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Alimentação das Larvas de Brycon cephalus, Triportheus elongatus e Semaprochilodus insignis (osteichthyes, characiformes), no rio Solimões/Amazonas e suas áreas Inundáveis.

Informações sobre a alimentação das larvas de peixes são essenciais para entender suas relações tróficas, incluindo o manejo em condições controladas parcial ou totalmente pelo homem. Um experimento foi desenhado para avaliar a dieta das larvas de três espécies de importância comercial. Quatro lagos de várzea e o rio adjacente foram amostrados com rede de ictioplâncton de Janeiro de 1993 a Novembro de 1995. A dieta das larvas foi avaliada por classes de comprimento e locais de captura, e foram testadas por ANOVA com dois fatores. As larvas estavam alimentando-se em todos os habitats, exceto na floresta inundada. As três espécies apresentaram dietas diferentes, que variaram com o comprimento e com o lago. Os rotíferos foram o principal item alimentar para as três espécies no início da alimentação exógena, e depois substituídos por por larvas de peixes em Brycon cephalus, cladóceros em Triportheus elongatus e detritos em Semaprochilodus insignis. O aumento do limite de ingestão das larvas com o crescimento, foi maior que o aumento no tamanho da presa consumida para as três espécies.

Amazônia; Brasil; alimentação; larvas de peixes; tamanho de alimento


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