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Article References

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    2 MAGALHÃES, Joaquim Romero. O Algarve econômico 1600-1773. Lisboa: Editorial Estampa, 1993, p.334. [ Links ]


    3 PEDREIRA, Jorge Miguel Viana. Os homens de negócio da praça de Lisboa de Pombal ao vintismo (1755-1822). Lisboa: Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, 1995. (Tese de doutorado). [ Links ]


    4 OLIVEIRA, Mônica Ribeiro de. Senhores, roceiros e camponeses: apontamentos para uma história das comunidades rurais dos setecentos coloniais. In: ECHEVERRI, A. M. Adriana; FLORENTINO, Manolo; VALENCIA, C. Eduardo. Impérios Ibéricos en Comarcas Americanas: estúdios regionales de Historia colonial brasileira y neograndina. Bogotá: Universidad Del Rosário Editorial; Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2008. [ Links ]


    5 Apenas Conceição de Ibitipoca, o mais "desenvolvido" arraial da região, teria alcançado em 1718 a condição de paróquia e, mais tarde, de freguesia. No livro de capitação de 1715, dos moradores de Ibitipoca, havia 30 proprietários detentores de 198 cativos, enquanto que a mesma documentação para Vila Rica, 5 anos depois, haveria 10.741 escravos para 1757 proprietários; já para Sabará, para o mesmo período, 5992 escravos e 912 proprietários. BOTELHO, Tarcísio Rodrigues. População e escravidão em Minas Gerais, c.1720. In: VILLALTA, Luiz Carlos e RESENDE, Maria Efigênia de. As Minas Setecentistas. Belo Horizonte: Autêntica, 2007, v.1. [ Links ]


    7 G. Levi elaborou uma tipologia que abrange quatro tipos de abordagens biográficas: Prosopografia e biografia modal; biografia e contexto; a biografia e os casos extremos e por último a biografia e a hermenêutica. LEVI, G. Usos da biografia. In: FERREIRA, Marieta de M. e AMADO, Janaína. (orgs.) Usos e abusos da História Oral. Rio de janeiro: Editora da FGV, 1996, p.167-182. [ Links ]


    11 BORDIEU, Pierre. A ilusão biográfica. In: FERREIRA, Marieta de M. e AMADO, Janaína. (orgs.) Usos e abusos da História Oral, p.189. [ Links ]


    13 Atlas das representações literárias das regiões brasileiras. Sertões brasileiros. Rio de Janeiro: IBGE, 2006, p.12. [ Links ]


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    20 Para uma bibliografia mais completa acerca da imigração portuguesa para a América Portuguesa, consultar: SCOTT, Ana Sílvia Volpi. Famílias, formas de união e reprodução social no noroeste português (séculos XVIII e XIX). Guimarães: NEPS-Universidade do Minho, 1999; [ Links ]

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    23 Jorge Pedreira encontra o mesmo padrão de recrutamento dos comerciantes em Lisboa, originários em grande maioria das regiões minhotas e altamente articulados pelas redes de parentesco e amizade. PEDREIRA, Jorge Miguel Viana. Os homens de negócio da praça de Lisboa de Pombal ao vintismo (1755-1822), p.207. [ Links ]


    24 DURÃES, Margarida. Os camponeses do noroeste de Portugal: família, patrimônio e cultura material (séculos XVIII-XIX). In: CUNHA, Mafalda Soares e FRANCO, Juan Hernández. (orgs.) Sociedade, família e poder na península ibérica. Elementos pra uma história comparativa. Lisboa: Edições Colibri, CIDEHUS/Universidade de Évora/Universidade de Murcia, 2010, p.235-254. [ Links ]


    25 Não é nosso objetivo neste momento aprofundar nossas reflexões acerca da economia material das populações camponesas de Portugal Há uma vasta literatura a respeito. Consultar: ROCHE, Daniel, Histoire des choses banales: naissance de la consommation dans les sociétés traditionnelles (XVIIe - XIXe siècles). Paris: Fayard, 1999; [ Links ]

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    45 Carlos Bacellar percebeu mesma estratégia para as elites agrárias de Sorocaba. BACELLAR, Carlos de Almeida Prado. Família e sociedade em uma economia de abastecimento interno. [ Links ]


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