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Article References

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    29 Segundo Maria de Fátima Gouvêa, as redes clientelares ao longo do império português atuaram como elementos que permitiram, a seu modo, uma governabilidade por se constituírem também como espaços de mediação de poder e conhecimento. "Esse circuito de oficiais régios foi alimentado especialmente por relações clientelares e de parentesco que historicamente aproximaram e afastaram diferentes grupos no que se refere às suas alianças políticas e aos interesses materiais ao longo dos séculos XVII e XVIII. É possível argumentar que esse circuito de relações deu lugar a determinadas formas de acumulação e circulação de informações, bem como de estratégias governativas voltadas para o acrescentamento político e material dos interesses portugueses naquela macrorregião". GOUVÊA, Maria de Fátima Silva. Conexões imperiais: oficiais régios no Brasil e Angola (1680-1730). In: BICALHO, Maria Fernanda e FERLINI, Vera Lúcia Amaral. (orgs.). Modos de governar: idéias e práticas políticas no império português. São Paulo: Alameda, 2005, p.180. [ Links ]


    30 "Como uma das principais motivações subjacentes ao comportamento dos indivíduos era sua preponderância política, econômica e simbólica, a qual se baseava na posse ou uso fruto de determinados recursos, era natural o estabelecimento de redes de interdependência que possibilitassem o acesso àqueles, principalmente se este acesso fosse institucionalmente mais dificultado. Também se entende o reforço destas redes como forma de resistência ao movimento de centralização que o aparelho administrativo central procurava realizar, estendendo a sua jurisdição sobre áreas que tradicionalmente tinham outro senhor ". In: XAVIER, Ângela Barreto e HESPANHA, António Manuel. As redes clientelares. In: MATTOSO, José. (dir.). História de Portugal. O Antigo Regime. Lisboa: Editorial Estampa, 1993, p.341. (Grifo nosso). [ Links ]


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    Na historiografia o sertão tem sido visto como lugar onde a falta de autoridade fazia crescer a influência dos poderosos através da violência. Bandoleiros e chefes locais desafiavam a débil estrutura da autoridade instituída. ANASTASIA, Carla Maria Junho. A geografia do crime: violência nas Minas setecentistas. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2007, p.56. [ Links ]


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    64 Para uma caracterização das redes clientelares tradicionais de forma a perceber como as redes locais lidam com os poderes que lhe são externos e das estratégias que desenvolvem para manter seus domínios ver: EISENSTADT, S. N. e RONIGER, Luis. Patrons, client and friends: interpersonal relations and the structure of trust in society. Cambridge: Cambridge University Press, 1994, p.243-245. [ Links ]


    65 PUJOL, Xavier Gil. Centralismo e localismo? Sobre as relações políticas e culturais entre Capital e territórios nas monarquias européias dos séculos XVI e XVII. Penélope. Fazer e desfazer a História, n.6, p.129-130, 1991. [ Links ]


    66 FRAGOSO, João Luiz Ribeiro; GOUVEA, Maria de Fátima Silva e BICALHO, Maria Fernanda Baptista. Uma leitura do Brasil colonial. Bases da materialidade e da governabilidade no império. Penélope. Fazer e desfazer a História, n.23, p.75, 2000. [ Links ]