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Article References

CEPIK, Marco A. C.  and  AMBROS, Christiano C.. Explicando falhas de inteligência governamental: fatores histórico-institucionais, cognitivos e políticos. Varia hist. [online]. 2012, vol.28, n.47, pp. 79-99. ISSN 0104-8775.  http://dx.doi.org/10.1590/S0104-87752012000100005.


    1 Cf. BETTS, Richard K. Enemies of intelligence: knowledge and power in America National security. New York: Columbia University Press, 2008; [ Links ]

    JERVIS, Robert. Why intelligence fails: lessons from the Iranian revolution and Iraq war. New York: Cornell University Press, 2010; [ Links ]

    HEUER, Richard J. The psychology of intelligence analysis. Washington: Center for the Study of Intelligence. Central Intelligence Agency, 1999; [ Links ]

    WIRTZ, James J. Deja vu? Comparing Pearl Harbor and September 11. In: ANDREW, Christopher; ALDRICH, Richard and WARK, Wesley. (eds.) Secret intelligence: a reader. New York: Routledge, 2009. [ Links ]


    2 BETTS, Richard K. Surprise despite warning: why sudden attacks succeed. In: ANDREW, Christopher; ALDRICH, Richard and WARK, Wesley. Secret intelligence, p.91. [ Links ]


    3 GENTRY, John A. Assessing intelligence performance. In: JOHNSON, Lock K. The Oxford Handbook of national security intelligence. New York: Oxford University Press, 2010, p.87. [ Links ]


    5 A pesquisa em inteligência continua concentrada no setor estatal e/ou nas relações entre estados, mas é importante para trabalhos futuros ampliar a pesquisa para dar conta das várias "soberanias" sugeridas por WARNER, Michael. Intelligence as risk shifting. In: GILL, Peter; MARRIN, Stephen and PHYTHIAN, Mark. (eds.) Intelligence theory: key questions and debates. New York: Routledge, 2009. [ Links ]


    6 FARIA, Carlos Aurélio de Pimenta. A política da avaliação de políticas públicas. Revista Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo, v.20, n.59, out. 2005. [ Links ]


    7 BRUNEAU, Thomas and BORAZ, Steven. (eds.) Reforming intelligence: obstacles to democratic control and effectiveness. Austin-TX: University of Texas Press, 2007. [ Links ]


    10 Cf. CEPIK, Marco. Espionagem e democracia. Rio de Janeiro: FGV, 2003; [ Links ]

    BRANDÃO, Priscila Carlos. Serviços secretos e democracia no Cone Sul: premissas para uma convivência legítima, eficiente e profissional. Niterói-RJ: Impetus, 2010; [ Links ]

    GONÇALVES, Joanisval Brito. Atividade de inteligência e legislação correlata. Niterói-RJ: Impetus, 2010. [ Links ]


    23 Cf. STERNBERG, Robert. Psicologia cognitiva. São Paulo: Cengage Learning Press, 2010. [ Links ]


    24 DAVIS, Jack. Combating mind-Set. Studies in intelligence. New York, v.36, n.5, 1992. [ Links ]


    25 LOWENTHAL, Mark. Intelligence: from secrets to policy. 3.ed. Washington-DC: CQ Press, 2006. [ Links ]


    28 Esta dimensão se relaciona aos modelos mentais e esquemas cognitivos que internalizamos a partir da adaptação ao ambiente em que estamos inseridos, reproduzindo percepções, julgamentos e comportamentos de forma automática e inconsciente, dando como natural padrões que são sistêmicos. Na Ciência Política, os teóricos do Neoinstitucionalismo Histórico e Sociológico têm chamado a atenção para "aquilo que poderíamos chamar de 'dimensão cognitiva' do impacto das instituições. Em outros termos, concentram-se no modo como as instituições influenciam o comportamento ao fornecer esquemas, categorias e modelos cognitivos (...) as instituições exercem influência sobre o comportamento não simplesmente ao especificarem o que se deve fazer, mas também o que se pode imaginar fazer num contexto dado". Ver: HALL, Peter and TAYLOR, Rosemary. Political science and the three new institutionalism. Political Studies, v.44, n.5, p.936-957, dec. 1996. [ Links ]


    29 A dimensão ideológica é onde nossas crenças, conceitos gerais, regras e estereótipos obtidos durante a nossa vida de acordo com nossas acontecências e nossa interpretação passada da realidade, impactam nos nossos esquemas mentais e modelos cognitivos. Para uma interpretação do papel da dimensão ideológica na política externa e relações internacionais, ver HERZ, Monica. Análise cognitiva e política externa. Contexto Internacional. Rio de Janeiro, v.16, n.1, p.75-89, 1994. [ Links ]


    30 Ainda que o papel das emoções no processamento de informações seja muito debatido, uma série de descobertas atuais da neurociência, utilizando de tecnologias de ponta da tomografia digital, vem evidenciando a dimensão emocional como fundamental para a percepção, julgamento e tomada de decisão dos indivíduos. Para abordagens dentro da sociologia e da ciência política, ver ELSTER, Jon. Peças e engrenagens das ciências sociais. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994; [ Links ]

    MINTZ, Alex and DEROUEN, Karl. Understanding foreign policy decision-making. New York: Cambridge University Press, 2010. [ Links ]

    No campo da neurociência, ver PINKER, Steven. Como a mente funciona. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1999; [ Links ]

