP, Brasil    <br> <sup>XII</sup> M&eacute;dico   estagi&aacute;rio do Servi&ccedil;o de Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Bandeirantes. S&atilde;o Paulo, SP, Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2"><a href="#nota">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p>  <hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>       <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O: </b>Poucas publica&ccedil;&otilde;es est&atilde;o dispon&iacute;veis na literatura avaliando a evolu&ccedil;&atilde;o hospitalar de pacientes diab&eacute;ticos submetidos a interven&ccedil;&atilde;o coron&aacute;ria percut&acirc;nea (ICP) na era contempor&acirc;nea. Nosso objetivo foi avaliar os resultados agudos p&oacute;s-ICP de uma grande s&eacute;rie de pacientes diab&eacute;ticos e n&atilde;o-diab&eacute;ticos, tratados consecutivamente.    <br> <b>M&Eacute;TODOS: </b>No per&iacute;odo de agosto de 2006 a fevereiro de 2012, 6.011 pacientes foram submetidos a ICP e inclu&iacute;dos no Registro do Hospital Bandeirantes. A t&eacute;cnica e a escolha do material durante o procedimento ficaram a cargo dos operadores. Os desfechos cl&iacute;nicos foram registrados no momento da alta hospitalar.    <br> <b>RESULTADOS:</b> Os diab&eacute;ticos mostraram ser mais idosos, mais frequentemente do sexo feminino, com maior preval&ecirc;ncia de comorbidades e fatores de risco para doen&ccedil;a arterial coron&aacute;ria, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o do tabagismo. A maioria das caracter&iacute;sticas de complexidade das les&otilde;es, no entanto, n&atilde;o diferiu entre os grupos. Nos diab&eacute;ticos, o n&uacute;mero de vasos tratados (1,6 &#177; 0,8 vs. 1,4 &#177; 0,7; P &#60; 0,01) foi maior e o uso de stents de menor calibre (2,9 &#177; 0,5 mm vs. 3 &#177;  0,5 mm; P &#60; 0,01) foi mais frequente. Taxa de sucesso do procedimento de 95,5% foi alcan&ccedil;ada nos dois grupos. Os desfechos hospitalares n&atilde;o mostraram diferen&ccedil;as quanto &agrave; incid&ecirc;ncia de eventos card&iacute;acos e cerebrovasculares adversos maiores (3,3% vs. 2,8%; P = 0,79), &oacute;bito (1% vs. 1,1%; P = 0,90), infarto agudo do mioc&aacute;rdio (2% vs. 2,4%; P = 0,35), acidente vascular cerebral (0,1% em ambos os grupos), e revasculariza&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia (0,3% em ambos os grupos). Hipertens&atilde;o arterial foi a vari&aacute;vel que melhor explicou a ocorr&ecirc;ncia de eventos card&iacute;acos e cerebrovasculares adversos maiores &#91;<i>odds ratio</i> (OR) 2,68, intervalo de confian&ccedil;a de 95% (IC 95%) 1,13-6,38; P = 0,026).    <br> <b>CONCLUS&Otilde;ES:</b> O diabetes agrega maior complexidade cl&iacute;nica &agrave; ICP, sem modificar, entretanto, os desfechos cl&iacute;nicos hospitalares.</font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2"><b>Descritores:</b> Diabetes mellitus. Angioplastia. Stents.</font></p> <hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2"><b>BACKGROUND: </b>There are few reports available in the literature assessing in-hospital outcomes of diabetic patients undergoing contemporary percutaneous coronary intervention (PCI). Our objective was to assess the acute post-PCI outcomes of a large series of diabetic and non-diabetic patients treated consecutively.    <br> <b>METHODS: </b>From August 2006 to February 2012, 6,011 patients were submitted to PCI and were included in Hospital Bandeirantes Registry. The technique and devices for the procedure were chosen by the operators. Clinical outcomes were recorded at the time of hospital discharge.<b>    <br> RESULTS:</b> Diabetic patients were older and more often female, with a higher prevalence of comorbidities and risk factors for coronary artery disease, except for smoking. However, most of the characteristics related to lesion complexity did not differ between groups. In diabetics, the number of treated vessels (1.6 &#177; 0.8 vs. 1.4 &#177; 0.7; P &#60; 0.01) was higher and the use of smaller stents (2.9 &#177; 0.5 mm vs. 3 &#177;  0.5 mm; P &#60; 0,01) was more frequent<b>.