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Article References

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    22 Sobre a presença do positivismo na Escola Politécnica do Rio de Janeiro e a sua importância para a formação científica no Brasil o trabalho de Ferreira mostra como esse sistema de ideias e valores atuou como um fator de coesão, conferindo especificidade para a ciência brasileira e fornecendo condições para a consolidar-se como um campo social, dentro da perspectiva de Pierre Bourdieu. Cf. FERREIRA, Luiz Otavio. Os Politécnicos: ciência e reorganização social segundo o pensamento positivista da Escola Politécnica do Rio de Janeiro (1862-1922). Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1989. (Sociologia e Antropologia, Dissertação de Mestrado), p.108. [ Links ]


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    57 Diversos positivistas e mesmo integrantes da Igreja Positivista do Brasil foram membros da SNA e/ou funcionários do MAIC ao longo de todo o seu período de vigência, o que ratifica a afinidade entre o projeto do ministério e o positivismo, a saber: Mario Carneiro, Alberto Jacobina, Candido Rondon e Luiz Bueno Horta Barbosa. Mario Carneiro foi diretor geral de contabilidade desde a criação do MAIC, tendo sido assistente de gabinete do Ministro Lyra Castro em 1926 e, com o início do governo de Vargas, assumiu o posto de ministro interino por dois anos. Seu filho, Paulo Estevão de Berrêdo Carneiro, passou por diversos institutos e foi Secretário de Agricultura do Estado de Pernambuco em 1935, durante o governo de Carlos de Lima Cavalcanti. Sobre as trajetórias dos positivistas de Mario Carneiro e Paulo Carneiro, ver MAIO, Marcos Chor. Ciência, Política e Relações Internacionais: ensaios sobre Paulo Carneiro. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2004. [ Links ]

    Ver também: BHERING, Marcos Jungmann; MAIO, Marcos Chor. Entre ciência e política: o positivismo de Paulo Carneiro na Secretaria de Agricultura, Indústria e Comércio de Pernambuco (1935). Bol. Mus. Para. Emílio Goeldi. Ciênc. Hum., vol.5, n.2, p.435-452, 2010. [ Links ]


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