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Article References

MENDONCA, Pollyanna Gouveia. Ordens religiosas e transgressão no Maranhão colonial. Tempo [online]. 2012, vol.18, n.32, pp. 115-136. ISSN 1413-7704.  http://dx.doi.org/10.1590/S1413-77042012000100006.

    1 SILVA, Francisco de Paula e (Dom.). Apontamentos para a história eclesiástica do Maranhão. Bahia: Tipografia de São Francisco, 1922; [ Links ]

    PACHECO, Felipe Condurú. História eclesiástica do Maranhão. São Luís: Senec/Departamento de Cultura, 1969; [ Links ]

    MEIRELES, Mário Martins. História da Arquidiocese de São Luís. São Luís: Universidade do Maranhão/Sioge, 1977. [ Links ]


    2 Respectivamente, D'ABBEVILLE, Claude. História da missão dos padres capuchinhos na ilha do Maranhão e suas circunvizinhanças. São Paulo: Sciliano, 2002. (Coleção Maranhão Sempre); [ Links ]

    D'EVREUX, Yves. Viagem ao Norte do Brasil: feita nos anos de 1613 a 1614. São Paulo: Sciliano, 2002. (Coleção Maranhão Sempre). [ Links ]


    3 MORAIS, José de (Pe.). História da Companhia de Jesus na extinta província do Maranhão e Pará. Rio de Janeiro: Alhambra, 1987 [1759] Na mesma linha dessa obra, do padre José de Morais, temos ainda as obras de Serafim Leite e Felipe Bettendorf. LEITE, Serafim. Luiz Figueira. A sua vida heroica e a sua obra literária. Lisboa: Agência Geral das Colônias, 1940 e BETTENDORF, João Felipe. [ Links ]

    Crônica dos Padres da Companhia de Jesus no Estado do Maranhão [1698]. 2 ed. Belém: Secretaria de Estado da Cultura, 1990. [ Links ]


    5 CAVALCANTI, Sebastião. A questão jesuítica no Maranhão colonial (1622-1759). São Luís: Sioge, 1990. [ Links ]


    6 O Tribunal Eclesiástico ou Auditório Eclesiástico era o juízo de alçada dos bispos em que poderiam ser julgados indivíduos de acordo com a pessoa, notadamente eclesiásticos, ou com a matéria dos delitos, não importando, assim, quem os tivesse cometido. Dessa feita, leigos e clérigos poderiam ser processados e punidos no tribunal episcopal. Parochos imperfeitos: justiça eclesiástica e desvios do clero no Maranhão colonial. Tese (Doutorado) - Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Rio de Janeiro, 2011. [ Links ]


    20 GOUVEIA, Jaime Ricardo. Quod non est in actis, non est in mundo: mecanismos de disciplina interna e externa no Auditório Eclesiástico de Coimbra. Revista de História da Sociedade e da Cultura, n. 9, p. 186, 2009. [ Links ]


    37As atribuições de vigário-geral forense eram, sem dúvida, muito mais amplas. Além de todas as competências que cabiam ao vigário de vara, que eram importantes oficiais eclesiásticos nas regiões mais afastadas dos bispados, ele poderia ainda conhecer "as causas crimes em flagrante delicto, procedendo a prisão"; "receber denunciações de peccados publicos por accusação do Promotor, ou de legitimo accusador, e dando livramento às partes"; "conceder cartas de seguro aos criminosos"; "passar cartas de excommunhão por cousas furtadas, ou perdidas"; "benzer todos os paramentos necessário ao culto divino". Regimento do Auditório Ecclesiástico do Arcebispado da Bahia, Metropoli do Brasil. São Paulo: Typographia 2 de Dezembro, 1834. Tit. X, n. 401, fl. 93. [ Links ]


    55 CATROGA, Fernando. Secularização e laicidade. Uma perspectiva histórica e global. Revista de História das Idéias, n. 25, p. 76-77, 2004. [ Links ]


    56 CASTRO, Zília Osório. O regalismo em Portugal. Antonio Pereira de Figueiredo. Cultura História e Filosofia, v. I, p. 360, 1987. [ Links ]


    57 René Taveneaux demonstra o quão complexa pode ser a tarefa de definir o jansenismo. A influência do espaço, dos indivíduos e do tempo faz com que esse conceito seja de difícil enquadramento. O autor sugere que se opte pelo termo jansenismos, no plural, como o era o movimento. Assim, evita-se o risco de uniformização. TAVENEAUX, René. La vie quotidienne des jansénistes aux XVII et XVIII siècles. Paris: Hachette, 1985. p. 9-11. [ Links ]

    Sobre os primórdios do jansenismo, melhor dizendo, sobre a questão de considerar Jansenius, o bispo católico autor do Augustinus, que teria sido responsável pelo surgimento do jansenismo como um heresiarca, ver SOUZA, Evergton Sales. Jansénisme et réforme de l' Eglise dans l'Empire portugais (1640 à 1790). Paris: Gulbenkian, 2004. p. 40-42. [ Links ]


    59 ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DO MARANHÃO. Retratos do Maranhão colonial: correspondências de Joaquim de Mello e Póvoas, governador e capitão-general do Maranhão (1771-1778). São Luís: Secma, 2009. p. 241 e 281, respectivamente. [ Links ]


    74 PAIVA, José Pedro. "Os mentores": frades e freiras. In: AZEVEDO, Carlos Moreira (Dir.). História religiosa de Portugal. Lisboa: Círculo de Leitores, 2000. v. II, p. 202. [ Links ]