</b> Procedural success rate of 95.5% was achieved in both groups. In-hospital outcomes did not differ regarding the incidence of major adverse cardiac and cerebrovascular events (3.3% vs. 2.8%; P = 0.79), death (1% vs. 1.1%;   P = 0.90), acute myocardial infarction (2% vs. 2.4%; P = 0.35), stroke (0.1% in both groups), and emergency revascularization (0.3% in both groups). Hypertension was the variable that best explained the occurrence of major adverse cardiac and cerebrovascular events &#91;odds ratio (OR) 2.68, 95% confidence interval (95% CI) 1.13-6.38; P = 0.026).    <br> <b>CONCLUSIONS: </b>Diabetes adds more clinical complexity to PCI, but has no significant impact on in-hospital outcomes.</font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2"><b>Descriptors:</b> Diabetes mellitus. Angioplasty. Stents.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">O n&uacute;mero de indiv&iacute;duos diab&eacute;ticos tem aumentado progressivamente em decorr&ecirc;ncia do crescimento e do envelhecimento populacional, da maior urbaniza&ccedil;&atilde;o e da maior preval&ecirc;ncia de obesidade e sedentarismo. O diabetes melito tipo 2 tem se tornado uma epidemia mundial, estimando-se em 173 milh&otilde;es o n&uacute;mero de seus portadores em 2002, com proje&ccedil;&atilde;o de atingir 300 milh&otilde;es em 2030.<sup>1</sup></font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">O diabetes &eacute; conhecido fator de risco para o desenvolvimento de aterosclerose, sendo esta a maior causa de mortalidade nesse grupo de pacientes.<sup>2</sup> Pacientes com diabetes melito t&ecirc;m maior risco de eventos cardiovasculares e morte quando comparados com aqueles sem diabetes melito e representam aproximadamente um ter&ccedil;o dos pacientes submetidos a interven&ccedil;&atilde;o coron&aacute;ria percut&acirc;nea (ICP) nos Estados Unidos.<sup>3</sup></font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">As terap&ecirc;uticas de revasculariza&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica cir&uacute;rgica e percut&acirc;nea s&atilde;o importantes ferramentas no tratamento da doen&ccedil;a arterial coron&aacute;ria, impactando na qualidade de vida e na sobrevida dos pacientes. Os resultados entre os diab&eacute;ticos, entretanto, s&atilde;o menos pronunciados, com maior ocorr&ecirc;ncia de novas revasculariza&ccedil;&otilde;es no seguimento tardio, principalmente em pacientes multiarteriais.<sup>4</sup> A complexidade das les&otilde;es coron&aacute;rias, a r&aacute;pida progress&atilde;o da doen&ccedil;a ateroscler&oacute;tica e as maiores taxas de reestenose, mesmo em uso de stents farmacol&oacute;gicos, s&atilde;o algumas das justificativas desses resultados.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">Por outro lado, poucas publica&ccedil;&otilde;es est&atilde;o dispon&iacute;veis a respeito dos resultados hospitalares da ICP em diab&eacute;ticos na era contempor&acirc;nea. Nosso objetivo foi avaliar os resultados agudos p&oacute;s-ICP de uma grande s&eacute;rie de pacientes diab&eacute;ticos e n&atilde;o-diab&eacute;ticos, tratados consecutivamente.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="3"><b>M&Eacute;TODOS</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2"><b>Pacientes</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">No per&iacute;odo de agosto de 2006 a fevereiro de 2012, 6.011 pacientes foram submetidos consecutivamente a ICP e inclu&iacute;dos no Registro do Hospital Bandeirantes. Os dados foram coletados de forma prospectiva e armazenados em um banco de dados informatizado.</font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">Os desfechos cl&iacute;nicos foram registrados no momento da alta hospitalar.