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The effects of the subconjunctival injection of bevacizumab (Avastin®) on angiogenesis in the rat cornea

Luiz F.M. Barros Rubens Belfort-Jr Sobre os autores

O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da aplicação subconjuntival de bevacizumab (Avastin®) na angiogênese corneal em ratos. Vinte ratos Wistar, machos, foram submetidos a cauterização química com cristal de nitrato de prata. Os animais foram divididos em 4 grupos: O grupo controle (GC), recebeu injeção de 0,02 ml de solução fisiológica pela via subconjuntival no momento da lesão. O grupo G0 recebeu 0,02 ml de bevacizumab (Avastin®) imediatamente depois da lesão. O grupo G3 recebeu 0,02 ml de bevacizumab no terceiro dia após a lesão.O grupo G5 recebeu 0,02 ml de bevacizumab no quinto dia após a lesão. Os animais foram eutanasiados 7 dias após a cauterização. Os vasos neoformados foram quantificados após preenchimento do leito vascular com Tinta da China e imagens foram obtidas e analisadas em sistema computadorizado (Image Pro-Plus®). No grupo controle a neovascularização ocupou 53,56% ± 15,11 (média ± DP) da superfície corneal comparando a 35,57% ± 18,80 no grupo G0, 30,60% ± 11,82 (média ± DP) no G3 e 35,86% ± 0,07 (média ± DP) no G5. Os resultados mostram uma inibição da angiogênese quando se compara GC com os grupos tratados. Os resultados sugerem que a injeção subconjuntival de Bevacizumab é capaz de inibir a angiogênese corneal independentemente do dia de aplicação.

bevacizumab; córnea; neovascularização; angiogênese


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