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Article References

CHAMON, Carla Simone  and  GOODWIN JR., James William. "A incorporação do proletariado à sociedade moderna": a Escola de Aprendizes Artífices de Minas Gerais (1910-1941). Varia hist. [online]. 2012, vol.28, n.47, pp. 319-340. ISSN 0104-8775.  http://dx.doi.org/10.1590/S0104-87752012000100015.


    3 VIÑAO FRAGO, Antônio. Historia de la educácion e historia cultural: posibilidades, problemas, cuestiones. Revista Brasileira de Educação, São Paulo, n.0, 1995, p.69. [ Links ]


    4 HARDMAN, Francisco Foot e LEONARDI, Victor. História da indústria e do trabalho no Brasil. São Paulo: Ática, 1991, p.41. [ Links ]


    5 Para exemplos desse padrão de modernização, ver, entre outros, BERMAN, Marshall. Tudo que é sólido desmancha no ar: a aventura da modernidade. São Paulo: Companhia das Letras, 1986. [ Links ]


    6 Para uma análise mais detalhada da relação trabalhador nacional e imigração: LAMOUNIER, Maria Lúcia. Da escravidão ao trabalho livre. Campinas: Papirus, 1988; [ Links ]

    KOWARICK, Lúcio. Trabalho e vadiagem: a origem do trabalho livre no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1987; [ Links ]

    SEYFERTH, Giralda. Construindo a nação: hierarquias raciais e o papel do racismo na política de imigração e colonização. In: MAIO, Marcos Chor e SANTOS, Ricardo V. (orgs.) Raça, ciência e sociedade. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, CCBB, 1996, p.41-58. [ Links ]


    7 Nem todas as províncias foram marcadas pela entrada significativa de imigrantes como mão de obra para a agricultura e a indústria nascente, como foi o caso de São Paulo (KOWARICK, Lúcio. Trabalho e vadiagem). Em Minas Gerais, segundo os dados do censo de 1872, a região metalúrgico-mineira possuía mais de 80% da mão de obra livre, tanto na indústria quanto na agricultura, sendo que sua quase totalidade era formada pelo trabalhador nacional. LIBBY, Douglas. Transformação e trabalho em uma economia escravista. São Paulo: Brasiliense, 1988, p.54ss. [ Links ]


    9 A temática da formação da classe trabalhadora e da disciplina do trabalhador como parte dessa formação sob o capitalismo tem vasta bibliografia. Referências exemplares são: THOMPSON, E. P. Tempo, disciplina de trabalho e o capitalismo industrial. In: Costumes em comum: estudos sobre a cultura popular tradicional. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, pp. 267-304; [ Links ]

    e para o Brasil, CHALOUB, Sidney. Trabalho, lar e botequim: o cotidiano dos trabalhadores no Rio de Janeiro da Belle Époque. São Paulo: Brasiliense, 1986. [ Links ]


    17 MINAS GERAIS, Anais da Câmara dos Deputados de 1896. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1896. [ Links ]


    30 Este não é o único conceito de cidadania existente entre os diferentes grupos republicanos e de trabalhadores. José Murilo de Carvalho, por exemplo, apresenta outras possibilidades. Ver CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Companhia das Letras, 1987; [ Links ]

    e principalmente CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. [ Links ]


    32 JULIÃO, Letícia. Belo Horizonte: itinerários da cidade moderna (1891-1920). In: DUTRA, Eliana de F. (org.) BH: horizontes históricos. Belo Horizonte: C/Arte, 1996, p. 50. [ Links ]


    33 Apud: MELLO, Ciro F. B. A noiva do trabalho - uma capital para a República. In: DUTRA, Eliana de F. (org.) BH: horizontes históricos, p 45. [ Links ]


    36 Antes da Escola de Aprendizes Artífices de Minas Gerais foi criada, em Belo Horizonte, uma escola profissional agrícola - o Instituto João Pinheiro. Sobre essa escola ver FARIA FILHO, Luciano Mendes de. República, trabalho e educação: a experiência do Instituto João Pinheiro (1909/1934). Bragança Paulista: EUSF, 2001. [ Links ]

    Além disso, parece ter havido outras iniciativas, sem sucesso, de criar escolas de ensino profissional, como uma Escola Operária, fundada nos primeiros dias da Capital e que teve breve existência (BARRETO, Abílio. Resumo histórico de Belo Horizonte 1701-1947. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1950, p.217). [ Links ]

    Há também o registro do lançamento da pedra fundamental do edifício que seria destinada ao Liceu Profissional Feminino, iniciativa da Associação Amante da Instrução e Trabalho, em 1907, na Rua Sergipe. PENNA, Octávio. Notas cronológicas de Belo Horizonte. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, 1997, p.97. [ Links ]


    53 ESCOLANO, Augustin e VIÑAO FRAGO, Antonio. Currículo, espaço e subjetividade: a arquitetura como programa. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 1998. [ Links ]


    54 BRASIL, Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio. Relatório de 1916, p.XXVII. [ Links ]


    55 LEAL, Augusto Cândido Ferreira. Escola de Aprendizes Artífices, 1911, p.5. [ Links ]


    56 LEAL, Augusto Cândido Ferreira. Escola de Aprendizes Artífices, 1914, p.17. [ Links ]


    57 LEAL, Augusto Cândido Ferreira. Escola de Aprendizes Artífices, 1911, p.5. [ Links ]


    58 BRASIL, Portaria de 15 jan. 1910. Instruções para as Escolas de Aprendizes Artífices. In: Relatório do Ministro da Agricultra Industria e Comércio, 1909-1910. [ Links ]


    59 FREITAS, Marcos C. de. Alunos rústicos, arcaicos e primitivos: o pensamento social no campo da educação. São Paulo: Cortez, 2005, p.80, 81. [ Links ]


    60 LEAL, Augusto Cândido Ferreira. Escola de Aprendizes Artífices, 1911, p.20. [ Links ]