</font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2"><b>Interven&ccedil;&atilde;o coron&aacute;ria percut&acirc;nea</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">As interven&ccedil;&otilde;es foram realizadas, em quase sua totalidade, por via femoral, sendo utilizada a via radial como op&ccedil;&atilde;o em poucos casos. A t&eacute;cnica e a escolha do material durante o procedimento ficaram a cargo dos operadores, assim como a necessidade do uso de inibidores da glicoprote&iacute;na IIb/IIIa. Foi utilizada heparina n&atilde;o-fracionada no in&iacute;cio do procedimento na dose de 70 U/kg a 100 U/kg, exceto nos pacientes que j&aacute; estavam em uso de heparina de baixo peso molecular.</font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">Todos os pacientes receberam terapia antiplaquet&aacute;ria combinada com &aacute;cido acetilsalic&iacute;lico (AAS), nas doses de ataque de 300 mg e de manuten&ccedil;&atilde;o de 100 mg/dia a 200 mg/dia, e clopidogrel, nas doses de ataque de 300 mg a 600 mg e de manuten&ccedil;&atilde;o de 75 mg/dia. Os introdutores femorais foram retirados quatro horas ap&oacute;s o in&iacute;cio da hepariniza&ccedil;&atilde;o. Os introdutores radiais foram retirados imediatamente ap&oacute;s o t&eacute;rmino do procedimento.</font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2"><b>An&aacute;lise angiogr&aacute;fica e defini&ccedil;&otilde;es</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">As an&aacute;lises foram realizadas em pelo menos duas proje&ccedil;&otilde;es ortogonais, por operadores experientes, com uso de angiografia quantitativa digital. Neste estudo foram utilizados os mesmos crit&eacute;rios angiogr&aacute;ficos constantes no banco de dados da Central Nacional de Interven&ccedil;&otilde;es Cardiovasculares (CENIC) da Sociedade Brasileira de Hemodin&acirc;mica e Cardiologia Intervencionista. O tipo de les&atilde;o foi classificado conforme os crit&eacute;rios do American College of Cardiology e American Heart Association (ACC/AHA).<sup>5</sup> Para a determina&ccedil;&atilde;o do fluxo coron&aacute;rio pr&eacute; e p&oacute;s-procedimento foi utilizada a classifica&ccedil;&atilde;o de TIMI.<sup>6</sup> Sucesso do procedimento foi definido como obten&ccedil;&atilde;o de sucesso angiogr&aacute;fico (estenose residual   &#60; 30%, com fluxo TIMI 3) e aus&ecirc;ncia de eventos card&iacute;acos e cerebrovasculares adversos maiores (ECCAM), compreendendo &oacute;bito, infarto periprocedimento, acidente vascular cerebral (AVC) e cirurgia de revasculariza&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica de emerg&ecirc;ncia.<sup>7</sup></font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">Os &oacute;bitos por qualquer causa foram contabilizados e a mortalidade card&iacute;aca foi definida como aquela consequente a choque cardiog&ecirc;nico, insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca, infarto agudo do mioc&aacute;rdio (IAM), ruptura card&iacute;aca, arritmia ou morte s&uacute;bita no per&iacute;odo hospitalar. O infarto peri-ICP foi definido pelo reaparecimento de sintomas anginosos, com presen&ccedil;a de altera&ccedil;&otilde;es eletrocardiogr&aacute;ficas (novo supradesnivelamento do segmento ST ou novas ondas Q) e/ou evid&ecirc;ncia angiogr&aacute;fica de oclus&atilde;o do vaso-alvo. Foi considerada cirurgia de revasculariza&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica de emerg&ecirc;ncia aquela realizada imediatamente ap&oacute;s a ICP.</font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2"><b>An&aacute;lise estat&iacute;stica</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">Os dados armazenados em banco de dados com base Oracle foram plotados em planilhas Excel e analisados em programa estat&iacute;stico SPSS vers&atilde;o 15.0. As vari&aacute;veis cont&iacute;nuas foram expressas em m&eacute;dia &#177; desvio padr&atilde;o e as vari&aacute;veis categ&oacute;ricas, em n&uacute;meros absolutos e percentis. As associa&ccedil;&otilde;es entre as vari&aacute;veis cont&iacute;nuas foram avaliadas utilizando-se o modelo ANOVA. As associa&ccedil;&otilde;es entre as vari&aacute;veis categ&oacute;ricas foram avaliadas pelos testes qui-quadrado, exato de Fischer ou raz&atilde;o de verossimilhan&ccedil;a, quando apropriado. Foi adotado n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de P &#60; 0,05. Modelos de