    DAMACIO, Antonio. Descartes' error: emotion, reason, and the human brain. New York: Putnam, 1994. [ Links ]


    31 Para uma exposição completa das teorias e métodos que consistem na Análise de Código Operacional, ver WALKER, Stephen. Quantum politics and operational code analysis: theories and methods. In: WALKER, Stephen; MALICI, Akan and SCHAFER, Mark. Rethinking foreign policy analysis. New York: Routledge, 2011. [ Links ]


    33 POHL, Rudiger F. Introduction: cognitive illusions. In: POHL, Rudiger F. (eds.) Cognitive illusions: a handbook on fallacies and biases in thinking, judgment and memory. New York: Psychology Press. 2004, p.3. [ Links ]


    41 KERBBELL, Mark R.; MULLER Damon and MARTIN, Kirsty. Understanding and managing bias. In: BAMMER, Gabriele (ed.). Dealing with uncertainties in policing serious crimes. Canberra: ANU Press, 2010. [ Links ]


    42 HOUGHTON, David Patrick. Political psychology: situations, individuals and cases. New York: Routledge, 2009, p.122. [ Links ]


    45 A necessidade de fechamento cognitivo envolve o desejo de atingir um julgamento confiante sobre um assunto rápida e decisivamente, no lugar de lenta e cuidadosamente. O grau da necessidade de fechamento cognitivo apontará se esse foi prematuro ou não. Quanto maior a necessidade de fechamento cognitivo, maior a probabilidade de ele ocorrer prematuramente. Cf. BAR-JOSEPH, Uri and McDERMOTT, Rose. Change the analyst and not the system: a different approach to intelligence reform. Foreign Policy Analysis, New York, n.4, p.140, 2008. [ Links ]


    51 GEORGE, Roger Z. and BRUCE, James B. (ed.) Analyzing intelligence: origins, obstacles and innovations. Washington: Georgetown University Press, 2008; [ Links ]


    52 É importante chamar a atenção para a diferença entre dois conceitos diferentes, mas que podem causar confusão por causa da sua proximidade lexical que aqui trataremos como: o espelhamento de imagem (Mirror Imaging) e Imagem Espelhada (Mirror Images). O conceito de imagem espelhada refere-se a quando cada líder de estado mantém uma imagem diametralmente "oposta" do outro: cada parte tem uma auto-imagem positiva e benevolente, enquanto mantém uma imagem negativa e malevolente do inimigo. Ralph White popularizou esse conceito no livro Nobody wanted war: misperception in Vietnam and other wars. Analisando as duas Grandes Guerras e focando-se na Guerra do Vietnã, White discute como cada parte no conflito mantinha uma imagem diabólica do inimigo e uma autoimagem viril e moral que se tornou fonte de atenção seletiva, ausência de empatia (pelo outro) e sobreconfiança militar. Ainda que resultado de diversas fontes sociais e psicológicas, tal pensamento "preto-e-branco" leva a escaladas na guerra. Cf. ROSATI, Jerel. A cognitive approach to the study of foreign policy. In: NEACK, Laura. (ed.) Foreing policy analysis: continuity and change in its second generation. New Jersey: Prentice Hall, 1995, p.55. [ Links ]


    53 JERVIS, Robert. Perceptions and misperceptions in international politics. New Jersey: Princeton University Press, 1976. [ Links ]


    55 BUTTERFIELD, Alexander P. Jr. The accuracy of intelligence assessment: bias, perception, judgment in analysis and decision. Newport: Naval War College, 1993, p.5. [ Links ]


    58 Sobre a crise dos mísseis de 1962, existe um estudo central para o desenvolvimento da análise cognitiva e tomada de decisões na política externa feito por ALISSON, Graham T. and ZELIKOW, P. Essence of decision: explaining the Cuban Missile Crisis. Nova York: Longman,1999, originalmente em 1971. [ Links ]


    67 HERMAN, Michael. Intelligence power in peace and war. Cambridge: Cambridge University Press, 1996. [ Links ]


    74 MACLAUGHLIN, John. Serving the national policymaker. In: GEORGE, Roger Z. and BRUCE, James B. (eds.) Analyzing intelligence: origins, obstacles and innovations. Washington: Georgetown University Press, 2008, p.73. [ Links ]


    80 GANNON, John C. Managing analysis in the information age. In: GEORGE, Roger Z. and BRUCE, James B. (ed.) Analyzing intelligence: origins, obstacles and innovations. Washington: Georgetown University Press, 2008, p.215. [ Links ]


    89 BAR-JOSEPH, Uri and McDERMOTT, Rose. Change the analyst and not the system: a different approach to intelligence reform. Foreign Policy Analysis, New York, v.4, n.2, p.127-145, 2008. [ Links ]


    94 FARIA, Carlos Aurélio de Pimenta e FILGUEIRAS, Cristina Almeida Cunha. As Políticas dos sistemas de avaliação da educação básica do Chile e do Brasil. In: HOCHMAN, Gilberto; ARRETCHE, Marta e MARQUES, Eduardo. (org.) Políticas públicas no Brasil. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2007, p.331. [ Links ]


    99 HEUER, Richard J. and PHERSON, Randolph H. Structured analytic techniques for intelligence analysis. Washington: CQ Press, 2011, p.5. [ Links ]