regress&atilde;o log&iacute;stica simples e m&uacute;ltipla foram aplicados para identificar preditores de ECCAM. </font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="3"><b>RESULTADOS</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">As caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas est&atilde;o expostas na <a href="/img/revistas/rbci/v20n2/a10t1.jpg">Tabela 1</a>. O grupo de diab&eacute;ticos apresentou-se tr&ecirc;s anos mais velho (64,1 anos vs. 60,9 anos; P &#60; 0,01), com maior propor&ccedil;&atilde;o de mulheres (37,1% vs. 29,4%; P &#60; 0,01)   e maior &iacute;ndice de massa corporal (28 &#177; 4,8 kg/m&sup2; vs. 26,8 &#177; 4,3 kg/m&sup2;; P &#60; 0,01), em compara&ccedil;&atilde;o aos n&atilde;o-diab&eacute;ticos. Entre os diab&eacute;ticos predominaram ainda hipertens&atilde;o arterial (86,4% vs. 69,3%; P &#60; 0,01), dislipidemia (47,9% vs. 30,4%; P &#60; 0,01), insufici&ecirc;ncia renal cr&ocirc;nica (4,2% vs. 2%; P &#60; 0,01), doen&ccedil;a vascular perif&eacute;rica (4,4% vs. 2%; P &#60; 0,01), ocorr&ecirc;ncia pr&eacute;via de IAM (19,2% vs. 15,4%; P &#60; 0,01), acidente vascular cerebral (3,9% vs. 2,6%; P &#60; 0,01), cirurgia de revasculariza&ccedil;&atilde;o (15,6% vs. 8,6%; P &#60; 0,01) e ICP (23,9% vs. 18,8%; P &#60; 0,01). O tabagismo foi o &uacute;nico fator de risco coron&aacute;rio que predominou entre os n&atilde;o-diab&eacute;ticos (17% vs. 28,3%; P &#60; 0,01). A apresenta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica foi diferente entre os grupos (P &#60; 0,01), sendo a s&iacute;ndrome coron&aacute;ria aguda sem eleva&ccedil;&atilde;o do segmento ST mais frequente no grupo de diab&eacute;ticos (22,6% vs. 18,7%) e o IAM com supradesnivelamento do segmento ST mais frequente no grupo de n&atilde;o-diab&eacute;ticos (19,4% vs. 26%). </font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">Quanto &agrave; medica&ccedil;&atilde;o cardiovascular pr&eacute;-interven&ccedil;&atilde;o, os diab&eacute;ticos faziam uso mais frequente de AAS (51,1% vs. 41,8%; P &#60; 0,01), clopidogrel (30,2% vs. 24,6%; P &#60; 0,01), estatina (38,4% vs. 29,4%; P &#60; 0,01) e inibidores da enzima conversora de angiotensina (32,6% vs. 25%; P &#60; 0,01). O uso de inibidores da glicoprote&iacute;na IIb/IIIa durante o procedimento n&atilde;o diferiu entre os grupos.</font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">A <a href="/img/revistas/rbci/v20n2/a10t2.jpg">Tabela 2</a> apresenta as caracter&iacute;sticas angiogr&aacute;ficas. Houve predom&iacute;nio de acometimento multiarterial, com les&otilde;es em dois ou tr&ecirc;s vasos, nos diab&eacute;ticos (31,2% vs. 28% e 19% vs. 10,4%, respectivamente; P &#60; 0,01), e a art&eacute;ria descendente anterior foi o vaso mais frequentemente abordado nos dois grupos (39,1% vs. 34%; P &#60; 0,01). As interven&ccedil;&otilde;es foram realizadas, em sua maioria, em les&otilde;es B2/C (53,9% vs. 56,9%; P = 0,08) e a maior parte das caracter&iacute;sticas de complexidade das les&otilde;es n&atilde;o diferiu entre os grupos. A presen&ccedil;a de trombo na les&atilde;o tratada foi, no entanto, menor nos diab&eacute;ticos (7,8% vs. 11%; P &#60; 0,01), assim como a ocorr&ecirc;ncia de fluxo TIMI 0/1 no vaso a ser tratado (14,7% vs. 19,6%; P &#60; 0,01).</font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">O grupo de diab&eacute;ticos apresentou maior n&uacute;mero de vasos tratados e maior utiliza&ccedil;&atilde;o de stents farmacol&oacute;gicos (26,9% vs. 15%; P &#60; 0,01) (<a href="/img/revistas/rbci/v20n2/a10t3.jpg">Tabela 3</a>). A quantifica&ccedil;&atilde;o angiogr&aacute;fica das obstru&ccedil;&otilde;es pr&eacute;-procedimento mostrou maior porcentagem de comprometimento luminal pela placa entre os n&atilde;o-diab&eacute;ticos (82,8 &#177; 12,6 mm vs. 84,4 &#177; 12,8 mm; P &#60; 0,01), n&atilde;o havendo diferen&ccedil;as entre os grupos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quantifica&ccedil;&atilde;o da obstru&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-procedimento. Os stents implantados no grupo de diab&eacute;ticos apresentaram menor di&acirc;metro (2,9 &#177; 0,5 mm vs. 3 &#177; 0,5 mm; P &#60; 0,01), sem, no entanto, haver diferen&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o ao comprimento, comparativamente aos n&atilde;o-diab&eacute;ticos (18,2 &#177; 6,9 mm vs. 18,5 &#177; 6,8 mm; P = 0,23). Elevada taxa de sucesso do procedimento de 95,5% foi alcan&ccedil;ada em ambos os grupos. </font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">Os desfechos hospitalares (<a href="/img/revistas/rbci/v20n2/a10t4.jpg">Tabela 4</a>) da ICP n&atilde;o mostraram diferen&ccedil;as entre os grupos quanto &agrave; incid&ecirc;ncia de ECCAM (3,3% vs. 2,8%; P = 0,79) e &agrave; ocorr&ecirc;ncia de &oacute;bito hospitalar (1% vs. 1,1%; P = 0,90), IAM (2% vs. 2,4%; P = 0,35), AVC (0,1% em ambos os grupos), e nova interven&ccedil;&atilde;o (ICP ou cirurgia de revasculariza&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica) de emerg&ecirc;ncia (0,3% em ambos os grupos). </font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">As vari&aacute;veis idade, hipertens&atilde;o arterial, AVC pr&eacute;vio, uso de inibidores de glicoprote&iacute;na IIb/IIIa, s&iacute;ndrome coron&aacute;ria aguda, extens&atilde;o da doen&ccedil;a coron&aacute;ria obstrutiva, les&otilde;es com trombo, fluxo TIMI pr&eacute;-interven&ccedil;&atilde;o, n&uacute;mero de vasos tratados, les&otilde;es longas e les&otilde;es tipo B2/C apresentaram rela&ccedil;&atilde;o significativa com a ocorr&ecirc;ncia de eventos pela an&aacute;lise univariada, das quais apenas a presen&ccedil;a de hipertens&atilde;o arterial &#91;<i>odds ratio</i> (OR) 2,68, intervalo de confian&ccedil;a de 95% (IC 95%) 1,13-6,38;   P = 0,026) foi a vari&aacute;vel que melhor explicou a presen&ccedil;a de ECCAM na popula&ccedil;&atilde;o estudada.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="3"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">A presen&ccedil;a do diabetes melito nos pacientes com doen&ccedil;a ateroscler&oacute;tica &eacute; marcador de pior progn&oacute;stico quando s&atilde;o submetidos a ICP, com maior incid&ecirc;ncia de complica&ccedil;&otilde;es e reestenose.<sup>8-10</sup> Acredita-se que isso decorra das altera&ccedil;&otilde;es metab&oacute;licas e endoteliais que levam a maior chance de ruptura da placa ateroscler&oacute;tica e forma&ccedil;&atilde;o de trombo, e da maior exacerba&ccedil;&atilde;o da hiperplasia intimal.<sup>10-12</sup> No presente estudo foi avaliado o impacto do diabetes melito na evolu&ccedil;&atilde;o hospitalar de uma grande coorte de pacientes submetidos a ICP contempor&acirc;nea. </font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">De acordo com as caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas dos pacientes, a maioria dos fatores de risco cardiovascular e comorbidades foi mais frequente nos diab&eacute;ticos, o que nos levaria a esperar por pior desfecho cl&iacute;nico nesse grupo.<sup>8-12</sup> Entretanto, nossos achados n&atilde;o evidenciaram influ&ecirc;ncia do diabetes nos eventos cl&iacute;nicos adversos da fase intra-hospitalar, apesar da maior complexidade cl&iacute;nica dos pacientes. O perfil angiogr&aacute;fico dos diab&eacute;ticos, por outro lado, n&atilde;o mostrou diferen&ccedil;a para a maioria das vari&aacute;veis analisadas, comparativamente aos n&atilde;o-diab&eacute;ticos, o que faz supor que a escolha adequada dos casos atenuou o maior n&uacute;mero de eventos hospitalares esperados para aquele grupo.</font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">Nossos achados est&atilde;o em conson&acirc;ncia com estudos anteriores, como o de Stein et al.<sup>13</sup>, no qual, analisando os dados de angioplastias eletivas de 1.133 diab&eacute;ticos e de 9.300 n&atilde;o-diab&eacute;ticos entre 1980 e 1990, se observa que os diab&eacute;ticos eram mais idosos e com maior frequ&ecirc;ncia de sexo feminino, hist&oacute;ria de IAM pr&eacute;vio, hipertens&atilde;o arterial e acometimento multiarterial. Nesse estudo tamb&eacute;m n&atilde;o houve diferen&ccedil;a nos desfechos cl&iacute;nicos intra-hospitalares entre diab&eacute;ticos e n&atilde;o-diab&eacute;ticos.</font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">Li et al.<sup>14</sup>, em estudo recente, avaliaram 1.294 pacientes e observaram maior incid&ecirc;ncia de trombose aguda/subaguda intrastent no grupo de diab&eacute;ticos. Mas, assim como em nosso estudo, a presen&ccedil;a de diabetes melito n&atilde;o foi preditor independente de eventos cardiovasculares no per&iacute;odo intra-hospitalar.</font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">Por outro lado, segundo o banco de dados do <i>National Cardiovascular Data Registry</i> (NCDR), que abrangeu os procedimentos realizados de 2004 a 2007, a taxa de mortalidade total intra-hospitalar foi de 1,27% e a presen&ccedil;a do diabetes melito foi preditora independente da mortalidade hospitalar p&oacute;s-ICP.<sup>15-17</sup></font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">A constata&ccedil;&atilde;o do pior progn&oacute;stico nos diab&eacute;ticos &eacute; mais consistente na evolu&ccedil;&atilde;o tardia p&oacute;s-ICP, fato que pode ser justificado pelas maiores taxas de reestenose e progress&atilde;o de doen&ccedil;a nesse grupo de pacientes.<sup>1,8-10</sup> Em nosso meio, o <i>Drug-Eluting Stent in the Real World</i> (Registro DESIRE)<sup>18</sup>, que analisou os preditores de revasculariza&ccedil;&atilde;o de les&atilde;o-alvo no seguimento cl&iacute;nico a longo prazo, evidenciou que o diabetes melito predisp&otilde;e a maior necessidade de novos procedimentos. Uma suban&aacute;lise desse mesmo registro, que avaliou a evolu&ccedil;&atilde;o tardia p&oacute;s-ICP com stents farmacol&oacute;gicos em pacientes diab&eacute;ticos, mostrou que, quando analisados de forma combinada, os eventos card&iacute;acos maiores, embora em taxas muito baixas, ocorreram mais frequentemente no grupo de diab&eacute;ticos.<sup>19</sup></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">Dados do BARI <i>Registry</i>, do <i>Duke International Registry</i> e do <i>Northern New England Study Group</i> sugerem que a sele&ccedil;&atilde;o cuidadosa dos pacientes diab&eacute;ticos para ICP pode minimizar as diferen&ccedil;as de resultados em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; modalidade cir&uacute;rgica de revasculariza&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica, sendo, para isso, imperativo o uso de stents farmacol&oacute;gicos nessa popula&ccedil;&atilde;o.<sup>9,20</sup> O estudo de Tanajura et al.<sup>4</sup>, que analisou a influ&ecirc;ncia do uso de stents farmacol&oacute;gicos na sele&ccedil;&atilde;o de diab&eacute;ticos tratados por ICP, evidenciou uma mudan&ccedil;a no perfil desses pacientes, mostrando que a maior disponibilidade de stents farmacol&oacute;gicos amplia as indica&ccedil;&otilde;es para casos mais complexos e proporciona a obten&ccedil;&atilde;o de revasculariza&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica mais completa. Em nossa an&aacute;lise, os diab&eacute;ticos receberam mais stents farmacol&oacute;gicos que os n&atilde;o-diab&eacute;ticos, em termos porcentuais, por&eacute;m essa taxa n&atilde;o foi mais elevada pelo fato de o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de ainda n&atilde;o disponibilizar essa tecnologia a seus usu&aacute;rios.</font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2"><b>Limita&ccedil;&otilde;es do estudo</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">S&atilde;o limita&ccedil;&otilde;es do presente estudo a an&aacute;lise retrospectiva dos dados, sua realiza&ccedil;&atilde;o em um &uacute;nico centro e a aus&ecirc;ncia de seguimento tardio.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="3"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">O diabetes melito agrega maior complexidade cl&iacute;nica aos pacientes tratados com ICP, sem, entretanto, modificar os desfechos cl&iacute;nicos hospitalares.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="3"><b>CONFLITO DE INTERESSES</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">Os autores declaram n&atilde;o haver conflito de interesses relacionado a este manuscrito.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">1.  Sociedade Brasileira de Diabetes. Diretrizes SBD 2009 &#91;Internet&#93;. S&atilde;o Paulo; 2009 &#91;citado 2012 maio 15&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.diabetes.org.br/attachments/diretrizes09_final.pdf" target="_blank">http://www.diabetes.org.br/attachments/diretrizes09_final.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S2179-8397201200020001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">2.  Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia; Conselho Federal de Medicina. Projetos e Diretrizes. Diabetes mellitus: preven&ccedil;&atilde;o e tratamento da retinopatia &#91;Internet&#93;. S&atilde;o Paulo: AMB/CFM; 2006 &#91;citado 2012 mar. 12&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.projetodiretrizes.org.br/4_volume/10-Diabetesp.pdf" target="_blank">http://www.projetodiretrizes.org.br/4_volume/10-Diabetesp.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S2179-8397201200020001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">3.  Levine GN, Bates ER, Blankenship JC, Bailey SR, Bittl JA, Cercek B, et al. 2011 ACCF/AHA/SCAI Guideline for Percutaneous Coronary Intervention. Executive summary: a report of the American College of Cardiology Foundation/American Heart Association   Task Force on Practice Guidelines and the Society for Cardiovascular Angiography and Interventions. Circulation. 2011;124(23):2574-609.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S2179-8397201200020001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">4.  Tanajura LF, Feres F, Siqueira DA, Abizaid A, Fraulob SM, Fucci A, et al. Influ&ecirc;ncia dos stents farmacol&oacute;gicos na sele&ccedil;&atilde;o de pacientes diab&eacute;ticos tratados por meio de interven&ccedil;&atilde;o coron&aacute;ria percut&acirc;nea. Rev Bras Cardiol Invasiva. 2010;18(2):151-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S2179-8397201200020001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">5.  Smith SC Jr, Feldman TE, Hirshfeld JW Jr, Jacobs AK, Kern MJ, King SB 3<sup>rd</sup>, et al. ACC/AHA/SCAI 2005 guideline update for percutaneous coronary intervention: a report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines (ACC/AHA/SCAI Writing Committee to Update 2001 Guidelines for Percutaneous Coronary Intervention). Circulation. 2006;113(7):e166-286.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S2179-8397201200020001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">6.  TIMI Study Group. The Thrombolysis in myocardial Infarction (TIMI) trial. Phase I findings. N Engl J Med. 1985;312(14):932-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S2179-8397201200020001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">7.  Mattos LA, Lemos Neto PA, Rassi A Jr, Marin-Neto JA, Sousa AGMR, Devito FS, et al. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia &#8211; Interven&ccedil;&atilde;o Coron&aacute;ria Percut&acirc;nea e M&eacute;todos Adjuntos Diagn&oacute;sticos em Cardiologia Intervencionista (II Edi&ccedil;&atilde;o &#8211; 2008). Rev Bras Cardiol Invasiva. 2008;16 Supl 2:9-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S2179-8397201200020001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">8.  Khan MB, Cubbon RM, Mercer B, Wheatcroft ACG, Gherardi G, Aziz A, et al. 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Rev Bras Cardiol Invasiva. 2008; 16(2):185-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S2179-8397201200020001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Geneva, sans-serif" size="2">20. Laskey W, Selzer F, Vlachos H, Johnston J, Jacobs A, King SB 3<sup>rd</sup>, et al. Comparison of in-hospital and one-year outcomes in patients with and without diabetes mellitus undergoing percutaneous catheter intervention (from the National Heart, Lung, and Blood Institute Dynamic Registry). 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